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    Pedra portuguesa marca presença na 58ª Bienal de Veneza

    O programa Primeira Pedra vai estar presente na 58ª edição da Bienal de Veneza, onde apresentará o uso da pedra portuguesa no contexto das artes

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    Mint Street, Londres (Fotos: Rui Miguel Pedrosa / Slideshow)

    Itália, EUA e França são os próximos destinos onde as potencialidades da pedra portuguesa, aliadas ao design, às artes e à arquitectura, serão dadas a conhecer no âmbito do programa Primeira Pedra.

    Com a aprovação da segunda candidatura aos fundos comunitários nacionais Portugal2020, a continuidade do programa Primeira Pedra fica assegurada e a Pedra portuguesa continuará a marcar presença em mercados internacionais essenciais para a promoção da Pedra Natural.

    Dar a conhecer a riqueza e o potencial da Pedra presente na paisagem geológica nacional, aliada ao desenvolvimento de utilizações e aplicações inovadores desta matéria-prima é o objectivo principal do PRIMEIRA PEDRA, um programa internacional, promovido pela Assimagra – Recursos Minerais de Portugal, com a curadoria da experimentadesign.

    Depois de Mint Street, em Londres, a Primeira Pedra lança-se em novos desafios já em Maio, na 58ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza, o maior evento de arte contemporânea no mundo, onde se apresentará, pela primeira vez, o uso da pedra portuguesa no contexto das artes.

    Nova Iorque e Paris serão também palcos privilegiados de iniciativas do Programa e, dentro de portas, haverá lugar a duas acções de grande impacto, nas cidades do Porto e Lisboa.

    Desde 2016 que a aplicação da pedra portuguesa em diferentes contextos tem vindo a ser divulgada em associação a novos protagonistas e personalidades do design, das artes e da arquitetura, num esforço de promoção da indústria e do sector no panorama nacional e internacional.

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    IDB Lisbon recebe quatro novos inquilinos

    A Pictet Technologies, UpHill, Mamma Team e Circutor, ocupam em conjunto mais de 4.800 m2 do edifício, tendo encontrado no hub o “lugar certo” para potenciar os seus negócios

    O IDB Lisbon – Innovation & Design Building Lisbon, edifício detido e gerido pela Jamestown, empresa global de investimento e gestão imobiliária, conta com quatro novos inquilinos. A Pictet Technologies, UpHill, Mamma Team e Circutor, que, em conjunto, ocuparam mais de 4.800 metros quadrados (m2) do edifício, encontraram no hub de inovação o “lugar certo” para potenciar os seus negócios, afirma a empresa.

    “Os escritórios que têm sucesso no mercado actual são hubs de lifestyle que oferecem às empresas uma comunidade e promovem interacções criativas” afirma Michael Phillips, presidente da Jamestown. “No IDB Lisbon, activámos o rooftop com arte, gastronomia e entretenimento, criando uma experiência dimensional e distinta que torna o edifício muito mais do que um local de trabalho. Estamos empenhados em criar uma rede global de centros de inovação e o IDB Lisbon é uma componente-chave desse programa mais amplo, que se estende de Berlim a Roterdão e de Nova Iorque à Área da Baía de São Francisco”, destaca.

    Fundada em 2016, a Pictet Technologies, que irá ocupar todo o 5º piso (2.644m2) do IDB Lisbon, é a fábrica de software de tecnologia financeira de ponta que serve exclusivamente as necessidades do grupo Suíço Grupo Pictet, um dos principais especialistas independentes em gestão de activos e património na Europa, fundado em 1805.

    Com o objectivo de desenvolver software e conteúdos médicos para a automação de jornadas de cuidados em hospitais e outras instituições, a startup portuguesa de série A, UpHill, irá ocupar mil m2 do IDB Lisbon, a partir do qual pretende continuar a criar soluções de primeira linha para o sector da saúde, após ter fechado, em Março, uma ronda de investimento de sete milhões de euros com o objectivo de duplicar a equipa e abrir escritórios em Espanha e no Reino Unido.

    Também a produtora com origem em Barcelona, Mamma Team escolheu este espaço para continuar a inspirar-se no desenvolvimento de conteúdos televisivos e fotográficos para agências, marcas e produtoras de todo o Mundo, arrendando mil m2 no 4º andar.

    A Circutor, também de origem espanhola, irá ocupar 160 m2 do IDB Lisbon, enquanto sede do seu primeiro escritório em Portugal, apesar de operar há mais de 20 anos no País e que irá agora disponibilizar um showroom e dar formação aos seus clientes sobre a área da mobilidade eléctrica e eficiência energética a partir do seu escritório nos Olivais.

    Com mais de 40 anos de experiência no mercado internacional, a Jamestown tem uma abordagem de propriedade e gestão a longo prazo e é conhecida pela revitalização de edifícios históricos em polos de inovação e centros comunitários de uso misto.

    A Jamestown está empenhada em criar uma rede global de centros de inovação com foco em tecnologia, media, gaming e em iniciativas climáticas. As propriedades europeias sob sua gestão incluem o Groot Handelsgebouw em Roterdão, uma carteira de edifícios no distrito Schinkel de Amesterdão, o Innovation and Design Building Lisbon, a Factory Lisbon, o Schanzenstrasse e o CIC Berlin. Nos Estados Unidos, a Jamestown é conhecida pelo One Times Square em Nova Iorque, Industry City em Brooklyn e Ponce City Market em Atlanta.

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    Um ano depois da aquisição da Predibisa, Savills regista forte crescimento no Norte

    A consultora destaca aumentos “expressivos” de actividade do retalho e do residencial, especialmente na angariação e venda de empreendimentos em exclusivo, a par do segmento de investimento

    No mês em que se assinala um ano desde a aquisição da Predibisa pela Savills Portugal, a empresa tem registado um período de crescimento “notável”. De destacar os aumentos “expressivos” de actividade nos departamentos de retalho e de residencial, especialmente na angariação e venda de empreendimentos em exclusivo, a par do segmento de investimento, que apresenta uma performance “muito positiva”.

    A aquisição da Predibisa, em Junho de 2023, foi crucial para a consolidação geográfica da Savills Portugal no Norte do país. Com mais de 30 anos de experiência em aconselhamento imobiliário residencial e comercial no Porto, a Predibisa trouxe uma valiosa expertise para a Savills. Por outro lado, o negócio que apresentava um âmbito local, foi também impulsionado com a chegada da Savills enquanto multinacional que, com o seu know-how e sofisticação de serviços disponibilizados, abriu portas para um mercado global.

    Hoje são já 170 as pessoas que integram a Savills nos escritórios de Lisboa e Porto, que para além da aquisição, revela um continuado crescimento orgânico da equipa que reflecte o crescente dinamismo na actividade da empresa.

    Além disso, a aquisição protagonizada pela Savills não só consolidou a presença da marca do Porto na área das transações imobiliárias, como também permitiu um desenvolvimento significativo das áreas não transacionáveis como BPC & Architecture e Consultoria para a Sustentabilidade destacando a importância de uma oferta diversificada e especializada para melhor servir os diversos segmentos do mercado imobiliário num âmbito nacional.

    Paulo Silva, head of Country da Savills Portugal, considera esta aquisição um passo “muito revelante” para o crescimento da Savills. “O objectivo de consolidação geográfica e de crescimento da empresa na região Norte do país está a ser amplamente alcançado com uma capacidade de integração indiscutível. A nossa equipa do Porto está de parabéns ao demonstrar a sua solidez no mercado e a tirar partido de todo o potencial que a marca Savills pode trazer. Estamos a crescer de forma sólida, acompanhada de uma capacidade crescente de servir os nossos clientes com a excelência que nos define. Por outro lado, a estratégia de diversificação de serviços, tem-nos permitido oferecer mais e melhor serviço aos nossos clientes.”

    Também Rui Branco, managing director do escritório do Porto da Savills Portugal, destaca o “crescimento” e a “evolução” da Savills no Porto. “A vasta experiência da empresa no mercado de Lisboa e o forte networking a nível nacional e internacional, trazem consigo uma maior capacidade de acompanhar a forte dinâmica que se faz sentir no mercado do Porto. A nossa equipa irá, certamente, permitir-nos continuar nesta trajetória ascendente nos próximos anos, não só no mercado residencial, mas também no que respeita à propriedade comercial”, reforça.

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    Corian Design lança cores 2024 da gama Solid Surface

    As novidades apresentam-se em 10 novas cores integradas em cinco colecções – Artista, Geologic, Terrazzos, Terrains e Atmosphere – concebidas para materializar a beleza existente da natureza em qualquer espaço de design, tanto em ambientes comerciais como residenciais

    A Corian Design apresenta a sua nova colecção de cores para 2024, aperfeiçoando o seu portfólio da Corian Solid Surface com uma gama de cores e opções de design, feitas à medida para elevar os “espaços a novos patamares”.

    As novidades apresentam-se em 10 novas cores integradas em cinco colecções – Artista, Geologic, Terrazzos, Terrains e Atmosphere – concebidas para materializar a beleza existente da natureza em qualquer espaço de design, tanto em ambientes comerciais como residenciais, onde cada espaço é uma tela para uma transformação “inspirada”. Muitas destas propostas têm por base componentes reciclados, causando impacto no design, mas não no ambiente.

    “Inspirados pela natureza, sempre em constante evolução, introduzimos estilos e designs inovadores que enriquecem os espaços trazendo uma sensação de natureza que é simultaneamente subtil e sofisticada”, afirma Andrea Albert, EMEA marketing leader da Corian Design. “Estamos particularmente entusiasmados por mostrar a integração de componentes reciclados na nossa mais recente paleta de cores, que reflectem o nosso compromisso de combinar estética com responsabilidade ambiental.”

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    Lã Mineral com alta resistência térmica Volcalis ALPHA PLUS 32

    Respondendo ao desafio “a melhor energia é a que não se gasta”, o Grupo Preceram, reforçou a sua gama de produtos de isolamento Volcalis com uma nova referência, ALPHA PLUS, ainda mais eficiente, com uma condutibilidade térmica muito baixa: 0,032 W/(m.K)

    ALPHA PLUS é uma lã mineral com alta resistência térmica, semirrígida, incombustível, resistente ao fogo e hidrorrepelente, fornecida em painel ou rolo, disponível também com barreira de vapor em papel Kraft, para aplicação em sistemas de construção e reabilitação.

    As suas características técnicas de excelência, fruto de um extenso trabalho de investigação e desenvolvimento, possibilitam soluções construtivas de elevado isolamento térmico, tanto no interior como no exterior dos edifícios.

    Aplicações

    A sua utilização permite a aplicação de sistemas de isolamento, ocupando menos espaço com a mesma eficiência. Adequada para a utilização em obras de construção e reabilitação, tais como: revestimento de paredes, tetos, coberturas e fachadas ventiladas.

    Vantagens

    • Excelente comportamento térmico com menor espessura.
    • Fácil de manusear e com toque suave.
    • Excelente isolamento acústico.
    • Resistente ao fogo, não é combustível nem conduz o calor.
    • Processo sustentável. Produto 100% reciclável.

    A preocupação da Volcalis é disponibilizar ao mercado uma ampla gama de soluções ecológicas e de alta qualidade, que contribuam para o conforto e a eficiência térmica e acústica dos edifícios.

    A lã mineral Volcalis é fabricada em Portugal, à base de areia, um recurso natural abundante, e a sua produção está otimizada para minimizar o impacto ambiental. Para além de ser um ótimo isolamento térmico e acústico, é incombustível.

    A lã mineral Volcalis não liberta poluentes voláteis pelo que é inócua para a saúde. Volcalis tem classificação A+ na qualidade do ar interior, significando emissões muito baixas ou nulas de substâncias no ar interior.

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    Hera.coop representa investimento de 34M€

    A MOME, gestora profissional de cooperativas de habitação apresenta dia 20 de Junho a cooperativa Hera.coop. O investimento de 34 milhões de euros irá criar 98 apartamentos de diferentes tipologias

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    A MOME, gestora profissional de cooperativas de habitação, faz o lançamento da cooperativa Hera.coop no dia 20 de Junho. O evento terá como tema central “O que move as pessoas a fazerem grandes coisas em conjunto”.

    Com assinatura do gabinete de arquitectura Hori.zonte, a cooperativa Hera.coop, localizada no Carvalhido, contará com 98 apartamentos de diferentes tipologias (T0, T2 e T3) e representa um investimento de 34 milhões de euros.
    Francisco Rocha Antunes, fundador e presidente da MOME, marcará presença na sessão que contará com a apresentação do gabinete Hori.zonte, responsável pelo projecto Hera.coop.

    O evento incluir um painel de debate que contará com a presença de Álvaro Domingues, geógrafo e professor da faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Joana Milhais Ferreira, arquitecta da MASSLAB, José Miguel Lameiras, arquitecto paisagista e professor da faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Lourenço França, seleccionador nacional de Ginástica Acrobática. A João Braz Pereira, responsável de Conhecimento e Iniciativas ESG da MOME, caberá moderar o debate.

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    Tektónica antecipa edição em 2025

    A 27ª edição da feira de construção terá lugar de 10 a 12 de Abril de 2025, novamente em conjunto com o SIL. Em 2025, a organização pretende reforçar o seu estatuto enquanto “marketplace” e como “local privilegiado” para a apresentação das principais novidades e tendências

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    A organização da feira de construção Tektónica, anuncia que a 27ª edição terá lugar de 10 a 12 de Abril de 2025, na FIL – Centro de Congressos e Exposições de Lisboa. Em 2025, a Tektónica pretende reforçar o seu estatuto enquanto “marketplace” e como “local privilegiado” para a apresentação das principais novidades e tendências, através de um programa de acções e iniciativas para o sector, onde se destacam as últimas inovações. Mantêm-se igualmente a realização em simultâneo com o Salão Imobiliário de Portugal (SIL).

    A edição de 2024, registou um crescimento em participações de empresas, ascendendo a 300 presenças, nacionais e internacionais, e uma forte adesão de visitantes, ultrapassando as 25.500 visitas.

    De realçar que num inquérito efectuado durante a feira os visitantes, profissionais e público, avaliaram positivamente a Tektónica, com 98% a referir que o evento correspondeu às expectativas.

    De destacar, ainda, que 92% dos visitantes profissionais consideram que o Salão contribui para a projecção e crescimento económico do sector e 94% recomenda a visita a outros profissionais do sector, tencionando repetir a visita na próxima edição.

    No que reporta ao público, 96% recomendaria a visita ao evento e 95% tenciona visitar na próxima edição em 2025.

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    B. Prime mandatada para gerir Lote 23 da Quinta Patino

    Segundo Francisco Grilo, responsável pela área de Building Consultancy & Management“, além da gestão aos espaços comuns dos edifícios, implementámos igualmente o serviço B. Exclusive, um facilitador do dia-a-dia para os utilizadores dos nossos imóveis”

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    A consultora B. Prime foi mandatada para gerir o Lote 23 da Quinta Patino, constituído por 43 fracções, com 17 mil metros quadrados (m2), constituído por inúmeros jardins e que se situa em Alcabideche.

    Considerado um dos “mais prestigiados e reconhecidos pela sua beleza”, a Quinta Patino é um dos mais “marcantes” projectos residenciais da zona do Estoril e é um dos maiores complexos habitacionais que a B. Prime gere, juntando-se ao restante portfólio que se concentra essencialmente na Área Metropolitana de Lisboa.

    Segundo Francisco Grilo, responsável pela área de Building Consultancy & Management, “além da gestão aos espaços comuns dos edifícios, implementámos igualmente o serviço B. Exclusive, um facilitador do dia-a-dia para os utilizadores dos nossos imóveis”.

    O B. Exclusive disponibiliza o mesmo tipo de resposta que teria num reconhecido hotel, mas sem necessitar de sair de casa, através de um serviço de “concierge” que pode estar disponível fisicamente ou remotamente e que poderá resolver meros recados, passando por serviços de limpeza, reparações, ou serviços de babysitting ou petsitting. No caso da Quinta Patino, este serviço é garantido de forma remota.

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    Turismo impulsiona ocupação da Rua de Santa Catarina no Porto

    De uma forma geral, o retalho na cidade consolidou-se com a entrada de marcas como Carolina Herrera ou Purificación García, reforçando a oferta da cidade que, até este ano, contava, quase exclusivamente, com marcas portuguesas e as do grupo Inditex e outras espanholas

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    O crescimento do turismo no Porto, em particular de turistas estrangeiros, contribuiu para um aumento tanto de compradores, como de vendas nas principais localizações da cidade, com destaque para a rua de Santa Catarina.

    O relatório de retalho referente a 2023 daRetail, empresa de consultoria imobiliária especializada na venda e arrendamento de espaços comerciais e da Gesvalt, empresa de referência no sector da consultoria, avaliação e serviços técnicos, aponta para o aumento do turismo na cidade, tendo recebido mais 22 % de dormidas em 2023 face a 2022, representando 7,6 % do total do País.

    O destaque vai para a rua de Santa Catarina que, dos seus 131 espaços existentes, apenas cinco se encontram disponíveis, representando uma taxa desocupação de 93%.

    De uma forma geral, o retalho na cidade consolidou-se com a entrada de marcas como Carolina Herrera ou Purificación García, reforçando a oferta da cidade que, até este ano, contava quase exclusivamente com marcas portuguesas juntamente com as do grupo Inditex e algumas outras marcas espanholas, como a Bimba y Lola.

    Entre as lojas instaladas na rua de Santa Catarina, destacam-se os espaços dedicados à moda, representando mais de metade do total, mais precisamente 65,71 %. A seguir, ambos com 10%, surgem os espaços de restauração e cosmética, seguidos dos espaços de serviços, com 5,71%, e dos espaços de outro tipo, com 8,57 %.

    Já na zona dos Clérigos destacma-se as marcas premium e na zona dos Aliados como o principal destino das marcas de luxo, tal como se pode comprovar pela abertura da Tods, Burberry, Zegna ou Longchamp nesta localização.

    Neste caso, os espaços com mais de 1000 metros quadrados (m2) têm um custo de 50 €/m², enquanto aqueles entre 501 e 1000 m2 têm rendas entre 60 €/m² e 70 €/m². Nos espaços com menores áreas, entre 301 e 500 m2, a renda situa-se entre 80 €/m² e 90 €/m²; naqueles com uma área entre 101 e 300 m2, a renda situa-se entre 95 €/m² e 110 €/m²; e, por último, os espaços com menos de 100 m2 têm custo entre 120 €/m² e 150 €/m².

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    Problema da habitação exige “resposta complexa conjunta”

    Presente na V Conferência da Promoção Imobiliária, que decorreu esta terça-feira, dia 18 de Junho, em Lisboa, Patrícia Gonçalves Costa, secretária de Estado da Habitação, considera que é necessário “repor a confiança de investidores e promotores”, o que exige “medidas concretas e céleres”

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    Equilíbrio foi a palavra de ordem na intervenção de Patrícia Gonçalves Costa, secretária de Estado da Habitação, no arranque dos trabalhos da tarde da V Conferência da Promoção Imobiliária, que decorreu esta terça-feira, dia 18 de Junho, em Lisboa e que reuniu algumas centenas de profissionais do sector, com organização da Associação Portuguesa dos Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) e da Vida Imobiliária.

    Na sua primeira intervenção pública junto da indústria, que representa volumes de investimento da ordem dos 15% do PIB nacional, a governante defendeu a necessidade de sector público e privado trabalharem conjuntamente para resolver a questão da habitação e criar soluções estruturais.

    “O problema da habitação está longe de ser resolvido e, por isso, é preciso trabalharmos em conjunto para dar os primeiros passos e criar um equilíbrio no sector”, declarou a secretária de Estado da Habitação, um desafio ao qual a indústria respondeu com a afirmação de que “está ao dispor do Governo e dos portugueses para conseguirmos ter mais habitação em Portugal”, nas palavras de Hugo Santos Ferreira, presidente da APPII.

    O presidente da associação representativa deste sector frisou durante a conferência que “temos um problema habitacional há décadas” e que o mesmo “exige uma resposta complexa dada em conjunto”. Na sua perspectiva, é necessário repor a confiança de investidores e promotores, o que exige “medidas concretas e céleres”.

    “A conjuntura actual exigia uma mudança de paradigma, que a nova estratégia pública parece trazer ao propor-se dinamizar a oferta. Contudo, é preciso que esta mudança seja célere. Os portugueses precisam de mais casas a preços que podem pagar. E não podem esperar quatro anos. É fundamental urgência, celeridade e acção”, afirmou Hugo Santos Ferreira, destacando a redução do IVA na construção de habitação de 23% para 6%.

    Este foi um dos temas marcantes em debate no encontro com a titular da pasta da Habitação. Sem revelar uma data concreta para avançar com medidas nesta área e em que moldes serão realizadas, a responsável ressalvou que “é preciso tempo para trabalhar nesta medida e que a mesma não pode ser despida e isolada das outras medidas”.

    Patrícia Gonçalves Costa considera que “estas só farão sentido se forem todas tomadas em bloco e avançarmos com a mesma urgência para todos”, revelando que “precisamos de tempo, mas não estamos a trabalhar para o final de legislatura”. O Executivo defende que “a redução do IVA tem de ser trabalhada mais em pormenor para, no momento em que sai, ter benefícios para o promotor e para o utilizador. Não queremos avançar sem que haja esta garantia”.

    Em relação às medidas de uso do solo público, Patrícia Gonçalves Costa confirmou que o Governo está “a trabalhar no sentido de garantir a compatibilidade deste regime com outros diplomas já em vigor e que podem ter que sofrer alterações de maneira a não bloquear este interesse urgente na concretização, que é acelerar procedimentos e todas as parcerias que possam acontecer de privados com autarquias possam ser equilibradas”.

    Outro tema debatido foi o Simplex Urbanístico, uma medida que a APPII frisou ter sido bem acolhida pelo sector, embora com a necessidade de sofre correções e ajustes, também confirmada pela secretária de Estado garantindo, contudo, que “qualquer alteração não pode perder de vista o princípio essencial de simplificação e aceleração do processo administrativo”.

    Até Agosto, o Executivo pretende realizar as correções que têm a ver com as compatibilidades das portarias e, num momento à posteriori, resolver as questões mais profundas em conjunto com todos os stakeholders que têm vindo a ser auscultados.

    Em relação ao arrendamento acessível, evidenciou-se o built-to-rent e a importância do financiamento para esta área, com a Governante a anunciar que o Executivo está a “trabalhar várias linhas de financiamento que garantam um programa robusto de arrendamento, que poderá estar desenhado a mais breve trecho que o anunciado. O programa de arrendamento acessível também está a ser revisitado a nível de procedimentos, incluindo de valores de renda e garantir a confiança aos intervenientes para assumirmos o arrendamento como um produto estável e de confiança.”

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    Digitalização do mármore para acelerar a competitividade da indústria nacional

    Com recurso à Inteligência Artificial e a modelos matemáticos, o novo “digitalizador” de blocos de mármore vai permitir antecipar os diferentes desenhos dos veios, antes do corte, possibilitando a criação de catálogos. A tecnologia, desenvolvida pelo DER do Instituto Superior Técnico, está prestes a ser testada nas pedreiras do Alto Alentejo do Grupo Galrão

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    Inserido na agenda mobilizadora ‘Stone4.0: Artificial Intelligence for Stone Products Valorization’, o novo projecto do Departamento de Engenharia de Recursos Minerais (DER) e Energéticos do Instituto Superior Técnico (IST), promete acelerar a competitividade das empresas do sector, através do recurso à Inteligência Artificial. Técnicos do DER estão a desenvolver um digitalizador de blocos de mármore, que podem chegar às 25 toneladas, o qual usa a IA para prever a textura interior, antecipando cortes e os desenhos dos veios que as placas poderão apresentar depois de cortadas. Uma funcionalidade que promete revolucionar o mercado global do mármore, com impacto directo na competitividade nas empresas portuguesas.

    “Como o padrão visual das placas depende do lado pelo qual se começa a cortar a pedra, a simulação digital que o DER está a preparar, através de modelos matemáticos, irá permitir visualizar, com precisão, toda a variedade de padrões diferentes que pode ser obtido a partir de um só bloco”, afirma Gustavo Paneiro, investigador e docente do DER. “Esta funcionalidade permitirá que, no futuro, os clientes das empresas portuguesas de pedra natural, sejam eles arquitectos, decoradores ou consumidores finais, tenham à sua disposição milhares e milhares de padrões num catálogo virtual. Será a sua escolha que irá determinar exactamente a forma como cada bloco será cortado, o que tornará as empresas parceiras muito mais eficientes e, por isso, competitivas no mercado mundial da pedra natural”, sustenta o investigador.

    O projecto está a ser desenvolvido em escala laboratorial nas instalações fabris do Grupo Galrão, em Pêro Pinheiro, pelo DER e pelo seu Centro de Recursos Naturais e Ambiente (CERENA). É financiado pelas verbas europeias das Agendas Mobilizadoras do PRR, programa de apoio a consórcios de empresas, universidades e centros de investigação para a inovação e criação de novos produtos e serviços de alto valor acrescentado. Para além do Grupo Galrão, estão envolvidos no projecto os grupos A. Bento Vermelho e Marmocazi, todos com grandes pedreiras no Alentejo Central. Participam também as tecnológicas Sevways Portugal e FrontWave, especializadas em pedra natural.

    Primeiro “digitalizador” nasce no Alto Alentejo
    O primeiro objectivo desta fase do projecto é montar um digitalizador de blocos nas pedreiras do Grupo Galrão em Estremoz e Vila Viçosa. Quando esse equipamento começar a funcionar, só sairão da pedreira para a fábrica em Pêro Pinheiro os blocos que, no seu interior, contenham padrões previamente seleccionados digitalmente e escolhidos pelos clientes.
    “A solução que está a ser desenvolvida DER permitirá a criação de um vasto stock virtual, apresentando duas vantagens fundamentais: a optimização do processo de transformação, ao possibilitar que os clientes escolham e comprem cada bloco no local de extracção, antes de ser transportado e cortado, e a significativa redução de desperdício. Este será, portanto, um processo mais eficiente e sustentável”, afirma Paulo Diniz, administrador do Grupo Galrão. “Esta é para nós uma vantagem competitiva significativa e que dá um novo sentido ao ‘Tudo Começa na Pedra’ da nossa assinatura”, sublinha o responsável.

    Eficiência que favorece a competitividade
    O trabalho dos engenheiros do DER e do CERENA começou muito antes, com a observação do mercado mundial das rochas ornamentais. “Chamou-nos muito a atenção o uso que foi dado a placas de mármore português com veios para o revestimento do novo Perelman Performing Arts Center, em Nova Iorque, construído no Ground Zero das Torres Gémeas, uma obra da Granoguli, uma empresa do grupo A. Bento Vermelho”, afirma Amélia Dionísio, professora e investigadora do DER. “Como há uma tendência crescente na arquitectura mundial para usar as características visuais naturais do mármore para fins de design na construção, o digitalizador que estamos a construir irá oferecer muitas mais pré-opções aos arquitectos e decoradores”, afirma. “Irá, sobretudo, permitir à indústria oferecer aos seus clientes peças que eles escolheram com uma precisão notável”, descreve Amélia Dionísio. “E irá fazê-lo quase sem desperdícios, o que era impensável até há muito pouco tempo”.
    A indústria percebe bem o potencial que o DER está a construir. “À medida que a aplicação industrial deste projecto se for tornando funcional, iremos usá-las nas plataformas electrónicas para comércio de pedras naturais em todo o mundo”, afirma Jorge Galrão, director de Exportação do grupo. “Prever o que está dentro dos blocos será útil em todos os segmentos de mercado, mas é nos mercados ‘premium’ muito exigentes dos Estados Unidos da América e do Médio Oriente, e em parte nos do Canadá, da Alemanha e de França, que ela pode ser mais valiosa: para corresponder a pedidos muito precisos e bem pagos, já não será preciso cortar blocos atrás de blocos para encontrar os padrões certos”, explica. “Bastará escolhê-los primeiro e, a seguir, cortá-los da forma certa para obterem exactamente as chapas pretendidas”.

    Este projecto do Departamento de Engenharia de Recursos Minerais e Energéticos do IST vai, a prazo, baixar radicalmente a matéria-prima necessária para cada encomenda, quer pela redução dos desperdícios, quer pelo aumento do valor comercial do mármore habitualmente subvalorizado. “Será mais um contributo do nosso ramo da engenharia para os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e para a descarbonização deste sector da indústria mineral”, afirma a investigadora Amélia Dionísio.

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