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Vanguard Properties patrocina Millennium Estoril Open 2019

Em 2018, a Vanguard Properties lançou a iniciativa Vanguard Stars que tem como objectivo apoiar o desporto nacional, especialmente as camadas jovens

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A Vanguard Properties é o Official Sponsor para o sector imobiliário do Millennium Estoril Open 2019, o mais prestigiado torneio de ténis nacional. O evento terá lugar entre 27 de Abril e 5 de Maio de 2019, no Clube de Ténis do Estoril. Durante o evento, a empresa dará a conhecer os diversos projectos que se encontra a desenvolver nomeadamente o Castilho 203 e A´Tower em Lisboa, o Muda Reserve na Comporta, o White Shell Beach Villas na Senhora da Rocha, Algarve, entre vários outros.

Segundo José Cardoso Botelho, managing director da Vanguard Properties: “É para nós um orgulho voltar a patrocinar o mais prestigiado torneio de ténis do País. Os valores mais importantes do desporto estão em linha com a nossa missão de actuar com integridade, competência, diligência, respeito e de forma ética por isso vamos continuar a apoiar não só grandes torneios desportivos, mas também eventos que incentivam os jovens à prática desportiva através no nosso projecto Vanguard Stars”.

A Vanguard Properties continua desta forma a apoiar o desporto depois de em 2018 ter sido também Official Sponsor do Millennium Estoril Open e do Challenger Lisbon Belém Open. Em 2018, a Vanguard Properties lançou a iniciativa Vanguard Stars que tem como objectivo apoiar o desporto nacional, especialmente as camadas jovens, promovendo a prática desportiva através da organização de diversos torneios nacionais e internacionais (mais de 450).  Em 2019, a iniciativa incluirá três provas nacionais e duas internacionais (Madrid e Paris) bem como um masters internacional em Dezembro em Lisboa.

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Grupo Onires investe 20M€ na reabilitação do edifício Carvalhal

Edifício no centro histórico de Braga terá um total de 60 apartamentos e 10 fracções para comércio e serviços. Atelier Carvalho Araújo e Big Arquitetura assinam o projecto

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O Grupo Onires, através da sua participada OniRodrigues, acaba de confirmar um importante investimento imobiliário no centro histórico da cidade de Braga. A implantação do edifício Carvalhal engloba terrenos com frente para o Campo da Vinha, para a rua do Carvalhal e para o caminho pedonal que liga o Campo da Vinha ao largo de S. Francisco, num traçado próximo daquele que percorre o túnel que por aí passa no subsolo.

O projecto urbanístico “permitirá consolidar a actual malha urbana na zona do Campo da Vinha, reforçando a oferta habitacional no coração da cidade, bem como a oferta ao nível do comércio e serviços, potenciando a revitalização e o rejuvenescimento do centro histórico”, refere a promotora.

Com assinatura do atelier Carvalho Araújo e Big Arquitetura e especialidades a cargo da BO Associados, o edifício Carvalhal representa um investimento de 20 milhões de euros, e  permitirá, na fase de construção, criar cerca de 400 empregos directos, terá um total de 60 apartamentos habitacionais com lugares de estacionamento e 10 fracções destinadas a comércio e serviços. As obras já tiveram início.

De acordo com João Rodrigues Serino, administrador do Grupo Onires, “esta é, em valor de investimento financeiro e em potencial gerador de emprego, a maior obra de sempre ao nível da reabilitação urbana da cidade de Braga. O edifício Carvalhal, cujo projecto contempla a regeneração e a requalificação do espaço público envolvente, é uma aposta da OniRodrigues e acreditamos que se tornará numa referência da arquitectura Bracarense, será um verdadeiro ícone da cidade. Esta obra constitui uma mais-valia que proporcionará a Braga, uma cidade cada vez mais cosmopolita, a fixar locais e não locais e que está perfeitamente alinhada com o conceito de viver no centro histórico. Depois desta terrível pandemia que paralisou a economia e levou muitos ao desemprego, este é o projecto certo para assinalar o arranque de uma nova fase, com confiança no futuro”, conclui.

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Cowork: IDEA Spaces avança com quarto espaço junto ao El Corte Ingles

Até 2022 a rede de espaços de cowork pretende “duplicar” os espaços físicos, incluindo fora de Lisboa. Outro dos objectivos passa por gerar mais de 1 M€ de transacções entre os seus membros em 2022 e “globalizar” a sua comunidade de empreendedores

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A rede de espaços de cowork IDEA Spaces superou a previsão de resultados para 2021, com ocupação média superior a 95% desde Setembro e recuperou a facturação pré-pandemia, avançou a empresa. Com três espaços físicos localizados em Lisboa, um dos quais, “o mais recente e o maior”, o IDEA Spaces Saldanha, abriu em 2020, durante a pandemia, a empresa pretende  “duplicar”, até 2022, os espaços físicos, incluindo uma nova localização fora de Lisboa”. Ao CONSTRUIR, a empresa confirmou que a quarta localização IDEA Spaces ”será junto ao El Corte Ingles, num espaço com cerca de 5 mil m2, com rooftop”.

A rede de espaços de cowork tem sido a escolha de digital nómadas e PMEs, mas também de grandes empresas nacionais e internacionais, como a Bolt, Emma Sleep, Betclic, Lockwood, mostrando-se um aliado para a captação de investimento estrangeiro em território nacional. Para fortalecer esse papel, outro dos seus objectivos passa por gerar mais de 1 milhão de euros de transacções entre os seus membros em 2022 e “globalizar” a sua comunidade de empreendedores, indo muito além dos seus espaços físicos através de uma estratégia de expansão assente na sua Mobile App.

“Os últimos dois anos têm sido extremamente desafiantes, mas os que estão por vir não serão menos. Em 2022 o IDEA Spaces tem planos para duplicar o número de localizações, lançar-se numa nova cidade e desenvolver novas layers de negócio que nos permitam aumentar a facturação em 40%; tudo isto sem perdermos o foco na satisfação e retenção da nossa comunidade”, refere João Carlos Simões, CEO do IDEA Spaces. “Mais do que espaços de cowork, continuaremos a ser sobretudo uma comunidade; também entre os nossos objectivos está a conquista anual de um índice de satisfação acima dos 4.6 (em 5) e alcançar uma retenção média de três anos em 2024”, acrescenta.

Íris Matos, Rui Jorge e Vanessa Nunes são os nomes que agora integram a direcção e os cargos C-Suite da rede de espaços de cowork IDEA Spaces, juntando-se aos já membros da direcção e sócios: Diogo Fabiana, João Carlos Simões e Sónia Freches.

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“Less is More” da OLI conquista terceiro prémio internacional

A OLI foi premiada em Milão com a placa de comando Less is More pelo “Archiproducts Design Awards”, prémio anual que celebra a excelência mundial em design

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A OLI foi premiada em Milão com a placa de comando Less is More pelo “Archiproducts Design Awards”, prémio anual que celebra a excelência mundial em design. O júri constituído por arquitectos, jornalistas, fotógrafos e directores criativos de todo o mundo, considerou a placa desenhada pelo arquitecto Alessio Pinto uma das melhores 750 propostas seleccionadas para a competição.

Este é o terceiro prémio mundial que a Less is More conquista este ano, depois de ter ganho o Red Dot Award 2021 e o iF Design Award 2021, considerado o ‘Óscar’ do design mundial. “Com esta tripla premiação, a OLI consolida o seu posicionamento como uma marca inovadora, à escala global, que tem investido no design e na tecnologia para tornar a casa de banho num lugar de beleza, conforto e sustentabilidade”, considera a empresa em comunicado.

A Less is More, fabricada em aço inox e inspirada na máxima “menos é mais” de Ludwig Mies van der Rohe (1886-1969), assume uma forte identidade eclética e funcional. Os tradicionais botões de acionamento da descarga de água do autoclismo dão lugar a dois cordões, que nos fazem recuar no tempo e visualizar os primeiros mecanismos sanitários da história.

Alessio Pinto quis também desenhar uma placa intuitiva e explica: “Num relance, percebemos o significado do mais e do menos da descarga de água. Os cordões – mais e menos curto – assumem a função de sinais analógicos para induzir uma ação clara e imediata. Aqui não há sinais ou símbolos a decifrar, há apenas uma escolha feita com o primeiro olhar. Acreditamos que esta compreensão instantânea torna esta placa muito original e empática”.

Nos últimos anos, a OLI tem intensificado a sua relação com a arquitectura ao criar parcerias com arquitectos de referência como Álvaro Siza Vieira (Prémio Pritzker 1992), Eduardo Souto de Moura (Prémio Pritzker 2011), Romano Adolini e, agora, Alessio Pinto, que aplicaram o seu talento na criação de peças únicas que transformam casas de banho de todo o mundo.

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Hospital da Misericórdia de Évora com investimento de 6M€ para obras de ampliação

A unidade hospitalar é propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Évora e é gerido por esta instituição em parceria com o Grupo Luz Saúde desde 2002

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Estão em marcha os trabalhos de ampliação do Hospital da Misericórdia de Évora (HME), um investimento em torno dos seis milhões de euros que vai permitir novas valências de imagiologia e melhores condições de conforto.

Desenvolvido pela instituição e pelo seu parceiro na gestão do hospital, o Grupo Luz Saúde, o projeto envolve um investimento total de seis milhões de euros, dos quais 3,5 milhões de euros dizem respeito à parte da construção civil.

“O investimento é todo feito pela SCME”, mas, “como temos um parceiro, tivemos de negociar a forma de o concretizarmos”, uma vez que será feito com “uma antecipação de receitas futuras”, explicou, citado pelo portal S+.

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Lopes Figueira indicou que as obras arrancaram no passado mês de Novembro e que a empreitada terá uma duração de 12 meses, pelo que a sua conclusão está prevista para o “final do próximo ano”.

“Temos tido cada vez mais procura e temos que dar resposta”, realçou o provedor da instituição, salientando igualmente que “o conforto das pessoas que procuravam” os serviços do HME também “não era o melhor”.

Devido às obras, referiu, as unidades de ambulatório e de tratamentos do hospital passaram para instalações provisórias.

O Hospital da Misericórdia de Évora realiza, anualmente, cerca de 54 mil consultas, 162 mil meios complementares de diagnóstico e tratamento e cerca de 1.700 cirurgias.

A unidade hospitalar é propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Évora e é gerido por esta instituição em parceria com o Grupo Luz Saúde desde 2002.

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Purposed Built Student Residence junta Ageas Portugal e os belgas Promiris e Cetim

O Grupo Ageas Portugal, a Promiris e a Cetim assinaram um acordo para a construção e aquisição da Purposed Built Student Residence no Porto. A residência, que será gerida pelo grupo francês Odalys, vai disponibilizar 265 quartos

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O Grupo Ageas Portugal e os grupos de nacionalidade belga, Promiris e Cetim, assinaram um acordo para a construção e aquisição da Purposed Built Student Residence no Porto.

O projecto, com uma área total de 7700 m2, localizado perto da Asprela, fica a uma curta distância da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. A residência, que será gerida pelo grupo francês Odalys, vai disponibilizar 265 quartos combinados com espaços de lazer e de colaboração de alta qualidade.

Prevê-se que a construção comece no final de 2021 e que a residência abra portas durante o Verão de 2023. O projecto tem assinatura do gabinete de arquitectura Saraiva + Associados e terá certificação ambiental Lider A.

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“Depois de ter investido, sobretudo, em escritórios nos últimos 2 anos, o Grupo Ageas Portugal está muito satisfeito por entrar nesta classe de activos que corresponde a uma necessidade crucial em Portugal”, refere o grupo segurador em comunicado. “Este investimento está totalmente alinhado com a nossa ambição de construir um portfólio sustentável de investimento directo no país. Estamos também muito felizes por termos fechado uma parceria com parceiros de confiança como a Promiris e a Cetim e por termos iniciado uma relação de longo prazo com a Odalys, uma conceituada gestora internacional de residências estudantis”, referiu Gilles Emond, Responsável Investimento Imobiliário do Grupo Ageas Portugal.

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Allianz: crescimento robusto e os riscos de uma “nova era” pós-Covid para a Construção

O novo relatório da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), Riscos da Construção no pós-Covid, explora as tendências de risco iminentes e de longo prazo para o sector

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À actual escassez de materiais e mão de obra qualificada somam-se aos desafios de longo prazo em torno de novos projectos e métodos de construção orientados por sustentabilidade e estratégias de emissão zero. A análise da AGCS sobre os 11 bilhões de euros em sinistros de construção e engenharia, registados ao longo de cinco anos identifica as principais causas de perda por valor: incêndio e explosão (26%), projecto defeituoso / mão de obra ineficaz (20%) e riscos naturais (20%). Mas neste mundo em rápida mudança as empresas de construção precisam ter em atenção também a sua resiliência cibernética e a protecção do edificado contra enchentes e outros eventos extremos causados pelas mudanças climáticas e que são cada vez mais frequentes.

O mercado de construção global está a ser marcado para um período de forte crescimento no pós-Covid-19, impulsionado por gastos governamentais em infraestrutura e pela transição para emissão zero. No entanto, a mudança para edifícios e infraestruturas mais sustentáveis, a melhoria das instalações de energia limpa e a adopção de métodos de construção modernos a transformarão o cenário de risco. Esses desafios somam-se a outros, como sejam cadeias de abastecimento já afectadas, escassez de materiais e mão de obra e ao aumento dos custos, que há anos apresentam um cenário de margens apertadas para o sector mas que se agravam.

O novo relatório da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), Riscos de Construção pós-Covid, explora tendências de risco iminentes e de longo prazo para o sector. “A Covid-19 trouxe uma nova era para a indústria da construção”, afirma Yann Dreyer, Líder do Grupo de Prática Global para Construção na equipe global de Energia e Construção da AGCS. “Os projectos continuaram durante a pandemia e espera-se um crescimento no sector, mas o ambiente geral mudou fundamentalmente. A indústria enfrenta novos desafios em torno da volatilidade da cadeia de abastecimento e do aumento dos custos de materiais, escassez de mão de obra qualificada e maior foco na sustentabilidade. Além disso, a implantação acelerada de estratégias de corte de custos, novas tecnologias e projectos podem resultar na aceleração de riscos para empresas deste mercado e também para seguradoras. O monitoramento contínuo de riscos e os controles de gestão serão importantes no futuro. A AGCS está comprometida com a indústria da construção como um sector-alvo chave para nossas iniciativas de crescimento”, sublinha o responsável.

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A forte perspectiva de crescimento para o sector é baseada em uma série de factores, como o aumento da população em mercados emergentes e investimentos significativos em formas alternativas de energia, como eólica, solar e hidrogénio, bem como em sistemas de armazenamento e transmissão. A mudança para o transporte eléctrico exigirá investimentos em novas fábricas de baterias e infraestrutura de carregamento. Não se espera somente que os edifícios melhorem sua pegada de carbono, mas também apresentem melhores defesas costeiras e contra enchentes, além de sistemas de esgoto e de drenagem mais eficientes, especialmente em regiões expostas a catástrofes decorrentes dos eventos climáticos extremos mais frequentes. Ao mesmo tempo, muitos países projectam grandes investimentos públicos em projectos de infraestrutura para estimular a actividade económica após a crise pandémica e conduzir a transição para o baixo carbono. Nos Estados Unidos, um pacote de investimento de mais de 1 trilhão de dólares em infraestrutura foi anunciado, contemplando desde pontes e estradas até a banda larga nacional, passando por sistemas de água e energia. Ao mesmo tempo, o país anunciou planos para investir em uma série de grandes projectos em todo o mundo no próximo ano em resposta ao ambicioso Belt And Road Initiative, que pode se estender do Leste Asiático à Europa. Espera-se que quatro países – China, Índia, Estados Unidos e Indonésia respondam por quase 60% do total de crescimento na construção ao longo da próxima década.


O lado negativo do boom da construção

O boom esperado traz benefícios, ao mesmo tempo que surgem desafios específicos. No médio prazo, são esperados aumentos repentinos na procura que podem colocar as cadeias de abastecimento sob pressão adicional e exacerbar a escassez existente de materiais e mão de obra qualificada, excedendo tanto os prazos como os custos de construção. Além disso, muitos actores no sector podem precisar acelerar a implementação de medidas de eficiência e controle de custos, se as margens de lucro tiverem sido impactadas pela Covid-19, o que muitas vezes pode prejudicar os níveis de qualidade e manutenção e aumentar a susceptibilidade a erros. A análise da AGCS mostra que defeitos de projecto e mão de obra ineficaz são uma das principais causas de perdas de construção e engenharia, respondendo por cerca de 20% do valor de quase 30.000 sinistros da indústria examinados entre 2016 e o final de 2020.

A sustentabilidade e o foco em zero emissões influenciarão fortemente o cenário de risco tradicional no sector de construção. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os edifícios e a indústria da construção são responsáveis por 38% de todas as emissões de dióxido de carbono relacionadas com a energia. Para reduzi-las, as edificações existentes precisarão ser reabilitadas. Além disso, novos materiais e métodos de construção precisarão ser introduzidos no mercado em períodos de tempo relativamente curtos, o que aumentará o risco de defeitos ou acidentes. Por exemplo, como um material sustentável e de baixo custo, o uso de madeira na construção tem aumentado nos últimos anos. No entanto, isso tem implicações para riscos de danos por fogo e água. A análise de sinistros da AGCS mostra que os incidentes de incêndio e explosão já representam mais de um quarto (26%) do valor dos sinistros de construção e engenharia nos últimos cinco anos – a causa de perda mais cara.

Os dois lados da construção modular

Em última análise, a construção moderna e os métodos de produção têm o potencial de transformar radicalmente o mercado, transferindo mais riscos para fora do local e incorporando um maior uso de tecnologia. A construção modular, em particular, fornece muitas vantagens como gestão de qualidade controlada factory-based, menos desperdício na construção, um cronograma diminuído pela metade em comparação com os métodos tradicionais e menos disrupção no ambiente circundante. No entanto, também levanta preocupações de risco sobre cenários de perda repetitiva. “Há um risco maior de perdas em série com métodos modulares e pré-fabricados, pois a mesma peça pode ser usada em vários projectos antes que uma falha seja descoberta”, explica Daussin.

A escassez de mão de obra qualificada na indústria da construção provavelmente aumentará a tendência para a fabricação e automação. Ao mesmo tempo, a digitalização da construção cria exposições cibernéticas contra as quais as empresas de engenharia e construção precisam fortalecer suas defesas. Hoje, as inúmeras partes envolvidas num estaleiro de obras estão interconectadas por meio de várias plataformas de TI partilhadas, o que aumenta sua vulnerabilidade. Os riscos cibernéticos podem variar de tentativas maliciosas de obter acesso a dados confidenciais, a interrupção do controle do local do projecto e roubo associado, a interrupção da cadeia de abastecimento, a potencial corrupção dos dados de concepção do projecto, resultando em atrasos e, em última instância, em risco de reputação para as partes envolvidas.

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Carmo Wood lança parques infantis para casas particulares

A empresa reforçou a sua gama de equipamentos lúdicos com duas propostas pensadas para servir o mercado particular mas que replicam as características da gama de mobiliário

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A Carmo Wood, empresa portuguesa líder em Portugal em parques infantis em madeira, acaba de reforçar a gama de equipamentos lúdicos com duas propostas pensadas para servir o mercado particular. Os novos modelos Medieval Park – Serpa e Évora – combinam design inovador, funcionalidade e dimensão reduzida, assumindo-se como equipamentos de eleição para casas com jardim, quintas, alojamentos locais ou casas de férias.

A experiência de mais de 40 anos da Carmo Wood na produção de parques infantis manifesta-se na segurança e durabilidade destes novos equipamentos, assim como na multiplicidade de actividades disponibilizadas para horas de diversão garantida, sempre em segurança e com garantia Carmo Wood.

As suas características únicas, como sejam a forte componente de madeiras, elevado enquadramento paisagístico e sobretudo com várias soluções de diversão para as crianças, ditaram o sucesso desta linha de produtos junto de municípios e juntas de freguesia de norte a sul do país e ilhas. Agora, os parques infantis Carmo Wood da gama Medieval chegam às casas particulares, com dois novos modelos e dimensões reduzidas.

Recorde-se que a Carmo Wood foi pioneira no design e produção de parques infantis e também na certificação dos mesmos. Os primeiros parques, totalmente em madeira, remontam à década de 80, tendo evoluído para sistemas policromáticos, com uma ampla oferta de materiais, capazes de assegurar a melhor relação estética-segurança e, ao mesmo tempo, o desenvolvimento e diversão dos seus utilizadores.

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Schneider Electric implementa sistema de gestão de edifícios em hotel de 5 estrelas no Dubai

O sistema irá ajudar o Hyatt Centric Jumeirah Dubai a “economizar energia, reduzir as emissões de CO2, diminuir os custos de manutenção e assegurar conforto e segurança aos hóspedes”

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A Schneider Electric foi escolhida para implementar um sistema completo de gestão de edifícios no hotel Hyatt Centric Jumeirah Dubai, anunciou a empresa. Através do sistema EcoStruxure Building Operation 3.0, será possível combinar a gestão de edifícios e gestão de quartos de hóspedes e controlar e monitorizar os subsistemas essenciais do edifício. Desta forma, “será possível reduzir o consumo total de energia do edifício, diminuir as suas emissões de carbono e minimizar os custos de manutenção operacional”.

O EcoStruxure Building Operation facilita a troca segura de dados, tanto da Schneider Electric como de sistemas de energia, iluminação, AVAC, segurança contra incêndios, gestão de escritórios e segurança de terceiros, ao mesmo tempo que tira partido da digitalização e do Big Data. O software e o harware capacitados por IP da Schneider Electric englobam todo o ecossistema dos edifícios, com uma fácil integração de dispositivos, outros sistemas de edifícios e serviços Cloud, garantindo a taxa de transferência de dados e o desempenho necessários, tanto para pequenos edifícios como para empresas grandes e complexas com várias instalações.

Localizado no Distrito 1 de Jumeirah, na área de La Mer Waterfront Beach, este hotel de cinco estrelas contará com sete andares acima do solo e dois outros no subsolo, totalizando 173 quartos e uma área bruta de 22.176 m². O hotel é gerido pela Hyatt Hotels Corporation.

Além do software EcoStruxure Building Operation 3.0, cada quarto será equipado com o controlador RP-C, atuadores de válvulas e um termostato TC907. Este hardware estará conectado ao EcoStruxure Building Operation 3.0 para oferecer uma visão completa sobre a configuração eléctrica e a utilização de energia de cada divisão.

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Branded residences crescem e atraem operadores

Os Estados Unidos da América lideram o mercado global desta categoria residencial, mas outros países começam a dar sinais de desenvolvimento. Portugal segue a tendência

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As branded residences, ou residências de marca, em tradução livre para língua portuguesa, são um fenómeno em ascensão que se tem vindo a consolidar ao longo dos últimos anos. Entre 2011 e 2021, o número de projectos de branded residences subiu de 69 para 133 e o segmento registou um crescimento de 230%. A conclusão é apresentada pela análise Spotlight on Branded Residences, divulgada em Novembro pela consultora imobiliária internacional Savills.

Actualmente, contam-se 580 branded residences activas em todo o mundo, com mais de 100 mil unidades em operação. Até 2026, estima-se que estejam em funcionamento mais de 900 destas soluções residenciais de luxo.

A maior parte da oferta de branded residences está concentrada nos Estados Unidos da América, onde surgiu este conceito. Nesse país, contam-se perto de 200 branded residences, um número que ultrapassa o total combinado dos 7 mercados seguintes com maiores ofertas. Contudo, nos últimos anos tem sido possível observar a emergência de novos mercados, designadamente na Ásia e no Médio Oriente. A Tailândia, com 42, e os Emirados Árabes Unidos, com 39, são o segundo e o terceiro mercados de branded residences mais desenvolvidos, respectivamente.

Ao nível das cidades, Dubai, Miami e Nova Iorque estão no topo da lista como tendo as maiores ofertas de branded residences de todo o mundo. Estes centros urbanos altamente desenvolvidos estabeleceram mercados imobiliários de luxo e são capazes de atrair investidores domésticos e internacionais.

Portugal segue a tendência

“O mercado das branded residences, em Portugal, também tem vindo a crescer durante os últimos anos.”, afirma Kelcie Sellers, analista da Savills. O país conta actualmente com oito esquemas, totalizando 881 unidades, maioritariamente situados em resorts e zonas prime das grandes cidades. Em pipeline estão ainda nove projectos, com um total estimado de 900 unidades habitacionais. “Para a maioria dos operadores e compradores, amenities relacionadas com o bem-estar serão um elemento essencial no desenvolvimento de empreendimentos futuros, especialmente à luz da pandemia de COVID-19”, refere.

E a tendência é a de, à semelhança do que acontece no mercado internacional, este segmente venha a crescer. #A crescente procura por propriedades maiores, espaços exteriores privados e conexão de banda-larga de alta velocidade para permitir o teletrabalho serão tendências que durarão para além da pandemia”, sublinha Kelcie Sellers.
“A Savills tem uma vasta experiência no sector de branded residences, adquirida através do seu envolvimento em projectos internacionais. Temos prestado consultoria na maioria dos projectos de BR em Portugal”, afirma.

Grandes nomes da hotelaria ainda dominam mercado internacional, mas não estão sozinhos

Nos últimos 10 anos, o segmento das branded residences diversificou-se significativamente, deixando de ser dominado exclusivamente por marcas associadas ao mercado de hotelaria para passar a ser composto por um leque mais amplo de marcas.

O crescimento deste segmento imobiliário é prova do reconhecimento da rentabilidade e robustez do modelo económico que sustenta os empreendimentos de branded residences.

O grupo Marriott mantém uma liderança firme neste sector, posição que detém desde 2002. Actualmente, o grupo francês Accor encontra-se em quinto lugar em termos de números de propriedades completas, uma posição acima da que detinha em 2020, e poderá chegar ao segundo lugar, mesmo abaixo do Marriott, com a conclusão dos projectos que tem em desenvolvimento.

Relativamente a marcas, a Ritz-Carlton, a Four Seasons e a Yoo Inspired by Starck têm ocupado os três primeiros lugares da tabela, tendo já em consideração os produtos em fase de projecto ou em desenvolvimento.

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TPF Consultores lidera consórcio para Porto guineense de Buba

O porto de Buba será a maior obra de engenharia civil na Guiné-Bissau, terá 18 metros de profundidade e permitirá o escoamento de bauxite de Boé, no leste do país, e a atracagem, em simultâneo, de três navios de até 70 mil toneladas

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Foi assinado o contrato relativo aos estudos e projectos para a construção do Porto Comercial e Mineiro de Buba e sua Concessão, na Guiné Bissau. O estudo a cargo do consórcio luso-brasileiro, liderado pela portuguesa TPF Consultores, visa os aspectos técnicos, económicos, financeiros e ambientais do Porto de Buba, e insere-se no quadro do desenvolvimento do país.

O evento realizou-se em Bissau, e contou com a presença de Umaro Sissoco Embaló, Presidente da Républica da Guiné-Bissau, personalidades do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), entidade financiadora, e membros da equipa do consórcio luso-brasileiro.

A instabilidade política que o país viveu tem atrasado o arranque do projecto, o qual contou, em 2019, com a financiamento de 1,77 milhões de euros, do BAD. O estudo de viabilidade económica do projecto deverá durar 10 meses.

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Se for construído, o porto de Buba será a maior obra de engenharia civil na Guiné-Bissau, terá 18 metros de profundidade e permitirá o escoamento de bauxite de Boé, no leste do país, e ainda a atracagem, em simultâneo, de três navios de até 70 mil toneladas.

Actualmente, o porto de atracagem de navios comerciais da Guiné-Bissau é o porto comercial de Bissau, com capacidade para receber navios de até 10 toneladas.

Umaro Sissoco Embaló acredita que a construção do novo porto irá potenciar um novo desenho da geografia económica do país com a criação de caminhos-de-ferro, estradas e um novo polo de desenvolvimento.

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