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Vanguard Properties lança ‘UP STAY – Accomodation and Details’

Trata-se da nova “Marca” da Vanguard Properties para serviços de “Hospitality” e gestão de empreendimentos e “Food & Beverage” dos seus projectos

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A Vanguard Properties acaba de lançar a UP STAY – Accomodation and Details, a nova “Marca” e empresa do Grupo para serviços de “Hospitality” e gestão de empreendimentos. A nova entidade vai focar-se na gestão dos empreendimentos turísticos da Vanguard Properties e no serviço pós-venda aos seus clientes.

Entre os serviços que a UP STAY irá oferecer encontram-se a gestão de condomínios, serviços alargados de concierge e gestão de todo o processo de "short term rentals" das propriedades dos clientes da Vanguard Properties ao abrigo dos regimes legais em vigor, nomeadamente do Alojamento Local. Esta gestão incluirá todas as fases do processo, desde o licenciamento até à gestão de reservas. A UP STAY será também a “Marca” e a empresa responsável pela exploração hoteleira e gestão dos serviços de “Food & Beverage” dos projectos turísticos da Vanguard Properties.

 “A criação da UP STAY – Accomodation and Details é mais um marco no enorme e rápido crescimento que a Vanguard Properties tem tido desde a sua criação. A UP STAY coloca à disposição de todos os nossos clientes uma grande variedade de serviços premium em diversas áreas como a gestão de condomínios e serviços de concierge. Ao aderirem a este serviço poderão, por exemplo, personalizar a sua estadia com detalhes que tornarão a sua experiência verdadeiramente memorável como escolherem as “amenities”, os tipos de toalhas ou as texturas de lençóis de acordo com os seus gostos ou ainda pedirem playlists com as suas músicas favoritas. A UP STAY terá uma equipa de profissionais própria preparada para responder aos pedidos dos clientes mais exigentes, explica José Cardoso Botelho, Managing Partner da Vanguard Properties.

A Vanguard Properties foi fundada por Claude Berda, em associação com José Cardoso Botelho, estando a desenvolver diversos projectos residenciais e turísticos em Lisboa, Comporta e Algarve como o Castilho 203 e A´Tower em Lisboa, o Muda Reserve na Comporta, o White Shell Beach Villas, na Senhora da Rocha, Algarve, entre vários outros.

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4º Edição da Decorhotel reúne mais de 200 expositores

A 4ª edição da Decorhotel abre portas dia 21 de Outubro, de olhos postos nas novidades que as empresas e indústrias parceiras da hotelaria têm para apresentar, depois de ano e meio de quase que paralisação do sector do turismo

A 4ª edição da Decorhotel abre portas dia 21 de Outubro, de olhos postos nas novidades que as empresas e indústrias parceiras da hotelaria têm para apresentar, depois de ano e meio de quase que paralisação do sector do turismo.
A expectativa é que em 2022 o sector regresse aos níveis de crescimento registados pré-Covid, um crescimento a que não ficarão, por certo, indiferentes as actividades situadas a montante e que são determinantes para o sucesso da hotelaria e turismo. Nesse sentido, “a 4ª edição da Decorhotel surge para revitalizar e fazer renascer novas possibilidades, oportunidades e expectativas para o sector hoteleiro”, garante a organização. Com mais de 200 expositores confirmados, perto de 400 marcas marcam a sua presença no pavilhão três da Feira Internacional de Lisboa, numa organização do EXPOSALÃO. Uma procura que para a organização vem “reforçar o papel da Decorhotel no panorama hoteleiro português”.

O certame surge, assim, como um espaço que promove o encontro entre a oferta e a procura, com vista à concretização de negócios, e é uma oportunidade privilegiada para promover contactos entre todos os profissionais que actuam nesta área de actividade.

Nos mais de 10 mil m2 de área de exposição é possível encontrar todas as áreas necessárias para a construção, requalificação, remodelação e decoração de unidades hoteleiras e afins que vão desde a construção, arquitectura e design de interiores, decoração, têxteis, equipamento, gestão e tecnologia, amenities e produtos de higiene e limpeza, mobiliário, iluminação e equipamentos para o exterior. Uma lista extensa e que contempla as áreas vitais para o sucesso de qualquer operação hoteleira.

Nesta edição e, atendendo ao cenário actual, a feira irá dar uma especial atenção às ferramentas tecnológicas vocacionais para o turismo. A digitalização e tecnologia aceleram durante a pandemia e esta indústria não lhe ficou indiferente, sendo “um factor primordial para os seus players”.

A abertura da 4ª edição da Decorhotel contará com a presença de secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, do presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo e a CEO da Associação de Hotéis de Portugal, Cristina Siza Vieira.
A par da exposição, durante os três dias de feira estão agendados vários eventos paralelos entre os quais o lançamento Concurso Internacional de Arquitectura Decorhotel Design Award, organizado em parceria com o IF – Ideas Foward. Nesta que será a sua primeira edição o concurso terá como tema “quarto de hotel”. No último dia do certame as propostas serão analisadas por um painel de jurados composto por hoteleiros e arquitectos. Durante o período do concurso serão promovidas ligações em live stream com todas as equipas participantes e que podem estar em qualquer parte do globo, já que o evento tem um cariz internacional.

Mas o espaço de exposições é também um espaço de debate entre os profissionais. O ciclo de conferências irá debater o impacto “covid” na hotelaria, nas suas diferentes dimensões desde logo na arquitectura dos hotéis, no modelo de negócio, passando pelas novas tecnologias e as estratégias de recuperação do sector.

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Roca lança ‘The Gap D-Trit’

A solução torna possível a instalação de sanitas em espaços como caves, garagens, armazéns, lojas ou em qualquer divisão da casa

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A Roca lançou o 'The Gap D-Trit', uma solução integrada que inclui sanita e triturador de resíduos num design compacto que elimina o impacto visual dos trituradores de resíduos tradicionais. Segundo a marca, trata-se uma "alternativa atractiva e funcional aos trituradores de resíduos tradicionais. Esta sanita, alimentada por eletricidade, permite a instalação de equipamentos sanitários em espaços sem o sistema de canalização necessário para retretes, tornando possível a sua instalação em caves, garagens, armazéns, arrecadações, lojas ou outros espaços de casa".

A nova solução da Roca integra sanita e triturador de resíduos numa só peça. Combina, assim, a funcionalidade dos trituradores de resíduos tradicionais, sem descurar no design e conforto nas mais recentes colecções de sanitas da marca. Entre elas, a solução Rimless, que permite uma limpeza mais fácil e higiene máxima: um mecanismo de descarga duplo (4,5/3 litros) para poupança de água e um assento e tampo em Supralit, com sistema de queda amortecida e propriedades antibacterianas.

O triturador de resíduos está localizado no interior da peça de cerâmica, garantido um baixo nível de ruído (40 dB) quando comparado com outras soluções disponíveis no mercado. Os tampos laterais incluídos permitem uma instalação BTW e esconder quaisquer ligações e tubos. Deste modo, além de melhorar a estética, impede também a acumulação de sujidade e permite uma limpeza mais fácil na parte traseira.

A instalação do 'The Gap D-Trit' requer apenas uma entrada de água, uma tomada eléctrica convencional para alimentar o triturador de resíduos e um tubo para os evacuar para o esgoto mais próximo. Graças à potência de bombeio desta solução integrada, o esgoto pode estar localizado a uma altura de até 7 metros ou a uma distância de até 70 metros. O tubo de saída pode ser orientado para a direita, para a esquerda ou para trás, e é compatível com canos de diâmetros diferentes.

Além disso, dispõe de entradas para a recolha de águas residuais do lavatório, bidé, chuveiro ou outros elementos do espaço de banho, permitindo a remoção de resíduos deste espaço da casa, sem que seja necessária uma instalação de canalização.

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Mota-Engil na corrida à concessão do Corredor do Lobito

A Mota-Engil está entre o primeiro grupo empresas que manifestou interesse no concurso público internacional para a concessão do Corredor do Lobito, que está a decorrer até 7 de Dezembro

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Segundo uma notícia da agência Lusa, que cita uma nota do gabinete de comunicação do Porto do Lobito, a Mota-Engil está entre o grupo de empresas interessada na concessão do Corredor do Lobito, cujo o concurso público internacional está a decorrer até 7 de Dezembro. A par do grupo português também as chinesas CITIC e CR20, a suíça Trafigura e a DP World do Dubai (empresa que venceu o concurso internacional de concessão do Porto de Luanda para os próximos 20 anos), estão entre o primeiro lote de interessados.

Os representantes das empresas deslocaram-se às oficinas gerais do Caminho de Ferro de Benguela (CFB) e o local onde vai ser instalado o Terminal de Trânsito de Mercadorias, dando início a uma série de visitas técnicas para constatar o estado actual e operacionalidade das infraestruturas. Os cinco concorrentes deslocaram-se também ao Terminal Mineraleiro do Porto do Lobito, também integrado no concurso internacional de concessão.

O concurso internacional para a concessão, gestão partilhada, manutenção das infra-estruturas ferroviárias, serviços de transporte de mercadorias e de logística de suporte do Corredor do Lobito foi lançado no dia 8 de Setembro e o prazo de submissão de propostas decorre até 7 de Dezembro.

Com a concessão, o Executivo quer criar uma empresa de capital privado, Sociedade de Propósito Específico (SPE), a ser controlada por operadores privados ou por uma única entidade com participação minoritária do Estado.

Esta sociedade será responsável pela operação, exploração e manutenção da infraestrutura da linha férrea do Lobito/Luau, com a possibilidade de construção de ramal de ligação à Zâmbia (o segundo maior produtor de cobre da África, depois da RDC), o serviço ferroviário de transporte de mercadorias na linha férrea do Lobito/Luau, a construção, operação e exploração de dois terminais de trânsito de mercadorias de apoio ao serviço ferroviário de transporte de mercadorias na linha férrea do Lobito/Luau, sendo um deles no Lobito e outro no Luau, a gestão do centro de formação na província do Huambo e a operação, exploração e manutenção das oficinas ferroviárias.

A concessão tem um prazo de 30 anos, extensível até 50 anos, período em que a concessionária (SPE) vai assumir o transporte de grandes cargas com maior predominância para minérios e combustíveis, ao longo dos 1300 km de linha férrea. De acordo com a Governo de Angola “esta concessão permitirá que o Corredor do Lobito se torne a terceira ligação de transporte mais importante da África Austral até 2050”.

Para dar resposta às ligações duplas entre o Corredor do Lobito e as áreas mineiras, o Terminal Mineiro do Porto do Lobito será também explorado pelo vencedor do concurso público, nos termos das disposições contratuais e do estabelecimento de um acordo autónomo.

Segundo informações disponibilizadas na página oficial do Governo angolano pretende-se maximizar as potencialidades da infraestrutura ferroviária do Corredor do Lobito, incrementar as exportações e investimentos indiretos em plataformas multimodais, terminais e outras infraestruturas ao longo da linha, para "promover o desenvolvimento económico, social e culturais das comunidades locais".

A reactivação do Corredor do Lobito visa também reforçar a integração regional tendo em conta a possibilidade de interligação dos oceanos Atlântico e Índico, com a conexão da via-férrea ao Porto de Dar-es-Salaam, na Tanzânia.

A operação do Corredor do Lobito envolve investimentos adicionais ao longo do percurso férreo Lobito/Benguela/Luau, incluindo a integração da via-férrea contígua do outro lado da fronteira na República Democrática do Congo, e a construção de um ramal para a República da Zâmbia.

Segundo o executivo, foram investidos cerca de 1,9 mil milhões de dólares na reconstrução do caminho-de-ferro e na ligação com a República Democrática do Congo (RDC), "cujos proveitos podem agora ter a oportunidade de ser recuperados".

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BMI adquire totalidade da Argibetão

A linha de telhas de cimento já faz parte da oferta actual da BMI em soluções para coberturas inclinadas, pelo que a integração da Argibetão na operação actual da empresa é imediata

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A BMI concluiu a aquisição de 100% da Argibetão, fabricante de telhas de cimento com presença nos mercados espanhol e português, pertencente ao grupo industrial português SECIL.

Com esta aquisição, a BMI reforça a sua posição de liderança no mercado ibérico de soluções para coberturas inclinadas e, mais especificamente, no mercado de telhas de cimento em Portugal e Espanha.

A linha de telhas de cimento já faz parte da oferta actual da BMI em soluções para coberturas inclinadas, pelo que a integração da Argibetão na operação actual da empresa é imediata.

As telhas de cimento são reconhecidas pela sua facilidade de instalação, além de oferecerem extraordinária resistência à geada, vento, salitre e grande capacidade de escoamento de águas pluviais.

Devido ao facto de fazer parte de um Grupo com mais de 60 fábricas de telhas de cimento em todo o mundo, e ainda por deter um centro de tecnologia único no sector, a BMI dispõe de uma linha da mais alta qualidade testada sob padrões exigentes, os quais são superiores às regulamentações locais.

Nas palavras de Carlos Hernández, director executivo da BMI para o Sul da Europa, “esta aquisição é mais um passo na estratégia da BMI de oferecer as melhores soluções para coberturas, através da aquisição de empresas que proporcionem valor a longo prazo para os nossos clientes”.

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Century 21 Portugal realiza parceria com TaskRabbit

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher que podem utilizar em serviços da TaskRabbit

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A Century 21 Portugal acaba de efectuar uma parceria com a empresa do grupo IKEA, a TaskRabbit, que é uma plataforma agregadora de técnicos locais, denominados taskers, que prestam serviços especializados para resolver qualquer tarefa relacionada com a vivência ou manutenção de uma casa. Este novo acordo de parceria permite disponibilizar todo o apoio necessário para que os clientes da marca poupem tempo, trabalho e evitem preocupações com as tarefas domésticas.

Depois da decisão de comprar ou arrendar uma casa, inicia-se outra etapa para adaptar, personalizar o imóvel e transformá-lo num lar. Entrar numa nova habitação implica mudanças, instalações e muitas horas de bricolage e estas são tarefas para as quais nem todos sentem habilidade, paciência ou disposição. Por isso, montagem de mobiliário, reparações, mudanças ou transporte de bens, limpeza, pintura, instalações eléctricas, canalizações, jardinagem ou assistência pessoal são alguns dos serviços apresentados nesta plataforma digital colaborativa, que a Century 21 Portugal disponibiliza agora aos seus clientes, através desta parceria. A TaskRabbit junta-se, assim, ao amplo grupo de parceiros da Century 21 Portugal, como a Galp, La Redoute, Vodafone ou Robbialac, que facultam serviços complementares de bricolage, decoração, energia, comunicações, entre outros, aos clientes da marca.

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher de  20 euros que podem utilizar em serviços da TaskRabbit. Para além disso, todos os utilizadores que se registarem na App Century 21 recebem um bónus de 10 euros no primeiro serviço.

Fundada há treze anos, nos Estados Unidos, e adquirida pela IKEA em 2017, a TaskRabbit opera ainda no Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal. Com este novo acordo, a TaskRabbit também aumenta a sua expansão nacional, através das sinergias criadas com a rede Century 21 Portugal.

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​Janno de Haas nomeado chairman da MVGM global

Esta é a primeira alteração neste cargo desde a fundação da empresa com sede na Holanda. O novo responsável assume funções a 1 de Novembro

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Janno de Haas foi nomeado para presidente do Conselho de Administração do grupo MVGM, especialista em gestão imobiliária na Europa, e que está presente em Portugal desde 2019. O novo responsável assume funções a 1 de Novembro.

Esta é a primeira alteração neste cargo desde a fundação da empresa com sede na Holanda, e enquadra-se na estratégia que tem conduzido o grupo a um crescimento exponencial nos últimos anos, com o objectivo de conquistar a liderança no mercado de gestão imobiliária.

Recorde-se que, em 2019, a MVGM adquiriu o negócio de Property Management da JLL e deu as boas-vindas a mais de 500 novos trabalhadores de 10 países, integrando 20 novos escritórios e expandindo-se para novos mercados.

Eddy Smit, cofundador e accionista da MVGM, até aqui presidente do Conselho de Administração da companhia, assume o cargo de presidente do Conselho Fiscal do grupo MVGM.

“Janno de Haas traz muito conhecimento e experiência internacional, entusiasmo, compromisso e uma nova perspectiva sobre o negócio da Gestão Imobiliária, onde a inovação é indispensável. Trabalharemos juntos para continuar a entregar resultados”, afirma Eddy Smit.

Janno de Haas, de 50 anos, soma 15 anos de experiência na gestão de grandes organizações em diversos sectores, tendo passado por grupos como Intergas, Den Braven e Philips Healthcare.

O Grupo MVGM tinha já reforçado o seu Conselho de Administração com a nomeação, no início de 2020, de Maarten de Haas como director executivo europeu, e de Susi Kaml como directora financeira.

Em Portugal, a equipa da MVGM é liderada por Miguel Kreiseler e constituída por cerca de 40  especialistas imobiliários com mais de 20 anos de experiência e gere um portefólio com mais de 850 mil metros quadrados e um valor estimado de 1.100 milhões de euros.

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Mercado de escritórios de Lisboa com aumento de 37% do volume de absorção

Análise da Savills avança que, nos primeiros noves meses do ano, o segmento da capital já superou os 80.600 m2, e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2

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O mês de Setembro de 2021, apesar de ainda não ter atingido os níveis pré-pandémicos, até Setembro, Lisboa apresentou um desenvolvimento positivo, quando comparado com o período homologo, contabilizando um volume de absorção de 6,341 m2.

“A ocupação do mercado de escritórios em 2021 já superou os 80.600 m2 e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2. Ainda que o total acumulado relativamente ao período homologo do ano anterior tenha apresentado um decréscimo de 21%, espera-se que o último trimestre tenha muita actividade e que os tomadores de decisões devem agir em conformidade com as operações que se encontravam em stand-by”, avança a Savills.

Segundo a consultora internacional, “a zona 5 (Parque das Nações), com 23.233 m2 de volume de absorção, continua a zona de mercado com maior atractividade, seguida pela zona 7 (Outras zonas) com 15.634 m2 e a zona 2 (CBD) com 12.775 m2.” No entanto, o maior destaque da Savills vai para a Zona Histórica e Beira Rio, “que apresentou uma variação de 534% face a 2020, devido à transacção da Evolution Gaming que ocupou o edifício Atelier na totalidade, com cerca de 1.522 m2”.

Assim, “entre Janeiro e Setembro de 2021, foram fechadas 93 operações, com a zona CBD apresentar o maior dinamismo, contabilizando 28 negócios realizados, apenas menos 1 transacção fechada comparativamente ao ano 2019 e o dobro das operações quando comparada com o ano 2020. Na totalidade do mercado, com um aumento de praticamente 29% do número de negócios fechados face a 2020, o mercado de escritórios de Lisboa continua a apresentar-se resiliente e atractivo”, sublinha a Savills.

Na sua análise a consultora aponta o sector de actividade das TMT’s e de Utilties, como aquele que apresenta uma maior percentagem no volume de absorção do mercado de escritórios de Lisboa, cerca de 27% do total.
“A pandemia trouxe muitos desafios para as empresas de todos os sectores de actividade. No entanto, o sector das áreas mais tecnológicas foi presenteado com oportunidades que resultaram na expansão de muitas empresas. É também importante realçar o aumento de 92% do volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa, sendo que 58% dessas novas empresas são do sector das TMT’s”, justifica a Savills.

O volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa também se encontra com níveis superiores a 2019 e 2020. Em 2019, entre Janeiro e Setembro foram contabilizadas 21 empresas que entraram no mercado de Lisboa, sendo que em 2021, houve menos 5 transacções. No entanto, a área média de 2021 atingiu os 836 m2 enquanto que, em 2019, a área média foi de 541 m2.

“Os sinais de resiliência são cada vez mais evidentes para a cidade de Lisboa. O mercado ocupacional, gradualmente, vai voltando à normalidade e espera-se que todas as operações que se encontram em aberto sejam em breve concluídas. Lisboa sempre foi uma cidade atractiva para o estabelecimento de empresas que queiram expandir-se internacionalmente, pelas diversas valências que lhes são proporcionadas”, explica Ana Redondo, associate director do Departamento de Office Agency da Savills Portugal. “Neste sentido, e confirmando esta tendência, o apetite de empresas em ingressar no mercado de Lisboa é notório e cada vez mais evidente com o levantamento das restrições inerentes à Covid-19. O levantamento das restrições também estão a originar restruturações internas das empresas, o que levam muitas vezes à mudança de edifício”, conclui.

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Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia quer apoiar scaleups e startups mais inovadoras da Europa

A iniciativa pretende apoiar empreendimentos inovadores e equipas que contribuam para a transformação do Novo Bauhaus Europeu

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O Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT) e cinco das suas Comunidades de Conhecimento & Inovação (as KICs) estão a lançar uma iniciativa conjunta para apoiar empreendimentos inovadores e equipas que contribuam para a transformação do Novo Bauhaus Europeu.

Denominada EIT Community Booster, a Iniciativa é coordenada pela EIT Digital, incluindo a EIT Climate-KIC, EIT Food, EIT Manufacturing, e EIT Urban Mobility. Juntas, procuram "as mais inovadoras startups e scaleups, que conduzem a mudança sustentável para as cidades, indústrias, clima, comida, bem-estar e qualidade de vida em geral para apoiar o crescimento dos seus negócios e contribuir para que se tornem gamechangers internacionais", refere a EIT em comunicado.

A iniciativa pretende seleccionar vinte empresas para integrarem esta comunidade. Cada uma destas entidades seleccionadas irá receber um apoio destinado ao crescimento do seu negócio no valor de 50 mil euros. O apoio será prestado sob a forma de subsídios e serviços concebidos para ajudar as empresas a acelerar o crescimento dos seus negócios.

"Lançada pela Comissão Europeia, o Novo Bauhaus Europeu transforma o Green Deal Europeu numa experiência tangível e positiva na qual todos os europeus podem participar e progredir juntos." Tendo isto em mente, "a EIT Community Booster está preparada para identificar e apoiar as startups e scaleups que integrem as três dimensões centrais do Novo Bauhaus Europeu: sustentabilidade, dos objectivos climáticos à circularidade, poluição zero e biodiversidade, estética, qualidade de experiência e estilo, para além da funcionalidade, e inclusão, da valorização da diversidade, à garantia de acessibilidade económica. A abordagem da iniciativa é multinível, do global para o local, de forma participativa e transdisciplinar.

"A EIT Community contribui para todos os aspectos do Novo Bauhaus Europeu e tem o ecossistema preparado para encontrar ideias atractivas e startups de toda a Europa. Mal podemos esperar para descobrir e escalar as soluções criativas e inovadoras que ajudarão a reimaginar uma vida sustentável e a tornar os espaços mais bonitos e acessíveis", justifica Gioia Ghezzi, Chair do EIT Governing Board

A nova iniciativa combina os programas de crescimento empresarial oferecidos pela comunidade EIT Digital, EIT Climate-KIC, EIT Food, EIT Manufacturing e EIT Urban Mobility.

Do primeiro apoio de coaching empresarial, ao acesso a financiamento e apoio à internacionalização, cada um dos seguintes cinco programas oferece um pack de serviços que visa ajudar empreendimentos de diferentes níveis de maturidade a impulsionar o seu crescimento empresarial, a angariar financiamento e a crescer à escala internacional.
"Dependendo do campo de interesse e especialização, os empreendedores são convidados a candidatarem-se a um ou mais programas do EIT Community Booster e à sua área dedicada ao Novo Bauhaus Europeu", designadamente: o EIT Digital Accelerator, para scaleups que beneficiam do poder da transformação digital para criar soluções e produtos inovadores para todas as indústrias, cidades e comunidades; The Clean Cities ClimAccelerator, para startups a desenvolver projectos inovadores para a indústria das energias renováveis, mobilidade, espaços verdes e readaptação; EIT Food Accelerator Network, para startups do ramo agroalimentar; EIT Manufacturing Accelerator, para startups que permitem uma produção ecológica e socialmente sustentável; e o EIT Urban Mobility Accelerator destinado a startups que desenvolvem alternativas sustentáveis com foco na realidade paisagística.

O prazo para candidaturas termina a 17 de Dezembro. Para mais informação sobre cada programa, respectivos critérios de selecção e prémios, visite a página web da iniciativa.

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Cobiax CLS da Ferca em destaque

Constituído 100% por material reciclado o Cobiax CLS da Ferca marcou “uma verdadeira inovação” na forma de abordar o aligeiramento de laje. O produto foi Menção Honrosa na Tektónica

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O produto Cobiax CLS esteve a concurso para o Prémio Inovação Tektónica 2021 e foi um dos 4 eleitos
O Cobiax CLS foi um dos premiados do concurso para o Prémio Inovação Tektónica 2021. Esta iniciativa surgiu na primeira edição da Feira e permite distinguir o potencial inovador das empresas que contribuem para o desenvolvimento do tecido empresarial nacional. Os produtos considerados mais inovadores foram distinguidos com a atribuição do 1º Prémio e 3 Menções Honrosas. Uma delas atribuída a este produto que é constituído a 100% por material reciclado.

“É com grande satisfação que recebemos este prémio na Feira Tektónica 2021, num produto que marcou uma verdadeira inovação na forma de abordar o aligeiramento de laje”, explicou Hugo Ornelas, CEO da FERCA.

A realização da Tektónica serviu de pretexto também para o lançamento do novo website da marca, que com esta nova ferramenta pretende estar mais próximo dos seus clientes.” Conjugámos a presença nesta feira, com o lançamento de um novo website. Através desta plataforma, pretendemos prolongar a experiência dos nossos clientes e consolidar a presença no online, quer através do website quer através das redes sociais. O novo website está totalmente integrado com as nossas redes sociais, permitindo informar os nossos seguidores sobre as novidades, acções e eventos sobre a empresa e o sector.”, reforçou o responsável.

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Sanindusa lança DROP Magazine

A Sanindusa lançou o primeiro número da revista DROP, a nova magazine da marca que “propõe-se estreitar a relação com o consumidor final”

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A Sanindusa lançou o primeiro número da revista DROP, a nova magazine da marca que “propõe-se estreitar a relação com o consumidor final através de uma abordagem acessível e uma interpretação contemporânea das diferentes temáticas apresentadas”, refere o grupo em comunicado.

Nesta primeira edição, a empresa “expõe o impacto das adversidades do passado na gestão do presente e no planeamento futuro”, relembrando os incêndios de 2017 que atingiram a zona de Cantanhede, destruindo por completo a Sanindusa 2, a unidade fabril do grupo situada na Tocha, reduzindo em 50% a produção cerâmica da marca. A nova unidade que lhe seguiu foi inaugurada já este ano, equipada com tecnologia de ponta. Nesta sua primeira edição a DROP dá-lhe a conhecer todo este percurso, evidencia os produtos premiados e dá a conhecer as últimas novidades e as soluções mais tecnológicas da Sanindusa. Ao longo das suas 72 páginas é possível encontrar inspirações para a casa de banho e cozinha.

A sua responsabilidade ambiental, uma prática da empresa, revê-se na publicação. O papel escolhido foi o Oikos, composto por 50% de material reciclado e 50% de fibra pura amiga do ambiente, com certificação FSC que garante o cumprimento das melhores práticas de gestão florestal.

A revista com uma tiragem de 5000 exemplares, terá periodicidade semestral e será publicada em português e inglês.
Drop, a gota da água que dá vida aos produtos da empresa, chega aos distribuidores da Sanindusa em Outubro em versão papel, mas com possibilidade de consulta online no site da empresa www.sanindusa.pt

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