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Tektónica: Blocos de betão de cânhamo Biosys vencem Prémios Inovação

Foram atribuídas Menções Honrosas ao Eco-Betuminoso, da Harsco Metals, ao sistema de drenagem Life-Cersuds, da CTCV e à Bio-Vinha, da Polo JCP.

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Tektónica: Blocos de betão de cânhamo Biosys vencem Prémios Inovação

Foram atribuídas Menções Honrosas ao Eco-Betuminoso, da Harsco Metals, ao sistema de drenagem Life-Cersuds, da CTCV e à Bio-Vinha, da Polo JCP.

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Em mais uma edição dos Prémios Inovação, inseridos na feira internacional Tektónica, que decorre de 8 a 11 de Maio, na Fil, em Lisboa, o primeiro lugar foi para o bloco de betão de cânhamo de origem vegetal, o Biosys, desenvolvido pela empresa de restauro e conservação Resmonuh.

O Biosys, é um sistema de construção composto por blocos de cânhamo de encaixe, que se montam a seco e que servem de enchimento e cofragem a uma estrutura de pilares e vigas em betão de cânhamo. Além disso, é um material renovável e reciclável, que não necessita de isolamento adicional.

Houve ainda lugar a duas menções honrosas. O Eco-Betuminoso, produzido pela Harsco Metals, recebeu a 1ª Menção Honrosa, tendo-se destacado pelo seu betuminoso sustentável, concebido a partir de agregado siderúrgico inertes que permitem obter um produto com menor pegada ecológica. Permite, também, maior durabilidade e resistência, garantindo uma maior segurança rodoviária.

A 2ª Menção Honrosa destacou o sistema de drenagem Life Cersuds. Desenvolvido pela empresa CTCV, o Life Cersuds, é um pavimento que tem como base produtos cerâmicos de baixo valor comercial, para uso em ambiente urbano, que procura contribuir para o aumento da capacidade de adaptação e mitigação das cidades às alterações climáticas, promovendo o uso de infraestruturas sustentáveis no planeamento urbano. Foi desenvolvido no âmbito do Projecto LIFE+ CERSUDS e é já uma referência europeia de inovação no campo dos sistemas de drenagem urbanos sustentáveis.

A Bio Vinha, produzido pela Polo JCP, recebeu a terceira Menção Honrosa de 2019. Composta por terra desidratada, misturada com polímero aglomerante, que se catalisa, até solidificar, a Bio Vinha é uma matéria que facilmente se insere nos diversos ambientes, e com facilidade de colocação. Pode também ser utilizado como elemento decorativo e por ser um material natural, encontrado na natureza, apresenta um custo/beneficio muito equilibrado.

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Melom iniciou internacionalização para Espanha e Itália

A empresa seleccionou o sul da Europa como alvo do seu processo de expansão. Em Itália, a marca conta actualmente com 13 franchisados e em Espanha o número ascende 22 com previsão de 30 até ao final do ano

Impulsionada pelos bons resultados em Portugal, a Melom irá internacionalizar a sua operação para Espanha e Itália. A primeira experiência “piloto” decorreu entre 2018 e 2020 em Espanha para permitir a adaptação do conceito ao mercado espanhol. O número de franchisados neste mercado é actualmente de 22, na Comunidade de Madrid, com a previsão de terminar o ano com 30 unidades

Mas a empresa olha com atenção também para o mercado do norte de Itália. Em 2021 foi lançada a operação na região de Emília Romana, onde a insígnia soma já 13 franchisados em cidades como Bolonha, Modena, San Lazzaro, Montagna, entre outras. A estratégia numa fase inicial inclui a implantação naquela região italiana para depois expandir passo-a-passo o negócio. O plano de desenvolvimento prevê em dois anos uma rede com 40 franchisados na Emília Romana, no prazo de dois a cinco anos a aposta numa nova região com 60 franchisados e depois o crescimento para toda a Itália.

“Estamos convictos que é uma aposta ganha, tem um mercado muito similar ao português e por isso o modelo de negócio não teve que sofrer alterações de fundo. Neste país não existe uma marca que opere a nível nacional e o mercado das obras em casa é muito atomizado, constituído por micro e pequenas empresas com dificuldades de organização semelhantes às portuguesas”, sublinha João Carvalho, co-fundador da MELOM.

A aposta da marca em internacionalizar o conceito nestes dois países do sul da Europa está relacionada com os pontos em comum no mercado de obras e remodelações de imóveis, caracterizado por lacunas na profissionalização, falta de mão-de-obra qualificada e uma ampla desconfiança dos consumidores. “O sector deve evoluir para um contexto profissional onde os processos de orçamentação, adjudicação, obra e sua conclusão são detalhados, claros e precisos. Na MELOM temos trabalhado neste sentido, proporcionando não só formação, mas disponibilizando tecnologia para ajudar os profissionais do sector e clientes”, acrescenta João Carvalho.

Quanto às diferenças, o responsável aponta a tendência dos consumidores espanhóis e italianos para privilegiar o conforto em detrimento da estética ou design.

Tanto em Espanha como em Itália, o modelo de franchising da MELOM é idêntico ao que está a ser aplicado em Portugal, ou seja, existem dois tipos de franquia, uma vocacionada para renovações integrais e mais orientada para empresas de construção e gabinetes de arquitectura e engenharia e uma outra voltada para pequenas reparações e dirigida aos profissionais que executam eles próprios a obra ou reparação.

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Grupo Neolith reforça distribuição na Península Ibérica

Grupo Neolith integra rede de distribuição em Espanha, intensificando investimento na Península Ibérica. Novo director geral ficará responsável pelo negócio em Espanha, Portugal e Andorra

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(na imagem: da Esquerda para a Direita: José Luis Ramón, CEO do Grupo Neolith; Joan Regada, que passará a fazer parte da estrutura do Grupo como Managing Director Iberia; e Daniel Sánchez, Chief Commercial Officer e Vice President Europe do Grupo Neolith)

Com esta operação, o Grupo Neolith ampliará a sua abrangência e a cobertura nos mercados da Península Ibérica, acelerando os planos de crescimento, respondendo à procura crescente de pedra sinterizada Neolith, tanto por parte da comunidade de arquitectos e designers de interiores, como dos consumidores finais, para todo o tipo de projectos residenciais e comerciais.

O Grupo Neolith, que detém uma forte posição na indústria da pedra sinterizada, acaba de acordar a integração total da sua principal rede de distribuição em Espanha de modo a intensificar o seu investimento na Península Ibéria e assim alavancar o crescimento e cimentar a sua posição na Europa.

Com este acordo, o Grupo Neolith intensificará, em especial, o seu investimento no mercado ibérico, consolidando a sua presença directa e reforçando a sua actividade numa região que é essencial para o Grupo. Esta integração advém de uma estreita colaboração iniciada há mais de uma década com o Grupo Joan Regada, que actualmente conta com mais de 80 colaboradores directos, os quais passarão nos próximos dias a integrar o Grupo Neolith.

Com esta transacção, a Neolith passará a ter mais 10 centros de distribuição directa em Espanha, cobrindo quase 10.000 pontos de venda, e dezenas de showrooms em todo o país. “Esta integração, resulta de uma excelente e profícua cooperação iniciada há mais de uma década, e permitir-nos-á acelerar os nossos ambiciosos planos de crescimento para a Península Ibérica e para a Europa, beneficiando todo o canal através do reforço do nosso nível de serviço directo”, afirma José Luis Ramón, CEO do Grupo Neolith. “Damos as boas-vindas a todos os novos colaboradores que passam a integrar o nosso Grupo através desta importante operação. Investir em mercados tão importantes como o ibérico, e desenvolver a nossa pegada no mercado europeu do ponto de vista dos negócios, inovação e sustentabilidade, é e será sempre o nosso maior compromisso para os próximos anos”, conclui aquele responsável. Com esta integração a empresa prevê alcançar níveis recorde de mais de 40 milhões de euros de volume de negócio

Como consequência desta integração, Joan Regada passará a fazer parte da estrutura do Grupo como danaging director para a Península Ibérica, e terá a responsabilidade de liderar os negócios da Neolith nos mercados de Espanha, Portugal e Andorra. Aquele responsável sublinha que: “sempre acreditei no valor do Grupo Neolith. É com enorme orgulho que passo a fazer parte da equipa. Na Neolith era um sonho captar um mercado que não existia há 12 anos e congratulo-me com os resultados alcançados e que iremos impulsionar ainda mais com esta integração. Este é um enorme desafio que mostra o espírito de colaboração que sempre existiu com o Grupo Neolith. Esta integração permitir-nos-á acelerar o nosso crescimento em múltiplas frentes e continuar a fazer da Neolith a marca de eleição de milhares de profissionais e utilizadores finais para uma multiplicidade de projectos tirando partido de todas as possibilidades que a pedra Neolith oferece”, afirmou o empresário.

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Indústria da pedra natural portuguesa em destaque em Itália

Portugal terá a 4ª maior presença naquela que é a maior feira internacional do sector. A presença será reforçada com a visita do Secretário de Estado da Economia, João Neves

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A MARMO+MAC 2022 está de volta a Verona, Itália, entre os próximos dias 27 e 30 de Setembro, onde empresas e profissionais da indústria da pedra se reúnem, para este que é o maior certame internacional direccionado para o sector e que este ano contará com a presença do Secretário de Estado da Economia, João Neves, a convite da ASSIMAGRA.

Nesta que é a 56ª edição do evento, estarão presentes cerca de 1000 empresas. Portugal destaca-se, uma vez mais, por ter a 4ª maior participação no certame, atrás da anfitriã Itália, da Turquia, Índia e igualando a Espanha, com um total de 65 empresas expositoras.

As empresas portuguesas do sector da pedra natural participam, à semelhança de outras edições, de uma forma bastante expressiva, com o apoio do projecto conjunto de internacionalização da ASSIMAGRA. O stand português abrange uma área total de 1.614m2, ocupada por 30 empresas. Uma participação, cofinanciada pelo Compete 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER, é fortalecida através da marca sectorial StonebyPORTUGAL, a qual pretende aumentar a visibilidade da qualidade da pedra nacional de modo a contribuir para a sua valorização, através da promoção de empresas com produtos, materiais e aplicações com qualidade.

A Marmo+Mac é considerada a maior feira de Pedra Natural do mundo e o principal polo internacional de todos os protagonistas e players do sector.

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Teka em destaque nos European Product Design Award

A marca viu vários dos seus produtos premiados na mais recente edição dos European Product Design Award, com destaque para o forno SteakMaster e para a placa híbrida Gás + Indução

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O forno SteakMaster e a placa híbrida Gás + Indução da Teka foram distinguidos com prémios europeus pelo seu design. O primeiro foi distinguido na categoria de electrodomésticos do European Product Design Award, ao passo que a placa híbrida arrecadou um prémio de Top Design. Também as placas Gás on Glass, os lava-loiças Universe e a série VarioPro ganharam menções honrosas.

SteakMaster

É o primeiro, e único, forno concebido para grelhar o bife perfeito em casa. O SteakGrill permite alcançar até 700ºC que combinado com uma grelha de ferro fundido, permite a caramelização perfeita da carne.
Incorpora 20 programas automáticos para preparar diferentes receitas com temperatura e tempo de cozimento perfeitos, dependendo do tipo de carne, corte e acabamento.

Placas a gás híbridas
Une a rapidez da indução e a tradição do gás numa única placa. A zona de indução, para além de ter 3 funções directas: ferver, derreter e manter quente, vêm também equipadas com o MultiSlider. Isto permitem o controle independente e directo de cada zona de cozinhado com alto nível de precisão, seleccionando a temperatura desejada com um simples toque.
«Na zona do gás é equipada com o sistema ExactFlame, com 9 níveis de potência para os vários tipos de cozinhado. A posição 1 é utilizada para manter a temperatura dos alimentos; 2 e 3 para derreter e cozinhar em banho-maria; com 4 e 5 atingem-se as temperaturas ideais para cozinhar massas e legumes; 6 e 7 são usados para fritar e ferver; e posição 8 e 9 para fritar em óleo abundante. Aqui encontra tecnologia associada à cozinha tradicional!

Lava-louças Universe
Destaca-se pela variedade, funcionalidade e beleza da sua superfície. Oferece uma vasta gama de composições e tamanhos para que possa escolher o lava-louças que melhor se adapta a cada estilo de vida. Com grande capacidade, e com até 190 mm de profundidade. Todos os lava-louças de aço inoxidável Teka são feitos com materiais de alta qualidade e, portanto, têm um selo de garantia vitalício.

Série VarioPro
A gama modular foi concebida com placas de 30 cm e com um exaustor, todos eles com design flexível e minimalista, garantindo uma integração perfeita. Com a série VarioPro pode escolher diferentes configurações de acordo com suas necessidades. A coleção tem vários elementos que podem ser combinados de modo que possa criar uma cozinha única. Pode escolher entre placas de indução e de gás, pode também ter um exaustor integrado na banca e até placas de Teppanyaki ou Wok, tudo isto com um design compacto e inovador, que aproveita ao máximo o espaço. Pode escolher a melhor opção para cada cozinha e reinventá-la.

Gás on Glass
Dedicada aos amantes da cozinha tradicional, as placas Gas on Glass trazem o novo sistema com o sistema ExactFlame, que lhe permite que ter a certeza da intensidade da chama. É agora possível controlar a intensidade do fogo de forma simples e precisa, escolhendo a potência de 1 e a 9.
Para além disso, as placas detectam se a chama se apagou, cortando automaticamente o fornecimento de gás, para evitar possíveis acidentes. Trazem também um sistema de auto-ignição, que acaba com a necessidade de acender o fogão com o gás na potência máxima e de maneira manual.

O European Product Design Award (EPDA) recebe anualmente inscrições de designers de produtos de todo o mundo em várias disciplinas e sectores de design. As inscrições são analisadas e julgadas pelo júri internacional da EPDA, composto por designers independentes, clientes, professores e editores de design. As apresentações são avaliadas, com base em critérios que são actualizados, de modo que correspondam sempre aos padrões mais vanguardistas do design.

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AEP organiza Congresso Portugal Empresarial

Promovido pela AEP o encontro, que está marcado para dia 16 de Setembro, irá receber empresários, decisores e académicos para debaterem os desafios da Indústria e da Sustentabilidade. O evento conta com a presença do Presidente da República e Ministro da Economia e do Mar

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Exponor recebe Presidente da República e Ministro da Economia e do Mar

A AEP – Associação Empresarial de Portugal já está em contagem decrescente para o dia 16 de Setembro. O Congresso Portugal Empresarial vai reunir, na Exponor, em Leça da Palmeira, empresários, decisores e académicos para debaterem os desafios da Indústria e da Sustentabilidade.
Com mais de 500 participantes inscritos, o encontro tem como foco prioritário o “desígnio da competitividade de Portugal”, e os temas que lhe estão subjacentes designadamente políticas públicas, demografia, transições digital, climática e energética, inovação e competitividade.
O programa já conta com as presenças do Presidente da República, do Ministro da Economia e do Mar, da Comissária Europeia Elisa Ferreira, do presidente do Conselho Económico e Social Francisco Assis e de empresários, autarcas e gestores.
Durante o jantar do Congresso, com a presença do Presidente da República, a AEP vai ainda distinguir quem se tem destacado no tecido empresarial nacional com os prémios “Carreira” (um empresário e uma empresa), “Empresa Sustentável”, “Exportação e Internacionalização” e “Inovação PME”.

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APICER lança marca ‘Portugal Ceramics’

Sob o mote ‘The Art of Possibility’, a marca tem como principal propósito comunicar um posicionamento de um sector que seja autêntico, relevante e diferenciador, e melhorar a comunicação e a imagem do sector, essencialmente nos mercados internacionais.

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A Associação Portuguesa das Indústrias de Cerâmica e de Cristalaria (APICER) prepara-se para lançar a sua mais recente marca, com vista “à promoção da internacionalização da cerâmica portuguesa”. “Uma acção imprescindível no contexto actual”, reforça a associação.

Portugal Ceramics, desenvolvida ao abrigo do projecto Intercer, tem data de apresentação marcada para o dia 22 de Setembro, às 17 horas, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, em Matosinhos.

Sob o mote ‘The Art of Possibility’, a marca tem como principal propósito comunicar um posicionamento de um sector que seja autêntico, relevante e diferenciador, e melhorar a comunicação e a imagem do sector, essencialmente nos mercados internacionais.

Este evento irá marcar, ainda, o arranque de um conjunto de iniciativas de comunicação e acções junto dos mercados internacionais preconizadas para os anos de 2022 e 2023, onde a marca e o novo posicionamento serão apresentados e explicados em pormenor.

João Neves, secretário de Estado da Economia, José Luís Sequeira, presidente da Direcção da APICER, João Magalhães, director de Estratégia da agência Super, responsável pelo desenvolvimento da marca, e Luís Pedro Silva, arquitecto e autor do projecto do Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, são alguns dos oradores e convidados que irão marcar presença no evento.

 

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MOBi.E inaugura hub de carregamento em Loulé

Ao todo a MOBi.E já totaliza nove hubs, num investimento de cerca de 2 milhões de euros. Leiria, Loures e Guimarães já têm o hub em funcionamento, seguindo-se posteriormente, Almada, Coimbra, Matosinhos, Vila Nova de Gaia e Viseu

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tagsMOBI.E

A MOBi.E. inaugura esta terça-feira, dia 13 de Setembro, em Loulé, mais um hub de carregamento para veículos eléctricos, dando assim continuidade à execução do Programa de Estabilidade Económica e Social aprovado pelo Governo (PEES), lançado pelo Governo e com financiamento do Fundo Ambiental.

O hub de Loulé irá ser operado pela KLC – Kilometer Low Cost ao abrigo de um contrato de concessão de 10 anos estabelecido na sequência de um Concurso Público Internacional, promovido para o efeito pela MOBi.E. Com esta infraestrutura de carregamento, o município de Loulé passa a contar com um total de 72 postos de carregamento de acesso público, ligados à rede Mobi.E.

Ao todo a MOBi.E já totaliza nove hubs, num investimento de cerca de 2 milhões de euros. Leiria, Loures e Guimarães já têm o hub em funcionamento, seguindo-se posteriormente, Almada, Coimbra, Matosinhos, Vila Nova de Gaia e Viseu.

Cada hub é constituído por um posto de carregamento ultrarrápido (150 kW), três postos de carregamento rápido (50 kW), cinco postos de carregamento normal (22 kW) e um posto de transformação, permitindo o carregamento simultâneo de 18 veículos.

A rede Mobi.E de acesso público é composta atualmente por mais de 2.750 postos de carregamento e mais de 5.900 tomadas.

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Curso sobre blockchain e Web 3.0 quer mudar a forma como se pensa o negócio

A EDIT. – Disruptive Digital Education e a SPHERE ELEPHANT, agência especializada em Web 3.0, juntaram-se para criar o primeiro curso em Portugal de Blockchain e Web 3.0 dedicado a gestores de marca. O curso irá focar-se no entendimento das tecnologias que envolvem a nova vaga de aplicações

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(na imagem: Daniel Devera, fundador e diretor geral da escola EDIT, Disruptive Digital Education)

O curso arranca a 1 de Outubro, no Porto, e incide sobre blockchain e as novas tecnologias que compõem a Web 3.0. É dedicado a gestores de marca ou “gestores de experiência” como prefere apelidar Hugo Silva Pereira, fundador e director Geral da SPHERE ELEPHANT, agência de media portuguesa exclusivamente focada em projectos Web 3.0.
“Nesta fase, o objectivo passa por educar profissionais, nas mais variadas áreas de negócio, sobre o que é, verdadeiramente, a Blockchain e de que forma irá mudar a nossa forma de pensar o cliente e o negócio”, afirma Hugo Silva Pereira.

Termos como Blockchain, Metaverso ou Cryptomoedas já entraram no léxico dos portugueses, embora muitos ainda não dominem ou olhem com desconfiança para o tema. Daniel Devera, fundador e diretor geral da escola EDIT, Disruptive Digital Education, esclarece que “é imperativo perceber que isto não é um curso de Trading. Queremo-nos afastar ao máximo disso. Antes, queremos educar sobre os benefícios da tecnologia e de que forma pode mudar o panorama da publicidade digital”.

O curso irá, conforme o nome indica, focar-se no entendimento das tecnologias que envolvem a nova vaga de aplicações, denominada de Web 3.0, e nos novos paradigmas de comunidade e customização que estes implicam.
Com investimentos multimilionários de empresas como a Google, a Microsoft, a IBM e, particularmente, a META, anteriormente conhecida como Facebook e que mudou o nome deliberadamente para reforçar a sua convicção e posicionamento no Metaverso, parecem existir poucas dúvidas que a indústria digital adivinha uma mudança no paradigma atual e está a prepará-la. “Ainda é preliminar. Ainda não é fácil para qualquer utilizador entrar neste meio, mas os estudos estão aí: a adopção de tecnologia como a realidade imersiva ou a blockchain estão a despertar a atenção dos utilizadores e os gestores de negócio precisam de se posicionar já para as experiências que podem oferecer às suas comunidades”, afirma Hugo Silva Pereira.

A primeira edição arranca aos fins-de-semana, no Porto, a partir do próximo dia 1 de Outubro, mas, segundo Daniel Devera, “chegará a Lisboa e criaremos uma versão remote assim que terminarmos o primeiro ciclo do curso. Ao sermos pioneiros, temos a responsabilidade de trabalhar conjuntamente com os alunos para criar algo sólido e construtivo”.

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EDP vende portefólio eólico em Itália por 420 M€

No seguimento do seu programa de rotação de activos, a EDP, através da sua subsidiária EDP Renováveis, concluí mais uma transacção, o objectivo é o de acelerar a criação de valor e reciclar capital para reinvestir em crescimento rentável

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A EDP – Energias de Portugal, através da sua subsidiária EDP Renováveis concluiu a alienação à ERG de um portfólio eólico operacional com 172 MW, localizado em Itália. O portfólio inclui sete parques eólicos com uma idade média de cerca de três anos e que beneficiam de um quadro remuneratório estável durante 20 anos.

De acordo com a informação enviada à CMVM “o valor total da transacção corresponde a um Enterprise Value de aproximadamente 420 milhões de euros a 31 de Dezembro de 2021”.

Com esta transacção, a EDP já assegurou 3,1 mil milhões de euros de encaixes com operações de rotação de activos, as quais se encontram incluídas no programa de rotação de activos de € 8 mil milhões para 2021-2025, anunciado no Capital Markets Day da EDP em Fevereiro de 2021, permitindo acelerar a criação de valor e reciclar capital para reinvestir em crescimento rentável.

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9 em cada 10 consumidores associam as alterações climáticas ao aumento das facturas de energia

Segundo um estudo global conduzido pela Schneider Electric 86% dos inquiridos acreditam que as alterações climáticas vão levar a um aumento das facturas de energia caso as temperaturas globais aumentem mais de 1.5 °C

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A Schneider Electric revelou que 86% consumidores a nível global acreditam que as alterações climáticas vão levar ao aumento das facturas de energia, e que os indivíduos deveriam desempenhar um papel mais activo nas alterações climáticas.

“Com o preço da energia a subir e o custo de vida mais alto do que nunca, juntamente com o número crescente de dispositivos e veículos eléctricos (VE) na estrada, a gestão da energia doméstica é agora uma das maiores áreas de preocupação para os consumidores, empreiteiros, empresas e governos a nível global. Estes números mostram que muitos querem fazer mudanças, mas sentem-se pessimistas quanto à diferença que acreditam que podem fazer. Contudo, o futuro está verdadeiramente nas nossas mãos, à medida que tornamos as casas mais sustentáveis com a ajuda de tecnologias modernas de gestão da energia doméstica,” comentou Jaap Ham, professor adjunto de Engenharia Industrial e Ciências da Inovação da University of Technology em Eindhoven.

Ainda de acordo com o inquérito, cerca de 72% dos consumidores consideram a redução da pegada de carbono uma prioridade pessoal, mais de metade (55%) dá importância a ter uma casa neutra em emissões de carbono (net zero), mas menos de um terço (31%) acredita realmente que tal seja provável.

“Neste momento, a maior barreira à mudança é a nossa mentalidade. Criámos bloqueios psicológicos que nos fazem fugir à responsabilidade de tomar medidas. Estes resultados mostram que, à medida que adoptamos soluções digitais inteligentes para combater o inimigo invisível (o consumo e gestão de energia), substituímos os combustíveis fósseis por electricidade inteligente e apostamos em energia renovável nas ‘dietas energéticas’ das nossas casas, somos capazes de ver como estamos a contribuir significativamente para a luta global por um planeta mais saudável. Mais além disso, devemos ser capazes de proteger o ambiente sem comprometer o nosso conforto.”

O estudo revela ainda que os consumidores actuais querem seguir um estilo de vida sustentável, colocando a eficiência energética das casas como a sua maior prioridade. Cerca de 40% dos inquiridos acredita que a tecnologia de ‘Smart Home’ irá ajudar a tornar a sua casa mais sustentável e mais de metade (54%) espera que a sua nova casa ou apartamento esteja equipado com dispositivos inteligentes, um aumento de 13% em relação a uma investigação anterior da empresa realizada em 2020.

Também relevante é o facto das famílias estarem dispostas a gastar em média 1.995€, nos próximos 12 meses, em eficiência energética, ao passo que os actuais proprietários de dispositivos – que provavelmente já perceberam os benefícios da tecnologia inteligente e a incorporaram nos seus estilos de vida – estão dispostos a gastar pelo menos o dobro.A par do aumento crescente do custo de vida, a gestão do consumo e a gestão dos custos de energia são os principais factores que levam os consumidores a tomar medidas e a investir em soluções inteligentes e sustentáveis.

“Na actual crise energética, os consumidores precisam de sentir que controlam a forma como a energia é produzida, armazenada e distribuída em casa – em termos de sustentabilidade e facturas energéticas. O mercado residencial está num ponto de viragem, e a boa notícia é que já existem soluções tecnológicas, como o Wiser, que ajudam os consumidores a seguir estilos de vida mais sustentáveis e os capacitam a desempenhar um papel significativo para alcançar os objectivos de neutralidade carbónica,” refere YiFu Qi, Executive Vice-President of Global Home and Distribution da Schneider Electric. “A nossa investigação mostra que existe os consumidores têm agora uma maior compreensão sobre como podem melhorar a sua gestão energética doméstica, e de que a tecnologia doméstica inteligente pode ajudá-los a ser mais eficientes. O próximo passo é implementar este conhecimento antes que seja demasiado tarde”, sublinha.

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