Edição digital
Assine já

Dicas para comprar Materiais de Construção e poupar!

Há várias maneiras de poupar dinheiro no que toca à aquisição de materiais de construção. Por estarmos a falar de produtos que envolvem um investimento significativo é imperativo olhar para o preço, mas garantindo que se compra qualidade. Vamos dar uma vista de olhos a algumas dicas sobre compras de materiais de construção de maneira… Continue reading Dicas para comprar Materiais de Construção e poupar!

CONSTRUIR

Dicas para comprar Materiais de Construção e poupar!

Há várias maneiras de poupar dinheiro no que toca à aquisição de materiais de construção. Por estarmos a falar de produtos que envolvem um investimento significativo é imperativo olhar para o preço, mas garantindo que se compra qualidade. Vamos dar uma vista de olhos a algumas dicas sobre compras de materiais de construção de maneira… Continue reading Dicas para comprar Materiais de Construção e poupar!

CONSTRUIR
Sobre o autor
CONSTRUIR
Artigos relacionados
Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis reforçado em 39M€
Construção
“Uma das nossas vontades era ‘dar voz a uma diversidade e pluralidade de perspectivas’”
Arquitectura
Simon marca presença na Light + Building
Empresas
Laskasas permite pagamentos com criptomoeda
Empresas
Mafra lança concurso para construção de habitação municipal
Construção
Remax Portugal conquista prémios na Convenção Europeia
Empresas
Grupo Mota-Engil compra 20% da participada angolana por 24M€
Empresas
Comissão Técnica vai estudar cinco opções para o novo Aeroporto de Lisboa
Construção
“A reflexão é o Mundo, a cidade de encontro é Lisboa”
Arquitectura
Henderson Park investe 25M€ na modernização do Lagoas Park
Imobiliário

Há várias maneiras de poupar dinheiro no que toca à aquisição de materiais de construção. Por estarmos a falar de produtos que envolvem um investimento significativo é imperativo olhar para o preço, mas garantindo que se compra qualidade.

Vamos dar uma vista de olhos a algumas dicas sobre compras de materiais de construção de maneira a que consiga garantir os melhores materiais ao melhor preço, quer compre online ou numa loja física.

  • Aproveitar as oportunidades
  • Muitas vezes os vendedores precisam de escoar stock ou promover determinados artigos. Nestas alturas existem campanhas com prazo limitado. Vá visitando sites com o www.obras360.pt e aproveite estes momentos para fazer algum stock daqueles materiais que usa mais regularmente. Garanta apenas que os prazos de validade são confortáveis. 

  • Verificar alternativas
  • Muitas vezes apenas conhecemos uma solução técnica ou uma marca e podemos estar a descurar uma alternativa que lhe garanta maior qualidade ou melhor preço. As lojas físicas nem sempre têm o que queremos e o vendedor tem incentivo para vender os artigos que têm em stock. Ao comprar online consegue rapidamente consultar uma imensidão de produtos e ver aquele que serve melhor as suas necessidades de forma isenta.

  • Fazer compras conjuntas
  • Alguns sites, como o www.obras360.pt, oferecem portes de envio grátis caso gaste um determinado valor. Ao comprar várias coisas de um único fornecedor em vez de procurar um fornecedor para cada material pode conseguir melhores condições globais.

  • Comparar os preços
  • Recebe visitas de comerciais e já nem sabe bem qual é o fornecedor que tem as melhores condições. Pois, todos nós passamos por isso. Hoje em dia, através da internet, em poucos minutos é possível comparar os preços de vários vendedores. Desta forma pode efetivamente verificar se está a faze bom negócio. 

  • Obter apoio técnico especializado
  • Já teve dúvidas sobre as características técnicas ou de como aplicar materiais? As lojas online normalmente têm informação técnica completa sobre os materiais. No  www.obras360.pt tem disponíveis fichas técnicas, especificações e detalhes sobre os produtos. Além disso pode contactar a linha de apoio e falar com um especialista.

    Artigos relacionados
    Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis reforçado em 39M€
    Construção
    “Uma das nossas vontades era ‘dar voz a uma diversidade e pluralidade de perspectivas’”
    Arquitectura
    Simon marca presença na Light + Building
    Empresas
    Laskasas permite pagamentos com criptomoeda
    Empresas
    Mafra lança concurso para construção de habitação municipal
    Construção
    Remax Portugal conquista prémios na Convenção Europeia
    Empresas
    Grupo Mota-Engil compra 20% da participada angolana por 24M€
    Empresas
    Comissão Técnica vai estudar cinco opções para o novo Aeroporto de Lisboa
    Construção
    “A reflexão é o Mundo, a cidade de encontro é Lisboa”
    Arquitectura
    Henderson Park investe 25M€ na modernização do Lagoas Park
    Imobiliário
    Construção

    Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis reforçado em 39M€

    O Governo aumentou em 39 milhões de euros a dotação orçamental da 2ª fase do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis, que passa agora a ter uma dotação global de 135 milhões de euros

    CONSTRUIR

    Este aumento, o quinto desde que foi lançada a 2ª fase do programa de incentivos destinados a financiar medidas que promovam “a reabilitação, a descarbonização, a eficiência energética, a eficiência hídrica e a economia circular”, visa dar resposta à elevada adesão ao programa e “assegurar o financiamento das candidaturas elegíveis”, refere-se no Despacho n.º 11510/2022, de 28 de Setembro.

    Segundo dados disponibilizados pelo Fundo Ambiental, a 2ª fase do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis recebeu 106.133 candidaturas, das quais já foram pagas mais de 56 mil.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Arquitectura

    “Uma das nossas vontades era ‘dar voz a uma diversidade e pluralidade de perspectivas’”

    Cristina Veríssimo e Diogo Burnay falaram à Traço, na primeira pessoa, enquanto curadores da 6ª edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa, que nos traz o tema Terra, um nome que optaram por não traduzir exactamente pela força que acarreta, sendo não só o lugar em que habitamos, mas também aquele lugar que nos dá o sustento e nos fornece os recursos para vivermos

    Cidália Lopes

    O pretexto foi a Trienal, cuja edição de 2022 está prestes a começar. Mas a conversa, a dois, extrapolou para lá do tema escolhido e das iniciativas previstas. Se o tema escolhido pretendia reforçar preocupações ambientais e ser um passo importante para um novo paradigma na arquitectura, o impacto da covid-19 e, mais recentemente, da Guerra, vieram “ajustar agulhas” quanto ao programa. A uma só voz, que ser quer cada mais activa, fica a certeza do impacto do seu trabalho hoje e amanhã.

    Quando idealizaram o tema Terra terá sido na óptica das alterações climáticas, pressuponho, mas depois deu-se uma pandemia o que terá tornado ainda mais importante esta reflexão. Houve em algum momento alguma necessidade de ajustar aquilo que tinham pensado inicialmente em termos de programa? Como é que foi este processo de quase três anos de idealização?

    CV: O processo foi um crescendo. Quando se tem a vantagem de uma Trienal tem-se muito tempo para pensar e para cimentar ideias. Neste caso, quando nós começamos a Trienal, para nós curadores o tema Terra pareceu-nos ser o tema ideal. Como sabe nós temos vivido e trabalhado em muitos sítios do Globo e este pareceu-nos para nós o Tema. Claro que a vinda da pandemia reforçou muito esta nossa ideia e pensamos: “Olha afinal isto agora está a complicar-se mais e é um período em que isto se está a aprofundar” e neste sentido a ideia foi maturando. Fomos aprendendo com a pandemia, mas não foi necessariamente um mudar de agulhas, foi um ajustar de agulhas.

    Aquilo que talvez fosse menos expectável foi a Guerra da Rússia contra a Ucrânia, que despertou e alertou, sobretudo na Europa, de que todos os países, mesmo os que vivem numa situação mais confortável podem ser atingidos. Para nós não nos afectou porque abrimos esta Trienal ao Mundo e demos voz a vários sítios do Globo. A actual situação é um alerta para os Europeus, mas há países que vivem com a sensação de insegurança constantemente, e, a ideia de dar voz a esses países já estava no embrião da Trienal.

    Aproveitando a questão da Guerra, pergunto se têm sentido algum tipo de constrangimentos em relação a participações russas, que estão sempre muito presentes na Trienal, de arquitectos oriundos desta região?

    CV: Nós temos, por acaso, um projecto de uma universidade russa, e estamos a tentar que os seus autores venham à Trienal. Uma das nossas curadoras tem felizmente dupla nacionalidade já que vive em Roterdão há muitos anos e, nesse caso, não teremos problemas. Curiosamente, estas restrições não estão apenas relacionadas com a Rússia, mas também com países africanos onde estas questões são sempre muito burocráticas e muitas vezes políticas até. Por exemplo, um dos nossos curadores está com muita dificuldade para conseguir o Visto para vir a Portugal. Portanto estas questões existem e não se prendem só com a questão da Guerra.

    Voltando ao tema Terra e o facto de terem optado por não o traduzir existe aqui alguma tentativa de afirmação da nossa portugalidade?

    DB: Essa é uma excelente questão e com a qual já tínhamos sido confrontados. Uma das vontades que tínhamos com esta Trienal era exactamente dar voz a uma diversidade e pluralidade de perspectivas, trazendo para Lisboa um conjunto de sensibilidades e modos de olhar para estes desafios problemáticos ligados à construção e do papel que a arquitectura pode ter em continuar a construir um Planeta que seja sustentável e onde seja possível continuar a construir.

    A nossa preocupação era, talvez, mais centrada em trazer para Lisboa aquilo que Lisboa sempre teve, se quisermos alguma centralidade e que assim foi durante muitos séculos, mas que corresponde também a uma abertura para com o outro, para com essa pluraridade e diversidade de saberes e de modos de estar na vida que Lisboa sempre teve. Há imagens do século XV, XVI que mostram cenas urbanas em que se percebe que este era um lugar de grande pluralidade.

    É obvio que há aqui uma herança colonial e um espaço pós-colonial que nós queremos celebrar e isso tem a ver com a nossa preocupação em trazer curadores de várias partes do Planeta, trazer temas que aproximem a arquitectura das questões de justiça social, equidades socioeconómicas, no sentido de reforçar o papel que a arquitectura pode ter perante a sociedade, perante estas comunidades, mas sobretudo dando voz a estas diferenças para que não fosse uma Trienal centrada no olhar especifico, anteriormente por vezes criticado, muito europeísta sobre problemáticas e sensibilidades que são muito diferentes.

    Esta portugalidade e estes valores de generosidade, se quisermos até, gastronómicos, culturais, afectivos, penso que será muito adequado o facto desta Trienal pretender ser mais extrovertida, não reclamando uma centralidade, isso poderá ser conotado ainda restos de um pensamento ainda colonial, mas um lugar de encontro dessas diferentes sensibilidades.

    Temos tanto nas exposições das universidades, como nas quatro exposições como no prémio Debut, um conjunto de entrada de concorrentes que se candidataram de todo o Mundo e ai sim nesses concursos abertos estão presentes trabalhos e conhecidos de estudantes e arquitectos portugueses sediados em Portugal e não só.

    CV: Só acrescentar também, que a própria força da palavra Terra é uma palavra que tem estes significados que nós temos falado, que as línguas latinas percebem. Esta força desta palavra não se transmite noutras línguas e por isso é que quisemos manter Terra também, até pela própria forma como pronunciamos a palavra.

    Antecipando um pouco a realização da edição, o que gostariam que perdurasse além da Trienal?

    CV: Desde o início tentamos que esta Trienal não fosse só feita para arquitectos mas para toda a população. temos esta ambição de chegar ao Mundo. Acho que queremos sobretudo, deixar uma mensagem que nos parece importante: A preservação deste Planeta que está a gritar por ajuda. Não basta pensar que são instituições, que são eventos deste género que nos darão as respostas ao que o Planeta precisa, mas sim que cada um de nós tem um papel fundamental a desempenhar. Acho que é isso que nós queremos com esta Trienal, que as pessoas tomem consciência, que não depende dos outros, depende também de nós.

    DB: Além do que se pode denominar como o campo específico da arquitectura, queremos trazer para Lisboa, que está um pouco na periferia da Europa, trabalhos e modos de olhar sobre estas problemáticas espalhados pelo Mundo. Que a nossa disposição para aprender com os outros, com aquilo que, não necessariamente nos identificamos, que nos é diferente, que deixe de ser indiferente, que seja um problema de todos e que passe também a ser um problema transformado em oportunidade e esta disponibilidade de percebermos que o Planeta é diverso.

    Isto inscreve-se, também, na ideia de que temos de pensar na nossa actividade em enquanto arquitectos numa perspectiva de economia circular, segundo a ideia de que o ciclo da vida das coisas, dos materiais, das comunidades, mas também com os círculos que são diferentes e o modo como eles se interceptam.

    Outra questão que verifica na arquitectura, é de que agora todos os edifícios deviam ser construídos em madeira, porque é um material natural, que as ignições de CO2 são muito menores, etc. Isto numa economia do Norte, onde há uma determinada abundância deste material e em que a mão de-obra tem um determinado contexto socioeconómico, fará sentido. Já num outro contexto isto pode ser considerado um disparate. Este é também outro aspecto que gostaríamos que ficasse desta Trienal.

    Perante estas novas dinâmicas com que a arquitectura se confronta, quais serão os principais desafios que os jovens arquitectos têm pela frente?
    CV: Sendo nós professores universitários lidamos com estas novas gerações há muitos anos, e é curioso porque sentem um certo olhar atento e de preocupação, sem dúvida. Da nossa parte estamos atentos a isso de tal maneira que nesta edição da Trienal quisemos dar voz a esta gerações e inclusive pusemos-os em parceria com as outras exposições, não fizemos uma exposição à parte porque consideramos que têm uma voz. Não significa com isto que as escolas também não tenham de estar atentas em termos de programas que estão a implementar ao nível da arquitectura, mas eu penso que os jovens são assertivos no sentido da preocupação com o Planeta, isso não tenho dúvida. As suas preocupações vão estar espelhadas, sem dúvida, naquilo que irão produzir.

    DB: Estas novas gerações têm acesso a uma informação completamente diferente e por isso a grande preocupação é encontrar lugares de trabalho e modos de trabalhar e que, de algum modo, se cosam, se identifiquem com os seus valores, com aquilo que acham que é importante para a comunidade, para a sociedade, para o Planeta.

    Nós temos conversas com vários estudantes que nos dizem: “Está bem, mas hoje estamos a construir isto e isto para quem e qual a sua longevidade”. O que percebemos é que esta geração, por ter um acesso a muita informação, tem um olhar mais crítico, mais predisposto a cruzar diferentes conhecimentos e isso poderá ser um certo desafio. Na nossa geração fomos das poucas pessoas em que não era normal, não era comum, pessoas saírem de Portugal para irem trabalhar e explorar outros lugares. A nossa geração e as gerações mais novas estão muito mais centradas nas oportunidades que a Europa trouxe com a adesão à comunidade europeia. As equidades, justiças sociais e económicas, transparência, informação, estão muito mais presentes nas novas gerações.

    Neste sentido, e aproveitando o facto de estarem a decorrer dois concursos – para jovens arquitectos e para quem ainda está na universidade – é possível verificar que as propostas vão muito ao encontra dessa circularidade, sustentabilidade, dessa preocupação com o Planeta? É isso que retiram destas propostas?
    Sem dúvida. E também aqui elogiar o papel que as escolas têm. Ainda não é generalizado, mas pensamos que a esse nível já vêm muitas escolas a programar o seu currículo no sentido da atenção a estes assuntos. Nós tivemos propostas de todo o Mundo, o que nos permite ter uma visão do que é que as diferentes escolas podem fazer.

    E é possível, através das diferentes propostas, ter uma ideia das preocupações e também a origem das próprias propostas?
    Apesar de sermos júri não tínhamos acesso à origem das propostas e quais eram as escolas, o que nos permitia concentrar apenas no projecto apresentado, mas é curioso que depois no final, quando se cruzaram as propostas com os lugares de onde vinham, demo-nos conta de há escolas que estão a trabalhar para diferentes partes do Mundo. Portanto até tematicamente, nota-se uma preocupação mais global e que as escolas procuram temas que sejam cruciais para o seu currículo, e que não são, necessariamente, problemáticas do País de origem. Aquele projecto que, inicialmente, poderíamos achar que seria de uma escola em África, não era de todo, o que torna bastante interessante. Ultimamente há também um factor muito comum nas escolas de arquitectura que é receber estudantes estrangeiros, o que põe em confronto ideias e perspectivas diferentes.

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

    Jornalista
    Mais artigos
    Empresas

    Simon marca presença na Light + Building

    O stand, localizado no pavilhão 11, “é um reflexo da sua filosofia onde os espaços estão no centro das experiências dos utilizadores”

    CONSTRUIR

    Com mais de 100 anos de percurso e uma grande experiência em interfaces, iluminação e controlo de luz, a multinacional Simon vai marcar presença, pela primeira vez, na feira Light& Building. O stand, localizado no pavilhão 11, “é um reflexo da sua filosofia onde os espaços estão no centro das experiências dos utilizadores”. Com um estilo completamente neutro, o suporte melhora o resultado do “controlo significativo” das luminárias na criação de ambientes e cenários, adaptando a luz a determinadas situações e estados de espírito inspiradores, realçando a arquitectura e utilizando-a para dotar qualquer espaço de emoção.

    Com um portefólio de 360 produtos, a Simon irá dar a conhecer algumas das suas soluções para o âmbito residencial com uma série de mecanismos globais e séries inteligentes que permitem a personalização dos espaços, até soluções para o sector terciário com iluminação por contrato e controlo de luz, conectividade para postos de trabalho e iluminação exterior para a iluminação pública e privada. Além disso, a Simon apresenta a sua nova gama de carregadores de veículos eléctricos para os âmbitos privado e público.

    Para a habitação, a Simon apresenta a experiência de casa conectada de forma simplificada. Entre as possibilidades oferecidas pela digitalização dos espaços, com a Simon iO, o novo sistema de controlo doméstico, ligam-se mecanismos inteligentes (interruptores, tomadas e termóstatos) para criar atmosferas personalizadas em todos os momentos. Estes são facilmente controlados a partir da aplicação Simon iOno smartphone ou com os assistentes de voz da Amazon, Alexa ou Hey Google, de forma a permitir um mundo de experiências únicas e adaptadas ao estilo de vida das pessoas, de forma fácil e mesmo sem modificar a instalação.

    Os dispositivos Simon iO, como o Simon 100 e Simon 270, utilizam protocolos baseados em normas Wireless e podem comportar-se como interruptores tradicionais ou mecanismos inteligentes. Além das possibilidades de medição e gestão do consumo por parte do utilizador, o Simon 270 possui novas contribuições para a sustentabilidade: certificado Cradle to Cradle de nível bronze e toda uma nova proposta de embalagem sustentável que também lhes rendeu reconhecimento nos IF Awards e prémios Delta.

    No que toca à mobilidade eléctrica, a empresa concebeu três novos pontos de carregamento de fácil instalação, mantendo o equilíbrio entre funcionalidade, preço, estética e grande durabilidade. Estão integrados numa plataforma própria de gestão de pontos de carregamento e possuem uma coroa de LED 360º para sinalização em parques de estacionamento exteriores em vias públicas. Está disponível com potências diferentes para parques de estacionamento em empresas e outros ambientes contratuais, como hotéis e centros comerciais. E um terceiro modelo concebido para o âmbito residencial, com a máxima simplicidade de utilização e a possibilidade de integração em sistemas de terceiros, desde habitações unifamiliares a condomínios.

    Desde 2020, a ProtoPixel é a parceira tecnológica da Simon na sua jornada de digitalização da luz em todos os seus produtos físicos de forma a avançar para uma iluminação dinâmica e conectiva. Também esta empresa tem o seu próprio espaço no stand da Simon, onde é possível experimentar e viver na primeira pessoa a criação da unidade mínima da luz, o pixel. “É uma viagem experimental ao longo da qual podemos ver como o pixel ganha valor desde o momento em que entra na plataforma da ProtoPixel até atingir o seu objetivo final: materializar a visão da luz”.

    A flexibilidade e o conforto são fundamentais na hora de pensar em como se conectar, seja num escritório privado, numa sala de reuniões de trabalho colaborativo ou numa área aberta. Para os locais de trabalho, a Simon possui uma vasta gama de soluções, desde a distribuição eléctrica sob o chão até aos postos de trabalho, passando por sistemas de cablagem personalizáveis com acesso à conectividade eléctrica, voz, dados e multimédia.

    Com soluções universais compatíveis com as tecnologias de controlo padrão (1-10 V, DALI, PWM, KNX…) e para se adaptar ainda mais ao tipo de luminárias, no que diz respeito às óticas, difusores, reflectores, lentes e reflectores dos produtos Simon, permite oferecer luz de elevada qualidade, eficiente e confortável, adaptando-se às necessidades e aos efeitos de iluminação desejados.

    Ainda em parceria com a Finsa, a Simon criou a Finsa & Simon CoLLab, a partir da qual desenvolveu murais conectivos. Pela primeira vez, fundiram dois elementos, iluminação e madeira, que juntos criam um sistema inovador. Os seus murais conectivos incorporam toda a tecnologia da Simon nas tábuas técnicas de madeira da Finsa.  

    Cada painel é especificamente concebido para satisfazer as diferentes necessidades arquitectónicas e de iluminação de qualquer projecto, através de um um sistema industrializado, pré-instalado, modular, prático e estético.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    Laskasas permite pagamentos com criptomoeda

    A marca Laskasas disponibiliza o pagamento em criptomoedas, tanto nas suas lojas físicas como na plataforma online. Uma resposta à crescente exposição internacional da marca

    CONSTRUIR

    A empresa estabeleceu uma parceria com a empresa Utrust, especialista em gestão de pagamentos por criptomoeda, através da qual é agora possível converter directamente euros em moeda criptográfica, tornando o processo de compra mais seguro e mais célere. No trabalho conjunto com a Laskasas, a empresa torna mais ágil a troca entre a marca e os seus clientes, aproveitando as vantagens do blockchain.

    Para todos os que preferem comprar online, sem sair do conforto das suas casas, o processo passa apenas pela selecção da moeda criptográfica com a qual deseja efectuar o pagamento. Após esta selecção, os euros alocados ao processo são convertidos e o pagamento efectuado a partir duma carteira virtual do utilizador. Basta confirmar-se a transacção e o processo está concluído.

    Para os clientes que preferem deslocar-se à loja, é gerada uma factura que é posteriormente enviada, via email, para poder ser paga exactamente com o mesmo método de carteira virtual.

    “Sendo a Laskasas uma referência internacional crescente, com um portefólio de clientes e um nível de exportação superior, faz todo o sentido inovar os processos de pagamento, permitindo que, tanto clientes nacionais como internacionais, possam realizar as suas compras de forma confortável, rápida e, acima de tudo, mais segura do que nunca. É um método de inovação que já ambicionávamos alcançar, sendo mais um ponto que nos diferencia da concorrência e no segmento do design das peças de decoração”, justifica Celso Lascasas, CEO da Laskasas.

    As criptomoedas e a carteira virtual são um novo sistema de pagamento digital descentralizado e que não necessita da aprovação de bancos para verificar e confirmar transacções, visto que não se encontra alocado a nenhum. Os pagamentos em criptomoeda existem apenas como valores digitais num banco de dados online que regista todas as transacções publicamente – denominado de blockchain – armazenando estas trocas e moedas virtuais em carteiras digitais, pertencentes a cada um dos utilizadores e protegidas através de métodos de segurança.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Mafra lança concurso para construção de habitação municipal

    A construção de 17 fogos, enquadra-se no âmbito da Estratégia Local de Habitação. O preço base do concurso é de 2,5 milhões de euros, acrescido de IVA

    CONSTRUIR

    A Câmara Municipal de Mafra vai lançar um concurso público, destinado à construção de 17 fogos de habitação municipal, no âmbito da Estratégia Local de Habitação, projecto este inserido em candidatura do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Para este procedimento, considera-se um preço-base de cerca de 2,5 milhões de euros, acrescido de IVA à taxa legal em vigor.

    Com a construção destes fogos, a autarquia pretende apoiar agregados familiares do Concelho de Mafra em situação de carência habitacional, assim contribuindo para a promoção do desenvolvimento social coeso e inclusivo.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    Remax Portugal conquista prémios na Convenção Europeia

    O prémio “Outsanding Achievement in Commissions” coube à Remax Latina II, tendo a dupla Daniel Henriques e Diogo Lampreia da Remax Siimgroup Capital sido reconhecida com o prémio “Outstanding Achievement”

    CONSTRUIR

    A rede imobiliária Remax realizou recentemente a sua Convenção Europeia 2022, realizada em Cannes, França, tendo Portugal sido distinguido com diversos prémios. Neste sentido, a Remax Latina II foi galardoada com o prémio “Outsanding Achievement in Commissions” e a dupla de agentes Daniel Henriques e Diogo Lampreia da Remax Siimgroup Capital que foi reconhecida com o prémio “Outstanding Achievement”.

    Estas distinções europeias somam-se a outros prémios que Portugal tem alcançado nos últimos anos a nível global, entre elas de melhor região do ano da rede Remax, melhor director geral, além de vários “Agentes com Maior Volume de Facturação”.

    Para Beatriz Rubio, CEO da Remax Portugal, “estes prémios são um justo reconhecimento para os nossos profissionais, porque os distinguem por resultados objectivos, mas também representam uma linha de continuidade do nosso mercado como um dos melhores do mundo. A Remax Portugal investe bastante na formação dos seus agentes e estes prémios confirmam que a nossa estratégia é a mais acertada, para prestarmos um serviço que os portugueses reconhecem com a sua preferência pela nossa marca.”

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    Grupo Mota-Engil compra 20% da participada angolana por 24M€

    O Estado angolano concluiu o processo de privatização dos 20% do capital social que tinha na Mota Engil Angola. Fazendo jus do direito de preferência, o Grupo Mota-Engil detém agora 71% do capital social da construtora angolana

    CONSTRUIR

    O Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE) tornou público que ficou concluído o concurso público para privatização de 20% do capital social da Mota Engil Angola, detido indirectamente pelo Estado através da Sonangol Holdings. Tendo a participação social representativa de 20% do capital da Mota Engil Angola sido adjudicada à empresa do grupo Mota Internacional Comércio e Consultoria Económica, pelo valor de dez mil milhões de kwanzas (cerca de 24 milhões de euros), através do exercício do direito de preferência na sua qualidade de accionista.

    O grupo Mota-Engil detém agora 71% do capital social da empresa angolana. Constituída em em 2010 a Mota-Engil Angola, tornou-se na maior empresa de construção e obras públicas de direito angolano a actuar no sector. Adicionalmente, tem tido uma acção crescente em outras áreas de negócios, tais como o ambiente e serviços, concessões de transporte, logística e indústria.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Comissão Técnica vai estudar cinco opções para o novo Aeroporto de Lisboa

    Esta comissão independente deverá, até ao final de 2023, apresentar a sua avaliação ambiental estratégica e “os seus trabalhos serão acompanhados por uma comissão de acompanhamento que será presidida pelo Conselho Superior de Obras Públicas”

    Ricardo Batista

    O Conselho de Ministros aprovou, esta quinta-feira, um conjunto de diplomas, nomeadamente a criação de uma comissão técnica independente para proceder à avaliação ambiental estratégica do futuro aeroporto de Lisboa. Montijo, Alcochete e Santarém serão as localizações consideradas, podendo ou não ser complementadas com o actual Aeroporto Humberto Delgado.

    Solução dual em que o Humberto Delgado será o aeroporto principal e o do Montijo complementar; Solução dual em que Montijo adquire progressivamente estatuto de aeroporto principal e o Humberto Delgado o de complementar; Aeroporto no campo de tiro de Alcochete e que substituiria de forma integral o aeroporto Humberto Delgado; Humberto Delgado com estatuto de principal e Santarém o de complementar; Novo aeroporto internacional em Santarém e que substitua de forma integral o Humberto Delgado. Estas são as opções a ser analisadas pela comissão técnica independente que, segundo o comunicado, “terá um coordenador geral que será designado pelo Primeiro-Ministro sobre proposta do presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, do presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável e do presidente dos Conselho dos Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP).

    Esta comissão independente deverá, até ao final de 2023, apresentar a sua avaliação ambiental estratégica e “os seus trabalhos serão acompanhados por uma comissão de acompanhamento que será presidida pelo Conselho Superior de Obras Públicas”, integrando ainda os presidentes das camaras municipais “de Alcochete, Benavente, Lisboa, Loures, Montijo e Santarém e outras que “entender acrescentar”.

    Quanto às obras na Portela, o ministro salienta que “o novo aeroporto vai demorar, e nós temos urgência já hoje”. Assim, “as obras na Portela, não permitindo aumentar a capacidade, vão permitir aumentar a fluidez da operação e vai dar ganhos do ponto de vista dos atrasos“, por exemplo, sublinhou. Será preciso fazer a negociação com a ANA para as intervenções que são necessárias.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
    Mais artigos

    Arq. José Mateus, Presidente da Trienal de Arquitectura de Lisboa 5.7.2017 © Luisa Ferreira

    Arquitectura

    “A reflexão é o Mundo, a cidade de encontro é Lisboa”

    Entre 29 de Setembro e 5 de Dezembro, Lisboa recebe a 6ª edição da Trienal de Arquitectura. Ao incidir na degradação das condições ambientais, alterações climáticas e todas as suas consequências globais, a Trienal procura um novo paradigma para o qual estão convocados, não só os arquitectos, mas também o público não especializado e a classe politica. Até Outubro decorrem as candidaturas para a curadoria da 7ª edição, a acontecer em 2025

    Cidália Lopes

    À Traço, José Mateus, presidente da Trienal de Arquitectura de Lisboa, falou sobre a importância desta edição que “direcciona o seu olhar para o mundo e que convida esse mundo para se encontrar em Lisboa”. Um “envolvimento planetário”, que se destaca pelo temas escolhidos, mas também nas equipas de curadores que escolhe e na exigência de alargamento geográfico. Esta edição é disso exemplo, que convoca as universidades de todo o Mundo, pela sua capacidade de investigação e cruza esse conhecimento com quem trabalha na profissão diariamente

    Esta é a 6ª edição. Quais as principais diferenças em termos de evento das primeiras edições?

    Essencialmente o tema, que é totalmente focado nas questões ambientais e sociais daí decorrentes. De resto, seguimos o modelo que fomos consolidando ao longo do amadurecimento da Trienal. Elegemos um tema fundamental em termos públicos ou disciplinares e com a equipa de curadores designados estabelecemos e partilhamos uma reflexão e um debate profundo dividido em diversos sub-temas, que correspondem às exposições principais. Como extensão e aprofundamento das exposições publicamos livros, que não são catálogos, mas estudos e reflexões mais densas e completas, que continuam a partilha do tema da Trienal após o seu encerramento. Depois, como sempre, temos os dias de debate com conferencistas indicados pelos diversos curadores, de forma a estabelecermos um debate que cruze os temas das várias exposições.

    Uma particularidade desta edição é o facto do envolvimento das universidades ser transversal a todas as quatro exposições principais. No fundo, dada a extrema complexidade e urgência do tema desta edição, queríamos convocar e cruzar todo o conhecimento e capacidade de investigação que emana das universidades com o de quem trabalha na prática da profissão no dia-a-dia. Nas edições anteriores, o contributo das universidades debruçava-se sobre um tema específico e dava lugar a uma exposição com uma certa autonomia. Preferimos este modelo.

    Um outro aspecto importante em termos de organização, é o facto de termos decidido que a sede da Trienal, o Palácio Sinel de Cordes, é o lugar principal para acolher os projectos independentes, que, pela sua grande variedade de abordagens e formato, vai tornar a nossa sede um espaço de encontro diário, de um dinamismo muito forte.

    De resto, naturalmente que mais uma vez vamos atribuir, com a Fundação Millennium Bcp, os prémios Carreira; Début e Universidades.

    Sintetizando, teremos 4 exposições,  “Ciclos“ no CCB – Garagem Sul, “Retroactivar“ no MAAT, “Multiplicidade“ no MNAC e “Visionárias“ na Culturgest, todas elas acompanhadas de um livro cada e de um debate cruzado ao longo dos dias das Talk Talk Talk na Fundação Calouste Gulbenkian.

    E em termos do seu efeito pós evento? Até que ponto a própria Trienal tem permitido determinar novos paradigmas sobre e para a arquitectura?

    Diria que o “pós evento“, as consequências ou influência daquilo que apresentamos, será seguramente o que mais nos interessa. Mas, não nos interessa a arquitectura como disciplina isolada, que na realidade nunca o pode ser, como é o caso do tema desta edição.

    Em termos disciplinares, o nosso objectivo é abordar os temas de uma forma profunda, crítica e credível em termos disciplinares, teóricos ou académicos e assim dar um contributo relevante para a nossa profissão. Por outro lado, interessa-nos estabelecer um contacto forte com o público não especializado, que inclui o público adulto, juvenil e infantil. A esse nível, temos cada vez mais uma programação extensa em termos de actividades pedagógicas ligadas às várias exposições e que estabelecem a ponte com essa grande diversidade de públicos. Mas, tudo isto interessa-nos porque só com conhecimento novo, partilhado, assimilado e entendido é que a sociedade se questiona a si própria e avança. Por isso é que é sempre muito importante mas em particular nesta edição chegarmos à classe política, que evidentemente tem um papel decisivo na mudança de paradigmas, como aquela que precisamos de activar nos dias de hoje face à degradação das condições ambientais, alterações climáticas e todas as suas consequências globais.

     

    Arq. José Mateus, presidente da Trienal de Arquitectura de Lisboa © Luísa Ferreira

    A Trienal é, de certa forma, um legado para as gerações futuras. O que gostaria de dizer a quem está agora a começar?

    A arquitectura é uma profissão extraordinária, pois toca profundamente na vida das pessoas, mas que obriga a um trabalho permanente de aquisição de conhecimento, de experiência, que é consolidada combinando prática, investigação técnica e aprofundamento teórico. Mais do que antes, neste tempo em que a realidade avança a uma velocidade vertiginosa e em que a regeneração e manutenção do equilíbrio ambiental passam também muito pelo campo de trabalho dos arquitectos, a nossa profissão necessita do contributo de todos aqueles que tenham a capacidade para lhe dedicarem as suas vidas, de modo profundo. É um desafio muito exigente e difícil, que nos obriga a uma disposição de permanente aprendizagem, de questionamento de práticas e pensamento que antes eram para nós dados adquiridos, mas também por isso maravilhoso.

    Pela diversidade de iniciativas que a Trienal abrange diria que mais do que ser a Trienal de Lisboa, é a Trienal do Mundo, sem fronteiras: É este o propósito destes eventos e será assim o seu futuro?

    É a Trienal de Lisboa, que direcciona o seu olhar para o mundo e que convida esse mundo para se encontrar em Lisboa para escutar, partilhar, debater, estabelecer laços com a cidade e com quem nela se encontra em torno de um tema.

    Sempre foi assim, mas gosto da expressão “Trienal do Mundo“, pois apesar de acontecer em Lisboa, envolve sempre contributos de gente de partes muito diversas do mundo e porque tem subjacente uma ideia de pertença, que é mais bela e com maior potencial nesse alargamento ao mundo. Somos uma Trienal que convoca esse envolvimento planetário, desde logo nos temas que elege, nas equipas de curadores que escolhe e na exigência de alargamento geográfico do projecto curatorial que debate e aprova. Esta edição, é um exemplo muito claro disso. Respondendo directamente à pergunta, sim, é esse o propósito destes eventos. Quanto ao futuro, afirmá-lo seria retirar espaço a quem nos sucederá na frente da Trienal, coisa que não gostaria de fazer.

    Tendo em conta a dimensão da Trienal, existe a intenção de criar uma ramificação da mesma no Porto, à semelhança do que já é feito com a Open House, por exemplo?

    Não temos intenção de criar uma ramificação da Trienal no Porto. Já analisámos no passado essa possibilidade, tal como em Madrid, Londres e Nova Iorque, mas percebemos que seria uma má estratégia, pois a dispersão de atenção operativa e de meios financeiros, que sempre são insuficientes, iria enfraquecer a clareza, intensidade e profundidade do trabalho que estamos a fazer em Lisboa. A reflexão é o Mundo, a cidade de encontro é Lisboa. Tal como acontece em Oslo, Veneza  e em outras Bienais.

    Alguma novidade para a edição de 2025?

    Está lançado o call para apresentação de candidaturas à direcção curatorial da 7ª edição, que deverão ser entregues em Outubro. Como sempre, alargamos ao máximo possível o tempo para os curadores trabalharem. É a primeira condição fundamental para se conseguir assegurar qualidade, três anos de trabalho.

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

    Jornalista
    Mais artigos
    Imobiliário

    Henderson Park investe 25M€ na modernização do Lagoas Park

    Em comunicado, a imobiliária revela que está “a investir no futuro do Lagoas Park, para proporcionar um ambiente e uma comunidade que garantam as necessidades e expectativas em constante mudança das cerca de 90 empresas e 7.000 pessoas que visitam e trabalham diariamente no Lagoas Park”

    CONSTRUIR

    A Henderson Park Capital, empresa imobiliária de capitais privados, que adquiriu o Lagoas Park em 2020, anunciou esta quinta-feira um programa de investimento de 25 milhões de euros para a modernização do Lagoas park. O projeto, a realizar ao longo dos próximos quatro anos, contará com a modernização de instalações e espaços colaborativos, quer para visitantes, quer para os colaboradores que trabalham no Parque. As áreas exteriores serão remodeladas, incluindo a praça central, a galeria comercial e áreas comuns, em conjugação com a remodelação dos interiores dos edifícios de escritórios.

    Em comunicado, a imobiliária revela que está “a investir no futuro do Lagoas Park, para proporcionar um ambiente e uma comunidade que garantam as necessidades e expectativas em constante mudança das cerca de 90 empresas e 7.000 pessoas que visitam e trabalham diariamente no Lagoas Park”. As obras iniciaram-se em 2021, com melhorias já concluídas em alguns dos edifícios e espaços de escritórios. O investimento vem também reforçar as credenciais de sustentabilidade do Lagoas Park, com o objetivo de obter certificação BREEAM, em todos os edifícios no Parque com uma classificação mínima de ‘Very Good’.

    “Em 2002, ano da sua inauguração, o Lagoas Park foi considerado “Best-in-Class” Office Park. Este plano de investimento vai garantir que o Parque permaneça entre os principais parques empresariais da Europa e se adapte às exigências em constante mudança dos inquilinos nacionais e internacionais na dinâmica do mercado de escritórios de Lisboa” diz Ronan Webster, Diretor de Gestão de Ativos, Henderson Park. “Os parques de escritórios de sucesso do futuro, como o Lagoas Park, vão adaptar-se às necessidades em evolução permanente de todos os inquilinos, para dar resposta ao novo ambiente de trabalho e disponibilizar instalações modernas, com preocupações de bem-estar, serviços e espaços comunitários colaborativos para que todas as atividades que decorrem no parque possam crescer”, acrescenta.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    Navegue

    Sobre nós

    Grupo Workmedia

    Mantenha-se conectado

    ©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.