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BMI é parceira da Associação Passivhaus Portugal

Soluções eficientes aproximam BMI e Passivhaus em Portugal Parceria representa reconhecimento da BMI enquanto fornecedora de sistemas com prestações que cumprem os exigentes requisitos internacionais A BMIacaba de se tornar parceira estratégica da Associação Passivhaus Portugal,organização criada em 2012, no seguimento da estratégia definida pela Homegrid e pelo PassivhausInstitut para a implementação e desenvolvimento do …

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BMI é parceira da Associação Passivhaus Portugal

Soluções eficientes aproximam BMI e Passivhaus em Portugal Parceria representa reconhecimento da BMI enquanto fornecedora de sistemas com prestações que cumprem os exigentes requisitos internacionais A BMIacaba de se tornar parceira estratégica da Associação Passivhaus Portugal,organização criada em 2012, no seguimento da estratégia definida pela Homegrid e pelo PassivhausInstitut para a implementação e desenvolvimento do …

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  • Soluções eficientes aproximam BMI e Passivhaus em Portugal
  • Parceria representa reconhecimento da BMI enquanto fornecedora de sistemas com prestações que cumprem os exigentes requisitos internacionais

A BMIacaba de se tornar parceira estratégica da Associação Passivhaus Portugal,organização criada em 2012, no seguimento da estratégia definida pela Homegrid e pelo PassivhausInstitut para a implementação e desenvolvimento do conceito Passivhaus no nosso país.

Esta parceria entre a BMI Portugal e a Associação Passivhaus Portugal representa o reconhecimento da eficiênciadas soluções BMI para coberturas inclinadas e planas, nomeadamente pelo desempenho na sustentabilidade energética e ambiental, que está na base de todo o conceito Passivhaus.

Carlos Hernandez, CEOBMI Portugal, Espanha e Itália explica que a estratégia da BMI, quer a nível nacional quer nos restantes países onde está presente, “é ir além da produção de coberturas”, oferecendo “sistemas completos que permitam responder aos desafios da construção eficiente e sustentável”. O mesmo responsável sublinha que “a BMI não é apenas uma gama de produtos, mas também um manancial de conhecimento que é partilhado pelos seus técnicos em múltiplas ações de aconselhamento durante o processo construtivo”.

Ossistemas de cobertura BMI inserem-se na lista de critérios enumerados pelo conceito de construção Passivhaus e contribuem para o cumprimento dos seus apertados requisitos. Pedro Abrantes, Diretor Comercial da BMI Portugal, destaca os sistemas Tectum Pro e TectumFirst, que já têm prestações de eficiência energética que possibilitam apresentar um consumo energético quase nulo, e sublinha que a conformidade com os critérios Passivhaus “decorre da adoção de materiais tecnologicamente avançados e sustentáveis,de elevadas prestações a nível de isolamento, com uma resistência térmica entre 30% e 50% superior aos materiais tradicionais e consequente eficiência energética; impermeabilização com estanquicidade ao vapor de água e ventilação; e novos acabamentos macho-fêmea que melhoram a resolução das pontes térmicas”.

João Marcelino, presidente da direcção da Associação PassivhausPortugal, salienta:“É com extrema satisfação que recebemos a BMI na rede Passivhaus em Portugal, uma vez que se trata de um grupo que dispõe de soluções construtivas totalmente em linha com o elevado desempenho exigido pela Passivhaus. Este fortalecimento da rede Passivhaus é fundamental para continuar a fazer crescer o conceito em Portugal e com isso melhorar a qualidade do parque edificado em Portugal.”

 

O que é a Passivhaus

O conceito Passivhaus nasceu na Alemanha, com o objetivo de promover ummodeloconstrutivoque contribua para a redução do consumo energético e a sustentabilidade. Para obter uma classificaçãoPassivhaus, a edificação tem de respeitar cinco exigentes princípios:

  • Adequados níveis de isolamento da envolvente do edifício;
  • Sistema de ventilação com recuperação de calor;
  • Estanquicidade ao ar da envolvente do edifício;
  • Janelas e portas Passivhaus (que cumprem os requisitos de estanquicidade e isolamento térmico);
  • Redução das pontes térmicas na envolvente do edifício.

A nível energético, o resultado é uma casa com a mais elevada eficiência a nível mundial: as poupanças de energia atingem os 75% em comparação com os edifícios convencionais, respeitando adefinição do NZEB – Nearly Zero Energy Building (edifício com necessidades quase nulas de energia).

Devido à eficiência energética, uma Passivhaus não só regista uma redução drástica das emissões de CO2, como contribui ainda para a proteção climática devido à menor dependência de combustíveis fosseis. As baixas necessidades energéticas de uma habitação que cumpre estes requisitos sustentáveis podem ser facilmente supridas por fontes renováveis de energia.

Este modelode construçãocontribui ainda para o bem-estar e a saúde dos ocupantes, já que o ambiente interior num edifício Passivhaus é caracterizado pela boa qualidade do ar, conforto térmico (temperatura mínima 20ºC e temperatura máxima 25ºC) e inexistência de grandes variações térmicas.

Embora uma casa Passivhauspossa ser construída ao mesmo preço que um edifício convencional, os custos de operação são substancialmente mais baixos que um edifício convencional, devido às reduzidas necessidades energéticas e de manutenção.

 

 

Saiba mais em:

https://www.passivhaus.pt/

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O índice relativo à evolução da Carteira de Encomendas, que mede a opinião dos empresários quanto ao volume de obras previstas,
apresenta, em Junho, uma variação homóloga de 7%, superior aos 3,5% registados em Maio.

Os dados constam do Barómetro da Reabilitação promovido pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), segundo o qual “estas variações reflectem, em larga medida, um efeito base resultante das quebras verificadas nos meses homólogos do
ano passado, em resultado dos impactos iniciais da pandemia”.

Em Junho, de acordo com a informação recolhida no inquérito mensal da AICCOPN aos empresários do sector que actuam no segmento da
Reabilitação Urbana, o índice que mede a evolução do Nível de Actividade regista uma taxa de crescimento de 7,2%, em termos homólogos, praticamente igual aos 7,3% observados no mês anterior.

A produção contratada, ou seja o tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção, situou-se em 9,3 meses, acompanhando a
tendência recente verificada ao nível da carteira de encomendas.

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Mota-Engil entre as 100 maiores construtoras do mundo

A Mota-Engil foi a única empresa portuguesa a entrar no ranking anual do estudo “Global Powers of Construction” da Deloitte, referente a 2020

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A Mota-Engil foi a única empresa portuguesa a entrar no ranking anual do estudo “Global Powers of Construction” da Deloitte, referente a 2020. A empresa ocupa a 76.ª posição, na tabela das 100 maiores construtoras do mundo, mantendo assim o lugar que já lhe pertencia em 2019.

Segundo o estudo da consultora internacional, a Mota-Engil encerrou o ano de 2020 com vendas na ordem dos 2.775 milhões de dólares e com uma capitalização bolsista de 396 milhões de dólares.

O relatório “Global Powers of Construction 2020” (GPoC) classifica as 100 principais empresas de construção global com base nas vendas e as 30 principais empresas com base na capitalização de mercado. À semelhança das edições anteriores, o relatório analisa as perspectivas macroeconômicas actuais do sector de construção e prevê o seu crescimento nos principais mercados.

As empresas chinesas continuam a dominar o ranking das 100 primeiras por receitas, com 6 empresas entre as 10 primeiras em termos de vendas. No entanto, há apenas uma empresa chinesa no ranking das 10 primeiras por capitalização de mercado e duas empresas chinesas no ranking das 10 primeiras por vendas internacionais.

O GPoC analisa os principais indicadores financeiros dos principais participantes – desempenho em termos de receita, capitalização de mercado, presença internacional, diversificação, lucratividade, endividamento e outros índices financeiros.

Em 2020 a receita agregada dos 100 maiores players do mundo neste sector aumentou 3,7%, face ao ano de 2019, enquanto a capitalização de mercado desceu 6,9%, tendo em conta o mesmo período.

Segundo o mesmo relatório, espera-se que as receitas na indústria da construção mantenha uma taxa de crescimento de 3,6% por ano durante os próximos dois anos.

Segundo o estudo, apesar do enorme impacto da pandemia COVID-19, a indústria de construção foi menos afetada do que outras indústrias durante 2020. No entanto, a pandemia impactou as perspectivas de crescimento para os próximos anos, em virtude do maior endividamento causado pelo aumento nos gastos públicos necessários para mitigar a crise da COVID-19. Este facto pode comprometer a sustentabilidade das finanças públicas de alguns países e, consequentemente, as suas possibilidades de investimento em infraestruturas.

No entanto, a crise deverá ter um efeito limitado sobre as megatendências de longo prazo que impulsionarão o crescimento nos próximos anos: crescimento populacional e urbanização, mudanças climáticas e descarbonização da economia e tecnologia e transformação digital.

O impacto da crise da COVID-19 nas finanças públicas fará com que a cooperação público-privada se torne uma opção fundamental para garantir o investimento em infraestrutura.

O relatório deste ano também inclui uma secção que analisa uma série de tendências que têm moldado a construção nos últimos anos ou que se espera que tenham um grande impacto no futuro próximo, levando em consideração as novas prioridades pós-pandêmicas.

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Viseu investe 4,5M€ em Área de Acolhimento Empresarial

A 1ª fase das obras de urbanização da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa prevê já a construção e implementação de peças e estruturas essenciais para o bom funcionamento do espaço

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O Executivo municipal de Viseu aprovou, em reunião de Câmara, o lançamento do concurso para a construção da primeira fase da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa (AAEL). O prazo definido para a execução da obra é de 12 meses e representa um investimento global superior a 4,5 milhões de euros.

A 1ª fase das obras de urbanização da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa prevê já a construção e implementação de peças e estruturas essenciais para o bom funcionamento do espaço. Por exemplo, serão incluídas na empreitada infraestruturas hidráulicas, ETAR, plano de acessibilidades, arquitectura paisagista, plano de segurança e saúde ou o plano de prevenção e gestão de resíduos, entre outras peças. Saliente-se que o investimento contará com financiamento através de fundos europeus (CCDR – Centro) na ordem dos 85%.

“O Município de Viseu definiu, como um dos seus eixos prioritários, transformar o concelho num polo de atractividade de investimento, no domínio da Competitividade Empresarial. A AAE de Lordosa é uma obra fundamental para fomentar é um passo decisivo para cumprir este objectivo”, explica Conceição Azevedo, Presidente da Câmara Municipal de Viseu. A estrutura é ainda fundamental para a dinamização do Norte do Concelho, que poderá desta forma aumentar o emprego qualificado na região e, consequentemente, a fixação das populações.

Numa primeira fase, a AAEL irá suprir uma clara falha de mercado existente na região, atendendo à escassez de oferta de solo para a instalação de empresas, em contraponto com a elevada procura. Posteriormente, proporcionará às empresas um ambiente de negócios favorável e propício à melhoria da sua competitividade e ao aumento da cooperação empresarial. A infraestrutura deverá começar a receber empresas a partir de 2022. “Com mais este importante investimento, esperamos potenciar a centralidade geográfica de Viseu e, dessa forma, captar para o concelho e para a região, investimento directo estrangeiro qualificado”, adianta a autarca.

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Braga recupera Escola Francisco Sanches para construir Centro Cultural

O projecto propõe a reabilitação geral de todo o edifício, dotando as suas divisões com conforto e renovação necessárias para albergar as funções culturais no âmbito das actividades das artes visuais e performativa

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A Câmara Municipal de Braga vai abrir o concurso público para a reabilitação da antiga escola Francisco Sanches, onde será criado um centro cívico de matriz cultural. A abertura de procedimento concursal é submetida à próxima Reunião do Executivo Municipal.

Com um preço-base de 1,7 milhões de euros, o projecto vai transformar a antiga escola Francisco Sanches num equipamento de referência, alinhado com a estratégia cultural da Cidade para 2030 e com a candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultural em 2027.

O projecto propõe a reabilitação geral de todo o edifício, dotando as suas divisões com conforto e renovação necessárias para albergar as funções culturais no âmbito das actividades das artes visuais e performativas. O objectivo passa por maximizar o enorme potencial do edifício, que conta com uma área global de 6.415m2, e aproveitar a sua centralidade. Recorde-se que o edifício da antiga escola Francisco Sanches fica situado no coração da Freguesia de S. Victor, estabelecendo a ligação entre o Centro Histórico e a Universidade do Minho.

Após a reabilitação, o edifício irá receber o Arquivo Municipal, incluindo o arquivo histórico, serão criadas salas de consulta e uma biblioteca, uma zona de tratamento e higienização de documentos.

A ideia é que o público se aproprie progressivamente da utilização do edifício, colocando à disposição as zonas que forem ficando disponíveis. A Autarquia vai também garantir a continuidade da utilização de algumas das estruturas que já se encontram sediadas no edifício e incorporar novas dinâmicas que possam resultar o debate em torno da estratégia cultural 2030.

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“Matosinhos Casa Acessível” investe 16,5M€ em habitação no concelho

O investimento é destinado à construção de 140 novos apartamentos no âmbito da operacionalização da Estratégia Local de Habitação de Matosinhos

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No âmbito da operacionalização da Estratégia Local de Habitação, a MatosinhosHabit vai celebrar um contrato de arrendamento habitacional para subarrendamento de imóveis ao abrigo do programa “Matosinhos: Casa Acessível” com a portuguesa GHF. A empresa será responsável pela construção e promoção imobiliária, que vai possibilitar a construção de 140 apartamentos em regime de renda cessível. na zona de São Mamede de Infesta.

“A concretização deste novo contrato vai permitir progredir na meta definida pelo município, de 500 contratos de arrendamento acessível até 2025. Este acordo prevê a concretização de 28% desse objetivo. Estamos também a responder de forma objectiva às necessidades habitacionais identificadas na Estratégia Local de Habitação de Matosinhos, sublinhou Tiago Maia, administrador da MatosinhosHabit.

Com um investimento de 16,5 milhões de euros, o empreendimento, localizado em São Mamede de Infesta, será composto por três blocos e englobará apartamentos de tipologia T1 a T3. A localização deste projecto também contribuirá para o aumento da oferta de habitação, numa freguesia onde a inflação imobiliária, tem prejudicado a garantia de habitações a preços acessíveis.

A construção irá iniciar-se no final do corrente ano, estando a sua conclusão prevista até final do segundo trimestre de 2023.

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Invenio constrói Silva Porto Flats para a Imolote

Imolote vai construir um condomínio fechado com 16 apartamentos na Rua Silva Porto e avança no último trimestre de 2021 com outro projecto na mesma zona da cidade

Ricardo Batista

A Invenio vai ser responsável pelos trabalhos de construção do mais recente investimento promovido pela Imolote. Trata-se do Silva Porto Flats, um empreendimento residencial cuja edificação deve arrancar em breve e que ficará localizado próximo do Carvalhido e da Constituição.

O empreendimento faz parte de um conjunto de investimentos avaliados em 12 milhões de euros que a promotora tem realizado nos últimos anos. Contando com o Silva Porto Flats, a Imolote na construção de três edifícios em zonas de referência na cidade, incluindo o empreendimento Serpa Pinto 475 e o edifício Covelo Flats.

Este novo empreendimento irá resultar da edificação de um condomínio fechado, constituído por um edifício de apenas quatro pisos, com 16 apartamentos de tipologias T1, T2 e T3. Trata-se de uma construção de duas frentes, com apartamentos orientados a nascente ou a poente, dispondo de amplas varandas ou terraços. No piso térreo, o condomínio dispõe de átrio comum que, para além do acesso às quatro fracções nele integradas, permite aceder ao elevador, às escadas interiores e à garagem, situada no piso -1. A garagem dispõe de 24 lugares de estacionamento, todos eles devidamente equipados com postos de carregamento para veículos eléctricos. Situado no centro da cidade, numa zona residencial tradicional, o condomínio destaca-se pela qualidade da construção e de materiais, e ainda por possuir uma piscina exterior e o jardim comum a poente, com especial enquadramento paisagístico.

Trata-se de um condomínio de qualidade onde o desenho dos apartamentos foi estudado para garantir o conforto de quem os vai utilizar. O espaço exterior também não foi descurado. A piscina e a área verde complementam o espaço interior e oferecem qualidade de vida em plena cidade do Porto”, segundo Adriana Floret, arquitecta do projecto

.

Zona requalificada
O condomínio fechado ”Silva Porto Flats” está numa zona que tem vindo a ser fortemente
qualificada, sendo muito bem servida de transportes públicos. Segundo Paulo Vaz Ferreira, CEO da Imolote, “temos vindo a desenvolver os nossos projectos no Porto, em zonas consolidadas e de grande centralidade, em consonância com o desafio estratégico da “Cidade dos 15 minutos”. “O que se pretende é que a pé ou de bicicleta, se consegue alcançar os equipamentos ou serviços que são relevantes na nossa vida, como trabalhar, estudar, almoçar ou jantar fora, ir ao cinema, teatro, etc. Trata-se, seguramente, do futuro que já acontece, onde a sustentabilidade é, não só um desígnio, como uma exigência da pessoa informada e cosmopolita”, referiu. No último trimestre deste ano, a Imolote – Investimentos Imobiliários, prevê lançar o Regado Flats, localizado na mesma zona, edificando-se apenas T2 e T3 para famílias que procuram centralidade, sendo o investimento previsto de 3,5 milhões.

Silva Porto Flats

– Condomínio Fechado c/ jardins e piscina: T1, T2 e T3
– Localização: Rua de Silva Porto / Carvalhido
– Promotor: Imolote – Investimentos Imobiliários
– Arquitetura: Floret Arquitetura
– Gestão de Projeto: Imoequity – Gestão de Projetos
– Projetos de Especialidade: Engiworks – Consultores de Engenharia
– Paisagismo: Arqª Laura Costa
– Construção: Invenio Engenharia

Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

Director Editorial
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23ª edição da Tektónica terá ciclo de conferências de 6 a 8 Outubro

Competitividade, Sustentabilidade e Resiliência na Construção vão estar em destaque no ciclo de conferências da edição de 2021 daquele que é o principal salão do sector da Construção

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É a primeira novidade edição de 2021 da Tektónica – Feira Internacional da Construção. Integrado no certame irá decorrer um Ciclo de Conferências que terão com foco os temas que marcam a actualidade no sector: Competitividade, Sustentabilidade e Resiliência na Construção.

Serão três as conferências principais que, de acordo com a organização, têm a presença, já confirmada, de um painel de oradores e moderadores de renome no sector profissional e no panorama económico nacional.

“A construção e os seus diversos produtos e serviços encontram-se perante vários desafios. Desde logo, assegurar produtos e soluções mais eficientes, duráveis e funcionais, bem como responder a um conjunto de desafios como a digitalização, a transição energética e neutralidade carbónica, contribuir para a economia circular e sustentabilidade, sendo que todos estes, devem assegurar também a competitividade dos intervenientes e do sector. Sendo a Tektónica um espaço de excelência da mostra das soluções e produtos, as suas conferências apresentam estes desafios, oportunidades e soluções, que se evidenciam nos produtos e serviços expostos”, justifica a organização em comunicado.

A organização do certame considerou “de extrema importância alavancar o debate sobre as novidades e tendências, onde a qualidade de vida, o conforto, a eficiência energética, a sustentabilidade, tanto na arquitectura como na construção, assumem o destaque nesta 23ª edição, com o Ciclo de Conferências Tektónica 2021.

O Ciclo de Conferências Tektónica – “Competitividade , Sustentabilidade e Resiliência na Construção”, será organizado em três dias, entre 6 e 8 de Outubro. Assim, o primeiro dia de debates será dedicado à “Construção e Economia Circular”. No dia 7 de Outubro estarão em destaque os “Produtos Eficientes e o seu contributo para a Funcionalidade e Sustentabilidade”. A terminar, no dia 8 de Outubro, o destaque irá para a “Digitalização, Qualidade e Competitividade na Construção”.

O Ciclo de Conferências Tektónica conta com a Orientação Científica e Técnica da Ceris – Investigação e Inovação em Engenharia Civil para a Sustentabilidade, do Instituto Superior Técnico.

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Coimbra tem anteprojecto para requalificar Centro Escolar de Eiras

A escola funciona num edifício com projecto de construção do Plano dos Centenários, levado a cabo pelo Estado Novo em Portugal, nas décadas 40, 50 e 60 do século XX

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O executivo da Câmara Municipal de Coimbra aprovou uma proposta de anteprojecto de arquitectura para a requalificação do Centro Escolar de Eiras, que inclui escola básica do 1º ciclo e jardim de infância. O objectivo passa por melhorar as condições da escola, a sua funcionalidade e o conforto térmico, ampliar o edifício, assegurar a acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida e requalificar os espaços exteriores, numa intervenção que deverá representar um investimento municipal de 650 mil euros. Nos últimos anos, a autarquia já interveio melhorando 12 estabelecimentos de ensino, estando em curso procedimentos para requalificar mais três escolas.

A escola funciona num edifício com projecto de construção do Plano dos Centenários, levado a cabo pelo Estado Novo em Portugal, nas décadas 40, 50 e 60 do século XX, tendo dois pisos, quatro salas de aula e duas entradas com duas caixas de escada que correspondiam no passado às entradas de meninos e meninas.

A intervenção na escola passa, essencialmente, por eliminar o pré-fabricado onde funciona a biblioteca e integrá-la no interior do edifício; assegurar a acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida; melhorar a funcionalidade da escola e assegurar o rigor sanitário no refeitório; e melhorar os espaços exteriores.

Na escola está prevista também a ampliação e requalificação geral do edifício, construindo um piso sobre o telheiro posterior. Os espaços correspondentes a uma caixa de escadas, que será eliminada, serão reconvertidos em gabinetes, com as funções que se entenderem necessárias, como seja área de trabalhos manuais, gabinete de apoio ou sala de professores.

No piso superior, a que se acede pela caixa de escada e corredor de distribuição, vai situar-se, na nova área a construir, uma nova sala de aula e ainda espaços para casos específicos de ensino e arrumos. No piso térreo vai situar-se uma sala de aula acessível, as instalações sanitárias, a biblioteca passa a ocupar o espaço de uma antiga sala de aula, e o refeitório/sala polivalente será ampliado.

O telheiro lateral vai passar a ter acesso interior a partir do hall da caixa de escada, para uma maior funcionalidade e distribuição das crianças durante o tempo de recreio, limitando o atravessamento dos espaços e concretamente do refeitório. Este espaço vai ser complementado com telas verticais de enrolar em lona para assegurar um melhor conforto em dias de chuva e permitir acolher as aulas de educação física em segurança.

No espaço destinado ao jardim de infância a intervenção vai centrar se na demolição da copa existente e instalação de uma nova copa anexa à sala polivalente.

Relativamente aos arranjos exteriores, o acesso principal ao recinto escolar é feito através de quatro degraus e directamente desde o arruamento uma vez que não existe passeio na frente do lote. O projecto prevê a demolição do muro baixo de pedra que faz a vedação e a sua reconstrução, recuado 1.40m, para definição do passeio e utilização de guarda de segurança nas entradas.

Estão ainda previstas intervenções no sentido de aumentar a segurança e tornar o acesso ao topo superior norte do recinto (onde funciona o jardim de infância) mais facilitado, por meio de pequenos grupos de degraus e rampas para funcionar como alternativa à escadaria sem patamar. No espaço deixado vago pela remoção do pré-fabricado prevê-se introduzir algumas espécies vegetais e elementos de brincar como sejam troncos e estruturas recicladas, estimulantes da criatividade das crianças e da sua psicomotricidade. Genericamente todo o espaço será objecto de restauro e melhoramentos incluindo revisão de rede de vedação e pintura de muros.

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Grupo Casais cria Fundação Mestre Casais

A Fundação Mestre Casais recupera o nome do fundador da empresa que deu lugar ao Grupo Casais. A nova instituição terá na sustentabilidade o eixo central da sua intervenção

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As questões relacionadas com a Sustentabilidade vão ser o eixo central de intervenção da Fundação Mestre Casais. A nova instituição, cuja apresentação púbica decorreu no dia 19, em Braga, recupera o nome e os valores do fundador da empresa que esteve na génese do Grupo.

“A Fundação pretende reflectir a vontade e os valores da família que, desde há três gerações, lidera e desenvolve o universo empresarial do Grupo Casais, perpetuando o nome e a cultura de sustentabilidade e diálogo intergeracional que o fundador cultivava”, referiu António Carlos Rodrigues, neto do Mestre Casais e actual CEO do Grupo Casais.
A Fundação tem como missão a promoção da sustentabilidade, “procurando gerar e partilhar novo conhecimento, debatendo de forma aberta, reconhecendo os bons exemplos, contribuindo assim para uma maior capitação da sociedade, de forma a enfrentar os desafios ambientais, climáticos, sociais, humanos e económicos”, explica o grupo em comunicado.

“Portugal pode e deve ser uma referência internacional no equilíbrio alcançado entre o ser humano, o planeta e o desenvolvimento económico. E por essa razão acreditamos que é prioritário o estudo, o debate e a comunicação do tema da sustentabilidade humana e ambiental que nos conduza a esse equilíbrio”, referiu o professor catedrático da Universidade do Minho, José Gomes Mendes, que irá liderar a nova Fundação.

A Fundação Mestre Casais tem como áreas prioritárias a sustentabilidade ambiental e climática, a sustentabilidade social e humana e a sustentabilidade financeira e de governação. Nesse âmbito, pretende desenvolver estudos, que geram novo conhecimento, atribuir prémios, bolsas de estudo de apoio a estudantes do ensino superior, outros apoios de natureza filantrópica, realização de conferências, seminários e debates, produção e divulgação de conteúdos.
A sede da Fundação será na Quinta do Souto, em Tibães, Braga. Aqui irá nascer, até ao final de 2022, um laboratório temático Micro Cidade Sustentável e que pretende ser uma demonstração de tecnologias e soluções urbanas de mitigação e adaptação às alterações climáticas. “Será uma microcidade que terá programas de visita e formação dirigidos sobretudo aos jovens, que são os agentes da mudança”, explica o Grupo.

Ainda em 2021 será lançado o Prémio anual de Jornalismo em Sustentabilidade (em parceria com o CEiiA). Será também publicado o primeiro de uma série de estudos previstos que irão combinar os temas ambientais com os temas sociais, intitulado Edifícios Eficientes.

Da lista de actividades que serão promovidas destaque ainda para os “Trílogos para a Sustentabilidade”, um programa de jantares-debates em que a Fundação irá percorrer o país a debater temas da sustentabilidade, estando esta iniciativa pronta para arrancar assim que as restrições sanitárias o permitam.

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O M.Ou.Co abre portas em Agosto no Porto

Representando um investimento de 8 milhões de euros, o novo espaço cultural e hoteleiro do Porto abre portas em Agosto e tem na música a sua inspiração e aspiração. Integra sala de concertos, hotel, restaurante e uma musicoteca

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O projecto hoteleiro é o primeiro do país assumidamente vocacionado para a componente musical. Resulta de um investimento de oito milhões de euros (que contou com financiamento no âmbito do Programa Norte 2020) e abre, já no próximo mês de Agosto, em regime de soft opening. A inauguração oficial será em Setembro.

Com uma área total de 5.000 metros quadrados, o M.Ou.Co. integra um total de 62 quartos, um restaurante, uma sala de espectáculos e uma musicoteca, local onde os visitantes terão a oportunidade de descobrir a colecção de discos de vinil e livros dedicados ao universo musical. O empreendimento conta ainda com três salas de ensaios, um espaço dedicado à saúde do músico, para além de áreas exteriores de jardim, piscina e esplanada.

Localizado na zona do Bonfim, o projecto de arquitectura do hotel e da sala se espectáculos tem assinatura da Arquitectos Aliados e da arquitecta Susana Leite, estando a construção a cargo da Casais. Já projecto técnico da especialidade de cénica da sala é do arquitecto José Prata, da Blackfrog, e do engenheiro Paulo Machado. O projecto de acústica é de Amplitude e Rui Ribeiro, engenheiro acústico especializado nas áreas de projecto acústico e controlo de ruído e vibração. “O projecto destaca-se pela escolha de materiais voltados para a estética industrial como o betão, a madeira, o aço corten, o aço distendido, brick e microcimento. “Stay. Listen. Play.” é a assinatura do projecto que se assume como um local para ficar, relaxar, ouvir, tocar e experimentar, não fosse este um conceito que junta o turismo, a cultura e a comunidade, tendo a música como fio condutor e o elemento agregador.

Mas o destaque vai para a sala M.Ou.Co., um espaço multifacetado, com palco flexível, com luz natural e acesso directo para o exterior. Com 240 metros quadrados e com capacidade para 300 pessoas (em pé) ou 180 pessoas (sentadas), a sala foi projectada por José Prata e Paulo Machado, arquitectos responsáveis pela mecânica de cena e pelo projecto de sala. O projecto de acústica esteve a cargo de Rui Ribeiro, engenheiro acústico especializado nas áreas de projecto acústico e controlo de ruído e vibração.

É M.Ou.Co…. mas tem na música a sua missão

Com o objectivo de aproximar culturas e interesses, e, sobretudo, partilhar experiências, o M.Ou.Co., terá uma programação própria, desenhada de forma trimestral, maioritariamente dedicada à área da música. A equipa de gestão cultural interna está encarregue de assegurar a diversidade da oferta cultural, dando resposta a todo o tipo de gostos, desde rock, pop e jazz, passando pela música electrónica e experimental, até à música tradicional e as músicas do mundo.

Outro dos aspectos diferenciadores do M.Ou.Co . passa pela promoção do bem-estar físico e mental dos músicos. Este novo espaço oferece uma área de “Saúde do Músico”, com acompanhamento especializado e integrará um conjunto de iniciativas personalizadas, pensadas exclusivamente nas necessidades específicas para o bem-estar destes profissionais.

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