BMI é parceira da Associação Passivhaus Portugal

Por a 18 de Outubro de 2019
  • Soluções eficientes aproximam BMI e Passivhaus em Portugal
  • Parceria representa reconhecimento da BMI enquanto fornecedora de sistemas com prestações que cumprem os exigentes requisitos internacionais

A BMIacaba de se tornar parceira estratégica da Associação Passivhaus Portugal,organização criada em 2012, no seguimento da estratégia definida pela Homegrid e pelo PassivhausInstitut para a implementação e desenvolvimento do conceito Passivhaus no nosso país.

Esta parceria entre a BMI Portugal e a Associação Passivhaus Portugal representa o reconhecimento da eficiênciadas soluções BMI para coberturas inclinadas e planas, nomeadamente pelo desempenho na sustentabilidade energética e ambiental, que está na base de todo o conceito Passivhaus.

Carlos Hernandez, CEOBMI Portugal, Espanha e Itália explica que a estratégia da BMI, quer a nível nacional quer nos restantes países onde está presente, “é ir além da produção de coberturas”, oferecendo “sistemas completos que permitam responder aos desafios da construção eficiente e sustentável”. O mesmo responsável sublinha que “a BMI não é apenas uma gama de produtos, mas também um manancial de conhecimento que é partilhado pelos seus técnicos em múltiplas ações de aconselhamento durante o processo construtivo”.


Ossistemas de cobertura BMI inserem-se na lista de critérios enumerados pelo conceito de construção Passivhaus e contribuem para o cumprimento dos seus apertados requisitos. Pedro Abrantes, Diretor Comercial da BMI Portugal, destaca os sistemas Tectum Pro e TectumFirst, que já têm prestações de eficiência energética que possibilitam apresentar um consumo energético quase nulo, e sublinha que a conformidade com os critérios Passivhaus “decorre da adoção de materiais tecnologicamente avançados e sustentáveis,de elevadas prestações a nível de isolamento, com uma resistência térmica entre 30% e 50% superior aos materiais tradicionais e consequente eficiência energética; impermeabilização com estanquicidade ao vapor de água e ventilação; e novos acabamentos macho-fêmea que melhoram a resolução das pontes térmicas”.

João Marcelino, presidente da direcção da Associação PassivhausPortugal, salienta:“É com extrema satisfação que recebemos a BMI na rede Passivhaus em Portugal, uma vez que se trata de um grupo que dispõe de soluções construtivas totalmente em linha com o elevado desempenho exigido pela Passivhaus. Este fortalecimento da rede Passivhaus é fundamental para continuar a fazer crescer o conceito em Portugal e com isso melhorar a qualidade do parque edificado em Portugal.”

 

O que é a Passivhaus

O conceito Passivhaus nasceu na Alemanha, com o objetivo de promover ummodeloconstrutivoque contribua para a redução do consumo energético e a sustentabilidade. Para obter uma classificaçãoPassivhaus, a edificação tem de respeitar cinco exigentes princípios:

  • Adequados níveis de isolamento da envolvente do edifício;
  • Sistema de ventilação com recuperação de calor;
  • Estanquicidade ao ar da envolvente do edifício;
  • Janelas e portas Passivhaus (que cumprem os requisitos de estanquicidade e isolamento térmico);
  • Redução das pontes térmicas na envolvente do edifício.

A nível energético, o resultado é uma casa com a mais elevada eficiência a nível mundial: as poupanças de energia atingem os 75% em comparação com os edifícios convencionais, respeitando adefinição do NZEB – Nearly Zero Energy Building (edifício com necessidades quase nulas de energia).

Devido à eficiência energética, uma Passivhaus não só regista uma redução drástica das emissões de CO2, como contribui ainda para a proteção climática devido à menor dependência de combustíveis fosseis. As baixas necessidades energéticas de uma habitação que cumpre estes requisitos sustentáveis podem ser facilmente supridas por fontes renováveis de energia.

Este modelode construçãocontribui ainda para o bem-estar e a saúde dos ocupantes, já que o ambiente interior num edifício Passivhaus é caracterizado pela boa qualidade do ar, conforto térmico (temperatura mínima 20ºC e temperatura máxima 25ºC) e inexistência de grandes variações térmicas.

Embora uma casa Passivhauspossa ser construída ao mesmo preço que um edifício convencional, os custos de operação são substancialmente mais baixos que um edifício convencional, devido às reduzidas necessidades energéticas e de manutenção.

 

 

Saiba mais em:

http://www.passivhaus.pt/


Deixe aqui o seu comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *