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    Imovendo quer transaccionar 150M€ em imóveis até 2022

    A empresa quer, assim, revolucionar o processo de venda de imóveis em Portugal, contando para isso com um suporte digital simplificado e próprio, garantindo a máxima eficiência em todo o processo de mediação imobiliária

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    A Imovendo, empresa de Consultoria e Mediação Imobiliária, iniciou actividade há 2 meses em Portugal e já definiu como objectivo transaccionar €150M na venda de imóveis até 2022, sustentado num modelo de negócio inovador, onde o Proprietário está no centro de todo o processo, como elemento decisor. Em caso de sucesso, a Imovendo é remunerada com base numa única comissão fixa de €1.845 por transacção, qualquer que seja o valor de cada imóvel.

    Vender um imóvel é, segundo a Imovendo, uma das decisões mais difíceis de qualquer família, pelo impacto financeiro e carga emocional associados. “Numa altura em que o preço dos imóveis é desajustado face às expectativas da Procura, o tempo de espera para venda é cada vez maior (em muitos casos, mesmo superior a um ano) e as comissões praticadas pelo sector não sofreram quaisquer alterações, sendo hoje, factor de atrito e de desconforto para um número crescente de proprietários, a Imovendo surge como um parceiro diferenciado, que garante uma maior taxa de sucesso na concretização das vendas”, garante Manuel Braga, CEO da empresa.

    A empresa quer, assim, revolucionar o processo de venda de imóveis em Portugal, contando para isso com um suporte digital simplificado e próprio, garantindo a máxima eficiência em todo o processo de mediação imobiliária.

    Com parcerias com os principais portais imobiliários nacionais e internacionais, conseguem divulgar os imóveis em mais de 50 plataformas digitais, garantindo transparência e segurança em todo o processo.

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    Maia lança concurso para construir mais de 50 casas por 8M€

    Os anúncios, publicados em Diário da República (DR), têm um prazo de execução de 18 meses

    ACâmara Municipal da Maia lançou esta segunda-feira dois concursos públicos, no valor total de mais de oito milhões de euros, para construção de 56 casas em várias freguesias deste concelho do distrito do Porto.

    Os anúncios, publicados em Diário da República (DR), têm um prazo de execução de 18 meses.

    O primeiro, cujo valor base é 4.664.110,00 euros, visa a conceção/construção de 32 fogos na Travessa do Pisão, em Águas Santas.

    Um segundo anúncio aponta para a conceção/construção de 24 fogos na Rua Eusébio da Silva Ferreira, em Nogueira e Silva Escura, no valor de 3.464.025,00 euros.

    Estas empreitadas estão a ser coordenadas pela empresa Espaço Municipal Renovação e Gestão do Património.

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    Open Call ‘ Arquitectas da nossa casa’ decorre até 15 de Setembro

    Este evento tem por objectivo dar visibilidade à prática desenvolvida, no momento actual, pelas mulheres arquitectas, proporcionando um espaço de reflexão e debate, mas, também, de reconhecimento e celebração dos seus mais diversos percursos

    Com o intuito de destacar a importância do Dia Nacional do Arquitecto, assinalado a 3 de Julho, a Secção Regional do Centro da Ordem dos Arquitectos lança a open call ‘Arquitectas da nossa casa’. Desta forma, convoca “todas as arquitectas com inscrição activa na Ordem dos Arquitectos (OA) a apresentarem os seus projectos, ideias, testemunhos pessoais e percurso profissional”, indica a entidade em comunicado, cuja submissão de candidaturas decorre até 15 de Setembro de 2024.

    Este evento tem por objectivo dar visibilidade à prática desenvolvida, no momento actual, pelas mulheres arquitectas, proporcionando um espaço de reflexão e debate, mas, também, de reconhecimento e celebração dos seus mais diversos percursos.

    Os trabalhos apresentados integrarão a exposição “Arquitectas da nossa casa” que será inaugurada a 26 de Outubro de 2024, na Casa das Caldeiras, em Coimbra, durante o evento com o mesmo nome.

    As interessadas deverão formalizar a sua inscrição através do preenchimento do formulário disponível na página oficial da OA. Após a inscrição, será disponibilizado às candidatas um layout com as respectivas instruções para composição de um painel síntese em formato A2 e respectivas instruções de envio.

    O prazo para inscrição e submissão de candidaturas inicia-se a 3 de julho e termina a 15 de setembro de 2024.

    Recorde-se que este ano o Dia Nacional do Arquitecto homenageou o “arquiteto, pintor, ilustrador e cartoonista” João Abel Manta, membro nº 85 da Ordem dos Arquitectos, autor com um percurso profissional ecléctico e um trabalho marcado com os valores da democracia.

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    Facturação das lojas dos Centros Comerciais cresce 7% até Junho de 2024

    Segundo a APCC, o número de transacções aumentou 7,3% em relação aos primeiros seis meses de 2023, com os fins-de-semana e o horário pós-laboral a representarem 36% e 37% da facturação, respectivamente

    Segundo um estudo da REDUNIQ Insight, desenvolvido para a Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC), a facturação com cartão nas lojas nos centros comerciais no primeiro semestre deste ano apresentou uma variação positiva de 7% em relação ao mesmo período de 2023. O número de transacções aumentou 7,3% em relação aos primeiros seis meses de 2023, o que reflecte o continuado aumento do tráfego nestes espaços.

    De acordo com o estudo, os fins-de-semana representaram 36% da facturação, tendo, nos dias úteis da semana, o período pós-laboral representado 37% das compras (número de transacções com meios de pagamento electrónico) nas lojas dos centros comerciais, o que demonstra a “importância da disponibilidade e flexibilidade horária destes espaços para os consumidores”, lê-se no documento.

    As vendas das lojas dos Centros Comerciais a turistas representaram 12% do total da faturação, o que reafirma a grande atractividade destes espaços para quem visita o País.

    No período em análise, 36% do total de facturação registada em centros comerciais é relativa à categoria Moda. Além disso, 22% foi gasto em Supermercados, 12% em Electrodomésticos & Tecnologia e 11% em Restauração. “Papelarias, livrarias, revistas e tabaco” representaram 8% da facturação.

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    Venda de casas recupera com aumento de 4,9%

    Os 33.350 fogos vendidos em Portugal Continental no segundo trimestre representam um aumento de 4,9% face ao trimestre anterior, quando se contabilizaram 31.800 fogos transaccionados. Cerca de 88,0% das vendas dizem respeito a fogos usados e os restantes 12,0% a fogos novos

    No segundo trimestre deste ano terão sido vendidos 33.350 fogos em Portugal Continental, estima a Confidencial Imobiliário. Este volume de transacções representa um aumento de 4,9% face ao trimestre anterior, quando se contabilizaram 31.800 fogos transaccionados. Cerca de 88,0% das vendas dizem respeito a fogos usados e os restantes 12,0% a fogos novos.

    Sem prejuízo da sua magnitude, a variação positiva agora registada contrasta com o comportamento do primeiro trimestre do ano, quando as transacções reduziram 3,1% em termos trimestrais, e coloca as vendas de habitação em terreno positivo pela primeira vez em mais de dois anos.

    Recorde-se que, após o pico de 44.200 transacções registadas no último trimestre de 2021, o mercado perdeu ritmo até ao início de 2023, iniciando a partir daí uma trajectória em que as vendas tenderam a estabilizar. O 1º trimestre deste ano voltou a pressionar a atividade, com uma quebra de 3,1%, comportamento que o 2º trimestre inverteu.

    Apesar da recuperação sinalizada neste período, em virtude deste percurso mais recente, o nível de actividade do mercado residencial equipara, agora, ao do início do ano passado, quando foram vendidos 33.200 fogos.

    As projecções da Confidencial Imobiliário são elaboradas a partir das transacções de habitação reportadas ao SIR-Sistema de Informação Residencial, as quais se baseiam nos Contratos-Promessa de Compra e Venda (CPCV) realizados com intervenção de empresas de mediação imobiliária.

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    Vilamoura Lusotur adere às ‘casas inteligentes’ da NOS

    Cada casa estará equipada com funcionalidades avançadas de segurança, protecção, bem como automação para iluminação, estores e climatização. Adicionalmente, a utilidade potencial da solução para residentes estrangeiros é assegurada, estando disponível em 19 línguas diferentes

    Depois dos primeiros projectos comunicados no Porto e em Lisboa, Terracota e Nobilus são os dois mais recentes projectos em Vilamoura que vão contar com tecnologia da NOS.

    Promovidos pela Vilamoura Lusotor, os dois empreendimentos, Terracota e Nobilus disponibilizam 87 e 47 apartamentos, com tipologias T1 a T4, respectivamente, vão disponibilizar aos proprietários a solução NOS Smart Home, com diferentes funcionalidades de segurança inteligente e acesso remoto à habitação.

    Com contextos de utilização que vão desde a utilização para férias, para investimento, e residência permanente, foram projectadas para redefinir o conceito de viver bem, unindo sustentabilidade, conforto e tecnologia de vanguarda. Cada casa estará equipada com funcionalidades avançadas de segurança, protecção, bem como automação para iluminação, estores e climatização.

    Adicionalmente, a utilidade potencial da solução para residentes estrangeiros é assegurada, uma vez que permite uma imediata adaptação do painel e da app a outras línguas, estando disponível em 19 línguas diferentes. Por outro lado, o próprio processo de onboarding na casa inteligente foi pensado para se adaptar a todos os proprietários, independentemente da sua nacionalidade, pelo que tanto as instruções de activação, manual e Kit de Boas Vindas estão disponíveis em português e inglês.

    “Estamos muito satisfeitos por podermos ter projectos já assinados NOS Smart Home de Norte a Sul do País. É mais uma prova da mais-valia que esta solução pode aportar, tanto para promotores como para os habitantes finais, em termos de sustentabilidade e eficiência. É, também, uma demonstração da versatilidade da NOS Smart Home que se ajusta aos mais diferentes perfis de projectos, mais sustentáveis ou premium, bem como a diferentes proprietários, independentemente da sua nacionalidade”, afirma Daniel Beato, administrador da NOS.

    Por seu lado, Henrique Rodrigues da Silva, COO do Grupo Norfin, considetou tratar-se de “uma opção de casa inteligente flexível do ponto de vista de requisitos de instalação, em paralelo com um parceiro sólido e com elevada presença a nível nacional no suporte ao cliente, foi um factor importante de escolha, respeitando assim o nível de exigência e qualidade que a Lusotur SIC coloca em todos os projectos em Vilamoura”.

    Estes novos projectos iniciaram a sua construção no segundo trimestre de 2024 e espera-se que estejam concluídos entre final de 2025 e Maio de 2026.

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    OLI conquista prémio de Design em Nova Iorque

    “Easy Move”, cuja funcionalidade permitir ao utilizador ajustar a altura da sanita e do lavatório através de um comando, distinguido nos NYCxDesign Awards, na categoria de Saúde e Bem-Estar

    tagsOLI

    Depois de Las Vegas, a solução “Easy Move” da OLI foi distinguida em Nova Iorque ao vencer os NYCxDesign Awards, na categoria de Saúde e Bem-Estar.

    Esta gama de estruturas autoportantes destaca-se pela funcionalidade de permitir ao utilizador ajustar a altura da sanita e do lavatório, através de um comando. “Com a Easy Move, a casa de banho torna-se um lugar mais inclusivo para crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida”, indica a OLI.

    Esta distinção demonstra a “capacidade da OLI em desenvolver produtos que aliam design, funcionalidade e eficiência hídrica na casa de banho, um lugar que deve ser acessível, seguro e confortável para todos”, destaca a empresa.

    Além disso, este prémio vem “reforçar” a presença da marca no mercado norte-americano, uma das geografias que a OLI tem apostado na sua expansão internacional.

    No ano em que celebra o seu 70º aniversário, a empresa está a investir cerca de sete milhões de euros em projectos relacionados com a eficiência, a digitalização e a inovação para aumentar a sua competitividade à escala global.

    Em 2023, a OLI registou um volume de negócios de 73 milhões de euros e exportou 76% da produção para mais de 80 países dos cinco continentes. Hoje as suas soluções estão presentes em casas de banho de todo o mundo, de hotéis a hospitais, passando por estádios de futebol e museus.

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    Escritórios: Primeiro semestre soma cerca de 156 mil m2 de take up

    De acordo com o Office Flashpoint da JLL, verificou-se um crescimento homólogo de 238% da actividade no mercado de Lisboa e de 13% no do Porto, confirmando a “forte recuperação” dos indicadores de desempenho deste sector face ao ano 2023

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    Nos primeiros seis meses deste ano, foram ocupados 128.300 metros quadrados (m2) de escritórios em Lisboa e 28.400 m2 no Porto, revela o Office Flashpoint da JLL. O relatório da consultora apura, ainda, um crescimento homólogo de 238% da actividade no mercado de Lisboa e de 13% no do Porto, confirmando a “forte recuperação” dos indicadores de desempenho deste sector face ao ano 2023. 

    Sofia Tavares, head of Office Leasing da JLL, nota que “a recuperação da procura de escritórios reflecte a melhoria das condições económicas e do alívio das políticas monetárias, associados ao aumento de oferta disponível”.

    “Naturalmente, Lisboa, que foi um mercado mais pressionado em 2023, regista um maior índice de crescimento. De tal forma que, em seis meses já superou o volume ocupado em todo o ano anterior. No Porto, a actividade segue também em recuperação, o que anima muito as expectativas para o total do ano. De assinalar ainda a reactivação das operações de grande dimensão, com cerca de um quarto das transacções quer em Lisboa quer no Porto a envolverem áreas superiores a 1.000 m2”, acrescenta. 

    Em Lisboa, o primeiro semestre de 2024 registou 82 operações de ocupação de escritórios, das quais 22 dizem respeito a áreas superiores a mil m2. Neste período, a área média transaccionada por operação foi de 1.564 m2, evidenciando-se o Parque das Nações como a zona mais dinâmica (39% da ocupação semestral) e as empresas de Serviços Financeiros como os principais motores da procura, ao gerarem 38% do take-up.

     No Porto, contabilizam-se 42 operações de tomada de escritórios até Junho, entre as quais 10 com áreas acima dos mil m2. A área média por operação é de 676 m2 neste mercado, o qual foi dominado pelas empresas de TMT’s & Utilities (45% do take-up) e exibiu maior actividade nas zonas de Matosinhos (36% do take-up) e CBD Boavista (35%). 

    Sem prejuízo da boa performance do mercado de escritórios em termos acumulados, o mês de junho exibiu níveis de atividade moderados, com apenas 4 operações e 1.200 m2 ocupados no Porto e 10 operações no total de 9.300 mem Lisboa.

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    Remax Collection e Global Key comercializam Sal D’Ouro

    Promovido pela Taga Urbanic, o empreendimento, que inclui os edifícios Reserve e Horizon, tem previsão de conclusão para o segundo trimestre e terceiro trimestre de 2026, respectivamente

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    O empreendimento Sal D’Ouro, localizado em Vila Nova de Gaia, está a ser comercializado pela Remax Collection, em parceria com a Global Key. Promovido pela Taga Urbanic, o empreendimento, que inclui os edifícios Reserve e Horizon, tem previsão de conclusão para o segundo trimestre e terceiro trimestre de 2026, respectivamente.

    Ambos os edifícios contam com cinco pisos, compostos por 25 apartamentos e 46 apartamentos cada, de tipologias T1 a T3, com áreas que variam entre os 52 m² e os 240 m², e varandas com vista mar.

    Com conceito sala de estar e cozinha em open concept, todos os apartamentos contam com sistema de casa inteligente, com possibilidade de controlo remoto de iluminação, estores, electrodomésticos e temperatura.

    Com amenities exclusivas, o Sal D’Ouro dispõe de lobby comum com área de estar e porteiro, incluindo sistema de vídeo vigilância, acesso a espaço de fitness, e ainda, dois pisos de estacionamento com carregamento de veículos eléctricos.

    A arquitectura deste empreendimento destaca-se pela fachada envidraçada, garantido a máxima exposição solar e privacidade, e pela vista para o mar e para a foz do Rio Douro.

    Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Collection, destaca o facto de este projecto residencial ter sido pensado para proporcionar um estilo de vida “equilibrado entre a natureza e a cidade”.

    “Acreditamos que esta é uma excelente oportunidade de investimento para quem procura um estilo de vida contemporâneo, longe do ruído da cidade, mas com fácil acesso à cidade do Porto e próximo de todos os serviços essenciais”, reforça.

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    KREAR Estarreja

    Construção

    Construção tradicional é actualmente “um modelo esgotado”

    A primeira fábrica com o sistema Krear deverá estar a funcionar ainda em Outubro deste ano e conta com um investimento estimado de 15 milhões de euros, cujo sistema permite a sua adaptação a qualquer tipo de projecto. Com um grande foco na sustentabilidade, decorrem estudos e ensaios para que possam ser integrados materiais reciclados no próprio betão

    Cidália Lopes

    O Grupo Casais e a Secil juntaram forças para “transformar” a construção em Portugal. A joint venture KREAR aposta na construção off-site através da padronização de peças em betão, desenvolvidas em 2D e 3D. A fábrica onde tudo vai acontecer, em Estarreja, está já numa fase avançada de construção e deverá começar a produzir “lá para Outubro”.

    O investimento previsto nesta unidade é de 15 milhões de euros, que “vão ser certamente todos os gastos”, afirma Daniel Granjo, director geral da KREAR. Até porque este responsável acredita que existe uma “forte possibilidade” de expansão do processo de fabrico, à medida que a fábrica for entrando na sua velocidade cruzeiro.

    “Queremos impulsionar a mudança”

    Perante um mercado da construção deficitário em termos de mão de obra e preços dos materiais com custos elevados, a opção passa por olhar para formas de construir “mais alternativas” e que até aqui eram apenas usadas em pequena escala e em segmentos muitos específicos. Os exemplos de países europeus, como a Alemanha ou o Reino Unido, onde a construção off-site já é usada em larga escala, deram confiança para que as empresas avançassem nesta aposta.

    Daniel Granjo destaca que estamos perante “uma mudança de paradigma”, não só porque considera que a construção tradicional é “actualmente um modelo esgotado”, até porque o sector se encontra limitado pela falta de mão de obra, mas também porque “percebemos que temos que mudar o processo, temos essa responsabilidade”.

    Um dos principais problemas da construção tradicional é a falta de mão de obra e a formação. Daniel Granjo considera que esta “não é uma profissão atractiva para um jovem actualmente”.  Esta é, também, uma lacuna que consideram que a construção off-site vem preencher, já que sendo todo o processo é muito mais “inovador, digital e mais limpo”, o que se torna muito mais apelativo para os jovens.

    Haverá, também, uma forte componente de formação, tanto de início, como continua que, de certa forma, torna a profissão mais motivadora. A pensar nisso, a própria fábrica tem um auditório preparado para este tipo de situações. Também por isso, acreditam esta unidade de produção será, de facto, “impulsionadora dessa mudança” e que irá “fazer escola para outras fábricas que se seguirão”.

    Com o foco na sustentabilidade

    Não obstante, o crescimento de diferentes materiais para a construção, que procuram responder a uma necessidade de preservação dos recursos naturais e menos poluentes, o Grupo Casais partiu para o projecto com a intenção de recorrer ao ‘tradicional’ betão. Não obstante, Daniel Granjo, destaca o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido para incorporar materiais reciclados na composição do betão, de forma a contribuírem para dar uma solução a estes resíduos. Ainda numa fase de testes, “para que não interfiram na qualidade e resistência do betão”, a ideia passar por contribuir para dar um destino aos muitos resíduos que se encontram em aterros.

    Por um lado, a componente técnica e tecnológica e, por outro, o material a ser utilizado. Além de mais “resistente”, indica Daniel Granjo, “as alternativas hoje existentes permitem reduzir muito as emissões de CO2”, normalmente atribuídas à indústria do cimento.

    “Esta é a matéria que nos permite construir com mais qualidade e mais durabilidade, isso não é discutível. Ao mesmo tempo, este é um material que nos permite recriar o tipo de fachada que o arquitecto quiser, seja fachada ventilada ou de pedra ornamental, com a vantagem de ir já para a obra com as caixilharias e os vidros”, reforça.

    Além disso, “com esta forma de construção não há desperdício” e, com isso, “diminuir prazos”, “custos”, mas, também, o “impacto ambiental” da actividade da construção, indica.

    Off-site e modular de mãos dadas

    À semelhança de uma fábrica automóvel, a nova unidade industrial da Krear irá ter um sistema robotizado em carrossel para a produção de peças pré-definidas em betão que depois de assembladas e combinadas vão constituir estruturas e fachadas do edifício, seja ele novo ou fruto de uma reabilitação. Para uma maior eficiência do processo, a unidade vai ter incorporado uma central de betão dedicada.

    A nova unidade terá uma capacidade de produção de 700 metros quadrados (m2) por dia. “Ou seja, tendo como referência um apartamento com 70 m2, a nossa fábrica pode produzir, por ano, cerca de 1500 apartamentos, 15 hotéis, com 24 quartos com tipologia B&B ou cinco residências de estudantes de seis pisos, com 90 quartos”, explica Daniel Granjo.

    Ainda sem querer revelar dados mais concretos, sabemos que assim que ficar concluída, a nova unidade Krear tem já vários projectos para entrar em produção. O primeiro será um projecto de turismo de gama alta, que será “desafiante” e com uma arquitectura “bastante diferenciadora”. Estão, ainda, em estudo, projectos de habitação a custos controlados e de residências de estudantes.

    “A curiosidade tem sido muita e temos tido muitos contactos de projectistas e empreiteiros para saberem como podem, inclusive, alterar o projecto inicial de uma construção tradicional para esta em fábrica”.

    Daniel Granjo refere, ainda, que, “embora a Casais vá, obviamente, integrar esta forma de construção em muito dos seus projectos, não somos aqui empreiteiros nem construtores. Não é uma solução exclusiva para a Casais. Vamos, sim, oferecer soluções para as empresas do sector”.

    A flexibilidade é, também, outras das importantes ferramentas da Krear. Não só pode produzir uma solução fabricada em betão, como uma solução híbrida. Existe, portanto, a possibilidade de complementar estas soluções com outras que a Casais já produz ao nível da construção modular, seja através do sistema Cree, como da Blufab.

    A pensar nesta “complementaridade”, a fábrica de Estarreja está já preparada com duas naves, em que uma delas terá a capacidade para produzir cerca de 100 m2 por dia em soluções híbridas Cree. Além disso, cerca de metade dessa segunda nave vai estar preparada trabalhar em soluções customizadas e este é um detalhe muito importante e que se diferencia de todas as fábricas que existem na Europa. “Sabemos que esta unidade só teria sucesso se conseguíssemos aqui um compromisso entre a capacidade de produção, competitividade e customização. É neste espaço que vamos fazer as fachadas, a tal ‘casca’ do edifício que, no fundo, é o que dá identidade ao edifício”, explica.

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

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    REHAU lança novos ventiloconvetores para condutas

    A especialista em soluções completas para sistemas de climatização por superfícies radiantes, sistemas de água sanitária, sistemas de drenagem e edifícios eco-eficientes, apresenta os novos ventiloconvetores para condutas: RAUCLIMATE Silent Breeze Duct e Multiduct

    Ricardo Batista
    tagsRehau

    A REHAU, especialista em soluções completas para sistemas de climatização por superfícies radiantes, sistemas de água sanitária, sistemas de drenagem e edifícios eco-eficientes, anunciou o lançamento dos seus ventiloconvetores para condutas: RAUCLIMATE Silent Breeze Duct e Multiduct. Estes novos produtos juntam-se à aclamada gama RAUCLIMATE Silent Breeze, oferecendo, segundo a empresa, uma solução de climatização “avançada, eficiente e discreta, perfeita para qualquer casa ou edifício residencial”.

    Tal como os ventiloconvetores murais High Wall e Low Wall, os novos modelos para condutas Silent Breeze da RAUCLIMATE combinam um elevado desempenho com um funcionamento silencioso e um design sofisticado

    Característica diferenciada

    Os novos modelos para condutas apresentam uma instalação encastrada no tecto, mantendo as unidades fora da vista e maximizando o espaço utilizável nas divisões. Esta característica diferencia-os dos modelos montados à vista na parede, conhecidos como High Wall e Low Wall, oferecendo uma estética limpa e moderna sem comprometer a eficiência e o conforto.
    Os novos ventiloconvetores podem ser utilizados de forma autónoma ou em combinação com os sistemas radiantes REHAU, oferecendo uma solução versátil tanto para aquecimento como para arrefecimento. Além disso, na versão Multiduct, através do NEA SMART 2.0 é possível definir uma temperatura diferente em cada divisão, optimizando assim o consumo de energia e proporcionando uma gestão completa e eficiente do clima da casa.

    Funcionalidade

    Tal como os ventiloconvetores murais High Wall e Low Wall, os novos modelos para condutas Silent Breeze da RAUCLIMATE combinam um elevado desempenho com um funcionamento silencioso e um design sofisticado. Estão equipados com ventiladores tangenciais com pás assimétricas e um permutador de calor hidrónico de grande área, o que garante um fluxo de ar eficiente e um condicionamento de ar silencioso. Outra grande vantagem dos novos ventiloconvetores é o seu sistema automático Comfort Cooling PLUS, concebido para garantir um ambiente confortável em qualquer altura. A humidade influencia significativamente a percepção da temperatura. Quando a humidade aumenta, a função Comfort Cooling PLUS ajusta automaticamente o clima interior no modo de arrefecimento, alterando a temperatura do sistema sem necessidade de intervenção manual. Em suma, com os novos lançamentos RAUCLIMATE Silent Breeze Duct e Multiduct, a REHAU reafirma a sua aposta na inovação e excelência das soluções de climatização, oferecendo produtos que combinam eficiência, tecnologia avançada e um design que se adapta às necessidades das casas modernas.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
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