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Estão entregues os galardões dos Prémios CONSTRUIR 2019! Conheça os vencedores

O Jornal CONSTRUIR promoveu, uma vez mais, a grande festa da fileira da Construção com a entrega dos Prémios CONSTRUIR 2019 às empresas e obras que mais se destacaram no último ano nas áreas da Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário. Pelo palco do Pavilhão do Conhecimento, no Parque das Nações (Lisboa) passaram os distinguidos com… Continue reading Estão entregues os galardões dos Prémios CONSTRUIR 2019! Conheça os vencedores

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Estão entregues os galardões dos Prémios CONSTRUIR 2019! Conheça os vencedores

O Jornal CONSTRUIR promoveu, uma vez mais, a grande festa da fileira da Construção com a entrega dos Prémios CONSTRUIR 2019 às empresas e obras que mais se destacaram no último ano nas áreas da Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário. Pelo palco do Pavilhão do Conhecimento, no Parque das Nações (Lisboa) passaram os distinguidos com… Continue reading Estão entregues os galardões dos Prémios CONSTRUIR 2019! Conheça os vencedores

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O Jornal CONSTRUIR promoveu, uma vez mais, a grande festa da fileira da Construção com a entrega dos Prémios CONSTRUIR 2019 às empresas e obras que mais se destacaram no último ano nas áreas da Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário.

Pelo palco do Pavilhão do Conhecimento, no Parque das Nações (Lisboa) passaram os distinguidos com os troféus que, pelo 12º ano consecutivo, reconhecem o mérito, a ousadia, a audácia e a mais-valia técnica de quem trabalha para confirmar a excelência dos trabalhos construídos.

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Lista completa de vencedores

ARQUITECTURA

MELHOR PROJECTO PÚBLICO:
Escola EB 2+3 das Taipas, em Guimarães (Pitágoras Arquitectos)

MELHOR PROJECTO PRIVADO:
Villa Nature (Saraiva + Associados)

MELHOR PROJECTO DE REABILITAÇÃO:
Sottomayor Residências (Coporgest)

MELHOR ATELIER:
Saraiva + Associados

ENGENHARIA:

MELHOR PROJECTO PÚBLICO:
Ponte Pedonal do Museu dos Coches (afaconsult)

MELHOR PROJECTO PRIVADO:
Super Bock Arena / Pavilhão Rosa Mota (Lucios)

PRÉMIO FISCALIZAÇÃO E COORDENAÇÃO:
Tecnoplano

PRÉMIO INTERNACIONALIZAÇÃO:
Quadrante

MELHOR GABINETE
Afaplan

CONSTRUÇÃO:

MELHOR CONSTRUTORA:
Casais

PRÉMIO INTERNACIONALIZAÇÃO:
Mota-Engil

PRÉMIO SUSTENTABILIDADE:
Villa Nature (Casais)

IMOBILIÁRIO:

MELHOR EDIFÍCIO DE ESCRITÓRIOS:
FPM 41 (Rockbuilding / ECS Capital / Deka)

MELHOR ESPAÇO COMERCIO E SERVIÇOS:
Novo Enoturismo Quinta da Aveleda (Quinta da Aveleda)

MELHOR EDIFÍCIO RESIDENCIAL:
Aliados 107 (Avenue)

MELHOR EMPREENDIMENTO TURÍSTICO:
Pestana Churchill Bay (Grupo Pestana)

MELHOR CONSULTORA:
JLL

PRÉMIO EXCELÊNCIA:

ARQUITECTURA:
José Mateus (Trienal de Arquitectura de Lisboa)

ENGENHARIA:
Nuno Costa (Grupo Quadrante)

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Conversão de imóveis das Defesa cria 1379 fogos para renda acessível

O Governo vai transformar edifícios militares devolutos em habitação com renda acessível por um período de 75 anos, ao longo do qual estima-se que sejam canalizados cerca de 110 milhões de euros, a favor de projectos de conservação, manutenção, segurança, modernização e edificação das infraestruturas

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A constituição de direitos de superfície em oito imóveis da Defesa Nacional, que não se encontram actualmente a ser utilizados pela Forças Armadas vai permitir a sua conversão em habitação acessível. O despacho conjunto dos ministérios das Finanças e da Defesa Nacional, já publicado em Diário da República, no âmbito da Lei das Infraestruturas Militares, delimita a constituição de direitos de superfície por um período de 75 anos.

Esta decisão permite agora a conversão, em habitação acessível, de um conjunto de imóveis, localizados em Lisboa, Porto e Oeiras, e que darão lugar a 1379 fogos para arrendar a preços acessíveis, através do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e dos municípios.

Os imóveis abrangidos pelo decreto lei são oito, três localizam-se em Lisboa (a Quinta da Alfarrobeira, o Cerca do Convento da Estrela – Ala Sul e o Hospital Militar da Estrela), quatros no Porto (Instalações utilizadas pela Manutenção Militar e OGFE, Edifício na Avenida de França, o Trem do Ouro e a Casa do Lordelo do Ouro) e um em Oeiras, a Ex-Estação Radionaval de Algés.

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Com a constituição dos referidos direitos de superfície, por 75 anos, e decorrente dos valores homologados, estima-se que sejam canalizados cerca de 110 milhões de euros, que serão pagos em prestações anuais durante a vigência do PRR, a favor de projectos de conservação, manutenção, segurança, modernização e edificação de infraestruturas das Forças Armadas.

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Expansão do Metro de Lisboa avança com o início dos trabalhos do Lote 3

A empreitada compreende a construção de dois novos viadutos sobre a Rua Cipriano Dourado e sobre a Av. Padre Cruz, na zona do Campo Grande, prevendo ainda a ampliação da estação do Campo Grande para Nascente

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O Metropolitano de Lisboa (ML) formalizou esta quarta-feira, o início dos trabalhos da Empreitada de Projecto e Construção dos Toscos, Acabamentos e Sistemas no âmbito da concretização do Plano de Expansão do Metropolitano de Lisboa – Prolongamento das Linhas Amarela e Verde – Viadutos do Campo Grande (Lote 3).

O auto de consignação dos trabalhos foi assinado com o consórcio formado pela Teixeira Duarte – Somafel – Viadutos do Campo Grande, ACE e tem como objecto a construção de dois novos viadutos sobre a Rua Cipriano Dourado e sobre a Av. Padre Cruz, na zona do Campo Grande, prevendo ainda a ampliação da estação do Campo Grande para Nascente.
O contrato foi formalizado à cerca de um ano e implica um investimento de cerca de 19.5 milhões de euros, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, tendo um prazo global de execução de 698 dias após a sua consignação, tendo recebido luz verde do Tribunal de Contas em Fevereiro deste ano.

O Plano de Expansão do ML prevê o prolongamento da linha em mais 2km de rede. A obra vai ligar o Rato ao Cais do Sodré com duas novas estações: Estrela (localizada em frente à Basílica da Estrela) e Santos (na zona poente do quarteirão definido pela Av. D. Carlos I, Rua das Francesinhas, Rua dos Industriais e Travessa do Pasteleiro). Cria-se desta forma uma nova linha Verde, um anel circular no centro de Lisboa, com inauguração prevista para 2024.
Encontra-se a decorrer o concurso público relativo à Empreitada de Concepção e Construção dos Acabamentos e Sistemas no âmbito da concretização do plano de expansão – Prolongamento das Linhas Amarela e Verde – Extensão Rato-Cais do Sodré – Lote 4.

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Porto: Já são conhecidos os candidatos admitidos para a concepção e construção da nova Ponte

Os candidatos admitidos terão que apresentar propostas num prazo de sete meses, na qual deverão incluir um Estudo Prévio da solução global da ponte que se propõem executar. O preço base do concurso é de 38,5 M€ e determina um prazo máximo de execução de 1150 dias

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A fase de qualificação do concurso da empreitada de concepção-construção da nova Ponte D. António Francisco dos Santos e acessos já se encontra concluída e, de acordo com o relatório final, foram admitidos sete candidatos: a empresa Puentes y Calzadas Infraestructuras; o agrupamento de candidatos constituído pelas empresas Alexandre Barbosa Borges e Construgomes Engenharia; o agrupamento de candidatos integrado pelas empresas Mota-Engil, Engenharia e Construção e Omatapalo – Engenharia e Construção; o agrupamento de candidatos de que fazem parte as empresas Afavias – Engenharia e Construções, Casais – Engenharia e Construções e Teixeira Duarte – Engenharia e Construções; o agrupamento de candidatos formado pelas empresas Ramalho Rosa Cobertar, Sociedade de Construções e FCC Construcción; o agrupamento de candidatos composto pelas empresas Alberto Couto Alves, Alves Ribeiro e Betar Consultores, Lda e, por fim, a empresa Conduril – Engenharia.

Não obstante alguns deles ainda tenham de confirmar o cumprimento de determinados requisitos exigidos, os candidatos admitidos serão oportunamente convidados a apresentar propostas e terão um prazo de sete meses para a respectiva apresentação, na qual deverão incluir um Estudo Prévio da solução global da ponte que se propõem executar, cumprindo com os requisitos técnicos de acordo com as peças de concurso.

Assim que terminada a fase de concurso, a qual culmina com a adjudicação da proposta ao concorrente vencedor, inicia-se a fase de execução contratual composta por dois momentos. A execução de estudos e projectos, durante os primeiros 12 meses, seguindo-se a execução da empreitada nos 24 meses seguintes, acrescidos de dois meses para a realização de ensaios, levando assim a conclusão para o primeiro semestre de 2026.

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A nova ponte sobre o rio Douro será construída a montante da Ponte de São João e a jusante da Ponte do Freixo, ligando a marginal ribeirinha do Porto – Avenida Paiva Couceiro – a Vila Nova de Gaia, mais propriamente à zona de Quebrantões, da qual nascerá uma nova via de ligação à actual rotunda Gil Eanes.

A Ponte D. António Francisco dos Santos, assim designada em homenagem ao falecido Bispo da Diocese do Porto, terá uma extensão total aproximada de 625 metros, dos quais 300 metros se desenvolvem sobre o leito do rio Douro e os restantes 325 metros sobre terrenos de Vila Nova de Gaia. De destacar que o seu tabuleiro terá duas faixas de rodagem, com duas vias de circulação cada, um separador central, assim como passeios e ciclovias unidirecionais, de ambos os lados.

Em termos de acessos à nova travessia, no Porto, prevê-se a construção de uma rotunda sobrelevada à actual Avenida Paiva Couceiro, interligada a esta através de dois ramos de ligação em viaduto. Pretende-se, contudo, que a continuidade da avenida se mantenha, reservando a actual marginal, sob a rotunda, para usufruto pedonal e dos meios suaves.

Em Vila Nova de Gaia, o acesso à futura ponte será realizado através da construção de uma rotunda e de um novo arruamento com aproximadamente 590 metros de extensão, que por sua vez ligará à rotunda Gil Eanes. A realçar que esse novo arruamento será composto por duas faixas de rodagem, com duas vias de circulação cada, separador central, passeios, ciclovias e estacionamentos. A acrescentar que a rotunda Gil Eanes será também objecto de intervenção de forma a nela se incluir uma ciclovia em todo o seu perímetro.

O preço base do concurso é de 38,5 milhões de euros e determina um prazo máximo de execução de 1150 dias. O custo da obra será totalmente assumido pelos dois municípios.

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A aposta no modular

A Ecosteel entrou no negócio de estruturas modulares provando que quer ser “much more than windows”. Depois da GoFriday, a Ooty é a mais recente incursão, com um investimento de 20 M€ numa nova unidade de produção de CLT

A aquisição de uma participação na Ooty é o último negócio, à data, do grupo Ecosteel. A entrada no capital da empresa que se dedica à produção de estruturas pré-fabricadas e modulares com subestrutura em madeira, é justificada pelo grupo como uma “aposta na sustentabilidade e na utilização de materiais como a madeira que permitem reduzir a pegada de carbono em 60% a 70%. Com esta, e outras parcerias, procuramos alcançar objectivos mais ambiciosos para o presente e futuro, visando um crescimento e visibilidade mais expressivos, não só para a marca como também para a sua área de actividade e causa ecológica. Por outro lado, a parceria entre as empresas visa sustentar parte de uma estratégia que enaltece e interliga os conceitos de inovação e consciência ambiental e abre caminho em direcção a um futuro construído eco consciente e preocupado com a saúde do planeta”, justifica a Ecosteel pela voz da sua responsável de Comunicação e Marketing, Rita Barata Castro.

Sustentabilidade e ecologia à parte, a parceria irá permitir alavancar a actividade da Ooty nos mercados internacionais e, simultaneamente, irá permitir o arranque de uma unidade de produção de CLT que terá capacidade para produzir 50.000m3 / ano. A combinação deste sistema construtivo com o de estruturas modulares pré-fabricadas (wood frame) resultará numa capacidade produtiva de 1.000 a 1.200 casas por ano. “Estamos a falar de um investimento total que ronda os 20 milhões de euros, a ser realizado na zona industrial de Esposende. A implantação começa no imediato, mas pode demorar mais de um ano até estar operacional. Prevê-se que em 2024 já estejamos a trabalhar em pleno, contando com uma equipa de mais de 100 pessoas”, avança Rita Barata Castro.

A capacidade de produção será “escalada” e pode demorar alguns anos até atingir o pico produtivo, mas mercado para escoar a produção não falta. “Já temos garantido o escoamento de produto. Ainda que o objectivo seja o mercado europeu, já temos projectos nacionais de dimensão que irão absorver garantidamente essa capacidade nos primeiros 2 anos”, garante a directora.

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Esta não é a primeira incursão da Ecosteel no segmento modular, com a aquisição da GoFriday ainda recente o grupo justifica a aposta: “tanto as soluções de casas-barco da GoFriday como as construções modulares da Ooty, dão resposta a uma tendência que se intensificou com a pandemia e que tem vindo a crescer, fruto de uma mudança de mentalidade. Digamos que, depois de décadas de contínuo êxodo rural rumo às cidades, a pandemia trouxe um novo paradigma. Inclusive, um estudo recentemente divulgado, dá conta que 30% dos residentes das cidades gostariam de viver no campo. Acho que acabamos por dar resposta a este tipo de pessoas que procuram uma habitação permanente em locais mais isolados ou usufruir apenas de momentos de lazer sem que para isso tenham de abdicar do conforto”, refere Rita Barata Castro.

Acrescem a rapidez de construção, os (menores) custos que acarreta e/ou a possibilidade de construção em locais únicos e até isolados, já para não falar da “sustentabilidade, da eficiência energética, os próprios materiais utilizados na construção e toda uma série de preocupações ambientais que estão cada vez mais presentes nas escolhas dos clientes. Por exemplo, a montagem de uma casa de 200m2 pode ser feita em pouco mais de uma semana por uma equipa de quatro pessoas, o que constitui uma vantagem”, assegura a responsável.

Entretanto, na GoFriday as mudanças são já visíveis, em especial “ao nível da industrialização, da execução do projecto, do aumento da capacidade de produção e da facilidade de transporte e instalação”. Está actualmente a decorrer a construção de uma casa barco que funcionará com showroom na marina do Freixo.

Ecosteel aumenta capacidade de produção de janelas para 5000m2

O ano passado o grupo anunciou o investimento de 15 M€ na expansão do seu parque industrial de Laúndos. O investimento está concluído?

O investimento que temos vindo a fazer encontra-se numa fase avançada com conclusão prevista para meados do próximo ano.

Qual a dimensão actual do parque industrial? E qual a sua capacidade de produção actual? 

A área da unidade de fabrico são 17.500m2, mas temos capacidade para produzir cerca de 5000m2 mensais de janelas.

Quanto desta produção é destinada ao mercado interno e quanto é para exportação?

A aquisição do novo espaço já permitiu duplicar a produção que se destina principalmente aos mercados externos, para onde vai cerca de 70% do fabrico, sendo que os Estados Unidos são, por agora, um dos principais destinos.

De que forma a vossa actividade tem sido ou não comprometida com os problemas de natureza conjuntural (falta de matéria prima e logísticos)?

Para tentar controlar eventuais rupturas, foi feito um trabalho controlado para antecipar a falta de fornecimento, principalmente do alumínio. Não só conseguimos antecipar a entrega de matéria prima, como também acumular stock, o que permitiu dar continuidade às encomendas e servir os clientes sem atrasos. Podemos mesmo afirmar que no que á logística diz respeito não sentimos ainda nenhum problema.

Em termos de actividade global da Ecosteel, qual a perspectiva de volume de negócios e facturação do grupo no final de 2021?

Apesar da crise pandémica, o Grupo Ecosteel tem vindo a crescer, prevendo-se uma facturação de 26 milhões de euros. Nos últimos 3 anos tivemos um crescimento médio na ordem dos 33% / ano. Depois deste crescimento exponencial, este é um ano cuja previsão é de consolidação do negócio. No entanto, relativamente ao mesmo período do ano passado, neste momento estamos 2 milhões de euros acima do que era expectável.

A Ecosteel tem presença em alguns países, quais?

Temos parceiros a nível local: Bélgica, Sul França, Itália, Croácia, Canada West Coast, Israel, Espanha, Suíça, EUA, Turquia, Grécia, México.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Carmo Wood: depois da Agricultura, a Construção é a forte aposta para os próximos anos

Jorge Milne e Carmo, presidente do Conselho de Administração da Carmo Wood é o fundador e estratega do grupo português. Em entrevista ao CONSTRUIR fala sobre as apostas do grupo, sobre o investimento realizado e os planos para o futuro

No final deste ano o grupo Carmo Wood prevê registar uma facturação de 90 milhões de euros de facturação, o que representa um crescimento global de 35%, face a 2020. Um crescimento assente no desenvolvimento da actividade da agricultura, na explosão da bricolage, na aposta nas diferentes linhas de mobiliário de exterior e, sobretudo, na construção.

Recentemente a Carmo Wood comunicou a previsão de facturação da área agrícola, em França, em torno dos 20 milhões de euros. A operação em França é o vosso caso de sucesso?
Essa comunicação tem a ver com o sucesso que temos em França. Fomos com bagagem às costas e, literalmente, começámos do nada num mercado maduro, muito proteccionista das suas empresas e com uma opinião nada favorável sobre Portugal e sobre as suas empresas. Hoje estamos estabelecidos em todo o território francês, somos líderes de mercado no nosso segmento e a nossa marca conquistou o mercado. Prevemos que a Carmo France tenha no final deste ano uma facturação superior a 20 milhões de euros, o que representa um crescimento de 40% face a 2020. Esta empresa representa cerca de 20% do nosso negócio global que prevemos chegue aos 90 milhões de euros no final de 2021.

A operação em França é meramente comercial ou têm alguma indústria instalada?
Basicamente é uma operação comercial na área da agricultura. Temos obra na área agrícola em Portugal, em Espanha e também em Marrocos, mas em França não. Onde temos obra em França é na vertente da construção em madeira.

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A agricultura continua a ser a área principal de actuação da Carmo Wood?
O grupo é hoje constituído por dez empresas, incluindo a holding, mas a área agrícola é a que tem maior peso. De um total de 70 milhões de euros consolidados, 40 milhões de euros vêm da área agrícola. Estamos em 40 geografias diferentes e na agricultura estamos em 30. Para 2022 prevemos que esta área continue a crescer, em torno dos 25%. A baixo do crescimento registado este ano (41%), é certo, mas ainda assim com um forte crescimento. O crescimento do grupo em 2022 deverá rondar os 38%, de acordo com as nossas projecções.

Que áreas irão impulsionar esse crescimento de 38% no próximo ano?
Pelas encomendas que nós temos, as áreas que vão crescer mais são a construção em madeira, que este ano devera crescer cerca de 35%, face a 2020, mas que prevemos que cresça mais em 2022 e nos materiais de construção. Repare, a Construção na Carmo Wood abrange três grandes áreas: a de grandes estruturas, onde incluímos as áreas de projecto e construção de grandes estruturas para a indústria, turismo, comércio, etc., restaurantes, pontes, passadiços e outras grandes estruturas em madeira. Temos uma equipa de projectistas e de arquitectos, a intervenção da Carmo Wood vai muito além do que simplesmente fornecer a madeira, uma vez que o grupo está habilitado para a execução de projectos de arquitectura, de estabilidade e a preparação nesta vertente.
Uma segunda área na Construção são as pequenas construções que são tudo o que é mobiliário de ar livre, decks, pérgulas, garagens, são pequenas estruturas ou pequenas obras, ciclovias, etc… E depois temos uma terceira área que são os materiais de construção, puro e duro e sem obra, só venda de materiais de construção. E esta é uma das vertentes que mais tem crescido.

Madeira para o sector da Construção?
Madeiras de todo o tipo. A grande maioria tratadas e de exterior que nós transformamos e modificamos e depois entregamos à distribuição, por um lado a distribuição profissional que as encaminha para as empresas do sector da construção e depois uma segunda vertente de distribuição que são as constituídas pelas lojas comerciais de bricolagem. Esta última registou um forte crescimento. Este ano vamos fechar com uma facturação de 6,2 milhões de euros, o que representa um crescimento 80%, que prevemos que se venha a manter também em 2022, impulsionado pelo crescimento do mercado de DIY. É sabido que esta foi uma área que cresceu fortemente durante a pandemia, mas em Portugal, Itália, Espanha e também em França, era uma área que estava em crescimento antes e que prevemos que continuará a crescer em 2022. Mas, de uma forma geral, assistimos a uma maior utilização de madeira e de madeira tratada em detrimento de outros produtos na construção.

Construção elege madeira
À semelhança dos materiais de construção a madeira também registou um forte crescimento do seu preço ao longo deste ano?
Os preços subiram loucamente. Nos EUA chegaram a subir 400% e agora baixaram, mas mantiveram-se 50% acima dos preços praticados 2019. A grande fatia das madeiras consumidas na Europa vem do Báltico, Estónia e Lituânia, Suécia, Finlândia e Bielorrússia. Os preços subiram mais de 100%, baixaram um pouco e estabilizaram. Em Portugal e Espanha continuam com tendência de subida dos preços, embora por motivos diferentes. Em Portugal porque não temos floresta e o que produzimos é sobretudo madeira para paletes, que registam um forte crescimento devido ao crescimento dos transportes. Espanha tem visto a sua área florestal crescer muito, mas tem falta de empresas que tratem essas madeiras.

De que forma esse aumento de preços vos afectou?
Não afectou porque sempre trabalhamos com muitos stocks. Além disso os fornecedores estão connosco. Sempre fomos muito sólidos em termos financeiros. Pagamos bem e somos os primeiros a ter mercadoria. Por outro lado, compramos no futuro pelo que o nosso preço médio continuou bastante razoável e subimos pouco os preços aos nossos clientes e continuamos, por essa via, muito competitivos mesmo que durante o ano de 2021

A madeira está a conquistar a Construção?
É evidente na Construção que a madeira tem vindo a crescer e a ganhar um maior protagonismo, muito por culpa da sustentabilidade e da necessidade em baixar a energia gasta com as edificações. A madeira tem essa particularidade é carbono, é a única matéria-prima 100% renovável e em relação aos seus outros concorrentes, seja o aço seja o betão, a energia gasta na transformação é muito menor. Diria que a madeira é a matéria de construção do século XXI. Aqui no sul da europa estamos pouco habitados a isso, mas em muitos países a madeira já é o principal material da construção. Estamos a assistir a um maior input também porque antes não era possível fazer edifícios em altura em madeira, mas agora já o é. E exactamente com o mesmo sistema: coluna, viga e placa. Podemos fazer as resistências e grossuras que quisermos. Na Áustria foi inaugurado há dias um prédio, em madeira, com 34 andares.

Mas Portugal é, por tradição, um país do betão?
É verdade, até porque existem poucas empresas como a nossa com alguma dimensão e que tenham capacidade para lidar com projectos de dimensão. E esse é exactamente um dos problemas que se colocam no futuro imediato, há vontade para construir em madeira o que vai obrigar as empresas a adaptarem-se. Hoje utilizar-se-ia mais madeira na construção se o tecido empresarial estivesse à altura do que o mercado pede. Mas as coisas estão a evoluir. Por exemplo aqui em Lisboa já construímos quatro grandes pontes totalmente em madeira, estamos a construir um edifício de dois andares e já fizemos o projecto e iremos entrar no concurso para a construção pedonal sobre o rio Trancão. Depois temos outras obras, estamos a fazer o restaurante do Gigi, na Quinta do Lago, estamos a trabalhar com Filipe Starck na Herdade da Comporta, fizemos vários passadiços em Portugal. Em França estamos a trabalhar com as grandes construtoras como a Vinci, Bouygues, Eiffage em alguns dos seus projectos, entre outros.

Qual o peso da Construção na Carmo Wood?
São cerca de 30%. No final de 2021 deverá corresponder a cerca de 30 milhões de euros, do total da nossa facturação que, como já lhe disse, deverá rondar os 90 milhões de euros. Ou 36% se a ela somarmos as madeiras de construção. No próximo ano prevemos crescer na agricultura, que é ainda a nossa maior área, mas sobretudo na Construção e em todas as suas vertentes: nas estruturas (40%), nas madeiras de construção (70%) e nas pequenas construções e mobiliário (100%).

A aposta na indústria 4.0

Em linhas gerais, qual será a estratégia da empresa nos próximos dois anos?
Nos últimos anos investimos fortemente no reforço e modernização da nossa capacidade industrial. O capex que tínhamos previsto para os anos de 2021 / 2022, já foi todo executado este ano. Investimos cerca de três milhões de euros para aumentar a capacidade de produção da nossa fábrica de Oliveira de Frades e vamos construir um novo pavilhão com cerca de 6 mil m2 para criar uma nova carpintaria. O que nos permite aumentar a capacidade de produção de mobiliário urbano e de jardim, triplicar a capacidade de produção de madeiras de construção e dar resposta ao crescimento expectável do negócio com investimento em diversas máquinas e automatismos. O investimento previsto de 5 milhões de euros para os dois anos já foi executado,

Isto depois dos investimentos que realizaram na reconstrução das unidades que arderem em 2017?
Nos incêndios florestais de 2017 arderam-nos duas grandes operações e nessa altura, enquanto presidente executivo e com a ajuda da equipa que aqui trabalha, decidimos investir tudo para refazer as operações, expandido as áreas, refazendo os layouts. Apostámos na indústria 4.0, o que significa automatização, robótica, software de suporte, inteligência artificial. Preparámo-nos para crescer três vezes mais em praticamente todas as áreas. Mesmo assim já tivemos necessidade de reforçar esse investimento inicial de 2017 a 2020, e que rondou os 30 milhões de euros. Estes são volumes muito grandes para a nossa facturação, mas serviram para preparar a empresa para responder a demanda. Nós não andamos a reboque do crescimento.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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IHRU lança concursos para projectos de 164 habitações em Almada

Alargamento da oferta habitacional para arrendamento acessível prevê um investimento de mais de 20,8 milhões de euros para elaboração de projectos e construção de habitações

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O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, I. P., lançou dois concursos de selecção das equipas que irão elaborar os projectos para a construção de dois novos empreendimentos, em terrenos de que o instituto é proprietário, no município de Almada. Estas habitações serão destinadas, na sua totalidade, a Arrendamento Acessível.

O primeiro dos dois empreendimentos que integram este concurso é o Conjunto Habitacional “Casquilho Poente”, localizado entre a Estrada do Casquilho e a Rua da Bela Vista. O local a intervir tem uma superfície total de 3 218 m2 e uma área máxima de implantação de 627,00 m2. O segundo empreendimento compreende o Conjunto Habitacional “Casquilho Nascente”) localiza-se entre a Estrada do Casquilho, a Rua dos Três Vales e a Avenida Torrado da Silva, no Plano Integrado de Almada. O local a intervir tem uma superfície total de 6 540 m2 e uma área máxima de implantação de 2 677 m2.

As peças que constituem estes procedimentos estão disponíveis na plataforma electrónica AnoGov, podendo ser igualmente consultadas no sítio da Internet do IHRU, I.P. e no site da Ordem do Arquitectos – Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo.

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Revive Natureza lança novos concursos

São sete os novos concursos para atribuição dos direitos de exploração lançados pela Turismo Fundos. As candidaturas estão abertas até 14 de Março de 2022

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São sete os novos concursos para atribuição dos direitos de exploração lançados pela Turismo Fundos, no âmbito do Fundo Revive Natureza. Os imóveis públicos serão objecto de requalificação e valorização e posterior utilização para fins turísticos.

Assim, estão a concurso a Casa Florestal de Sapadores, no distrito de Coimbra e concelho da Figueira da Foz, a Casa de Cantoneiros de Poio Negro, no distrito da Guarda e concelho de Manteigas, Casa de Jones, no distrito da Guarda e concelho de Manteigas, Moinhos da Corredoura, no distrito da Guarda e concelho de Celorico da Beira, Casas Florestais do Bloco do Talhão 1, no distrito de Leiria e concelho da Marinha Grande, Casa Florestal de Praia, no distrito de Leiria e concelho da Marinha Grande, Casa Florestal do Pedrógão, no distrito e concelho de Leiria. As candidaturas estão abertas até 14 de Março de 2022.

“Com estes novos sete imóveis a Turismo Fundos conseguiu lançar, em cerca de ano e meio, um total de 38 concursos, dos quais 32 respeitantes, essencialmente, a antigos postos fiscais e casas de guardas-florestais e seis relativos a estações de caminho de ferro, o que mostra o grande interesse por parte dos privados na recuperação e valorização destes imóveis localizados em espaços únicos que dispõem de um elevado potencial de atracção turística”, sublinhou Rita Marques, secretária de Estado do Turismo. A responsável sublinhou ainda que “o Revive Natureza permite que estes imóveis, que se encontram devolutos há décadas, sejam objecto de recuperação e adaptação para serviços de alojamento, restauração, equipamentos e actividades de animação e lazer, com características inovadoras e sustentáveis, com vista a atrair novos visitantes e a fixar novos residentes nas localidades onde se inserem, decisivo para o desenvolvimento do turismo e da economia do país”.

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Dos três grupos de concursos já lançados, foram recepcionadas um total de 367 candidaturas e encontram-se já adjudicados os imóveis respeitantes a 19 concursos dos dois primeiros grupos, sobre os quais foram celebrados dois contratos e encontra-se em processo de assinatura outro contrato.

Relativamente ao terceiro lote de seis imóveis, cuja fase para apresentação de candidaturas terminou no passado dia 19 de Novembro, foram recepcionadas um total de 45 propostas, tendo-se já iniciado o procedimento de análise das mesmas, com vista à sua adjudicação no início de 2022.

Encontram-se ainda a decorrer, até dia 26 de Janeiro de 2022, os concursos para a atribuição de direitos de exploração das 6 Estações Ferroviárias, cujos direitos de uso foram transferidos para o Fundo Revive Natureza, após a celebração do um Protocolo com a IP Património.

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7M€ para novo polo de saúde de Carcavelos

Arrancaram as obras de construção do novo pólo de saúde de Carcavelos, concelho de Cascais. A obra, orçada em sete milhões de euros deverá estar concluída em Fevereiro de 2023

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Arrancaram as obras de construção do novo pólo de saúde de Carcavelos, concelho de Cascais. A obra, orçada em sete milhões de euros, está pensada para receber quatro valências de cuidados de saúde primários (unidade de saúde familiar serviço permanente, equipa de tratamento de comportamentos aditivos e dependências e serviço de psiquiatria), e inclui uma praça e jardim públicos e parque de estacionamento com 267 lugares. O novo centro irá abranger uma população de 25 mil pessoas. O edifício contempla um total de 56 gabinetes médicos, com uma área de construção de 2.050 m2 e de estacionamento de 13.000 m2, a obra deverá ficar concluída em Fevereiro de 2023.

“Mais do que prestar cuidados de saúde à população, o novo Pólo Carcavelos pretende constituir um elemento estruturante do tecido urbano, com uma imagem bem identificada sob o ponto de vista arquitectónico e de impacto público positivo, e revitalizar os terrenos da antiga fábrica da Legrand”, assegura a Câmara Municipal de Cascais.
Neste projecto, a nova praça/jardim de mediação entre o novo edifício e as habitações adjacentes existentes, constitui o elemento principal do projecto. “Aqui poder-se-ão realizar inúmeras actividades lúdicas já que foi pensado para incluir equipamentos infantis (para utentes e moradores locais), uma cafetaria, zonas cobertas multifuncionais e espaço verde. O edifício deve refletir um novo paradigma de saúde do séc. XXI, no qual o Polo de Saúde é simultaneamente entendido como catalisador de relações interpessoais e centro da vida comunitária”.

De forma a responder aos princípios actuais de sustentabilidade, e tendo em conta o Plano de Acção para a Adaptação às Alterações Climáticas de Cascais, o edifício terá produção autónoma de electricidade através de painéis fotovoltaicos nas coberturas, assim como o aquecimento de água através de painéis solares térmicos.

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Revive lança concurso para Fortes S. Pedro e S. João da Cadaveira

Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, presente no lançamento dos concursos, reconheceu que “os municípios são parceiros fundamentais neste processo de reabilitação para ajudarem o Estado a encontrar os investidores certos”

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Foram lançados esta quarta-feira, dia 15 de Dezembro, dois novos concursos públicos no âmbito do Programa Revive para a concessão dos Fortes de São Pedro e São João da Cadaveira, no concelho de Cascais.

Estes concursos públicos irão, assim, permitir captar investimentos privados que tornem estas fortificações aptas para afectação a uma actividade económica lucrativa, com vocação turística, nomeadamente, nas áreas da hotelaria, da restauração, das actividades culturais, ou outras formas de animação e comércio, preservando-se os valores e pressupostos que determinaram o domínio desses bens e a propriedade pública dos mesmos, mas encontrando mecanismos que permitam prosseguir os objectivos de reabilitação e valorização de património visado.

“Esta é uma inspiração antiga de Cascais”, confirma Carlos Carreiras, presidente da CM, acrescentando que o município está disponível para ser parceiro neste “processo de reabilitação” de um “património que é de todos e está a degradar-se todos os dias”.

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Teresa Monteiro, vice-presidente do Turismo de Portugal, presente na cerimónia, salientou que este dois Fortes, outrora fundamentais na defesa da linha da Costa, beneficiam de uma “excelente localização”, “têm um valor inestimável” e “têm todas as características para serem uma mais valia para a região”.

Também Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, reconheceu que “os municípios são parceiros fundamentais neste processo de reabilitação para ajudarem o Estado a encontrar os investidores certos”.

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Coporgest conclui investimento imobiliário de 21,6 M€ em Lisboa [c/ galeria de imagens]

Álvares Cabral Premium Apartments, entre o Largo do Rato e o Jardim da Estrela, resulta da reconversão integral de um antigo edifício de escritórios em 13 apartamentos.

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A promotora Coporgest acaba de concluir um investimento de 21,6 milhões de euros num novo empreendimento residencial em Lisboa. Chama-se Álvares Cabral Premium Apartments e resulta da reconversão integral de um antigo edifício de escritórios em 13 apartamentos. Situado numa das melhores zonas residenciais da capital, o empreendimento visa o segmento premium do mercado. O edifício foi adquirido em Novembro de 2018, tendo as obras, agora concluídas, arrancado em Abril de 2019.

Localizado na Avenida Álvares Cabral, entre o Largo do Rato e o Jardim da Estrela, o empreendimento abrange uma área bruta de construção total de 6.200 metros quadrados (m2), dos quais 4 mil acima do solo. Do edifício original, construído nos anos 70, apenas se aproveitou parte da estrutura de betão original. Tudo o resto, incluindo fachadas, revestimentos, redes técnicas, caixilhos e elevadores, é completamente novo.

Com oito pisos acima do solo e três abaixo, o edifício inclui ainda uma loja que permanecerá no activo da Coporgest para arrendamento. Um dos destaques da obra vai para a criação de dois terraços a tardoz (um no piso 1 e o outro na cobertura), ambos com piscinas privadas. Na fachada a tardoz, sobressaem igualmente amplas varandas, que potenciam a excelente vista sobre a cidade.

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Dos 13 apartamentos, com tipologias entre T1 e T5, a maioria está já vendida, com preços que variam entre 675 mil euros e 5 milhões de euros.

“Este projecto conjugou o melhor dos mundos: excelente localização, qualidade de construção e tranquilidade da zona envolvente. Foi seguramente uma excelente opção tanto para quem comprou para viver, como para quem adquiriu numa óptica de investimento”, afirma Sérgio Ferreira, presidente da Coporgest.

No que diz respeito a acabamentos, a intervenção realizada no Álvares Cabral Premium Apartments “foi muito exigente, de forma a obter um elevado nível de conforto”, acrescenta. Assim, “os valores obtidos para isolamento acústico são muito superiores ao exigido nos regulamentos, todas as fracções têm climatização com ar condicionado e pavimento radiante, e ainda caixilhos em alumínio com renovação de ar permanente”.

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