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10ª EDIÇÃO DOS PRÉMIOS DESIGN MEIOS & PUBLICIDADE

Já passaram 10 anos. Em 2010, quando lançámos a primeira edição do Prémios de Design M&P, dissemos que existiam duas premissas essenciais para que os prémios fizessem sentido: Que os trabalhos inscritos fossem representativos do melhor que se faz no mercado e que o júri fosse composto por profissionais de méritos reconhecidos. As premissas mantém-se. A responsabilidade de …

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10ª EDIÇÃO DOS PRÉMIOS DESIGN MEIOS & PUBLICIDADE

Já passaram 10 anos. Em 2010, quando lançámos a primeira edição do Prémios de Design M&P, dissemos que existiam duas premissas essenciais para que os prémios fizessem sentido: Que os trabalhos inscritos fossem representativos do melhor que se faz no mercado e que o júri fosse composto por profissionais de méritos reconhecidos. As premissas mantém-se. A responsabilidade de …

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Novo Bauhaus Europeu vai ter 85 milhões de euros para projectos em 2021-2022
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Já passaram 10 anos. Em 2010, quando lançámos a primeira edição do Prémios de Design M&P, dissemos que existiam duas premissas essenciais para que os prémios fizessem sentido: Que os trabalhos inscritos fossem representativos do melhor que se faz no mercado e que o júri fosse composto por profissionais de méritos reconhecidos. As premissas mantém-se.

responsabilidade de escolher os vencedores cabe este ano a Catarina Santos (Esporão), Emanuel Serôdio (Partners), Gonçalo Cabral (Uma Studio), Jorge Trindade (Big Fish), Luís Alvoeiro (Silvadesigners), Luis Mileu (Luis Mileu Studio), Marco Grieco (Expresso), Miguel Viana (UnlockBrands®), Pedro Mesquita (Pacifica), Ricardo Miranda (Wonder\Why) e Sónia Frazão (comOn), o que garante, mais uma vez, que a segunda condição está cumprida.

Em Março, quando forem conhecidos os vencedores, naquela que já é conhecida como a grande festa do Design, voltaremos a celebrar o que de melhor que se faz em Portugal, ou a partir de Portugal, neste domínio.

Por agora, sugiro uma viagem pelas edições anteriores e o reencontro com os melhores projectos de design da última década. Vale a pena.

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Novo Bauhaus Europeu vai ter 85 milhões de euros para projectos em 2021-2022

CE anuncia também a criação de um laboratório e de um grupo de reflexão e de acção para o desenvolvimento do projeto que “visa acelerar a transformação de vários setores económicos”

O Novo Bauhaus Europeu, iniciativa lançada em Janeiro deste ano, que visa enquadrar a transição climática com uma mudança cultural, vai dispor de 85 milhões de euros destinados a projectos, no período 2021-2022, anunciou esta quarta-feira a Comissão Europeia.

O valor é adiantado pela Comissão, no âmbito da comunicação sobre o conceito do Novo Bauhaus Europeu, e na qual anuncia igualmente a criação de um laboratório e de um grupo de reflexão e de acção para o desenvolvimento do projecto que “visa acelerar a transformação de vários sectores económicos, como os da construção e dos têxteis, a fim de facilitar o acesso de todos os cidadãos a bens circulares e com menor intensidade de carbono”.

A iniciativa foi lançada pela Comissão, em Janeiro, com o objectivo de enquadrar a transição climática com um movimento cultural e estético, através da mobilização de ‘designers’, arquitectos, engenheiros e cientistas, que possam “reinventar um modo de vida sustentável”.

“O Novo Bauhaus Europeu introduz uma dimensão cultural e criativa no Pacto Ecológico Europeu a fim de demonstrar de que modo a inovação sustentável se pode traduzir, no nosso dia-a-dia, em experiências concretas e positivas”, escreve esta quarta-feira a Comissão.

No âmbito do financiamento previsto, muitos programas da União Europeia (UE) irão contribuir para “o Novo Bauhaus Europeu como elemento de contexto ou prioritário, sem um orçamento específico predefinido”, adianta esta quarta-feira a Comissão.

O financiamento provirá assim “de diferentes programas” europeus, “incluindo o Horizonte Europa, um programa de investigação e inovação (e, em especial, as missões Horizonte Europa), o programa LIFE, para o ambiente e a acção climática, e o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional”.

A Comissão convidará igualmente os Estados-membros a incluir “os valores fundamentais do Novo Bauhaus Europeu nas respectivas estratégias de desenvolvimento territorial e socioeconómico e a mobilizar os elementos pertinentes dos seus planos de recuperação e resiliência, bem como dos programas relacionados com a política de coesão, a fim de criar um futuro melhor para todos”.

Entre as medidas anunciadas esta quarta-feira pela Comissão está a criação de “um laboratório do Novo Bauhaus Europeu”, assim como de “um grupo de reflexão e de acção que se destine a co-criar, desenvolver protótipos e a testar ferramentas, soluções e acções que permitirão facilitar a transformação no terreno”.

“O laboratório retomará o espírito colaborativo que está na base deste projecto, a fim de harmonizar diferentes perspectivas, estabelecer ligações com a sociedade, a indústria e a política entre os cidadãos, e inventar novas formas de criação conjunta“, especifica a Comissão.

As medidas agora anunciadas têm em conta os mais de 2000 contributos, provenientes dos 27, recebidos durante a fase de concepção conjunta, que decorreu de Janeiro a Julho, e que foi aberta a todos os cidadãos do espaço da União.

“O Novo Bauhaus Europeu combina a grande visão do Pacto Ecológico Europeu com mudanças concretas no terreno: mudanças que contribuam para tornar o nosso quotidiano mais aprazível e que as pessoas possam ver e sentir nos edifícios e espaços públicos, bem como artigos de moda ou mobiliário. O Novo Bauhaus Europeu visa criar um novo estilo de vida que combine sustentabilidade e design de qualidade, que exija menos carbono e que seja inclusivo e acessível para todos”, disse hoje a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, citada pelo comunicado sobre a iniciativa.

A comissária Elisa Ferreira, da Coesão e Reformas, destacou por seu lado o impacto local do Novo Bauhaus Europeu, com “a abordagem transdisciplinar e participativa”, uma vez que “contribui para reforçar o papel das autoridades locais e regionais, das indústrias, dos inovadores e das mentes criativas que colaboram entre si, a fim de melhorar a qualidade de vida”.

“A política de coesão transformará ideias novas em acções locais”, garantiu Elisa Ferreira.

A comissária da Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude, Mariya Gabriel, sublinhou “as pontes entre ciência e inovação e arte e cultura, ao adoptar uma abordagem holística”. Assim, concluiu, “o Novo Bauhaus Europeu desenvolverá soluções não só sustentáveis e inovadoras, mas também acessíveis e enriquecedoras para todos”.

Em Abril, quando o Novo Bauhaus Europeu foi apresentado em Lisboa, durante a Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia, o primeiro-ministro, António Costa, destacou “a importância crucial” do projecto para a UE atingir os objectivos climáticos.

Recordou igualmente o movimento estético Bauhaus, fundado em 1919 na Alemanha e que dá o nome à iniciativa, para referir que o projecto actual “volta a dar à arte e à arquitectura a sua missão social, ao adaptar as cidades às necessidades humanas e ao trazer o Pacto Ecológico Europeu” para as “vidas e as casas” das pessoas.

Ursula von der Leyen afirmou então, na intervenção em Lisboa, que “o novo Bauhaus Europeu é sobre esperança, inspiração e novas perspectivas. É sobre acções concretas contra as alterações climáticas”, garantiu a presidente da Comissão.

Na quinta-feira, serão anunciados os vencedores do primeiro concurso do Novo Bauhaus Europeu, que distingue projectos locais e estéticos já desenvolvidos, em dez categorias, de “produtos e estilo de vida” à “reinvenção dos locais de encontro e partilha”.

Serão também distinguidas “estrelas em ascensão do Novo Bauhaus Europeu”, que envolve jovens com menos de trinta anos.

Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

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Nómada Chiado na shortlisted FRAME e Restaurant & Bar Design Awards

Com assinatura do Spacegram Studio, o projecto de interior do restaurante Nómada Chiado é finalista em dois prestigiados concursos internacionais

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Com a assinatura do Spacegram Studio, de Ana Ferrão, Bruno Pereira e Gilberto Pedrosa, o projecto de interior do restaurante Nómada Chiado, em Lisboa, é finalista em dois concursos internacionais. O projecto integra a shortlisted da edição de 2021 dos FRAME Awards, na categoria Hospitality/Restaurant of the Year. A nomeação coloca o Nómada Chiado entre os cinco melhores projectos de interior em todo o mundo, na sua categoria. Distribuídos nas categorias de retail, hospitality, work, living, institutions e shows, os vencedores serão anunciados a 14 de Outubro.

O Nómada Chiado integra também a shortlisted do prestigiado Restaurant & Bar Design Awards 2021. Entre projectos de design oriundos de cerca de meia centena de países o Nómada Chiado concorre na categoria Multiple.

Na categoria Hotels o CURA, restaurante do icónico hotel Ritz em Lisboa, cuja renovação tem a assinatura do arquitecto Miguel Câncio Martins, é o outro espaço português entre “os restaurantes e bares mais criativos e influentes do mundo”.

Os resultados serão conhecidos também a 14 de Outubro, finalizando uma semana de debates e encontros que começa a 12 de Outubro.

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Carlos Dias Coelho reeleito presidente da Faculdade de Arquitectura de Lisboa

Arquitecto e professor universitário, Carlos Dias Coelho foi reeleito esta segunda-feira, dia 13 de Setembro. Após a audição pública do programa eleitoral, o Conselho de Escola elegeu o professor para um novo mandato, que decorrerá no biénio 2021-2023

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Carlos Dias Coelho, arquitecto e professor universitário, foi reeleito, esta segunda-feira, dia 13 de Setembro, para o cargo de presidente da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa. Após a audição pública do programa eleitoral, o Conselho de Escola elegeu novamente o professor para um novo mandato, que decorrerá no biénio 2021-2023.

Carlos Dias Coelho, licenciou-se em Arquitectura em 1984, pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, onde também se doutorou em Planeamento Urbanístico em 2002, com a tese intitulada “A Complexidade dos Traçados”.

É, desde 1988, docente de Projecto da área de urbanismo da Faculdade de Arquitectura (que em 2013 integrou a actual Universidade de Lisboa), onde coordena uma equipa de investigação sobre a temática da Forma Urbana. É desde 2008 professor visitante da École Supérieure d’ Architecture Paris-La Villette e Fellow da Tokyo University.

Com diversos trabalhos distinguidos, entre quais se destaca o Premio José de Figueiredo 2008, conferido pela Academia Nacional de Belas Artes, o Prémio Internacional Inácio de Lecea 2007/2008, conferido pelo Public Art and Urban Design Observatory da Universitat de Barcelona e a Distinção por Mérito, conferida pelo reitor da Universidade Técnica de Lisboa em 2009. Coordenou variados projectos editoriais, destacando-se o da “Praça em Portugal – Inventário Morfológico”, obra em quatro volumes publicada pela Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano, os primeiros dois volumes da colecção “Cadernos de Morfologia Urbana e “Estudos sobre a cidade portuguesa”, publicados pela Argumentum.

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“Memórias” da Piscina de Marés de Álvaro Siza em debate

Encontro online, no âmbito do projecto “Keeping It Modern – Piscina de Marés”, decorre esta quinta-feira, entre as 14h e as 18h no canal Youtube FAUPlive

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A Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), em parceria com a Câmara Municipal de Matosinhos e a Casa da Arquitectura, organiza esta quinta-feira, dia 9 de Setembro, entre as 14 horas e as 18 horas, o encontro online “Piscina de Marés – Sharing Memories | Partilhar Memórias”, no âmbito do projecto “Keeping It Modern – Piscina de Marés” financiado pela Fundação Getty. O encontro terá lugar através do canal Youtube FAUPlive.

A piscina de Marés assinalou este ano 55 anos desde a sua inauguração e foi, recentemente, alvo de um profundo e minucioso trabalho de reabilitação, que incluiu a construção de novos espaços de apoio e um aumento da área de permanência ao ar livre. As obras de reabilitação foram realizadas pela Câmara Municipal de Matosinhos, sendo o processo de gestão e conservação da obra objecto de estudo pela FAUP integrado no projeto “Keeping It Modern – Piscina de Marés”, financiado pela Fundação Getty.

Com diversas experiências disciplinares, ligadas à prática do projecto, à teoria, à curadoria ou à docência, os vários convidados, na maioria arquitectos, vão evocar a sua relação e olhar sobre o projecto e obra da piscina. Alguns dos convidados escreveram já, em momentos distintos, sobre a obra de Álvaro Siza e em especial sobre a Piscina de Marés, o encontro permitirá não só revisitar, questionar ou reafirmar essas reflexões, como,  proporcionar a partilha de testemunhos inéditos.

Além do arquitecto Álvaro Siza, de João Pedro Xavier, director da FAUP, de Fernando Rocha, vice-presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, de Nuno Sampaio, director da Casa da Arquitectura e de Susan Macdonald que representará a Fundação Getty, participam na iniciativa Alexandre Alves Costa, Ana Tostões, Brigite Fleck, Carlos Machado, Christian Gänshirt, Dominique Machabert, Eduardo Fernandes, Filipa Guerreiro, Giovanni Chiaramonte, Graça Correia, Joaquim Moreno, Jonathan Sergison, José Cabral Dias,Juan Domingo Santo, Kenneth Frampton (a confirmar), Luis Martínez Santamaría, Luís Urbano, Michel Touissant, Nuno Brandão Costa, Nuno Grande, Pedro Leão Neto, Peter Testa, Pierluigi Nicolin, Roberto Cremascoli, Rui Póvoas, Teresa Cunha Ferreira, Teresa Novais e Wilfred Wang.

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HOMEING regressa de 7 a 9 de Outubro

A mostra de design e decoração de interiores instala-se agora no Pavilhão Carlos Lopes

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A Homeing – Interior Design and Home Living está de volta a Lisboa, de 7 a 9 de Outubro, agora com uma nova casa: o emblemático Pavilhão Carlos Lopes, no Parque Eduardo VII, em Lisboa. Este será o palco do evento que reúne as principais marcas e profissionais de design e decoração de interiores, para apresentação de novas tendências e novidades, vocacionadas para projectos residenciais e de hotelaria e turismo.

Com o mote “Regresso à natureza”, numa alusão à necessidade de voltar à essência e às origens, a Homeing apresenta uma selecção cuidada de expositores, entre fabricantes e marcas, divididos por seis segmentos: mobiliário, iluminação, acessórios, tecidos de decoração, revestimentos e tapeçarias. O objectivo desta edição é perceber o mercado, reunir as condições que permitam fomentar o networking e a partilha de conhecimento, potenciar e concretizar volume de negócios.

Segundo Amélia Estevão, directora da Homeing – Interior Design and Home Living, “os períodos de confinamento fizeram com que as pessoas valorizassem mais o espaço interior, não só a nível de conforto e comodidade, como também a vertente mais emocional, de tornarmos as casas em ambientes que nos transmitem boas sensações e que expressem personalidade”.

Esta sexta edição aponta holofotes às soluções “Taylor-made”, uma procura crescente destes dois segmentos de mercado, em que se busca a personalização como expressão de identidade e diferenciação.c

“A par do segmento residencial, o turismo, que vinha a registar um crescimento sem precedentes, enfrenta agora o desafio de um mercado muito competitivo, onde a diferenciação se torna o factor crítico de sucesso. É por isso importante, mais do que nunca, entender as novas dinâmicas do mercado e a Exponor Exhibitions quer voltar a ser o parceiro de negócio do sector neste processo de retoma”, acrescenta a responsável.

Para garantir a máxima segurança dos visitantes, a Exponor Exhibitions irá implementar um rigoroso plano de prevenção COVID-19.

Dirigido a profissionais, o evento terá ainda um horário alargado, entre as 11 horas e as 20 horas, dias 7 e 8 de Outubro, e das 11 horas às 19 horas, no dia 9 de Outubro.

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CCB recupera programas de Manuel Graça Dias com sete sessões triplas de arquitectura

Ao longo dos dias 10 e 11 de Setembro, o CCB / Garagem Sul vai apresentar 21 episódios, intercalados com apresentações e conversas por sete convidados

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Entre 1992 e 1996, em quatro temporadas consecutivas de programação, Graça Dias, que faleceu em 2019, entrevistou arquitectos, mostrou edifícios, falou de cidades, apresentou obras e discutiu ideias. De forma a celebrar a “alegria, irreverência e entusiasmo” de Manuel Graça Dias e, a partir do arquivo dos programas retransmitidos pela RTP, o Centro Cultural de Belém / Garagem Sul vai apresentar 21 episódios, numa sessão contínua ao longo dos dias 10 e 11 de Setembro.

As sessões de visionamento terão lugar no Pequeno Auditório do CCB, com entrada gratuita, e serão intercaladas com apresentações e conversas por sete convidados que seleccionaram os episódios.

Na sexta-feira, dia 10 de Setembro estão previstas três apresentações. A primeira às 17 horas, com a arquitecta Alexandra Areia, que irá recuperar os programas sobre Manuel Vicente (13 janeiro 1993), AAP/Banhos de São Paulo (29 junho 1995) e Um dia na feira (18 julho 1996).

As 19 horas, Susana Menezes, directora artística da LU.CA, recupera os programas Qualquer semelhança é inevitável (1 dezembro 1994), Dois designers (18 de maio 1994) e Portugal dos Pequenitos (9 de maio 1996).

O dia fecha com Carrilho da Graça, que a partir das 21h30 dá apresenta Eduardo Souto de Moura (16 junho 1993), Hotel Ritz (5 abril 1995) e Clandestinos Urbanos/1.ª parte (6 junho 1996).

O segundo dia das sessões triplas de arquitectura, dia 11 de Setembro, inicia mais cedo, pelas 15 horas. A arquitecta Ana Vaz Milheira é convidada a recordar os programas Três Lugares da Noite (3 novembro 1993), Mulheres na Arquitectura (29 dezembro 1993) e Cova do Vapor (6 abril 1994).

Logo de seguida, pelas 17 horas, o arquitecto Ricardo Pedroso traz-nos de volta ao debate Distinguir Arquitectura e Construção (15 dezembro 1992), O Desenho dos Pratos (17 novembro 1993), Quinta da Malagueira (22 fevereiro 1996).

Mariana Salvador, é a arquitecta convidada para a apresentação das 19 horas, e que irá passar os programas sobre Sergio Fernandez (31 março 1993), Lisboa/1.ª parte (22 setembro 1993) e Palavras na Cidade (1 junho 1995).

O cineasta João Botelho conclui o ciclo de episódios e, com início às 21h30, leva-nos pelos Mistérios da Cidade (15 junho 1995), A Cor na Arquitectura (16 fevereiro 1994) e Roulottes (27 julho 1995).

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Gulbenkian distinguida pela DOCOMOMO Internacional

O projecto de renovação do Grande Auditório, da autoria da arquitecta Teresa Nunes da Ponte, ganhou o Prémio de Reabilitação da Docomomo, na categoria Sustained Uses

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O projecto de renovação do Grande Auditório, da autoria da arquitecta Teresa Nunes da Ponte, ganhou o Prémio de Reabilitação da Docomomo, na categoria Sustained Uses. O prémio distingue projectos de preservação da arquitectura moderna no mundo, que se adaptaram aos padrões contemporâneos como forma de inspirar uma reflexão sobre a herança viva do Modernismo. As intervenções arquitetónicas premiadas incluem projectos de renovação, restauro, reutilização ou manutenção de edifícios em todo o mundo, nos últimos 12 anos.

O júri internacional considerou o projecto de renovação e restauro do Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian como “uma renovação exemplar” ao adaptar o espaço aos padrões actuais, tanto em termos técnicos, como tecnológicos e de segurança. O júri considerou que esta “atualização invisível conseguiu manter o carácter único e monumental do edifício, adaptando-o à contemporaneidade”.

O projecto do gabinete Teresa Nunes da Ponte Arquitectura, que projectou a renovação e restauro do Grande Auditório decorreu, entre 2013 e 2014, tendo incluído obras de renovação da sala de espetáculos, palco, subpalco e salas de ensaio da orquestra e coro. Foram ainda renovadas todas as zonas de apoio técnico, que passaram a dispor de novas estruturas e infraestruturas completamente adaptadas às regras europeias em matéria de segurança, qualidade e operacionalidade.

Apesar da amplitude da intervenção, as mudanças introduzidas foram apenas as estritamente necessárias para reforçar a capacidade tecnológica, acústica e de segurança da sala, não alterando o notável conjunto composto pelo edifício Sede e Museu Gulbenkian (classificado como Monumento Nacional, em 2010), da autoria dos arquitetos Alberto Pessoa, Pedro Cid e Ruy d’Athouguia.

A Docomomo – Documentation and Conservation of Buildings, Sites and Neighbourhoods of the Modern Movement – é uma organização não governamental representada em cerca de 70 países nos cinco continentes.

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PMPG assina novo projecto para a Sharp Developers

O BoaVista Apartments está a nascer junto à Rotunda da Boavista. Promovido pela Sharp Developers, o empreendimento conta com comercialização da Predibisa

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Localizado numa zona de grande interesse arquitectónico, onde o lado moderno e dinâmico do Porto beneficia da ligação privilegiada entre o Centro Histórico e a zona da Foz do Douro, o projecto BoaVista Apartments começa a assumir um lugar de destaque, junto à Rotunda da Boavista. Promovido pela Sharp Developers, o empreendimento conta com assinatura do gabinete de arquitectura PMPG e comercialização da Predibisa.

Segundo Rita Pereira, responsável pela comercialização do edifício na Predibisa, a localização é um dos pontos fortes do BoaVista Apartments já que este se encontra “próximo das faculdades de Arquitectura, Ciências e Letras da Universidade do Porto e reúne tudo para uma vida urbana e moderna, com inúmeras áreas de comércio e restauração, espaços onde a criatividade e a cultura florescem diariamente”.

Com oito apartamentos, seis de tipologia T1 e dois de tipologia T2, o BoaVista Apartments usufrui de amplos espaços ao ar livre, varandas, terraços com vistas privilegiadas sobre a cidade e, no piso térreo, jardins privativos “que são um refúgio sublime de tranquilidade e segurança no coração da Invicta”.

A arquitectura do BoaVista Apartments destaca-se pelas suas linhas “vanguardistas” , através das fachadas em vidro e do moderno desenho em betão branco, que asseguram o enquadramento arquitectónico conseguido, respeitando a zona envolvente. O equilíbrio entre os espaços interiores e exteriores é, ainda, complementado com a qualidade dos materiais usados.

O piso térreo inclui dois apartamentos com uma entrada independente, jardim privativo e um pé direito alto, “o que promove elegância e amplitude aos espaços.” Em todos os interiores, os acabamentos (closets e armários folheados de pinho e rodapés lacados, porta principal de acesso ao apartamento corta-fogo e de segurança, sistema de vídeo porteiro com controle de acessos e pré-instalação de ar-condicionado, entre outros) foram seleccionados, “com detalhes funcionais e distintos, garantindo sobretudo a iluminação natural em todas as divisões”.

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Pavilhão dos Emirados Árabes Unidos vence Leão de Ouro da Bienal de Veneza

Intitulado “Wetland”, com curadoria de Wael Al Awar e Kenichi Teramoto, o Pavilhão dos Emirados Árabes Unidos conquistou o Leão de Ouro da Bienal de Arquitectura de Veneza, para as representações nacionais

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Intitulado “Wetland”, com curadoria de Wael Al Awar e Kenichi Teramoto, o Pavilhão dos Emirados Árabes Unidos conquistou o Leão de Ouro da Bienal de Arquitectura de Veneza, para as representações nacionais.

A 17.ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza abriu ao público, a 22 de Maio, naquela cidade italiana, com a participação de 63 pavilhões nacionais, entre os quais o de Portugal, com o projecto “In Conflict”, do coletivo depA, do Porto.

Nesta bienal, a pergunta lançada aos participantes e ao público pelo curador-geral, Hashim Sarkis, foi “Como vamos viver juntos?”, numa reflexão a cinco escalas: o corpo humano, o agregado familiar, as comunidades, territorial e o planeta.

Seleccionado por um júri formado por Kazuyo Sejima (Japão), Sandra Barclay (Peru), Lamia Joreige (Líbano), Lesley Lokko (Gana-Escócia) e Luca Molinari (Itália), o Leão de Ouro Vencedor da Melhor Participação Nacional explora a geografia local dos Emirados Árabes Unidos para encontrar alternativas ao cimento convencional, de forma a reduzir o impacto negativo da indústria mundial da construção. As atenções centraram-se no “Sabkhas”, um ecossistema nas salinas naturais dos Emirados Árabes Unidos, para encontrar um recurso renovável alternativo para a construção, o qual foi usado para recriar as formas orgânicas das habitações tradicionais dos Emirados, numa instalação acompanhada por imagens em larga escala da artista Farah Al Qasimi.

Foram ainda entregues duas menções especiais às participações nacionais da Rússia, com o projecto “Open!”, de reabilitação de um edifício histórico, com curadoria de Ippolito Pestellini Laparelli, e do pavilhão das Filipinas, com o projecto comunitário “Structures of Mutual Support”, com curadoria e participação de Framework Collaborative.
Além das 63 participações de pavilhões nacionais, a bienal organizou uma exposição colectiva com 114 participantes de 46 países, dividida em seis núcleos, com título próprio, dispersa por várias zonas de Veneza, onde estavam projectos dos arquitectos portugueses Manuel e Francisco Aires Mateus e da arquitecta angolana Paula Nascimento.

O Leão de Ouro para a melhor participação na exposição internacional foi atribuído a “Raumlaborberlin”, de Berlim, na Alemanha, resultado de um projecto de um colectivo de arquitectos alemães, suíços e italianos, designado por Instances of Urban Practice e composto por Andrea Hofmann, Axel Timm, Benjamin Foerster-Baldenius, Christof Mayer, Florian Stirnemann, Francesco Apuzzo, Frauke Gerstenberg, Jan Liesegang e Markus Bader.

O Leão de Prata para o melhor talento emergente na exposição internacional foi para a Foundation for Achieving Seamless Territory (FAST), entidade resultante de uma iniciativa dos Países Baixos e dos Estados Unidos, com o projecto “Watermelons, Sardines, Crabs, Sands, and Sediments: Border Ecologies and the Gaza Strip”, resultado de uma pesquisa na Faixa de Gaza, com o contributo do engenheiro palestiniano Amir Qudaih e da sua família.

Também foi entregue uma menção especial ao Cavebureau, de Nairobi, Quénia, pelo projecto “The Anthropocene Museum: Exhibit 3.0 Obsidian Rain”, criado por Kabage Karanja, e Stella Mutegi, com a colaboração de Densu Moseti.
A Bienal de Arquitetura de Veneza 2021 decorre até 21 de novembro, essencialmente nas zonas dos Giardini, no Arsenale e no Forte Marghera, em Veneza.

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Atelier Something Imaginary desenha condomínio na Comporta para o Grupo Pestana

A Something Imaginary foi um dos dois ateliers convidados pelo promotor para projetar as moradias, numa zona onde a sua marca já tem forte implantação, ao conciliar a arquitetura tradicional com o conforto e o requinte

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O atelier Something Imaginary Architects é o autor do projecto de um novo condomínio na freguesia da Comporta, uma obra promovida pelo Grupo Pestana que deverá começar a ser erguida ainda este ano.

A Something Imaginary foi um dos dois ateliers convidados pelo promotor para projetar as moradias, numa zona onde a sua marca já tem forte implantação, ao conciliar a arquitetura tradicional com o conforto e o requinte e preservando ao máximo as
características naturais daquele local do Alentejo Litoral.

Em comunicado, os autores do projecto revelam que se trata de uma aposta na continuidade da história e tradição da zona, aliada à inovação, conforto e exigências de quem vive no século XXI. “Com recurso à domótica e automação, equilibra-se a modernidade, os espaços
interiores e exteriores e os custos de manutenção”, asseguram os autores do projecto, O início da construção das infraestruturas está previsto para outubro próximo e os trabalhos de construção dos imóveis deverão iniciar-se cerca de um ano depois. Os 59 lotes estão todos reservados.

As áreas das frações de terreno variam entre os 408 e os 1210m2 e as moradias terão implantações variáveis de forma a não densificar a zona. As propostas da equipa Something Imaginary incluem a utilização de materiais locais e das volumetrias que caraterizam o edificado naquela zona e entradas diretas e confinantes com a rua para o parqueamento automóvel, em pérgula, de modo a não haver circulação
dentro dos lotes. O empreendimento situa-se a escassos dois quilómetros do maior areal costeiro da Europa – a faixa branca ininterrupta de 67 km entre Tróia e Sines.

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