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QSP SUMMIT 2020 | MUITO MAIS DO QUE UMA CONFERÊNCIA!

QSP SUMMIT volta à Exponor, dias 26 e 27 de março de 2020, com uma área de exposição inédita. Para a 14ª edição do QSP SUMMIT, espera-se um aumento para mais de 2 500 quadros de topo nacionais e internacionais. Estes conferencistas vão ter à sua disposição, ao longo dos dois dias do evento, inúmeras apresentações …

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QSP SUMMIT 2020 | MUITO MAIS DO QUE UMA CONFERÊNCIA!

QSP SUMMIT volta à Exponor, dias 26 e 27 de março de 2020, com uma área de exposição inédita. Para a 14ª edição do QSP SUMMIT, espera-se um aumento para mais de 2 500 quadros de topo nacionais e internacionais. Estes conferencistas vão ter à sua disposição, ao longo dos dois dias do evento, inúmeras apresentações …

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QSP SUMMIT volta à Exponor, dias 26 e 27 de março de 2020, com uma área
de exposição inédita.

Para a 14ª edição do QSP SUMMIT, espera-se um aumento para mais de
2 500 quadros de topo nacionais e internacionais. Estes conferencistas vão ter
à sua disposição, ao longo dos dois dias do evento, inúmeras apresentações
preparadas pelos maiores pensadores e influenciadores do mundo da área do
Management e Marketing, focadas no tema “Facing the Unknown”. Destaca-se
a presença de Malcolm Gladwell, Keith Weed, Martin Wezowski, Jennifer
Petriglieri, Rob Campbell, Peter Fisk, Lauren deLisa Coleman e Scott Morrison,
no main stage.

O QSP SUMMIT 2020 ambiciona proporcionar uma experiência personalizada
aos seus participantes, impulsionando o contacto mais direto dos
conferencistas com os oradores, através de sessões de autógrafos e worklabs,
bem como promove um ambiente perfeito para o desenvolvimento de
networking e oportunidades de negócio, numa área de exposição com mais de
120 marcas representadas.

Em conformidade com a última edição, a área de exposição vai testemunhar a
presença de grandes marcas, cujas ativações vão resultar num conjunto de
experiências, concursos e networking para todos os presentes.
Os participantes poderão ainda contar com uma diversidade de espaços
dinâmicos na área de exposição, entre eles o business stage, o chillout lounge
com a presença de um DJ, networking area, food area com cerca de 25
espaços de alimentação gratuitos para os conferencistas, espaço para book
signing, charging corner, water corner, entre outras novidades.

O QSP SUMMIT 2020 vai ocupar uma área superior a 20 000 m 2 , com 7 palcos
criados especificamente a pensar nos 50 oradores que por lá vão passar e uma
área de exposição dinâmica e repleta de novas experiências.
Dois dias em que o QSP SUMMIT será, mais do que uma conferência, uma experiência
completa!

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Com a assinatura do Spacegram Studio, de Ana Ferrão, Bruno Pereira e Gilberto Pedrosa, o projecto de interior do restaurante Nómada Chiado, em Lisboa, é finalista em dois concursos internacionais. O projecto integra a shortlisted da edição de 2021 dos FRAME Awards, na categoria Hospitality/Restaurant of the Year. A nomeação coloca o Nómada Chiado entre os cinco melhores projectos de interior em todo o mundo, na sua categoria. Distribuídos nas categorias de retail, hospitality, work, living, institutions e shows, os vencedores serão anunciados a 14 de Outubro.

O Nómada Chiado integra também a shortlisted do prestigiado Restaurant & Bar Design Awards 2021. Entre projectos de design oriundos de cerca de meia centena de países o Nómada Chiado concorre na categoria Multiple.

Na categoria Hotels o CURA, restaurante do icónico hotel Ritz em Lisboa, cuja renovação tem a assinatura do arquitecto Miguel Câncio Martins, é o outro espaço português entre “os restaurantes e bares mais criativos e influentes do mundo”.

Os resultados serão conhecidos também a 14 de Outubro, finalizando uma semana de debates e encontros que começa a 12 de Outubro.

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Carlos Dias Coelho reeleito presidente da Faculdade de Arquitectura de Lisboa

Arquitecto e professor universitário, Carlos Dias Coelho foi reeleito esta segunda-feira, dia 13 de Setembro. Após a audição pública do programa eleitoral, o Conselho de Escola elegeu o professor para um novo mandato, que decorrerá no biénio 2021-2023

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Carlos Dias Coelho, arquitecto e professor universitário, foi reeleito, esta segunda-feira, dia 13 de Setembro, para o cargo de presidente da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa. Após a audição pública do programa eleitoral, o Conselho de Escola elegeu novamente o professor para um novo mandato, que decorrerá no biénio 2021-2023.

Carlos Dias Coelho, licenciou-se em Arquitectura em 1984, pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, onde também se doutorou em Planeamento Urbanístico em 2002, com a tese intitulada “A Complexidade dos Traçados”.

É, desde 1988, docente de Projecto da área de urbanismo da Faculdade de Arquitectura (que em 2013 integrou a actual Universidade de Lisboa), onde coordena uma equipa de investigação sobre a temática da Forma Urbana. É desde 2008 professor visitante da École Supérieure d’ Architecture Paris-La Villette e Fellow da Tokyo University.

Com diversos trabalhos distinguidos, entre quais se destaca o Premio José de Figueiredo 2008, conferido pela Academia Nacional de Belas Artes, o Prémio Internacional Inácio de Lecea 2007/2008, conferido pelo Public Art and Urban Design Observatory da Universitat de Barcelona e a Distinção por Mérito, conferida pelo reitor da Universidade Técnica de Lisboa em 2009. Coordenou variados projectos editoriais, destacando-se o da “Praça em Portugal – Inventário Morfológico”, obra em quatro volumes publicada pela Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano, os primeiros dois volumes da colecção “Cadernos de Morfologia Urbana e “Estudos sobre a cidade portuguesa”, publicados pela Argumentum.

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“Memórias” da Piscina de Marés de Álvaro Siza em debate

Encontro online, no âmbito do projecto “Keeping It Modern – Piscina de Marés”, decorre esta quinta-feira, entre as 14h e as 18h no canal Youtube FAUPlive

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A Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), em parceria com a Câmara Municipal de Matosinhos e a Casa da Arquitectura, organiza esta quinta-feira, dia 9 de Setembro, entre as 14 horas e as 18 horas, o encontro online “Piscina de Marés – Sharing Memories | Partilhar Memórias”, no âmbito do projecto “Keeping It Modern – Piscina de Marés” financiado pela Fundação Getty. O encontro terá lugar através do canal Youtube FAUPlive.

A piscina de Marés assinalou este ano 55 anos desde a sua inauguração e foi, recentemente, alvo de um profundo e minucioso trabalho de reabilitação, que incluiu a construção de novos espaços de apoio e um aumento da área de permanência ao ar livre. As obras de reabilitação foram realizadas pela Câmara Municipal de Matosinhos, sendo o processo de gestão e conservação da obra objecto de estudo pela FAUP integrado no projeto “Keeping It Modern – Piscina de Marés”, financiado pela Fundação Getty.

Com diversas experiências disciplinares, ligadas à prática do projecto, à teoria, à curadoria ou à docência, os vários convidados, na maioria arquitectos, vão evocar a sua relação e olhar sobre o projecto e obra da piscina. Alguns dos convidados escreveram já, em momentos distintos, sobre a obra de Álvaro Siza e em especial sobre a Piscina de Marés, o encontro permitirá não só revisitar, questionar ou reafirmar essas reflexões, como,  proporcionar a partilha de testemunhos inéditos.

Além do arquitecto Álvaro Siza, de João Pedro Xavier, director da FAUP, de Fernando Rocha, vice-presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, de Nuno Sampaio, director da Casa da Arquitectura e de Susan Macdonald que representará a Fundação Getty, participam na iniciativa Alexandre Alves Costa, Ana Tostões, Brigite Fleck, Carlos Machado, Christian Gänshirt, Dominique Machabert, Eduardo Fernandes, Filipa Guerreiro, Giovanni Chiaramonte, Graça Correia, Joaquim Moreno, Jonathan Sergison, José Cabral Dias,Juan Domingo Santo, Kenneth Frampton (a confirmar), Luis Martínez Santamaría, Luís Urbano, Michel Touissant, Nuno Brandão Costa, Nuno Grande, Pedro Leão Neto, Peter Testa, Pierluigi Nicolin, Roberto Cremascoli, Rui Póvoas, Teresa Cunha Ferreira, Teresa Novais e Wilfred Wang.

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HOMEING regressa de 7 a 9 de Outubro

A mostra de design e decoração de interiores instala-se agora no Pavilhão Carlos Lopes

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A Homeing – Interior Design and Home Living está de volta a Lisboa, de 7 a 9 de Outubro, agora com uma nova casa: o emblemático Pavilhão Carlos Lopes, no Parque Eduardo VII, em Lisboa. Este será o palco do evento que reúne as principais marcas e profissionais de design e decoração de interiores, para apresentação de novas tendências e novidades, vocacionadas para projectos residenciais e de hotelaria e turismo.

Com o mote “Regresso à natureza”, numa alusão à necessidade de voltar à essência e às origens, a Homeing apresenta uma selecção cuidada de expositores, entre fabricantes e marcas, divididos por seis segmentos: mobiliário, iluminação, acessórios, tecidos de decoração, revestimentos e tapeçarias. O objectivo desta edição é perceber o mercado, reunir as condições que permitam fomentar o networking e a partilha de conhecimento, potenciar e concretizar volume de negócios.

Segundo Amélia Estevão, directora da Homeing – Interior Design and Home Living, “os períodos de confinamento fizeram com que as pessoas valorizassem mais o espaço interior, não só a nível de conforto e comodidade, como também a vertente mais emocional, de tornarmos as casas em ambientes que nos transmitem boas sensações e que expressem personalidade”.

Esta sexta edição aponta holofotes às soluções “Taylor-made”, uma procura crescente destes dois segmentos de mercado, em que se busca a personalização como expressão de identidade e diferenciação.c

“A par do segmento residencial, o turismo, que vinha a registar um crescimento sem precedentes, enfrenta agora o desafio de um mercado muito competitivo, onde a diferenciação se torna o factor crítico de sucesso. É por isso importante, mais do que nunca, entender as novas dinâmicas do mercado e a Exponor Exhibitions quer voltar a ser o parceiro de negócio do sector neste processo de retoma”, acrescenta a responsável.

Para garantir a máxima segurança dos visitantes, a Exponor Exhibitions irá implementar um rigoroso plano de prevenção COVID-19.

Dirigido a profissionais, o evento terá ainda um horário alargado, entre as 11 horas e as 20 horas, dias 7 e 8 de Outubro, e das 11 horas às 19 horas, no dia 9 de Outubro.

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CCB recupera programas de Manuel Graça Dias com sete sessões triplas de arquitectura

Ao longo dos dias 10 e 11 de Setembro, o CCB / Garagem Sul vai apresentar 21 episódios, intercalados com apresentações e conversas por sete convidados

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Entre 1992 e 1996, em quatro temporadas consecutivas de programação, Graça Dias, que faleceu em 2019, entrevistou arquitectos, mostrou edifícios, falou de cidades, apresentou obras e discutiu ideias. De forma a celebrar a “alegria, irreverência e entusiasmo” de Manuel Graça Dias e, a partir do arquivo dos programas retransmitidos pela RTP, o Centro Cultural de Belém / Garagem Sul vai apresentar 21 episódios, numa sessão contínua ao longo dos dias 10 e 11 de Setembro.

As sessões de visionamento terão lugar no Pequeno Auditório do CCB, com entrada gratuita, e serão intercaladas com apresentações e conversas por sete convidados que seleccionaram os episódios.

Na sexta-feira, dia 10 de Setembro estão previstas três apresentações. A primeira às 17 horas, com a arquitecta Alexandra Areia, que irá recuperar os programas sobre Manuel Vicente (13 janeiro 1993), AAP/Banhos de São Paulo (29 junho 1995) e Um dia na feira (18 julho 1996).

As 19 horas, Susana Menezes, directora artística da LU.CA, recupera os programas Qualquer semelhança é inevitável (1 dezembro 1994), Dois designers (18 de maio 1994) e Portugal dos Pequenitos (9 de maio 1996).

O dia fecha com Carrilho da Graça, que a partir das 21h30 dá apresenta Eduardo Souto de Moura (16 junho 1993), Hotel Ritz (5 abril 1995) e Clandestinos Urbanos/1.ª parte (6 junho 1996).

O segundo dia das sessões triplas de arquitectura, dia 11 de Setembro, inicia mais cedo, pelas 15 horas. A arquitecta Ana Vaz Milheira é convidada a recordar os programas Três Lugares da Noite (3 novembro 1993), Mulheres na Arquitectura (29 dezembro 1993) e Cova do Vapor (6 abril 1994).

Logo de seguida, pelas 17 horas, o arquitecto Ricardo Pedroso traz-nos de volta ao debate Distinguir Arquitectura e Construção (15 dezembro 1992), O Desenho dos Pratos (17 novembro 1993), Quinta da Malagueira (22 fevereiro 1996).

Mariana Salvador, é a arquitecta convidada para a apresentação das 19 horas, e que irá passar os programas sobre Sergio Fernandez (31 março 1993), Lisboa/1.ª parte (22 setembro 1993) e Palavras na Cidade (1 junho 1995).

O cineasta João Botelho conclui o ciclo de episódios e, com início às 21h30, leva-nos pelos Mistérios da Cidade (15 junho 1995), A Cor na Arquitectura (16 fevereiro 1994) e Roulottes (27 julho 1995).

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Gulbenkian distinguida pela DOCOMOMO Internacional

O projecto de renovação do Grande Auditório, da autoria da arquitecta Teresa Nunes da Ponte, ganhou o Prémio de Reabilitação da Docomomo, na categoria Sustained Uses

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O projecto de renovação do Grande Auditório, da autoria da arquitecta Teresa Nunes da Ponte, ganhou o Prémio de Reabilitação da Docomomo, na categoria Sustained Uses. O prémio distingue projectos de preservação da arquitectura moderna no mundo, que se adaptaram aos padrões contemporâneos como forma de inspirar uma reflexão sobre a herança viva do Modernismo. As intervenções arquitetónicas premiadas incluem projectos de renovação, restauro, reutilização ou manutenção de edifícios em todo o mundo, nos últimos 12 anos.

O júri internacional considerou o projecto de renovação e restauro do Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian como “uma renovação exemplar” ao adaptar o espaço aos padrões actuais, tanto em termos técnicos, como tecnológicos e de segurança. O júri considerou que esta “atualização invisível conseguiu manter o carácter único e monumental do edifício, adaptando-o à contemporaneidade”.

O projecto do gabinete Teresa Nunes da Ponte Arquitectura, que projectou a renovação e restauro do Grande Auditório decorreu, entre 2013 e 2014, tendo incluído obras de renovação da sala de espetáculos, palco, subpalco e salas de ensaio da orquestra e coro. Foram ainda renovadas todas as zonas de apoio técnico, que passaram a dispor de novas estruturas e infraestruturas completamente adaptadas às regras europeias em matéria de segurança, qualidade e operacionalidade.

Apesar da amplitude da intervenção, as mudanças introduzidas foram apenas as estritamente necessárias para reforçar a capacidade tecnológica, acústica e de segurança da sala, não alterando o notável conjunto composto pelo edifício Sede e Museu Gulbenkian (classificado como Monumento Nacional, em 2010), da autoria dos arquitetos Alberto Pessoa, Pedro Cid e Ruy d’Athouguia.

A Docomomo – Documentation and Conservation of Buildings, Sites and Neighbourhoods of the Modern Movement – é uma organização não governamental representada em cerca de 70 países nos cinco continentes.

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PMPG assina novo projecto para a Sharp Developers

O BoaVista Apartments está a nascer junto à Rotunda da Boavista. Promovido pela Sharp Developers, o empreendimento conta com comercialização da Predibisa

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Localizado numa zona de grande interesse arquitectónico, onde o lado moderno e dinâmico do Porto beneficia da ligação privilegiada entre o Centro Histórico e a zona da Foz do Douro, o projecto BoaVista Apartments começa a assumir um lugar de destaque, junto à Rotunda da Boavista. Promovido pela Sharp Developers, o empreendimento conta com assinatura do gabinete de arquitectura PMPG e comercialização da Predibisa.

Segundo Rita Pereira, responsável pela comercialização do edifício na Predibisa, a localização é um dos pontos fortes do BoaVista Apartments já que este se encontra “próximo das faculdades de Arquitectura, Ciências e Letras da Universidade do Porto e reúne tudo para uma vida urbana e moderna, com inúmeras áreas de comércio e restauração, espaços onde a criatividade e a cultura florescem diariamente”.

Com oito apartamentos, seis de tipologia T1 e dois de tipologia T2, o BoaVista Apartments usufrui de amplos espaços ao ar livre, varandas, terraços com vistas privilegiadas sobre a cidade e, no piso térreo, jardins privativos “que são um refúgio sublime de tranquilidade e segurança no coração da Invicta”.

A arquitectura do BoaVista Apartments destaca-se pelas suas linhas “vanguardistas” , através das fachadas em vidro e do moderno desenho em betão branco, que asseguram o enquadramento arquitectónico conseguido, respeitando a zona envolvente. O equilíbrio entre os espaços interiores e exteriores é, ainda, complementado com a qualidade dos materiais usados.

O piso térreo inclui dois apartamentos com uma entrada independente, jardim privativo e um pé direito alto, “o que promove elegância e amplitude aos espaços.” Em todos os interiores, os acabamentos (closets e armários folheados de pinho e rodapés lacados, porta principal de acesso ao apartamento corta-fogo e de segurança, sistema de vídeo porteiro com controle de acessos e pré-instalação de ar-condicionado, entre outros) foram seleccionados, “com detalhes funcionais e distintos, garantindo sobretudo a iluminação natural em todas as divisões”.

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Pavilhão dos Emirados Árabes Unidos vence Leão de Ouro da Bienal de Veneza

Intitulado “Wetland”, com curadoria de Wael Al Awar e Kenichi Teramoto, o Pavilhão dos Emirados Árabes Unidos conquistou o Leão de Ouro da Bienal de Arquitectura de Veneza, para as representações nacionais

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Intitulado “Wetland”, com curadoria de Wael Al Awar e Kenichi Teramoto, o Pavilhão dos Emirados Árabes Unidos conquistou o Leão de Ouro da Bienal de Arquitectura de Veneza, para as representações nacionais.

A 17.ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza abriu ao público, a 22 de Maio, naquela cidade italiana, com a participação de 63 pavilhões nacionais, entre os quais o de Portugal, com o projecto “In Conflict”, do coletivo depA, do Porto.

Nesta bienal, a pergunta lançada aos participantes e ao público pelo curador-geral, Hashim Sarkis, foi “Como vamos viver juntos?”, numa reflexão a cinco escalas: o corpo humano, o agregado familiar, as comunidades, territorial e o planeta.

Seleccionado por um júri formado por Kazuyo Sejima (Japão), Sandra Barclay (Peru), Lamia Joreige (Líbano), Lesley Lokko (Gana-Escócia) e Luca Molinari (Itália), o Leão de Ouro Vencedor da Melhor Participação Nacional explora a geografia local dos Emirados Árabes Unidos para encontrar alternativas ao cimento convencional, de forma a reduzir o impacto negativo da indústria mundial da construção. As atenções centraram-se no “Sabkhas”, um ecossistema nas salinas naturais dos Emirados Árabes Unidos, para encontrar um recurso renovável alternativo para a construção, o qual foi usado para recriar as formas orgânicas das habitações tradicionais dos Emirados, numa instalação acompanhada por imagens em larga escala da artista Farah Al Qasimi.

Foram ainda entregues duas menções especiais às participações nacionais da Rússia, com o projecto “Open!”, de reabilitação de um edifício histórico, com curadoria de Ippolito Pestellini Laparelli, e do pavilhão das Filipinas, com o projecto comunitário “Structures of Mutual Support”, com curadoria e participação de Framework Collaborative.
Além das 63 participações de pavilhões nacionais, a bienal organizou uma exposição colectiva com 114 participantes de 46 países, dividida em seis núcleos, com título próprio, dispersa por várias zonas de Veneza, onde estavam projectos dos arquitectos portugueses Manuel e Francisco Aires Mateus e da arquitecta angolana Paula Nascimento.

O Leão de Ouro para a melhor participação na exposição internacional foi atribuído a “Raumlaborberlin”, de Berlim, na Alemanha, resultado de um projecto de um colectivo de arquitectos alemães, suíços e italianos, designado por Instances of Urban Practice e composto por Andrea Hofmann, Axel Timm, Benjamin Foerster-Baldenius, Christof Mayer, Florian Stirnemann, Francesco Apuzzo, Frauke Gerstenberg, Jan Liesegang e Markus Bader.

O Leão de Prata para o melhor talento emergente na exposição internacional foi para a Foundation for Achieving Seamless Territory (FAST), entidade resultante de uma iniciativa dos Países Baixos e dos Estados Unidos, com o projecto “Watermelons, Sardines, Crabs, Sands, and Sediments: Border Ecologies and the Gaza Strip”, resultado de uma pesquisa na Faixa de Gaza, com o contributo do engenheiro palestiniano Amir Qudaih e da sua família.

Também foi entregue uma menção especial ao Cavebureau, de Nairobi, Quénia, pelo projecto “The Anthropocene Museum: Exhibit 3.0 Obsidian Rain”, criado por Kabage Karanja, e Stella Mutegi, com a colaboração de Densu Moseti.
A Bienal de Arquitetura de Veneza 2021 decorre até 21 de novembro, essencialmente nas zonas dos Giardini, no Arsenale e no Forte Marghera, em Veneza.

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Atelier Something Imaginary desenha condomínio na Comporta para o Grupo Pestana

A Something Imaginary foi um dos dois ateliers convidados pelo promotor para projetar as moradias, numa zona onde a sua marca já tem forte implantação, ao conciliar a arquitetura tradicional com o conforto e o requinte

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O atelier Something Imaginary Architects é o autor do projecto de um novo condomínio na freguesia da Comporta, uma obra promovida pelo Grupo Pestana que deverá começar a ser erguida ainda este ano.

A Something Imaginary foi um dos dois ateliers convidados pelo promotor para projetar as moradias, numa zona onde a sua marca já tem forte implantação, ao conciliar a arquitetura tradicional com o conforto e o requinte e preservando ao máximo as
características naturais daquele local do Alentejo Litoral.

Em comunicado, os autores do projecto revelam que se trata de uma aposta na continuidade da história e tradição da zona, aliada à inovação, conforto e exigências de quem vive no século XXI. “Com recurso à domótica e automação, equilibra-se a modernidade, os espaços
interiores e exteriores e os custos de manutenção”, asseguram os autores do projecto, O início da construção das infraestruturas está previsto para outubro próximo e os trabalhos de construção dos imóveis deverão iniciar-se cerca de um ano depois. Os 59 lotes estão todos reservados.

As áreas das frações de terreno variam entre os 408 e os 1210m2 e as moradias terão implantações variáveis de forma a não densificar a zona. As propostas da equipa Something Imaginary incluem a utilização de materiais locais e das volumetrias que caraterizam o edificado naquela zona e entradas diretas e confinantes com a rua para o parqueamento automóvel, em pérgula, de modo a não haver circulação
dentro dos lotes. O empreendimento situa-se a escassos dois quilómetros do maior areal costeiro da Europa – a faixa branca ininterrupta de 67 km entre Tróia e Sines.

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Traçado Regulador assina novo projecto premium no Belas Clube de Campo

A moradia conta com uma área de construção total de 752m2 dividida por três pisos, com cinco suites, sala de jogos, garrafeira, escritório e sala de cinema e, ainda, uma sala de oração hindu “suspensa” sobre um lago

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A Traçado Regulador apresenta um novo projecto para o segmento premium no Belas Clube de Campo. Com uma área de construção total de 752mdividida por três pisos, que englobam cinco suites, sala de jogos, garrafeira, escritório e sala de cinema. Além destas divisões, a moradia conta, ainda, com uma sala de oração hindu “suspensa” sobre um lago, conferindo-lhe a associação natural de purificação do elemento água. Colocada sobre um único pilar, em maior evidência, no projeto da Traçado Regulador, foi ajustada para cumprir a orientação dos pontos cardeais, que não coincidia com a orientação da casa, ditada pelo lote. A rotação foi assim aproveitada, do ponto de vista estético, para destacar este volume do conjunto construído, tornando-a o ex libris da casa.

Uma piscina “suspensa” é outro dos elementos em destaque no terreno, projectando-se sobre o jardim com vista sobre o campo de golfe. O novo projeto da Traçado Regulador conta, ainda, com duas cozinhas, a principal de orientação vegetariana. No interior desta moradia podemos observar a fluidez do espaço e a relação com o exterior a cada passo dos percursos interiores. Por outro lado, temos uma espacialidade que se entende num primeiro olhar. O duplo pé-direito da entrada faz logo esse convite.

“O principal desafio deste projecto foi o programa funcional, muito vasto para a área de construção disponível, as exigências particulares desse programa, e a morfologia do terreno em face das limitações regulamentares. No entanto, a articulação espacial do conjunto possibilitou cumprir e superar expectativas e, ainda, criar um projecto com caraterísticas únicas e diferenciadoras.” comenta João de Sousa Rodolfo, arquiteto e CEO da Traçado Regulador.

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