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Eaton apresenta as suas novas soluções no mercado português

A Eaton, especialista em soluções energéticas, apresentou no mercado nacional as suas novas soluções de segurança, de evacuação em massa, sustentabilidade e de armazenamento de energia.

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A Eaton, especialista em soluções energéticas, apresentou no mercado nacional as suas novas soluções de segurança, de evacuação em massa, sustentabilidade e de armazenamento de energia (o xStorage), parte integrante do portefólio de soluções da marca.

Um dos focos das soluções apresentadas por este gigante energético, que está presente em mais de 175 países, assenta na segurança de infraestruturas e nos seus sistemas patenteados de evacuação em massa, onde a sinalização de saídas pode mudar de direcção de acordo com as circunstâncias reais do momento.
Com as populações cada vez mais concentradas no meio urbano e em edifícios de grandes dimensões, geralmente de uso múltiplo, como sejam aeroportos, universidades, centros comerciais e empresariais, estádios de futebol, entre outros, a responsabilidade de proprietários e administradores de edifícios, no que diz respeito à evacuação de pessoas em segurança, tornou-se cada vez mais desafiante.

A sinalização adaptativa é hoje uma ferramenta crucial para diminuir riscos e salvar vidas, em caso de emergência, já que permite que os responsáveis pela segurança direccionem as pessoas para fora do edifício da maneira mais segura. A sinalização de evacuação adaptativa da Eaton permite que os ocupantes do espaço em causa sejam redireccionados para a rota de saída mais segura disponível.

Foco da energia renovável e na sustentabilidade 

Outro dos grandes focos da Eaton em 2020 é na área da sustentabilidade e no armazenamento de energia. Onde o xStorage surge como um complemento perfeito para instalações solares . O armazenamento de energia pode complementar as instalações solares e tornar uma instalação, como por exemplo um estádio de futebol, num espaço sustentável, economizando consideravelmente em custos de electricidade.

A experiência da Eaton no estádio Amsterdam Arena, onde a sua tecnologia está implementada é disso exemplo, tendo sido aqui obtidos grandes economias energéticas. Para além disso, durante os jogos de futebol, eventos desportivos ou concertos, a necessidade de electricidade de um estádio aumenta em vários megawatts em questão de horas, sendo muitas vezes necessário recorrer a geradores para suportar este aumento crítico. Tal deixou de ser necessário com as novas soluções de armazenamento energético.

A par destas soluções energéticas e de iluminação de emergência, a marca apresentou o seu portefólio de produtos e soluções, das suas quatro principais áreas de negócio, todas elas disponíveis no mercado português: Power Distribuition, Power Quality, Service and Life Safety.

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Melom iniciou internacionalização para Espanha e Itália

A empresa seleccionou o sul da Europa como alvo do seu processo de expansão. Em Itália, a marca conta actualmente com 13 franchisados e em Espanha o número ascende 22 com previsão de 30 até ao final do ano

Impulsionada pelos bons resultados em Portugal, a Melom irá internacionalizar a sua operação para Espanha e Itália. A primeira experiência “piloto” decorreu entre 2018 e 2020 em Espanha para permitir a adaptação do conceito ao mercado espanhol. O número de franchisados neste mercado é actualmente de 22, na Comunidade de Madrid, com a previsão de terminar o ano com 30 unidades

Mas a empresa olha com atenção também para o mercado do norte de Itália. Em 2021 foi lançada a operação na região de Emília Romana, onde a insígnia soma já 13 franchisados em cidades como Bolonha, Modena, San Lazzaro, Montagna, entre outras. A estratégia numa fase inicial inclui a implantação naquela região italiana para depois expandir passo-a-passo o negócio. O plano de desenvolvimento prevê em dois anos uma rede com 40 franchisados na Emília Romana, no prazo de dois a cinco anos a aposta numa nova região com 60 franchisados e depois o crescimento para toda a Itália.

“Estamos convictos que é uma aposta ganha, tem um mercado muito similar ao português e por isso o modelo de negócio não teve que sofrer alterações de fundo. Neste país não existe uma marca que opere a nível nacional e o mercado das obras em casa é muito atomizado, constituído por micro e pequenas empresas com dificuldades de organização semelhantes às portuguesas”, sublinha João Carvalho, co-fundador da MELOM.

A aposta da marca em internacionalizar o conceito nestes dois países do sul da Europa está relacionada com os pontos em comum no mercado de obras e remodelações de imóveis, caracterizado por lacunas na profissionalização, falta de mão-de-obra qualificada e uma ampla desconfiança dos consumidores. “O sector deve evoluir para um contexto profissional onde os processos de orçamentação, adjudicação, obra e sua conclusão são detalhados, claros e precisos. Na MELOM temos trabalhado neste sentido, proporcionando não só formação, mas disponibilizando tecnologia para ajudar os profissionais do sector e clientes”, acrescenta João Carvalho.

Quanto às diferenças, o responsável aponta a tendência dos consumidores espanhóis e italianos para privilegiar o conforto em detrimento da estética ou design.

Tanto em Espanha como em Itália, o modelo de franchising da MELOM é idêntico ao que está a ser aplicado em Portugal, ou seja, existem dois tipos de franquia, uma vocacionada para renovações integrais e mais orientada para empresas de construção e gabinetes de arquitectura e engenharia e uma outra voltada para pequenas reparações e dirigida aos profissionais que executam eles próprios a obra ou reparação.

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Grupo Neolith reforça distribuição na Península Ibérica

Grupo Neolith integra rede de distribuição em Espanha, intensificando investimento na Península Ibérica. Novo director geral ficará responsável pelo negócio em Espanha, Portugal e Andorra

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(na imagem: da Esquerda para a Direita: José Luis Ramón, CEO do Grupo Neolith; Joan Regada, que passará a fazer parte da estrutura do Grupo como Managing Director Iberia; e Daniel Sánchez, Chief Commercial Officer e Vice President Europe do Grupo Neolith)

Com esta operação, o Grupo Neolith ampliará a sua abrangência e a cobertura nos mercados da Península Ibérica, acelerando os planos de crescimento, respondendo à procura crescente de pedra sinterizada Neolith, tanto por parte da comunidade de arquitectos e designers de interiores, como dos consumidores finais, para todo o tipo de projectos residenciais e comerciais.

O Grupo Neolith, que detém uma forte posição na indústria da pedra sinterizada, acaba de acordar a integração total da sua principal rede de distribuição em Espanha de modo a intensificar o seu investimento na Península Ibéria e assim alavancar o crescimento e cimentar a sua posição na Europa.

Com este acordo, o Grupo Neolith intensificará, em especial, o seu investimento no mercado ibérico, consolidando a sua presença directa e reforçando a sua actividade numa região que é essencial para o Grupo. Esta integração advém de uma estreita colaboração iniciada há mais de uma década com o Grupo Joan Regada, que actualmente conta com mais de 80 colaboradores directos, os quais passarão nos próximos dias a integrar o Grupo Neolith.

Com esta transacção, a Neolith passará a ter mais 10 centros de distribuição directa em Espanha, cobrindo quase 10.000 pontos de venda, e dezenas de showrooms em todo o país. “Esta integração, resulta de uma excelente e profícua cooperação iniciada há mais de uma década, e permitir-nos-á acelerar os nossos ambiciosos planos de crescimento para a Península Ibérica e para a Europa, beneficiando todo o canal através do reforço do nosso nível de serviço directo”, afirma José Luis Ramón, CEO do Grupo Neolith. “Damos as boas-vindas a todos os novos colaboradores que passam a integrar o nosso Grupo através desta importante operação. Investir em mercados tão importantes como o ibérico, e desenvolver a nossa pegada no mercado europeu do ponto de vista dos negócios, inovação e sustentabilidade, é e será sempre o nosso maior compromisso para os próximos anos”, conclui aquele responsável. Com esta integração a empresa prevê alcançar níveis recorde de mais de 40 milhões de euros de volume de negócio

Como consequência desta integração, Joan Regada passará a fazer parte da estrutura do Grupo como danaging director para a Península Ibérica, e terá a responsabilidade de liderar os negócios da Neolith nos mercados de Espanha, Portugal e Andorra. Aquele responsável sublinha que: “sempre acreditei no valor do Grupo Neolith. É com enorme orgulho que passo a fazer parte da equipa. Na Neolith era um sonho captar um mercado que não existia há 12 anos e congratulo-me com os resultados alcançados e que iremos impulsionar ainda mais com esta integração. Este é um enorme desafio que mostra o espírito de colaboração que sempre existiu com o Grupo Neolith. Esta integração permitir-nos-á acelerar o nosso crescimento em múltiplas frentes e continuar a fazer da Neolith a marca de eleição de milhares de profissionais e utilizadores finais para uma multiplicidade de projectos tirando partido de todas as possibilidades que a pedra Neolith oferece”, afirmou o empresário.

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Lagos vai construir edifício multifamiliar a custos controlados; investimento ronda 1,5M€

Para além desta empreitada, a autarquia tem em fase final de projeto mais 100 novos fogos a construir na mesma urbanização, em terreno de maior dimensão previamente adquirido para o efeito

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A Câmara Municipal de Lagos adjudicou a execução da empreitada de construção de mais um edifício multifamiliar a custos controlados. O novo empreendimento habitacional irá ser edificado no lote 14 da Urbanização CHESGAL, na cidade de Lagos, acrescentando, quando estiver concluído, mais 12 fogos ao parque habitacional municipal. A obra tem uma duração prevista de 540 dias, representando um investimento de 1.422,761,14€ (acrescido de IVA).

Para além desta empreitada, a autarquia tem em fase final de projeto mais 100 novos fogos a construir na mesma urbanização, em terreno de maior dimensão previamente adquirido para o efeito.

Estas ações têm enquadramento na Estratégia Local de Habitação (ELH) de Lagos e estão previstas nas Grandes Opções do Plano para 2022, que identifica a habitação como uma das principais prioridades políticas, tendo em vista a melhoria da qualidade de vida da população, a competitividade do município e a coesão social e territorial.

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Belga Atenor adquire terreno no Campo Grande

O terreno, com uma área de 8.373 m2, permite a construção de um edifício de escritórios e retalho. A transacção foi assessorada pela Cushman & Wakefield

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A belga Atenor adquiriu um terreno junto ao interface de transportes do Campo Grande, em Lisboa, tendo a consultora Cushman & Wakefield actuado em representação da promotora.

O terreno, com uma área de 8.373 m2, permite a construção de um edifício com cerca de 14.000 m2 de escritórios, 450 m2 de retalho e ainda estacionamento. Muito próximo do estádio Alvalade XXI e do campus universitário do Campo Grande, o terreno “conta com excelentes acessibilidades e está integrado numa das áreas mais dinâmicas da cidade de Lisboa”, reforça a consultora.

Cotada na Euronext de Bruxelas, e com actividade em vários países europeus, a Atenor já se encontra a desenvolver um outro projecto de referência de escritórios em Portugal – WellBe, no Parque das Nações, cuja comercialização também está a cargo da Cushman & Wakefield.

“Apesar do actual contexto internacional, os mercados portugueses de ocupação e de investimento em escritórios continuam a dar sinais de grande resiliência. Promotores como a Atenor constituem uma garantia de qualidade, perenidade e sustentabilidade e os principais beneficiários serão não só os futuros ocupantes, mas também a própria cidade de Lisboa”, afirma Paulo Sarmento, partner e head of Transactional Services da Cushman & Wakefield Portugal,

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Spotahome aumenta número de reservas em 150% no Verão

“Os números do turismo pré-pandemia voltaram. Vemos cada vez mais interesse de estrangeiros para explorar o nosso País, sendo Lisboa e o Porto, dos destinos turísticos mais populares na Europa”, afirma Pedro Franco Caiado, country manager da Spotahome

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A plataforma de arrendamento de casas, Spotahome, aumentou a sua operação em 150% quando comparado com os números pré-covid de 2019. Segundo a empresa, que alia a tecnologia ao sector imobiliário, a maior parte dos inquilinos, cerca de 70%, que optou por arrendar casas através da plataforma são de nacionalidade estrangeira, sendo que se destaca o arrendamento por parte de cidadãos provenientes de Espanha, Itália, Alemanha, Holanda, Brasil e EUA.
“Os números do turismo pré-pandemia voltaram e com eles a operação da Spotahome aumentou exponencialmente. Vemos cada vez mais interesse de estrangeiros para explorar o nosso País, sendo Lisboa e o Porto, principalmente, dos destinos turísticos mais populares na Europa. A nossa missão passa também por assegurar que não há surpresas nem do lado do inquilino, nem do lado do senhorio. Vemos no mercado português uma oportunidade grande de acrescentar valor ao modo como se arrendam casas, aliando tecnologia a um sector com um potencial de crescimento grande” afirma Pedro Franco Caiado, Country Manager da Spotahome.
A plataforma já conta com 14 mil reservas em três anos de operação em Portugal e está presente em Lisboa, Porto e Coimbra. A empresa pretende expandir para todo o país, com o objectivo de uniformizar e apresentar toda a oferta de casas numa só plataforma.
Em 2021 a empresa fechou uma ronda de investimento de 25 milhões de euros que permitirá que a consolidação do seu crescimento e plano de expansão nos países onde está presente, incluindo Portugal.
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Construção da nova ponte de Faro vai avançar

A obra, com prazo de execução de 540 dias, deverá ter início em breve e prevê a construção de uma nova ponte de acesso à Praia de Faro

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Está formalmente assinado o auto de consignação da obra de construção da nova ponte de acesso à Praia de Faro, um investimento promovido pela autarquia algarvia estimado em 6,5 milhões de euros.

A empreitada, adjudicada ao consórcio formado pelas empresas Extraco e Proxectos, foi adjudicada cerca de 1,5 milhões de euros adicionais face à proposta inicialmente adjudicada. A revisão extraordinária de preços, aprovada em Assembleia Municipal de Faro no passado dia 28 de julho, pretendeu dar resposta à situação excecional que provocou aumentos abruptos nos preços das matérias-primas, dos materiais e da mão-de-obra, com impacto na construção e nos custos dos trabalhos previstos nesta empreitada, com uma importância crucial para o concelho.

A obra, com prazo de execução de 540 dias, deverá ter início em breve e prevê a construção de uma nova ponte de acesso à Praia de Faro, que substituirá a atual e será localizada num traçado paralelo a Nascente desta, a uma distância que acautela, entre outros factores, a necessidade de execução dos trabalhos de demolição da ponte atual – cujos custos de remoção serão igualmente suportados pela Autarquia –, após a conclusão e entrada em funcionamento da nova estrutura, que vai cobrir uma distância de cerca de 180 metros, com um tabuleiro de 11 metros de largura.

Este tabuleiro vai acolher duas faixas para circulação automóvel, permitindo igualmente o acesso de transportes públicos colectivos à Praia de Faro, contemplando ainda dois passeios pedonais, um deles com uma largura que permite a convivência da circulação pedonal com a ciclável.

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Candidaturas ao Prémio Concreta UNDER 40 prorrogadas até 3 de Outubro

A inciativa pretende avaliar e premiar obras construídas em território nacional, da autoria de arquitectos portugueses, com idade média de 40 anos

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Promovida pela Exponor – Feira Internacional do Porto e com o apoio técnico do conselho directivo regional do Norte (CDRN) da Ordem dos Arquitectos encontra-se a decorrer mais uma edição dos Prémio Concreta UNDER 40. Em fase de apresentação de candidaturas, o prazo foi prorrogado até ao dia 3 de outubro de 2022.

A 3ª edição do Prémio Concreta UNDER 40 é lançada com o objectivo de promover e reconhecer o trabalho desenvolvido pelas novas gerações de arquitectos, cujo patamar de idades não ultrapassará, em média, os 40 anos.

Pretende-se avaliar e premiar obras construídas em território nacional, da autoria de arquitectos portugueses que, com criatividade, profissionalismo e mestria, se adaptaram à realidade da sua época, e desenvolveram projectos que se destacam pela capacidade criativa e de inovação, aliadas à qualidade técnica.

Será atribuído um prémio, de natureza pecuniária, ao concorrente classificado em primeiro lugar, no montante de dois mil euros e ao concorrente classificado em segundo lugar, no montante de mil euros.

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Arquitectos da ‘Geração de 22’ em colóquio dia 24 de Setembro

Organizado pelo Colégio de Património Arquitectónico (CPA), o colóquio “Geração de 22”, decorrer na Escola António Damásio, em Lisboa e conta com a apresentação de Diana Roth e João Appleton, assim como de outros inúmeros arquitectos portugueses

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O Colégio de Património Arquitetónico (CPA) organiza no próximo dia 24 de Setembro o colóquio “Geração de 22”, a decorrer na Escola António Damásio, em Lisboa. À conversa com dois dos membros da organização do evento, Diana Roth e João Appleton, do CPA, procuramos explicar as razões da importância dos arquitectos da Geração de 1922, responsáveis por uma abordagem à arquitectura que ainda hoje é pertinente e que temos todo o interesse em reforçar.

A ideia do CPA é que todos possam conhecer não só a obra de alguns arquitectos que marcaram a “Geração de 22”, mas também os seus muitos interesses por saberes de outras esferas do conhecimento.

Assim, cada um dos quatro arquitectos escolhidos para abordar neste colóquio, a saber: Nuno Teotónio Pereira, Manuel Tainha, Victor Palla e Francisco da Conceição Silva, terá pelo menos duas pessoas a explanar o seu legado, não só no campo da arquitectura, mas também noutros campos onde cada um deles multiplicou o seu trabalho e saber.

Desta forma, sobre Nuno Teotónio Pereira estarão os oradores Gonçalo Byrne e José Pedro Croft, sobre Manuel Tainha, Alexandre Marques Pereira e Manuel Botelho, sobre Victor Palla os convidados serão João Palla e Henrique Cayatte e sobre Francisco Conceição Silva  as arquitetas Ana Tostões, Inês Marques e Suzana Barros Querubim.

Haverá igualmente espaço para um debate moderado por Fernando Sanchez Salvador, membro da Comissão Executiva do CPA, um momento dedicado à ligação entre a Arquitetura e o Cinema, proposto por Luís Urbano, estando a sessão de encerramento a cargo de Pedro Alarcão, presidente da Mesa da Assembleia do CPA.

O colóquio “Geração de 22” termina com uma visita à Escola António Damásio, projectada e requalificada por Manuel Tainha e que será guiada por Alexandre Marques Pereira.

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Zome aceita pagamentos em cripto com a Utrust

Depois da criação do portal Cryptohouses, a Zome vai adotar a plataforma da Utrust para tornar mais simples e intuitivo o processo de pagamento dos clientes interessados em comprar casa com recurso a qualquer um das várias moedas digitais suportadas pela Utrust, no portal Cryptohouses.

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(na imagem: Patrícia Santos, CEO da Zome e Sanja Kon, CEO da Utrust)

A Zome vai adotar a plataforma da Utrust para tornar mais simples e intuitivo o processo de pagamento dos clientes interessados em comprar casa com Bitcoin, Ethereum, Elrond eGold, USDT, USDC, ou outra das várias moedas digitais suportadas pela Utrust, no portal Cryptohouses, recentemente criado pela imobiliária.

A Utrust é líder de mercado, na Europa, em pagamentos com criptomoedas, pelo que a parceria com este serviço permitirá à Zome tornar os pagamentos mais rápidos, mais baratos e mais seguros, com recurso à tecnologia blockchain. A aposta nestas tecnologias para facilitar pagamentos é parte integrante da estratégia de crescimento da Zome.

“Estas moedas têm uma série de vantagens importantes ao nível da segurança, da velocidade e inclusive dos custos”, explica Patrícia Santos, CEO da Zome. “O nosso objectivo é proporcionar aos nossos clientes, onde quer que estejam no mundo, a possibilidade de usufruir plenamente desta tecnologia. A Utrust permite-nos fazê-lo de forma simples e eficaz”, acrescenta.
Segundo a empresa “ao recorrer à mais recente tecnologia blockchain, e ao tornar os pagamentos digitais, totalmente e de forma nativa, a Zome e a Utrust, não só aumentam a velocidade das transacções, como diminuem significativamente os custos associados à recepção de um pagamento”.

“A ideia de facilitar pagamentos, de contornar os intermediários tradicionais para tornar tudo mais rápido, eficiente e seguro, deve apelar a qualquer sector”, explica Sanja Kon, CEO da Utrust. “Não é surpresa, no entanto, que o imobiliário, normalmente tão preso à banca, seja dos sectores mais receptivos a esta tecnologia. Saudamos a Zome por querer ser pioneira e é um prazer trabalhar com eles”, conclui.

A reforçar a parceria está o facto processadores de pagamentos totalmente digitais continuam a oferecer resoluções lentas e cobram aos comerciantes entre 3 a 11% do valor de cada transação, um volume que representa, muitas das vezes, a diferença entre o lucro e a falência para empresas de todo o mundo.

Promover a literacia financeira
A Zome pretende ainda ajudar à divulgação destas novas formas de dinheiro, educando o público acerca da melhor maneira de utilizá-lo e beneficiar das suas vantagens. Para esse efeito, no próximo dia 20 de Setembro, vai juntar-se a vários parceiros, no evento No Boring Talks, que terá lugar no Altice Fórum Braga.

Os temas em discussão serão focados na tecnologia blockchain e nas criptomoedas, mas não apenas para um público dedicado ao sector imobiliário – qualquer indivíduo ou empresa interessados em aprender são convidados a participar. Um dos oradores convidados é Filipe Castro, cofundador e diretor de projetos especiais da Utrust.

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Antiga fábrica A Napolitana será um colégio internacional

Engexpor é responsável pela gestão do projecto e da obra que está a transformar a antiga fábrica em Alcântara num colégio internacional. Os trabalhos deverão estar concluídos no primeiro semestre de 2024

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Está em estágio avançado de desenvolvimento a primeira fase das obras que irão reabilitar os edifícios da antiga fábrica de massas A Napolitana, localizados em Alcântara, Lisboa, para os transformar num colégio internacional. Para breve está previsto o início da segunda fase, relativa à execução da estrutura, acabamentos e instalações especiais.

Os trabalhos estão a ser acompanhados pela Engexpor, que presta serviços de gestão de projecto e gestão da construção à RFR Group, uma empresa de origem norte-americana de investimento, promoção e gestão de imobiliário comercial e residencial, com sede em Nova Iorque. No desenvolvimento deste projecto está ainda envolvida a CGC (Calatrava Grace), uma empresa global na área de investimento e promoção imobiliária.

O projecto de reabilitação da antiga unidade fabril, da autoria do arquitecto Frederico Valsassina, prevê manter os quatro emblemáticos edifícios do complexo preservando as fachadas originais, uma referência da arquitectura industrial portuguesa do início do século XX na cidade de Lisboa.

Esta primeira fase contemplou a execução das demolições para renovar os interiores dos edifícios e adaptá-los ao novo uso, assim como o reforço das estruturas. Na segunda fase da obra e, de acordo com a Engexpor, irá proceder-se à execução das estruturas, renovação das fachadas, construção das coberturas e desenvolvimento das instalações especiais, acabamentos e paisagismo.

A conclusão de todos os trabalhos está prevista para o primeiro semestre de 2024, estando em avaliação uma abertura parcial da escola para setembro de 2023 com a valência de Jardim de Infância.

“É com enorme satisfação que estamos a acompanhar este projecto para a instalação de um novo colégio internacional em Alcântara, não só porque nos permite continuar a crescer na área do ensino – acompanhámos muito recentemente o projecto e a obra de renovação do edifício que acolhe a nova Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa – mas também porque reabilita, preserva e dá um novo uso a um conjunto arquitectónico que faz parte da história da cidade de Lisboa. A instalação de uma instituição de referência nestes edifícios irá ajudar a revitalizar e valorizar esta zona da cidade, anteriormente de cariz essencialmente industrial, com características muito próprias e que está em profunda transformação”, refere Pedro Grilo, director da Engexpor em Portugal.

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