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ADDSOLID apoia ensino na Amadora

A ADDSOLID – Real Estate Investment, sediada na Amadora, ofereceu 100 computadores ao município da Amadora, para reforçar os recursos existentes nos agrupamentos escolares daquele concelho.

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A ADDSOLID – Real Estate Investment, sediada na Amadora, ofereceu 100 computadores ao município da Amadora, para reforçar os recursos existentes nos agrupamentos escolares daquele concelho.

Esta doação de 100 computadores pretende combater directamente as desigualdades e atenuar os problemas dos alunos de famílias com menor capacidade económica, problemas esses que neste período crucial, podem incrementar significativamente o seu risco de exclusão. Falar de exclusão social é relembrar que a inclusão é tarefa de todos e que os tempos de crise são também de solidariedade.

A entrega dos primeiros equipamentos foi feita a semana passada na Escola Secundária Seomara da Costa Primo, numa cerimónia onde marcou presença a presidente da câmara,Carla Tavares, entre outros representantes do Município e do Agrupamento Escolar, bem como a Administração da ADDSOLID.

Desde a sua fundação, a ADDSOLID pretende afirmar-se como mais do que uma empresa de investimento e promoção imobiliária, sendo esta iniciativa um exemplo de uma cultura colaborativa e de causas.

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Coldwell Banker chega aos açores e abre a 10.ª agência

Localizada em Ponta Delgada, a nova agência Coldwell Banker Houselife resulta de uma parceria com a House Life, imobiliária presente no mercado açoriano desde 2002

A Coldwell Banker acaba de firmar um protocolo com a imobiliária House Life, presente nesta região há cerca de duas décadas, com o objetivo de expandir a marca no arquipélago açoriano.

Depois de, no último trimestre deste ano, ter registado um crescimento significativo com a abertura de novas agências em Braga e Estoril, a Codwell Banker Portugal volta a reforçar o seu posicionamento e expande-se para o arquipélago dos Açores, abrindo uma nova agência na Ilha de São Miguel. Com abertura prevista até ao final do primeiro trimestre de 2022, a agência Coldwell Banker Houselife terá localização privilegiada na zona nobre da cidade de Ponta Delgada.

A aliança firmada com a House Life permite agregar o conhecimento deste player, que actua há quase vinte anos no mercado imobiliário açoriano, com a experiência de uma rede centenária como a Coldwell Banker.

“A chegada aos Açores é um marco muito importante para nós, uma vez que os Estados Unidos da América têm uma grande relação cultural e política com este Arquipélago.” Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker Portugal, rede imobiliária de origem norte-americana.

As novas ligações entre Ponta Delgada e Nova Iorque com início em 2022, anunciadas recentemente pela United Airlines e a Azores Airlines, não podiam ser mais oportunas. Para Frederico Abecassis “as ligações diárias da UA, uma das maiores e mais reconhecidas companhias aéreas norte-americanas, e o recente anúncio dos voos regulares da Azores Airlines, também para o próximo ano, são excelentes indicadores, uma vez que potenciará o aumento do investimento norte-americano nesta região, através da compra ou arrendamento de empreendimentos.”

“A Houselife conta com 20 anos de experiência no mercado imobiliário, um mercado que nos Açores está em pleno crescimento, tendo verificado, nos últimos anos, um incremento no investimento por parte de clientes cada vez mais exigentes e informados, e, que pela natureza ímpar da nossa região, mostra um grande potencial para continuar a crescer.”, afirma José Wallis de Carvalho, Broker e responsável da Coldwell Banker Houselife.

A House Life, que passa agora a denominar-se de Coldwell Banker House Life, “reflete o espírito de dedicação e de competência de ambas as insígnias e tem como foco a aposta no desenvolvimento da nossa equipa, aumentando a sua capacidade e abrangência geográfica, de modo a prestar aos nossos clientes um serviço cada vez mais profissional e prestigiante, quer a nível nacional, quer internacional”,acrescenta Luís Manuel Mota da Costa, também responsável e Broker da Coldwell Banker Houselife

A Codwell Banker Portugal conta agora com um total de 10 agências no país, distribuídas por Lisboa (3), Setúbal (1), Coimbra (1), Cascais (2), Sintra (1), Braga (1) e Açores (1).

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Conversão de imóveis das Defesa cria 1379 fogos para renda acessível

O Governo vai transformar edifícios militares devolutos em habitação com renda acessível por um período de 75 anos, ao longo do qual estima-se que sejam canalizados cerca de 110 milhões de euros, a favor de projectos de conservação, manutenção, segurança, modernização e edificação das infraestruturas

A constituição de direitos de superfície em oito imóveis da Defesa Nacional, que não se encontram actualmente a ser utilizados pela Forças Armadas vai permitir a sua conversão em habitação acessível. O despacho conjunto dos ministérios das Finanças e da Defesa Nacional, já publicado em Diário da República, no âmbito da Lei das Infraestruturas Militares, delimita a constituição de direitos de superfície por um período de 75 anos.

Esta decisão permite agora a conversão, em habitação acessível, de um conjunto de imóveis, localizados em Lisboa, Porto e Oeiras, e que darão lugar a 1379 fogos para arrendar a preços acessíveis, através do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e dos municípios.

Os imóveis abrangidos pelo decreto lei são oito, três localizam-se em Lisboa (a Quinta da Alfarrobeira, o Cerca do Convento da Estrela – Ala Sul e o Hospital Militar da Estrela), quatros no Porto (Instalações utilizadas pela Manutenção Militar e OGFE, Edifício na Avenida de França, o Trem do Ouro e a Casa do Lordelo do Ouro) e um em Oeiras, a Ex-Estação Radionaval de Algés.

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Com a constituição dos referidos direitos de superfície, por 75 anos, e decorrente dos valores homologados, estima-se que sejam canalizados cerca de 110 milhões de euros, que serão pagos em prestações anuais durante a vigência do PRR, a favor de projectos de conservação, manutenção, segurança, modernização e edificação de infraestruturas das Forças Armadas.

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Expansão do Metro de Lisboa avança com o início dos trabalhos do Lote 3

A empreitada compreende a construção de dois novos viadutos sobre a Rua Cipriano Dourado e sobre a Av. Padre Cruz, na zona do Campo Grande, prevendo ainda a ampliação da estação do Campo Grande para Nascente

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O Metropolitano de Lisboa (ML) formalizou esta quarta-feira, o início dos trabalhos da Empreitada de Projecto e Construção dos Toscos, Acabamentos e Sistemas no âmbito da concretização do Plano de Expansão do Metropolitano de Lisboa – Prolongamento das Linhas Amarela e Verde – Viadutos do Campo Grande (Lote 3).

O auto de consignação dos trabalhos foi assinado com o consórcio formado pela Teixeira Duarte – Somafel – Viadutos do Campo Grande, ACE e tem como objecto a construção de dois novos viadutos sobre a Rua Cipriano Dourado e sobre a Av. Padre Cruz, na zona do Campo Grande, prevendo ainda a ampliação da estação do Campo Grande para Nascente.
O contrato foi formalizado à cerca de um ano e implica um investimento de cerca de 19.5 milhões de euros, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, tendo um prazo global de execução de 698 dias após a sua consignação, tendo recebido luz verde do Tribunal de Contas em Fevereiro deste ano.

O Plano de Expansão do ML prevê o prolongamento da linha em mais 2km de rede. A obra vai ligar o Rato ao Cais do Sodré com duas novas estações: Estrela (localizada em frente à Basílica da Estrela) e Santos (na zona poente do quarteirão definido pela Av. D. Carlos I, Rua das Francesinhas, Rua dos Industriais e Travessa do Pasteleiro). Cria-se desta forma uma nova linha Verde, um anel circular no centro de Lisboa, com inauguração prevista para 2024.
Encontra-se a decorrer o concurso público relativo à Empreitada de Concepção e Construção dos Acabamentos e Sistemas no âmbito da concretização do plano de expansão – Prolongamento das Linhas Amarela e Verde – Extensão Rato-Cais do Sodré – Lote 4.

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ERA Portugal cresce na região Oeste

O novo ponto de venda localiza-se em Óbidos, tem cerca de 200 m2 e conta com uma equipa de sete colaboradores que irá trabalhar todo o concelho de Óbidos e a freguesia de Serra d’ El-Rei

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A ERA Portugal reforça a sua posição no Oeste com a abertura do novo ponto de venda ERA Óbidos, no distrito de Leiria. O novo ponto de venda pretende disponibilizar “um serviço de excelência à zona e oferecer as mais recentes ferramentas tecnológicas de mediação imobiliária, ao mesmo tempo que presta apoio às várias agências da região.

O novo ponto de venda localiza-se na Estrada Nacional 8, nº 8, tem cerca de 200 m2 e conta com sete colaboradores. A gestão está a cargo de Nuno Anjos, Rui Frade e Orlando Vitorino e vai trabalhar todo o concelho de Óbidos e a freguesia de Serra d’ El-Rei.

“Queremos oferecer um serviço personalizado e de proximidade ao cliente. Muito para além do processo de compra ou venda de uma propriedade, queremos estar presentes nos mais variados momentos das suas vidas e garantir a satisfação a longo prazo”, referem os gerentes do novo ponto de venda.

“O nosso grande objectivo passa por consolidar e fazer crescer a equipa no conselho de Óbidos, de forma a assegurarmos um serviço baseado na eficiência e profissionalismo, oferecendo a todos os nossos clientes um acompanhamento de qualidade”, acrescentam.

O conceito de ponto de venda surge da necessidade em oferecer uma maior proximidade aos clientes e, por isso, localizam-se em zonas de grande movimento, servindo assim como complemento às lojas standard.

O ponto de venda ERA Óbidos junta-se assim às mais de 200 agências ERA em Portugal, cada uma delas especializada numa zona geográfica.

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Município do Porto vai adquirir seis “ilhas” para reabilitação

A oportunidade surge no âmbito do programa Estratégicas Específicas para a Regeneração Habitacional das “Ilhas do Porto” e irá custar cerca de 7,4 M€

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O Município do Porto quer adquirir seis ilhas na zona da Lomba, em Campanhã, de forma a reabilitar as habitações e garantir a permanência dos moradores originais. O investimento, na ordem dos 7,4 milhões de euros, deverá recorrer a financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), através do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).

A oportunidade surge no âmbito do programa Estratégicas Específicas para a Regeneração Habitacional das “Ilhas do Porto”, apresentado pelo vereador com os pelouros do Urbanismo, Espaço Público e Habitação, Pedro Baganha, em reunião privada do Executivo.

“O que se pretende”, explicou o vereador, “é emparcelar estas seis ilhas, alterar a sua configuração, aumentando os espaços colectivos, a permeabilidade do solo, as áreas das unidades habitacionais e, dessa forma, conseguir uma solução urbanística integrada, muito virtuosa para a reabilitação do território da Lomba”.
De acordo com a proposta de intervenção, das 59 casas existentes resultarão 41 de tipologia T1 e T2 para realojar os 39 agregados familiares que ali habitam, no âmbito do programa 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação.

Estas “ilhas” da Lomba inserem-se na Área de Reabilitação Urbana (ARU) Campanhã-Estação, que já tem uma Operação de Reabilitação Urbana (ORU) aprovada, uma das três com luz verde no Município do Porto.

A aquisição por parte da Câmara do Porto surge depois da elaboração de um projecto piloto, elaborado pela Porto Vivo, SRU e pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, na zona da Lomba. Segundo o levantamento efectuado, a Lomba apresenta 19 ilhas, compostas por 261 fogos, onde habitam 130 agregados. De acordo com as respostas de 104 deles, 24 agregados vivem em casas em mau estado de conservação, 15 habitam numa tipologia inferior à adequada e 24 não dispõem de cozinha e/ou casa de banho no interior da habitação.

A Porto Vivo, SRU desenvolveu programas base para 16 dessas ilhas, o que se traduz na passagem de 147 casas para 87, aumentando a área média das habitações dos actuais 33 m2 para 61,57 m2, deixando livres 13 casas e aumentando o espaço livre.

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Turismo de Portugal aposta na arquitetura nacional para “promover o País”

No Atlas da Arquitectura, digital e interactivo, vão estar 50 edifícios de referência, com a possibilidade de pesquisa por autores, categorias ou itinerários, quer através do Visit Portugal, quer no site da Casa da Arquitectura

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Criar itinerários pelas obras dos mestres da arquitetura em Portugal, como Álvaro Siza Vieira, Souto de Moura e Carrilho da Graça, promover a arquitectura portuguesa em eventos nacionais e internacionais e divulgar um atlas digital e interactivo da arquitectura nacional, são alguns dos objectivos do “Programa Turismo & Arquitectura”, apresentado hoje pela Casa da Arquitectura – Centro Português de Arquitectura, em parceria com o Turismo de Portugal.

A apresentação deste novo produto turístico teve lugar na Casa da Arquitetura – Centro Português de Arquitetura e contou com as presenças da Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Luísa Salgueiro e da Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques.

Além dos itinerários pelas obras dos grandes mestres vai ser também criado um itinerário por regiões, com conjuntos de visitas que abrangem edifícios icónicos, reabilitações, edifícios premiados, obras de arte em espaço público e referências a obras contemporâneas de arquitetos reconhecidos e em ascensão.

No Atlas da Arquitectura em Portugal, digital e interactivo, vão estar 50 edifícios de referência, com a possibilidade de pesquisa por autores, categorias ou itinerários, quer através do Visit Portugal, quer no site da Casa da Arquitectura.

O programa completa-se com a promoção de uma série de eventos nacionais e internacionais de promoção da arquitectura. Em Portugal destaque para as Casas Abertas no Porto e em Lisboa, a Trienal de Arquitectura de Lisboa, exposições e um Encontro de Turismo Cultural, entre outras iniciativas.

A nível internacional, o objectivo passa pela participação em eventos como a Bienal de Veneza, Bienal de São Paulo, Bienal de Chicago, Congresso UIA e Festival Internacional de Arquitetura (“Entretanto | Meanwhile 2022”), entre outros, de modo a dar a conhecer “o estado da arte da arquitectura” portuguesa.

O património arquitectónico é, há muito, um dos principais activos turísticos dos vários países e um dos mais promovidos por cada destino para atrair visitantes e turistas. A produção arquitectónica espelha a evolução e a capacidade de inovação das sociedades e daí a forte cumplicidade que sempre existiu entre a arquitetura e o turismo.

Este programa, desenvolvido no âmbito do protocolo assinado entre a Associação Casa da Arquitectura e diversas áreas governativas, envolvendo o Turismo de Portugal, contribui para concretizar os objectivos da ET27 e do Plano Reativar o Turismo | Construir o Futuro, nomeadamente no que toca à promoção de uma oferta de produtos diferenciadores, que permite novos motivos de visita, que agrega mais valor à viagem, aos destinos regionais e às empresas.

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Gastos reais com despesas comuns nos edifícios de escritórios apresentaram desvios de 6%

A consultora imobiliária CBRE acaba de divulgar o artigo ‘Benchmark de despesas comuns de edifícios de escritórios em 2020’, onde é possível avaliar o impacto da pandemia sobre as despesas

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A consultora imobiliária CBRE acaba de divulgar o artigo ‘Benchmark de despesas comuns de edifícios de escritórios em 2020’, com o principal objectivo de analisar a forma como as principais categorias de gastos (serviços e fornecimentos) que compõem um orçamento de despesas comuns de um edifício de escritórios são impactadas por algumas das principais características dos edifícios, como por exemplo a sua dimensão.

Como resultado deste estudo sobressai que o custo médio por metro quadrado de Área Bruta Locável (€/m2) dos orçamentos de despesas comuns aprovados para 2020 foi de 2,63€/m2/mês, sendo que em termos de gastos reais os valores foram de 2,46€/m2/mês (redução de aproximadamente 6% relativamente ao estimado). Esta diferença tem como principal causa o impacto que a pandemia teve em alguns serviços que constituem os orçamentos de despesas comuns.
Dos dados analisados, observa-se que, em 2020, a média dos orçamentos de despesas comuns dos edifícios localizados no CBD1, em Lisboa, foi mais elevada (3,16€/m2/mês). Na região de Lisboa, o Corredor Oeste foi a zona LPI cujos edifícios da amostra apresentaram a média mais reduzida (2,05€/mês).

Relativamente aos gastos reais e à dimensão, verificou-se que para edifícios com Área Bruta Locável inferior a 4.500m2, a média do valor dos gastos reais foi de 3,33€/m2/mês.

No que diz respeito aos centros de custo que compõem os orçamentos de despesas comuns, verifica-se que os serviços com maior impacto nos gastos reais de 2020 são a vigilância (35%), os contratos de manutenção e reparação (em conjunto representam 20%) e a electricidade (18%).

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Haier inaugura investimento de mais de 70 M€ na Europa

a nova fábrica tem uma capacidade de produção de mais de 1 milhão de frigoríficos/por ano para os mercados doméstico e internacional, representando o maior polo de exportação de frio da Haier na Europa

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A Haier Tech Roménia já começou a produzir eletrodomésticos de frio IoT, altamente tecnológicos e que vão fornecer o mercado interno e externo. Foi um investimento de mais de 70 milhões que a marca fez em solo europeu.
A unidade está situada no Parque Industrial Allianso, a 70 km de Bucareste, e vai produzir frigoríficos mais tecnológicos, com conectividade e de reduzidos consumos de energia (de encastre e instalação livre) para as 3 marcas da Haier Europe: a Candy, a Hoover e a Haier.

A fábrica apresenta as mais recentes inovações IoT no contexto da Indústria 4.0 e ocupa uma área de 63 mil metros quadrados. Vai empregar mais de 800 funcionários que serão apoiados por robots, maquinaria e tecnologia de última geração. Tem uma capacidade de produção de mais de 1 milhão de frigoríficos por ano para os mercados doméstico e internacional, representando o maior polo de exportação de frio da Haier na Europa.

“Esta primeira unidade de produção de frio na UE permitirá reduzir a nossa logística e tempo de colocação do produto no mercado, em linha com a lógica de distância zero com o valor central do consumidor e o objetivo de ser a primeira escolha do consumidor em soluções de casas inteligentes”, explicou Yannick Fierling, CEO da Haier Europe

A unidade integra também a COSMOPlat, a primeira plataforma industrial de Internet do mundo que permite a participação do utilizador em todo o processo e a personalização em massa centrada na experiência do consumidor. A plataforma – que foi promovida e replicada fora da China em diferentes indústrias em todo o mundo – convida os clientes a envolverem-se em cada etapa para se conseguirem produtos e serviços que vão cada vez mais de encontro às suas necessidades.
A Haier Tech vai produzir para os consumidores europeus e representará um pilar estratégico no caminho de consolidação da liderança da empresa no segmento de refrigeração em todo o mundo. Este investimento também é demonstrativo dos planos da empresa para expandir as plataformas de produção e aumentar significativamente a capacidade de fabrico na refrigeração, bem como noutras categorias de produtos.

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Porto regista quebra de 20% nos fogos em carteira e perde quota para Gaia e Matosinhos

Entre Janeiro e Setembro de 2021 foram submetidos a licenciamento municipal no Porto um total de 225 novos projectos de habitação, dos quais resultarão 1.951 fogos

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Entre Janeiro e Setembro de 2021 foram submetidos a licenciamento municipal no Porto um total de 225 novos projectos de habitação, dos quais resultarão 1.951 fogos. Esta actividade reflecte uma quebra de 31% em número de projectos e 20% em número de fogos, considerando o igual período do ano passado, quando se contabilizava um pipeline residencial de 325 projectos, num total de 2.444 fogos.

A menor actividade no Porto foi sentida quer na reabilitação, onde o número de fogos em carteira caiu 24% para 643 fogos num total de 138 projectos, quer na construção nova, com uma quebra de 18% para 1.308 fogos num total de 87 projectos. Os dados resultam do Pipeline Imobiliário, apurado pela Confidencial Imobiliário com base nos pré-certificados energéticos emitidos pela ADENE.

A menor dinâmica registada no Porto contrasta com uma actividade mais robusta nos concelhos limítrofes de Vila Nova de Gaia e Matosinhos, o que resultou numa perda de quota da cidade Invicta, no cômputo a Área Metropolitana, em favor destes dois mercados. Se nos primeiros nove meses de 2020, o Porto agregava 38% dos fogos projectados para a Área Metropolitana, em igual período deste ano passou a pesar 30%. Já em Gaia, a quota evoluiu de 19% para 26% e em Matosinhos de 19% para 21%.

Nos primeiros nove meses de 2021, Gaia registava um pipeline de 284 novos projectos residenciais num total de 1.725 novos fogos, apresentando um aumento de 46% face ao pipeline de 1.179 fogos contabilizados no ano anterior. Em Matosinhos, a actual carteira soma 188 novos projectos num total de 1.345 fogos, exibindo um aumento de 9% em número de fogos face às 1.229 unidades contabilizadas nos primeiros nove meses de 2020.

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Produção de hidrogénio em Sines avança

O consórcio de 13 empresas, GreenH2Atlantic, foi o escolhido pela Comissão europeia para desenvolver um projecto de produção de hidrogénio verde

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“Um consórcio de 13 empresas e parceiros de investigação foi seleccionado pela Comissão Europeia no âmbito do Green Deal para desenvolver um projecto de produção de hidrogénio verde de 100 MW [megawatts] em Sines”, pode ler-se no comunicado da EDP.

O consórcio terá o nome GreenH2Atlantic, e além da EDP, Galp e Martifer incorpora empresas como a Engie, Bondalti, Vestas, McPhy e Efacec, bem como “parceiros académicos e de investigação como ISQ, INESC-TEC, DLR e CEA, e do cluster público-privado Axelera”.

“O GreenH2Atlantic foi um dos três projectos seleccionados no âmbito do Horizon 2020 – Green Deal para demonstrar a viabilidade do hidrogénio verde numa escala de produção e aplicação tecnológica sem precedentes”, indica o comunicado.

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De acordo com o texto, “o fundo de 30 milhões de euros irá contribuir para financiar a construção da unidade de hidrogénio, localizada na central termoelétrica de Sines”.

“A construção deverá arrancar em 2023 e a operação deverá começar em 2025, datas essas sujeitas às devidas autorizações pelas autoridades”, indica o comunicado.

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