Primeira fase da extensão do Metro recebe parecer favorável do TdC

Por a 29 de Junho de 2020

O contrato referente à execução da empreitada de construção do Lote 1: Execução dos toscos entre o término da Estação Rato e a Estação Santos, no âmbito da Execução da Empreitada de Projecto e Construção dos Toscos, para a concretização do Plano de Expansão do Metropolitano de Lisboa – Prolongamento das Linhas Amarela e Verde (Rato – Cais do Sodré), recebeu visto prévio favorável por parte do Tribunal de Contas (TdC).

Com esta decisão, o contrato assinado a 6 de Maio com a ZAGOPE – Construção e Engenharia, com o prazo global de execução de 960 dias, inicia a sua vigência. Este contrato tem o preço contratual de  48.624.000  euros  acrescido de IVA à taxa legal em vigor.

A “Execução da Empreitada de Projecto e Construção dos Toscos, no âmbito da concretização do Plano de Expansão do Metropolitano de Lisboa – Prolongamento das Linhas Amarela e Verde (Rato – Cais do Sodré)” é composta pelo Lote 1 – Execução dos toscos entre o término da Estação Rato e a Estação Santos e pelo Lote 2 – Execução dos toscos entre a Estação Santos e o término da Estação Cais do Sodré, este objecto de concurso público internacional, cujas propostas, já entregues, se encontram em análise e avaliação pelo Júri do procedimento.


A expansão da rede do Metropolitano integra, ainda, o Lote 3, relativo à construção de dois novos viadutos sobre a Rua Cipriano Dourado e sobre a Av. Padre Cruz, na zona do Campo Grande, prevendo a ampliação da estação do Campo Grande para Nascente, cujo concurso se encontra em curso, estando a entrega das propostas prevista para 21 de Agosto de 2020.

O Plano de Expansão do Metropolitano de Lisboa tem como objectivo contribuir para a melhoria da mobilidade na cidade de Lisboa, fomentando a acessibilidade e a conectividade em transporte público, promovendo a redução dos tempos de deslocação, a descarbonização e a mobilidade sustentável.

O investimento total previsto para esta fase de expansão do Metropolitano de Lisboa é de 210,2 milhões de euros, cofinanciado em 127,2 milhões de euros pelo Fundo Ambiental e em 83 milhões de euros pelo Fundo de Coesão, através do POSEUR – Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.


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