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Pagamentos Contactless até 50€ sem pin vieram para ficar?

A resposta é sim. A garantia foi dada recentemente pelo administrador do Banco de Portugal (BdP), Hélder Rosalino, que afirmou que “com certeza vão manter-se” os 50 euros nos pagamentos através de Contactless, admitindo mesmo que possam tornar-se definitivos. Poucas semanas depois da entrada em vigor do Estado de Emergência em Portugal, o Banco de …

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Pagamentos Contactless até 50€ sem pin vieram para ficar?

A resposta é sim. A garantia foi dada recentemente pelo administrador do Banco de Portugal (BdP), Hélder Rosalino, que afirmou que “com certeza vão manter-se” os 50 euros nos pagamentos através de Contactless, admitindo mesmo que possam tornar-se definitivos. Poucas semanas depois da entrada em vigor do Estado de Emergência em Portugal, o Banco de …

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A resposta é sim. A garantia foi dada recentemente pelo administrador do Banco de Portugal (BdP), Hélder Rosalino, que afirmou que “com certeza vão manter-se” os 50 euros nos pagamentos através de Contactless, admitindo mesmo que possam tornar-se definitivos.

Poucas semanas depois da entrada em vigor do Estado de Emergência em Portugal, o Banco de Portugal, juntamente com parceiros da área financeira, como a UNICRE, tomou a decisão de aumentar o valor máximo por transação através de cartões com tecnologia contactless de 20€ para 50€ sem que para isso seja necessário inserir o PIN no terminal de pagamento automático (TPA físico ou móvel) e se ainda não tiver sido atingido o valor global de 150€ diários ou um máximo de 5 transações por dia.

Hélder Rosalino destacou que os pagamentos Contactless (sem contacto) se tratam de um sistema seguro, vincando que não há até à data conhecimento de quaisquer fraudes associadas a este meio de pagamento. Além disso, acrescenta, os números traduzem a confiança do consumidor.

Pagamentos contactless crescem em ano de pandemia

E os números não podiam ser mais claros. De acordo com a REDUNIQ, em termos percentuais, a faturação Contactless no mês de junho cresceu 278% face ao mesmo período de 2019, o que representa um peso de 24% no total da faturação global dos negócios em contraponto aos 5% que se registavam em junho do ano passado. Este crescimento chega também ao valor médio que cada consumidor gastou em cada transação. Em fevereiro, este valor estava perto dos 15 euros e em junho ronda agora os 20 euros no que aparenta ser um comportamento que se democratizou após o período de confinamento.

Pagamentos contactless mais rápidos e higiénicos

Não foi, apenas, a alteração no valor máximo dos pagamentos por aproximação de um cartão Contactless de uma qualquer solução de TPA a concorrer para que estes números de verificassem. Elementos como o conselho das autoridades de saúde para que os consumidores privilegiassem este tipo de transações em detrimento do dinheiro físico e a alteração dos hábitos de consumo durante o confinamento ajudaram a cimentar o crescimento desta tecnologia de pagamentos em Portugal.

Mais rápida do que um pagamento por chip e pin ou dinheiro vivo, a transação com tecnologia contactless é também mais cómoda e eficiente, senão vejamos.

Depois do operador inserir o valor da compra no terminal e virá-lo para o cliente, este último apenas tem que aproximar o cartão contactless (normalmente, a menos de quatro centímetros de distância), smartphone ou wearables (pulseiras, relógios inteligentes, etc.) do terminal de pagamento (TPA) e concluir a transação. Este método é mais seguro para o negócio, que não toca no cartão do cliente, e para o cliente que não toca no terminal. Para além disso, ao realizar um pagamento com cartão, o consumidor consegue acompanhar mais fácil e comodamente os seus gastos diários através do homebanking ou apps de gestão financeira associados a esta tecnologia.

Por último, mas não menos importante, a segurança de que falava o administrador do BdP é assegurada pelos principais sistemas emissores de cartões a operarem em Portugal que disponibilizam cartões contactless construídos sob o standard europeu de segurança EMV que reduz a hipótese de fraude à insignificância o que leva, inexoravelmente, ao aumento da confiança dos consumidores nesta tecnologia.

Pagamentos contactless e as vantagens para os comerciantes

A responsabilidade pelos números históricos atingidos pelos pagamentos Contactless não são, contudo, obra apenas dos consumidores e das autoridades bancárias ou de saúde. Também os comerciantes e as marcas que trabalham soluções de pagamento sem contacto tiveram, e terão, um papel importante no crescimento e disseminação desta tecnologia.

Se para os primeiros, a adoção de terminais de pagamento Contactless tornou possível adequar o negócio às exigências e novos hábitos de consumo dos portugueses, marcas como a REDUNIQ deu aos comerciantes a possibilidade de disporem de um TPA Contactless de última geração que vem com a tecnologia contactless sendo esta a única empresa de aceitação de pagamentos em Portugal com a certificação PCI DSS (garante a confidencialidade e integridade dos dados), assegurando que todo o processo de pagamento é verdadeiramente seguro em todas as suas dimensões.

Preparados para aceitar cartões dos principais sistemas de pagamento internacionais, os TPA REDUNIQ permitem, ainda, ao agente económico, entre outras coisas, uma redução de custos com o manuseamento do dinheiro (processo de pagamento otimizado e contabilidade mais facilitada), transações médias mais elevadas e ainda lhe dão a garantia de que o pagamento se realmente se efetua.

Números e Banco de Portugal parecem estar de acordo, os pagamentos Contactless são seguros e a medida que aumentou o limite máximo das transações para os 50€ sem a necessidade de inserir o pin veio mesmo para ficar.

 

* conteúdo da exclusiva responsabilidade de Unik SEO

 

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Sabe os principais benefícios de escolher as calças multiusos ideais para o seu trabalho?

Quando se fala da importância do uso de equipamento de proteção individual, normalmente são mencionados os capacetes, as botas e o equipamento de proteção facial e só raras vezes faz menção à importância de utilização de calças de trabalho adequadas à função. Contudo, as calças de trabalho são peças indispensáveis à execução de determinadas tarefas …

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Quando se fala da importância do uso de equipamento de proteção individual, normalmente são mencionados os capacetes, as botas e o equipamento de proteção facial e só raras vezes faz menção à importância de utilização de calças de trabalho adequadas à função.

Contudo, as calças de trabalho são peças indispensáveis à execução de determinadas tarefas e não falamos apenas da sua função estética, mas também, e sobretudo, da sua parte funcional: proteger os profissionais e fornecer arrumação extra dos utensílios de trabalho.

Nesse sentido, escolher umas calças de trabalho que garantam segurança e conforto é fundamental para assegurar a produtividade dos profissionais. A roupa de trabalho é mais técnica do que a usada no dia-a-dia, mas existem vários estilos, tecidos e cores, de forma a dar resposta às várias necessidades e ao gosto de cada profissional.

Com tanta variedade, torna-se complicado escolher o que mais se adequa às suas necessidades enquanto profissional. Por esse motivo, criamos uma lista de dicas e orientações a ter em conta no momento de escolher as calças de trabalho mais indicadas para si.

Fatores a ter em conta na escolha das calças de trabalho

Cada setor de atividade requer funcionalidades distintas no que diz respeito ao equipamento de proteção individual, por isso há que ter em conta diversos fatores na escolha das calças de trabalho que mais se adequam a si.

Existem dois fatores de extrema importância que deverá ter sempre em conta no momento de decisão:

  • Conforto – A escolha do modelo mais adequado à sua atividade, assim como o tamanho indicado, irá permitir-lhe liberdade de movimentos durante as atividades laborais, garantindo o conforto e bem-estar.
  • Material – Deverá ter em conta o desgaste a que estarão sujeitas as calças de trabalho. Estas deverão ser duráveis e fornecer uma circulação de ar adequada. Em alguns casos também será vantajoso que o tecido seque rapidamente, mas veremos isso mais à frente.

As características essenciais para cada setor de atividade

Como foi dito anteriormente, podemos eleger vários tipos de calças de trabalho segundo as necessidades técnicas de cada profissão. Sendo assim, elaboramos uma

lista das principais funcionalidades e características que deverá ter em conta para cada setor de atividade:

Hotelaria e Restauração:
O tecido deverá ser leve e respirável, as calças deverão ser ajustáveis ao corpo e deverão transmitir o conceito do seu negócio, podendo optar por modelos mais casuais ou elegantes.

Manutenção e Indústria:

O elemento mais importante na escolha de umas calças para a indústria é a resistência, uma vez que nesta área normalmente o material sofre maior desgaste pelo que é muito importante desenvolver características que reforcem a sua durabilidade e resistência. Sendo assim, sugerimos umas calças com reforço no joelho. As calças de trabalho multibolsos também são uma escolha acertada uma vez que poderá armazenar ferramentas ou utensílios enquanto trabalha. Dependendo do tipo de trabalho que irá realizar, poderá também ter em conta as calças com refletores, permitem que se destaque no ambiente, garantindo a sua segurança.

Estética e Cabeleireiros:
Nesta área é recomendado uma calça de trabalho bastante transpirável, leve e de fácil manutenção no dia-a-dia. A melhor opção é uma calça de elástico na cintura, de forma que se ajuste e dê liberdade de movimento durante o trabalho.

Outros fatores a ter em conta

Em algumas áreas de negócio, como é o caso da restauração, a farda é um dos principais elementos de identidade do negócio pois ajuda o cliente a identificar sem dificuldade os colaboradores, ajuda o cliente a reconhecer o posicionamento e os valores da empresa, inspira confiança e pode até ajudar a contar histórias. Sendo assim, torna-se importante destacar que deverá optar por umas calças de trabalho que transmitam uma imagem coerente com a sua empresa e a restante farda de Trabalho.  Esta deverá ser uma peça integrante da mensagem que quer transmitir aos seus clientes. Uma calça mais formal é uma escolha mais comum quando olhamos para o setor da Hotelaria e Receção, transmitindo uma imagem mais profissional e limpa, enquanto uma calça mais informal é adequada para áreas que é necessário um maior movimento e mobilidade por parte de quem a usa.

Independentemente da sua escolha, saiba que pode consultar a DAUTI, referência nacional na produção de fardas e uniformes de qualidade, com foco na inovação.  Com mais de 20 anos no mercado, fornece produtos únicos e personalizados, que vão de encontro aos seus valores e imagem corporativa para que possa encontrar fardas que se adaptam às várias necessidades do seu negócio.

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a importância de mão-de-obra qualificada na construção civil

Qual a importância de mão-de-obra qualificada na construção civil?

Ninguém começa a construir uma casa pelo telhado, mas, por vezes, é o que parece que aconteceu. Infiltrações, caixilhos mal vedados, cofragens mal feitas e tantos outros erros de construção derivam, não raras vezes, da falta de especialização dos profissionais da construção civil em Portugal.

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Ninguém começa a construir uma casa pelo telhado, mas, por vezes, é o que parece que aconteceu. Infiltrações, caixilhos mal vedados, cofragens mal feitas e tantos outros erros de construção derivam, não raras vezes, da falta de especialização dos profissionais da construção civil em Portugal.

Tida como uma área onde a especialização sempre foi vista como uma mais-valia e não como uma necessidade de base, a construção civil no nosso país acaba por ser afetada por uma falta gritante de recursos humanos que desagua numa maior dificuldade na contratação de mão-de-obra qualificada e, consequentemente, num pior serviço ao cliente final.

Aliás, segundo Albano Ribeiro, presidente do Sindicato da Construção de Portugal, e citado no Jornal de Notícias, “…a falta de mão-de-obra qualificada na construção civil é já alarmante em Portugal. Fazendo notar que o setor necessita urgentemente de 80 mil profissionais de construção civil “para ontem”, este dirigente explica que, “se todas as obras que estão previstas, como o metro do Porto, os hospitais, o aeroporto do Montijo, arrancassem imediatamente, não existiriam trabalhadores suficientes para responder à exigência.”

Uma das empresas que está a tentar contrariar esta situação, especialista em recursos humanos da construção civil é a Teampower™, que proporciona às construtoras um serviço integrado de cedência de colaboradores experientes, dedicados e conhecedores. Permite ao construtor focalizar-se nas questões diretamente relacionadas com a obra ou projeto que têm em mãos e com o desempenho da sua empresa, oferece aos construtores todas as condições necessárias para que apenas se preocupem exclusivamente com o bom cumprimento do trabalho a executar.

Sabendo de antemão das dificuldades que é a gestão de mão-de-obra na construção civil, a Teampower™, chama a si todas as responsabilidades que de outra forma caberiam à empresa ou ao trabalhador individualmente assumindo todo o encargo pela gestão inerente a cada trabalhador em particular, como sejam o próprio processo de recrutamento e seleção, os exames médicos, a elaboração dos contratos de trabalho, a inscrição na segurança social, o processamento e pagamento dos salários, a contratação dos seguros de acidentes de trabalho, a formação profissional, ou o fornecimento de equipamentos de proteção, bem como as questões de logística inerentes à própria deslocalização, como o transporte ou o alojamento, nos casos em que tal é necessário.

Deste modo, a Teampower™ ajuda as empresas a não precisarem de colocar anúncios com “precisa-se serventes para construção civil” nos vidros dos cafés ou nos sites de procura de emprego, já que todos os profissionais enviados às construtoras possuem uma experiência mínima na função que se propõe desempenhar, e que varia de acordo com o nível de complexidade da função e do grau profissional anunciado.

Depois de termos aflorado o tema nos primeiros parágrafos deste artigo, a pergunta impõe: porque é tão importante a angariação de mão-de-obra qualificada na construção civil? A resposta segue dentro de momentos.

Qual a importância da mão-de-obra qualificada na construção civil?

A falta de uma equipa de trabalho competente e especializada tem um impacto direto no andamento diário da obra. Seja por pequenos acidentes ou descuidos catastróficos que afetem a solidez ou estrutura da obra em questão, a falta de qualificação profissional pode trazer prejuízos muito maiores do que o valor que uma construtora investiria em mão-de-obra especializada.

Alguns estudos do mercado da construção brasileiro indicam que uma empresa de construção pode economizar cerca de 30% ao investir em bons profissionais, isto porque um trabalhador qualificado e experiente sabe exatamente quanto e que material utilizar em cada situação, evitando desperdício de argamassa, cimento, tijolo, areia etc.

Outro dos problemas decorrentes da falta de mão-de-obra qualificada na construção civil são, como referimos no primeiro parágrafo do artigo, as falhas na execução. Um trabalho mal executado não vai apenas acarretar o refazer daquilo que não foi bem feito atrasando a obra, como vai exigir um gasto suplementar de material, com todos os custos que isso trará para a empresa e, em alguns casos, para o cliente final.

Para além disto, os resultados negativos a longo prazo podem ser imensuráveis, acarretando prejuízos e riscos inimagináveis para a empresa e para a vida das pessoas. Desabamentos de obras, parte elétrica exposta ou mal feita, insatisfação do cliente e demissão do trabalhador desqualificado são alguns exemplos de problemas que podem surgir para uma empresa que não investe em mão-de-obra qualificada.

Nesta bola de neve gerada, as consequências não se ficam por aqui. Existem os custos relacionados com a imagem da empresa e ainda potenciais gastos com indeminizações.

Assim, ao entregar a obra a profissionais competentes, como aqueles que a Teampower™ disponibiliza, as empresas de construção civil estarão a evitar dores de cabeça presentes e futuras garantindo, de permeio, que o seu nome continuará a figurar entre as melhores do ramo.

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Disponível sem revestimento, ou com barreira para vapor em Papel Kraft ou Alumínio Kraft, a gama EASY é ideal para o isolamento de sótãos, zona responsável por uma grande percentagem de perda de energia.

Por exemplo, em coberturas com desvão não utilizável, a aplicação é muito simples, bastando desenrolar a lã mineral, com a barreira vapor virada para baixo, tendo o cuidado de preencher todos os espaços.

Volcalis EASY foi recentemente reconhecida com a certificação francesa ACERMI e está disponível em espessuras até 280 milímetros.

A lã mineral Volcalis, fabricada em Portugal, é um produto 100% reciclável e ecológico, à base de areia e ligante de origem biológica. Excelente isolamento térmico, contribui para a redução do consumo de energia nos edifícios e, por ser altamente compressível, diminui em cerca de 10 vezes o número de transportes necessários e as emissões de CO2 associadas.

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www.volcalis.pt

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