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Casais inicia construção do B&B Hotel Lisbon Hotel

Obra tem um investimento global de 7 milhões de euros e a sua conclusão está prevista para o Verão de 2021

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Obra tem um investimento global de 7 milhões de euros e a sua conclusão está prevista para o Verão de 2021

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O Grupo Casais lançou esta quarta-feira, dia 16 de Setembro, a primeira pedra do B&B  Hotel Lisbon Oeiras. Com um investimento global de 7 milhões de euros, a conclusão do hotel  está prevista para o Verão de 2021.

Esta unidade hoteleira, será implementada entre a Rua José Malhoa e a Alameda Bonifácio Lázaro Lozano, localizada na União das Freguesias de Oeiras e São Julião da Barra, Paço de Arcos e Caxias. O Hotel de 3 estrelas, conta com 4 pisos, com 93 quartos, capacidade para 189 camas e 19 espaços interiores de estacionamento.

Este projecto resulta de uma parceria que nasceu em 2018 e que se traduz num conjunto de soluções construtivas que foram estudadas em conjunto com o grupo B&B Hotels, tendo-se alcançado com o trabalho colaborativo um alto padrão de qualidade a custo muito competitivo, elevando ao mesmo tempo o padrão de desempenho acústico e conforto.

O Grupo Casais é responsável pela construção de seis unidades hoteleiras do Grupo B&B Hotels, sendo que assume ainda a promoção de cinco destes hotéis – Montijo, Oeiras, Vila Nova de Gaia, Olhão e Guimarães. Até ao momento, a B&B Hotels soma quatro unidades em Portugal,  alcançando os 484 quartos e 12 apartamentos. Os quatro B&B Hotels já em funcionamento, são o B&B Hotel e Apartamentos Felgueiras, o B&B Hotel Cantanhede Coimbra, o B&B Hotel Braga Lamaçães e mais recentemente o B&B Hotel Lisboa Aeroporto, inaugurado em julho. Ainda este ano, a B&B Hotels pretende inaugurar a unidade do Montijo.

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Consórcio liderado pela Mota-Engil deve assinar em breve o contrato de concessão para o corredor ferroviário de Lobito

A construtora prevê-se que o Corredor de Lobito possa tornar-se o terceiro corredor mais importante na SADC até 2050

A escolha do consórcio da Mota-Engil já tinha sido noticiada por alguns jornais em Portugal mas só esta semana a empresa confirmou às redacções. Na nota enviada a construtora confirma adjudicação da concessão de serviços ferroviários e apoio logístico para o corredor de Lobito, uma rota fundamental para a ligação das minas na República Democrática do Congo (RDC) ao porto de Lobito em Angola e aos mercados internacionais. A concessão de 30 anos, com a possibilidade de uma extensão de 20 anos, foi adjudicada ao consórcio que inclui, para além da Mota-Engil Engenharia e Construção África, a Trafigura, “uma líder mundial na indústria global de commodities”, e a Vecturis, “uma operadora ferroviária independente”.

Com a dinâmica crescente no transporte de minerais e outros materiais nos próximos anos e a maior competitividade do sistema ferroviário, prevê-se que o Corredor de Lobito possa tornar-se o 3.º corredor mais importante na SADC até 2050.

O consórcio será responsável pela exploração, gestão e manutenção da infraestrutura rodoviária para transporte de mercadorias, minerais, líquidos e gases para o corredor que liga o porto de Lobito a Luau, no leste de Angola, próximo da fronteira com a RDC. Como parte do contrato de concessão, o consórcio comprometeu-se a investir um capital considerável na melhoria da infraestrutura ferroviária para melhorar a capacidade e segurança do corredor, bem como investir significativamente em material circulante para operações de transporte de mercadorias.

O cobre, cobalto e outros materiais são actualmente exportados da RDC pelo leste, via Dar es Salaam na Tanzânia, via Beira em Moçambique, ou pelo Sul, via Durban na África do Sul, uma viagem que demora várias semanas ou mais. Uma vez que os volumes de exportação da RDC aumentaram devido à procura dos minerais necessários para a transição energética, as estradas tornaram-se mais congestionadas e os atrasos na fronteira tornaram-se mais prolongados. Este novo corredor de exportação utiliza infraestruturas ferroviárias nacionais existentes, retira camiões das estradas e oferece redução de custos e tempo consideráveis para as empresas mineiras da fileira do Cobre exportarem para os mercados internacionais.

A Trafigura e a Mota-Engil detêm, cada uma, 49,5% do consórcio, sendo os restantes 1% detidos pela Vecturis. O contrato de concessão deverá ser assinado nas próximas semanas.

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Município da Marinha Grande vai investir 1,5M€ na construção do Troço Interface

A Câmara Municipal da Marinha Grande vai executar a construção do Troço Interface, o que vai implicar um investimento superior a 1,5 milhões de euros. O projeto respeita a uma necessidade há muito sentida. O Troço Interface – Marinha Grande”, localiza-se no Largo 26 de Março de 1917 (conhecido por “Parque da Mobil”) e no… Continue reading Município da Marinha Grande vai investir 1,5M€ na construção do Troço Interface

Ricardo Batista

A Câmara Municipal da Marinha Grande vai executar a construção do Troço Interface, o que vai implicar um investimento superior a 1,5 milhões de euros.

O projeto respeita a uma necessidade há muito sentida. O Troço Interface – Marinha Grande”, localiza-se no Largo 26 de Março de 1917 (conhecido por “Parque da Mobil”) e no estacionamento público junto aos Serviços de Finanças.

Pretende-se com a requalificação deste parque, a criação de um espaço que promova a mobilidade urbana multimodal, compatibilizando diferentes modos de transporte sustentáveis e assegurando adequadas condições de segurança viária, ciclável e pedonal e de acessibilidade a todo o tipo de utilizadores, através do desenho de um espaço ordenado e hierarquizado, que valorize a inserção paisagística no contexto urbano, criando uma harmonia entre o espaço urbano e o espaço natural.

A criação do troço de ciclovia permitirá a consolidação da rede desde a zona industrial da Marinha Grande ao centro da cidade. Este troço específico assegurará a ligação da ciclovia a construir na Rua Prof. Alberto Nery Capucho e o corredor já existente no Parque da Cerca, permitindo assim consolidar, em espaço urbano, a adoção de modos suaves de transporte, de forma segura e dedicada.

Pretende-se ainda que sejam instalados neste espaço equipamentos de carregamento de veículos e bicicletas elétricas, através da adoção de soluções convencionais e outras, nomeadamente instalação de painéis fotovoltaicos.

A vertente de Interface está evidenciada neste espaço através da existência de diferentes tipos de transporte, observando o fomento da adoção de modos suaves. Os trabalhos vão implicar criação de percursos pedonais e cicláveis acessíveis a qualquer tipo de utilizador e que garantam o conforto e segurança necessários à sua circulação; criação de lugares de estacionamento, com recurso à utilização de pavimento permeável, que permitirá a drenagem superficial e infiltração das águas pluviais, de forma a evitar situações de alagamento e empoçamento; instalação de mobiliário urbano de apoio no espaço sujeito à intervenção, tornando-o mais aprazível e confortável aos potenciais utilizadores; instalação de equipamentos para carregamento de bicicletas elétricas e automóveis elétricos, através de soluções a energia renováveis; instalação de contentores enterrados para resíduos seletivos e indiferenciados, promovendo a separação dos resíduos domésticos, a reciclagem e a limpeza do espaço.

O investimento será comparticipado em 85%, no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU).

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Construção do novo Hospital Oriental de Lisboa adjudicada a consórcio da Mota-Engil

O HLO vai assegurar “a maior parte da atividade” do CHULC, que é constituído por seis unidades hospitalares dispersas pelo centro da cidade de Lisboa

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O Governo entregou ao Agrupamento Hygeia a execução dos trabalhos de construção e manutenção do futuro Hospital de Lisboa Oriental (HLO), segundo revela o despacho conjunto, assinado entre o Ministério da Saúde e a secretaria de Estado do Tesouro, que adianta ainda que a obra será executado em regime público-privado.

O despacho determina a “adjudicação da proposta apresentada pelo Agrupamento de Concorrente constituído pelas empresas Hygeia – Edifícios Hospitalares, SGPS, S.A.; InfraRed Infrastructure V Investments Limited; Mota-Engil, Engenharia e Construção, S.A.; Mota-Engil Europa, S.A; e Manvia– Manutenção e Exploração de Instalações de Construção, S.A..”, lê-se no comunicado do Ministério de Saúde.

Sem referir os valores da concessão, a nota informa ainda que o novo hospital será construído em Marvila, numa área total de 180 mil m2, terá 875 camas e vai incluir todas as especialidades que hoje existem no actual Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central (CHULC), “a que acrescem as especialidades de Reumatologia, Medicina Nuclear e de Radioncologia, estando prevista uma ligação reforçada à Faculdade com forte componente de ensino e investigação”.

Para o Governo, a reorganização da oferta hospitalar na região de Lisboa e Vale do Tejo vai promover “um melhor acesso de cuidados de saúde de qualidade a uma parte significativa da população da cidade de Lisboa, em primeira linha, da Região de Lisboa e Vale do Tejo em segunda linha”. No entanto, também irá contribuir para a “diminuição das desigualdades no acesso a cuidados de saúde diferenciados e de qualidade” para as populações do Alentejo e Algarve.

O HLO vai assegurar “a maior parte da actividade” do CHULC, que é constituído por seis unidades hospitalares dispersas pelo centro da cidade de Lisboa: Hospital S. José, Hospital de Sta. Marta, Hospital de Sto. António dos Capuchos, Hospital D. Estefânia, Maternidade Dr. Alfredo da Costa e Hospital Curry Cabral.

Recorde-se que este concurso para o HLO arrancou em 2017 com o preço base da obra de 334,5 milhões de euros. As primeiras propostas – oito no total – foram entregues em Janeiro de 2019. Mais tarde, em 2021, foram seleccionadas as duas propostas com melhor classificação para a fase de negociação. E só em Setembro de 2021, os consócios escolhidos entregaram as propostas finais para a avaliação.

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Bysteelfs participa na modernização de um quarteirão no Mónaco

A bysteelfs, do dstgroup, ganhou uma obra no valor de 5,5 milhões de euros para a construção do quarteirão Grand IDA, inserido no plano nacional de habitação do Mónaco. Este quarteirão vai criar mais de 200 apartamentos

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Promovido pelo principado do Mónaco e pela construtora local J.B. Pastor et fils, o valor do empreendimento habitacional ascende aos 220 milhões de euros. O projecto consiste em três torres com 16, 12 e 13 andares, respectivamente, contendo 218 apartamentos, 400 lugares de estacionamento, uma creche com 35 berços e espaços para negócios e serviços. Do total de mais de 11 mil metros quadrados do empreendimento, destacam-se ainda 4.700 metros quadrados de áreas verdes, 2 mil dos quais localizados ao nível da superfície para uso público.

No capítulo da sustentabilidade, o Grand IDA vai ser certificado pelo recém-criado programa Mediterranean Sustainable Building of Monaco, que procura reduzir o impacto ambiental da construção no principado. O objectivo é o de que o sector da construção, responsável pela emissão de 30% dos gases com efeito de estufa, reduza a sua emissão em metade até 2030 e seja neutro em carbono até 2050.

O contrato realizado entre a bysteelfs e a Richelmi, empresa a quem foi adjudicada a obra geral, contempla o design e a execução de cerca 5.500 metros quadrados de sistemas de fachada prescritos pelo gabinete de arquitectura local ArchGenin. Os trabalhos da bysteelfs vão ter a duração de 12 meses e a obra deverá estar pronta ao longo de 2023.

“É nos mercados mais rigorosos que nos sentimos mais à vontade”
Depois de em 2018 ter participado na construção do exclusivo hotel The Maybourne Riviera, edificado sobre um imponente maciço rochoso na encosta francesa sobre o Mónaco, a bysteelfs assinou já três contratos no principado.
No corrente ano, a carteira de negócios nesta geografia ascende a mais de 10 milhões de euros. Destacam-se, além do Grand Ida, os projectos Villa Menesini e Mareterra, um ambicioso projecto que está a ser construído numa plataforma sobre o mar Mediterrâneo e que vai aumentar a área do principado de 1,97 para 2,24 quilómetros quadrados.

“A consolidação da presença da bysteel no Mónaco vem confirmar a pertinência da aposta que fizemos em percorrer o caminho do rigor e da excelência. De facto, é nestes mercados onde os requisitos ambientais, de design, de segurança e de planeamento são mais pormenorizados e rigorosos que a nossa capacidade técnica mais se evidencia” afirma Jorge Carneiro, director comercial das marcas bysteel e bysteelfs.

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Socicorreia investe 6,2M€ em complexo habitacional na Madeira

A empreitada, que se insere num projecto que vai abranger todos os concelhos da Madeira, num esforço global de €128,4M e com o contributo do PRR, vai para o terreno ainda este Verão e deverá ficar concluída em 2024

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A Socicorreia apresentou, esta segunda-feira, em Câmara de Lobos, um complexo de habitação a custos controlados, composto por 4 edifícios, num total de 34 fogos, no sítio da Torre, orçado em €6,2M.

No conjunto dos quatro edifícios, os 34 fogos serão distribuídos por 12 T1, 14 T2 e 8 T3, contando também com espaços verdes e outros equipamentos de utilização colectiva. No total, o empreendimento terá uma área bruta de construção de 3.033,80m2 destinada exclusivamente ao uso habitacional.

A empreitada, que se insere num projecto que vai abranger todos os concelhos da Madeira, num esforço global de €128,4M e com o contributo do PRR, vai para o terreno ainda este Verão e deverá ficar concluída em 2024.

De recordar que o PRR reserva €136M para o reforço da oferta de habitação apoiada na Região Autónoma da Madeira.

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Construção e habitação com “crescimento significativo”

De acordo com o INE, em 2021 foram licenciados 25 409 edifícios em Portugal, o que representa um crescimento de 8,2% face a 2020. Já o volume de transacções verificado o ano passado estabeleceu um novo recorde

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Em 2021, foram licenciados 25 409 edifícios em Portugal, o que representa um crescimento de 8,2% face a 2020. Comparando com o ano de 2019 (período pré-pandemia), os edifícios licenciados cresceram 4,3%. No mesmo ano foram licenciados 36 731 fogos no país, correspondendo a um acréscimo de 8,7% em relação ao ano anterior (33 806 fogos em 2020, -3,9%).
Segundo o INE, os edifícios licenciados para construção nova foram de novo predominantes em 2021, representando 74,6% do total de edifícios licenciados (72,7% em 2020). Por sua vez, as obras de demolição corresponderam a 6,1% das obras licenciadas em 2021 (6,7% em 2020).
No total dos edifícios licenciados, 59,3% corresponderam a edifícios em construções novas para habitação familiar, +2,3 p.p. face à proporção verificada no ano anterior (57,0%). Os edifícios licenciados em construções novas para habitação familiar totalizaram assim 15 065, observando-se crescimentos de 12,6% face a 2020 e 14,1% comparando com 2019.
Em 2021, estima-se que tenham sido concluídos 15 262 edifícios, correspondendo a um acréscimo de 3,6% face ao ano anterior (+7,8% em 2020; 14 732 edifícios) e 22 384 fogos, representando um acréscimo de 10,2% (+27,6% em 2020, correspondendo a 20 320 fogos).
Compra e venda de habitações batem recordes
Foram transaccionadas 165 682 habitações, o que constitui um novo máximo da série disponível e um crescimento de 20,5% relativamente a 2020. O valor das habitações transaccionadas em 2021 ascendeu a 28,1 mil milhões de euros, mais 31,1% que em 2020. O preço mediano de alojamentos familiares transaccionados em Portugal foi 1 297 €/ m2, tendo aumentado 9,0% relativamente ao ano anterior. O preço mediano da habitação manteve-se acima do valor nacional nas sub-regiões do Algarve (2 000 €/m2), Área Metropolitana de Lisboa (1 813 €/ m2), Região Autónoma da Madeira (1 436 €/ m2) e Área Metropolitana do Porto (1 370 €/ m2).
A renda mediana dos novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares em Portugal atingiu 6,04 €/ m2, aumentando 7,7% face a 2020 (+5,5% no ano anterior). Também se verificou um aumento de 9,4% no número de novos contratos celebrados.

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Governo lança concurso para a construção de 58 novas unidades de saúde

Avaliado em 70M€ este é um dos quatro concursos já lançados e que foram apresentados durante a sessão de “Divulgação de Projectos de Requalificação e Alargamento da Rede de Equipamentos e Respostas Sociais”

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A saúde é uma das áreas de intervenção do PRR. São 1.240 milhões de euros que servirão para concretizar projectos relevantes na área da saúde como a criação de 58 novos centros de saúde, a reabilitação de outros 193, a aquisição de 700 viaturas para assistência domiciliária ou a criação de 34 unidades móveis para assegurar a assistência de proximidade nos territórios de baixa densidade.

Estes investimentos foram apresentados pelo presidente da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), Victor Herdeiro, na sessão de apresentação do novo Estatuto do SNS e dos investimentos previstos no PPR para a saúde.
Durante a sessão foi anunciado o lançamento de quatro concursos. Um para a construção de 58 das novas 100 unidades de saúde, no valor de 70 milhões euros, outro para a requalificação ou adaptação de 193 instalações nos cuidados primários, para “aumentar a acessibilidade, a segurança e o conforto dos utentes e profissionais, respeitando ao mesmo tempo exigentes critérios de eficiência energética”. Foi ainda lançado o concurso para a aquisição de 34 novas unidades móveis para melhorar a cobertura nas regiões do interior e de baixa densidade e outro, com uma dotação de aproximadamente 23 milhões de euros, para a aquisição de mais de 770 viaturas eléctricas, “amigas do ambiente”, para prestação de cuidados ao domicílio.

“Temos também a modernização de equipamentos no montante de 103 milhões de euros, cujos procedimentos de aquisição já decorrem neste momento”, avançou Victor Herdeiro, sublinhando que “a concretização em tempo útil de todos estes investimentos e reformas vai permitir seguramente deixar às novas gerações um SNS mais capaz, mais robusto e mais acessível a todos os cidadãos”.

A Administração Central do Sistema de Saúde é o beneficiário intermediário destas reformas e investimentos. “Cabe-nos a nós, portanto, a responsabilidade pela coordenação e execução de PRR no Ministério da Saúde, mas a sua implementação depende, naturalmente, de todos e todos estamos convocados para a concretizar”, sublinhou.
O presidente da ACSS assume que o PRR irá permitir até 2026 modernizar o SNS e garantir uma melhor prestação de cuidados de saúde. Adiantou ainda que esta é “uma oportunidade única para robustecer o Serviço Nacional de Saúde”.

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Casais, Mota-Engil e Teixeira Duarte unem-se ao CICCOPN para apoiar formação na Construção

O acordo facilita a disponibilização de alojamento destinado a jovens provenientes dos PALOP, num momento em que o sector precisa de 80 mil trabalhadores

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O protocolo assinado entre o CICCOPN e as empresas Casais, Mota-Engil e Teixeira Duarte, visa a instalação, em comodato gratuito, de contentores dormitórios nas instalações do Centro, destinados a alojar formandos provenientes dos PALOP.

A cerimónia oficial decorreu nas instalações do CICCOPN, na Maia, tendo contado com a presença de António Carlos Rodrigues, CEO da Casais, Manuel Teixeira Duarte, presidente da Teixeira Duarte, Miguel Boavida, administrador da Mota-Engil, Manuel Reis Campos presidente da AICCOPN, Rui Valente, director do CICCOPN, Carla Alexandra Vale, delegada Regional do Norte do IEFP, e Paulo Ramalho, vereador da Câmara Municipal da Maia e deputado da Assembleia da República.

Num momento em que o sector carece de aproximadamente 80 mil trabalhadores qualificados, três das maiores empresas nacionais, todas elas presentes no continente africano, unem esforços, pela primeira vez, para captar mais jovens para a área da Construção. O compromisso agora firmado prevê o fornecimento de contentores dormitórios, para incrementar a capacidade de alojamento do Centro, assim como o acolhimento dos formandos nas empresas para a formação prática em contexto de trabalho.

Desde 2021, o CICCOPN já recebeu cerca de 120 jovens dos PALOP, na sua maioria vindos de São Tomé e Príncipe. A partir de Setembro de 2022, são esperados jovens oriundos de Moçambique, para os quais a instalação destes dormitórios será também muito importante. As formações frequentadas pelos jovens têm a duração de dois anos e meio e, no final, conferem a equivalência ao 12.º ano português e uma qualificação profissional nas respectivas áreas de formação (electricidade, técnico/a de laboratório, informática, entre outros).

Rui Valente, director do CICCOPN, sublinhou que “é expectável que cheguem mais jovens ao longo dos meses. Prevemos, entre Setembro e Outubro, iniciar mais acções de formação com mais jovens, quer de São Tomé, quer de Moçambique. Há uma intenção de promover a qualificação profissional para o sector da Construção Civil através destes jovens, que vêm para Portugal e que podem ficar no mercado de trabalho português”.

Por seu lado, Manuel Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), recordou que o sector da Construção Civil necessita de 80 mil trabalhadores, lamentando que estejam cerca de 26 mil desempregados deste segmento com registo nos centros de emprego “e que não estão a ingressar na actividade”.

“Quando se fala nos quase 200.000 formandos que já passaram pelo CICCOPN, é necessário multiplicar o número ‘por dez’ porque, na verdade, todos os trabalhadores que saíram desta escola foram para o contexto de trabalho e formaram outros tantos trabalhadores”, recordou António Carlos Rodrigues, CEO da Casais.
Manuel Teixeira Duarte, presidente da Teixeira Duarte, acrescentou que “o protocolo é muito relevante porque acreditamos que o futuro passa pela melhoria das condições dos trabalhadores do sector da Construção Civil”. “Se queremos aumentar o rendimento, temos de aumentar as qualificações e as competências”, afirmou.

Já Miguel Boavida, administrador da Mota-Engil, chamou a atenção para “a importância podermos elaborar um número infindável de créditos reconhecidos na formação de jovens dos PALOP, mas que são formados em Portugal, para trabalhar em Portugal”.

Em 2021, quando o CICCOPN completou 40 anos de existência, foram ministradas acções de formação a cerca de 11 mil pessoas, entre cursos com equivalência ao 12.º ano, de reconversão e de actualização de conhecimentos.

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TUU realiza academia com foco no “Futuro da Construção”

Entre 18 e 22 de Julho terá lugar a segunda Edição Academia TUU – Summer Edition dedicada ao “O Futuro da Construção”. Um tema que será o foco de uma semana pensada para proporcionar aos jovens um primeiro contacto com o mercado de trabalho

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Temas como Construção 4.0, Sustentabilidade, Digitalização, Eficiência Energética dos Edifícios, Domótica, Metaverso, entre outros, vão dominar uma semana com momentos de aprendizagens enriquecedoras nas mais diversas áreas de actuação da TUU. “Acredito que a partilha de conhecimentos dos melhores nestas áreas é uma mais-valia à formação dos mais novos, proporcionando-lhes um primeiro contacto com o mercado de trabalho de uma forma dinâmica, informativa e motivadora. O futuro da construção está nesta geração futura!”, sublinha Hélder Loio, CEO e fundador da TUU.

A sessão do dia 19 será aberta à comunidade e contará com a presença de António Meireles, fundador da ndBIM Virtual Building, João Marcelino, membro fundador e Presidente da Associação Passivhaus Portugal, Jorge Brito, Secretário Executivo Intermunicipal da CIM Região de Coimbra e Maria João Feio, Investigadora da Universidade de Coimbra, Departamento de Ciências da Vida, FCTUC, e do MARE-Marine and Environmental Sciences Centre & Laboratório Associado ARNET.

A Academia TUU – Summer Edition é organizada pela da TUU, empresa de Building Design Management e conta com o apoio institucional da Ordem dos Engenheiros – Região Centro, UC Business, CIM – Região de Coimbra, Metro Mondego, Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, Fundação da Juventude e AICCOPN.

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Teixeira, Pinto & Soares quer chegar aos 100 M€ em três anos

A empresa de engenharia e construção pretende reforçar a sua presença no Porto, Lisboa e Alentejo e “construir alicerces no Algarve” e atingir um volume de negócios anual de 100 milhões de euros até 2025

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A Teixeira, Pinto & Soares quer alcançar até 2025 um volume de negócios anual de 100 milhões de euros, através do reforço da actividade no Grande Porto e na Grande Lisboa, Alentejo e Algarve.

Desde 2017, a TPS integra a esfera da Latitude Capital SGPS, SA, constituída para agregar um portfólio de empresas no domínio da engenharia e da construção civil ou em áreas confinantes. Para além da TPS, esta holding gere diversas participações sociais em várias empresas a Década, fundada em 2015, a Debates Cruzados, constituída em 2017, a Terraço Sazonal, criada em 2018, na promoção imobiliária, e a Globaltérmica – Instalações Mecânicas, uma empresa de instalações técnicas especiais, tais como sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado (AVAC), sistemas de desenfumagem, sistemas solares térmicos e fotovoltaicos, instalações hidráulicas e sistemas de gestão técnica centralizada (GTC).

Da carteira de obras em curso fazem parte a construção do Azul Boutique Hotel, um Hotel de 4 estrelas, com 6 pisos, 64 quartos e restaurante, a Willa City, uma unidade de “co-living” de luxo, com espaços partilhados para combater a solidão da geração sénior, ambos os projectos no Porto, a construção do MIA-Portugal, em Coimbra, o primeiro centro de referência no sul da Europa focado no estudo dos processos biológicos do envelhecimento e, em Armamar, o Hotel and Winery na Quinta de Santo António.


(administração TPS)

Nos últimos cinco anos, a empresa de engenharia e construção conquistou projectos de grande visibilidade nacional, na área da reabilitação e adaptação de edifícios. São exemplo disso a remodelação da ala nascente do Convento do Desagravo, a reabilitação do Teatro Luís de Camões, a reabilitação das Escolas Artísticas do Conservatório Nacional de Música e Dança, ou a reconversão da Gare do Arco do Cego, todas elas em Lisboa. A reabilitação do Teatro Garcia de Resendee do Palácio D. Manuel, ambos em Évora, e a reabilitação da Sé Catedral, em Portalegre são algumas das obras realizadas no Alentejo. Já no Porto, a remodelação do Cinema Batalha e o projecto de valorização e reabilitação das Termas Romanas de São Pedro do Sul, integram o portfólio mais a norte.

25 anos em Livro
Para celebrar os 25 anos de actividade a empresa realizou um evento comemorativo onde apresentou um livro histórico a clientes e parceiros, “25 anos TPS – a arte de (re)construir a memória”, editado pela By the Book, e da autoria de Nelson Soares.

“Este livro conta a história de uma empresa de espírito familiar, mas cujo capital humano, organizacional e financeiro transbordam essa esfera, colocando-a no centro das sinergias de um grupo empresarial. É um relato com pormenores que procuram pôr em equação as forças que, desde 1997, concorrem, quer para a formação da identidade da TPS quer para o desenvolvimento da sua actividade”, referiu Bruno Soares, presidente do conselho de administração da TPS (na imagem).

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