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Schneider Electric nomeia nova directora de IT Ibérica

Laura Sancho assumirá a direcção de IT da zona Ibérica. A executiva traz, para o seu novo cargo, 17 anos de experiência em projectos internacionais de TI.

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Laura Sancho vai assumir a direcção de IT para Portugal e Espanha da Schneider Electric. A executiva traz, para o seu novo cargo, 17 anos de experiência em projectos internacionais de TI e uma ampla experiência na liderança de diversas equipas, com dependência hierárquica e funcional.

Laura Sancho assume o cargo após sete meses como Europe Project Management Officer, função na qual liderou o Change Advisory Board para a Europa, entre outras iniciativas, e que conciliará agora com as suas novas responsabilidades. A sua vasta experiência internacional à frente de vários projectos de digitalização e eficiência contribuirá para continuar a promover a transformação digital da área de TI.

Licenciada em Engenharia Informática pela Universidad de Zaragoza, assim como em Ciências Empresariais pela UNED, Laura Sancho começou a sua carreira profissional na Accenture como SAP Business Consultant, tendo-se incorporado na Schneider Electric em 2007, como SCM & Commercial Business Consultant. Após mais de quatro anos nesse cargo, assumiu também funções de ISMA Business Relationship Manager, Supply Chain Back Office Manager e Regional Delivery Manager (MEAS, EMEA). Desde 2018, Laura tem ocupado diversas posições a nível internacional, liderando projetos e equipas multidisciplinares.

“Assumo esta nova etapa com grande entusiasmo e com um grande desafio pela frente: liderar as iniciativas de transformação digital para os nossos clientes e para o nosso negócio, implementando soluções digitais que impulsionem a eficiência operativa em todos os nossos processos e ofereçam a melhor experiência digital às pessoas da Schneider Electric e aos nossos clientes”, comenta Laura Sancho.

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Aeroporto: o que diz o Despacho da polémica

O Despacho que o Primeiro-Ministro anulou apresenta uma solução de curto e longo prazo para o aumento da capacidade aeroportuária de Lisboa. Polémicas à parte, com esta solução o primeiro aeroporto seria inaugurado já daqui a quatro anos

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O Despacho nº7980-C/2022 define os “procedimentos relativos ao desenvolvimento da avaliação ambiental estratégica do Plano de Ampliação da Capacidade Aeroportuária da Região de Lisboa”. Assinado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, o documento publicado a 29 de Junho e revogado um dia depois, apresenta Montijo como “complementar” numa “solução de curto prazo” para dar resposta ao crescente volume de passageiros que actualmente procura o território nacional. E, simultaneamente, avança com a construção de um novo aeroporto em Alcochete, com capacidade de desenvolvimento e crescimento futuro. Nesta solução o actual Aeroporto Humberto Delgado seria encerrado.

“Ao longo dos últimos anos, a resposta de curto prazo e a resposta de longo prazo foram vistas como mutuamente exclusivas: a escolha de uma implicaria necessariamente o abandono da alternativa. No entanto, esta não é a forma mais adequada de perspectivar a solução para este problema. Por esse motivo, o Governo optou por uma decisão que compatibiliza os dois horizontes, resolvendo o problema de curto prazo — com uma solução limitada na sua capacidade de expan- são futura, mas de mais rápida concretização —, sem impedir o desenvolvimento futuro de uma solução de cariz mais estrutural, que, embora mais demorada na sua concretização, seja capaz de servir o País no longo prazo”, pode ler-se no despacho.

A solução defendida no Despacho tem como base o projecto relativo à base aérea do Montijo, no seguimento da declaração de impacte ambiental obtida em Janeiro de 2020. No entanto, em relação à solução dual original, é abandonado o objectivo inicial de aumentar a capacidade do Aeroporto Humberto Delgado — pela dificuldade que se estima em poder obter uma declaração de impacte ambiental que a viabilizasse e pelo ambiente social de rejeição cada vez mais generalizada de um possível aumento do número de movimentos por hora no Aeroporto Humberto Delgado —, pelo que as obras que nele terão lugar, nesta nova solução dual, terão como único objectivo a melhoria da operacionalidade da infraestrutura, de modo a aumentar a qualidade da experiência dos passageiros, a redução dos atrasos na operação e o incremento do desempenho ambiental do aeroporto.

“Ao mesmo tempo, e em paralelo ao desenvolvimento da solução dual que mais rapidamente aumente a capacidade aeroportuária do País e da região de Lisboa, o Governo considera ser necessária uma solução estrutural, de longo prazo, e com capacidade de expansão numa mesma infraestrutura — uma solução que implica a construção de um moderno aeroporto de raiz que per- mita, no futuro, o encerramento do Aeroporto Humberto Delgado, libertando a cidade dos impactes associados a uma infraestrutura aeroportuária tão perto do centro urbano”.

Desde os anos 60 do século passado que se discutem variadas localizações possíveis, a norte e a sul do Tejo, para o desenvolvimento e construção de uma nova infraestrutura aeroportuária na região de Lisboa, equacionando-se diferentes soluções para os problemas que resultam dos constrangimentos operacionais, ambientais e socioeconómicos implicados na construção de uma infraestrutura desta dimensão e impacte.

“Das opções que o Governo decidiu colocar em estudo na avaliação ambiental estratégica lançada pelo IMT em 2021, duas forneciam uma solução de longo prazo numa só infraestrutura aeroportuária: o alargamento do aeroporto complementar do Montijo para um aeroporto stand alone, com duas pistas (a opção 2); e a construção de um novo aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete (opção 3)”, refere o documento.

Para o Ministério “os riscos de uma infraestrutura aeroportuária com duas pistas de grande extensão na península do Montijo não obter autorização ambiental para avançar são hoje avaliados como muito elevados. Por este motivo, o Governo deixou, pois, de equacionar a opção Montijo stand alone como viável e, nesse sentido, merecedora de estudo aprofundado”.

“Ora, excluída esta última opção, a única solução aeroportuária que responde à exigência de dotar o País e a região de Lisboa de uma infraestrutura aeroportuária moderna com capacidade de crescimento a longo prazo é a construção de um aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete”, sublinha o despacho de dia 29 de Junho do ministério das Infraestruturas e da Habitação.

“Assim, a par da construção do aeroporto complementar do Montijo — solução mais rápida e menos dispendiosa de concretizar —, a decisão do Governo prevê que o aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete — solução estrutural que oferece melhores perspectivas de crescimento futuro — seja, por um lado, imediatamente alvo de planeamento e de concepção do projecto (com o objectivo de obtenção o mais breve possível de uma declaração de impacte ambiental) e que, por outro, a sua construção possa ter início logo que a procura no Aeroporto Humberto Delgado ou no Aeroporto do Montijo atinja determinados factores de capacidade e/ou uma dada referência temporal a definir. Uma vez atingidos esses factores de capacidade e/ou referência temporal — cuja definição exata resultará de uma necessária renegociação do contrato de concessão do Estado Português com a ANA —, desencadear-se-á então a obrigação da concessionária de dar início aos trabalhos de construção”.

O despacho emitido ontem anula ainda o resultado do concurso público internacional para a avaliação ambiental estratégica que iria determinar a escolha da localização do novo aeroporto, e atribui ao LNEC a missão de fazer a avaliação ambiental desta nova solução dual. “As parcerias que o LNEC tem vindo a estabelecer com entidades nacionais e internacionais conferem-lhe a capacidade de promover e dinamizar a globalização da ciência e do conhecimento, tratando-se de uma entidade de I&D independente em domínios relacionados com a engenharia civil, tais como obras públicas de barragens, portos, aeroportos, infraestruturas rodoviárias e ferroviárias”, justifica o ministério.

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Prometheus International lança The Royal Blockhouse

“Project Blockchain – The Royal Blockhouse” é o novo projecto imobiliário da mesma promotora internacional que em 2021 vendeu as primeiras moradias na Madeira pagas em criptomoeda

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A Prometheus Internacional, que em 2021 vendeu em Portugal as primeiras moradias, na Madeira, pagas em criptomoeda, acaba de anunciar um novo projecto que volta a cruzar o mundo “cripto” com o imobiliário.

No âmbito desta nova iniciativa, a Prometheus está a desenvolver um projecto designado The Royal Blockhouse, que a empresa criou em conjunto com alguns dos maiores influencers digitais europeus, instituições de activos criptográficos e peritos na área da criptomoeda – entre eles Myoo #810, criador de Cyberkongz, um projeto NFT que já gerou mais de 200 milhões de dólares em transacções desde a sua génese.

Segundo Priyesh Patel, fundador e CEO da Prometheus Internacional, “The Royal Blockhouse combina dois aspectos da revolução blockchain: propriedade através de tokens não-fungíveis (NFT), mas também design da infraestrutura, o que acontece pela primeira vez no mundo do imobiliário de luxo.” As moradias serão totalmente operacionais na blockchain – desde funcionalidades “smart home” até aspectos relacionados com o licenciamento, royalties, renda, taxas, acesso, registos de pagamentos, etc.

A propriedade dos NFT corresponde à propriedade em The Royal Blockhouse, com os locais de construção a serem escolhidos pelo primeiro detentor (“minter”) do NFT. A ideia é que o primeiro proprietário do NFT escolha o local de construção; a Prometheus visitará o local escolhido com o cliente e a casa de luxo será construída no local acordado. Além disso, The Royal Blockhouse ficará também disponível como espaços de eventos e habitações no futuro metaverso KONG CITY, em colaboração com Cyberkongz.

De acordo com Priyesh Patel, “a Prometheus International está a liderar o caminho, desenvolvendo protocolos e padrões que permitem à nova economia descentralizada fundir-se com o imobiliário tradicional, mas, ao mesmo tempo, estamos em total conformidade com os regulamentos da UE, construindo casas do futuro governadas pela Web3 e adoptando activos digitais, a par de moedas fiduciárias, para quebrar as barreiras de acesso”.

O Royal Blockhouse será uma colecção de 24 casas de luxo internacionais, desenhadas por arquitectos escandinavos, espanhóis, portugueses e da Prometheus. O projecto está a ser coordenado por uma equipa executiva que inclui a portuguesa Ema Sousa Abreu (arquitecta e directora de execução de projecto) e o espanhol Carlos Abadia (director de projecto, execução e construção). A arquitecta de interiores alemã Nora von Nordenskjöld faz igualmente parte da equipa.

Estas moradias serão implantadas em locais idílicos em todo o mundo, estabelecendo um novo padrão dentro do espaço de desenvolvimento imobiliário internacional para imóveis de luxo permanentes.
A Prometheus International identifica desta forma os principais pontos do projeto The Royal Blockhouse: 1. The Royal Blockhouse estará disponível para comprar como NFT. Serão emitidos 8760 NFTs para 24 moradias, sendo que cada token representa o acesso por um único dia do ano civil a qualquer local em 27 países da UE – entre eles Portugal, Espanha, Dinamarca, França, Alemanha, Países Baixos, Suíça, Suécia e Reino Unido; 2. Se um único investidor possuir mais de 365 NFTs em qualquer momento, eles são transformados em ALPHA e passarão a ser proprietários de uma das habitações do projeto à sua escolha; essa habitação será então retirada da “pool” de propriedades para os restantes investidores em NFTs; 3. O objectivo será chegar aos 24 ALPHA’s para estas propriedades únicas, criando assim 24 proprietários ao longo do tempo através do trading secundário de NFTs; 4. Os NFTs terão imagens e metadados dinâmicos “on-chain” que mudam de acordo com o peso dos tokens NFT do seu proprietário. Isto significa que o NFT de um ALPHA ou mesmo de alguém que possua 100 tokens irá aparecer fisicamente diferente daqueles que apenas possuem um.

Após a construção, todo o projecto será gerido por um consórcio independente de aconselhamento jurídico, em nome de todos os proprietários de NFTs, até que todas as moradias sejam transferidas para os proprietários ALPHA. O projeto será inicialmente implementado pela Prometheus em Portugal.

A aquisição é concluída após um processo de várias etapas e 18 meses depois da aquisição, o comprador pode tomar posse e habitar a sua nova casa.

Em relação ao projecto imobiliário para a venda de moradias de luxo em moeda criptográfica, na Madeira (Portugal), com o qual a Prometheus International revolucionou o sector no ano passado, já existem poucas unidades disponíveis para compra. Recorde-se que, embora a Prometheus aceite o pagamento em moeda convencional, as duas primeiras casas em construção foram vendidas na moeda criptográfica ADA (a moeda da blockchain Cardano) por um valor de 4,1 milhões de euros.

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Cresce atracção dos californianos pelo litoral português

Roadshow da Athena Advisers em três cidades da Califórnia confirma interesse na fixação de residência em Portugal. Os destinos de Cascais e Oeiras, na Grande Lisboa, ou em alternativa, os Açores e a Costa Vicentina – quando o investimento é feito para obtenção do visto gold – são os mais procurados por estarem próximos do mar e da praia

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As semelhanças existentes entre a Califórnia, nos EUA, e o território nacional, em especial a linha costeira, em termos de paisagem, geografia ou destinos de surf, fazem com que Portugal continue no topo das preferências dos californianos quando pensam em estabelecer-se noutro País. Isso mesmo confirmou o roadshow da Athena Advisers pelo Estado da Califórnia, realizado na última semana de Maio. Com paragem em São Diego, Los Angeles e São Francisco, a consultora promoveu o destino Portugal e apresentou um conjunto alargado de oportunidades imobiliárias. Além da venda que fechou durante a apresentação, irá agora acompanhar as cerca de duas dezenas de potenciais compradores que manifestaram interesse em investir no imobiliário nacional, prevendo que, até final deste ano, pelo menos metade deles concretize operações no nosso país, com orçamentos que podem atingir os 3,5 milhões de euros.

“Fomos muito bem recebidos em todas as cidades por onde passámos e notámos que há cada vez mais interesse pelo nosso país. A atractividade de Portugal para os norte-americanos já não é de agora, mas se há cerca de três anos, em 10 clientes tínhamos um norte-americano, hoje nos mesmos 10 temos seis do outro lado do Atlântico”, nota David Moura-George, director geral da Athena Advisers em Portugal. “A maior parte da procura chega-nos dos californianos, devido à forte afinidade que sentem com o nosso país, e daí a aposta nesta região para o roadshow da Athena Advisers.”

Os destinos de Cascais e Oeiras, na Grande Lisboa, ou em alternativa, os Açores e a Costa Vicentina – quando o investimento é feito para obtenção do visto gold – são, por isso, os mais procurados por estarem próximos do mar e da praia, o que torna possível manterem um estilo de vida muito parecido com o que tinham na Califórnia.

“Normalmente são pessoas com um modo de vida bastante alternativo e já habituados a morar fora dos grandes centros urbanos. Na sua maioria são casais jovens, muito ligados às tecnologias, mas também temos bastantes clientes reformados”, refere o diretor geral da Athena Advisers.

“A liberdade e flexibilidade possibilitadas pelo teletrabalho é mais um incentivo na relocalização dos norte-americanos que procuram as excelentes condições de vida que Portugal oferece, e a imagem que o país construiu na área do empreendedorismo e inovação tecnológica é um forte atrativo para a expansão de startups e empreendedores desta área”.

O investimento norte-americano em imobiliário português começou a manifestar-se ainda antes da pandemia e em Outubro de 2021 um artigo na publicação Los Angeles Magazine dava conta de uma subida de 33% nas saídas dos EUA com destino às cidades de Lisboa e Porto no ano anterior ao surto de COVID-19. Contudo, nunca como agora esse movimento foi tão evidente. De acordo com dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), referentes ao primeiro trimestre deste ano, os norte-americanos passaram a liderar o ranking do investimento captado por via dos vistos gold no País. Com um total de 25,1 milhões de euros, o volume investido na compra de imóveis nos primeiros três meses do ano mais do que triplicou em relação ao período homólogo de 2021.

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Nova Praça de Espanha vê comércio de rua crescer

CBRE e JLL unidas na comercialização de dois espaços comerciais na praça de Espanha em lisboa

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A JLL e a CBRE foram instruídas em regime de co exclusividade para a comercialização de dois espaços comerciais situados na Rua Basílio Teles 35, junto à Praça de Espanha, em Lisboa.

As duas lojas, compatíveis para restauração, têm um espaço para esplanada exterior e ainda vista para o novo Jardim da Praça de Espanha, uma zona que foi, recentemente, alvo de requalificação e que trará uma maior oferta de espaços verdes e lagos, fazendo ponte com o Jardim da Gulbenkian, também próximo do local.

“Estes dois espaços estão situados numa zona que tem sofrido um processo de qualificação nos últimos anos, registando um potencial acrescido para a abertura de negócios de comércio e serviços. Assistimos, felizmente, a um conjunto de recentes aberturas no comércio de rua, onde o sector da restauração tem tido um dinamismo assinalável. As duas lojas vão beneficiar da localização numa das artérias mais movimentadas da cidade, numa zona com bastante tráfego rodoviário, excelentes acessos e visibilidade o que, associado à proximidade dos novos espaços verdes, as tornam num produto único”, afirma Carlos Récio, diretor de retail advisory & transaction services da CBRE Portugal.

Por sua vez, Mariana Rosa, head of leasing markets advisory da JLL, salienta que “a localização destes dois espaços é estratégica, numa zona onde diariamente circulam milhares de pessoas, seja para trabalhar, seja para recorrer aos inúmeros serviços e equipamentos instalados neste perímetro. Este eixo tem muitas empresas instaladas, clínicas, serviços de conveniência e administrativos, além de hotéis, bem como habitação. O fluxo pedonal é muito intenso e tende a aumentar, pois toda a área está a ser alvo de regeneração, pelo que instalar um comércio nestas lojas é uma excelente oportunidade, desde logo para a restauração, mas também para outros negócios da área alimentar ou de conveniência”, evidencia.

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163 fogos financiados com 100% a fundo perdido pelo PRR em Faro e Oeiras

Em Faro, o investimento estimado é de 8,2 M€, correspondente a dois contratos. Já em Oeiras, o investimento estimado é de 19,4 M€, correspondente a três contratos. Esta iniciativa surge no âmbito do programa Primeiro Direito, que conta já com 177 municípios envolvidos

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Faro e Oeiras assinaram os primeiros contratos de financiamento ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência, garantido o financiamento 100% a fundo perdido de 163 fogos (71 em Faro e 92 em Oeiras, conforme o Construir já tinha anunciado ver notícia aqui). Esta iniciativa surge no âmbito do programa Primeiro Direito, que conta já com 177 municípios envolvidos.

Em Faro, o investimento estimado é de 8,2 milhões de euros, correspondente a dois contratos relativos a 35% das soluções habitacionais previstas no Acordo de Colaboração assinado ao abrigo do Primeiro Direito. Em Oeiras, o investimento estimado é de 19,4 milhões de euros, correspondente a três contratos, que representam 5% das soluções habitacionais previstas também no Acordo assinado com o município.

À execução das ELH já em curso, junta-se a assinatura dos Acordos de Colaboração entre os municípios de São Brás de Alportel e de Alpiarça e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), para dar resposta a 203 famílias.

Homologados pela secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, os acordos assinados definem um montante global de investimento, pelo IHRU, de mais de cerca de 10,2 milhões de euros (6 milhões em São Brás de Alportel e 4,17 milhões em Alpiarça), dos quais 3,3 milhões de euros serão certamente financiamento a fundo perdido (2,47 milhões em São Brás de Alportel e 1,8 milhões em Alpiarça). Recorde-se que este montante a fundo perdido pode aumentar até 100% do valor total do investimento feito pelo IHRU, previsto no PRR, desde que a execução se verifique até 2026, até ao limite das 26 mil casas.

Presente nas cerimónias que marcaram estas assinaturas, a secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, lembrou que o «Primeiro Direito é um programa que veio para ficar» e que tem como grande objectivo “dar resposta um dos pilares fundamentais do Estado Social: a Habitação”. Também fez questão de realçar que, a par desta resposta à população mais carenciada, o Governo tem igualmente em curso uma segunda linha estratégica para resolver o problema da habitação: o apoio a jovens e famílias da classe média, a quem se dirige uma linha de financiamento inscrita no PRR para que os municípios invistam em parque habitacional público com rendas acessíveis.

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Visioarq destacado internacionalmente com MG Coudelaria (c/ galeria de imagens)

A sua sustentável integração na natureza valeu à MG Coudelaria o reconhecimento da Architizer A+ Awards. Com assinatura do gabinete Visioarq Arquitectos, o projecto de elege a madeira como material principal e a natureza como inspiração

Localizada em Vila Nova de Famalicão, a MG Coudelaria está inserida numa quinta de dez hectares onde a natureza e a paisagem do Minho foram mantidas intactas e quase intocáveis. A coudelaria dedicada ao ensino equestre e à criação de cavalos da raça Puro-Sangue Lusitano, e todas as suas infraestruturas – picadeiros, cobertos e descobertos, redondéis, pista de equitação, boxes e paddocks – foi este ano distinguida pelo Architizer, com um A+ Awards, na categoria Details – Architecture + Wood.

O projecto de arquitectura tem a assinatura da Visioarq Arquitectos, fundado por Nuno Poiares, Pedro Afonso e Vicente Gouveia.  A intervenção da Visioarq teve como premissa principal o enquadramento do novo edificado com a envolvente ambiental. Assim, a madeira natural do pinho enquanto material principal e a madeira lamelada colada surgem naturalmente enquanto soluções a compor não só os revestimentos exteriores e interiores como a própria estrutura dos edifícios. “O uso da madeira impôs-se, desde logo, por uma questão de enquadramento paisagístico. Desta forma, a integração do volume na paisagem surge de uma forma muito mais natural”, revela Vicente Gouveia. Outro dos argumentos que convenceu o arquitecto e a sua equipa foi a sustentabilidade dos materiais a empregar em obra. Acresce que “sendo uma construção em CLT, o sistema construtivo dá-lhe uma estabilidade dimensional e uma resistência mecânica muito superior”, explica Vicente Gouveia

O projecto privilegiou os elementos estruturas enquanto protagonistas do edifício, a partir dos quais tudo o resto se desenvolve. “O esqueleto é base da forma e tudo o resto assume uma leitura acessória. Com esta hierarquização pretende-se, de alguma forma, que o natural não perca o protagonismo e a importância que merece crescendo ao longo do tempo, envolvendo e integrando cada vez mais o edificado proposto”. A utilização da madeira na fachada e vãos e o seu jogo de aberturas permite um maior controlo ao nível da iluminação e ventilação naturais, não descurando o conforto e a maior eficiência energética.

Em simbiose com a natureza

Independentemente de se se estar a construir uma casa ou uma coudelaria “existem dois momentos na metodologia do processo de arquitectura: um momento que tem a ver com o momento conceptual em que a ideia surge do ponto de vista volumétrico de integração na paisagem e um outro que é o momento de pragmatismo”, sublinha o arquitecto. A verdade é que deste encontro entre a ideia e a concretização do programa não resulta necessariamente um confronto, pelo contrário. No caso da MJ Coudelaria esta simbiose resultou na criação de dois núcleos distintos que permitem “diluir” a estrutura edificada no meio envolvente, que se quis quase que intocado. “São eles as cavalariças por um lado e o picadeiro coberto por outro, ambos complementados com uma guia eléctrica e um picadeiro exterior. Pretendeu-se com esta solução de fragmentação que cada unidade seja descoberta aos poucos e em momentos diferentes, à medida que se percorre a propriedade, valorizando-se o factor surpresa com a criação de vários momentos distintos”.

Mas este é também um projecto que privilegia o pormenor, ajustando o edifício à sua utilidade desportiva, aos seus utilizadores, humanos e outros, e às diferentes funções. Para isso foram essenciais os encontros “com quem vai utilizar o espaço, sejam tratadores, veterinários, treinadores e promotores que investem e necessitam de potenciar a qualidade da sua actividade”, resume Vicente Gouveia. Todas as ferragens e acessórios foram desenhadas originalmente para os picadeiros, “materializando a simplicidade pretendida para um espaço com uma identidade muito própria, onde o contacto com os protagonistas do mundo equestre se faz de forma vincadamente sensorial”.

MG Coudelaria integra-se assim entre os muitos projectos que este atelier já conta e onde predominam os muitos projectos residenciais desenvolvidos para o mercado nacional, e não só, e, mais recentemente, os projectos desenvolvidos para o sector hoteleiro, onde destacamos o novo Renaissance Park Hotel, no Porto, que resulta num investimento de 56 milhões de euros.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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ADENE marca presença no Africa Energy Forum 2022

“É urgente unir esforços e tornar a União Europeia e o continente africano zonas livres da dependência dos combustíveis fósseis da Rússia, e esse objectivo só pode ser alcançado trabalhando em conjunto”, afirmou Nelson Lage, Nelson Lage, presidente da ADENE e da EnR

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A importância da colaboração entre a União Europeia e o continente africano, as potencialidades destes países e aspectos-chave fundamentais para a descarbonização foram os temas abordados na mesa-redonda no African Energy Forum 2022 e na qual a ADENE esteve presente.

“No caminho do crescimento energético sustentável, que permitirá atingir a meta de zero emissões até 2050, não podemos deixar ninguém para trás, e temos a responsabilidade e a obrigação de manter viva a ambição do Acordo de Paris e de olhar para a COP27 com maior interesse e compromisso em agir”, referiu Nelson Lage, presidente da ADENE e da EnR para o ano de 2022, por ocasião da sessão de abertura, sobre o relacionamento da UE e África.

“Mais do que nunca, é urgente unir esforços e tornar a União Europeia e o continente africano zonas livres da dependência dos combustíveis fósseis da Rússia, e esse objectivo só pode ser alcançado trabalhando em conjunto em defesa de energias limpas, fiáveis e mais baratas”, acrescentou.

Também Carlos Zorrinho, presidente da Delegação do Parlamento Europeu para a Assembleia Parlamentar Paritária ACP-EU, presente na cerimónia de encerramento, focou a sua intervenção no papel de África nos desafios a transição energética, resumindo o posicionamento do continente africano na mudança de paradigma no sector energético, considerou que, “no futuro, África poderá ser um dos maiores beneficiários da transição para as energias limpas”.

Frans Timmermans, vice-presidente executivo da Comissão Europeia destacou que “o investimento em energias renováveis é a forma mais sustentável e barata de assegurar o acesso à energia por todos os que têm as tecnologias necessárias”.  No entanto, importa acelerar a passagem da assinatura de acordos de colaboração para a assinatura de contratos de investimento e passar de projectos piloto para projectos transformativos.

Desenvolver as energias renováveis no continente africano é não só importante para África, como para a Europa e, como tal, é preciso assegurar a ligação entre as prioridades da União Europeia e de África, pois “necessitamos uns dos outros” para a transição energética. “Precisamos de ser mais concretos e pragmáticos pois os investimentos nos países africanos devem corresponder a oportunidades e interesses específicos de cada país. No entanto se, por exemplo, não abraçarmos as oportunidades que o hidrogénio ou as renováveis permitem, isto é, se não investirmos já, perdemos o momento pois outros países do mundo estão já a avançar muito rapidamente”, ressalva.

Entre as intervenções dos representantes dos treze países africanos presentes, referindo as estratégias, as políticas e investimentos em curso ou planeadas, destacam-se São Tomé e Príncipe, República Democrática do Congo e Mauritânia. Por um lado, São Tomé e Príncipe, um país de emissões zero, apelou à solidariedade europeia, dada a vulnerabilidade dos pequenos estados insulares, os desafios que enfrentam no combate às alterações climáticas e as dificuldades na atracção de investimento em economias de pequena dimensão.

Por parte dos representantes das instituições financeiras, foi destacada a responsabilidade colectiva e a necessidade de abordar toda a cadeia de valor do abastecimento energético e a importância das redes para o escoamento da energia produzida a partir de fontes renováveis de energia. Para criar condições para a transição energética, o capital público permitirá o investimento em redes ou novas tecnologias energéticas, bem como o alavancar do capital privado. Apenas uma transição justa, sem vencedores ou vencidos, permitirá atingir os objectivos, explorando todo o tipo de fornecedores e fomentando a resiliência e a autonomia dos investimentos. A Comissão Europeia deu nota dos fundos disponíveis para melhorar a concepção dos projectos de investimento, num total de 3.5 biliões euros dos próximos cinco anos.

Vários intervenientes referiram, ainda, a importância de um esforço colaborativo para não considerar África como um continente pobre do ponto de vista da sustentabilidade. Não existe correlacção entre a pobreza energética que caracteriza a África actualmente e qualquer tipo de actuação pobre.

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Hikvision transforma coworking em Barcelona em smart building

O projecto, liderado pelo integrador Onsecur, inclui quatro áreas: controlo de acesso, videovigilância, detecção de intrusos e contagem de pessoas

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A Hikvision, fornecedora líder de soluções AIoT e serviços de Big Data focados em segurança, forneceu a tecnologia para equipar o L’Illa & Co. Business Coworking, tornando-o um do smais avançados da Espanha. O equipamento de vídeo inteligente da Hikvision permitiu desenvolver quatro novos sistemas perfeitamente integrados: controlo de acesso, videovigilância, sistema anti-intrusão e contagem de pessoas. Os projectos de desenvolvimento foram dirigidos pela integradora Onsecur.

Deste forma, os terminais de controlo de acesso permitem o acesso de usuários autorizados, tanto ao coworking quanto a cada uma das salas. Estes dispositivos possuem reconhecimento facial, com tecnologia própria da Hikvision, leitor de cartão e leitor de QR code. E, além disso, possuem intercomunicadores para falar com a recepção.
O sistema de Videovigilânciaé é usado no interior de uma área. Para respeitar a privacidade dos inquilinos, está focado nas áreas comuns como os corredores e a recepção, mas não invadem os espaços privados dos clientes do coworking.

O recinto tem um sistema de detecção de intrusão, que reforça a segurança quando os escritórios estão fechados, mas sem limitar a possibilidade de acesso por um utilizador autorizado. Para além disso, o sistema oferece dados e análises sobre ocupação, horários e dias de maior afluência, salas com maior utilização, etc. Esta informação permite aos gestores de coworking optimizar pessoal e recursos.

Todos os sistemas são controlados pela plataforma HikCentral, que oferece uma convergência real entre todos eles, pois permite gerir todos os sistemas a partir de uma única plataforma.

O espaço L’Illa & Co. Business Coworking é um recinto de mais de 1000 metros quadrados, no centro financeiro de Barcelona (Avenida Diagonal). Abriu no início de 2022 e é um dos espaços de coworking mais avançados e inovadores daquele país. “A filosofia deste espaço —explica Óscar González, gerente de coworking— obedece a dois pilares básicos: um é a flexibilidade e o outro é a comunidade.” “O desafio era criar um espaço seguro, mas ao mesmo tempo flexível e confortável. E, para isso, era uma garantia ter a Hikvision, o fabricante número um do mundo”, explicou Casilda Díaz de Bustamante, directora de comunicação da Onsecur, empresa responsável pela instalação de todos os dispositivos de segurança. Por sua vez, Ada Fernández, Area Sales Manager da Hikvision, destacou o trabalho realizado pela Onsecur apostando no vídeo inteligente no coworking: “Este projecto responde ao conceito de smart building, algo que veremos cada vez mais em todos os tipos de instalações”, reforça.

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Soudal apresenta nova gama T-REX Flex

A Soudal lança uma nova gama completa de T-Rex Flex, um selante e vedante extremamente flexível e resistente aos fungos, que pode ser aplicado a todo o tipo de materiais e superfícies húmidas, passível de ser pintado

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A Soudal lança uma nova gama completa de T-Rex Flex. A marca T-Rex reconhecida pelos produtos com desempenho superior e pela confiança nos resultados obtidos têm agora uma nova gama, a gama T-Rex Flex, uma gama de selantes que garante a mais elevada qualidade e segurança em aplicações sanitárias, cozinhas, juntas de revestimento ou pavimentos cerâmicos.

A Gama T-Rex Flex está disponível em sete cores – branco, preto, cinza, cinza betão, castanho, bege e transparente -, e três formatos, cartucho, tubo e press pack, sendo que nos dois últimos formatos não precisa de ferramentas adicionais para aplicação.

O T-Rex Flex é um selante e vedante extremamente flexível e resistente aos fungos, sendo apresentado pela empresa como “ideal para utilizar como selante em zonas húmidas susceptíveis de formação de manchas provocadas pelo ataque de bolores ou fungos. Ideal para a selagem elástica em todos os tipos de materiais, incluindo materiais sensíveis ao contacto com outros selantes como espelhos, pedras naturais e materiais sintéticos”, destaca.

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