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Alojamento local: Setembro foi o melhor mês desde início da pandemia

Com uma taxa de ocupação acima dos 20%, este é o mês com melhor desempenho desde o início da pandemia nas duas maiores cidades do país, Lisboa e Porto.

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Com uma taxa de ocupação acima dos 20%, este é o mês com melhor desempenho desde o início da pandemia nas duas maiores cidades do país, Lisboa e Porto.

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O mercado de Alojamento Local deu sinais de melhoria em Setembro. Este é o mês com melhor desempenho desde o início da pandemia nas duas maiores cidades do país, Lisboa e Porto. Os dados foram apurados pela Confidencial Imobiliário no âmbito do SIR-Alojamento Local, considerando os apartamentos de tipologia T0 e T1 com registo de AL listados nas plataformas de reserva e que exibem atividade de vendas e ocupação regulares.

A análise revela que em Setembro a taxa média de ocupação em Lisboa atingiu 24% em Lisboa e 26% no Porto, ambos em máximos desde Abril. O mesmo acontece com o RevPAR, que atinge 17€ em Lisboa e 16€ no Porto. Recorde-se que desde Abril, a ocupação atingiu um mínimo de 3% no Porto (registada em Maio) e 4% em Lisboa (apurada em Junho), com RevPAR mínimos de, respectivamente, 5€ e 3€.

No que se refere às noites vendidas, Setembro regista igualmente o comportamento mais animador desde Abril, com 18.500 noites vendidas em Lisboa e 17.200 no Porto, atingindo-se volumes de negócio de 1,4 milhões de euros e de 1,1 milhões de euros, respectivamente. Lisboa registou um mínimo de 3.800 noites vendidas e cerca de 306,0 mil euros transacionados em Junho. No Porto, o mínimo foram 6.000 noites e €417,6 mil euros também em Junho. Não obstante, a diária média dos alojamentos em oferta situa-se agora nos patamares mais baixos desde início da pandemia, fixando-se em 77€ em Lisboa e em 66€ no Porto.

De notar ainda que a actividade do AL em Setembro se mantém em níveis muito reduzidos face à normalidade do mercado, considerando que em Setembro de 2019 a ocupação no Porto ascendia a 73% com um RevPAR de 56€, enquanto em Lisboa a ocupação ascendia a 60% e o RevPAR a 53€. Em ambos os mercados, o volume de negócios em Setembro de 2019 rondava os 7,0 milhões de euros, com 78.000 noites vendidas em Lisboa e 86.300 noites no Porto. As diárias médias dos AL em oferta atingiam então 91€ em Lisboa e 78€ no Porto.

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Huawei ganha contrato para maior projecto de armazenamento de energia do mundo

Este projecto de armazenamento de energia off grid de 1300 MWh é o maior de seu género a nível mundial e assume-se como um marco no sector

A Huawei Digital Power assinou um contrato com a SEPCOIII no âmbito do Red Sea Project, com 400 MW PV e mais 1300 MWh de battery energy storage solution (BESS), que é, actualmente, o maior projecto de armazenamento de energia a nível mundial. As partes envolvidas neste processo vão partilhar know how e tecnologias no sentido de colaborar com a Arábia Saudita no desenvolvimento de um centro global de energia limpa e economia verde.

O Red Sea Project, que que faz parte a chamada cidade do futuro NEOM, mega-projecto urbano futurista e totalmente sustentável localizado na costa do Mar Vermelho e que está a ser construído na região fronteiriça entre a Arábia Saudita, a Jordânia e o Egito, tendo sido classificado pela Saudi Vision 2030 como um projecto-chave, cujo desenvolvimento está a cargo da ACWA Power, enquanto os trabalhos de Engineering, Procurement & Construction são da responsabilidade de SEPCOIII.

De acordo com a Huawei Digital Power este projecto enquadra-se na estratégia de “integração das tecnologias da informação digital com tecnologias fotovoltaicas e de armazenamento de energia, de forma a desenvolver um sistema mais eficiente e estável e sistemas de armazenamento de energia de string inteligente e seguro, sempre recorrendo a designs inteligentes e modulares de string”, com o qual a empresa está comprometida.

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Primeiro Panasonic Lab inaugurado em Portugal

Espaço, localizado no Porto e o primeiro no país, destina-se a profissionais da área de climatização

A Panasonic Heating & Cooling Solutions inaugurou um novo Panasonic Lab no Porto, o primeiro a abrir em Portugal. Um centro de formação dirigido a profissionais da área de climatização envolvidos na instalação e manutenção das soluções domésticas e profissionais da Panasonic, as mais inovadoras do mercado. O Panasonic Lab está localizado nas instalações da AIPOR (Associação dos Instaladores de Portugal), situadas na Rua Óscar da Silva, no Porto.

A necessidade de constante inovação tecnológica obriga a Panasonic a oferecer sistemas avançados, eficientes e sustentáveis, incorporando as mais recentes tecnologias em climatização e aquecimento, mas também a oferecer cursos e seminários para apresentar os seus lançamentos de produtos e a ampla gama de serviços, além de melhorar as habilidades técnicas e know-how de projectistas, especificadores, engenheiros e instaladores no sector de climatização para que possam tirar o máximo partido de todos os equipamentos da Panasonic.

Com capacidade para 15 pessoas, o novo Panasonic Lab estará focado em sessões técnicas e comerciais sobre instalação, manutenção e assistência a equipamentos para os SAT, AUTOSAT e Instaladores. Em breve, será anunciada a programação específica das próximas sessões onde os profissionais se poderão inscrever no ProClub.

Este novo centro em Portugal junta-se aos quatro Panasonic Lab existentes actualmente em Espanha, localizados em Cornellà de Llobregat (Barcelona), Peligros (Granada), Alcorcón (Madrid) e Manises (Valência). Nestes centros, são ministrados cursos regulares de instalação, arranque e programação de equipamentos e cursos de interpretação de erros e reparação de equipamentos, tanto para clientes como para empresas colaboradoras, como os nossos Key Services (Serviços Técnicos Oficiais). Também são organizadas visitas com pequenos grupos para que possam apresentar fisicamente os equipamentos a arquitectos, empresas de engenharia ou promotores.

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Teka lança novas soluções de lava-louças

PureClean, PVD, Tegranite+ e Universe são as quatro novas gamas no mercado

A especialista em cozinhas Teka apresenta as quatro novas gamas de lava-louças: PureClean, PVD, Tegranite+ e Universe.

De forma a garantir que a segurança parte de casa, desenvolveu os lava-louças com tratamento PureClean, projectados para transformar a sua superfície texturizada numa área que repele água (hidrofóbica) conseguindo manter a cuba limpa e seca e evitando a proliferação de bactérias, o calcário e a sujidade. É a primeira gama de lava-louças com sistema autolimpante que, por ser em aço inox, se torna uma opção ideal para a cozinha. Uma vez que não são apenas resistentes à água, mas também ao vapor de água, à humidade, aos ácidos alimentares e aos ácidos orgânicos e inorgânicos fracos.

Para complementar a sua cozinha, os lava-louças em PVD (Deposição Física de Vapor) prometem proporcionar um toque de distinção e classe. A cor do material é obtida pela evaporação do metal que adere à superfície, criando uma camada de cor. Seja com uns apontamentos em dourado ou com uma cor tendência como o titânio, com certeza poderá decorar a sua cozinha pronta para surpreender.

Extremamente resistentes a impactos e temperaturas altas, possuindo uma superfície à prova de riscos, a Teka lançou também os lava-louças Tegranite+ nas suas gamas Stone, Square e Forsquare, concebidos com 80% de quartzo de alta qualidade combinado com resinas acrílicas. Por fim, a gama Universe, vencedora do European Product Design Award 2021, pela sua “resistência e durabilidade”. Constituídos por um aço inoxidável extremamente resistente, os lava-louças Universe definem-se pelo seu design único e vanguardista, proporcionando a utilização de recipientes até 195 mm de altura e garantindo uma vasta gama de soluções, aplicável aos mais versáteis formatos de cozinha, assegurando que a sua utilização e manutenção seja prática e eficiente pela facilidade de limpeza que oferecem.

A Teka Portugal, fundada em 1978, iniciou a sua actividade apenas com a produção e comercialização de lava-louças em aço inoxidável, mas tem vindo a fazer uma forte aposta na diversificação das suas áreas de intervenção. Dedicada à comercialização de equipamentos para cozinha, espaços de banho e telecomunicações, a Teka Portugal produz actualmente microondas, fornos de vapor, fornos combi, exaustores, chaminés decorativas, gavetas de aquecimento e máquinas de café e comercializa outros produtos importados quer das diversas fábricas do Grupo, quer de outros fabricantes cuidadosamente seleccionados.

Actualmente, o grupo dispõe de 15 fábricas e 4.000 trabalhadores em todo o mundo, com presença em mais de 120 países, produzindo mais de 15 milhões de equipamentos por ano.

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Venda do malparado triplica para 3500 M€ em 2021

Depois do travão a fundo imposto pela pandemia em 2020, a transacção de portfólios de crédito malparado acelerou em Portugal, mas fica, ainda assim, abaixo (-56%) dos 8.000M€ registados em 2019

A Prime Yield lançou uma nova edição do estudo “Investing in NPL in Iberia”, onde analisa o desempenho do mercado transacional de Non-Performing Loans em Portugal e Espanha.

Depois do travão a fundo imposto pela pandemia em 2020, a transacção de portfólios de crédito malparado (na sigla inglesa, Non-Performing Loans, NPL) acelerou em Portugal, estimando-se a conclusão de operações no valor de €3.500 milhões em 2021, considerando os negócios já concluídos e os processos actualmente activos e com conclusão prevista até final do ano.
Este valor triplica face aos menos de €1.000 milhões transaccionados no total de 2020, mas fica ainda assim abaixo (-56%) dos €8.000 milhões registados em 2019, no pré-Covid. Contudo, as expectativas para 2022 são bastante optimistas, prevendo-se um crescimento acentuado nas transacções à medida que o mercado continue a acelerar a sua reactivação ao longo dos próximos meses e novas carteiras surjam em oferta.

Esta é uma das principais conclusões da edição de 2021 do estudo anual “Investing in NPL in Iberia”, produzido pela Prime Yield, parte da Gloval, e divulgado, por ocasião do maior evento ibérico desta indústria, o “NPL Iberia 2021”. Organizado pela Smith Novak e realizado em Madrid, o evento debate esta semana os principais desafios deste sector.

“Não temos dúvidas que a actividade transaccional de carteiras de malparado irá aumentar de forma sustentada em 2022 quer em Portugal quer em Espanha, confirmando que este é um sector que continua a atrair investidores”, começa por dizer Nelson Rêgo, CEO da Prime Yield. “Há a clara evidência de que as quebras na actividade em 2020, que em Portugal foram de 90%, resultaram da paralisação pandémica. Este ano há uma reactivação muito forte do mercado, ainda que em níveis inferiores ao pré-Covid, e 2022 deverá trazer um novo impulso a este mercado no nosso país”, nota.

Em linha com a tendência europeia, o volume de malparado na posse da banca portuguesa continuou a reduzir ao longo do último ano, diminuindo cerca de €5.400 milhões entre Junho de 2020 e Junho de 2021, o que significa ter passado de €14.200 milhões para €8.800 milhões nesse período de 12 meses. Da mesma forma, o rácio de NPL (isto é, o peso do malparado no conjunto do volume total de crédito concedido) também continuou a comprimir, reduzindo de 5,7% para 4,2% no período em análise. Ainda assim, e apesar destas melhorias, o nosso país continua a deter o 5º rácio de NPL mais elevado da Europa, sendo apenas superado pela Grécia (14,8%), Chipre (9,1%), Bulgária (6,4%) e Polónia (5,2%), e quase duplicando os 2,3% da média europeia.

No que respeita à colocação de carteiras de NPL para venda, o estudo conclui que não é para já possível avaliar o real impacto do final das moratórias no sistema financeiro português e em que medida isso irá resultar, ou não, numa nova vaga massiva de malparado no mercado. De qualquer forma, ainda que o impacto do final das moratórias deva ser mais claro apenas no próximo ano, Portugal mantinha no 2º trimestre de 2021 cerca de €27.000 milhões de crédito sob moratória, o que representa 13% do total dos empréstimos concedidos pela banca nacional. Este volume apresenta, não obstante, uma redução de 37% face aos €42.900 milhões contabilizados em igual período do ano passado.

Nesta fase, além de ainda não ser evidente qual será a extensão do impacto das moratórias ao nível do aumento do malparado na posse da banca; persiste também um conjunto de factores macroeconómicos – que tem na base a actual crise no fornecimento e na cadeia de produção de matérias-primas, bens e serviços, e cujo final não se avizinha para breve – que deverá ter um impacto negativo neste cenário, resultando numa maior dificuldade quer de pessoas quer de empresas em cumprir os compromissos financeiros e, consequentemente, a um aumento do malparado.

Estes indicadores mostram que há ainda um longo caminho a percorrer em direcção à melhoria da qualidade das carteiras de crédito na posse da banca portuguesa, e que uma das soluções mais eficazes continuará a ser, precisamente, através da venda de carteiras de NPL. As estimativas para 2022 são que que o mercado acelere consideravelmente na transacção deste tipo de carteiras, provando que 2020 foi um ano atípico e fortemente afectado pela conjuntura pandémica. Em paralelo às vendas concluídas e em processo estimadas para 2021, é evidente uma corrida ao mercado nesta recta final do ano, com vários processos de venda a serem lançados e que colocam as expectativas em alta para o próximo ano, em que se estima que os níveis de transacção possam retomar ou até superar os padrões pré-Covid.

“A dinâmica observada nesta recta final do ano é um sinal dessa possível aceleração. Nestes últimos dois meses, temos registado muitos portfólios de NPL a entrar ou a estudar entrada no mercado para venda, sendo evidente um esforço da Banca portuguesa em alienar o NPL que ainda tem em stock, legado do pré-Covid. Esta estratégia permitirá aos bancos prosseguir as suas metas de redução de malparado, mas funciona também como prevenção para uma eventual nova vaga de NPL que possa surgir nos próximos dois anos devido à moratória e ao enfraquecimento das condições económicas. Posto isto, em 2022 antecipamos um forte aumento no volume de vendas de NPL em Portugal, que poderão atingir os níveis observados no pré-Covid ou mesmo superá-los”, conclui Nelson Rêgo.

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Edifício JOM, Porto
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Edifício JOM é o “maior negócio de escritórios” do Porto em Setembro

Edifício JOM conta com uma área superior a 3 mil metros quadrados e foi totalmente arrendado a um dos maiores laboratórios internacionais de análises clínicas

O arrendamento do Edifício JOM, na Rua Manuel Pinto de Azevedo, no Porto, é classificado pela CBRE como o maior negócio do mercado de escritórios, no Porto, no mês de Setembro. A consultora assessorou o arrendamento do espaço com mais de 3 200 m2, que será agora ocupado por um laboratório internacional de análises clínicas e diagnósticos médicos que está actualmente presente em mais de 40 países. Nesta operação, a CBRE representou a JOM.

“É com enorme satisfação que a CBRE é responsável pelo maior negócio de escritórios, no Porto, no mês de Setembro, depois de, em Agosto, termos igualmente assessorado o maior negócio do mercado, num espaço com mais de 7 mil metros quadrados. A cidade continua a atravessar um período de grande dinâmica, apesar da pandemia, ao suscitar a criação de novas oportunidades de negócio e a procura por parte de investidores. Ao longo dos anos, temos acompanhado e contribuído para o crescimento e consolidação do mercado imobiliário do Porto em diversos segmentos, o que torna a CBRE uma referência junto dos seus clientes”, destaca André Almada, director de Offices Advisory & Transaction Services da CBRE Portugal.

Recorde-se que, recentemente, a CBRE lançou o ‘Porto at a Glance’, um flash report anual direccionado a investidores e ocupantes, com informação sobre a cidade do Porto e o seu potencial enquanto mercado de investimento imobiliário. Este report oferece ainda uma visão 360º sobre a cidade e informação relacionada com os vários segmentos de negócio, nomeadamente o de escritórios.

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Hipoges pretende aumentar “volume de negócios em mais de 50% em 2022”

O crescimento da Hipoges em 2021 e as suas ambições para 2022 foram os principais destaques do evento “Hipoges Move On”, que reuniu mais de 250 agentes imobiliários

O grande crescimento da Hipoges em 2021 e as suas ambições para 2022 foram os grandes destaques do evento “Hipoges Move On” que reuniu mais de 250 agentes imobiliários

Luís Silveira, Portugal Real Estate Director da Hipoges, realçou a “abertura de novos escritórios até aos 10 actuais, a presença em novos países, como Itália, e a capacidade de se tornarem o servicer de referência em Portugal com mais de 11 mil milhões de euros em ativos sob gestão”.

Já Rui Rocha, associate director Retail Sales Real Estate, não deixou esquecer aquelas que foram duas das grandes apostas da Hipoges em 2021: o investimento no marketing com a sua equipa de brokers e a estratégia de inovação tecnológica da empresa. A este nível, os destaques foram, sobretudo, para as plataformas digitais Hipoges Works (uma plataforma 360° para agentes imobiliários) e o Portal Now (uma plataforma imobiliária online para particulares e investidores) e também para a recente parceria com a REVA, uma start-up que promete revolucionar a difusão de ativos imobiliários através de uma aplicação.

“Aumentar volume de negócios em mais de 50%”

Para a Hipoges, 2021 foi um ano marcado pela consolidação da sua posição de liderança no mercado nacional e internacional. No evento “Hipoges Move On”, o servicer de referência em Asset Management revelou que conseguiram alcançar mais de 28 mil milhões de euros de activos sob gestão a nível global no último ano e assistiram também a um grande crescimento da equipa, que conta já com 880 colaboradores.

Estes resultados a nível global tiveram também reflexo na posição da Hipoges em Portugal, um dos territórios onde a empresa mais apostou em 2021.

Luís Silveira confirmou que “só no último o ano o servicer conseguiu aumentar o número de imóveis sob gestão em território nacional dos anteriores 6.000 para mais de 11 mil, o que permitiu à empresa tornar-se o servicer de referência em Portugal”.

Luís Silveira apontou ainda que os objetivos da Hipoges para 2022 em Portugal passarão, sobretudo, pela consolidação do crescimento da empresa no setor dos alugueres, pela cimentação da sua posição de liderança no mercado do servicing português, pelo aumento do seu volume de negócios em mais de 50% e pela criação de novas linhas de negócio corporativas.

Esta visão torna clara a aposta da Hipoges no mercado nacional em 2022, de forma a assegurar novamente um grande crescimento, à semelhança do que aconteceu em 2021, e a sua posição de liderança, potenciando a inovação e o desenvolvimento do setor do Real Estate em Portugal.

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Mapei na IX Semana da Reabilitação Urbana do Porto

Para a Mapei a reabilitação nunca foi um spot publicitário. Está no nosso ADN e é um compromisso e uma aposta em todos os países em que estamos presentes.

É por isso que, no regresso ao formato presencial, a Mapei marca presença na 9ª edição da Semana da Reabilitação Urbana do Porto, que se realiza entre 23 e 25 de novembro no Centro de Congressos da Alfândega do Porto.

A Semana da Reabilitação Urbana é uma iniciativa da Vida Imobiliária, propõe o debates sobre os temas estruturantes da reabilitação e regeneração urbana, neste caso, com um olhar especial sobre a realidade da cidade do Porto, a Semana da Reabilitação Urbana do Porto.

Entre os grandes temas da edição de 2021 da Semana da Reabilitação Urbana do Porto destacam-se a habitação multifamiliar para arrendamento ou “built to rent”, a habitação acessível e o senior living. Bem como a dinâmica do mercado de escritórios da cidade e o potencial dos grandes projetos mobilizadores da cidade, tais como o Terminal Intermodal de Campanhã ou o Matadouro, projetos-âncora que estão já hoje a alavancar a transformação da zona oriental da cidade.

No palco da Semana da Reabilitação Urbana do Porto estarão também de forma muito premente os temas da sustentabilidade, com foco no ‘Impacto da mobilidade verde e o desafio dos edifícios NZEB’, uma sessão organizada com o apoio da Ordem dos Engenheiros Técnicos (OET), e ‘Os apoios públicos à descarbonização, desafios e oportunidades para o setor da energia/edifícios’, uma sessão organizada com o apoio da Adene – Agência para a Energia.

A tecnologia, desde logo o potencial do BIM, bem como os desafios da industrialização e dos custos na construção, encontram na Semana da Reabilitação Urbana os especialistas e o público certos para traçar as perspetivas sobre futuro do setor.

O evento é de acesso livre, e dirige-se quer a profissionais quer a particulares. Para marcar presença na Semana da Reabilitação Urbana basta fazer AQUI a sua inscrição gratuita e selecionar as conferências a que pretende assistir. Saima mais AQUI sobre a Semana da Reabilitação urbana do Porto.

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Revive Natureza recebe 45 candidaturas

Os dois imóveis de Leiria receberam a maioria das candidaturas, com 29 propostas. As restantes foram distribuídas por Castelo Branco, Coimbra e Lisboa

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Os concursos para atribuição de direitos de exploração de seis imóveis, lançados a 22 de Junho de 2021, no âmbito do programa Revive Natureza, encerraram a fase para apresentação de candidaturas no passado dia 19 de Novembro, tendo sido recepcionadas 45 propostas. Inicia-se, agora, o procedimento de análise das mesmas, com vista à sua adjudicação.

Foram apresentadas propostas a todos os imóveis, na qual se verifica que os imóveis com mais procura foram a Casa do Pinheiro Manso e o Chalet de S. Pedro, ambos em São Pedro de Moel e o Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo, em Vila Velha de Rodão.

Neste sentido, o antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo, Castelo Branco, recebeu oito propostas, a Casa Florestal do Sul, em Coimbra, duas candidaturas e, também, em Coimbra, a antiga sede da Administração Florestal na Figueira da Foz, outras cinco. Leiria foi a cidade que recebeu mais propostas para dois dos seus imóveis a concurso: o Chalet de São Pedro e a Casa do Pinheiro Manso, com 12 e 17 propostas, respectivamente. Por último, o Edifício Florestal da Abrigada, em Lisboa, contou apenas uma proposta.

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O Fundo Revive Natureza poderá vir a conceder financiamento às entidades a quem for atribuído o direito de exploração dos imóveis, criando-se, assim, as melhores condições para a concretização dos respectivos investimentos.

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Startup portuguesa permite encontrar casa por videochamada em directo

Inlife é uma plataforma digital que facilita o processo de arrendamento de quartos, estúdios, apartamentos ou até residências e espaços de coliving

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Para quem está a pensar arrendar uma casa ou um quarto, mas não tem disponibilidade ou tempo para sair do local onde se encontra, nem deslocar-se a outra cidade, a Inlife oferece a solução.

Criada para ajudar estudantes e profissionais a encontrar alojamento mobilado pronto a habitar, a Inlife é uma plataforma digital que facilita o processo de arrendamento de quartos, estúdios, apartamentos ou até residências e espaços de coliving, em várias cidades do país – e é possível fazer tudo por videochamada em tempo real.

Lançada em 2019, a Inlife é uma startup portuguesa inovadora na forma como olha todo o processo de procura e selecção  de uma nova casa e, recorrendo à videochamada, torna possível que os hóspedes passassem a visitar um alojamento muito antes de se mudarem de uma cidade para outra, com poupanças claras de tempo, esforço e custos no processo.

Nestas visitas, os potenciais inquilinos terão oportunidade de conhecer as condições da casa em tempo real, os futuros colegas de casa (no caso de arrendar um quarto) e, ainda, de conhecer os arredores da casa, saber como chegar à estação de metro ou autocarro mais próxima, supermercados, restaurantes e outras informações locais. Um processo simples, informal e totalmente transparente.

De acordo com Pedro Gancho, CEO da Inlife, “a plataforma da Inlife foi concebida para permitir a qualquer pessoa um processo de reserva rápido e sem burocracia envolvida, sendo o seu grande ponto de diferenciação o serviço de agendamento, gestão e realização de visitas por videochamada em directo entre inquilino e senhorio, tudo dentro da plataforma, para optimizar o tempo e eficiência do processo para ambas as partes”

E acrescenta: “Estamos muito contentes por termos introduzido este conceito pioneiro no mercado de arrendamento, porque vemos que o serviço inovador da Inlife está realmente a acrescentar muito valor a quem o utiliza. Queremos, sobretudo, oferecer às pessoas um processo de arrendamento rápido, descomplicado e transparente, que permita que façam uma escolha informada e confiante, para encontrarem a casa certa e desfrutarem de uma excelente estadia”.

A juntar às visitas por videochamada, a Inlife possui uma plataforma online simples e intuitiva, que oferece ainda mais informação a quem procura casa e que permite tornar o processo mais célere. A plataforma ajuda a encontrar o alojamento ideal, permitindo seleccionar as zonas preferenciais, o orçamento e o tipo de casa que se procura, tudo em poucos segundos.

A Inlife está actualmente presente nas cidades de Lisboa, Porto, Coimbra e Évora, com tudo a postos para entrar em Espanha e Itália já no início de 2022. A empresa conta com vários parceiros por todo o país, entre os quais a Universidade de Lisboa, Nova SBE, Universidade Católica Portuguesa, Universidade do Porto, Universidade de Coimbra, Câmara Municipal de Lisboa, entre muitas outras empresas e organizações que contam com a Inlife como a solução certa para encontrar opções de alojamento para a sua comunidade.

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Efacec: 220M€ em novos contratos em 2021

Os novos contratos assinados este ano abrangem a Europa, América Latina e Emirados Árabes Unidos ascendem a 220 M€, numa carteira global superior a 500M€ e representam um crescimento de 35M€ face ao período homólogo

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Com actuação nas áreas da Energia, Mobilidade e Ambiente, a Efacec reforçou este ano a sua presença em vários mercados internacionais, com novos contratos assinados em 2021 acima dos 220 milhões de euros, numa carteira global superior a 500 milhões de euros. Os resultados estão alinhados com o plano de negócio delineado para este período, inclusive superando, em mais de 35 milhões de euros, o período homólogo. Para a Efacec “os projectos comprovam a competitividade da empresa e o reconhecimento da sua excelência em território nacional e além-fronteiras”, referem em comunicado.

Em Espanha a empresa está presente há mais de 20 anos de forma significativa, com uma relevante quota de mercado junto das utilities espanholas, tendo sido responsável por contratos emblemáticos com as principais operadoras. Em curso, está o fornecimento e a instalação de dois transformadores de 165 MVA e 185 MVA 132/30 kV, destinados a um parque solar que vai beneficiar 50.000 famílias com energia limpa.

Ainda no mercado espanhol, a empresa tecnológica está a executar um contrato iniciado em 2021, associado ao fornecimento de vários transformadores de potência para uma das maiores empresas na área, perfazendo um total superior a 30 milhões de euros, a ser concluído até Dezembro de 2024. “Estes contratos de longa duração reflectem o reforço da confiança nas competências da marca Efacec, assim como na capacidade de entrega de equipamentos, factor crítico para a rede de energia do mercado espanhol”, sublinha a empresa.

Em França, onde está presente há mais de 30 anos, desenvolvendo progressivamente projectos nas áreas de Aparelhagem, Transformadores, Automação, Mobilidade Eléctrica e Service, a Efacec voltou a ser escolhida por uma empresa de referência para um novo contrato de fornecimento de transformadores de potência até 2027, que contabiliza um valor na ordem dos 100 milhões de euros.

Também no negócio dos transformadores, a empresa portuguesa estabeleceu contratos no Reino Unido, Holanda, e Portugal acima dos 30 milhões de euros. Estes projectos têm vários tempos de execução, desde 2023 a 2027.
Ainda na Europa, a Efacec estreou-se no mercado italiano com a execução de um contrato na área de Aparelhagem acima dos 20 milhões de euros e, em Portugal, fortalece a sua actuação no mercado da Automação com o fornecimento de sistemas de comando e protecção para a remodelação de subestações de energia. Ambos os contratos serão executados em 2022.

No âmbito da estratégia de exportação da área de Transformadores para os mercados da América Latina, onde a Efacec tem construído fortes relações com diversas utilities na Argentina, Colômbia, Chile e Panamá, a empresa portuguesa foi contratada para modernizar várias subestações da rede de distribuição até 2023.

No seguimento do recente lançamento da nova gama de soluções para mobilidade eléctrica, a Efacec reforça o seu lugar de referência no sector, com a assinatura de três novos contratos no Luxemburgo, Portugal e nos Emirados Árabes Unidos, com o fornecimento de produtos mais sustentáveis e preparados para a digitalização e indústria 4.0. Estas soluções são cruciais para um mundo mais sustentável e vão ao encontro das maiores exigências do mercado.
“Todos estes projectos são um orgulho para a empresa e reforçam a nossa presença em Portugal e no mundo. Comprovam o reconhecimento do nosso know-how junto dos maiores players nas áreas da Energia, Mobilidade e Ambiente e motivam-nos a trabalhar sempre para a excelência” Michael Silva, Chief Commercial Officer da Efacec

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