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Saiba quem são os vencedores dos Prémios CONSTRUIR 2020

Os Prémios Jornal Construir, cuja 13ª edição se realiza este ano, foram criados com o objectivo de homenagear e celebrar o esforço e talento de empresas e profissionais dos diversos sectores da Construção

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Os Prémios Jornal Construir, cuja 13ª edição se realiza este ano, foram criados com o objectivo de homenagear e celebrar o esforço e talento de empresas e profissionais dos diversos sectores da Construção

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Estão escolhidos os vencedores dos Prémios CONSTRUIR 2020, naquele que é o resultado da votação promovida pelo Jornal CONSTRUIR junto dos assinantes e subscritores da Newsletter.

Num ano atípico, que obriga a que o evento de entrega dos troféus seja adiado até 2021, os leitores do CONSTRUIR puderam eleger que mais se destacou nas categorias de Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário.

Destaque para as únicas categorias que não estão a concurso: os Prémios Excelência. Os Prémios Excelência reconhecem um percurso ímpar nas áreas de Arquitectura e Engenharia e este ano foram atribuídos a Helena Roseta (Arquitectura) e Vítor Cóias (Engenharia).

Os Prémios Jornal Construir, cuja 13ª edição se realiza este ano, foram criados com o objectivo de homenagear e celebrar o esforço e talento de empresas e profissionais dos diversos sectores da Construção.

As nomeações são, à semelhança dos anos anteriores, realizadas pela equipa do jornal Construir, com a análise de critérios que passam pelo mérito, técnica, funcionalidade e inovação. O período em análise compreende Janeiro de 2019 a Setembro 2020.

Os vencedores resultam de uma votação realizada pelos leitores do jornal Construir, seja na versão digital seja na edição impressa. O acesso ao formulário de votação será feito após introdução do endereço de email com que está registado como assinante do CONSTRUIR e/ou como subscritor da Newsletter do CONSTRUIR.

Lista completa de Vencedores dos Prémios CONSTRUIR 2020

ARQUITECTURA
Melhor Projecto Público
Parque Estacionamento da Caldeiroa - Pitagoras Arquitectos

Melhor Projecto Privado
World of Wine - Broadway Malyan

Melhor Projecto Reabilitação
Faria Palace – Eduardo Souto de Moura

Melhor Atelier
Pitagoras Arquitectos

ENGENHARIA
Melhor Projecto Público
Ponte Pedonal Arouca 516 – Itecons


Melhor Projecto Privado

Castilho 203 - PMP Consultores

Prémio Fiscalização e Coordenação
Castilho 203 – Afaplan

Prémio Internacionalização
Grupo Quadrante

Melhor Gabinete
DDN

CONSTRUÇÃO
Melhor Construtora
Casais

Prémio Cidades
Lisboa

Prémio Internacionalização
Mota-Engil

Prémio Sustentabilidade
Lisbon Green Valley – Casais

IMOBILIÁRIO
Melhor Edifício de Escritórios

Porto Office Park - Grupo Violas Ferreira

Melhor Espaço Comércio e Serviços
CUF Tejo - Grupo José Mello

Melhor Edifício Residencial
Castilho 203 - Vanguard Properties

Melhor Empreendimento Turístico
Bairro Alto Hotel - Hotel Bairro Alto

Melhor Consultora
JLL

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Para 92% dos portugueses a casa vai continuar a ser um espaço de excelência

E para cerca 85% a pandemia fez com que passassem a atribuir um papel diferente à sua casa. As conclusões são do estudo da Leroy Merlin, que quis conhecer a forma como os portugueses olham para o espaço da casa

CONSTRUIR

Para 92% dos portugueses a casa vai continuar a ser um espaço de excelência para a realização de actividades como por exemplo, trabalhar, praticar exercício físico, relaxar, brincar com os filhos e passar tempo com a família e amigos, ao passo que 85% dos portugueses chega mesmo a afirmar que a pandemia fez com que passassem a atribuir um papel diferente à sua casa.

As conclusões são do estudo “Uma (nova) casa portuguesa, com certeza”, desenvolvido pela Leroy Merlin em Portugal e que teve como objectivo conhecer a forma como os portugueses olham para o espaço da casa. “Precisamente por sabermos do impacto destas novas dinâmicas de viver a casa, decidimos auscultar os portugueses e conhecer, de facto, as suas preocupações sobre a casa para garantir que continuamos a ser uma marca com uma proposta relevante e actual. Este estudo que agora apresentamos assinala a nossa determinação em aproximar a marca da vida dos portugueses”, refere João Lavos líder Desafio Marca, Impacto Positivo e Serviços da Leroy Merlin.

Depois de um período de confinamento, em que a casa passou a ser uma peça central na vida das pessoas, este estudo pretendeu compreender se os portugueses valorizam a casa que têm, como idealizam a sua casa no futuro, os hobbies que surgiram relacionados com a casa e como pretendem melhorar a gestão deste espaço.

Cerca de 60% da população inquirida refere que passou a dar mais valor à sua casa hoje em dia. Em termos de desafios, a principal dificuldade que o contexto pandémico veio trazer foi o equilíbrio entre o espaço pessoal e profissional, sendo que apenas 45% dos portugueses sentem que a casa é um lugar onde conseguem conciliar a vida pessoal e profissional. Sobre este equilíbrio, é a faixa etária mais jovem (dos 18 aos 25 anos) onde esta conciliação parece ser mais fácil.

Olhando para a casa do futuro, mesmo estando no top of mind a necessidade de fazer remodelações e ajustes nas suas habitações próprias, 54% dos portugueses afirmam que vão continuar a habitar a casa onde já vivem. A faixa etária mais jovem, por seu lado, considera mais a hipótese de mudar de casa, privilegiando um espaço mais eficiente, mais sustentável e que tenha, sobretudo, um espaço dedicado a convívios sociais.

Por ser hoje um lugar de destaque nas suas vidas, o conforto é uma das prioridades dos portugueses em termos de melhorias no espaço da casa. 60% dos portugueses pretendem actualizar a decoração do espaço para tornar a casa mais acolhedora, ao passo que 54% consideram mais prioritário melhorar a eficiência energética da casa (por exemplo, ao nível do isolamento térmico e acústico, energia solar, etc.). De destacar ainda que 47% dos portugueses pretendem remodelar alguma divisão tendo em conta as novas necessidades.

E quando pretendem fazer estas remodelações? 46% dos portugueses apontam fazer este investimento na casa num período de seis meses a um ano, apostando essencialmente na decoração do espaço, na optimização energética e na reestruturação das divisões – de modo a satisfazer as novas necessidades que o contexto pandémico acarretou consigo.

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Presidente da ANA admite Aeroporto em 2035

O presidente da ANA salienta que se tivesse sido cumprido o acordo assinado com o Governo em 2016, que previa a construção do novo aeroporto no Montijo, em 2024 o país teria “uma nova infra-estrutura aeroportuária”

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Se tomarmos em conta que a instalação do novo aeroporto do Montijo está decidida desde 2015, segundo o que fora então formalizado pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho e pelo então ministro das Infra-estruturas, Sérgio Monteiro, na melhor das hipóteses a obra estará finalizada num prazo de 20 anos. É esse o entendimento do actual presidente do conselho de administração da ANA, a empresa que gere os aeroportos nacionais que assegura que dificilmente haverá novo aeroporto antes de 2035. Na conferência Dia Mundial do Turismo, organizada pela Confederação Portuguesa do Turismo, José Luís Arnaut falou de uma situação “esquizofrénica”, em que existe um concessionário que quer investir e há “um conjunto de vicissitudes externas e de constrangimentos de contexto” que não permitem avançar. “A única solução que tem declaração de impacte ambiental é o Montijo, que pode ser construída amanhã. De Alcochete não sabemos e a nova versão do Montijo também não. Portanto, é preciso que haja esse estudo, que o poder político e os partidos se entendam sobre a convergência e nos dêem a possibilidade e nos deixem construir”, frisou.

Avaliação estratégica
O Governo lançou este ano uma avaliação ambiental estratégica para comprar três soluções possíveis: Montijo como aeroporto complementar (que chegou a ter autorização ambiental), Montijo como aeroporto principal e manutenção da Portela e Alcochete como o novo aeroporto construído de raiz e em substituição da Portela. No entanto, para executar esta avaliação, o Ministério das Infraestruturas evitou recorrer ao LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil), optando por um concurso público internacional a lançar pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes, cujo calendário não é conhecido. O presidente da ANA salienta que se tivesse sido cumprido o acordo assinado com o Governo em 2016, que previa a construção do novo aeroporto no Montijo, em 2024 o país teria “uma nova infraestrutura aeroportuária”.

“A TAP e Portugal precisam de um novo aeroporto”, sustentou José Luís Arnaut, salientando que 95% dos turistas chegam a Portugal de avião e sem uma nova infraestrutura “o turismo não cresce”. Com o novo aeroporto, acrescenta, Lisboa poderia receber anualmente mais 10 milhões de passageiros, “que se perdem, o que é um valor económico imensurável”. Salientando que não há “soluções perfeitas”, o responsável máximo da ANA pede uma solução para um equipamento que “é necessário e torna-se urgente”. Sobre o movimento actual de passageiros, o presidente da ANA adiantou que nos meses de Julho e Agosto os aeroportos portugueses estavam a 66% do tráfego registado em 2019. A Madeira e Açores são casos de “recuperação fantásticos”, com 95% e 87%, respectivamente, “quase ao nível de 2019”, e o Porto já vai nos 65%. “Lisboa está a recuperar bem, com 54%, e Faro, com a limitação dos ingleses, tem ainda alguma dificuldade, mas queremos crescer mais e há capacidade de crescer mais. Os turistas se não vierem para Lisboa vão para outro sítio”, defendeu José Luís Arnaut.
Obra concluída antes de 2035

Quem, no entanto, assegura que Lisboa terá novo aeroporto antes de 2035 é Pedro Nuno Santos. O ministro das Infraestruturas e da Habitação assegura que o futuro aeroporto vai ser construído antes de 2035, ao contrário do que admitiu o presidente da ANA. "Eu não sei qual é a ideia do presidente da ANA, mas o aeroporto vai ter que estar feito antes. Não sei quando, não vai ser é em 2035, de certeza absoluta", diz Pedro Nuno Santos, depois de lembrar que está em causa o interesse público. "Temos que entender que a ANA é uma empresa privada e tem os seus próprios interesses - e nós respeitamos os interesses das empresas privadas - mas, obviamente, estamos aqui a falar de um grande interesse público", sublinha o ministro. O ministro Pedro Nuno Santos lembra que a decisão de construir o novo aeroporto no Montijo estava tomada, mas não pôde avançar porque houve o veto de dois municípios, de acordo com o que está previsto na lei, uma lei que considerou "errada".

"Nós defendemos a alteração da lei, mas não temos maioria absoluta. Conseguimos o acordo do PSD para proceder à alteração da lei, mas o PSD exigiu uma avaliação ambiental estratégica [que irá avaliar vantagens e desvantagens da construção do futuro aeroporto no Montijo e em Alcochete]. E é isso que nós vamos ter que fazer, uma avaliação ambiental estratégica, para conseguirmos o consenso que permita alterar a lei", disse Pedro Nuno Santos. "Essa avaliação ambiental estratégica levará tempo", acrescentou Pedro Nuno Santos, reafirmando, no entanto, a ideia de que a construção do novo aeroporto deverá avançar muito antes de 2035, ao contrário do que sugeriu o presidente da ANA. Em entrevista à Lusa, concedida recentemente, o presidente da Confederação do Turismo de Portugal disse sentir "vergonha" quando se discute o assunto aeroporto, um dos que mais preocupa os seus associados - a par da TAP -, pedindo, por isso, um "pacto de regime" de "uma vez por todas". As declarações do presidente da gestora dos aeroportos nacionais surge numa altura em que foi conhecida a decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada, que indeferiu uma providência cautelar relativa à Declaração de Impacte Ambiental (DIA) do aeroporto no Montijo, mas, segundo o advogado do processo, a sentença "arrasa por completo a opção da localização".

Providência desde 2019
Em Dezembro de 2019, o grupo de cidadãos Negociata - Ninguém Espera Grandes Oportunidades Com Investimentos Anti-Ambiente - interpôs uma providência cautelar para suspender a Avaliação de Impacto Ambiental relativa ao novo aeroporto do Montijo e requereu que não fosse emitida a Declaração de Impacte Ambiental (DIA). A DIA foi emitida pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) em Janeiro e, o mesmo grupo, pediu que o procedimento cautelar fosse ampliado também à decisão da APA. Agora, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada indeferiu a providência cautelar, mas, segundo o advogado do processo, Miguel Santos Pereira, a fundamentação da decisão "é uma verdadeira sentença de morte para a opção de localização".

“Sem especial urgência”
A providência cautelar, explicou, foi indeferida porque não existe especial urgência nem danos para a população, uma vez que o processo está parado, tendo o Governo anunciado uma avaliação ambiental estratégica. Contudo, Miguel dos Santos Pereira considera que a decisão "arrasa por completo com a opção da localização no Montijo, entendendo o tribunal que a declaração de impacto ambiental nunca poderia ter sido favorável". "Pese embora o tribunal entenda que a declaração de impacto ambiental nunca poderia ter sido favorável, nós vamos analisar se faz ou não sentido recorrer porque é manifesta a procedência na acção principal e o tribunal podia ter suspendido e acabado com o tema desde já", disse. Miguel dos Santos Pereira refere ainda que o grupo de cidadãos pode também optar por avançar com outro procedimento cautelar mal seja colocada a primeira pedra. "O que fica claro de uma vez por todas, e com a chancela do tribunal, é que a opção não cumpre os requisitos legais.

Os que entenderam que a opção tinha viabilidade estão enganados e, como é o mesmo tribunal e a mesma juiz que vai decidir a acção principal, ficou claro que o aeroporto do Montijo não vai por diante", frisou. "Podem agora, o Estado e a ANA, pedir pareceres jurídicos, podem fazer o que quiserem, mas o aeroporto do Montijo, com esta decisão, fica claro que está sentenciado de morte e terá de ser colocado noutro sítio", salientou. Na sentença, a juíza escreve que "a escolha do local na Base Aérea do Montijo descura de modo evidente e manifesto os impactos ambientais, quer na fase de construção, quer na fase de exploração, nas áreas sensíveis legalmente protegidas, de importância nacional, comunitária e internacional, impactos esses que são, designadamente, a vasta destruição no local, na fase da construção e a sua afectação irremediável no futuro durante os cinquenta anos da fase de exploração, sem qualquer possibilidade de reconstituição in natura, desde que comece a fase de construção".

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Troféus dos Prémios CONSTRUIR 2020 estão entregues (c/ galeria de imagens)

Num almoço intimista, que decorreu na Pousada de Lisboa, unidade hoteleira promovida pelo Grupo Pestana, foram entregues os troféus para empresas, obras e personalidades que mais se distinguiram em 2019 e que haviam sido reconhecidos pelos leitores e subscritores do jornal CONSTRUIR como os melhores do ano

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Depois de um longo interregno, provocado pela situação pandémica que limitou fortemente as iniciativas promovidas pelas empresas, estão formalmente entregues os prémios CONSTRUIR 2020.

Num almoço intimista, que decorreu na Pousada de Lisboa, unidade hoteleira promovida pelo Grupo Pestana, foram entregues os troféus para empresas, obras e personalidades que mais se distinguiram em 2019 e que haviam sido reconhecidos pelos leitores e subscritores do jornal CONSTRUIR como os melhores do ano.

Recorde a lista completa de vencedores

ARQUITECTURA
Melhor Projecto Público
Parque Estacionamento da Caldeiroa - Pitagoras Arquitectos

Melhor Projecto Privado
World of Wine - Broadway Malyan

Melhor Projecto Reabilitação
Faria Palace – Eduardo Souto de Moura

Melhor Atelier
Pitagoras Arquitectos

ENGENHARIA
Melhor Projecto Público
Ponte Pedonal Arouca 516 – Itecons


Melhor Projecto Privado

Castilho 203 - PMP Consultores

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Castilho 203 – Afaplan

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Melhor Construtora
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Prémio Internacionalização
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Melhor Edifício de Escritórios

Porto Office Park - Grupo Violas Ferreira

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Concurso para ampliação do Hospital de Setúbal lançado esta semana pelo valor de 17,2 M€

Concurso internacional para a construção de um novo edifício para realojar as urgências e o Hospital Ortopédico Sant’Iago do Outão deverá estar concluído até 2023

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A administração do Centro Hospitalar de Setúbal anunciou esta quarta-feira, dia 13 de Outubro, que até ao fim desta semana será lançado um concurso internacional para a construção, até 2023, de um novo edifício para realojar as urgências e o Hospital Ortopédico Sant’Iago do Outão, segundo o jornal O Setubalense. O concurso terá o valor de 17,2 milhões de euros.

Durante uma audição no parlamento, Manuel Roque, presidente do Conselho de Administração afirmou que “o estrangulamento que mais problemas tem causado ao hospital é a exiguidade” das instalações do seu serviço de urgência, pelo que a construção de um novo serviço tem sido a prioridade na estratégia da administração.

Manuel Roque salientou que “não foi fácil”, mas foi conseguido que os ministérios da Saúde e das Finanças concordassem “com a ampliação do hospital e com a reinstalação dos seus serviços de urgência” pediátrica, geral e obstétrica num novo edifício, cujo “concurso público internacional será lançado até ao final desta semana”.

“A opção do nosso accionista foi de dotar o hospital de um edifício que albergasse e que resolvesse os dois problemas: por um lado reinstalasse o hospital do Outão e também resolvesse os problemas da urgência”, disse.

De acordo com o gestor, o concurso terá o valor de 17,2 milhões de euros, num investimento que se prolongará até 2023.

“Estes 17 milhões de euros tiveram um primeiro encaixe financeiro no hospital de 1,7 milhões de euros, que já temos no nosso capital estatutário. Os restantes estão previstos no Orçamento do próximo ano, sendo que a obra acabará no início do ano de 2023. Quer dizer que no ano de 2023 o hospital terá um novo edifício de expansão da sua actividade e, sobretudo, de relocalização dos seus serviços”, acrescentou.

O Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Setúbal foi ouvido no parlamento sobre as dificuldades que está a enfrentar, a requerimento do PCP e do PSD. Os deputados pretendem ainda explicações do director clínico do centro hospitalar, Nuno Fachada, que se demitiu, alegando falta de condições, nomeadamente, nos serviços de urgência, nos blocos operatórios, na oncologia, na maternidade e na anestesia, entre outros.

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Brexit: Certif firma acordo com BBA para atribuição da marca UKCA

Acordo visa produtos de construção, para os quais a marcação CE deixa de ser reconhecida no Reino Unido a partir de 1 de Janeiro de 2023

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A CERTIF estabeleceu um acordo com o BBA – British Board of Agreement, seu congénere britânico, com vista à atribuição a produtos de construção da marcação UKCA, a qual, em consequência do Brexit, vai substituir a marcação CE no Reino Unido e tornar-se indispensável à circulação de produtos naquele espaço económico.

A marcação CE é uma exigência legal e tem como principal objectivo o facilitar a livre circulação no Espaço Económico Europeu, indicando que o produto onde está afixada cumpre com o desempenho declarado pelo fabricante.
O acordo cobre apenas os produtos de construção no âmbito do respectivo Regulamento e aplica-se a qualquer certificado que a CERTIF tenha emitido. A marcação UKCA aplica-se aos produtos que estão no âmbito da marcação CE, sendo as regras técnicas idênticas.

Nos termos do acordo, as auditorias realizadas pela CERTIF são aceites pelo BBA, e vice-versa, havendo apenas a pagar custos relativos ao acompanhamento e análise da documentação técnica.

O prazo para resolver estes processos depende da disponibilidade de cada organismo e da necessidade de uma maior ou menor análise técnica, que terá sempre de ser feita. O importante é que as empresas tenham o seu processo concluído antes do momento de responder a concursos ou pedidos de propostas.

Segundo dados de 2017, o Reino Unido produzia a maior parte (75%) dos produtos de construção que utilizava, mas, relativamente aos produtos importados, 60% eram provenientes de países da União Europeia.

Nos acordos do Brexit foi fixado o final de 2021 como o período em que, para produtos de construção, a marcação CE continuaria a ser aceite, e a partir de Janeiro de 2022 só a marcação UKCA seria aceite. Contudo, legislação recente prorrogou essa entrada em vigor para 1 de Janeiro de 2023.

Em Portugal, a Certif é líder na marcação CE para produtos de construção, sendo o único organismo notificado para um vasto âmbito de normas, o que lhe permite responder às necessidades de muitas empresas portuguesas que, de outra forma, teriam de recorrer a organismos estrangeiros. Os cerca de 50 novos certificados emitidos no primeiro semestre mostram, igualmente, uma procura por parte de empresas estrangeiras de vários países. A facturação directa da Certif no estrangeiro no primeiro semestre foi de 43,5%.

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Consignado à Sacyr Somague último troço da Linha da Beira Alta

Com o início desta empreitada, a IP está actualmente a realizar obras de requalificação integral e modernização no valor de cerca de 300 milhões de euros, numa extensão de cerca de 190 quilómetros da Linha da Beira Alta

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A empreitada de modernização do último troço da Linha da Beira Alta, entre Santa Comba Dão e Mangualde, para o transporte de mercadorias em Portugal. adjudicada consórcio Sacyr Somague/Sacyr Neopul envolve a requalificação integral do troço com 40 quilómetros de extensão, entre as estações ferroviárias de Santa Comba Dão e de Mangualde, dotando a via-férrea de maior capacidade operacional e melhores condições de segurança e circulação, beneficiando o transporte de mercadorias e de passageiros nas ligações inter-regionais. Representando um investimento de 57,6 milhões de euros, esta obra é desenvolvida no âmbito do Programa de modernização da Rede Ferroviária Nacional, Ferrovia2020.

A formalização do contrato contou com a presença do secretário de Estado das Infraestruturas, Jorge Delgado. “O simbolismo deste dia significa que hoje temos a Linha da Beira Alta, todo o corredor internacional Norte, em fase de obra. Já não há dúvidas sobre o que está no terreno. Temos o grande objectivo de conclusão deste projecto até 2023 e, conseguindo consignar mais este troço, mantemos a nossa expectativa de o conseguir”, sublinhou o responsável.

“A importância da obra é enorme porque, com este tipo de obras, vamos conseguir dinamizar de uma forma particularmente relevante todo o transporte de mercadorias em Portugal. São os corredores Sul e Norte, que vão ampliar de uma forma enorme a capacidade de transporte de mercadoria por via ferroviária”, afirmou secretário de Estado das infraestruturas.

Com o início desta empreitada, a IP está actualmente a realizar obras de requalificação integral e modernização no valor de cerca de 300 milhões de euros, numa extensão de cerca de 190 quilómetros da Linha da Beira Alta.

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Tecniarte escolhida para a construção do ‘The Coral” em Cascais

Empreendimento é promovido pelo grupo Bondstone, através da sua marca Louvre Properties. A conclusão da obra está prevista para o último trimestre de 2023

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O grupo Bondstone, através da sua marca Louvre Properties, iniciou a construção do seu primeiro projecto residencial em Cascais, na zona da Gandarinha, cuja obra está a cargo da Tecniarte.

O The Coral, que representa um investimento de 15 milhões de euros, conta já com mais de 50% de unidades reservadas. A conclusão da obra está prevista para o último trimestre de 2023.

O empreendimento residencial será composto por 15 unidades exclusivas com tipologias T1 a T4, que se dividem entre “prime, sky, city e ocean view flats”, “green villas” e “penthouse”- com vistas desafogadas e de mar nos pisos superiores e algumas unidades com jardim e piscina privativos, a fazer lembrar a vivência de uma moradia.

O The Coral conta com o design contemporâneo da PMC Arquitectos, que apresenta no seu portfólio diversos projectos de elevada qualidade arquitectónica. Para este projecto, o gabinete apostou numa matriz geométrica de volumes, ângulos e sombras. A integração com a envolvente foi primordial e a atenção aos detalhes um compromisso, destacando a fachada em betão pigmentado, que recupera o tom terracota típico da região.

Paulo Loureiro, fundador e CEO do grupo Bondstone destacou a aceitação do mercado imobiliário ao The Coral, com o ritmo de vendas a acelerar no último trimestre, tendo em conta “tratar-se de um projecto intemporal, concebido para responder às necessidades do mercado nacional e internacional”.

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BorgWarner arranca com nova unidade em Viana do Castelo

A nova fábrica vai ficar instalada no Parque Empresarial de Lanheses. A conclusão da empreitada, a cargo da construtora Garcia Garcia, está prevista para 2022 e permitirá criar cerca de 300 novos postos de trabalho na região

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Já começaram os trabalhos de construção da nova unidade industrial em Portugal da BorgWarner, grupo norte-americano especialista na produção de componentes para a indústria automóvel.

A nova fábrica da Borgwarner, vai ficar instalada no Parque Empresarial de Lanheses, em Viana do Castelo, uma localização próxima à unidade do grupo já existente no mesmo parque. Será um edifício industrial com cerca de 17 mil m2, concebido para obtenção da Certificação LEED. A conclusão da empreitada, a cargo da construtora Garcia Garcia, está prevista para 2022 e permitirá criar cerca de 300 novos postos de trabalho na região.
A cerimónia de lançamento da primeira pedra, que assinala o início dos trabalhos, contou com a presença do primeiro-ministro, António Costa, do presidente cessante da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa, e de Luís Nobre, eleito em Setembro, assim como dos responsáveis da BorgWarner.

Com know-how comprovado, traduzido num vasto portefólio e do qual fazem parte nos últimos anos vários projectos em que predominou o investimento estrangeiro, a Garcia Garcia volta a associar-se a uma grande multinacional que mantém a sua aposta em Portugal. Em 2014, a BorgWarner confiou à construtora portuguesa o projecto e construção do seu complexo industrial em Viana do Castelo, assinalando um marco para a região. O projecto, na altura reconhecido como de Potencial Interesse Nacional (PIN), permitiu à multinacional norte-americana aumentar a sua capacidade e flexibilidade produtiva em Portugal.

Dando agora continuidade ao trajecto, a BorgWarner renova a confiança na Garcia para o projecto e construção de uma nova unidade industrial, que será dedicada à produção de motores eléctricos. A construtora participa, assim, em mais uma obra para o ramo automóvel na região de Viana do Castelo, onde está instalado um verdadeiro cluster de empresas do sector.

O Grupo BorgWarner é líder mundial em soluções de tecnologia limpa e eficiente para veículos de combustão, híbridos e eléctricos. Com fábricas e instalações técnicas em 96 localizações, distribuídas por 24 países, a empresa emprega cerca de 50 mil pessoas. Em Portugal, a

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Prémio Tektónica Inovação 2021

O prémio Tektónica Inovação é atribuído anualmente a produtos cuja inovação é evidenciada através das vertentes técnica, funcional ou estética. Este ano foram quatro as empresas distinguidas no certame

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À semelhança do que vem acontecendo desde 2000, antes do fecho do evento, que decorreu entre 6 e 9 de Outubro, foi entregue o Prémio Tektónica Inovação, o qual tem como objectivo premiar e destacar empresas e entidades que trabalham em benefício do sector da Construção. O prémio Inovação é atribuído anualmente a produtos cuja inovação é evidenciada através das vertentes técnica, funcional ou estética.

Na edição de 2021 do certame, o Prémio Inovação foi atribuído às coberturas de piscinas da RJB Home, um produto “seleccionada em unanimidade pelo seu engenho numa perspectiva funcional e estética”.

O júri, constituído por representantes da AECOPS, do Laboratório Nacional de Engenharia, e da Ordem dos Engenheiros, da Ordem dos Arquitectos e da Universidade Lusófona decidiu ainda atribuir menções honrosas à BloomWall – Hortas e Jardins Verticais, da Biohome Lda, à Energie Smart Control, da Energie EST. Lda, e à Cobiax CLS – Módulos de Plástico da Ferca – Construções Racionalizadas e Estruturas SA.

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“2022 será o ano de afirmação”

Constituída em plena pandemia, a Fundação Mestre Casais participa em estudos, firma parcerias, organiza conferências e está a preparar o lançamento de prémios e ensaios. O seu director executivo, José Gomes Mendes, refere que este é só um ano de arranque. Já 2022, esse será o ano de afirmação, na sua dimensão temática e nacional

Completados quatro de meses de actividade, José Gomes Mendes, director executivo da Fundação Mestre Casais fala sobre os projectos já em curso pela entidade que lidera e que se desenvolvem em torno de três áreas críticas da sustentabilidade: ambiente, sociedade e governação.

Que papel está reservado à Fundação Mestre Casais?
A criação da Fundação era um desejo de longa data da família do Mestre Casais. Em 2021, esse desígnio foi concretizado pelo Grupo Casais, enquanto entidade instituidora, com o objectivo de nela reflectir a vontade e os valores da família que, desde há três gerações, lidera e desenvolve um universo empresarial, hoje presente em mais de 15 países.
A Fundação tem por missão central a promoção da sustentabilidade, através da geração e partilha de novo conhecimento, do debate independente e do reconhecimento dos bons exemplos, contribuindo para uma sociedade melhor preparada para enfrentar os desafios ambientais, climáticos, sociais e humanos e económicos.

Qual o plano de acção para 2021 – 2023 e quais suas áreas prioritárias? E qual o montante do orçamento previsto?
No plano estratégico está previsto um conjunto alargado de actividades que se podem tipificar em seis categorias: o programa de estudos, os prémios, as bolsas de estudo, as conferências e seminários, os debates e a produção e divulgação de conteúdos, incluindo publicações. Estas actividades expressam-se no âmbito das três áreas críticas da sustentabilidade: a ambiental e climática; a social e humana; e a financeira e de governação. Considerando tratar-se do ano de arranque, ainda por cima em contexto de pandemia, foi constituído um fundo inicial de 300 mil euros.

Enquanto instituição, como está organizada a Fundação e dá emprego a quantas pessoas?
A Fundação tem um Conselho de Administração constituído por cinco membros da segunda geração da família, que tem a responsabilidade estatutária de definir e aprovar a estratégia. O trabalho de liderança das operações está a cargo do Director Executivo. Nesta fase inicial estamos a contratar ao exterior os serviços necessários para a operação, tendo também a colaboração de alguns quadros do Grupo Casais.

As prioridades na agenda

Que actividades estão já programadas?
Este é um período muito particular, devido à pandemia, pelo que nos temos dedicado muito às questões da organização. Mesmo assim, arrancaram já dois projectos de estudo, um sobre a descarbonização das frotas de transporte urbano em Portugal e um segundo sobre a qualidade do ar exterior. Também fechámos um acordo com uma editora para a criação da colecção de ensaios sobre sustentabilidade e estamos a preparar o lançamento dos prémios de jornalismo para a sustentabilidade.

Organizaram já duas conferências, uma delas sobre financiamento de projectos, as PME podem encontrar na Fundação um interlocutor válido?
A conferência inaugural foi um sucesso e reflectiu bem o espírito da fundação. Numa mesa redonda, juntámos actores do sector social, das empresas e do ambiente, naquilo que foi um debate aberto e inspirador. Já em Setembro organizámos na Greenfest uma sessão sobre o financiamento de projectos de sustentabilidade, com a participação do Fundo Ambiental e dos EEA Grants. O nosso propósito é dar a conhecer estas possibilidades e não prestar serviços directos a empresas.

Sobre os dois estudos em curso: porquê começar por estas áreas? Noto uma proximidade à sua área de investigação, na Universidade do Minho.
O Protocolo com a Ordem dos Engenheiros visa uma colaboração mais próxima com esta importante entidade e materializa-se no projecto da rede experimental de sensores de avaliação da qualidade do ar exterior. Quanto ao estudo da descarbonização do transporte urbano, estamos a desenvolvê-lo com a participação do Instituto da Mobilidade e Transportes, com os operadores e com os fabricantes de veículos. Trata-se de oportunidades que surgiram em áreas críticas da sustentabilidade e o facto de eu ter sido investigador nestes domínios não é de todo limitador da nossa acção.

Lançada a instituição, formadas as primeiras parcerias e colaborações, o que se segue?
O ano de 2022 será o da afirmação da Fundação, na sua dimensão temática e nacional. Iremos percorrer o país com debates sobre sustentabilidade, continuaremos a desenvolver o plano de estudos e conferências, iniciaremos a publicação da colecção de ensaios e começaremos as obras da nossa sede, num imóvel que está já destinado para o efeito.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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