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Dstgroup desenvolve projectos de inovação e desenvolvimento

São cinco os projectos que o grupo está a desenvolver em conjunto com diversas instituições científicas. O investimento ascende a 18 M€

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Dstgroup desenvolve projectos de inovação e desenvolvimento

São cinco os projectos que o grupo está a desenvolver em conjunto com diversas instituições científicas. O investimento ascende a 18 M€

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papa

Economia Circular, descarbonização de cidades, gestão sustentável de energia e monitorização
dos oceanos e do espaço estes são os temas que fazem parte da agenda científica do grupo e
que estão a ser desenvolvidos pelas diferentes empresas do grupo, em colaboração com
diferentes universidades e institutos e com o apoio de fundos comunitários. No seu conjunto, o
valor do investimento no desenvolvimento destes cinco projectos ronda os 18 milhões de
euros, suportados sobretudo por fundos comunitários. Destes, 2,7 milhões de euros são
financiados directamente pelo grupo empresarial.
Os trabalhos nos diferentes projectos vão decorrer durante os próximos três anos e envolvem
uma estreita colaboração em rede com 36 parceiros, envolvendo empresas e instituições
ligadas ao sistema científico e tecnológico nacionais e internacionais.
O grupo liderado por José Teixeira assume a liderança de quatro dos cinco projectos de
investigação, através das subsidiárias dst (construção civil e obras públicas), dstsolar (energias
renováveis) e dstelecom (telecomunicações), em rede com as empresas innovationpoint e
bysteel fs, ambas do universo do dstgroup. Para o presidente do conselho de administração do
grupo o investimento nestes cinco projectos é “um reflexo da inquietude e da exploração de
novos modelos de negócio por parte do dstgroup mas também um reconhecimento da
capacidade de inovação nas áreas de fronteira do conhecimento”, sublinha.

A economia circular na mira do CirMAT
Aprovado ao abrigo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu – EEA Grants, no
âmbito do Programa Ambiente, o projeto CirMat – CIRcular aggregates for sustainable road and
building MATerials, tem como alvo o aproveitamento dos resíduos resultantes da construção e
demolições no desenvolvimento de novos produtos. Um projecto tanto mais importante se
pensarmos no impacto que a actividade do sector da construção tem na utilização de matérias
primas e na produção de resíduos. A maior parte da operação das empresas do sector da
construção, assenta na utilização de betões estruturais e de betões betuminosos, os quais em
parte devido à produção em grande escala do sector, apresentam uma utilização intensiva de
matérias-primas e recursos energéticos, bem como a distinção dúbia de serem um dos maiores
contribuintes para as emissões de CO2. Segundo a Quercus o “sector da construção é
responsável por enormes impactes. Desde a produção dos materiais até a execução da obra e a
sua operação ao longo da vida útil do edifício, o sector apropria-se de cerca de 75% de tudo
que é extraído da natureza. Destes 75%, apenas entre 25% a 50% são realmente utilizados,
sendo que quase metade é desperdiçado, através da geração de resíduos. Ainda, no fim de via
útil de um edifício, este é demolido, enviando toneladas de resíduos para aterro.”
“O principal objetivo do CirMAT é o desenvolvimento de materiais de construção inovadores a
partir de resíduos de construção e demolição e de subprodutos, para demonstrar a sua
aplicação em edifícios e infraestruturas de vias de comunicação. A par disso, propõe-se
comunicar as vantagens ambientais, económicas e sociais deste tipo agregados circulares,
nomeadamente através do desenvolvimento de Declarações Ambientais de Produto, e
desenvolver processos de fabrico associados a uma escala industrial”, explica o grupo em
comunicado.
O CirMAT é coordenado pela construtora dst, em conjunto com dois parceiros portugueses, a
Universidade do Minho e o Instituto Superior Técnico, e um parceiro norueguês, a Norwegian
University of Science and Technology. O projeto CirMat é cofinanciado pelo Mecanismo
Financeiro do Espaço Económico Europeu – EEA Grants, no âmbito do Programa Ambiente.

Das profundezas dos oceanos à superfície do globo
Através da dstelecom, a empresa do grupo que desenvolve serviços e soluções de fibra óptica
para os operadores de telecomunicações, o dstgroup participa e coordena, em parceria com
entidades do sistema científico e tecnológico nacional e o MIT Portugal, o projecto K2D, o
acrónimo de Knowledge and Data from the Deep to Space. A investigação, a ser desenvolvida
no âmbito do Programa MIT Portugal, “corresponde ao desafio de garantir a evolução
sustentável da terra, através da monitorização dos sistemas terrestres, antecipando as suas
falhas críticas”.
O K2D propõe-se desenvolver um “conjunto sinérgico de componentes, incluindo componentes
eletrónicos e Veículos Submarinos Autôóomos, que permitam a recolha económica de dados
extensos e complexos dos oceanos, incluindo variáveis físicas, químicas, biológicas e
ambientais. Para tal, informação acústica e o DNA ambiental serão combinados com outras
fontes de dados, para além de modelação avançada de Geoinformática hibridizada com
ferramentas de Inteligência Artificial para enriquecer modelos de informações geoespaciais e
temporais, para descrever e antecipar padrões de saúde anormais e actividades humanas,
principalmente aquelas mais propensas a riscos e eventos extremo”.
Outra área de investigação onde a empresa de redes de nova geração está envolvida é no
projeto Aeros Constellation, também desenvolvido sob a égide do MIT Portugal, que “objectiva
o desenvolvimento de uma plataforma nano satélite como um precursor de uma futura
constelação para explorar, monitorizar e valorizar os oceanos e o espaço, de uma forma
sustentável, e assim alavancar as sinergias científicas e económicas”. O projecto ambicioso é
coordenado pela EDISOFT e nele participação outras dez entidades, para além da própria
dstelecom.

Energias renováveis no topo da agenda
Numa altura, em que as questões relacionadas com a eficiência energética estão no topo das
agendas, a gestão da energia é chave para dois últimos projectos de investigação em que o
grupo de Braga está envolvido. Através da dstsolar, o grupo é líder dos projetos de investigação
Baterias 2030 e Building HOPE.
O primeiro é um projecto mobilizador no âmbito do Portugal 2020 e está alicerçado nos guias
estratégicos nacional e europeu para a descarbonização das cidades, através da integração de
energias renováveis e mobilidade eléctrica, propondo o desenvolvimento das baterias do
futuro, catalisadores da produção eléctrica descentralizada sustentável e autossuficiente.
Complementarmente, o projecto visa a conceção e desenvolvimento de tecnologias
relacionadas com novas abordagens à produção descentralizada de energia renovável e
plataformas que visam uma utilização eficiente da energia, numa lógica de comunidades
energéticas.
O Building HOPE, desenvolvido em copromoção com a Carnegie Mellon University, ao abrigo
do Portugal 2020, e com a participação da innovationpoint, o objectivo é o de desenvolver e
validar uma ferramenta para Otimização Holística de Energia Presumida de edifícios, que
permita redefinir as práticas de gestão de energia de edifícios, no contexto de ambientes
urbanos inteligentes. A tecnologia resultante deste projecto adicionará novas dimensões ao
conceito de gestão de energia e ampliará as capacidades dos sistemas de gestão de energia.
Os projectos Baterias 2030, Building HOPE, K2D e AEROS Constellation são cofinanciados no
âmbito do Portugal 2020, pelo Programa Operacional Competitividade e Internacionalização e
pelo Programa Operacional Regional de Lisboa através do Fundo Europeu de Desenvolvimento
Regional (FEDER).

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A Mapei confirma a sua aposta na 10ª edição da Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa

Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa

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Um evento dedicado aos temas da reabilitação, construção e sustentabilidade, tendo um destaque especial para Lisboa, cidade das pessoas, cidade de Bairros!

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Investimento e desenvolvimento da eficiência: fatores incontornáveis para a Schindler

A resposta para um mundo mais eficiente reside efetivamente numa aposta na
inovação como meio para alcançar produtos mais sustentáveis.

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Uma das líderes mundiais em mobilidade urbana e transporte vertical, na Schindler as nossas soluções de mobilidade urbana transportam diariamente mais de mil milhões e meio de pessoas em todo o mundo. Por isso temos um forte e firme compromisso com a qualidade e uma atenção inflexível à segurança. Os nossos valores estão subjacentes a tudo o que fazemos e são fundamentais para mantermos a nossa posição na indústria da mobilidade.

O nosso objetivo passa sempre por oferecer um valor inigualável aos nossos Clientes e para isso temos que acrescentar qualidade e performance a todos os edifícios com que trabalhamos hoje em dia e estar preparados para fazer com que os edifícios do futuro, ainda mais complexos, funcionem melhor.

Os maiores desafios com que atualmente a Schindler se confronta prendem-se com a responsabilidade e a capacidade de adaptação no setor em que opera. Para se manter na vanguarda da inovação e da qualidade, apostamos numa linha de produtos suscetíveis de obter classificação “A”, a mais elevada em eficiência energética, como resultado da utilização de tecnologia de recuperação de energia, o que permite aumentar o valor do imóvel no mercado atual e melhorar consideravelmente as condições de conforto para os utilizadores.

Temos sempre em mente que as opções do futuro devem ser sustentáveis, devendo incorporar inovação, pelo que o investimento e o desenvolvimento da eficiência são fatores incontornáveis para a Schindler. O resultado é uma geração de variadores de frequência com regeneração, com os quais se recupera energia, adicionando uma poupança extra. Deste modo, a empresa reformulou toda a produção, de modo a obter níveis de sustentabilidade elevados, durante todas as fases de desenvolvimento dos produtos, realizando avaliações do ciclo de vida dos componentes, para uma melhoria contínua da rentabilidade e disponibilidade do equipamento.

Por outro lado, a preocupação pelo meio ambiente converteu-se numa necessidade primordial que vai além do desenvolvimento de produtos e serviços, mas também em aspetos como a análise do ciclo de vida ou da pegada de carbono. A sustentabilidade não pode ser apenas um statement corporativo, mas um compromisso sério com a sociedade, planeta e as gerações futuras. É por este motivo que neste campo de atuação a Schindler planeia e implementa soluções concretas, que sejam mensuráveis. Procuramos a redução da pegada de carbono através da frota mundial de veículos, sendo que nos últimos anos a Schindler conseguiu reduzir a emissão de carbono face aos anteriores. Esta preocupação ambiental reflete-se de uma forma natural mas com um total alinhamento de todo o Grupo Schindler. Do nosso ponto de vista, a tecnologia é o principal motor do desenvolvimento sustentável. E como temos referido, a aposta está na interligação entre digitalização e descarbonização para, em conjunto com os nossos Clientes, moldarmos as cidades do futuro, proporcionando uma mobilidade urbana inteligente e sustentável. Concretamente, cada nova geração de produtos Schindler proporciona maior eficiência energética e de recursos.

Neste sentido, os nossos equipamentos de transporte vertical mais inteligentes são capazes de gerir o tráfego de pessoas num edifício, com o intuito de distribuir os fluxos de passageiros de forma mais apropriada, reduzindo as viagens desnecessárias e, consequentemente, a utilização de energia. Do mesmo modo, também é possível ativar modos ECO, que reduzem o consumo do equipamento quando o fluxo de pessoas é menor, sendo que existem também ferramentas regenerativas capazes de recuperar parte da energia investida na movimentação dos sistemas. Por outro lado, com o objetivo de cumprir o seu papel para ajudar a limitar o aumento da temperatura global a 1,5oC, a Schindler definiu em junho deste ano, objetivos a curto e longo prazo para atingir zero emissões de gases de efeito estufa até 2040.

Ao longo dos anos, temos vindo a apostar na digitalização dos nossos ascensores e escadas rolantes e a aplicar a Internet das Coisas aos equipamentos que instalamos em todo o mundo.

Atualmente, os elevadores Schindler, além de construídos com materiais e componentes mais eficientes e sustentáveis, consomem já pouca energia, sendo que conseguimos mesmo devolver parte dela à rede elétrica. Isso acontece porque a nossa procura permanente por inovação resultou numa nova geração de variadores de frequência regenerativa. Além disso, realizamos avaliações do ciclo de vida dos equipamentos durante o seu desenvolvimento para podermos melhorar continuamente o seu desempenho ambiental. No final de vida útil, o equipamento pode ser reciclado em aproximadamente 95%. Por isso, a resposta para um mundo mais eficiente reside efetivamente numa aposta na inovação como meio para alcançar produtos mais sustentáveis. E é isso que pretendemos continuar a fazer em 2023.

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CFS (𝗖𝗼𝗻𝗰𝗿𝗲𝘁𝗲 𝗙𝗹𝗼𝗼𝗿𝗶𝗻𝗴 𝗦𝗼𝗹𝘂𝘁𝗶𝗼𝗻𝘀)

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CFS (𝗖𝗼𝗻𝗰𝗿𝗲𝘁𝗲 𝗙𝗹𝗼𝗼𝗿𝗶𝗻𝗴 𝗦𝗼𝗹𝘂𝘁𝗶𝗼𝗻𝘀) é a nova proposta Mapei para pavimentos industriais de betão.

Uma gama de produtos destinada a todos os profissionais envolvidos na realização de um pavimento de betão: empreiteiros gerais, projetistas, empresas de construção e instaladores.

A CFS oferece produtos e serviços para todas as fases de trabalho. A fiabilidade e perícia da Mapei ao serviço dos profissionais.

Saiba mais sobre a gama CFS aqui

 

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A Mapei associa-se ao Cluster Habitat Sustentável

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A Mapei associa-se ao Cluster Habitat Sustentável, uma plataforma que agrega empresas, municípios, centros de I&D, associações empresariais e outras entidades que apostam na Sustentabilidade enquanto mote para a Inovação e Competitividade.

Saiba mais no nosso website

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FLEXOTERM®

ISOLAMENTO TÉRMICO E ACÚSTICO DE CAIXAS DE ESTORE PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA SUPERIOR

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A REPRESTOR propõe-lhe uma solução descomplicada e competitiva para isolamento térmico e acústico de caixas de estore – o FLEXOTERM –, que irá proporcionar um conforto superior no interior da sua casa, bem como uma poupança energética significativa.

O aumento dos custos energéticos, bem como o aumento gradual de uma consciência ambiental, conduziram à necessidade emergente de encontrar uma solução que permitisse combater o desperdício de energia e as emissões de CO2.

O FLEXOTERM foi desenvolvido para eliminar as pontes térmicas de caixas de estores de enrolar mais antigas ou não isoladas, otimizar a respetiva eficiência energética e o conforto dos edifícios. De acordo com certificados de testes independentes, o desperdício de energia de caixas de estores de enrolar mais antigas pode ser reduzido até 66%, enquanto o isolamento acústico das caixas pode aumentar até 6 dB.

O FLEXOTERM é concebido em materiais flexíveis e de fácil manuseamento. Resulta da sobreposição de diferentes camadas de poliestireno, que originam uma placa facilmente moldada e aplicada na cavidade de enrolamento da caixa do estore, em virtude do corte em forma de «T» na camada exterior.

Qualquer seja o tipo de caixa ou cavidade de enrolamento do estore, o FLEXOTERM ajusta-se às dimensões necessárias, estando disponível em placas com comprimento de 1000 mm, duas opções de largura (790 ou 500 mm) e espessura (13 ou 25 mm).

Para mais informações contacte-nos ou aceda a www.represtor.com

Represtor, uma visão de futuro.

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Relatório de Sustentabilidade

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Crescimento constante em termos de faturação e colaboradores, um compromisso verdadeiro com a sustentabilidade e um conjunto de análises que, pela primeira vez, abrange toda a Europa.

O sexto Relatório de Sustentabilidade marca novas metas importantes para o Grupo Mapei, cujos números mostram uma estratégia corporativa de sucesso, mesmo em tempos difíceis.

Um compromisso de apresentar um relatório anual sobre os seus próprios valores corporativos e o seu desempenho ambiental, social e económico de forma transparente.

Saiba mais no nosso website em aqui

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A caixa de derivação estanque da Hensel: Uma história de sucesso!

A Hensel desenvolveu a caixa de derivação “ENYCASE” para uma proteção superior contra a humidade, resistência ao impacto e às poeiras.

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Os produtos Hensel garantem a máxima segurança sempre que as condições ambientais de pó e humidade coloquem elevados requisitos nas instalações elétricas.

De acordo com o projeto, selecione a caixa mais indicada:

  • Para espaços interiores em ambientes normais e exteriores protegidos
  • Para espaços exteriores com resistência a intempéries
  • À prova de água, para enchimento
  • Aprovadas para integridade funcional em ambiente de fogo e para integridade de isolamento

A CAIXA DE DERIVAÇÃO DA HENSEL: VERSATILIDADE, ROBUSTEZ E FLEXIBILIDADE

 

Vantagens funcionais das caixas Hensel:

Entrada de cabos versátil: inserção e vedação simples

  • Entrada de cabos através de membranas elásticas integradas para uma rápida eletrificação com índice de proteção até IP66.
  • Possibilidade de colocação de bucins como alternativa, removendo as membranas elásticas e o anel de expansão.
  • Entrada de cabos pela base da caixa.

 

Tecnologia moderna de ligadores: inovadora e flexível

  • Mais espaço para eletrificação.
  • Diferentes posições de ligadores.
  • Possibilidade de colocação de dois ligadores.
  • Todos os bornes com 2 pontos de ligação por polo.
  • Ligadores compatíveis com diferentes tipos de secções e condutores.

 

Muitos acessórios para uma instalação perfeita

  • Acessório de fixação contra a queda e perda da tampa.
  • Abas de fixação laterais fornecidas em todas as referências.
  • Fecho rápido com um quarto de volta.
  • Personalização de etiquetas via Internet.

 

CAIXAS DE DERIVAÇÃO DK  – PARA A INSTALAÇÃO PROTEGIDA

Entrada de cabos através de membranas elásticas integradas ou entradas métricas pré-marcadas:

  • Com membranas elásticas integradas para entrada de cabos até IP66, opcionalmente removíveis para colocação de bucins;
  • Entradas métricas pré-marcadas disponíveis para diferentes tamanhos de bucins;
  • Índice de proteção: IP66;
  • Material: polipropileno ou policarbonato;
  • Comportamento ao fogo: teste de fio incandescente IEC 60695-2-11:750 ºC, resistente à chama, auto-extinguível;
  • Cor: cinzento, RAL 7035.

 

OUTRAS OPÇÕES DA GAMA DK

KF – Caixas de derivação DK, resistentes a intempéries, para a instalação no exterior

 

  • Entrada de cabos através de entradas métricas pré-marcadas;
  • Testadas de acordo com a VDE, n.º de certificado DNV GL: TAE00000EE
  • Índice de proteção IP 66/IP 67/IP 69 com bucins fornecidos como acessórios, submersão temporária até 1 metro por um período máximo de 15 minuto;
  • Livre de halogéneo: baixa toxicidade, baixa emissão de fumo;
  • Índice de proteção IP 66/IP 67/IP 69 com bucins fornecidos como acessórios, submersão temporária até 1 metro por um período máximo de 15 minuto;
  • Livre de halogéneo: baixa toxicidade, baixa emissão de fumo

WP – Caixas de derivação DK para submersão na água até 20 metros

  • Entrada de cabos através de entradas métricas pré-marcadas;
  • Índice de proteção não aplicável: para caixas de derivação completamente vedadas, o índice de proteção IP não é aplicável de acordo com a norma DIN EN 60529;
  • Gel de vedação para enchimento adequado ao produto: a quantidade de gel de vedação necessário, estando sempre ajustado à caixa – não deve ser colocado em falta ou em excesso;
  • Medições e reajustes: a tampa pode ser retirada para efetuar medições. O gel de vedação pode ser retirado facilmente para reparações ou inspeções subsequentes, sem oxidação dos terminais;
  • Material: Policarbonato com GFS Comportamento ao fogo: teste de fio incandescente de acordo com IEC 60695-2-11: 960 °C, retardador de chama, auto-extinguível;
  • Cor: cinzento, RAL 7035 ou preto, RAL 9011.

 

FK – Caixas de derivação DK com integridade funcional

  • Entrada de cabos através de entradas métricas pré-marcadas;
  • Integridade funcional de acordo com a Norma DIN 4102, parte 12, em combinação com os cabos com retenção funcional;
  • Integridade de isolamento PH120 de acordo com a Norma BS EN 50200 em combinação com cabos isolados com retenção; Parafusos de fixação, ligador em cerâmica resistente a elevadas temperaturas E30 a E90 e bucins incluídos em todas as referências da gama;
  • Entradas métricas pré-marcadas disponíveis para diferentes tamanhos de bucins;
  • Material: Policarbonato com GFS;
  • Cor: cor de laranja, RAL 2003.
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