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    Engenharia

    Dstgroup desenvolve projectos de inovação e desenvolvimento

    São cinco os projectos que o grupo está a desenvolver em conjunto com diversas instituições científicas. O investimento ascende a 18 M€

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    Economia Circular, descarbonização de cidades, gestão sustentável de energia e monitorização
    dos oceanos e do espaço estes são os temas que fazem parte da agenda científica do grupo e
    que estão a ser desenvolvidos pelas diferentes empresas do grupo, em colaboração com
    diferentes universidades e institutos e com o apoio de fundos comunitários. No seu conjunto, o
    valor do investimento no desenvolvimento destes cinco projectos ronda os 18 milhões de
    euros, suportados sobretudo por fundos comunitários. Destes, 2,7 milhões de euros são
    financiados directamente pelo grupo empresarial.
    Os trabalhos nos diferentes projectos vão decorrer durante os próximos três anos e envolvem
    uma estreita colaboração em rede com 36 parceiros, envolvendo empresas e instituições
    ligadas ao sistema científico e tecnológico nacionais e internacionais.
    O grupo liderado por José Teixeira assume a liderança de quatro dos cinco projectos de
    investigação, através das subsidiárias dst (construção civil e obras públicas), dstsolar (energias
    renováveis) e dstelecom (telecomunicações), em rede com as empresas innovationpoint e
    bysteel fs, ambas do universo do dstgroup. Para o presidente do conselho de administração do
    grupo o investimento nestes cinco projectos é “um reflexo da inquietude e da exploração de
    novos modelos de negócio por parte do dstgroup mas também um reconhecimento da
    capacidade de inovação nas áreas de fronteira do conhecimento”, sublinha.

    A economia circular na mira do CirMAT
    Aprovado ao abrigo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu – EEA Grants, no
    âmbito do Programa Ambiente, o projeto CirMat – CIRcular aggregates for sustainable road and
    building MATerials, tem como alvo o aproveitamento dos resíduos resultantes da construção e
    demolições no desenvolvimento de novos produtos. Um projecto tanto mais importante se
    pensarmos no impacto que a actividade do sector da construção tem na utilização de matérias
    primas e na produção de resíduos. A maior parte da operação das empresas do sector da
    construção, assenta na utilização de betões estruturais e de betões betuminosos, os quais em
    parte devido à produção em grande escala do sector, apresentam uma utilização intensiva de
    matérias-primas e recursos energéticos, bem como a distinção dúbia de serem um dos maiores
    contribuintes para as emissões de CO2. Segundo a Quercus o “sector da construção é
    responsável por enormes impactes. Desde a produção dos materiais até a execução da obra e a
    sua operação ao longo da vida útil do edifício, o sector apropria-se de cerca de 75% de tudo
    que é extraído da natureza. Destes 75%, apenas entre 25% a 50% são realmente utilizados,
    sendo que quase metade é desperdiçado, através da geração de resíduos. Ainda, no fim de via
    útil de um edifício, este é demolido, enviando toneladas de resíduos para aterro.”
    “O principal objetivo do CirMAT é o desenvolvimento de materiais de construção inovadores a
    partir de resíduos de construção e demolição e de subprodutos, para demonstrar a sua
    aplicação em edifícios e infraestruturas de vias de comunicação. A par disso, propõe-se
    comunicar as vantagens ambientais, económicas e sociais deste tipo agregados circulares,
    nomeadamente através do desenvolvimento de Declarações Ambientais de Produto, e
    desenvolver processos de fabrico associados a uma escala industrial”, explica o grupo em
    comunicado.
    O CirMAT é coordenado pela construtora dst, em conjunto com dois parceiros portugueses, a
    Universidade do Minho e o Instituto Superior Técnico, e um parceiro norueguês, a Norwegian
    University of Science and Technology. O projeto CirMat é cofinanciado pelo Mecanismo
    Financeiro do Espaço Económico Europeu – EEA Grants, no âmbito do Programa Ambiente.

    Das profundezas dos oceanos à superfície do globo
    Através da dstelecom, a empresa do grupo que desenvolve serviços e soluções de fibra óptica
    para os operadores de telecomunicações, o dstgroup participa e coordena, em parceria com
    entidades do sistema científico e tecnológico nacional e o MIT Portugal, o projecto K2D, o
    acrónimo de Knowledge and Data from the Deep to Space. A investigação, a ser desenvolvida
    no âmbito do Programa MIT Portugal, “corresponde ao desafio de garantir a evolução
    sustentável da terra, através da monitorização dos sistemas terrestres, antecipando as suas
    falhas críticas”.
    O K2D propõe-se desenvolver um “conjunto sinérgico de componentes, incluindo componentes
    eletrónicos e Veículos Submarinos Autôóomos, que permitam a recolha económica de dados
    extensos e complexos dos oceanos, incluindo variáveis físicas, químicas, biológicas e
    ambientais. Para tal, informação acústica e o DNA ambiental serão combinados com outras
    fontes de dados, para além de modelação avançada de Geoinformática hibridizada com
    ferramentas de Inteligência Artificial para enriquecer modelos de informações geoespaciais e
    temporais, para descrever e antecipar padrões de saúde anormais e actividades humanas,
    principalmente aquelas mais propensas a riscos e eventos extremo”.
    Outra área de investigação onde a empresa de redes de nova geração está envolvida é no
    projeto Aeros Constellation, também desenvolvido sob a égide do MIT Portugal, que “objectiva
    o desenvolvimento de uma plataforma nano satélite como um precursor de uma futura
    constelação para explorar, monitorizar e valorizar os oceanos e o espaço, de uma forma
    sustentável, e assim alavancar as sinergias científicas e económicas”. O projecto ambicioso é
    coordenado pela EDISOFT e nele participação outras dez entidades, para além da própria
    dstelecom.

    Energias renováveis no topo da agenda
    Numa altura, em que as questões relacionadas com a eficiência energética estão no topo das
    agendas, a gestão da energia é chave para dois últimos projectos de investigação em que o
    grupo de Braga está envolvido. Através da dstsolar, o grupo é líder dos projetos de investigação
    Baterias 2030 e Building HOPE.
    O primeiro é um projecto mobilizador no âmbito do Portugal 2020 e está alicerçado nos guias
    estratégicos nacional e europeu para a descarbonização das cidades, através da integração de
    energias renováveis e mobilidade eléctrica, propondo o desenvolvimento das baterias do
    futuro, catalisadores da produção eléctrica descentralizada sustentável e autossuficiente.
    Complementarmente, o projecto visa a conceção e desenvolvimento de tecnologias
    relacionadas com novas abordagens à produção descentralizada de energia renovável e
    plataformas que visam uma utilização eficiente da energia, numa lógica de comunidades
    energéticas.
    O Building HOPE, desenvolvido em copromoção com a Carnegie Mellon University, ao abrigo
    do Portugal 2020, e com a participação da innovationpoint, o objectivo é o de desenvolver e
    validar uma ferramenta para Otimização Holística de Energia Presumida de edifícios, que
    permita redefinir as práticas de gestão de energia de edifícios, no contexto de ambientes
    urbanos inteligentes. A tecnologia resultante deste projecto adicionará novas dimensões ao
    conceito de gestão de energia e ampliará as capacidades dos sistemas de gestão de energia.
    Os projectos Baterias 2030, Building HOPE, K2D e AEROS Constellation são cofinanciados no
    âmbito do Portugal 2020, pelo Programa Operacional Competitividade e Internacionalização e
    pelo Programa Operacional Regional de Lisboa através do Fundo Europeu de Desenvolvimento
    Regional (FEDER).

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    Schindler regressa com segunda edição “Women Back to Business”

    Pelo segundo ano, a Schindler promove o “Woman Back to Business”, programa direcionado a mulheres residentes em Portugal e Espanha que decidiram interromper a sua carreira profissional devido a motivos pessoais, por um período de tempo entre 3 a 10 anos. Os postos de trabalho que a Schindler oferece estão relacionados com as áreas comercial, de atendimento ao cliente e de operações.

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    Após uma pausa de sete anos na carreira, Catarina Sêrro não poderia estar mais feliz quando em 2021 regressou ao mundo empresarial como chefe comercial da Schindler, em Lisboa. Para tal acontecer, bastou candidatar-se a uma das vagas do “Women Back to Business” da Schindler, tendo sido uma das escolhidas.

    “Durante os primeiros seis meses, estive em formação num horário de trabalho flexível, de modo a conseguir conciliar com a minha vida familiar. Após este período, integrei a empresa e, neste momento, tenho um plano de carreira adaptado aos meus interesses e capacidades pessoais, com acesso às mesmas vantagens que os restantes colaboradores”, destacou a candidata Catarina Sêrro.

    Nadia Peiro voltou ao mercado de trabalho, como chefe técnica de zona da Schindler, em Valência. Graças à iniciativa da Schindler Iberia, foi possível realizar uma formação específica de acordo com o seu perfil, e entrar numa empresa multinacional que aposta no desenvolvimento das suas competências profissionais, depois de 12 anos dedicados à família.

    Face ao sucesso da primeira edição, em que contaram com 617 candidaturas, a Schindler Iberia relança este programa destinado às mulheres residentes em Portugal e Espanha. O objetivo do “Women Back to Business” visa dar uma nova oportunidade a todas as profissionais que, por motivos pessoais, decidiram interromper as suas carreiras e que agora pretendem voltar a trabalhar. A iniciativa oferece admissão na empresa através de postos de trabalho relacionados com as áreas comercial, de atendimento ao cliente e de operações.

    “Como parte do nosso compromisso com a inclusão e a igualdade, a Schindler concebeu o Programa Schindler Women Back to Business para dar uma nova oportunidade às mulheres que, por motivos pessoais, interromperam a sua carreira profissional há alguns anos e gostariam de regressar ao mercado de trabalho. Pretendemos oferecer um emprego sólido e estável, numa empresa multinacional especializada no transporte vertical, com mais de 140 anos de história, presente em mais de uma centena de países e que conta com mais de 66.000 colaboradores em todo o mundo”, reforçou Gemma Baz, Diretora de Recursos Humanos da Schindler Iberia.

    Ainda que o programa valorize de forma individual todas as solicitações, “Women Back to Business” está especificamente direcionado para as mulheres que abandonaram os seus empregos por questões de índole pessoal, por um período entre três e dez anos, que contem com uma experiência mínima de cinco anos em grandes empresas nacionais ou internacionais e que possuam um bom nível de inglês, B2, requisito obrigatório.

    Além disso, valorizam-se as candidatas que residam ou tenham acessibilidade facilitada às grandes cidades de Portugal e Espanha, como Lisboa ou Porto e, no caso de Espanha, Madrid e Barcelona.

    Fases do programa

    Após o recrutamento, as mulheres selecionadas começarão um período de formação de seis meses com flexibilidade, de forma a que lhes seja possível conciliar a sua vida pessoal com o regresso à atividade laboral. Nesta fase conhecerão o modelo de negócio da Schindler, terão contacto com as ferramentas tecnológicas com que irão trabalhar e formar-se-ão, tanto na área, como no posto de trabalho que venham a incorporar. Quando estiver finalizado o período de formação inicial, as participantes passarão a fazer parte da estrutura da empresa, desempenhando funções específicas nos departamentos em que sejam colocadas. Todas terão acesso às mesmas vantagens que os restantes colaboradores, da mesma forma que terão possibilidade de disfrutar do prémio anual de acordo com a concretização de objetivos e de contar com um plano de carreira adaptado aos seus interesses e às suas capacidades pessoais.

    O lançamento do programa “Women Back to Business” responde ao compromisso que a Schindler Ibéria tem com a inclusão e a diversidade e na aposta, a todos os níveis, pela igualdade da mulher.

    https://schindlerwomenbacktobusiness.es/pt-pt/  

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    A Mapei marca presença no Architect@work

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    Apartamentos: como financiar a sua renovação de sonho?

    De acordo com o Eurostat, 46% dos portugueses vivem num apartamento, tipologia de habitação que, em muitos casos, não recebe uma requalificação/renovação desde o dia em que foi inaugurada. Com uma grande parte do edificado a pertencer aos anos 70 e 80, é natural que os nossos apartamentos estejam fechados e não nos ofereçam o… Continue reading Apartamentos: como financiar a sua renovação de sonho?

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    De acordo com o Eurostat, 46% dos portugueses vivem num apartamento, tipologia de habitação que, em muitos casos, não recebe uma requalificação/renovação desde o dia em que foi inaugurada.

    Com uma grande parte do edificado a pertencer aos anos 70 e 80, é natural que os nossos apartamentos estejam fechados e não nos ofereçam o conforto que esperamos. Face a isto, a solução passa por uma renovação, mas com que dinheiro?

    Esta é, se assim a podemos colocar, a pergunta do “milhão de dólares”. Os custos de renovação de um apartamento podem, em face das necessidades, serem bastante altos para o dinheiro que temos poupado ou para aquilo que os nossos rendimentos permitem, colocando-nos numa posição em que temos de procurar uma solução de financiamento alternativo.

    É aqui que entra um tipo de crédito pessoal muito específico: o crédito para obras.

    O que é o Crédito para Obras?

    Tal como o crédito para férias ou o crédito automóvel, o crédito Obras ou crédito para obras é um tipo de crédito pessoal que, como o nome indica, tem uma finalidade específica e oferece montantes, prazos de reembolso e taxas de juro mais em linha com as necessidades de quem quer renovar a sua habitação.

    Para se perceber o que é que este tipo de crédito oferece, vejamos a solução de crédito para obras da Credibom, instituição de crédito “Escolha do Consumidor” e “marca 5 Estrelas” pelos serviços financeiros de qualidade oferecidos aos consumidores portugueses.

    Em termos práticos, a solução crédito Obras e pequenas renovações da Credibom oferece-nos montantes de financiamento que se situam entre os 5 mil e os 50 mil euros, prazos de pagamento entre 24 e 84 meses, taxas de juro competitivas (TAN de 11,60% a 12,60% e TAEG desde 14,40%), isenção de comissão de abertura de contrato, possibilidade de seguro facultativo de proteção ao crédito e flexibilidade na escolha da data de débito da prestação.

    Para além de prestações e taxas de juro fixas, o crédito para obras Credibom garante a rapidez de contratação que o consumidor do séc. XXI exige, já que todo o processo de contratação é 100% digital (embora a aprovação esteja sujeita à apresentação do orçamento detalhado das obras a efetuar).

    Melhor do que explicar em termos teóricos como funciona o crédito para obras da Credibom e como pode ser contratado, vamos apresentar-lhe um exemplo prático, o exemplo da Joana e do Pedro, recém-casados que acabaram de comprar um apartamento.

    Como contratar um crédito para obras: exemplo prático

    Depois de muita pesquisa, a Joana e o Pedro encontraram um apartamento a que podem, de ora em diante, chamar lar. Contudo, este “lar” está a precisar de algumas obras para que se adeque aquilo com o casal sonha.

    Feitas as contas, todas as obras para tornar o seu apartamento num verdadeiro ninho de amor irá custar ao nosso simpático casal a módica quantia de 20 mil euros. Como esta é uma quantia demasiado generosa para o bolso destes dois recém-casados, a Joana e o Pedro decidem procurar um crédito para obras online através dos seus smartphones.

    Depois de googlar o termo “crédito para obras” e clicar no “enter”, o nosso casal depara-se com uma lista de resultados onde pontifica a proposta de crédito da Credibom. Decidem clicar nela.

    Logo após entrarem na página dedicada ao crédito para obras e pequenas reparações da Credibom, a Joana e o Pedro encontram, de imediato, um simulador de crédito online que lhes permitirá calcular o valor da prestação para limites de financiamento entre os 10 mil e os 50 mil euros e prazos de reembolso entre os 24 e os 84 meses.

    Como pretendem pedir 20 mil euros e reembolsá-los em 84 meses, o simulador dá-lhes um resultado de 364,97 euros de prestação mensal (TAN:12,60%; TAEG:14,60%).

    Esta prestação está dentro das possibilidades económicas das nossas personagens e, como tal, eles decidem-se a partir para a sua contratação.

    Sem deixarem a página, eles clicam na barra “Fazer pedido” que os vai encaminhar para o preenchimento de um formulário online a que devem adicionar os documentos exigidos. Uma vez submetido o pedido, a Credibom irá analisá-lo prontamente e, quando aprovado, o casal Joana e Pedro vão poder contar com os 20 mil euros na conta bancária que indicaram no prazo de dois dias úteis.

     

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    BEELT reforça presença no Algarve com a abertura de um novo estaleiro

    Investimento estratégico em resposta à crescente procura no mercado algarvio.

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    A Beelt, empresa de construção civil que atua maioritariamente no setor residencial, deu mais um passo no sentido da sua fixação no mercado algarvio, através da aquisição de um estaleiro onde irá fixar a sua base operacional para a região. Este investimento estratégico reflete o compromisso da Beelt em fortalecer sua presença num mercado que se revelou crucial para o crescimento da empresa e no qual a aposta será crescente.

    A Beelt detém já um vasto conhecimento do mercado do Algarve, tendo sido identificadas diversas oportunidades de crescimento, a par com o crescente número de processos para o qual a empresa tem estado a ser consultada.

    Neste momento a Beelt está a entrar na reta final da obra Simple Vilamoura, na qual demonstrou capacidade de resposta aos padrões exigidos pelo cliente. Tendo em consideração o número de obras em pipeline, a empresa sentiu a necessidade de ter uma resposta operacional local totalmente autónoma de forma a tornar-se mais competitiva e consistente.

    “A decisão de nos fixarmos localmente é muito importante na medida em que é um mercado estrategicamente relevante, no qual nos queremos tornar uma referência no sector. É um mercado em grande transformação, com níveis de exigência muito elevados, o que significa que para darmos o nível de resposta a que nos propomos temos de estar dotados de todas as condições necessárias.”, afirma a Beelt ao Jornal Construir.

    Para mais informações sobre a Beelt e seus projetos no Algarve e no resto do país, visite www.beelt.pt.

    Sobre a Beelt

    A Beelt é uma empresa de construção civil especializada em construção e reabilitação, presente nos mercados do centro e sul do país.

    Dotada de uma equipa técnica multidisciplinar com anos de experiência acumulada e dos recursos necessários à correta execução de projetos com elevado nível de complexidade, a Beelt é uma empresa sólida que tem vindo a responder aos desafios dos seus clientes de forma profissional e consistente.

    #wemakeitwork

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    Jantar Pôr-do-Sol

    Restaurante Zimbral

    Um passeio gastronómico com história

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    O Restaurante “Zimbral”, do Hotel Casa Palmela, propriedade que remonta ao Sec. XVII, encontra-se em pleno Parque Natural da Arrábida apenas a 40 km de Lisboa.

    A cozinha é da responsabilidade do Chef Mauro Álison e a oferta vínica, elaborada pelo Maître Alexandre Santos, condiz com a região da Península de Setúbal e demais regiões do país.

    No Zimbral podemos contar com a total integração de toda a produção que provem da Horta da Quinta, permitindo uma frescura e qualidade sustentável aos pratos que ali são confecionados e respeitando a sua sazonalidade.

    O conceito dos pratos do Restaurante é a cozinha de sabor com inspiração Portuguesa, Africana e Asiática, resultado das raízes do Chef que, embora de nacionalidade portuguesa, dá origem à descoberta de novos paladares.

    Venha conhecer a Casa e disfrutar desta experiência à nossa mesa.

    Mais informação aqui

     

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    A Mapei é patrocinador do 7º Encontro sobre a Patologia e Reabilitação de Edifícios

    MAPEI

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    A Mapei é patrocinador do 7º Encontro sobre a Patologia e Reabilitação de Edifícios – PATORREB 2023, dedicado ao tema da HABITAÇÃO, organizado pela Faculdade de Engenharia (FEUP) da Universidade do Porto.

    Saiba mais no nosso website

    O extraordinário interesse manifestado nas 6 edições anteriores, que contaram com centenas de participantes, motiva a realização da 7.ª edição da conferência PATORREB 2023, que decorrerá na FEUP no dia 26 de setembro.

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    REPRESTOR apresenta tecido blackout para janelas de grandes dimensões

    O BLACKOUT B8 da REPRESTOR é um tecido opaco de excelência, elegante e com textura refinada, desenvolvido para aplicação em espaços interiores.

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    A REPRESTOR expande a sua gama de tecidos Blackout, apresentando uma nova solução para o obscurecimento de janelas de grandes dimensões, com excelente resistência ao manuseamento e ao fogo – o tecido BLACKOUT B8.

    O BLACKOUT B8 da REPRESTOR é um tecido opaco de excelência, elegante e com textura refinada, desenvolvido para aplicação em espaços interiores.

    Atendendo à largura extraordinária de 4100 mm do BLACKOUT B8 da REPRESTOR, este permite o revestimento de janelas de grandes dimensões, com o tecido sempre na sua orientação natural (sem necessidade de rotação da tela ou de aplicação de soldaduras), assegurando assim maior estabilidade e uma excelente performance.

    O BLACKOUT B8 da REPRESTOR, com composição 100% em poliéster, permite o bloqueio total dos raios UV, apresenta uma resistência elevada na tração (devido à sua espessura / 430 g/m2) e ao fogo (B1).

    O BLACKOUT B8 da REPRESTOR é um tecido técnico eficiente, seguro e certificado aos mais diversos níveis: LEED, BREEAM, DGNB, OEKO-TEX® STANDARD 100, INDOOR AIR QUALITY e REACH.

    Descubra todo o potencial deste tecido que aqui lhe apresentamos, visite o nosso showroom ou contacte-nos para mais informações.

    Represtor, uma visão de futuro.

    www.represtor.com

     

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    SOMBROLL 140® & SOMBROLL 240®

    PROTEÇÃO SOLAR PARA JANELAS OSCILOBATENTES

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    A REPRESTOR acaba de lançar duas novas soluções para sombreamento interior – SOMBROLL 140 e SOMBROLL 240 –, pensadas para janelas verticais e janelas oscilobantentes.

    O SOMBROLL 140 e SOMBROLL 240 são dois sistemas compactos e elegantes, concebidos para aplicação no interior e em janelas verticais ou com inclinação. Destacam-se por permitirem a sua instalação diretamente no vidro, acompanhando assim o movimento da janela. Permite ainda colmatar a necessidade de soluções de sombreamento para janelas onde o espaço existente entre o teto e a janela é reduzido.

    Semelhantes entre si, estes diferem no tipo de acionamento:

    SOMBROLL® 140 – Comando manual com Mola desaceleradora.
    SOMBROLL® 240 – Comando manual com Corrente.

    O SOMBROLL 140 e SOMBROLL 240 são compostos por uma caixa minimalista para recolha e proteção do tecido, e guias laterais que asseguraram a estabilidade do sistema durante o seu funcionamento.

    O SOMBROLL 140 e SOMBROLL 240 são soluções inovadoras concebidas para espaços limitados, oferecendo ao consumidor final a oportunidade de desfrutar do conforto do sombreamento sem comprometer o design ou a funcionalidade das suas janelas.

    Para mais informações contacte-nos ou aceda a www.represtor.com

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    A Exponor apresenta a +Concreta 23: Primeiro evento internacional dedicado à apresentação de tendências de fabricantes nacionais para o mundo da arquitetura e do design de interiores

    Edifício da Alfândega do Porto foi o cenário escolhido para acolher a primeira edição da +Concreta 23. Evento recebe a curadoria do arquiteto Diogo Aguiar e “Futuro é ecológico” é o mote que conduz este encontro.

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    Este é o primeiro evento internacional que se dedica à apresentação de produtos e materiais para a arquitetura e design de interiores. Entre os dias 16 e 17 de novembro, a +Concreta 23 vai reunir, no edifício da Alfândega do Porto, os principais atores das áreas de acabamentos, revestimentos, portas, janelas, equipamento elétrico, domótica, acessórios, pintura, cozinha e banho, para que fiquem a conhecer as últimas tendências apresentadas pelas melhores empresas nacionais.

    Voltado para a arquitetura, o evento vai destacar um tema-chave deste universo. A +Concreta 23 abraça o tema “Futuro é Ecológico”, consciente da pegada de carbono emitida pelo setor da construção. “Identificamos como um tema muito atual e a ganhar relevância e o que se pretende é que as abordagens sustentáveis comecem a ser incorporadas em todas as etapas do processo, desde o projeto até a construção. As decisões conscientes de um determinado projeto são tomadas pelos arquitetos, engenheiros e construtores, num todo, de forma a intervir no espaço respeitando a história e a identidade das comunidades. Assim, ao desenvolver este evento exclusivo e inédito, não podíamos deixar de trazer este tema a debate e reflexão”, afirma Amélia Estevão, diretora de Marketing da Exponor. Assim, o objetivo do evento passa por dar a conhecer as estratégias e os produtos que os fabricantes e as marcas portugueses estão a desenvolver para contribuírem para a descarbonização da arquitetura num futuro próximo.

    O formato é inovador, com diversos momentos de partilha e reflexão, com destaque para a criatividade, tendências e novas soluções. A agenda da +Concreta 23 é, por isso, composta por conferências temáticas e sessões técnicas, mas vai diferenciar-se ainda pela realização de um jantar de Networking. Este momento vai reunir alguns expositores e uma seleção dos principais responsáveis de gabinetes de arquitetura, num ambiente mais descontraído e propício a promover e estreitar relações entre os diversos intervenientes.

    A curadoria do evento cabe a Diogo Aguiar, arquiteto e professor na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP). Após representar Portugal em variados eventos internacionais, tal como o Bienal de Veneza 2023, Diogo Aguiar está agora concentrado no conceito deste evento exclusivo. O formato disruptivo foi criado por profissionais para profissionais. O convite a participar direcionou-se a uma seleção restrita de 50 marcas e empresas nacionais, dos mais variados setores que revestem a área da arquitetura. A +Concreta 23 ultrapassa ainda as barreiras geográficas, contando igualmente com uma seleção de compradores estrangeiros.

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