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Révigrés no ranking da Global RepScore 2021

A marca volta a marcar presença neste ranking, tendo conquistado o 3º lugar entre as empresas com melhor reputação no Sector Industrial

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Révigrés no ranking da Global RepScore 2021

A marca volta a marcar presença neste ranking, tendo conquistado o 3º lugar entre as empresas com melhor reputação no Sector Industrial

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A Revigrés volta a marcar presença na lista das empresas e marcas mais relevantes e com melhor reputação em Portugal, do Global RepScore 2021, tendo conquistado o 3º lugar entre as empresas com melhor reputação no Sector Industrial.

Realizado pela On Strategy, em parceria com a Corporate Excellence Foundation, este estudo avalia, anualmente, o posicionamento e os níveis emocional e racional de reputação associados a mais de 2.000 marcas em Portugal.

Deste estudo, resulta um ranking elaborado a partir da opinião recolhida, ao longo de um ano, junto de mais de 50 mil pessoas representativas da sociedade portuguesa, no que respeita à distribuição geográfica, género, idade e grau de formação.

“Num ano que colocou à prova a solidez das marcas e a forma como estas conseguiram adaptar-se a uma nova realidade, é um orgulho para a Revigrés continuar a merecer a confiança dos portugueses e, ao mesmo tempo, um incentivo para manter o bom trabalho, indo ao encontro das suas expectativas”, indica a empresa em comunicado.

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Hotel Meliã Lisboa entra na segunda fase de construção

A gestão da obra é assegurada pela Engexpor, que acompanha o desenvolvimento do projecto desde o estágio inicial de estudo e conceito, incluindo a coordenação a nível do BIM

Foi iniciada a segunda fase de construção do hotel Meliã Lisboa, a primeira unidade de cinco estrelas a ser gerida pela cadeia hoteleira espanhola em Portugal, que está a ser erguida no cruzamento da Avenida Fontes Pereira de Melo com a Avenida António Augusto de Aguiar, junto ao Marquês de Pombal, em Lisboa.

Nesta nova fase será construída a estrutura elevada do edifício – que conta com 14 pisos acima do solo – bem como as instalações técnicas e acabamentos, prevendo-se que a unidade hoteleira esteja concluída na segunda metade de 2023.

Na execução da estrutura até ao piso 0, referente à primeira etapa de construção, foi usada a técnica top down, que inverte a ordem de construção dos pisos no subsolo com o objectivo de limitar a movimentação do solo, minimizando os impactos negativos nas edificações vizinhas. A gestão da obra é assegurada pela Engexpor, que acompanha o desenvolvimento deste projecto desde o estágio inicial de estudo e conceito, incluindo a coordenação a nível do BIM (Building Information Modelling), tendo apoiado a equipa projectista com directrizes na execução e verificação dos modelos das várias especialidades.

A promoção imobiliária do empreendimento está a cargo do Discovery Portugal Real Estate Fund – assessorado pela Explorer Investments – e resulta de uma parceria firmada entre esta entidade e a Meliã Hotels International.

Quando finalizado, o Meliã Lisboa irá disponibilizar cerca de 240 quartos, restaurante, bar-lounge na cobertura com vista panorâmica sobre a cidade, salas de convenções e centro de congressos com capacidade até 550 pessoas. Ao todo, são 22.220 m² de área bruta de construção, distribuídos por 14 pisos acima do solo e ainda 6 pisos subterrâneos.

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B. Prime comercializa loja em Santos

Integrada num edifício pombalino completamente reabilitado, a loja de 326m2 pode ser subdividida em três espaços, completamente autónomos, ou em alternativa acolher uma só marca

A B. Prime comercializa, em regime de exclusividade, uma loja Rua Calçada do Marquês, entre o Time Out Market e o Largo de Santos, em Lisboa.

Integrada num edifício pombalino completamente reabilitado, a loja de 326m2 pode ser subdividida em três espaços, completamente autónomos, ou em alternativa acolher uma marca num espaço amplo com três frentes distintas caracterizadas por amplas vitrines.

Segundo Paula Costa, responsável pela área de retalho da B. Prime “Esta loja com uma localização ímpar está integrado num edifício residencial e desenvolve-se ao nível do rés do chão. As amplas vitrinas que a rodeiam, dão lhe uma luminosidade única e oferecem uma óptima visibilidade do exterior. Tem licença para qualquer ramo, incluindo restauração”.

Resultado da variedade de oferta de serviços, restaurantes e bares, a zona onde se encontra a loja tem um intenso tráfego pedonal, tanto turístico como de residentes. Além disso está servida de uma boa rede de acessibilidades, nomeadamente autocarro, metro, comboio e barco, assim como de vários parques de estacionamento públicos.

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Empresas portuguesas marcam presença na Batimatec

A AEP leva seis empresas nacionais do sector da construção, à 24ª edição da Batimatec – Salon International du Batiment des Materiaux de Construction et des Travaux Publics, que decorrerá na Argélia, entre os dias 15 e 19 Maio

Os planos estratégicos de investimento da Argélia nas áreas da saúde, ambiente, turismo, agricultura, automóvel e energias renováveis podem abrir novas oportunidades de negócio para as empresas portuguesas e o sector das obras públicas continua a ser um dos principais vectores de desenvolvimento da Argélia.

Para a AEP, esta missão, que tem como objectivo apoiar o tecido empresarial no processo de diversificação de mercados e aumento das exportações, é uma oportunidade para as empresas consolidarem presenças e estabelecerem contactos com novos parceiros locais.

Na Batimatec vão estar as empresas Carfel (máquinas para as indústrias extractivas e para a construção), Utilzàs (varões e acessórios de casa de banho), Ilmar (máquinas para a indústria de materiais de construção, cerâmica e vidro), Metalcértima (projectos para a indústria da cerâmica estrutural), Metalúrgica do Tâmega (máquinas para as indústrias extractivas e para a construção) e MF Martins (ferragens, ferramentas manuais e artigos para canalização e aquecimento).

Esta é a terceira participação da AEP na Batimatec. Depois de uma primeira missão empresarial em 2008 e a participação portuguesa na Feira Internacional de Argélia, em 2017.

Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP, recorda que a “Argélia é uma importante porta de negócios e de acesso aos mercados do Magreb, África e Médio Oriente, é o segundo país mais populoso do Norte de África e, apesar da contracção em 2020, apresenta uma perspectiva de crescimento do PIB”.

A Batimatec caracteriza-se por ser o certame do sector da construção mais prestigiado da Argélia. A edição de 2021 contou com a participação de 250 mil visitantes e com a representação de 590 expositores estrangeiros de 11 países.

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Plural+udifar avança com segundo projecto de produção de energia para autoconsumo

A nova unidade de produção em autoconsumo é constituída por 370 painéis solares fotovoltaicos de 400W para produção de energia eléctrica. Com este novo projecto, com 148 kW de potência, estima-se uma poupança de 25 mil euros por ano

A Cooperativa Farmacêutica plural+udifar avançou com o seu segundo projecto de produção de energia para autoconsumo. A nova unidade de produção em autoconsumo é constituída por 370 painéis solares fotovoltaicos de 400W para produção de energia eléctrica a partir do sol que será consumida pelo edifício. Com este novo projecto, com 148 kW de potência, estima-se uma poupança de 25 mil euros por ano, bem como a redução anual de 100 toneladas de CO2. Já em 2017, aquela que é uma das maiores distribuidoras de produtos farmacêuticos a nível nacional concretizou a instalação de 850 painéis solares fotovoltaicos na sua sede. Ambos os projectos foram executados pela SunEnergy.

“A plural+udifar está comprometida em respeitar o meio ambiente e procura contribuir para um futuro mais sustentável. É por esse motivo que voltámos a confiar na SunEnergy para um novo projecto em modelo de autoconsumo, de forma a reforçar também as boas práticas para minimizar o impacto ambiental, além de promover a consciencialização ambiental dos colaboradores”, afirma Miguel Silvestre, Presidente do Conselho de Administração da plural+udifar.

“As instituições portuguesas mostram cada vez mais preocupação com a sustentabilidade e a plural+udifar é um excelente exemplo disso mesmo. É com orgulho que voltamos a executar mais um projecto para a plural+udifar, após um primeiro projecto executado há cinco anos, demonstrando que os resultados obtidos com o investimento realizado provavelmente superaram as expectativas”, assinala Raul Santos, CEO da SunEnergy.

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Proptech lança Casavo for Agencies em Portugal

A plataforma imobiliária lança em Portugal o serviço destinado a apoiar os profissionais do sector. A “Casavo for Agencies” já conta com mais de 4500 empresas parceiras na Europa e contribuiu para gerar cerca de 7,5M€ em comissões de mediação

A plataforma imobiliária lança um serviço destinado a apoiar os profissionais do sector
Com o objectivo de acrescentar valor ao sector imobiliário e promover a colaboração entre profissionais, a Casavo, plataforma digital para o mercado residencial, lança a “Casavo for Agencies” em Portugal. Esta ferramenta, disponível através do website da proptech, permite que os agentes imobiliários vendam as casas dos seus clientes à plataforma, de forma mais transparente, simples e rápida.

Para acompanhar as mudanças impulsionadas pela pandemia e as novas exigências dos clientes, a Casavo pretende ser uma solução para as agências que procuram dar o salto para o digital e complementar o seu negócio com as vantagens de ter um comprador instantâneo (iBuyer) como parceiro. A plataforma apresenta avaliações imediatas das propriedades, depois procede com uma oferta de compra em 48 horas e adquire os imóveis em apenas alguns dias, garantindo processos de compra e venda mais ágeis.

“A nossa missão é transformar a compra e venda de casas na Europa e, como tal, não podemos actuar sozinhos, procuramos acrescentar valor a todos os stakeholders do mercado. Neste sentido, ambicionamos não só estar ao lado de vendedores e compradores particulares, mas também dos agentes e agências.”, explica Duarte Ferreira dos Santos, Vice President of Investments da Casavo em Lisboa. “Queremos ser parceiros de inovação e apoiar os profissionais do sector através da nossa tecnologia, tornando os processos mais eficazes e vantajosos para todos os envolvidos”, acrescenta.

A “Casavo for Agencies” já conta actualmente com mais de 4500 empresas parceiras na Europa e contribuiu para gerar cerca de 7,5 milhões de euros em comissões de mediação. Até ao final do ano, a plataforma planeia disponibilizar outras ferramentas que permitam aos agentes imobiliários portugueses tornar as suas operações mais eficientes e fazer crescer o seu negócio.

Fundada em 2017, em Milão, a Casavo já realizou mais de 142.000 avaliações de imóveis através do seu website, concretizou mais de 2.700 transacções com um valor superior a 715 milhões de euros e angariou mais de 450 milhões de euros em equity e dívida. Actualmente, opera em Milão, Roma, Turim, Florença, Bolonha, Madrid, Barcelona, Málaga e Lisboa, planeando expandir-se para outros mercados europeus em breve.

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Prémio Nacional da Reabilitação Urbana distingue projectos em cinco cidades [c/ galeria de imagens]

As cidades de Lisboa, Porto, Guimarães, Viseu e Ponta Delgada acolhem os melhores projectos de reabilitação urbana do país em 2022, recebendo as intervenções vencedoras da edição deste ano do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana

As cidades de Lisboa, Porto, Guimarães, Viseu e Ponta Delgada acolhem os melhores projectos de reabilitação urbana do país em 2022, recebendo as intervenções vencedoras da edição deste ano do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana.

Foram distinguidos nove projectos em 10 categorias distintas, eleitas por um júri independente de entre um leque de 74 projectos oriundos de 25 concelhos do país, naquele que é um recorde em termos de dispersão geográfica dos candidatos.

A cidade do Porto recebe o maior número de projectos vencedores, incluindo a melhor reabilitação de comércio & serviços, a melhor reabilitação para turismo, a melhor reabilitação estrutural (ex aequo com Lisboa) e a melhor reabilitação em termos de sustentabilidade. Para Lisboa vão os prémios de reabilitação nas categorias de habitação e reabilitação estrutural, enquanto Guimarães vê reconhecida a reabilitação com impacto social, Viseu vence na categoria de restauro e Ponta Delgada na categoria melhor reabilitação com área inferior a 1.000 m2. A estas categorias acrescem ainda as distinções para o melhor projecto no contexto da cidade de Lisboa e o melhor no contexto do Porto, que este ano coincidem com os dois projectos vencedores ex aequo da melhor reabilitação estrutural.

Vencedores Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 2022:

Prémio nacional de reabilitação urbana 2022 – residencial
Rua Ivens 18-28 (Lisboa)

Prémio nacional de reabilitação urbana 2022 – comercial & serviços
Palácio dos Correios (Porto)

Prémio nacional de reabilitação urbana 2022 – turístico
Hotel M.Ou.Co. (Porto)

Prémio nacional de reabilitação urbana 2022 – impacto social

Edifício Teatro Jordão e Garagem Avenida (Guimarães)

Prémio nacional de reabilitação urbana 2022 – cidade de Lisboa
The Editory Riverside Santa Apolónia Hotel (Lisboa) (na imagem)

Prémio nacional de reabilitação urbana 2022 – cidade do Porto
Hotel Eurostars Aliados (Porto)

Prémio nacional de reabilitação urbana 2022 – intervenção inferior a 1000 m2
Casa na Mãe de Deus (Ponta Delgada)

Prémio nacional de reabilitação urbana 2022 – intervenção de restauro
Edifício Municipal Casa da Calçada (Viseu)

Prémio nacional de reabilitação urbana 2022 – reabilitação estrutural (ex-aequo)
The Editory Riverside Santa Apolónia Hotel (Lisboa)
Hotel Eurostars Aliados (Porto)

Prémio nacional de reabilitação urbana 2022 – sustentabilidade

Edifício Litografia Lusitana

O Prémio Nacional de Reabilitação Urbana celebra este ano a sua 10ª edição. Ao longo destes dez anos quase 700 intervenções de reabilitação urbana situados em todo o país concorreram ao Prémio Nacional de Reabilitação Urbana, tendo sido distinguidos 89 projectos em 19 concelhos do país.

Os vencedores foram eleitos por um júri composto por cinco personalidades de reconhecido mérito académico e profissional, designadamente: o professor Raimundo Mendes da Silva, doutorado em engenharia civil e coordenador da equipa do projecto de investigação aplicada «Reabilitar como Regra»; o economista e professor, João Duque; o arquitecto e antigo Presidente da Ordem dos Arquitectos (triénio 2017-2019), José Manuel Pedreirinho; o arquitecto e Director-geral da DGPC, João Carlos Santos; e o engenheiro e Presidente da AICCOPN e CPCI, Manuel Reis Campos. Destacar a colaboração da Adene – Agência para a Energia responsável pela avaliação e pré-selecção dos candidatos elegíveis na categoria de Sustentabilidade.

A concurso estiveram dez categorias, sendo elegíveis projectos concluídos entre 1 de Janeiro de 2020 e 31 de Dezembro de 2021, desde que não tenham sido candidatos em edições anteriores do Prémio. As categorias a concurso incluem: 1) Cidade de Lisboa; 2) Cidade do Porto; 3) Impacto Social; 4) Residencial; 5) Turismo; 6) Comércio & Serviços; 7) Reabilitação Estrutural; 8) Restauro; 9) Intervenção inferior a 1.000 m2; 10) Sustentabilidade.

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Acciona Energia fornece renováveis nos hotéis NH em Portugal e Espanha

O acordo, com duração até Dezembro de 2023, inclui o fornecimento de mais de 100 GWh/ano de electricidade renovável com vista a cobrir as necessidades energéticas da cadeia hoteleira na Península Ibérica

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A Acciona Energía foi escolhida pelo NH Hotel Group para fornecer energia 100% renovável a todos os hotéis em Portugal e Espanha, num acordo com duração até Dezembro de 2023. Desta forma, serão fornecidos mais de 100 GWh/ano de electricidade renovável, com o objectivo de cobrir as necessidades energéticas da cadeia hoteleira na Península Ibérica. Com este contrato, a Acciona Energia consolida a posição como parceiro estratégico do NH Hotel Group para a sua descarbonização, que visa reduzir as suas emissões de CO2 em mais de 14.000 toneladas por ano, graças ao consumo de electricidade limpa.

Esta iniciativa faz parte das medidas de combate às alterações climáticas que a empresa elenca no seu “Plano de Compromisso SBT 2030”, que estabelece as alavancas de acção para cumprir o desiderato de reduzir até 2030 em 20% as emissões de carbono ao longo de toda a sua cadeia de valor.

O NH Hotel Group demonstra assim o seu forte empenho em respeitar e preservar o ambiente no qual opera e em minimizar o impacto ambiental das suas unidades hoteleiras. Na Áustria, Espanha, França, Itália, Luxemburgo, Países Baixos e Portugal, o fornecimento de electricidade aos hotéis da marca tem origem em fontes de produção de energia renovável. O consumo de energia renovável ou verde está disponível nestes países, e representa 62% do total da electricidade consumida pelos hotéis que constituem o portefólio do NH.

Como resultado do empenho no desenvolvimento sustentável da sua actividade, a cadeia hoteleira encontra-se a levar a cabo numerosas iniciativas que pretendem contribuir para limitar as alterações climáticas. Graças a alianças como esta, e ao consumo de electricidade verde, o NH Hotel Group reduziu em 91% a emissão de toneladas de CO2 no âmbito 2 e 61% no âmbito 1+2, para além de ter economizado quase 30.000 toneladas de CO2, o equivalente a 31% da pegada de carbono (âmbito 1 + 2) de toda a empresa, de acordo com dados emanados pela unidade de negócios do sul da Europa no final de 2021.

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Um ecossistema verde em edifício multifamiliar

Uma proposta ecológica do gabinete Trama Arquitetos para o investimento da Competro – Investimentos. A construção Green Plaza Apartments arrancou em Abril e o novo edifício estará pronto a habitar em Junho de 2024

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O empreendimento Green Plaza Apartments vai inaugurar 56 novos apartamentos em Vila Nova de Famalicão. Um projecto que se distingue pelo verde proporcionado pelas floreiras nas varandas. Uma proposta ecológica do gabinete Trama Arquitetos para o investimento da Competro – Investimentos. A construção arrancou em Abril e o novo edifício estará pronto a habitar em Junho de 2024.

“A verticalização de plantas na fachada do Green Plaza Apartments, com floreiras em todas as varandas, permite a regulação natural da temperatura e da humidade. As plantas proporcionam a humanização do ambiente e têm um impacto na redução de ruídos. Em todas as varandas está incluído um sistema de rega automática”, refere a Pedro Fernandes director comercial da Medium, uma das agências que comercializará os imóveis.

O Green Plaza Apartments terá unidades das tipologias T1, T2 e T3, com preços que oscilam entre os 149.500€ e os 289.000€. “Quem escolher o Green Plaza para morar irá viver num jardim vertical. Este empreendimento será um verdadeiro ecossistema em Famalicão”, destaca Pedro Fernandes.

As 56 habitações do Green Plaza Apartments ficarão situadas na Rua Lino José de Sousa Ferreira, na zona residencial de Talvai, na zona norte da cidade de Vila Nova de Famalicão, a centenas de metros de um hipermercado, do hospital da cidade (Centro Hospitalar do Médio Ave), de dois parques verdes (Parque de Sinfães e Parque da Devesa) e de dois espaços culturais (a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, cuja programação é reconhecida em todo o país, e a Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco).

É um lugar tranquilo, servido por espaços comercias e diversos serviços e com acesso rápido à rede de autoestradas (A3 e A7) em direcção a cidades como Porto, Braga, Guimarães, Póvoa de Varzim ou Vila do Conde, as quais são praticamente equidistantes em relação a Vila Nova de Famalicão.

“Famalicão é uma cidade muito bem localizada, com acesso a todos os serviços que uma família precisa, com parques verdes bem planeados e com impacto na qualidade de vida”, afirma Pedro Fernandes.

Os apartamentos estão divididos em dois blocos de oito pisos, com garagem e lugares de garagem para cada apartamento e ainda uma sala para bicicletas.

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IP investe 108 M€ em conservação da rede rodoviária

IP vai investir mais de 108 milhões de euros em Conservação Corrente da Rede Rodoviária Nacional, abrangendo mais de 14 mil quilómetros de estradas a nível nacional. A empresa assinou em Maio os novos acordos para o triénio

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No início de maio de 2022 a Infraestruturas de Portugal consignou 18 contratos, no valor global de 108,5 milhões de euros, para a execução de trabalhos de Conservação Corrente da Rede Rodoviária Nacional (RRN) que terão lugar ao longo dos próximos três anos. De acordo com a empresa estes contratos, um por cada distrito, “asseguram a realização de trabalhos regulares de manutenção nos mais de 14 mil quilómetros de estradas a nível nacional, que estão sob gestão directa da IP e têm por objectivo a promoção da manutenção e conservação de todos os elementos/componentes constituintes das Estradas objecto do contrato e Obras de Arte nelas integradas”.

Nestes contratos incluem-se todas as actividades rotineiras de conservação, tanto de carácter curativo como preventivo, de forma a oferecer aos utentes da rede melhores condições de conforto na circulação, agradabilidade de percursos nos itinerários percorridos, e maiores condições de segurança rodoviária.

A maior percentagem dos contratos continua a estar afecta à gestão de pavimentos, 38,2 milhões de euros, correspondendo a cerca 35%), 22, 9 milhões de euros serão afectos às actividades ambientais (21%), sendo que o investimento em conservação de pavimentos subiu cerca de 3% face ao triénio anterior.

Nos presentes contratos o investimento em actividades de Segurança mantém-se em cerca de 10,4%, enquanto as actividades de operação, fiscalização e assistência têm um acréscimo de 2% face ao anterior triénio, sendo agora a quarta actividade com maior investimento.

No âmbito destes contratos está prevista a execução de diversos tipos de trabalhos de manutenção, entre outros: reparação e beneficiação de pavimentos; reposição e adequação da sinalização horizontal e vertical; reparação e adequação de guardas de segurança e outros equipamentos de protecção; estabilização de taludes; conservação de vedações; tratamento dos sistemas de drenagem; limpeza das bermas e zonas adjacentes à faixa de rodagem; reparações e manutenção de obras de arte.

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Ferrovia: Governo relança linha de alta-velocidade como “projecto estruturante para o País”

Pedro Nuno Santos lembrou que o comboio de alta velocidade permitirá ir de Braga a Lisboa em cerca de 47 minutos e de Lisboa ao Porto em uma hora e 15 minuto

Ricardo Batista

Está previsto para o início do próximo ano o lançamento do concurso público para a construção dos primeiros troços da linha de alta velocidade entre Lisboa e Porto, altura em que estará também concluída a avaliação de impacto ambiental do projecto que é encarado como “transformador para cidades como Leiria, Coimbra, Aveiro e Braga, bem como para um conjunto de cidades do interior”.

A garantia foi deixada no Parlamento pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, que acredita que “a linha de alta velocidade é um projecto estruturante para o País, que vai mudar de forma radical a forma como as duas áreas metropolitanas Lisboa e Porto se relacionam”, disse, na comissão parlamentar conjunta de Orçamento e Finanças e Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, no âmbito da apreciação, na especialidade, do Orçamento do Estado para 2022.

Pedro Nuno Santos lembrou que o comboio de alta velocidade permitirá ir de Braga a Lisboa em cerca de 47 minutos e de Lisboa ao Porto em uma hora e 15 minutos. Numa primeira fase, explica Pedro Nuno Santos, será construído o troço Porto-Aveiro e Aveiro-Soure (Coimbra), seguindo-se depois para a construção da ligação até ao Carregado (concelho de Alenquer, distrito de Lisboa). Para a segunda fase, está prevista a construção da ligação Porto-Vigo (Espanha.

Relativamente à linha do Algarve, Pedro Nuno Santos afirmou que a mesma estará “toda eletrificada até 2024”, estando já prevista a consignação da electrificação, entre Tunes e Lagos, em Junho.

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