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ATIC lança Roteiro da Indústria Cimenteira para a Neutralidade Carbónica 2050

Para apresentar o Roteiro, a ATIC promove, no próximo dia 29 de Março, a conferência “Cimentar o Futuro”. O evento realiza-se em formato digital e conta com a presença dos ministros Matos Fernandes e Siza Vieira

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ATIC lança Roteiro da Indústria Cimenteira para a Neutralidade Carbónica 2050

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A Associação Técnica da Indústria de Cimento (ATIC) promove, já no próximo dia 29 de Março, a conferência “Cimentar o Futuro” para apresentar o Roteiro da Indústria Cimenteira Nacional para a Neutralidade Carbónica 2050. O evento realiza-se em formato digital e conta, entre outras personalidades relevantes, com a presença de João Pedro Matos Fernandes, ministro do Ambiente e da Acção Climática, e de Pedro Siza Vieira, ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital.

O Roteiro traduz o alinhamento da indústria cimenteira nacional com os compromissos e metas nacionais estabelecidos pelo Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 (RNC2050) bem como os assumidos por Portugal no contexto europeu e internacional, nomeadamente o Pacto Ecológico Europeu, através da incorporação de soluções tecnológicas inovadoras e sustentáveis, tendo em vista a descarbonização da indústria. Neste sentido, o documento apresenta a Abordagem “5C” (Clínquer, Cimento, Betão (Concrete), Construção, e (Re) Carbonatação), para sintetizar um conjunto de medidas destinadas ao cumprimento das citadas metas, ao longo da respetiva cadeia de valor do cimento e do betão, e até da Construção. Esta abordagem 5C foi apresentada em 4 de Junho de 2020 em Bruxelas, junto das principais instituições europeias para corporizar a estratégia da indústria cimenteira europeia rumo à descarbonização.

Os temas em destaque na conferência serão a Transição Energética e Descarbonização: eficiência, competitividade e inovação e as Políticas Públicas adequadas à descarbonização da economia. Entre os oradores deste evento encontram-se, os deputados ao Parlamento Europeu, Maria da Graça Carvalho e Carlos Zorrinho, o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, Nuno Lacasta, o anterior Comissário Europeu para a Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas, o presidente do Conselho Português de Construção e do Imobiliário da CIP, Fernando Santo, e a fundadora da SystemicSphere e economista especializada em Finanças Sustentáveis, Sofia Santos. Salienta-se também a intervenção de Gonçalo Salazar Leite, presidente da ATIC, de Luís Fernandes, presidente do Conselho Executivo da ATIC e CEO da CIMPOR, e Otmar Hübscher, CEO da SECIL,  assim como de executivos séniores da indústria de cimento.

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Traçado Regulador: 2022 arranca com construção de moradia de luxo

O escritório português dedicado ao desenvolvimento de projectos e à consultoria em arquitectura e engenharia, está a começar o ano com o início da construção de uma moradia luxuosa na Quinta do Peru, em Azeitão

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O projecto, com 796 m2 de área de construção e 2.284 m2 na totalidade do lote, distingue-se pelo uso de materiais naturais e a sua espacialidade interior rica, nomeadamente com a presença de um fantástico pé-direito no hall de entrada e na cozinha americana. Esta futura moradia representa um investimento em várias zonas exteriores de lazer, cada vez mais importantes e pedidas devido à pandemia, desde a varanda do 1º andar até aos espaços circundantes da piscina.

Adicionalmente, o projecto aposta em elevar os níveis de eficiência energética através da utilização de energia solar fotovoltaica, acompanhado com a classificação energética A+ e paredes com coeficiente de transmissão térmica de 0,2.

“É muito especial ver o início da construção deste projecto único, onde apostámos num criterioso jogo de transparência, de cheios e vazios, que dará uma relação especial com a natureza e o exterior. Tal é possível pela predominância de janelas e a casa literalmente virada a sul que permite uma luminosidade reforçada, também consideramos o duplo pé-direito como um factor chave onde se alcança uma volumetria simples, mas variada. Algo que nos deixa muito orgulhosos é o facto de não ser a primeira moradia que projectamos nesta zona, por isso é muito recompensador ver o cunho pessoal da Traçado Regulador presente na Quinta do Perú.” afirma João de Sousa Rodolfo, arquitecto e CEO da Traçado Regulador.

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A nova moradia ilustra uma forte presença de janelas que permitem uma conexão com a natureza no exterior e vista desafogada para o golfe e lago da Quinta do Perú, assim como a elevada luminosidade e uma linguagem contemporânea através de um criterioso jogo de transparência, cheios e vazios, luz e sombra.

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Lançado o concurso público para a reabilitação da EN362

A obra, orçada em 2M€, decorrerá num troço com cerca de nove quilómetros, na freguesia de Alcanede, concelho de Santarém, e visa a melhoria das condições de mobilidade e segurança rodoviária

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Foi publicado em Diário da República o concurso público para a empreitada de reabilitação do troço da EN362, que serve directamente a freguesia de Alcanede, no concelho de Santarém, com cerca de nove quilómetros.
A obra envolverá um investimento estimado em dois milhões de euros e pretende reforçar as condições de mobilidade e segurança da via, complementando a intervenção de reabilitação realizada anteriormente entre Alcanede (km 31,025) e Santarém (km 51,733), e que foi concluída em Março do ano passado.

No âmbito da obra está prevista a beneficiação integral do pavimento, a melhoria dos acessos da e para a rede viária local, o reforço e substituição da sinalização e dos equipamentos de segurança da via, e a reformulação dos sistemas de drenagem.

A EN362, entre os Km 22,433 e 51,733, constitui-se como um dos eixos rodoviários que assegura a ligação entre Santarém e Porto de Mós, atravessando a freguesia de Alcanede. O troço objecto da empreitada em concurso tem o início no limite de Concelho entre Porto Mós e Santarém (km 22,433) e termina em Alcanede (km 31,025).

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Cascais vai investir 200M€ em habitação

A Câmara de Cascais apresentou a sua Estratégia Local de Habitação (ELH) desenvolvida por uma equipa do município com académicos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

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A Câmara de Cascais apresentou a sua Estratégia Local de Habitação (ELH) desenvolvida por uma equipa do município com académicos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

A estratégia tem um desígnio: garantir acesso de todos a habitação condigna e desenvolver políticas de habitação transformadoras. Antes faz um retracto duro da realidade de Cascais no que diz respeito à população elegível para o Primeiro Direito.

Os dados apresentados referem que há 4085 famílias para realojar em Cascais. Destas, 2.384 famílias estão em situação de carência habitacional e 1.701 famílias) na situação que se convencionou de carência economia, ou seja, ou têm casa arrendada mas estão na iminência de despejo por dificuldades económicas.

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“A escassez de habitação é um problema transversal a diversas classes e estratos. O que implica que as soluções tenham de ser distintas ao abrigo de um grande programa de habitação pública que não se restringe às necessidades identificadas no programa 1ºDireito. Reabilitaremos o parque habitacional público que é hoje 2.8% do total de casas no concelho. Com a execução do nosso projecto, esse número chegará aos 3.3%”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Cascais Carlos Carreiras.

O responsável avançou que “a nossa ambição é que a habitação pública caminhe tendencialmente, ao longo dos próximo anos, até aos 30% do total do parque habitacional do concelho”.

Para lá chegar Cascais irá trabalhar em múltiplas frentes. Ao nível da construção nova “temos previstos 800 novos fogos, que já sinalizamos para candidatura a linhas de financiamento nacionais e europeias no valor aproximado de 165 milhões de euros, em todas as freguesias: Encosta da Carreira, Sassoeiros, Bairro Calouste Gulbenkian, Adroana, Fontaínhas, Rana e Bairro Marechal Carmona.”

O arrendamento acessível é outra das apostas e, por isso, o orçamento municipal de 2022 foi dotado “com verbas para programas de renda acessível não apenas para população vulnerável, mas também para professores e profissionais de saúde deslocados e estudantes. Outras formas de suporte, como apoio directo aos beneficiários, aquisição ou reabilitação também são equacionados”.

Ao nível da habitação partilhada e colaborativa. Carlos Carreiras afirmou que a intenção é a de “reinventar os bairros sociais de primeira geração com serviços partilhados”. Uma quarta linha diz respeito à regeneração e sustentabilidade. “Trabalhando os bairros para o conforto térmico e sustentabilidade ambiental e energética, um requisito essencial para o século XXI e que representa ganhos económicos para as famílias”.

O presidente anunciou ainda a criação de um Conselho Municipal de Habitação para acompanhar a execução do programa. “Criaremos os instrumentos, em conformidade com a Lei de Bases, a saber a “Carta Municipal de Habitação” e o “Relatório Municipal de Habitação”, e seremos muito criteriosos no modelo de governance deste programa de habitação pública. A política de habitação não rima com eleições – mas rima com gerações”, sustentou.

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mapa de intervenções do metro no campo grande
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Construção de novos viadutos na zona do Campo Grande têm início este mês

A construção da nova linha Circular irá implicar a construção no Campo Grande de um novo viaduto de cerca de 158 metros que permitirá “fechar” o anel no Campo Grande. A actual linha Amarela, na extensão Campo Grande/Odivelas, será também ligada ao actual troço de Telheiras, através de um viaduto de 428 metros

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O Metropolitano de Lisboa vai arrancar com as intervenções na zona do Campo Grande no âmbito do Plano de Expansão do ML para o Lote 3, que envolve a empreitada de projecto e construção dos toscos, acabamentos e sistemas para o prolongamento das linhas Amarela e Verde (viadutos do Campo Grande).

A construção da nova linha Circular irá implicar a construção no Campo Grande de um novo viaduto de cerca de 158 metros que permitirá “fechar” o anel no Campo Grande. A actual linha Amarela, na extensão Campo Grande/Odivelas, será também ligada ao actual troço de Telheiras, através de um viaduto de 428 metros implantado a norte dos viadutos já existentes.

A concretização destas intervenções implicará a introdução de alguns constrangimentos de trânsito na zona do Campo Grande, em particular no Terminal Rodoviário, bem como de circulação na Avenida Padre Cruz, já a partir do dia 19 de Janeiro. Assim, durante um período previsto de 17 meses, será encerrado o Ramo de Saída Av. Padre Cruz / Estrada de Telheiras para o Terminal Rodoviário e Estádio, dando lugar à mudança temporária do percurso dos transportes coletivos para o terminal do Campo Grande, passando a saída de passageiros a ser feita em frente ao edifício da NOS e sob o viaduto da Segunda Circular. Um dia depois, a 20 de Janeiro, e durante seis meses existirão constrangimentos na circulação rodoviária na Av. Padre Cruz na sequência da supressão da via esquerda tanto na faixa sentido Odivelas-Lisboa, como também na faixa sentido Lisboa-Odivelas, e de condicionamento de berma da Av. Padre Cruz no sentido Lisboa – Odivelas. “Por razões de segurança e adequada canalização do tráfego, este constrangimento levará também a uma supressão da via a montante, no acesso Campo Grande – Av. Padre Cruz”, refere o ML.

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edifício em reconstrução, estaleiro de obras
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Município de Lamego transforma antigo matadouro num polo cultural

O Município de Lamego está a transformar o antigo matadouro municipal, abandonado durante décadas e em estado de completa ruína, num moderno Centro Cívico. A reabilitação deste histórico edifício dará lugar, até ao final do ano, a um novo polo de criatividade e cultura. “O antigo matadouro de Lamego vai renascer como um local de… Continue reading Município de Lamego transforma antigo matadouro num polo cultural

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O Município de Lamego está a transformar o antigo matadouro municipal, abandonado durante décadas e em estado de completa ruína, num moderno Centro Cívico. A reabilitação deste histórico edifício dará lugar, até ao final do ano, a um novo polo de criatividade e cultura.

“O antigo matadouro de Lamego vai renascer como um local de criação e ganhar novas funções. Vamos resgatar este edifício para que seja um novo espaço de encontro que funcione como uma alavanca para a dinamização estratégica da zona envolvente, nomeadamente o novo Parque Urbano que está a nascer mesmo ali ao lado”, explica Francisco Lopes, Presidente da Câmara Municipal de Lamego.

Criado em 1937, o antigo matadouro municipal serviu nos últimos tempos para depósito de diversos materiais e de veículos abandonados recolhidos na via pública. As obras de reabilitação em curso incidem no corpo central do edifício e em duas alas laterais de menor porte, para além de um logradouro. Esta intervenção tem a preocupação de articular o imóvel com a envolvente urbana e paisagística, ligando-o ao futuro Parque Urbano, a maior zona verde pública da cidade que a autarquia está a construir.

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A empreitada foi adjudicada à firma “Manuel Pereira da Cruz & Filhos”, pelo valor de 824 mil euros, mais IVA, esta obra é concretizada no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), cofinanciado em 85% pelo FEDER. Dado o interesse arquitectónico e urbanístico do imóvel, a requalificação integra o Plano de Acção de Regeneração Urbana (PARU) da cidade de Lamego.

“Durante mais de 50 anos, o Rancho Regional de Fafel conseguiu preservar e divulgar a nossa cultura popular, espalhando-a por diversas geografias. Devido ao notável trabalho realizado, desde a sua fundação, como fiel depositária dos costumes e tradições do concelho e da região, acreditamos que esta colectividade garantirá a dinamização cultural e social do novo espaço”, afirma Francisco Lopes.

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Reabilitação das Villas da Vinha do Six Senses entregue à Tétris

A empreitada está Avaliada em 2,9 M€, e tem uma área de intervenção de cerca de 1.000 m2. dará lugar a nove quartos/suites e a duas villas independentes com mais dois quartos, totalizando assim um acréscimo de 11 quartos ao inventário do hotel

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A Tétris foi escolhida para executar os trabalhos de reabilitação das Villas da Vinha, aumentando assim a oferta do hotel Six Senses Douro Valley, situado no coração do Vale do Douro, perto de Lamego. Segundo avança nota enviada às redacções, esta unidade turística confiou à empresa de construção e arquitectura da JLL a realização desta obra, avaliada em 2,9 milhões de euros. A área de intervenção será de cerca de 1.000 m2 e dará lugar a nove quartos/suites e a duas villas independentes com mais dois quartos, totalizando assim um acréscimo de 11 quartos ao inventário do hotel.

“O Fundo Discovery, proprietário do hotel, e a Six Senses, que o explora, foram muito criteriosos na escolha do parceiro para executar esta obra, pois o objectivo é que os trabalhos realizados incorporem imaculadamente a sofisticação e requinte pretendidos. Fomos seleccionados pelos padrões de qualidade, acabamento e requinte que nos caracterizam em todas as áreas de intervenção, e os quais estamos a consolidar agora fortemente no segmento hoteleiro”, refere Calos Cardoso, Managing Director da Tétris, citado em comunicado.

A villa de maior dimensão tem nove quartos, além de piscina, jacuzzi exterior e sauna. Já a outra villa totaliza três quartos com sala, pátio exterior e piscina privada.

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De realçar que o hotel Six Senses Douro Valley, detido pelo Fundo Discovery e operado pela marca Six Senses, conta com 60 quartos, spa com 2.300 m2 e zonas de refeição e bar, bem como um centro de negócios. A oferta de acomodação inclui ainda diversas villas, sendo que todo o empreendimento está envolvido numa zona privada recentemente classificada como parte do portfólio dos Jardins Históricos de Portugal.

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Câmara de Lisboa prevê obras em 16 escolas num investimento de 22M€

O executivo municipal de Lisboa prevê um orçamento de 62,7 milhões de euros para a educação durante este ano, com intervenções em 16 escolas, num investimento de cerca de 22 milhões de euro

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O executivo municipal de Lisboa prevê um orçamento de 62,7 milhões de euros para a educação durante este ano, com intervenções em 16 escolas, num investimento de cerca de 22 milhões de euros.

“Também igualmente importante, aquela que é uma intervenção que tem vindo por várias vicissitudes a ser adiada, é a retirada de amianto de algumas escolas de Lisboa, neste caso de 13 escolas da nossa cidade e que tem um valor orçado de três milhões de euros”, afirmou o vereador da Educação, Diogo Moura (CDS-PP), no âmbito de uma audição sobre o orçamento municipal para 2022, realizada na segunda-feira, por videoconferência, com os deputados da Assembleia Municipal de Lisboa.

O autarca começou por dizer que a proposta de orçamento municipal para este ano, em termos de dotação, estima 62,7 milhões de euros para educação, o que representa um acréscimo de cerca de 16% face aos 54 milhões de euros previstos para 2021.

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Entre as principais despesas estão a alimentação escolar, com 10 milhões de euros; os transportes escolares, com cerca de um milhão de euros; as componentes de apoio à família (CAF) e as actividades de animação e apoio à família (AAAF), com três milhões de euros; as actividades de enriquecimento curricular (AEC), com 2,5 milhões de euros; e no material de desgaste, com 1,3 milhões de euros, indicou o vereador da Educação.

Entre os objectivos da proposta orçamental nesta área, segundo o autarca com o pelouro da Educação, estão “a diminuição das desigualdades, combater o insucesso escolar e garantir que todos os jovens da cidade concluem o secundário”, assim como formar e desenvolver alunos através da cultura, do desporto e da ciência, e melhorar as condições de estudo nas escolas, mas também fora delas, nomeadamente com as salas de estudo.

Este é o primeiro orçamento municipal do mandato 2021-2025, sob a presidência do social-democrata Carlos Moedas, em que a proposta apresentada prevê uma despesa de 1,16 mil milhões de euros.

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IHRU vai investir mais de 30 M€ em dois novos empreendimentos para Renda Acessível

O IHRU abriu dois novos concursos destinados à concepção de dois novos empreendimentos em Almada e Setúbal. Os dois empreendimentos irão criar um total de 198 fogos, destinados ao Arrendamento Acessível

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O IHRU abriu dois novos concursos destinados à concepção de dois novos empreendimentos em Almada e Setúbal. Os dois empreendimentos irão criar um total de 198 fogos, destinados, na sua totalidade, ao Arrendamento Acessível.
O primeiro empreendimento ficará localizado em Almada, na Quinta da Boa Esperança. O local a intervir tem uma dimensão de 8.353 m2, para o qual se prevê a construção de um total de 100 fogos, a que corresponde 11.600 m2 de área bruta de construção acima do solo (10.900 m2 de habitação e 700 m2 para comércio e serviços) num total de 13.400 m2 de área bruta máxima de construção, onde se incluem pisos em cave para estacionamento, bem como áreas para arrecadações.

O valor máximo estimado para o custo da obra é de 11,6 milhões de euros (a que acresce o IVA à taxa legal em vigor), prevendo-se que o investimento total do IHRU, I.P. nesta operação seja de cerca de 15 milhões de euros, não incluindo o valor do terreno.

O segundo empreendimento é o Conjunto Habitacional da Rua do Monte, localiza-se no Plano Integrado de Setúbal, junto do Bairro da Bela Vista. O local a intervir tem uma dimensão de 8.466 m2, para o qual se prevê a construção de um total de 98 fogos, a que corresponde 11.780 m2 de área bruta de construção acima do solo (10.242 m2 de habitação e 1.538 m2 para comércio e serviços) num total de 16.190 m2 de área bruta máxima de construção, onde se incluem pisos em cave para estacionamento, bem como áreas para arrecadações.

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O valor máximo estimado para o custo da obra é de 12,7 milhões de euros (a que acresce o IVA à taxa legal em vigor), prevendo-se que o investimento total do IHRU, I.P. nesta operação seja de 16,4 milhões de euros, não incluindo o valor do terreno.

Estes concursos contam com o apoio técnico da Ordem dos Arquitectos – SRLVT e com a colaboração dos respectivos Municípios de Almada e Setúbal.

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Mota-Engil vai receber mais 3,3 M€ para obras no Porto de Cabinda

O Presidente angolano autorizou uma adenda de 3,3 milhões de euros ao contrato de empreitada de dragagem no porto de Cabinda, a cargo da construtora Mota-Engil Angola

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O Presidente angolano autorizou uma adenda de 3,3 milhões de euros ao contrato de empreitada de dragagem no porto de Cabinda, a cargo da construtora Mota-Engil Angola, devido ao agravamento das condições macroeconómicas.
O contrato para execução de obras de dragagem do canal de acesso, bacia de manobras e berços de acostagem do Novo Quebra-Mar e Cais de Cabinda, cujo valor e data não são mencionados no despacho presidencial, foi celebrado entre a Mota-Engil Angola e o ministério dos Transportes, no âmbito do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios. A notícia foi avançada pela agência Lusa.

De acordo com a agência noticiosa, que sita o despacho presidencial com data de 6 de Janeiro, o Presidente angolano, João Lourenço, justifica a adenda devido ao “agravamento das condições macroeconómicas”, que terão levado a um desequilíbrio económico financeiro do contrato “que configura uma alteração superveniente e relevante das circunstâncias em que as partes fundaram a decisão de contratar”, havendo por isso necessidade de uma adenda ao contrato, no valor de 2,1 mil milhões de kwanzas.

Angola lança novos concursos públicos

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Noutros dois despachos presidenciais, diz a Lusa, o Presidente da República autoriza a abertura de novos concursos públicos. O primeiro, no valor de 4,4 mil milhões de kwanzas, ou cerca de sete milhões de euros, destinado à construção e apetrechamento do Aterro Sanitário Convencional na Província de Cabinda. Ainda para a província de Cabinda é lançado um segundo concurso para a construção de 43 tanques de água elevados com capacidade de 100 metros cúbicos no valor de 2,5 mil milhões de kwanzas, cerca de quatro milhões de euros.

Um terceiro concurso é relativo às instalações da Inspecção Geral da Administração do Estado incluindo a reabilitação do Edifício Muxima Plaza, no valor estimado de 4,7 mil milhões de kwanzas, 7,6 milhões de euros, e à aquisição de mobiliário e equipamentos informáticos, por 3,7 mil milhões de kwanzas, 5,8 milhões de euros.

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IASFA lança novo concurso para arrendamento de 60 casas de renda económica

A concurso estão 60 habitações, situadas em Almada, Cacém, Coimbra, Elvas, Évora, Lisboa, Mem Martins, Ponta Delgada, Ramada, Seixal e Tomar

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Estão abertas as candidaturas para o arrendamento de casas de renda económica do Instituto de Acção Social das Forças Armadas (IASFA), que se encontram devolutas e a necessitar de obras. A concurso estão 60 habitações, situadas em Almada, Cacém, Coimbra, Elvas, Évora, Lisboa, Mem Martins, Ponta Delgada, Ramada, Seixal e Tomar.

O aviso de abertura, publicado em Diário da República, prevê a atribuição de casas de renda económica que se encontram devolutas ou a precisar de reabilitação. As obras necessárias para a utilização das fracções, com um custo máximo de cinco mil euros, acrescidos de IVA, deverão ser realizadas pelos arrendatários, sendo que o valor pago, até ao montante definido no concurso, será posteriormente descontado nas rendas mensais, no prazo máximo de 60 meses.

O concurso está aberto por 30 dias, até 5 de Fevereiro, e podem concorrer todos os militares e pessoal militarizado dos quadros permanentes das Forças Armadas, nas situações de activo, reserva e reforma.

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Desde a alteração do regime jurídico do arrendamento das casas de renda económica do IASFA, em 2019, foram abertos três concursos para arrendamento de habitações: em 2019, para 55 casas prontas a habitar; em 2020, para 97 casas carecidas de obras e o presente concurso para 60 casas que também necessitam de obras de reabilitação.

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