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    Engexpor ganha gestão do projecto Lumino no Campo Pequeno

    O projecto imobiliário, que conjuga apartamentos e residências para estudantes é promovido pela Round Hill Capital e pela TPG Real Estate

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    A Engexpor, empresa especializada na gestão de projectos e na gestão da construção, tem a seu cargo o acompanhamento, durante os próximos 22 meses, do projecto imobiliário Lumino, que conjuga apartamentos de alta qualidade e residências para estudantes no Campo Pequeno, em Lisboa.

     O projecto vem revitalizar a zona do Campo Pequeno com uma oferta no segmento residencial e de uma nova residência para estudantes, além da introdução de novas infraestruturas, espaços verdes e áreas comerciais e de lazer. Totalizando um investimento de 150 milhões de euros, o Lumino tem conclusão prevista para o segundo semestre de 2022. A primeira fase do empreendimento conta com 97 unidades residenciais disponíveis para venda – 70% destas já reservadas.

    “A nossa sólida experiência nos sectores residencial e de hotelaria deixa-nos bem posicionados para entrarmos em força no segmento de alojamento para estudantes e responder a todos os requisitos. Trata-se de um sector em expansão, com um conjunto de grandes empreendimentos em fase de preparação e que serão desenvolvidos por empresas com reconhecida experiência e reputação neste mercado, aportando muita qualidade aos projectos”, refere Miguel Alegria, CEO da Engexpor.

    Promovido pela Round Hill Capital e pela TPG Real Estate, o empreendimento será constituído por cerca de 300 apartamentos residenciais de tipologia T1 a T4 (com 27.000 m²) e 380 camas para estudantes (com 10.440 m²). Além disso, os seus residentes vão poder usufruir de lugares de estacionamento com postos de carregamento de veículos elétricos, lugares para motocicletas e bicicletas, espaços verdes e uma piscina de 15 metros no rooftop.

    Desenhado de modo a tirar o máximo partido da luz de Lisboa, o Lumino foi estrategicamente concebido para estar próximo do centro financeiro de Lisboa, das principais universidades e instituições de ensino da cidade, bem como de um conjunto de outros serviços, nomeadamente acesso uma extensa rede de transportes públicos.

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    Banco de jardim construído com areia resultante da trituração de lâmpadas incandescentes recolhidas no âmbito do sub-projecto LED

    Engenharia

    Prospectiva integra Sub-Projecto LED em São Tomé e Princípe

    Sob a alçada do “Power Sector Recovery Project”, co-financiado pelo Banco Mundial e pelo Banco Europeu de Investimento, este novo sistema visa a reciclagem ou destruição controlada de lâmpadas fluorescentes, incandescentes, de halogénio

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    Contratada pela Agência Fiduciária de Administração de Projectos (AFAP) e pela Empresa de Água e Electricidade de São Tomé e Príncipe (EMAE), a Prospectiva, em consórcio com a TESE – Associação para o Desenvolvimento, será responsável pelo desenvolvimento, implementação e supervisão de um novo sistema de gestão de resíduos para lâmpadas usadas no País.

    Sob a alçada do “Power Sector Recovery Project”, co-financiado pelo Banco Mundial e pelo Banco Europeu de Investimento, este novo sistema visa a reciclagem ou destruição controlada de lâmpadas fluorescentes, incandescentes, de halogénio, entre outras, de São Tomé e Príncipe, e a sua substituição por cerca de 500 mil lâmpadas LED em casas particulares e em edifícios públicos.

    A implementação do sistema terá uma duração de 12 meses, com um investimento de 409.600€, e passará por diversas fases de estudo ambiental e social, de contratação e formação profissional, de sensibilização da população, de recolha e substituição das lâmpadas, e de armazenamento, transporte e reciclagem ou destruição das mesmas.

    A preservação ambiental e a prevenção da contaminação do ar e do solo com mercúrio, vidro, metais e outros componentes presentes em lâmpadas antigas são o principal objectivo para o desenvolvimento deste sistema, o qual terá capacidade de reciclar até três mil lâmpadas por dia.

    Ainda no âmbito desta acção, foi desenvolvido o sub-projecto LED, que visa uma utilização sustentável e a nível local dos resíduos das lâmpadas incandescentes recolhidas. Em colaboração com a Santa Casa da Misericórdia, após a recolha, o tratamento e a trituração das lâmpadas, com a areia resultante foram construídos diversos bancos de jardim, actualmente já em uso pela população no seu dia a dia.

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    KEO abre segundo escritório em Portugal e prepara expansão europeia

    Actuam nas diferentes áreas de projecto e engenharia e entraram em Portugal em plena pandemia, com confinamentos um pouco por todo o lado. Quatro anos depois, já têm clientes em Portugal para projectos noutras geografias. Depois do primeiro passo da internacionalização, o objectivo passa por estar presente em mais países europeus

    Cidália Lopes

    Em entrevista exclusiva ao CONSTRUIR, João Sales, director da KEO Europe, revela como tem sido o percurso da empresa em Portugal, que não só abriu portas à internacionalização do Grupo, como à possibilidade de expansão para outras geografias. Mais do que definir valores ou metas de facturação, o objectivo passa por criar raízes e mostrar a dinâmica de trabalho daquela que é a mais antiga empresa no Médio Oriente, com origens no Kuwait e que conta com cerca de 2500 colaboradores de mais de 60 países.

    Primeiro com um escritório no Porto, abriram este ano a delegação em Lisboa, no Parque das Nações, por uma questão de proximidade dos clientes e do mercado. É expectável, por isso, que, ainda este ano, atinjam os 150 colaboradores em Portugal.

    Há quanto tempo é que estão em Portugal?

    Há quatro anos. Portanto, abrimos a nossa sede primeiramente no Porto, em Campanhã e agora estamos na Trindade, perto da Câmara Municipal, e há seis meses em Lisboa. Estamos a crescer, a expandir a nossa actividade e o, portanto, o edifício onde estávamos já não tinha capacidade. Em Lisboa, estamos no Parque das Nações. E Portugal é o primeiro país da empresa fora do Médio Oriente.

    Sendo uma empresa internacional e com uma actuação muito especifica no Médio Oriente, como é que surge a estratégia de vir para Portugal?

    Foi uma oportunidade, foi um objectivo, um passo estratégico nosso. A KEO, que quer dizer Kuwait Engineering Office, nasceu no Kuwait há 60 anos, é uma das mais antigas do Médio Oriente. O nosso fundador ainda é o Chairman e por isso ainda se mantém um negócio familiar.

    No Médio Oriente somos praticamente líderes de mercado, se não formos, estamos no Top 3 e competimos com os grandes internacionais que têm operações no Médio Oriente.

    A nossa vinda para Portugal está relacionada com uma estratégia de médio e longo prazo de alargar o reach geográfico. Talvez nestes 60 anos da KEO, que celebramos este ano, 99,5% dos projectos que fizemos foram lá.

    Como tem estado a ser a experiência de trabalhar num mercado tão diferente?

    Se por um lado, no Médio Oriente somos uma empresa que não dispensa apresentações toda, a gente no ramo sabe quem somos e o que fazemos, aqui é completamente diferente. Muito poucos sabem quem somos.

    Estou na KEO há 13 anos, sendo que 11 foram vividos em Abu Dhabi, primeiro a trabalhar para uma empresa inglesa e depois nove anos já a trabalhar para a KEO. Há quatro anos vim para Portugal abrir a KEO. E só aí é que comecei a ter que explicar o que era KEO.

    Como tem sido o vosso percurso no Médio Oriente?

    O histórico da empresa está muito ligado, infelizmente, a situações traumáticas de guerras. Não há bela sem senão e depois de uma guerra há toda uma necessidade de infraestruturas e de construção. Ou seja, as crises criam oportunidade.

    Primeiro com a reconstrução do Kuwait, depois nos anos 90 houve um crescimento muito grande quando fomos para os Emirados Unidos, com todo o crescimento do Dubai, Abu Dhabi. Em 2010 o Mundial é atribuído ao Qatar e este, rapidamente, se transformou no nosso maior mercado, tendo estado envolvidos em quatro dos oito estádios construídos. E não só os estádios, mas toda a infraestrutura que é necessário desenvolver, as autoestradas, edifícios, hotéis. Doha sofreu uma transformação enorme com estas obras.

    Nós temos 2500 funcionários e cerca de metade estavam a trabalhar em projectos no Qatar, para ter uma ideia da dimensão do mercado.

    E mais recentemente, de 2020 para cá, e principalmente no pós-pandemia, a Arábia Saudita, com uma pujança que faz lembrar o Dubai dos anos 90, mas com um volume ainda maior.

    Portanto, não há nenhum projecto grande do Medio Oriente em que a KEO não esteja envolvida, de uma maneira ou de outra. O nosso scope é muito abrangente, desde o projecto, à consultoria, passando pela fiscalização.

    Em que aspecto é que Portugal representa, então, uma mais-valia nesta estratégia?

    Além de ser um mercado em crescimento, Portugal pode ser encarado como uma porta para novas geografias. Portugal não deixa de ser um hub, não só para a Europa, como para a África, para os PALOP’s, como para a América Latina. Pois, está aqui num eixo muito importante.

    Por outro lado, a perfomance de trabalho com a pandemia mudou muito. Durante muitos anos a filosofia era atrair talento para o Médio Oriente. Hoje em dia, com tudo ligado todos trabalhos remotamente, na cloud, tudo online, é possível trabalhar à distância. Por isso quando se monta um escritório em Portugal, podemos estar a entregar projectos em qualquer lado. Actualmente, temos 10 escritórios em oito países e todos trabalham colaborativamente, o que significa que fazemos projectos para qualquer sítio e em equipa.

    Inclusive os que são cá em Portugal?

    Exatamente. Neste momento, a maior parte do trabalho que é feito pelas nossas equipas em Portugal não é para Portugal, ainda é para o Médio Oriente, para os grandes projectos que temos lá.

    Seja um arranha-céus no Dubai, ou um Campo de Golfe, na Arábia Saudita, ou um hotel no Qatar, as equipas dos vários escritórios colaboram. Não tem tanto a ver com o escritório que está perto, mas sim onde estão os nossos especialistas e que têm o currículo mais próprio para determinado projecto.

    Ainda sobre a vinda para Portugal, já havia uma vontade dos responsáveis?

    Sim, quando a proposta é feita, esta já estava alinhada com uma estratégia. Nós trabalhamos muito por departamentos, temos várias áreas de actuação. Na altura abrimos no Porto com infraestruturas, ou seja, projectistas de estradas, de redes de abastecimento. E muito rapidamente vimos que havia oportunidade e, entretanto, já temos equipas de arquitectura, de paisagismo, de ambiente.

    No Porto já somos 60 e em Lisboa 12. O nosso objectivo é duplicar este número ainda este ano, com o desafio que é sabido em Portugal da contratação. Portanto, há falta de mão de obra em Portugal e somos muito selectivos, já que é a única maneira de mantermos os nossos standards.

    E porquê a escolha pela cidade do Porto?

    Tínhamos algumas parcerias com empresas com que colaborávamos no Porto e foi um processo natural e uma agradável surpresa. O Porto recebeu-nos muito bem e não fica minimamente atrás em termos de mão de obra disponível e de qualidade. E vemos cada vez mais empresas que estão em Lisboa a abrir escritório no Porto, e vejo isso a acontecer com as grandes consultoras, com os grandes gabinetes de projecto, que aqui em Portugal são a nossa concorrência directa. Não só porque permite estar mais perto dos clientes, como alargar a talent pool. E acaba, também, por facilitar no recrutamento de profissionais ao darmos a possibilidade de trabalharem num dos dois espaços.

    Sendo a questão da mão de obra um tema importante e sensível, de que forma abordam esse recrutamento, junto das universidades, por exemplo?

    Sim, sim, junto das universidades e também junto das feiras de emprego organizadas pelas próprias faculdades. Para nós este trabalho é muito importante, porque sabemos que ainda estamos longe de ter o reconhecimento em Portugal que as empresas nossas concorrentes têm, mas temos todo um portfólio, uma experiência e áreas de actuação e de projecto que chama muito o interesse.

    E um aluno quando vê o tipo de projectos que fazemos, a dimensão, que são coisas que em Portugal não se fazem, nem nunca se fizeram. Nós fazemos cidades de raiz.

    Talvez em termos de comparação temos a Expo’98…

    Sim, sem dúvida. Mas isso é o tipo de projecto que acontece uma vez e não haverá, provavelmente, uma nova oportunidade do género em Portugal.

    E relativamente a projectos, o que é que têm em carteira actualmente?

    Nós em Portugal ainda não temos nada de substancial. É preciso não esquecer que trabalhar em rede e que os nossos escritórios têm muito trabalho mas, para já, ainda para projectos no estrangeiro.

    Lá está, chegámos em pleno covid, em pleno lockdown. No primeiro ano e meio não nos conseguíamos dar a conhecer. Portanto, nos primeiros dois anos não foi possível reunir com ninguém, nem estar presente em eventos deste género. Só de há dois anos para cá é que estamos a investir em marketing.

    Por isso, em relação a projectos, não é algo que surja de um momento para o outro, leva o seu tempo que também está relacionado com todo o processo que envolve a participação e o concurso de projectos. É um desafio entrar em que mercado for.

    Só em 2023 é que assinamos os primeiros contratos em Portugal, numa escala mais reduzida, mas que ainda assim abrangeram três continentes diferentes, a partir de Portugal, ou seja, Europa, África e Ásia.

    O que também vem demonstrar que a nossa aposta em Portugal enquanto hub estava correcta e que as empresas estão cada vez mais a internacionalizar-se e precisam de alguém com experiência nesses mercados.

    Em 2024 contamos que seja o ano em que vá surgir contratos a uma escala a que a KEO está habituada e que estão neste momento ainda em fase de concurso e por isso não é possível revelar.

    O facto de sermos uma empresa internacional que veio para Portugal, o que de certa forma é o percurso ao contrário, tem, também gerado muito interesse por parte dos players com quem interagimos, principalmente quando falamos com potenciais parceiros, e geram-se, neste âmbito, sinergias interessantes.

    Nós nunca olhamos para a competição apenas como concorrência, mas sempre como potenciais parceiros. E isso tem sido, também, um veículo para oportunidades.

    O vosso background acaba por ser a vossa mais-valia…

    Exacto, porque o que temos para vender é realmente diferenciador, portanto, quando andamos a vender uma empresa como a nossa, não é ver realmente a maneira como somos recebidos com entusiasmo, não só pela quantidade de coisas que fazemos, pela dimensão dos projectos, pelo portfólio da experiência, como as pessoas podem imaginar que a indústria do projecto e da construção do sítio de onde vimos não está desenvolvido, mas é o contrário.

    Em sítios como o Dubai, já há muitos anos que se fazem coisas que em Portugal só recentemente se começaram a fazer. Portanto, são países que já têm exigências em termos de sustentabilidade, por exemplo, de implementação de certificação de sustentabilidade, toda a parte de digitalização. Portanto, o BIM, por exemplo, enquanto que, em Portugal, se fala agora de em 2030 ser obrigatório entregar em BIM, nós no Dubai já é obrigatório entregar em BIM desde há cerca de 10 anos.

    Qual é então o vosso plano de investimento em termos de médio e longo prazo aqui em Portugal?

    Nós somos uma empresa com 2500 pessoas, sendo que até ao final do ano temos como objectivo chegar às 150 em Portugal. Temos a noção de que Portugal é apenas uma pequena parte do que é a KEO, e por isso, muito mais importante do que estabelecer uma meta de facturação a dois, três ou quatro anos é muito mais relevante para nós estabelecermo-nos, criar uma pegada, criar raízes nestas geografias.

    Portanto, divulgar a marca, atrair clientes, e manter esses clientes. Uma coisa que nos orgulha é que dos poucos clientes que assinámos o ano passado e que realmente foram para este três Continentes que falei há pouco, já todos nos deram um segundo projecto.

    Na sua opinião e do conhecimento que têm, qual é o mercado que está com mais dinâmica?

    Vive-se um período de muito incerteza geopolítica em diferentes países da Europa e por seu lado, o investimento estrangeiro em Portugal não sentimos que tenha abrandado e por isso mantém-se alguma dinâmica.

    Uma vez que estão agora em Portugal e com todas as sinergias que se geram haverá aqui uma possibilidade de expandirem para outro país europeu?

    Sim, sem dúvida. Nós sendo uma empresa do Médio Oriente que está lá estabelecida há muitos anos, portanto, estamos em sete países do Médio Oriente e o oitavo é Portugal, o objectivo é, sem dúvida, crescer e alargar para outras geografias.

    Não temos necessariamente um plano definido, mas há localizações que estão com mais dinâmica e mais propicias para fazer negócios, que estão mais receptivos ao tipo de empresa como a KEO. Julgo que será, de alguma, um crescimento onde surgirem as oportunidades, onde surjam projectos interessantes e que estes se materializem e que justifique abrir nesse local uma delegação para começar e uma pessoa uma vez pondo o pé, o resto vai aparecendo.

    Portanto, não colocamos nada de parte. E, até nestas sinergias, nas parcerias que fazemos, no tipo de negócios que fazemos, nas geografias para onde vamos, no tipo de projetos que fazemos, nós não colocamos nada necessariamente de parte. Estamos sempre disponíveis para ouvir os potenciais parceiros.

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

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    LNEC recebe conferência sobre o Simplex da Habitação

    Ordem dos Engenheiros, Ordem dos Arquitectos e LNEC organizam, no próximo dia 14 de Maio, no Grande Auditório do LNEC, uma conferência dedicada à análise do Simplex da Habitação

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    Engenheiros e LNEC

    A Ordem dos Engenheiros, a Ordem dos Arquitectos (OA) e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) organizam, no próximo dia 14 de Maio, no Grande Auditório do LNEC, uma conferência dedicada à análise do Simplex da Habitação, um pacote legislativo que pretende proceder à reforma e simplificação dos licenciamentos no âmbito do urbanismo, ordenamento do território e indústria.

    A nova legislação pretende uma simplificação da actividade administrativa através da contínua eliminação de licenças, autorizações e actos administrativos, numa lógica de “licenciamento zero”.

    De entre as diversas medidas tomadas, são clarificados os poderes de cognição dos municípios no exercício do controlo prévio urbanístico, em especial relativamente à emissão de licenças.

    Enquanto determinantes na implementação das alterações introduzidas pela nova legislação, esta iniciativa pretende chamar a debate os profissionais da engenharia e da arquitectura.

    A sessão de abertura estará a cargo de Laura Caldeira, presidente do LNEC, Avelino Oliveira, presidente do Conselho Diretivo da OA e Fernando de Almeida Santos, bastonário da Ordem dos Engenheiros, seguida da apresentação do tema “Simplificação do Processo de Licenciamento e Codificação da Regulamentação da Construção: Contributos do SILUC”, com António Cabaço, engenheiro e investigador auxiliar no LNEC e João Oliveira Pedro, arquitecto e investigador auxiliar no LNEC.

    Segue-se, depois, uma mesa redonda que irá contar para o debate com Fernando Santo, anterior Bastonário Ordem dos Engenheiros, João Rodolfo, CEO da Traçado Regulador e Manuel Reis Campos, presidente da AICCOPN.

    Para a sessão de encerramento, estará presente Pedro Novo, presidente do Conselho Directivo Regional da Secção de Lisboa e Vale do Tejo da Ordem dos Arquitectos e António Carias de Sousa, presidente do Conselho Directivo da Região Sul da Ordem dos Engenheiros.

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    CE atribui 245M€ em subvenções a projecto de hidrogénio em Sines

    A Comissão Europeia anunciou os vencedores de um leilão altamente competitivo do Banco Europeu de Hidrogénio, tendo sido atribuídos ao projecto MadoquaPower2X (MP2X), em Sines, 245 milhões de euros em subvenções operacionais

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    O MP2X, localizado em Sines, Portugal, é uma instalação Power-to-X que produzirá hidrogénio verde e amoníaco, principalmente para o transporte marítimo. O projecto está dividido em duas fases, com uma capacidade inicial de electrolisador de 500 MW, seguida da Fase 2, que procurará implantar mais 700 MW de capacidade de electrolisador, elevando a capacidade total para 1,2 GW.

    Este projecto emblemático é uma pedra angular para o futuro da descarbonização dos sectores energéticos europeus de difícil acesso, como o transporte marítimo e as indústrias pesadas.

    A MP2X foi agora convidada a preparar um acordo de subvenção com a Comissão Europeia. A MP2X receberá um prémio fixo de 0,48 EUR/kgH2 por ~51.000 tH2 por ano durante um período de 10 anos, num total previsto de 245 milhões de euros.

    “Estamos muito orgulhosos por o nosso projecto ter recebido esta subvenção e aplaudimos os decisores políticos por reconhecerem a importância da economia do hidrogénio em Portugal e na Europa. O anúncio de hoje reafirma a capacidade da CIP para realizar projectos de hidrogénio verde para construir uma futura economia do hidrogénio na Europa. Gostaríamos de agradecer aos nossos parceiros em Portugal, bem como ao Governo português, às instituições públicas e às comunidades locais por trabalharem connosco na criação de um futuro mais verde para as gerações vindouras”, refere Philip  Christiani, partner da Copenhagen Infrastructure Partners (CIP).

    Por sua vez Marloes Ras, directora Não-Executiva da MadoquaPower2X, afirmou que “a nossa equipa trabalhou incansavelmente para fazer da MP2X um sucesso. O anúncio de hoje da Comissão Europeia é um reconhecimento dos esforços incansáveis da equipa em Portugal e na Dinamarca. Com este reconhecimento vem a responsabilidade, a viagem apenas começou, estamos agora prontos para entregar o projecto e esperamos continuar a colaborar com as instituições públicas e as comunidades locais para fazer do MP2X um sucesso pioneiro para Portugal”.

    Subsídio até ao final do período de subvenção

    O projecto receberá o financiamento concedido a partir da data de exploração comercial até ao final do período de subvenção de 10 anos. A subvenção aproxima a MP2X da decisão de investimento financeiro, reduzindo a diferença entre o preço de custo e o preço de venda, e constitui um importante factor de sucesso do projecto. A subvenção depende do facto de a MP2X estar operacional no prazo de cinco anos após a assinatura do acordo respectivo. A MP2X  estima que o projecto deverá ficar operacional, o mais tardar, em 2028.

    O projecto inicial utilizará uma ligação à rede de 560 MVA para produzir anualmente 51.000 toneladas de hidrogénio e 300.000 toneladas de amoníaco verdes utilizando electricidade renovável. Incluindo a segunda fase, o projecto utilizará uma ligação à rede de 1400 MVA para produzir um total de 150.000 toneladas de hidrogénio verde e mais de 1 milhão de toneladas de amoníaco verde por ano.

    A MP2X é e continuará a ser um impulsionador directo de outros investimentos nacionais na cadeia de valor da produção de hidrogénio em Sines, com parcerias técnicas e comerciais para a compra de hidrogénio produzido por terceiros.

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    Prospectiva fiscaliza empreitadas no hospital de Vila Nova e Gaia e Espinho  

    As novas empreitadas contam com um prazo de execução previsto de 150 dias, sendo que caberá à Prospectiva a coordenação de empreitadas, o controlo do planeamento e do desenvolvimento dos trabalhos, o controlo e a fiscalização da qualidade de execução de cada obra e do planeamento e execução do plano de gestão de RCD

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    A construção do Heliporto, da Unidade de Cuidados Intensivos Neurocríticos do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho e da recuperação da cobertura do Pavilhão Feminino da mesma unidade de saúde contam com fiscalização da Prospectiva.

    As três novas empreitadas contam com um prazo de execução previsto de 150 dias, sendo que caberá à Prospectiva a prestação de serviços inclui a coordenação de empreitadas, o controlo do planeamento e do desenvolvimento dos trabalhos, o controlo e a fiscalização da qualidade de execução de cada obra e do planeamento e execução do plano de gestão de resíduos de construção e demolição.

    Planta cobertura Pavilhão Feminino

    No caso concreto da substituição da cobertura do Pavilhão Feminino a obra incidirá, primeiramente, na demolição do telhado existente, passando-se, em seguida, para a construção da estrutura metálica do telhado, assim como a execução do novo telhado e colocação de caleiras e tubos de queda de águas pluviais.

    Planta implantação Heliporto

    Para a construção do Heliporto e das Escadas de Emergência, a empreitada passará pela construção de estruturas metálicas, a ampliação de núcleos de escadas e elevadores em betão armado, assim como as instalações hidráulicas, eléctricas e mecânicas, passando, depois para as infraestruturas aeronáuticas.

    Planta UCI Neurocriticos

    Já a construção da nova UCI para Neurocríticos, o processo envolve a fase de arquitectura, com as estruturas, instalações eléctricas, telecomunicações, instalações mecânicas e infraestruturas hidráulicas, assim como todas as valências necessárias para a segurança contra incêndios.

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    Prospectiva e H3P supervisionam construção da Barragem do Calucuve, em Angola

    Actualmente a 31% da sua execução, a construção daquela infraestrutura visa “mitigar os impactos da seca no Sul de Angola”

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    A Prospectiva e a H3P – Engenharia e Gestão encontram-se a supervisonar a Barragem do Encontra-se do Calucave, em Angola. Actualmente a 31% da sua execução, a construção daquela infraestrutura visa “mitigar os impactos da seca no Sul de Angola”.

    A Barragem de Calucuve é uma barragem em terra com construção prevista a uma altura máxima de cerca de 24 metros. O nível máximo de armazenamento é determinado pelo nível da crista do vertedouro, tendo este sido fixado a uma altitude de 1.249 metros. Este nível corresponde a uma capacidade total de armazenamento de 140 hm3.

    Administrativamente, a província é composta por seis municípios – Cuanhama (capital), Ombadja, Cahama, Namacunde, Cuvelai e Curoca, e 20 comunas –, sendo que o local da barragem se situa no rio Cuvelai, na comuna de Mukolongondja, a aproximadamente 33 km a montante da cidade de Cuvelai.

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    OERS acolhe primeira edição dos ‘Prémios de Excelência na Academia’

    O prémio distinguiu 18 vencedores em 12 especialidades da Academia, promovendo assim a “valorização do mérito” dos seus membros em formação

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    A sede da Ordem dos Engenheiros – Região Sul (OERS), em Lisboa, recebeu esta quarta-feira, dia 17 de Abril, a primeira edição da cerimónia de entrega dos Prémios de Excelência na Academia, uma iniciativa promovida pelo Conselho Directivo da Região Sul (CDRS) em colaboração com entidades patrocinadoras.

    Com o objectivo de “reconhecer e celebrar” o desempenho académico dos membros estudantes da Ordem dos Engenheiros, inscritos na Região Sul, são reconhecidos vencedores em 12 especialidades da Academia, promovendo assim a “valorização do mérito” dos seus membros em formação.

    António Carias de Sousa, presidente da OERS, destacou a importância de “valorizar os jovens talentos” para o futuro da engenharia, “cujo reconhecimento proporciona, também, uma plataforma para os estudantes se destacarem e estabelecerem conexões cruciais com o mundo profissional, impulsionando assim o seu crescimento e desenvolvimento”.

    Este ano, os prémios foram atribuídos com base num rigoroso processo de selecção, entre os membros estudantes, reconhecendo os melhores desempenhos nos ciclos de licenciatura e mestrado.

    Os vencedores deste ano foram premiados no valor de 750 euros para o ciclo de licenciatura e mil euros para o ciclo de mestrado, em reconhecimento do seu excepcional percurso académico e contribuição para o desenvolvimento do sector da engenharia.

    Além disso, os vencedores têm ainda a possibilidade de serem recrutados pelas empresas patrocinadoras do evento, nomeadamente: Consulai; EACE – Engenheiros Associados, Consultores em Engenharia; Hovione; Imperialum; JET SJ – Geotécnia; LS Engenharia Geográfica; Navigator; Noesis; OTIS; Quadrante; Somincor; Vera Navis.

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    A caminho da “Construção & Logística 5.0”

    Um tema “provocativo” num encontro que irá abordar a crescente digitalização do sector e o processo de transformação que o acompanha, para o qual é inevitável a maior digitalização de processos. Com organização da Cegid, o encontro, que terá lugar dia 18 de Abril, irá reunir especialistas e empresas do sector

    A crescente transformação digital na Construção e na Logística serve de pretexto ao encontro organizado pela Cegid, dona, entre outras, da bracarense Primavera, e que terá lugar no dia 18 de Abril, na Fundação Cupertino de Miranda, no Porto.

    “Construção & Logística 5.0” é o tema, assumidamente “provocativo”, onde se irá discutir os desafios que enfrentam as empresas do sector. “À semelhança de edições anteriores em que focamos as áreas da Produção e Logística, quisemos dar continuidade a este tipo de eventos sectoriais, onde o que se pretende é criar um momento de networking para partilhar experiências, exemplos e soluções tecnológicas para o sector da Construção e a área da Logística, através de oradores convidados, clientes e parceiros da Cegid. O evento “Construção & Logística 5.0” foi criado para reunir as empresas de construção – ou que comercializam materiais de construção – e lançar debates construtivos e estratégicos à volta da digitalização deste sector”, justifica Felicidade Ferreira, directora da unidade de negócio small & midmarket (pequenas e médias empresas) na Cegid para os mercados de Portugal e Cabo Verde.

    Apesar das (reconhecidas) vantagens da digitalização dos processos, para as players do sector este é um momento desafiante já que “muitas empresas ainda dependem de processos manuais, o que prejudica a eficiência e a capacidade de resposta. É importante mostrar às empresas que a implementação de soluções digitais permite gerir os projectos de forma integrada e em tempo real, melhorando assim a coordenação e a produtividade”, explica Felicidade Ferreira.

    Já na Logística, “as empresas enfrentam uma crescente exigência por entregas mais rápidas e serviços mais personalizados, graças ao crescimento do comércio online. A tecnologia é um grande aliado para enfrentar este desafio, uma vez que os sistemas de gestão permitem optimizar as entregas, gerir os stocks de forma eficaz e melhorar o serviço ao cliente”, adianta a responsável. “Por outras palavras, a digitalização dos processos é um desafio transversal a estas duas áreas que, até há pouco tempo, eram bastante resistentes à mudança. É por isso que convidamos especialistas para falar sobre isto e explicar às empresas como devem iniciar a sua jornada de transformação digital, dando exemplos concretos de empresas que passaram por este processo de digitalização”, consubstancia Felicidade Ferreira.

    Soluções no mercado
    A processo transformador que a Construção e a Logística enfrentam hoje, encontra paralelo no caminho já percorrido por outros sectores do ponto de vista da digitalização. “A Cegid conta com uma oferta de soluções de software de gestão empresarial muito abrangente, que dá resposta às necessidades de empresas de qualquer dimensão e a área de negócio. Desde a gestão da área financeira, contabilidade, tesouraria, conformidade legal e fiscal, gestão de recursos humanos, até aos departamentos sectoriais”, inúmera Felicidade Ferreira. Acresce que a “integração da antiga Primavera na Cegid criou um universo de possibilidades para os nossos clientes em Portugal. Integramos novos produtos no nosso portfolio e temos hoje uma maior capacidade de desenvolvimento e inovação, que nos permite incorporar a melhor tecnologia nos nossos produtos. Actualmente, somos um líder europeu de soluções de gestão na cloud e contamos com uma vasta oferta de soluções de gestão para empresas de todas as dimensões e sectores de actividade. O nosso objectivo é apoiar o tecido empresarial português a digitalizar os seus processos e a aproveitar o potencial da Inteligência Artificial para tornarem os seus negócios mais eficientes e competitivos no mercado”.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Efacec acelera inovação na mobilidade eléctrica

    A Efacec apresenta o novo carregador eléctrico de alta potência QC180, o primeiro de um leque de novos produtos que serão apresentados em 2024 e 2025, marcando o ritmo de uma fase de impulso à inovação na mobilidade eléctrica

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    Já disponível para a encomenda, o QC180 é a uma solução all-in-one de carregamento de alta potência (high power charging) assente nos princípios modulares da Efacec (Modular Systems), desenvolvida com foco total na garantia de disponibilidade ao cliente através da incorporação de um sistema de monitorização activa e upgrade remoto, viabilizando uma operação mais eficiente e fiável.

    Mais potente, mais compacto, mais sustentável e com um novo design, o novo carregador da Efacec integra a tecnologia Plug and Charge, possibilita uma carga simultânea de 180kW que disponibiliza até 350A (dry cable) e inclui ligação remota independente para manutenção e gestão de ativos, bem como um terminal de pagamento com cartão de crédito. Pode ainda ser integrado com o Load Management System (LMS) da Efacec, ferramenta que permite aos operadores gerir as potências das estações no local das instalações.

    Adicionalmente, o novo carregador de alta potência oferece mais suporte ao cliente e à operação da rede, optimizando a manutenção da base instalada, indo também ao encontro das necessidades do utilizador final em termos de potência, disponibilidade de carga e simplicidade na gestão (manuseamento) de cabos.

    Mais de 140 colaboradores estiveram envolvidos no desenvolvimento de um novo produto que vem ampliar a actual gama de soluções de mobilidade eléctrica neste segmento, que já inclui o QC60, QC90 e QC120, alavancando a expansão da actividade em mercados europeus fulcrais e contribuindo tanto para a descarbonização da electrificação como para uma maior circularidade.

    “O nosso roadmap tecnológico é uma demonstração inequívoca do compromisso da Efacec em responder aos maiores desafios de um desafio vital para as sociedades do futuro. Não só reforça o nosso portefólio actual, como evidencia que a empresa tem as competências técnicas adequadas para desenvolver produtos e soluções inovadoras na mobilidade eléctrica, e que continuamos totalmente comprometidos com projectos de I&D, nos quais investimos 18% das receitas nos últimos anos”, afirma Nuno Delgado, director da Mobilidade Eléctrica da Efacec.

    Com novos lançamentos previstos para 2024 e 2025, a Efacec reafirma a sua aposta no desenvolvimento de soluções que contribuam activamente para a criação de um futuro mais sustentável, reforçando o seu perfil de marca pioneira no sector da mobilidade eléctrica e de player fundamental na descarbonização da economia.

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    Evandro Garcia recebe diploma de participação

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    Universidade de Coimbra marca presença na “maior” conferência mundial de Segurança Eléctrica

    Evandro Garcia, aluno de doutoramento da FCTUC e investigador do Instituto de Sistemas e Robótica (ISR), foi apresentar o seu projecto no Industrial Applications Society (IAS) Electrical Safety Workshop (ESW) 2024. Esta foi a primeira vez que um projecto de uma universidade de Portugal foi seleccionado para marcar presença neste evento

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    Evandro Garcia, aluno de doutoramento da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e investigador do Instituto de Sistemas e Robótica (ISR), foi um dos seis estudantes internacionais seleccionados para apresentar o seu projecto no Industrial Applications Society (IAS) Electrical Safety Workshop (ESW) 2024, do Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), considerada a maior conferência mundial de Segurança Eléctrica, realizada nos Estados Unidos.

    Esta foi a primeira vez que um projecto de uma universidade de Portugal foi seleccionado para marcar presença neste “selecto” grupo de instituições representadas no evento.

    O estudante de doutoramento em Sistemas Sustentáveis de Energia, da Iniciativa Energia para a Sustentabilidade, foi seleccionado pela IEEE Electrical Safety Prevention Through Design Engineering Education Initiative e teve a oportunidade de apresentar o projecto “Energy-Efficient  Solar Off-Grid Refrigerators for Africa Rural Electrification”, que tem como objectivo desenvolver frigoríficos e arcas congeladoras eficientes e de baixo custo alimentados através de painéis fotovoltaicos, para zonas sem acesso a electricidade.

    Na apresentação, Evandro Garcia focou-se mais na questão da conectividade eléctrica. “A preocupação é não só fazer os frigoríficos e arcas mais eficientes energeticamente, mas também com conexões eléctricas mais seguras. Justamente, porque são para sistemas fotovoltaicos isolados em zonas rurais de países em desenvolvimento, onde as pessoas não possuem tantos conhecimentos técnicos e é fundamental garantir a segurança dos utilizadores e funcionamento adequado dos equipamentos”, explica o estudante.

    Este programa estudantil premia estudantes, a nível mundial, que têm interesse e avanços na área da segurança eléctrica. O IEEE é uma organização profissional sem fins lucrativos fundada em 1963, nos Estados Unidos, e apresenta-se como a maior organização profissional do mundo dedicada ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade.

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