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Cores escuras para ETICS com tecnologia Termo-Reflectora da CIN

Atendendo a uma procura recorrente, a CIN disponibiliza no seu sistema de isolamento térmico pelo exterior – CIN-k – uma paleta de 25 cores com uma tecnologia distintiva

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A marca portuguesa de tintas e vernizes CIN acaba de alargar a mais dois produtos a paleta de cores escuras/intensas com tecnologia termo-reflectora para ETICS. Após o lançamento da tecnologia Termo-Reflectora nos revestimentos espessos Carso 1 e Eralit, é agora disponibilizada, nos produtos Novatex HD (tinta 100% acrílica areada) e Nováqua HD  (tinta 100% acrílica lisa) ficando apta na escolha dos principais produtos aplicados sobre ETICS (External Thermal Insulation Composite System).

A tecnologia Termo-Reflectora dá resposta a algumas limitações no que diz respeito à oferta de cores escuras sobre ETICS, sendo responsável por proteger o revestimento de temperaturas elevadas, aumentar os níveis de conforto térmico dentro dos edifícios, diminuir o consumo de energia na climatização dos espaços e reduzir o risco de degradação precoce do revestimento e fissuração do suporte, melhorando a resistência a longo-prazo.

Atendendo a uma procura recorrente por parte de arquitectos, construtores e consumidores, a CIN disponibiliza no seu sistema de isolamento térmico pelo exterior - CIN-k - uma paleta de 25 cores com uma tecnologia distintiva, sem a qual não é possível a aplicação de tons escursos/intensos sobre ETICS.

A CIN tem apostado continuamente no desenvolvimento de tecnologias e inovação ao serviço da cor, apresentando um conjunto de tons escuros/intensos com uma TSR (Total Solar Reflectance) alta, superior a 30%, resultante de um rigoroso estudo de composição de corantes e pigmentos especiais, realizado pelo Centro de Investigação e Desenvolvimento da marca. Este factor permite uma maior reflexão de radiação solar e consequente diminuição do aquecimento da superfície quando exposta ao sol. Neste sentido, as cores com um elevado valor de TSR, presentes nesta paleta, reduzem o risco de degradação precoce do sistema de isolamento térmico de fachadas pelo exterior.

Esta tecnologia, que já era utilizada em outros produtos CIN, tem “múltiplos benefícios, nomeadamente a maior liberdade e segurança no que respeita à escolha de cor para aplicação sobre ETICS, impedindo que o revestimento atinja temperaturas elevadas, evitando assim que haja deformação do sistema” refere Marcos Castro, director de Marketing da CIN. Tal como é característico da marca, a existência de mais tons para produtos de aplicação sobre este sistema foi pensada segundo uma lógica de personalização do espaço “permitindo a extensão da personalidade da pessoa para a sua casa. Queremos ter o maior número de tons que satisfaça a preferência dos nossos clientes, tendo sempre como premissas a qualidade, durabilidade e protecção das superfícies, que definem a marca CIN", assegura Marcos Castro.

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Fusões e Aquisições em Portugal movimentam 9,5bi€ até Setembro

Até Setembro deste ano, foram registadas 361 transacções. As empresas norte-americanas aumentaram em 141% suas aquisições no mercado português e o sector de Tecnologia dominou as operações

O mercado transaccional português registou, até Setembro de 2021, um total de 361 operações e movimentou 9,5bi de euros, no qual 47% do total das transacções possuem os valores revelados, de acordo com o relatório trimestral do TTR.

Apesar destes números representarem um aumento de 25% no número de transacções em comparação ao mesmo período de 2020, verificou-se uma diminuição de 38% do capital mobilizado, como refere o relatório.
No terceiro trimestre do ano, foram registadas 141 fusões e aquisições, entre anunciadas e encerradas, que movimentaram 4,1bi de euros.

No que se refere às operações transfronteiriças, o relatório destaca a movimentação feita por empresas norte-americanas, que aumentaram em 141% as suas aquisições no mercado português, mobilizando um capital de 1,1bi de euros, até o terceiro trimestre de 2021.

Quanto à número de transacções, a Espanha foi o país que mais investiu em Portugal, contabilizando 47 operações. Os Estados Unidos em segundo lugar, com 29 operações e o Reino Unido em terceiro, com 20 transacções.
As empresas portuguesas escolheram a Espanha como principal destino de investimento, com 19 transacções. Seguido pelo Brasil e Reino Unido, com cinco operações cada.

As aquisições estrangeiras no sector de Tecnologia e Internet aumentaram 176% em comparação ao mesmo período de 2020. Já em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas portuguesas, houve uma queda de 21% até Setembro de 2021.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Até o terceiro trimestre de 2021, foram contabilizadas 22 transacções de Private Equity com um total de 1,9bi de euros. Tendo se registado uma diminuição de 15% no número de transacções, em comparação com o mesmo período de 2020.

Em Venture Capital, foram realizadas 76 operações com um total de 1,2bi euros, representando um aumento de 90% no número de transacções.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 83 transacções com um valor de 3,3bi de euros, representando um aumento de 45% no número de transacções.

A transacção destacada pelo TTR no terceiro trimestre de 2021 foi o IPO (oferta pública inicial) da Greenvolt cuja oferta de acções alcançou o valor de EUR 177,59m. Nesta operação a Greenvolt contou com a assessoria legal do escritório VdA – Vieira de Almeida.

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Preços das casas aumentaram 9,5% desde o início da pandemia

A subida dos preços no período pós-Covid tem vindo a ganhar ritmo desde Abril passado. Nesse mês a valorização acumulada foi de 3,5%, em Junho atingiu os 7,2%, acelerando para os 9,5% agora em Setembro

Os preços de venda das casas em Portugal continental aumentaram 9,5% desde o início da pandemia, em Março de 2020. A conclusão é da Confidencial Imobiliário, que acaba de lançar o seu mais recente Índice de Preços Residenciais.

“Após um período de estabilização no primeiro ano de pandemia, com variações acumuladas que não foram muito além dos 2,0%, a subida dos preços no período pós-Covid tem vindo a ganhar ritmo desde Abril passado. Assim, se nesse mês a valorização acumulada desde Março de 2020 era de 3,5%, no final do Junho esse indicador atingia já os 7,2%, acelerando para os 9,5% registados agora em Setembro”, refere a análise.

Em termos mensais, os preços das casas em Setembro de 2021 aumentaram 0,9%, numa diferença marginal face à variação mensal de 0,6% observada quer em Junho quer em Julho. Decorrente deste registo de variações mensais residuais, o 3º trimestre acumula uma variação trimestral de 2,1%, em desaceleração face aos 4,5% registados no 2º trimestre.

Em termos homólogos, os preços subiram 9,4% em Setembro, indicador que fica quase 7 pontos percentuais acima dos 2,6% de subida homóloga observados no início deste ano.

O preço médio de venda das casas em Portugal Continental atingiu os 1.895€/m2 no 3º trimestre de 2021, ficando em 2.438€/m2 na Área Metropolitana de Lisboa, 1.905€/m2 na Área Metropolitana do Porto e 2.032€/m2 no Algarve.

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4º Edição da Decorhotel reúne mais de 200 expositores

A 4ª edição da Decorhotel abre portas dia 21 de Outubro, de olhos postos nas novidades que as empresas e indústrias parceiras da hotelaria têm para apresentar, depois de ano e meio de quase que paralisação do sector do turismo

A 4ª edição da Decorhotel abre portas dia 21 de Outubro, de olhos postos nas novidades que as empresas e indústrias parceiras da hotelaria têm para apresentar, depois de ano e meio de quase que paralisação do sector do turismo.
A expectativa é que em 2022 o sector regresse aos níveis de crescimento registados pré-Covid, um crescimento a que não ficarão, por certo, indiferentes as actividades situadas a montante e que são determinantes para o sucesso da hotelaria e turismo. Nesse sentido, “a 4ª edição da Decorhotel surge para revitalizar e fazer renascer novas possibilidades, oportunidades e expectativas para o sector hoteleiro”, garante a organização. Com mais de 200 expositores confirmados, perto de 400 marcas marcam a sua presença no pavilhão três da Feira Internacional de Lisboa, numa organização do EXPOSALÃO. Uma procura que para a organização vem “reforçar o papel da Decorhotel no panorama hoteleiro português”.

O certame surge, assim, como um espaço que promove o encontro entre a oferta e a procura, com vista à concretização de negócios, e é uma oportunidade privilegiada para promover contactos entre todos os profissionais que actuam nesta área de actividade.

Nos mais de 10 mil m2 de área de exposição é possível encontrar todas as áreas necessárias para a construção, requalificação, remodelação e decoração de unidades hoteleiras e afins que vão desde a construção, arquitectura e design de interiores, decoração, têxteis, equipamento, gestão e tecnologia, amenities e produtos de higiene e limpeza, mobiliário, iluminação e equipamentos para o exterior. Uma lista extensa e que contempla as áreas vitais para o sucesso de qualquer operação hoteleira.

Nesta edição e, atendendo ao cenário actual, a feira irá dar uma especial atenção às ferramentas tecnológicas vocacionais para o turismo. A digitalização e tecnologia aceleram durante a pandemia e esta indústria não lhe ficou indiferente, sendo “um factor primordial para os seus players”.

A abertura da 4ª edição da Decorhotel contará com a presença de secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, do presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo e a CEO da Associação de Hotéis de Portugal, Cristina Siza Vieira.
A par da exposição, durante os três dias de feira estão agendados vários eventos paralelos entre os quais o lançamento Concurso Internacional de Arquitectura Decorhotel Design Award, organizado em parceria com o IF – Ideas Foward. Nesta que será a sua primeira edição o concurso terá como tema “quarto de hotel”. No último dia do certame as propostas serão analisadas por um painel de jurados composto por hoteleiros e arquitectos. Durante o período do concurso serão promovidas ligações em live stream com todas as equipas participantes e que podem estar em qualquer parte do globo, já que o evento tem um cariz internacional.

Mas o espaço de exposições é também um espaço de debate entre os profissionais. O ciclo de conferências irá debater o impacto “covid” na hotelaria, nas suas diferentes dimensões desde logo na arquitectura dos hotéis, no modelo de negócio, passando pelas novas tecnologias e as estratégias de recuperação do sector.

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Roca lança ‘The Gap D-Trit’

A solução torna possível a instalação de sanitas em espaços como caves, garagens, armazéns, lojas ou em qualquer divisão da casa

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A Roca lançou o 'The Gap D-Trit', uma solução integrada que inclui sanita e triturador de resíduos num design compacto que elimina o impacto visual dos trituradores de resíduos tradicionais. Segundo a marca, trata-se uma "alternativa atractiva e funcional aos trituradores de resíduos tradicionais. Esta sanita, alimentada por eletricidade, permite a instalação de equipamentos sanitários em espaços sem o sistema de canalização necessário para retretes, tornando possível a sua instalação em caves, garagens, armazéns, arrecadações, lojas ou outros espaços de casa".

A nova solução da Roca integra sanita e triturador de resíduos numa só peça. Combina, assim, a funcionalidade dos trituradores de resíduos tradicionais, sem descurar no design e conforto nas mais recentes colecções de sanitas da marca. Entre elas, a solução Rimless, que permite uma limpeza mais fácil e higiene máxima: um mecanismo de descarga duplo (4,5/3 litros) para poupança de água e um assento e tampo em Supralit, com sistema de queda amortecida e propriedades antibacterianas.

O triturador de resíduos está localizado no interior da peça de cerâmica, garantido um baixo nível de ruído (40 dB) quando comparado com outras soluções disponíveis no mercado. Os tampos laterais incluídos permitem uma instalação BTW e esconder quaisquer ligações e tubos. Deste modo, além de melhorar a estética, impede também a acumulação de sujidade e permite uma limpeza mais fácil na parte traseira.

A instalação do 'The Gap D-Trit' requer apenas uma entrada de água, uma tomada eléctrica convencional para alimentar o triturador de resíduos e um tubo para os evacuar para o esgoto mais próximo. Graças à potência de bombeio desta solução integrada, o esgoto pode estar localizado a uma altura de até 7 metros ou a uma distância de até 70 metros. O tubo de saída pode ser orientado para a direita, para a esquerda ou para trás, e é compatível com canos de diâmetros diferentes.

Além disso, dispõe de entradas para a recolha de águas residuais do lavatório, bidé, chuveiro ou outros elementos do espaço de banho, permitindo a remoção de resíduos deste espaço da casa, sem que seja necessária uma instalação de canalização.

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Mota-Engil na corrida à concessão do Corredor do Lobito

A Mota-Engil está entre o primeiro grupo empresas que manifestou interesse no concurso público internacional para a concessão do Corredor do Lobito, que está a decorrer até 7 de Dezembro

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Segundo uma notícia da agência Lusa, que cita uma nota do gabinete de comunicação do Porto do Lobito, a Mota-Engil está entre o grupo de empresas interessada na concessão do Corredor do Lobito, cujo o concurso público internacional está a decorrer até 7 de Dezembro. A par do grupo português também as chinesas CITIC e CR20, a suíça Trafigura e a DP World do Dubai (empresa que venceu o concurso internacional de concessão do Porto de Luanda para os próximos 20 anos), estão entre o primeiro lote de interessados.

Os representantes das empresas deslocaram-se às oficinas gerais do Caminho de Ferro de Benguela (CFB) e o local onde vai ser instalado o Terminal de Trânsito de Mercadorias, dando início a uma série de visitas técnicas para constatar o estado actual e operacionalidade das infraestruturas. Os cinco concorrentes deslocaram-se também ao Terminal Mineraleiro do Porto do Lobito, também integrado no concurso internacional de concessão.

O concurso internacional para a concessão, gestão partilhada, manutenção das infra-estruturas ferroviárias, serviços de transporte de mercadorias e de logística de suporte do Corredor do Lobito foi lançado no dia 8 de Setembro e o prazo de submissão de propostas decorre até 7 de Dezembro.

Com a concessão, o Executivo quer criar uma empresa de capital privado, Sociedade de Propósito Específico (SPE), a ser controlada por operadores privados ou por uma única entidade com participação minoritária do Estado.

Esta sociedade será responsável pela operação, exploração e manutenção da infraestrutura da linha férrea do Lobito/Luau, com a possibilidade de construção de ramal de ligação à Zâmbia (o segundo maior produtor de cobre da África, depois da RDC), o serviço ferroviário de transporte de mercadorias na linha férrea do Lobito/Luau, a construção, operação e exploração de dois terminais de trânsito de mercadorias de apoio ao serviço ferroviário de transporte de mercadorias na linha férrea do Lobito/Luau, sendo um deles no Lobito e outro no Luau, a gestão do centro de formação na província do Huambo e a operação, exploração e manutenção das oficinas ferroviárias.

A concessão tem um prazo de 30 anos, extensível até 50 anos, período em que a concessionária (SPE) vai assumir o transporte de grandes cargas com maior predominância para minérios e combustíveis, ao longo dos 1300 km de linha férrea. De acordo com a Governo de Angola “esta concessão permitirá que o Corredor do Lobito se torne a terceira ligação de transporte mais importante da África Austral até 2050”.

Para dar resposta às ligações duplas entre o Corredor do Lobito e as áreas mineiras, o Terminal Mineiro do Porto do Lobito será também explorado pelo vencedor do concurso público, nos termos das disposições contratuais e do estabelecimento de um acordo autónomo.

Segundo informações disponibilizadas na página oficial do Governo angolano pretende-se maximizar as potencialidades da infraestrutura ferroviária do Corredor do Lobito, incrementar as exportações e investimentos indiretos em plataformas multimodais, terminais e outras infraestruturas ao longo da linha, para "promover o desenvolvimento económico, social e culturais das comunidades locais".

A reactivação do Corredor do Lobito visa também reforçar a integração regional tendo em conta a possibilidade de interligação dos oceanos Atlântico e Índico, com a conexão da via-férrea ao Porto de Dar-es-Salaam, na Tanzânia.

A operação do Corredor do Lobito envolve investimentos adicionais ao longo do percurso férreo Lobito/Benguela/Luau, incluindo a integração da via-férrea contígua do outro lado da fronteira na República Democrática do Congo, e a construção de um ramal para a República da Zâmbia.

Segundo o executivo, foram investidos cerca de 1,9 mil milhões de dólares na reconstrução do caminho-de-ferro e na ligação com a República Democrática do Congo (RDC), "cujos proveitos podem agora ter a oportunidade de ser recuperados".

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BMI adquire totalidade da Argibetão

A linha de telhas de cimento já faz parte da oferta actual da BMI em soluções para coberturas inclinadas, pelo que a integração da Argibetão na operação actual da empresa é imediata

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A BMI concluiu a aquisição de 100% da Argibetão, fabricante de telhas de cimento com presença nos mercados espanhol e português, pertencente ao grupo industrial português SECIL.

Com esta aquisição, a BMI reforça a sua posição de liderança no mercado ibérico de soluções para coberturas inclinadas e, mais especificamente, no mercado de telhas de cimento em Portugal e Espanha.

A linha de telhas de cimento já faz parte da oferta actual da BMI em soluções para coberturas inclinadas, pelo que a integração da Argibetão na operação actual da empresa é imediata.

As telhas de cimento são reconhecidas pela sua facilidade de instalação, além de oferecerem extraordinária resistência à geada, vento, salitre e grande capacidade de escoamento de águas pluviais.

Devido ao facto de fazer parte de um Grupo com mais de 60 fábricas de telhas de cimento em todo o mundo, e ainda por deter um centro de tecnologia único no sector, a BMI dispõe de uma linha da mais alta qualidade testada sob padrões exigentes, os quais são superiores às regulamentações locais.

Nas palavras de Carlos Hernández, director executivo da BMI para o Sul da Europa, “esta aquisição é mais um passo na estratégia da BMI de oferecer as melhores soluções para coberturas, através da aquisição de empresas que proporcionem valor a longo prazo para os nossos clientes”.

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Century 21 Portugal realiza parceria com TaskRabbit

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher que podem utilizar em serviços da TaskRabbit

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A Century 21 Portugal acaba de efectuar uma parceria com a empresa do grupo IKEA, a TaskRabbit, que é uma plataforma agregadora de técnicos locais, denominados taskers, que prestam serviços especializados para resolver qualquer tarefa relacionada com a vivência ou manutenção de uma casa. Este novo acordo de parceria permite disponibilizar todo o apoio necessário para que os clientes da marca poupem tempo, trabalho e evitem preocupações com as tarefas domésticas.

Depois da decisão de comprar ou arrendar uma casa, inicia-se outra etapa para adaptar, personalizar o imóvel e transformá-lo num lar. Entrar numa nova habitação implica mudanças, instalações e muitas horas de bricolage e estas são tarefas para as quais nem todos sentem habilidade, paciência ou disposição. Por isso, montagem de mobiliário, reparações, mudanças ou transporte de bens, limpeza, pintura, instalações eléctricas, canalizações, jardinagem ou assistência pessoal são alguns dos serviços apresentados nesta plataforma digital colaborativa, que a Century 21 Portugal disponibiliza agora aos seus clientes, através desta parceria. A TaskRabbit junta-se, assim, ao amplo grupo de parceiros da Century 21 Portugal, como a Galp, La Redoute, Vodafone ou Robbialac, que facultam serviços complementares de bricolage, decoração, energia, comunicações, entre outros, aos clientes da marca.

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher de  20 euros que podem utilizar em serviços da TaskRabbit. Para além disso, todos os utilizadores que se registarem na App Century 21 recebem um bónus de 10 euros no primeiro serviço.

Fundada há treze anos, nos Estados Unidos, e adquirida pela IKEA em 2017, a TaskRabbit opera ainda no Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal. Com este novo acordo, a TaskRabbit também aumenta a sua expansão nacional, através das sinergias criadas com a rede Century 21 Portugal.

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​Janno de Haas nomeado chairman da MVGM global

Esta é a primeira alteração neste cargo desde a fundação da empresa com sede na Holanda. O novo responsável assume funções a 1 de Novembro

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Janno de Haas foi nomeado para presidente do Conselho de Administração do grupo MVGM, especialista em gestão imobiliária na Europa, e que está presente em Portugal desde 2019. O novo responsável assume funções a 1 de Novembro.

Esta é a primeira alteração neste cargo desde a fundação da empresa com sede na Holanda, e enquadra-se na estratégia que tem conduzido o grupo a um crescimento exponencial nos últimos anos, com o objectivo de conquistar a liderança no mercado de gestão imobiliária.

Recorde-se que, em 2019, a MVGM adquiriu o negócio de Property Management da JLL e deu as boas-vindas a mais de 500 novos trabalhadores de 10 países, integrando 20 novos escritórios e expandindo-se para novos mercados.

Eddy Smit, cofundador e accionista da MVGM, até aqui presidente do Conselho de Administração da companhia, assume o cargo de presidente do Conselho Fiscal do grupo MVGM.

“Janno de Haas traz muito conhecimento e experiência internacional, entusiasmo, compromisso e uma nova perspectiva sobre o negócio da Gestão Imobiliária, onde a inovação é indispensável. Trabalharemos juntos para continuar a entregar resultados”, afirma Eddy Smit.

Janno de Haas, de 50 anos, soma 15 anos de experiência na gestão de grandes organizações em diversos sectores, tendo passado por grupos como Intergas, Den Braven e Philips Healthcare.

O Grupo MVGM tinha já reforçado o seu Conselho de Administração com a nomeação, no início de 2020, de Maarten de Haas como director executivo europeu, e de Susi Kaml como directora financeira.

Em Portugal, a equipa da MVGM é liderada por Miguel Kreiseler e constituída por cerca de 40  especialistas imobiliários com mais de 20 anos de experiência e gere um portefólio com mais de 850 mil metros quadrados e um valor estimado de 1.100 milhões de euros.

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Mercado de escritórios de Lisboa com aumento de 37% do volume de absorção

Análise da Savills avança que, nos primeiros noves meses do ano, o segmento da capital já superou os 80.600 m2, e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2

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O mês de Setembro de 2021, apesar de ainda não ter atingido os níveis pré-pandémicos, até Setembro, Lisboa apresentou um desenvolvimento positivo, quando comparado com o período homologo, contabilizando um volume de absorção de 6,341 m2.

“A ocupação do mercado de escritórios em 2021 já superou os 80.600 m2 e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2. Ainda que o total acumulado relativamente ao período homologo do ano anterior tenha apresentado um decréscimo de 21%, espera-se que o último trimestre tenha muita actividade e que os tomadores de decisões devem agir em conformidade com as operações que se encontravam em stand-by”, avança a Savills.

Segundo a consultora internacional, “a zona 5 (Parque das Nações), com 23.233 m2 de volume de absorção, continua a zona de mercado com maior atractividade, seguida pela zona 7 (Outras zonas) com 15.634 m2 e a zona 2 (CBD) com 12.775 m2.” No entanto, o maior destaque da Savills vai para a Zona Histórica e Beira Rio, “que apresentou uma variação de 534% face a 2020, devido à transacção da Evolution Gaming que ocupou o edifício Atelier na totalidade, com cerca de 1.522 m2”.

Assim, “entre Janeiro e Setembro de 2021, foram fechadas 93 operações, com a zona CBD apresentar o maior dinamismo, contabilizando 28 negócios realizados, apenas menos 1 transacção fechada comparativamente ao ano 2019 e o dobro das operações quando comparada com o ano 2020. Na totalidade do mercado, com um aumento de praticamente 29% do número de negócios fechados face a 2020, o mercado de escritórios de Lisboa continua a apresentar-se resiliente e atractivo”, sublinha a Savills.

Na sua análise a consultora aponta o sector de actividade das TMT’s e de Utilties, como aquele que apresenta uma maior percentagem no volume de absorção do mercado de escritórios de Lisboa, cerca de 27% do total.
“A pandemia trouxe muitos desafios para as empresas de todos os sectores de actividade. No entanto, o sector das áreas mais tecnológicas foi presenteado com oportunidades que resultaram na expansão de muitas empresas. É também importante realçar o aumento de 92% do volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa, sendo que 58% dessas novas empresas são do sector das TMT’s”, justifica a Savills.

O volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa também se encontra com níveis superiores a 2019 e 2020. Em 2019, entre Janeiro e Setembro foram contabilizadas 21 empresas que entraram no mercado de Lisboa, sendo que em 2021, houve menos 5 transacções. No entanto, a área média de 2021 atingiu os 836 m2 enquanto que, em 2019, a área média foi de 541 m2.

“Os sinais de resiliência são cada vez mais evidentes para a cidade de Lisboa. O mercado ocupacional, gradualmente, vai voltando à normalidade e espera-se que todas as operações que se encontram em aberto sejam em breve concluídas. Lisboa sempre foi uma cidade atractiva para o estabelecimento de empresas que queiram expandir-se internacionalmente, pelas diversas valências que lhes são proporcionadas”, explica Ana Redondo, associate director do Departamento de Office Agency da Savills Portugal. “Neste sentido, e confirmando esta tendência, o apetite de empresas em ingressar no mercado de Lisboa é notório e cada vez mais evidente com o levantamento das restrições inerentes à Covid-19. O levantamento das restrições também estão a originar restruturações internas das empresas, o que levam muitas vezes à mudança de edifício”, conclui.

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Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia quer apoiar scaleups e startups mais inovadoras da Europa

A iniciativa pretende apoiar empreendimentos inovadores e equipas que contribuam para a transformação do Novo Bauhaus Europeu

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O Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT) e cinco das suas Comunidades de Conhecimento & Inovação (as KICs) estão a lançar uma iniciativa conjunta para apoiar empreendimentos inovadores e equipas que contribuam para a transformação do Novo Bauhaus Europeu.

Denominada EIT Community Booster, a Iniciativa é coordenada pela EIT Digital, incluindo a EIT Climate-KIC, EIT Food, EIT Manufacturing, e EIT Urban Mobility. Juntas, procuram "as mais inovadoras startups e scaleups, que conduzem a mudança sustentável para as cidades, indústrias, clima, comida, bem-estar e qualidade de vida em geral para apoiar o crescimento dos seus negócios e contribuir para que se tornem gamechangers internacionais", refere a EIT em comunicado.

A iniciativa pretende seleccionar vinte empresas para integrarem esta comunidade. Cada uma destas entidades seleccionadas irá receber um apoio destinado ao crescimento do seu negócio no valor de 50 mil euros. O apoio será prestado sob a forma de subsídios e serviços concebidos para ajudar as empresas a acelerar o crescimento dos seus negócios.

"Lançada pela Comissão Europeia, o Novo Bauhaus Europeu transforma o Green Deal Europeu numa experiência tangível e positiva na qual todos os europeus podem participar e progredir juntos." Tendo isto em mente, "a EIT Community Booster está preparada para identificar e apoiar as startups e scaleups que integrem as três dimensões centrais do Novo Bauhaus Europeu: sustentabilidade, dos objectivos climáticos à circularidade, poluição zero e biodiversidade, estética, qualidade de experiência e estilo, para além da funcionalidade, e inclusão, da valorização da diversidade, à garantia de acessibilidade económica. A abordagem da iniciativa é multinível, do global para o local, de forma participativa e transdisciplinar.

"A EIT Community contribui para todos os aspectos do Novo Bauhaus Europeu e tem o ecossistema preparado para encontrar ideias atractivas e startups de toda a Europa. Mal podemos esperar para descobrir e escalar as soluções criativas e inovadoras que ajudarão a reimaginar uma vida sustentável e a tornar os espaços mais bonitos e acessíveis", justifica Gioia Ghezzi, Chair do EIT Governing Board

A nova iniciativa combina os programas de crescimento empresarial oferecidos pela comunidade EIT Digital, EIT Climate-KIC, EIT Food, EIT Manufacturing e EIT Urban Mobility.

Do primeiro apoio de coaching empresarial, ao acesso a financiamento e apoio à internacionalização, cada um dos seguintes cinco programas oferece um pack de serviços que visa ajudar empreendimentos de diferentes níveis de maturidade a impulsionar o seu crescimento empresarial, a angariar financiamento e a crescer à escala internacional.
"Dependendo do campo de interesse e especialização, os empreendedores são convidados a candidatarem-se a um ou mais programas do EIT Community Booster e à sua área dedicada ao Novo Bauhaus Europeu", designadamente: o EIT Digital Accelerator, para scaleups que beneficiam do poder da transformação digital para criar soluções e produtos inovadores para todas as indústrias, cidades e comunidades; The Clean Cities ClimAccelerator, para startups a desenvolver projectos inovadores para a indústria das energias renováveis, mobilidade, espaços verdes e readaptação; EIT Food Accelerator Network, para startups do ramo agroalimentar; EIT Manufacturing Accelerator, para startups que permitem uma produção ecológica e socialmente sustentável; e o EIT Urban Mobility Accelerator destinado a startups que desenvolvem alternativas sustentáveis com foco na realidade paisagística.

O prazo para candidaturas termina a 17 de Dezembro. Para mais informação sobre cada programa, respectivos critérios de selecção e prémios, visite a página web da iniciativa.

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