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Governo prevê plano de 6 MM€ para “reactivar turismo”

O Plano “Reativar Turismo|Construir Futuro”  incide em quatro pilares de actuação – Apoiar Empresas, Fomentar Segurança, Gerar Negócio e Construir Futuro e insere-se na Estratégia Turismo 2027

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 O Governo apresentou esta sexta-feira, dia 21 de Maio, o Plano de Ação para a reactivação da indústria turística, que prevê um investimento de seis mil milhões de euros num conjunto de iniciativas dirigidas às empresas, aos turistas e aos residentes, que visam posicionar o sector num patamar superior de criação de valor, aumentar a reputação da Marca Portugal e a competitividade do destino.

 O Plano “Reativar Turismo|Construir Futuro”  incide em quatro pilares de actuação – Apoiar Empresas, Fomentar Segurança, Gerar Negócio e Construir Futuro – e é composto por acções específicas, de curto, médio e longo prazo, que permitirão ultrapassar os 27 mil milhões de euros de receitas turísticas em 2027, de forma sustentável, gerando riqueza e bem-estar em todo o território, ao longo de todo o ano e apostando na diversificação de mercados e segmentos, uma das metas preconizadas na Estratégia Turismo 2027. 

No imediato, a prioridade passa por apoiar as empresas através de medidas que preservem o seu potencial produtivo e o emprego no sector, apoiando-as ainda no processo de consolidação da respectiva estratégia operacional. Para tal, serão criados instrumentos de apoio à capitalização das empresas, de que são exemplo o Fundo para a Capitalização das Empresas, a Linha de Crédito com Garantia para Refinanciamento/Reescalonamento da Dívida Pré-COVID e a Linha de Crédito com Garantia para Financiamento de Necessidades de Garantia, enquanto condição necessária para revigorar a competitividade do sector. 

Tendo em vista apoiar as empresas neste contexto particularmente difícil, onde se cruza a necessidade de gerir o impacto da pandemia de COVID-19 com a necessidade de retomar a sua actividade num contexto de forte concorrência internacional, importa ainda criar mecanismos de apoio ao desenvolvimento e consolidação da estratégia operacional das empresas. Serão, assim, criadas a Rede Integrada de Apoio ao Empresário – que conecta digitalmente o Turismo de Portugal, as entidades regionais de turismo, as associações empresariais do sector e as equipas de turismo no estrangeiro numa plataforma comum – e o Programa Mentoria, o qual, com recurso a meios próprios do Turismo de Portugal e envolvendo os parceiros da Rede Integrada de Apoio ao Empresário, pretende disponibilizar um mecanismo de curadoria às empresas para esta área em concreto.

Outra preocupação deste Plano consiste em criar condições que permitam reforçar a confiança no turismo, por parte das empresas, dos turistas e dos residentes, bem como na capacidade desta atividade contribuir de forma significativa para o bem-estar e para a melhoria da qualidade de vida. 

A pandemia criou novas necessidades do lado da procura, muito focadas nas questões sanitárias e de resposta à segurança pessoal no destino. Foi neste sentido que o Turismo de Portugal actualizou os requisitos do Selo Clean & Safe 2.0 e prepara-se para lançar o Programa Seamless Travel, composto por diversas iniciativas com o intuito de tornar a experiência de quem nos visita ainda mais fluida a nível de circulação, pagamentos, informação e conhecimento. Também o Programa ADAPTAR 2.0 evoluiu, para dar resposta a novas necessidades das empresas do sector turístico.

Gerar negócio é outro dos objectivos do Plano “Reativar Turismo Construir Futuro”, num cenário de forte concorrência internacional, mas num contexto em que Portugal pode e deve assumir um papel de liderança. Para tal, é preciso reforçar a competitividade do destino através da promoção e do apoio ao esforço redobrado de venda internacional por parte das empresas do sector, que lhes permita consolidar mercados mais tradicionais, sem os quais a retoma não acontecerá, apostar em segmentos diversificados e alargar a novos mercados de maior valor acrescentado. 

Este eixo de actuação prevê o desenvolvimento do Programa Internacionalizar Turismo – que visa o apoio ao esforço de promoção internacional das empresas do turismo -, um Programa de Reforço da Capacitação do Trade Internacional, o programa Portugal Events – captação de eventos que possam ser determinantes para a imagem internacional de Portugal -, o Reforço de Parcerias e a Contratualização da Promoção Externa. 

Atendendo ao facto de que a grande maioria dos turistas internacionais chega a Portugal por via aérea, importa dar continuidade à política de reforço das acessibilidades aéreas internacionais junto dos aeroportos com dimensão internacional, promovendo uma maior diversificação de mercados emissores e de parceiros. Será, assim, dada continuidade ao Programa VIP, que tem sido essencial na mitigação da dependência de alguns destinos regionais de um reduzido número de mercados emissores e na diversificação de parceiros de transporte aéreo. Paralelamente, pretende-se também estimular a adopção de uma Mobilidade Sustentável, com o objectivo de desconcentrar fluxos turísticos, aumentar a estadia média e gerar maior receita para o destino.

 De forma a estimular a procura, entre outras iniciativas, será ainda lançada uma campanha internacional de promoção do destino Portugal, uma campanha de turismo interno, o Programa IVAucher, e reformulado o site VisitPortugal, num reforço do ecossistema digital de promoção do destino.

O desenvolvimento de medidas e iniciativas que permitam criar condições para, a médio e longo prazo, se promover uma verdadeira transformação do setor e posicioná-lo num patamar superior de desenvolvimento, mais sustentável, mais responsável e capaz de gerar mais valor acrescentado, é outro dos eixos de atuação para Construir o Futuro.

 No que diz respeito ao financiamento das empresas, importa assegurar novos mecanismos que, por um lado, permitam alargar o leque de investidores no sector e, por outro, garantam o acesso das empresas a financiamento em condições sustentáveis e assegurem as condições necessárias para o crescimento do investimento inteligente no setor. Neste campo está previsto o Reforço do FIEAE, a conclusão do projecto do lançamento das Obrigações de Turismo, um Programa para acesso das PME ao mercado de Capitais, a criação de um Fundo para a Concentração de Empresas que incentive processos de fusão ou de cooperação empresarial, e de um Fundo para a internacionalização das empresas do turismo. 

A pandemia veio acelerar a urgência de transformação do paradigma da formação, exigindo uma aposta decisiva na qualificação dos recursos humanos do setor e de atracção de talento, como condições necessárias para aumentar a qualidade de serviço prestado e a capacidade de fazer face aos desafios da digitalização e da sustentabilidade.

No domínio das qualificações, estão previstas a criação de programas específicos e a aposta no desenvolvimento de centros de especialização formativa, no sentido de valorizar as profissões do sector dotando as empresas do conhecimento e instrumentos necessários para o efeito.

 A inovação e a digitalização constituem factores absolutamente críticos no reforço da competitividade do sector e, consequentemente, no processo de crescimento das empresas. Neste contexto, importa pôr em prática programas dedicado a apoiar a transformação digital das empresas do sector, bem como dos destinos turísticos, induzindo a utilização de tecnologia e estimulando a utilização de dados nos processos de decisão. Importa ainda assegurar a contínua inovação do setor, criando também condições adequadas para o surgimento de novos negócios, que densifiquem e que melhor estruturem o produto turístico.

 A transição climática constitui outro dos grandes desafios identificados na Estratégia Turismo 2027 e que a pandemia de COVID-19 veio acelerar na necessidade de resposta. Com efeito, a ambição de ter 90% das empresas do sector com gestão eficiente da energia, água e resíduos, constituíram metas ambiciosas da ET27, cuja implementação importa agora acelerar. 

O sector do turismo posiciona-se como a actividade económica em que este processo de transição climática pode ser mais facilmente implementado, considerando que o sector já assumiu coletivamente este objectivo em 2017, mas igualmente, porque a dinâmica de adoção se tem mantido constante. Este objetivo foi agora intensificado com o lançamento do Plano Turismo + Sustentável, por parte do Turismo de Portugal, que pretende acelerar este processo através de ações como a reeducação para uma restauração circular e sustentável, o desenvolvimento de práticas para uma economia circular, a neutralidade carbónica nos empreendimentos turísticos, a construção sustentável em empreendimentos turísticos, a eficiência hídrica nos campos de golfe em Portugal e a redução do plástico na hotelaria. 

O turismo, que é reconhecidamente um setor prioritário para a estratégia de desenvolvimento do país, foi também aquele que sofreu um maior impacto com a pandemia. Este setor, que se mostrou vital para a recuperação e crescimento do país na década passada, pode contribuir de forma única, não só para a recuperação, como também, para a modernização e para o cumprimento das metas elencadas para o país para esta década, reforçando a sua competitividade internacional no médio e longo prazo.

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Grupo Gresmanc reforça compromisso com meio ambiente com certificação ISO 14001

A obtenção da certificação de acordo com esta norma permite à empresa demonstrar o seu compromisso com a preservação do meio ambiente, a consciência ambiental e a melhoria dos processos do ponto de vista da sustentabilidade

O Grupo Gresmanc anunciou a obtenção da certificação ISO 14001 com vista a reforçar o compromisso da empresa com o meio ambiente.  Um reconhecimento que se junta às certificações ISO 9001, a Gestão da Qualidade e outros reconhecimentos de natureza ambiental, como a Declaração Ambiental de Produto (DAP) já alcançados.

A norma internacional UNE-EN ISO 14001:2015 estabelece uma série de requisitos que uma empresa deve ter para certificar o seu sistema de gestão ambiental. A obtenção da certificação de acordo com esta norma ajuda o Grupo Gresmanc a demonstrar o seu compromisso com a preservação do meio ambiente, a consciência ambiental e a melhoria dos processos do ponto de vista da sustentabilidade.

Para isso, foram estabelecidas ferramentas e sistemas focados nos processos produtivos, levando em consideração os efeitos ou externalidades que derivam do meio ambiente para reduzir os riscos ambientais.

Esta certificação supõe uma série de vantagens relacionadas com diferentes acções que permitem, nomeadamente, avaliar e controlar aspectos ambientais nos processos operacionais, certificar o cumprimento dos requisitos exigidos pela legislação ambiental, utilizar produtos que não agridam o meio ambiente durante todo o seu ciclo de vida, bem como o reaproveitamento ou tratamento adequado de sobras de materiais, considerar as propostas de fornecedores, funcionários da empresa e partes interessadas para reduzir o impacto ambiental, desenvolver todas as actividades no âmbito da protecção ambiental, em que se promova a conservação do ambiente nas áreas onde as actividades são desenvolvidas, o consumo racional dos recursos naturais, a gestão eficiente dos resíduos e a prevenção da poluição. Por fim, permite, ainda, à empresa posicionar-se em mercados onde há uma crescente consciência ambiental, devido à exigência que a sociedade exerce sobre as empresas para que sejam respeitosas com o meio ambiente.

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Quinta do Cedro e Paulo Duque entram em fase de comercialização

Os dois projectos da Vogue Homes, encontram-se localizados na frente ribeirinha da zona de Dafundo-Algés e têm assinatura de Luís Rebelo de Andrade

Dois dos projectos da Vogue Homes, Quinta do Cedro e Paulo Duque, localizados na frente ribeirinha da zona de Dafundo-Algés, já se encontram em fase de final de construção e dão início à comercialização.

O empreendimento Quinta do Cedro é dedicado ao uso habitacional e composto por 22 unidades, em linha com “os altos padrões de qualidade”. É constituído por cinco fracções de tipologia T1 e tipologia T2, seis fracções de tipologia T3, sendo duas delas penthouses, e quatro fracções de tipologia T4 e duas T4 duplex.

No Quinta do Cedro a inspiração do projecto, desenvolvido pelo gabinete de arquitetura Luís Rebelo de Andrade, recaiu sobre o jogo de luz natural recortado pela originalidade das fachadas, nos acabamentos irrepreensíveis, na qualidade e nos detalhes. Todo este empreendimento foi desenhado de forma a proporcionar uma vida saudável em família, que começa e se estende ao equilíbrio dos diferentes espaços de cada habitação.

Os pisos superiores estão exclusivamente dedicados às tipologias habitacionais e acessos a terraços privativos exteriores, com duas piscinas na cobertura, em cada penthouse disponível. Já o piso térreo dispõe das áreas dedicadas aos átrios principais de entrada no edifício e de uma área dedicada a jardins privados, igualmente com uma piscina comum.

Do outro lado dos Jardins do Cedro, encontra-se o projecto Paulo Duque, “um empreendimento habitacional mais intimista” e que se apresenta como “uma opção segura e responsável para quem escolhe morar perto do centro de Lisboa e ao mesmo tempo estar junto da natureza”. Localizado junto à linha de praia entre Oeiras e Cascais, este empreendimento habitacional é composto por seis unidades de tipologias T3 Duplex e T2, com características distintas como áreas amplas luminosas e acabamentos de elevada qualidade com espaços exteriores integrados.

A cor verde destaca-se neste espaço de carácter contemporâneo pelos materiais e técnicas utilizadas, a cor predominante do projecto e toda a carga positiva que tem associada. O jardim vertical situado na penthouse é disso um bom exemplo, pensado em detalhe pela equipa de arquitectos do gabinete Luís Rebelo de Andrade.

Para este projecto foi, igualmente, pensado um novo sistema de fachada que permite trazer uma maior ligação aos Jardins do Cedro. Com isto, conseguiu-se concretizar uma frente mais dinâmica que permite uma melhor entrada de luz nas divisões. A escolha recaiu para um cerâmico vidrado tridimensional de forma hexagonal, cujo tom verde-garrafa cria um jogo de luz e reflexo, que muda ao longo do dia, conforme a exposição solar.

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‘Base’ da CBRE cresce em Lisboa

“Este novo escritório foi totalmente pensado para as nossas pessoas, uma vez que foram parte integrante das decisões e por ser o local onde se reúnem por excelência. Queremos dar a melhor experiência possível à nossa equipa no seu dia-a-dia mas, também, aos clientes que nos visitam regularmente”, refere Francisco Horta e Costa, Managing Director da CBRE Portugal

A consultora CBRE anunciou o arranque do processo de expansão do seu escritório em Lisboa, ao qual designou ‘The Base’. O nome surge pelo facto de este escritório ser a base da operação da empresa em Portugal.

Localizado no piso 5 do edifício Amoreiras Square (onde a consultora já estava anteriormente localizada), este escritório de 660 metros quadrados reúne diferentes características que fomentam a inovação, cocriação, criatividade e colaboração entre as equipas.

Tendo já inaugurado o 5º piso (numa primeira fase da expansão), a CBRE Portugal irá agora avançar com uma nova obra no 8º piso do mesmo edifício, que estará pronta em março de 2023, ampliando até essa data o espaço total de escritório para cerca de 1.300 metros quadrados e distribuindo, assim, a equipa pelos dois pisos, num modelo de total flexibilidade e hot desk. A arquitetura e gestão de projeto foi totalmente desenvolvida internamente, pela equipa de Project Management e Design da CBRE, enquanto a execução da obra ficou a cargo da Vector Mais.

“Este novo escritório foi totalmente pensado para as nossas pessoas, uma vez que foram parte integrante das decisões e por ser o local onde se reúnem por excelência. Queremos dar a melhor experiência possível à nossa equipa no seu dia-a-dia mas, também, aos clientes que nos visitam regularmente. Estarmos juntos faz parte da nossa cultura corporativa mas é certo que para fomentar este encontro é necessário que as pessoas se sintam bem no espaço que lhes oferecemos e, acima de tudo, que encontrem as condições ideais para desempenhar a sua função”, sublinha Francisco Horta e Costa, Managing Director da CBRE Portugal.

“A forma de trabalhar mudou e a CBRE quer liderar essa mudança de paradigma. Desenhámos um espaço totalmente state of the art, confortável e flexível, no qual as pessoas podem trabalhar mas, sobretudo, estar juntas. No mesmo escritório reunimos uma enorme variedade de espaços com diferentes funcionalidades e vivências, tudo pensado ao pormenor para elevar a nossa cultura e o espírito de equipa que nos caracteriza”, afirma Nelson Paciência, responsável de arquitetura na CBRE Portugal.

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Daikin Europe investe 50 M€ em expansão de fábrica na República Checa

A expansão implicou a construção de um edifício fabril adicional e de novas linhas de produção, permitindo à nova unidade industrial aumentar a sua produção em cinco vezes até 2025

A fábrica Daikin Device Czech Republic, localizada em Brno, na República Checa, expandiu a sua capacidade de produção de bombas de calor, com o objectivo de expandir a capacidade de produção para toda a Europa.

Com um investimento de 50 milhões de euros, a expansão implicou a construção de um edifício fabril adicional e de novas linhas de produção, permitindo à nova unidade industrial uma capacidade de produção que irá permitir aumentar cinco vezes até 2025.

Desta forma, a empresa responde ao aumento crescente da procura de soluções sustentáveis de aquecimento, ao mesmo tempo que contribui para a tão necessária transição energética.

“Sempre nos esforçámos por desenvolver e produzir os nossos produtos perto dos mercados que servimos”, diz Patrick Crombez, director geral da Daikin Europe Heating & Renewables. Por isso, acrescenta, “actualmente, as nossas bombas de calor hidrónicas (ar/água) residenciais vendidas na Europa são 100% concebidas e fabricadas na Europa, o que nos torna o maior fabricante de bombas de calor hidrónicas (ar/água) do continente”.

Este investimento segue-se aos já anunciados para as fábricas na Bélgica e Alemanha, bem como Polónia, cuja inauguração está prevista para 2024.

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Palbit desenvolve novo projecto de I&DT com Universidades de Aveiro e Coimbra

Este novo projecto procura desenvolver ferramentas de maquinagem mais rápidas, leves e com melhor desempenho e vai potenciar a expansão da Palbit para novos sectores e mercados

tagsPalbit

A Palbit, especializada no sector pulverometalúrgico, está a desenvolver um projecto de manufactura aditiva de compósitos de base cerâmica para componentes mecânicos, em parceria com a Universidade de Aveiro e com a Universidade de Coimbra. Este novo projecto de I&DT, com o acrónimo 3DCompCer, visa o desenvolvimento de ferramentas de maquinação complexas através de técnicas inovadoras de manufactura aditiva (MA), nomeadamente ferramentas de maquinagem com sistemas de refrigeração interna.

“Actualmente, a complexidade do processamento de canais internos de refrigeração ou a utilização de multimateriais, através das técnicas convencionais de fabrico subtractivo e replicativo são inadequadas para o tipo de ferramenta utilizadas nas operações de maquinagem. Desse modo, a aplicação de técnicas de fabrico aditivo que permitem o processamento de geometrias complexas, como fresas e pastilhas de corte com canais internos de refrigeração são muito importantes para a melhoria dos processos de maquinagem”, explica a empresa.

As novas ferramentas desenvolvidas no âmbito deste projecto apresentam características inovadoras que as distinguem das ferramentas presentes no mercado. Entre elas a empresa destaque “a possibilidade de alargar o campo de aplicação das ferramentas de maquinagem de base cerâmica em condições mais exigentes de maquinagem e com tempos de vida útil superiores e a optimização da geometria das ferramentas, através da introdução de canais internos de refrigeração, que permitirá reduzir significativamente o peso das ferramentas e simultaneamente diminuir o consumo de matérias-primas de custo elevado”. Para além disso, será também investigada a possibilidade de introdução de materiais mais sustentáveis, tendo em vista a redução do impacto ambiental.

Através deste projecto, “a Palbit pretende fornecer uma solução inovadora quer ao nível da tecnologia utilizada, quer ao nível das suas características diferenciadoras e assim, inserir-se em novos segmentos de mercado, ainda mais técnicos e exigentes, para operar em materiais ainda mais complexos e de maior valor acrescentado, cujo processamento exija maiores velocidades”. A empresa tenciona ainda expandir o seu mercado para países europeus com elevado potencial de integração desta nova tecnologia e alargar a gama de produtos PALBIT, nomeadamente na produção de novas ferramentas em compósito cerâmico com canais internos de refrigeração, com recurso à tecnologia da manufactura aditiva.

No âmbito deste projecto liderado pela Palbit em colaboração com as Universidades de Aveiro e Coimbra estão a ser realizadas pesquisas científicas, que foram destacadas durante o Congresso World PM2022, promovido pela Associação Europeia de Metalurgia do Pó.

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Vulcano organiza novo webinar sobre AQS

A iniciativa, que decorre no dia 21 de Novembro, com início às 9:30h, terá como estrela a nova Bomba de Calor Aquasmart2

O Instituto de Formação Vulcano (IFV), espaço de formação e certificação dos profissionais de hoje e do futuro nas áreas de água quente, energia solar térmica e climatização, está a organizar um novo webinar sobre as novidades no âmbito das bombas de calor AQS.

A iniciativa, que terá a duração de uma hora, com início às 9:30h do dia 21 de Novembro, terá como estrela a nova Bomba de Calor Aquasmart2.

O programa deste webinar consistirá na apresentação da nova gama de bombas de calor AQS e abordará as principais características dos equipamentos, assim como os requisitos de instalação e ventilação, os modos de operação e ainda a combinação com solar térmico; fotovoltaico e caldeira.

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120º aniversário da Bondex comemorado com novos lançamentos

A Bondex lança duas novidades para madeira: o betume com microfibras naturais e o verniz aquoso. A marca que comemora este ano o seu 120º aniversário reforça, assim, o seu posicionamento no mercado

A Bondex, apresenta ao mercado duas soluções, que vêm reforçar o seu posicionamento neste segmento. Um novo betume com microfibras naturais para melhor nivelar e alisar a madeira e um verniz aquoso, que evita odores fortes e reforça a protecção contra riscos e abrasão. Estas duas novidades vêm completar a já alargada gama de produtos.

Betume para madeira
Trata-se de um Betume com micro fibras naturais para madeira, especialmente concebido para alisar, recobrir, regularizar/nivelar ou ainda selar superfícies de madeira, em contextos de interior e de exterior, preparando-a para posterior pintura. Esta novidade da gama Bondex é recomendada para aplicação em madeira natural, pavimento, parquet, caixilhos de
madeira e móveis, sendo ideal, neste último caso, para o restauro de peças em madeira que se queiram preservar com um aspecto bonito e saudável, por muito tempo. Está disponível em branco.

Verniz universal aquoso
Este verniz destaca-se pela sua base aquosa, sendo direccionada a sua aplicação em madeiras interiores. Permite uma fácil aplicação e uma secagem rápida, diferenciando-se de outros produtos para o mesmo efeito, pelo seu odor reduzido. Sendo um Verniz Bondex é de destacar também a sua resistência ao risco e à abrasão, bem como a sua elevada elasticidade e o facto de não amarelar a madeira, mantendo-a sempre com o seu aspecto e a beleza naturais. Está disponível nos tons: incolor, carvalho médio e carvalho escuro.

O novo visual da marca, transversal ao todos os produtos, tem como objectivo a uniformização em toda a Europa, o novo selo de “Herança Escandinávia” vem reforçar a qualidade histórica dos produtos e da marca.

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“Acabar com vistos gold é uma decisão incongruente”, defende APEMIP

Na opinião dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal “pensar, apressada e emotivamente, que erradicar o Programa é a solução para acabar com a corrupção ou a especulação imobiliária, é puro devaneio”

“Pensar em acabar com um programa que em dez anos atraiu para o país cerca de 7.000 milhões de euros e foi catalisador determinante da reabilitação urbana e imobiliária empreendida nos centros históricos de Lisboa e Porto parece-nos uma decisão incongruente”, afirma a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) no comunicado enviado às redacções.

Na opinião dos representantes das empresas de mediação imobiliária “a avaliação que o Governo está a realizar de uma década do Programa “ARI” e que tem permitido o acesso temporário (dez anos) a um visto de residência, na sequência da aquisição de um imóvel de valor igual ou superior a 500.000 euros, justifica-se e, decerto, haverá mudanças e melhoramentos a realizar”. “Mas pensar, apressada e emotivamente, que erradicar o Programa é a solução para acabar com a corrupção ou a especulação imobiliária, é puro devaneio”, defendem.

A APEMIP vai mais longe e sublinha que “afirmar, como verdade incontestável, que o Programa é responsável pela alta generalizada dos preços das casas e, por isso, causador das carências generalizadas de habitação no nosso país, peca por desonestidade intelectual e alheamento da realidade”.

Ironizando a associação reconhece que “é um facto que os estrangeiros que adquirem imóveis que se encontram em localizações caras e com valores acima de meio milhão de euros vêm aumentar a pressão da procura nesse nicho de mercado. Só que não se entende quais são “as consequências sociais” desse facto, excepto para os Portugueses que pretendem adquirir imóveis de 600, 700, … ou um milhão de euros!”.

Relembrando que ao longo dos últimos 10 anos os imóveis transaccionados ao abrigo do programa dos vistos gold representaram apenas 0,6% das transacções realizadas nesse período em Portugal, “o programa determina um conjunto muito claro de regras que têm por objectivo assegurar a legitimidade da proveniência dos capitais utilizados na aquisição. Neste sistema de controlo estão o Banco de Portugal, o SEF, os Bancos Portugueses, os advogados, os notários, as imobiliárias e os promotores, sendo necessário e fundamental que todos cumpram o seu papel. Se não o fazem, ou o fazem imperfeitamente, a culpa poderá não estar no Programa mas naquilo que é uma velha ‘pecha’ portuguesa: fiscalização, vistoria, monotorização, regulação de cumprimento…”, argumentam os profissionais do sector.

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Preço dos materiais cerâmicos sobe 80%, face a 2021

Os custos de construção de habitação nova aumentaram em Setembro 13,4% em termos homólogos, um aumento influenciado pelo preço dos materiais que registaram uma variação de 18,6% face a igual período do ano passado

Os números foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quinta-feira no seu Índice de Custos de Construção de Habitação Nova (ICCHN), e são referentes ao mês de Setembro. Para este mês o INE “estima que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 13,4% em termos homólogos, mais 0,9 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior”. Ambas as componentes do índice, o preço dos materiais e o custo da mão de obra, influenciam este crescimento, em especial a primeira que registou uma variação de 18,6%, acelerando 2,1 p.p. face ao mês anterior e o custo da mão de obra aumentou 6,1% (6,8% em Agosto).

Segundo o INE, entre os materiais que mais influenciaram esta variação estão os produtos cerâmicos, com crescimentos homólogos dos preços de cerca de 80%. Já o gasóleo, o cimento, os aglomerados e ladrilhos de cortiça, as madeiras e derivados de madeira e as obras de carpintaria, os tubos de PVC e o consumo de produtos energéticos apresentaram crescimentos homólogos superiores a 20%.

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