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CBRE responsável pela assessoria na venda do hotel Exe Saldanha

O hotel de três estrelas foi vendido a um fundo gerido Swiss Life Asset Managers, um dos maiores investidores imobiliários da Europa

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CBRE responsável pela assessoria na venda do hotel Exe Saldanha

O hotel de três estrelas foi vendido a um fundo gerido Swiss Life Asset Managers, um dos maiores investidores imobiliários da Europa

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O Hotel Exe Saldanha, situado na Avenida Defensores de Chaves, em Lisboa, propriedade da D. Chaves 5/9, foi vendido a um fundo gerido Swiss Life Asset Managers, um dos maiores investidores imobiliários da Europa, numa operação que foi assessorada pela consultora imobiliária CBRE. O hotel encontra-se em operação através de um contrato de arrendamento com a Hotusa, empresa catalã do sector turístico.

“O sector hoteleiro foi dos mais afectados durante o último ano, ao ponto de atingir situações preocupantes em termos operacionais. Agora, é expectável que retome rapidamente e que possa estar perto de uma recuperação total. A concretização deste negócio vem reforçar a área de negócio de hotelaria da CBRE, com a venda de um dos hotéis mais centrais de Lisboa, uma aquisição estratégica para o comprador”, sublinha Francisco Horta e Costa, director geral da CBRE Portugal.

“A venda do Hotel Exe Saldanha pela D. Chaves 5/9. à Swiss Life Asset Managers mostra que o sevtor da hotelaria e do turismo continua resiliente e confiante na retoma pós-pandemia. As expectativas de recuperação são positivas para os players do setor, o que acaba por ser decisivo para que a dinâmica ao nível do negócio se mantenha”, refere Duarte Morais Santos, Diretor da área de Hotelaria da CBRE.

Localizado na zona prime da cidade, o Exe Saldanha é um hotel de três estrelas, que dispõe de 130 quartos, serviço de bar-cafetaria e parque de estacionamento subterrâneo.

A CBRE já tinha estado envolvida na venda do Hotel Exe Liberdade à Swiss Life Asset Managers, em 2019.

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RE/MAX com movimento de 2,9 MM€ no 1º semestre

Foi o segundo melhor semestre de sempre para a rede imobiliária com 36.617 transações realizadas, um crescimento de 43,6% no volume de negócios e de 45% no número de transacções

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A RE/MAX terminou o primeiro semestre do ano com um volume de preços na ordem dos 2,95 mil milhões de euros, relativos a 36.617 transações. Um volume que confere à actividade da imobiliária um crescimento homólogo quer no volume de negócios (43,6%,) quer no número de transacções, mais 45%. Este é, por isso, o “segundo melhor semestre de sempre da rede, em linha com o actual cenário de recuperação de mercado”.

“O primeiro semestre de 2021 foi marcado pelo acentuado crescimento e forte dinamismo da nossa rede, em especial no segundo trimestre, período em que a RE/MAX registou o seu melhor trimestre de sempre em transações imobiliárias, com os meses de abril, maio e junho a superarem, pela primeira vez, as 20 mil transações em três meses. São números bastantes significativos e que comprovam a robustez da nossa rede, que tem vindo a reforçar o seu posicionamento a nível nacional”, sublinhou Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal.

Na primeira metade do ano, a RE/MAX reforçou a sua presença no mercado registando um forte incremento na região do Grande Porto (64%), face ao primeiro semestre de 2020. Na mesma linha surgem as regiões Norte e Centro Norte de Portugal com 54,1% e 54%, respectivamente.

Os portugueses foram quem mais recorreu à Re/Max para adquirir ou a arrendar casa. Os investidores nacionais foram responsáveis por 84,5% das transações da RE/MAX entre janeiro e junho, seguindo-se os cidadãos do Brasil (4,7%), Inglaterra (1,1%) e França (1,1%).

Quintas e Terrenos com acentuada procura

Os apartamentos e as moradias são os dois tipos de propriedade que a rede RE/MAX mais comercializou entre 1 de janeiro e 30 de junho, representando quase 62% e 21,4% do total, respectivamente. Os terrenos com 7,2%, as lojas com 3,4% e as quintas com 1,1% completam o top 5 de tipos de imóveis mais transacionados. Sem grandes alterações face ao semestre anterior, as tipologias mais procuradas nos apartamentos vendidos foram os T2 (45,7%), seguindo-se os T3 (31,8%), os T1 (16,5%) e os T4 (3,7%). Já nas moradias as tipologias T3 (41,5%), T2 (21,7%), T4 (20,8%) e T5 (6,8%) foram as mais negociadas no semestre.

Mas o maior destaque do período vai para as quintas e terrenos, os tipos de imóveis que registaram maiores índices de crescimento em transações, sendo que as quintas registaram um acréscimo de 59% e os terrenos quase duplicaram, com um crescimento de 97% face ao período homólogo.

A RE/MAX Portugal fechou o primeiro semestre de 2021 com 371 agências, mais 21 que em igual período do ano passado. Relativamente ao número de consultores este também subiu para 9.754 profissionais, um aumento de 839 agentes face ao período homólogo.

Beatriz Rubio sublinhou que o crescimento registado na primeira metade do ano “permite-nos prever com otimismo a evolução da marca e consequentemente dos mercados regionais onde actua. A reanimação da actividade económica, o retorno de algum do investimento internacional, as melhorias nos índices do sector do turismo e a própria evolução da segurança sanitária, contribuirão para um bom desempenho do sector imobiliário nos próximos meses”, concluiu.

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Sonae Capital vende Porto Palácio Hotel mas mantém gestão

Venda do complexo constituído pelo Porto Palácio Hotel e dois edifícios de escritórios, situados na Avenida da Boavista, rendeu 62,5 M€

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A Sonae Capital vendeu o complexo constituído pelo Porto Palácio Hotel e dois edifícios de escritórios, situados na Avenida da Boavista no Porto. Este complexo totaliza uma área de 47.774 m2 e foi vendido por 62,5 milhões de euros ao Fundo CA Património Crescente, gerido pela Square AM.

A operação contou com o apoio do departamento de Hotel Advisory de Capital Markets da JLL que representou a SFS – Gestão de Fundos, SGOIC, SA enquanto sociedade gestora do Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado WTC, cujas unidades de participação são detidas pela Sonae Capital.

“Os hotéis são um tipo de activo com muita procura, pois os investidores acreditam que Portugal voltará a ser um dos principais destinos turísticos no pós-Covid. Contudo, não há muito produto disponível e surgir um activo como este no mercado gerou um elevado interesse dos investidores”, referiu Karina Simões, Head of Hotel Advisory da JLL.

Numa operação de sale & leaseback, o Porto Palácio Hotel manter-se-á sob gestão da Sonae Capital através da sua marca para o sector hoteleiro, a The Editory Collection Hotels. Situado em plena Avenida da Boavista, este hotel de cinco estrelas e 18 pisos acima do solo tem 251 quartos, além de um Centro de Congressos, restaurantes e bar, spa e espaços para eventos. Os edifícios de escritórios, adjacentes ao hotel, têm como principais inquilinos a MDS e a Maló Clinic.

“Este hotel é uma referência no Porto, tem excelentes indicadores de desempenho e está operado por uma marca em forte crescimento ancorada numa empresa de renome que pertence à Sonae Capital”, concluiu a responsável.

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Rendas estabilizam em Lisboa

Neste 2º trimestre do ano o valor das rendas das casas em Lisboa interrompeu o percurso de fortes reduções em cadeia sentido desde o início de 2020

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Segundo o Índice de Rendas Residenciais no 2º trimestre as rendas das casas em Lisboa registaram uma variação trimestral de apenas -0,1% no 2º trimestre de 2021, interrompendo o percurso das fortes reduções em cadeia sentido desde o início de 2020. Assim, a variação praticamente nula agora observada compara com a variação média trimestral de -4,3% observada desde o início de 2020. Recorde-se que no 2º trimestre de 2020, a descida em cadeia das rendas em Lisboa chegou mesmo a aproximar-se de 7%.

Os dados resultam do Índice de Rendas Residenciais da Confidencial Imobiliário, o qual monitoriza o comportamento do mercado de arrendamento residencial, tendo por base as rendas dos novos contratos realizados.

Em termos homólogos, apesar de manterem um padrão de contração, as rendas em Lisboa desagravaram o ritmo de descida no 2º trimestre de 2021. Neste período, a variação homóloga foi de -12%, comparando com a queda de 18% verificada no trimestre anterior e igualmente atenuando face à queda de 16,8% observada no final de 2020.
No Porto, as rendas das casas mantêm a tendência de descida, registando uma queda de 1,6% face ao trimestre anterior, mas tal indicador também desagrava relativamente aos dois trimestres prévios, quando a taxa de variação trimestral atingiu -3,2%. Em termos homólogos, as rendas das casas no Porto desceram 9,8% no 2º trimestre, uma descida que se intensifica face à queda homóloga de 8,0% observada no trimestre anterior.
Em termos absolutos, a renda média contratada no 2º trimestre de 2021 ascendeu a 12,5€/m2 em Lisboa e a 10,5€/m2 no Porto, de acordo com os dados do SIR-Arrendamento.

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Keller Williams Portugal registou crescimento de 72% no primeiro semestre

No primeiro semestre a KW inaugurou três novos Market Centers e aumentou o seu número de associados, que já são mais de 2.400 (+31%)

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A Keller Williams Portugal terminou o primeiro semestre de 2021 com um crescimento de 72%, face ao ano de 2020. Destaca-se durante este primeiro semestre a abertura de três novos Market Centers e o aumento do número de associados, que já são mais de 2.400 (+31%).

Neste período verificou-se também um aumento de mais de 50% no número de angariações, enquanto o volume de negócio aumentou 65%, comparativamente ao mesmo ao ano de 2020.

“Estes resultados apenas são possíveis graças ao esforço coletivo da equipa KW. Sem o empenho e a dedicação dos consultores, não veríamos este notório crescimento, que nos permite, nos primeiros seis meses de 2021, registar um aumento do volume de negócio e das angariações.”, refere Eduardo Garcia e Costa, Regional Owner e Presidente da Keller Williams Portugal.

Eduardo Garcia e Costa acrescenta que “a KW prossegue, assim, com a sua estratégia de crescimento para 2021. Com a proposta de valor diferenciadora dos Market Centers para os consultores, a posição da Keller Williams em Portugal sairá reforçada, tendo como meta os 50 Market Centers e 10.000 Consultores.”

Actualmente, a Keller Williams conta com mais de 30 anos no setor imobiliário e em Portugal conta com um total de 28 representações, que englobam mais de 2.400 associados, pretendendo alcançar 50 Market Centers e cerca de 200 consultores em cada um deles.

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Forest Homes atrai a atenção de investidores estrangeiros

Athena Advisers concluiu a comercialização do empreendimento, localizado na ilha do Pico, nos Açores, e está a preparar o arranque da segunda fase do projecto

Localizado na encosta da colina de Santo Amaro, na Ilha do Pico, Açores, o empreendimento Forest Homes está a atrair as atenções dos investidores estrangeiros, sobretudo norte americanos. O empreendimento constituído por cinco villas e três chalés está 100% vendidas ou reservadas. A comercialização está a cargo da consultora internacional Athena Advisers em regime de exclusividade e atraiu compradores americanos e canadianos “rendidos à beleza natural do arquipélago açoriano e ao conceito inovador e sustentável do projecto”.

O empreendimento, que começou a ser comercializado no início de 2020, “registou um elevado interesse num mercado onde, actualmente, a procura supera a oferta”, assegura David Moura-George, diretor geral da Athena em Portugal. “Nesta procura destacam-se os compradores norte-americanos que têm uma forte afinidade com o Arquipélago dos Açores”.

Outros fortes atrativos foram a arquitetura e a localização do Forest Homes, já que o projecto tira o máximo partido do declive do terreno e da natureza em que está inserido para proporcionar vistas panorâmicas sobre a paisagem e o oceano. Janelas rasgadas do chão ao tecto e amplos espaços exteriores, como terraços, varandas e jardins amplificam as vistas e a luz natural.

Todas as villas foram desenhadas como “casas na árvore” e a construção das oito unidades que compõem o empreendimento está a ser feita com recurso a materiais locais, como madeira, pedra de basalto e telha cerâmica. Piscina privativa ou acesso a uma área comum com piscina são ainda parte integrante destas casas, que terão classificação elevada em termos de eficiência energética para maior sustentabilidade e menor impacto ambiental.
“O projecto Forest Homes é extremamente atractivo para quem procura uma casa de férias com fortes perspectivas de retorno. O preço é muito apelativo, cerca de €2.000/m², para propriedades que são vendidas prontas a habitar ou a colocar num programa de arrendamento de curta duração com uma yield de 5%”, destaca David Moura-George.

O responsável adianta ainda que “já está em preparação o lançamento da segunda fase do projeto, que será, mais uma vez, comercializado em exclusivo pela Athena Advisers num dos destinos mais promissores dos próximos anos, tendo em conta que continua a ser elegível para efeitos de Golden Visa e será cada vez mais procurado não só pelos norte-americanos mas também por outras nacionalidades seduzidas quer pelo Visto quer pelo estilo de vida ímpar que os Açores oferecem”, garante Davis Moura-George.

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Manuela Guerreiro

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JLL vende duas lojas Pingo Doce no Algarve por 6M€

A transacção foi realizada por cerca de seis milhões de euros, mantendo-se o retalhista alimentar como ocupante dos imóveis

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A equipa de Private Wealth da JLL, parte integrante do Departamento de Capital Markets da JLL, acaba de concluir a venda de dois supermercados ocupados pelo Pingo Doce na Quinta do Lago e Vale do Lobo, dois dos mais emblemáticos resorts do Algarve. A transacção foi realizada por cerca de seis milhões de euros, mantendo-se o retalhista alimentar como ocupante dos imóveis. Os dois supermercados foram vendidos pelo fundo de investimento imobiliário aberto Imofomento gerido pelo BPI Gestão de Ativos (BPI GA) a um fundo nacional. A JLL actuou na operação em representação do vendedor.

A loja Pingo Doce inserida em Vale do Lobo está situada na zona de entrada do resort, somando cerca de 900 m2 de área bruta de construção. Já a loja integrada no resort Quinta do Lago totaliza cerca de 630 m2 e está localizada na zona da Praça Buganvília.

Esta transacção reflecte o crescente interesse dos investidores por supermercados e, em geral, activos ancorados no retalho alimentar. É um setor que estava no radar do investimento imobiliário anteriormente, mas que com a pandemia despertou ainda mais apetite devido à sua resiliência. Teve um desempenho operacional especialmente positivo nesta conjuntura, a que se somam argumentos como o baixo risco e rentabilidade de longo-prazo”, assegura Fernando Ferreira, Head of Capital Markets da JLL

Além disso, nota o responsável, é “um tipo de activo adequado a vários perfis de investidores, entre os quais os privados, cujos tickets de investimento não vão, geralmente, muito além dos 5 milhões de euros. Por isso, tem sido um tipo de produto cada vez mais procurado”.

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Arranque antecipado da 2º fase do “Vila Viva”

O Estrutura Group e a rio Capital investiram 14 M€ no empreendimento imobiliário “Vila Viva” cujas vendas superam as expectativas. 2º fase arranca com metade das unidades já vendidas.

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Localizado às portas de Lisboa, em Vila Franca de Xira, o empreendimento imobiliário Vila Viva antecipou a segunda fase de construção, depois dos primeiros 45 apartamentos terem sido rapidamente comercializados. Promovido pelo consórcio luso-brasileiro, que integra a Estrutural Group e a Rio Capital, o Vila Viva resulta de um investimento de 14 milhões de euros e o ritmo de vendas superou todas as expectativas dos promotores.

Para esta segunda fase estão a ser comercializados cerca de 40 apartamentos, mais de metade foi vendida ainda no pré-lançamento. A maioria dos compradores são portugueses.

“Para os que perderam a oportunidade de comprar na primeira fase, há agora uma nova chance, mas não será por muito tempo”, assegurou Carlos Silva, COO do Grupo Estrutural. Segundo o responsável “com o fim das unidades da primeira fase, e a constante procura, decidimos abrir as vendas da segunda fase mesmo no meio do segundo confinamento. O resultado foi que, de janeiro a abril deste ano, já tínhamos 15 CPCVs assinados. Essa performance deixou-nos com apenas metade do stock disponível, que deve esgotar nas próximas semanas”, garantiu.

Mas o que atrai os compradores a este empreendimento? “A combinação de uma excelente localização, num projecto moderno e a preços acessíveis, acabou por encontrar muita sinergia junto da procura que foi intensamente potencializada pelos novos anseios de encontrar conforto em casas novas, espaçosas e dentro de condomínios com áreas verdes”, justificou Carlos Silva.

A pandemia e o teletrabalho acabaram por ser um input ao sucesso do empreendimento. Áreas maiores, espaços verdes e o facto de não terem que se deslocar todos os dias para o centro de Lisboa fez crescer a procura de habitação nova nos arredores da cidade. Cerca de 80% dos compradores do Vila Viva são portugueses e a média de idade ronda os 38 anos. 51% dos clientes são solteiros e jovens noivos, já os casados representam 42%. 20% vive em Lisboa e Sintra, mas quase metade trabalha no centro Lisboa. Números identificativos que a qualidade de vida para muitos casais volta a ser em zonas envolventes aos grandes centros e com boas acessibilidades.

A escolha de Vila Franca de Xira também foi uma decisão pensada. Com uma história e riqueza cultural, patrimonial, com o rio Tejo aos seus pés e uma excelente localização e acessibilidade para Lisboa, estando a apenas 12 min de comboio da Estação do Oriente.

“Estamos optimistas com a dinâmica do mercado. O teletrabalho veio de facto influenciar a escolha na compra de uma casa. O interesse dos compradores passou por adquirirem uma tipologia que contemplasse um escritório, assim o T3 foi o mais procurado. Além de que têm a vantagem de morar numa zona tranquila com uma vista sobre o rio Tejo e a Serra e estão a cinco minutos do centro urbano. Sendo um empreendimento de construção nova e dirigido às famílias portuguesas, o Vila Viva está a ser uma resposta à lacuna que existia no mercado”, confirmou Júlio Luz, CEO da Rio Capital.

A segunda fase que já está em construção mantém os preços acessíveis no mercado actual (2.000 euros/m2). A finalização das obras da primeira fase está prevista para o final do verão e da segunda fase está para Março de 2022.

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Investimento imobiliário no 2ºT cresce 57%

Segundo a JLL, há uma crescente procura de segunda habitação, especialmente no Algarve e zonas próximas de Lisboa, como é o caso da Comporta

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Com um primeiro semestre a comprovar que o mercado imobiliário é um dos que melhor tem resistido ao impacto da pandemia, a JLL estima que os níveis de actividade nos diferentes segmentos acelerem já na segunda metade do ano.

Conforme explica Pedro Lancastre, CEO da JLL, “o mercado reúne todas as condições para retomar os níveis de actividade superiores aos registados nos últimos meses até ao final do ano e para ganhar robustez ao longo de 2022. Existe procura real para os escritórios e para habitação, e no que respeita ao investimento, Portugal está muito bem posicionado para disputar a elevada liquidez disponível a
nível internacional. Isto acontece num contexto em que o nosso mercado não perdeu atractividade para a procura estrangeira e em que há uma crescente dinâmica do mercado doméstico, quer para ocupação de escritórios e venda de habitação, quer no âmbito do investimento. Não temos dúvida de que a actividade vai acelerar em todas as frentes na segunda metade do ano, obviamente impulsionada por um
contexto positivo em termos dos programas de vacinação em todo o mundo”.

No investimento, a consultora destaca que os escritórios e a logística se mantêm como os principais focos dos investidores, embora se denote um crescente interesse pelo retalho alimentar e pelos segmentos alternativos como as residências de estudantes e seniores ou a habitação para arrendamento. No primeiro semestre contabilizaram-se 575M€ de investimento, tendo a JLL uma quota de mercado de 60%. Este semestre fica marcado pela entrada de novos players internacionais, por um lado, e pela crescente actividade dos investidores nacionais institucionais e também dos privados. A JLL estima que o volume de investimento total em 2021 ultrapasse os €2.5 mil milhões, o que comprova a atractividade de Portugal como destino de investimento, mesmo num cenário de retoma e de alguma incerteza. Este volume é impactado por um dos maiores portfólios com grande exposição a activos hoteleiros, que se perspectiva que seja transaccionado este ano.
Na ocupação de escritórios, o take-up deverá ser impulsionado na segunda metade do ano, considerando o interesse demonstrado pelas empresas na tomada de espaços e a retoma do interesse internacional. Embora os níveis de ocupação estejam aquém do verificado em anos anteriores, a profunda reestruturação deste sector com os escritórios a serem encarados mais como espaços de colaboração e socialização do que meros espaços de trabalho, centrados no bem-estar dos seus colaboradores, impulsiona a procura por espaços de qualidade com critérios de sustentabilidade e eficiência. Espera-se, deste modo, um forte dinamismo no futuro, quer na regeneração quer na ocupação de escritórios. Sentiu-se, obviamente, um abrandamento da actividade nos primeiros meses do ano, com uma descida da ocupação, mas um crescimento pontual ao nível da taxa de desocupação, ao mesmo tempo que se registou uma correcção em baixa da renda prime para os 24€/m 2 /mês em Lisboa.

Na habitação, além de uma crescente procura nacional, incluindo por produtos fora dos centros das principais cidades, como Oeiras, Cascais, Matosinhos ou Leça, a procura internacional está em crescimento. O final do programa dos Vistos Gold nos moldes actuais em Janeiro de 2022 está a pressionar as vendas a estrangeiros e a diversificar o leque de nacionalidades activas como o Brasil,
França e Estados Unidos. Sente-se ainda uma grande resiliência nos preços da habitação em produto novo, bem concebido e ajustado ao mercado, o que é comprovado pelo número de pré-vendas, superior a 50%, de vários dos empreendimentos lançados pela JLL, no primeiro semestre do ano. Contudo, importa enfatizar que os aumentos dos custos de construção e a morosidade nos processos de
licenciamento são entraves evidentes ao desenvolvimento do sector imobiliário.

O retalho, um dos segmentos mais afectados pelos confinamentos e constantes constrangimentos sanitários, tem, ainda assim, resistido à pressão decrescente das rendas e evidencia um interesse crescente em alguns segmentos particulares, como o retalho alimentar, bricolage e decoração, bem como o comércio de conveniência e proximidade. Em termos de rendas, assiste-se a uma maior partilha de risco entre proprietários e inquilinos nos processos de renegociação e à resiliência nas rendas prime. “Obviamente que em termos dos indicadores quantitativos de performance, o semestre fica aquém do período homólogo, mas a comparação acaba por não ser justa, pois os primeiros seis meses de 2020 ainda incluíram um trimestre quase completo pré-Covid e com níveis de actividade muito acima das evidências históricas num primeiro trimestre”, ressalva Pedro Lancastre. Contudo, diz o responsável da JLL em Portugal, “o importante é vermos que o mercado teve um comportamento muito consistente num período em que voltamos a estar completamente confinados e, sobretudo, que os níveis de actividade estão a crescer face ao período inicial da pandemia e num contexto em que esta conjuntura pandémica e de limitações sanitárias continuaram a vigorar”, termina.

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ALF com nova direcção

Apesar da pandemia, a ALF mantém um elevado peso na economia. Em 2020 o Leasing financiou investimentos em mobiliário e imobiliário no montante de 2,4 MM€

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A Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF) elegeu os novos órgãos sociais para o triénio 2021-2023. Luís Augusto, CEO para Portugal do BNP Paribas Factor, é o novo presidente da entidade que representa o sector do financiamento especializado no país.

“Vivemos momentos de grande exigência para os agentes económicos, e os associados sentem-no nas suas actividades e no apoio que têm continuado a prestar à economia nacional, apesar dos constrangimentos provocados pela pandemia no último ano e meio”, afirmou Luís Augusto. O responsável da associação destaca a “importância do sector do financiamento especializado para a revitalização da economia e na resposta aos enormes desafios das alterações climáticas”.

No contexto pandémico de 2020, os associados da ALF registaram uma redução da actividade, mas mantiveram o elevado peso na economia em período de contração. O Leasing financiou investimentos em mobiliário e imobiliário no montante de 2,4 mil milhões de euros, enquanto o Factoring totalizou 31,5 mil milhões de euros em créditos tomados (equivalente a cerca de 16% do PIB nacional). O Renting, por seu lado, registou uma produção de viaturas ligeiras novas no valor de 557,3 milhões de euros. Em conjunto, o Leasing e o Renting foram responsáveis pela aquisição de cerca de 34% das viaturas novas vendidas em Portugal.

A restante direcção da ALF eleita em Assembleia Geral é constituída por Pedro Cunha, em representação do Santander, Pedro Pessoa, em representação da Leaseplan, Júlio Jacob em representação do Novo Banco, e Paulo Matos, em representação do Millennium BCP. Luís Augusto sucede a Alexandre Santos – que assumiu o cargo em Abril de 2019 e será agora o presidente do Conselho Fiscal, em representação da Caixa Geral de Depósitos.

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Lisboa com valorização de 4,9% nos preços das casas

De acordo com o Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário Lisboa teve uma valorização de 4,9%. A norte a AM do Porto mantém crescimento mas a um ritmo menos acentuado.

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Os preços das casas aumentaram 4,9% em Lisboa no 2º trimestre de 2021 face ao trimestre anterior. Os dados refletem os mais recentes resultados do Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário. Esta subida sucede à variação trimestral de -0,3% observada no 1º trimestre e coloca a capital de novo a alinhar com a dinâmica de valorização da restante Área Metropolitana de Lisboa.

Para o cômputo da região, apurou-se uma variação trimestral média dos preços no patamar de 5,6% no 2º trimestre, igualmente em forte intensificação face aos 1,5% observados no 1º trimestre. A aceleração na variação trimestral foi uma realidade transversal à região, intensificando-se a subida de preços em todos os mercados da AM Lisboa sem excepção. O índice acompanha a evolução dos preços efectivos de venda, apurados a partir das transacções reportadas ao SIR-Sistema de Informação Residencial.

À semelhança de Lisboa, na região norte o Porto também intensificou a subida de preços, mas mantém-se como o mercado que menos valoriza na respectiva Área Metropolitana, apurando-se uma subida trimestral de 1,8% no 2º trimestre. No trimestre anterior, este indicador tinha ficado em 0,6%.

Na Área Metropolitana do Porto, o 2º trimestre trouxe igualmente uma aceleração da valorização trimestral a todos os mercados, embora, em geral, com intensificações menos acentuadas do que na AM Lisboa. Assim, de uma valorização média de 1,8% apurada para a região no 1º trimestre de 2021, evoluiu-se para uma de 4,2% no 2º trimestre.

O preço médio de venda da habitação no 2º trimestre ascendeu a 3.833€/m2 em Lisboa e a 2.506€/m2 no Porto, conforme os dados do SIR-Sistema de Informação Residencial.

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