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Hugo Ribeiro é o novo Project Assembly Manager da Nhood

Hugo Santos Ribeiro refere que “a montagem de projectos imobiliários prevê a definição de um ambicioso programa de desenvolvimento e a criação de produtos de real estate alinhados com as necessidades dos clientes e das comunidades

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Hugo Santos Ribeiro é o novo Project Assembly Manager da Nhood, passando assim a ser o responsável pela coordenação da montagem jurídica, técnica e financeira dos projectos desenvolvidos pela empresa em diversas áreas de negócio, de acordo com a estratégia de investimento definida pelo departamento de Asset Management da plataforma de soluções imobiliárias.

Com 37 anos, Hugo Santos Ribeiro é licenciado em Arquitectura pelo Instituto Superior Técnico e com uma pós-graduação em Gestão e Estratégia Empresarial pela Universidade Europeia, conta com um percurso consolidado na área da arquitectura e gestão de projectos e de construção. Integrado no Departamento de Desenvolvimento, Projectos e Construção, Hugo Santos Ribeiro tem como missão contribuir para a concretização da visão da Nhood Portugal.

Hugo Santos Ribeiro refere que “a montagem de projectos imobiliários prevê a definição de um ambicioso programa de desenvolvimento e a criação de produtos de real estate alinhados com as necessidades dos clientes e das comunidades. A função da Nhood Portugal, enquanto plataforma global de soluções imobiliárias, é a de analisar e criar parcerias estratégicas para projectar novas oportunidades alinhadas com a nossa visão de criação de uma política de triplo impacto positivo: pessoas, planeta e proveitos.

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Remax Collection com movimento de 615 M€ na primeira metade do ano

Lisboa mantém a liderança nacional, com um volume de negócios de 80,9% e um volume de transacções de 80,7%, mas os destaques vão para Setúbal, que ocupa a 2º posição, ultrapassando o Porto, assim como a subida da Madeira, que se posiciona, pela primeira vez, no Top 5 nacional

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A REMAX Collection finalizou o primeiro semestre com um total de volume de preços na ordem dos 615 milhões de euros, o equivalente a um aumento de 43%, face a igual período de 2020. Durante os primeiros seis meses de 2021, a imobiliário especializada no segmento de luxo da rede REMAX registou 2.198 transacções, um incremento de 46% face à primeira metade de 2020, semestre esse em que a imobiliária comercializou cerca de 429,4 milhões de euros e realizou 1.510 transacções. Para a segunda metade do ano, a imobiliária que mais imóveis de luxo vende em território nacional prevê a continuidade do cenário de recuperação do mercado, já bastante notório neste primeiro semestre.

Na análise semestral sobre os principais tipos de imóveis os dados revelam que os apartamentos e as moradias reforçaram ainda mais a sua importância no segmento premium da marca. Se em 2020 representavam 91% da faturação e 95% das transações, nos primeiros seis meses do ano traduzem já 98% de ambos os indicadores, visível no quadro infra. Foram os apartamentos de tipologias T2 e T3 os mais procurados pelos investidores, ao representar 70,4% do volume de transações, o equivalente a 71,3% do total de volume de negócios. Por outro lado, as moradias T3 e T4 surgem com grande destaque neste primeiro semestre, representando mais de metade do volume de transações e de negócios, 56,4% e 63,3%, respectivamente.

A REMAX Collection negociou imóveis com clientes de mais de 30 nacionalidades estrangeiras. Não obstante, continuam a ser os portugueses os principais clientes, com intervenção em quase 70% das transações (69,9%) entre janeiro e junho de 2021. Os brasileiros foram a segunda nacionalidade do segmento em termos de volume de negócios e transações, seguidos dos franceses e ingleses que ocuparam a terceira e quarta posição, respetivamente. O top 7 do segmento é ainda composto por clientes chineses, americanos e espanhóis. Referir ainda que as restantes nacionalidades intervenientes em negócios de imóveis Collection foram responsáveis por 12,2% das transações e 13,9% em volume de negócios total.

Setúbal e a Madeira crescem no segmento de luxo

De acordo com dados da REMAX Collection, o distrito de Lisboa mantém a liderança nacional, com um volume de negócios de 80,9% e um volume de transacções de 80,7%, reflectindo uma ligeira diminuição de um ponto percentual (p.p.) no volume de negócios, mas um aumento de dois p.p. nas transacções, face ao período homólogo. Os destaques vão para o distrito de Setúbal, que ocupa a 2º posição, ultrapassando o Porto, assim como a subida da Madeira, que se posiciona, pela primeira vez, no Top 5 nacional.

Numa análise semestral mais detalhada ao distrito de Lisboa, constata-se que continuaram a ser preponderantes três concelhos: Lisboa, Cascais e Oeiras, representando aproximadamente 80% das transacções no distrito. Em evidência, a subida do concelho de Loures à quarta posição (5,25% de imóveis de luxo transacionados) e o aumento da representatividade do de Oeiras (15% do total de transações no distrito lisboeta). Salientar ainda a redução do peso do concelho de Lisboa para menos de 50% (46,7% em volume de transações), facto que revela um maior equilíbrio regional neste segmento premium.

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WINGS Condomínio vende 75% em fase de pré-vendas

Segunda aposta da Habitat Invest no Arquipélado da Madeira dirige-se à classe média nacional e a investidores para arrendamento. Com 88 unidades residenciais, distribuídas pelas tipologias T1 a T3, o Wings – Condomínio deverá estar concluído no último trimestre de 2021

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A Habitat Invest, em parceria com um investidor estrangeiro, encontra-se a promover o empreendimento residencial Wings – Condomínio, “cuja fase de pré-vendas garantiu cerca de 75% das reservas, confirmando o sucesso previsto para o empreendimento”, anunciou a promotora.

Situado em Santa Cruz, no Arquipélago da Madeira, junto ao Aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo, o empreendimento entrou em pré-venda de 15 de Julho a 4 de Agosto, possibilitando uma escolha prioritária por parte dos clientes e a garantia de preços a partir de 70.000 euros para um T1 com estacionamento. A fase de vendas oficial terá início a 5 de agosto, em cerimónia a decorrer no andar modelo, que contará com a presença de convidados, promotora, investidores e mediadores.

O Wings – Condomínio apresenta 88 unidades residenciais, distribuídas pelas tipologias T1 a T3. Trata-se de uma oferta dirigida à classe média nacional e a investidores, para arrendamento. A sua conclusão está prevista para o último trimestre de 2021.

“Estamos particularmente satisfeitos com este resultado. Acreditámos neste projecto desde o início e satisfaz-nos particularmente constatar o interesse dos madeirenses pelo Wings”, afirmou Pedro Vicente, administrador da Habitat Invest acrescentando, ainda, “estar orgulhoso pelo facto de um promotor nacional colocar no mercado casas que os portugueses podem comprar”.

As vendas do empreendimento estão a cargo das mediadoras Century21, Hi Home, Imocaires e KW.

De referir que em Agosto de 2020, a Habitat Invest já havia lançado o Monumental Madeira, no Funchal, ainda em construção e com um assinalável sucesso comercial, com 70% das unidades residenciais já vendidas. Ao contráeio do Wings –  Condomínio, o Monumental Madeira é um projecto de luxo composto por 24 unidades residenciais, entre os 177 e os 652 m2, com amplas varandas e terraços.

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Nhood Portugal taxa de ocupação em linha com os valores pré-pandemia

A plataforma global de soluções imobiliárias em projectos de uso misto, garantiu a ocupação de mais de 10 000m² de área bruta locável de espaços de retalho no primeiro semestre de 2021

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No primeiro semestre de 2021, a Nhood Portugal comercializou 21 novas lojas, totalizando mais de 10 000m² de área bruta locável, nos activos sob gestão, que incluem o portefólio de Centros Comerciais Alegro e outros activos imobiliários.

A plataforma global de soluções imobiliárias em projectos de uso misto, garantiu a ocupação de mais de 10 000m² de área bruta locável (ABL) de espaços de retalho no primeiro semestre de 2021, entre novas aberturas e renovações de diversos contratos. No total, foram 21 novas lojas comercializadas no portefólio de Centros Comerciais Alegro e outros activos imobiliários que registam uma taxa de ocupação acima dos 98%, em linha com os valores de ocupação pré-pandemia.

Marcas como Lion of Porches, Intimissimi, Antarte, Tomatino e Widex são apenas alguns exemplos de novos lojistas que integraram os activos geridos pela Nhood durante o primeiro semestre de 2021.

“Num contexto que tem sido mais do que desafiante, totalmente imprevisível e inconstante, quer para nós gestores de centros comerciais quer para os nossos lojistas, conseguirmos, no primeiro semestre de 2021 abrir 21 lojas e renovar diversos contratos é algo de que nos orgulhamos na Nhood. Ter taxas de ocupação com níveis de pré-pandemia, acima dos 98%, é para nós um balanço muito positivo, e um sinal do caminho de retoma que estamos agora a iniciar. Estes valores devem-se não só ao número de novas aberturas, mas também às renovações contratuais que temos vindo a celebrar”, celebrou Mafalda Cotta, Head of Leasing da Nhood Portugal.

Para o segundo semestre do ano a previsão é de pelo menos 15 novas aberturas, representando cerca de 5 500m2 de área bruta locável.

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BI4ALL inaugura “cidade” em Lisboa

Com 7 mil m2, e capacidade para mais de 500 postos de trabalho, a nova sede está preparada e para dar resposta ao crescimento sustentado da tecnológica

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A nova sede da tecnológica portuguesa, designada “Cidade BI4ALL”, reflecte a cultura da empresa, que desde que nasceu, em 2004, foi sempre orientada para as pessoas com um ambiente único, próximo e familiar.

A BI4ALL, empresa líder em serviços de Data Analytics e Inteligência Artificial, inaugurou as novas instalações em Lisboa. Situada na Avenida Marechal Gomes da Costa, a nova sede nasce com o objectivo de responder a um novo paradigma laboral e às necessidades dos colaboradores, proporcionando uma experiência de trabalho única, bem como uma melhor experiência para os clientes.

Um antigo armazém foi palco de uma verdadeira revolução transformando-se num local amplo e renovado, com diferentes ambientes que estimulam o pensamento crítico e criativo dos colaboradores. Com uma dimensão de 7 mil metros quadrados e capacidade para mais de 500 postos de trabalho, a nova sede está preparada e projectada para a continuidade do crescimento sustentado da BI4ALL para os próximos anos.

O projecto de arquitetura e decoração do edifício esteve a cargo de Pedra Líquida Arquitetura e Engenharia, que manteve o conceito industrial na renovação do edifício, elevando a experiência com elementos arquitectónicos únicos e uma decoração vintage.

“A Cidade BI4ALL nasce da idealização de um conceito de espaço que se pretendia disruptivo, inovador, criativo, internacional e cosmopolita, que respondesse às necessidades dos colaboradores. É um espaço que foi projectado, também, a pensar nas expetativas dos clientes actuais e futuros, e com o objectivo claro de oferecer um conjunto de benefícios associados ao bem-estar dos nossos colaboradores, que trabalham diariamente para entregar valor acrescentado e serviço de excelência aos nossos clientes”, referiu José Oliveira, CEO da BI4ALL.

O espaço é composto por dois edifícios, que incluem salas de trabalho e open spaces, salas multifuncionais, uma sala de conferências com capacidade para 200 pessoas, salas de reunião, salas inovadoras para reuniões mais pequenas ou simplesmente para conference calls, salas de formação, copa e zona de restauração, quartos para clientes e colaboradores que residem fora da grande Lisboa, campo de padel, ginásio completamente equipado, salas para aulas de cycle e yoga, terraço e várias zonas de lazer e bem-estar. Também a pensar na questão da mobilidade, existem motas eléctricas ao dispor dos colaboradores.

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Signal Capital ‘encaixa’ 150 M€ em novo negócio imobiliário

Naquele que já é considerado “um dos maiores negócios do imobiliário comercial de 2021”, foram adquiridos 15 edifícios da Quinta da Fonte, em Oeiras, pela gestora britânica Sixth Street e pela Acacia Point Capital

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O terceiro trimestre de 2021 regista mais uma transacção de peso, confirmando as perspectivas animadoras para o sector, segundo as consultoras imobiliárias. Naquele que já é considerado “um dos maiores negócios do imobiliário comercial de 2021”, foram adquiridos 15 edifícios da Quinta da Fonte, em Oeiras, pela gestora britânica Sixth Street e pela Acacia Point Capital. Com este negócio, a Signal Capital encaixou cerca de 150 milhões de euros, de acordo com o Jornal de Negócios.

A Quinta da Fonte foi completamente renovada e possui um total de 22 edifícios com 80 mil metros quadrados (m2) e ainda 3.5000 lugares de estacionamento e vai continuar a ser gerido pela Acacia Point Capital, que participou neste negócio como coinvestidora e parceira da Sixth Street.

Foi em 2018 que os primeiros edifícios da Quinta da Fonte foram adquiridos pela Signal Capital Partners os primeiros edifícios e, em 2020, deu início o processo de reabilitação e reposicionamento, no qual foram investidos “vários milhões de euros”, referiu fonte ligada ao negócio ao mesmo jornal.

Entre 1 de Julho até ao momento, a Savills já havia registado mais de 300 milhões de euros em negócios. Com esta transacção, este valor volta a subir. Note-se que entre Janeiro e Junho foi contabilizado um investimento de 569 milhões de euros, um valor quase 70% inferior ao do período homólogo.

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Century 21 inaugura loja na rotunda da fonte luminosa em Almada

A nova Century 21 Rio apresenta-se sob o mote “No séc. XXI, no ano 2021, é Century 21 Rio!” e pretende trazer “uma nova e tripla visão de negócio e de mercado”

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A Century 21 inaugurou uma nova loja em Almada na passada quarta-feira, dia 28 de Julho, a Century 21 Rio, tendo contado com a master da rede ibérica para oficializar a abertura e a inauguração do novo espaço. Esta ocasião revestiu-se de ainda maior relevância, coincidindo o dia 28 de Julho com a data oficial de aniversário da rede Century 21 no mundo, no âmbito da comemoração do seu 50º aniversário.

A iniciativa, restrita por consequência do Covid 19, foi assinalada com o gesto oficial de abertura, executado em conjunto, sobre a fita da cerimónia afixada na porta da loja e a visita às instalações da nova empresa de mediação imobiliária na região, na presença de alguns dos novos elementos da equipa e de diirecção da rede global, como o drector de Expansão, Francisco Vasconcelos e o consultor do Canal 360 da Century 21 Portugal, Tiago Leite.

Localizada na Praça Gil Vicente, 1A, em Almada, a nova Century 21 Rio apresenta-se sob o mote “No séc. XXI, no ano 2021, é Century 21 Rio!” e pretende trazer “uma nova e tripla visão de negócio e de mercado” e que se apresenta com o objectivo acrescentar ao sector imobiliário português três áreas importantes: Recursos Humanos, Gestão e Comunicação.

Comemorando o seu 50º aniversário a nível mundial, a Century 21 afirma, ano após ano, a sua posição como líder do mercado e com uma rede de profissionais e escritórios em mais de 86 países e territórios. Reconhecida pela inovação e tecnologia desde que entrou em Portugal, a marca tem investido na formação profissional contínua com a Universidade Century21 e cresce fortemente no mercado, marcando o seu ritmo com o intuito de garantir a sua diferenciação e valor no mercado.

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Preço das casas para arrendar desceu 4,7% no último ano

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,2 euros/m2. Porto (10,8 euros/m2) e Faro (9 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares

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Os preços das casas para arrendar em Portugal desceram 4,7% num ano, em Julho de 2021 face ao mesmo mês de Julho do ano passado. Segundo o índice de preços do Idealista, no final do mês de Julho deste ano, arrendar casa tinha um custo de 10,9 euros por metro quadrado (euros/m2). Já em relação à variação trimestral, a descida foi de -0,7%.

Durante o último ano, os preços das casas para arrendar desceram na Área Metropolitana de Lisboa (-6,3%), no Algarve (-1,2%) e no Norte (-0,7%). Por outro lado, foi no Alentejo onde se assistiu a uma maior subida dos preços (9,3%), seguida pela Região Autónoma da Madeira
(3,7%), pelo Centro (3,6%) e pela Região Autónoma dos Açores (0,7%). A Área Metropolitana de Lisboa, com 12,4 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (9,7 euros/m2), Norte (9,3 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (8 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (6,3 euros/m2), a Região Autónoma dos Açores (6,7 euros/m2) e o Alentejo (7 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Dos distritos analisados, as maiores descidas durante a pandemia tiveram lugar em Lisboa (-6,3%), Ilha de São Miguel (-1,6%), Vila Real (-1,4%), Faro (-1,2%), Braga (-0,6%) e CasteloBranco (-0,6%). Em sentido contrário, subiram em Viseu (18,6%), Évora (15,1%), Viana do Castelo (8,3%), Leiria (6,4%) e Coimbra (6,1%). Seguem-se na lista a Ilha da Madeira (3,4%), Santarém (3,3%), Setúbal (2%) e Aveiro (2%). De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (12,7 euros/m2), seguida pelo Porto (10 euros/m2), Faro (9,7 euros/m2), Setúbal (8,5 euros/m2), Évora (8,1euros/m2) e Ilha da Madeira (8 euros/m2). Arrendar casa em Coimbra custa 7 euros/m2, na Ilha de São Miguel 6,8 euros/m2, Aveiro 6,7 euros/m2 e Braga 6,1 euros/m2. Os preços mais económicos encontram-se em Vila Real (4,6 euros/m2), Castelo Branco (5,1 euros/m2), Santarém (5,2 euros/m2), Viseu (5,3 euros/m2), Leiria (5,9 euros/m2) e Viana do Castelo (5,9 euros/m2).

O preço de arrendamento desceu em quatro capitais de distrito, com Lisboa (-8,3%) e Ponta Delgada (-6,8%) a liderar a lista. A acompanhar esta descida de preços seguem-se Braga (-2,4%) e Faro (-2,3%). No Porto os preços mantiveram-se inalterados no último ano.
Por outro lado, os preços aumentaram em Évora (15,3%), Viseu (13,2%), Castelo Branco (11,2%), Coimbra (6,2%), Setúbal (3,7%), Funchal (2,4%), Viana do Castelo (2,1%), Leiria (1,9%) e Aveiro (1,5%). Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,2 euros/m2. Porto (10,8 euros/m2) e Faro (9 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respectivamente. Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (4,7 euros/m2), Viseu (5,4 euros/m2) e Viana do Castelo (5,5 euros/m2).

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MatosinhosHabit distinguida na Europa

O hub tecnológico da Housing Europe destaca o conceito inovador dos projectos “Banco de Bens” e “Crew”, desenvolvidos pela MatosinhosHabit

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Os projectos da MatosinhosHabit, Banco de Bens e CREW, estão a merecer destaque na plataforma Housing Evolutions. O hub tecnológica da Federação Europeia de Habitação Pública, Cooperativa e Social (a Housing Europe) destaca o conceito inovador de ambos os projectos e, sobretudo, a sua contribuição para a promoção da sustentabilidade económica e social, local.
“Esta distinção é um reconhecimento mas também uma valorização de todo o nosso trabalho que, como são exemplos estes projetos, não se restringe “apenas” às questões directamente ligadas com a habitação. Essa é de facto uma das nossas prioridades mas o bem-estar da população é, igualmente, outro dos nossos focos, o que passa por proporcionarmos outras condições e apoios que vão ao encontro das necessidades dos munícipes”, afirmou Tiago Maia, administrador da MatosinhosHabit

Implementado este ano, o Banco de Bens tem como objectivo proporcionar uma melhor qualidade de vida à população local, pretendendo promover o trabalho em rede, estimular a economia circular e fomentar a solidariedade. Trata-se de um projecto que disponibiliza às famílias e instituições mais vulneráveis do concelho equipamentos novos ou reutilizáveis e que são doados por empresas e/ou particulares.

Criado em parceria com a LIPOR, o CREW – Centros de Recuperação de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos é um projecto que visa proporcionar uma nova vida a este tipo de equipamentos, promovendo a recuperação dos mesmos e incentivando também a sua reciclagem. Neste âmbito, foi ainda implementado no concelho um espaço de formação e capacitação que promove a retoma de vários equipamentos que tenham potencial para serem recuperados.

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Investimento comercial cai 66% no 1ºT face ao período homólogo de 2020

Para o fecho do ano 2021, a Savills Portugal prevê um volume de investimento que poderá atingir os 2,8 mil milhões de euros, mas que está muito dependente da conclusão de uma operação-chave para o alcance deste resultado

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Até Junho, o mercado de investimento imobiliário comercial em Portugal registou uma quebra de 66% face a igual período do ano anterior, registando um total de 569 milhões de euros transaccionados.

Os dados foram agora apresentados pela consultora Savills e indicam que os valores apurados no primeiro trimestre, “são o espelho de um país que iniciou o ano com um segundo confinamento obrigatório, colocando novo travão à retoma de actividade”.

Todavia, a consultora faz ainda notar que é “muito importante olhar para o comportamento do mercado de investimento no decorrer deste primeiro semestre de uma forma isolada e observar a evolução positiva dos montantes de investimento à medida que o país avança, com sucesso e a bom ritmo, no plano de desconfinamento”. No final do 2.º trimestre de 2021, o mercado de investimento imobiliário nacional somou um total de 348 milhões de euros, o que significa uma subida de 57% comparativamente ao 1.º trimestre de 2021.
Os investidores internacionais permaneceram activos no mercado de investimento português, tendo contribuído para mais de 80% das transacções fechadas, com uma forte presença dos investidores europeus oriundos de França, Espanha e Reino Unido.

Os investidores nacionais continuam, igualmente, a contribuir para um aumento da sua quota de mercado, através de fundos de gestão de investimento e investidores privados que apostam na aquisição de escritórios e activos de retalho, especialmente comércio de rua.

Comparativamente ao 1.º semestre de 2020, no qual foram registadas 3 operações que totalizaram mais de 1,2 mil milhões de euros, ajudando a alavancar o fecho de um ano em pleno contexto pandémico, no 1.º semestre de 2021 foram registadas apenas duas operações acima dos 100 milhões de euros.

De entre as principais transacções fechadas nos primeiros seis meses de 2021, destaca-se a venda do Portfolio Navigator por 120 milhões de euros, a compra do Edifício Sede da WPP Portugal pela Tishman Speyer por 50 milhões de euros, a compra da Makro Alfragide pelo BPI por 40 milhões de euros e a compra do Edifício D. Manuel II no Porto, pela Incus Capital assessorada pela Savills Portugal.

No que diz respeito à distribuição do investimento imobiliário comercial por segmento, o mercado de escritórios manteve-se no foco da atenção dos investidores, com 41% do volume total transaccionado no 1.º semestre de 2021, particularmente direccionado para activos em localizações prime nas cidades de Lisboa e Porto.

Para o fecho do ano 2021, a Savills Portugal prevê um volume de investimento que poderá atingir os 2,8 mil milhões de euros, mas que está muito dependente da conclusão de uma operação-chave para o alcance deste resultado. Assumindo uma previsão mais conservadora e admitindo derrapagens, o ano 2021 poderá fechar nos 1,9 mil milhões de euros, sendo esperada uma recuperação dos níveis de actividade do mercado de investimento imobiliário nacional num ritmo mais acelerado e sólido no ano 2022.

Alberto Henriques, Capital Markets Associate Director da Savills Portugal, refere que «um excelente indicador de retoma do ritmo de actividade na segunda metade do ano foi o arranque fortíssimo do 3.º trimestre de 2021 que, à data do final do mês de julho, contabiliza já mais de 300 milhões de euros, tendo o potencial de se tornar o segmento com maior volume de transacções em 2021.».

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RE/MAX com movimento de 2,9 MM€ no 1º semestre

Foi o segundo melhor semestre de sempre para a rede imobiliária com 36.617 transações realizadas, um crescimento de 43,6% no volume de negócios e de 45% no número de transacções

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A RE/MAX terminou o primeiro semestre do ano com um volume de preços na ordem dos 2,95 mil milhões de euros, relativos a 36.617 transações. Um volume que confere à actividade da imobiliária um crescimento homólogo quer no volume de negócios (43,6%,) quer no número de transacções, mais 45%. Este é, por isso, o “segundo melhor semestre de sempre da rede, em linha com o actual cenário de recuperação de mercado”.

“O primeiro semestre de 2021 foi marcado pelo acentuado crescimento e forte dinamismo da nossa rede, em especial no segundo trimestre, período em que a RE/MAX registou o seu melhor trimestre de sempre em transações imobiliárias, com os meses de abril, maio e junho a superarem, pela primeira vez, as 20 mil transações em três meses. São números bastantes significativos e que comprovam a robustez da nossa rede, que tem vindo a reforçar o seu posicionamento a nível nacional”, sublinhou Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal.

Na primeira metade do ano, a RE/MAX reforçou a sua presença no mercado registando um forte incremento na região do Grande Porto (64%), face ao primeiro semestre de 2020. Na mesma linha surgem as regiões Norte e Centro Norte de Portugal com 54,1% e 54%, respectivamente.

Os portugueses foram quem mais recorreu à Re/Max para adquirir ou a arrendar casa. Os investidores nacionais foram responsáveis por 84,5% das transações da RE/MAX entre janeiro e junho, seguindo-se os cidadãos do Brasil (4,7%), Inglaterra (1,1%) e França (1,1%).

Quintas e Terrenos com acentuada procura

Os apartamentos e as moradias são os dois tipos de propriedade que a rede RE/MAX mais comercializou entre 1 de janeiro e 30 de junho, representando quase 62% e 21,4% do total, respectivamente. Os terrenos com 7,2%, as lojas com 3,4% e as quintas com 1,1% completam o top 5 de tipos de imóveis mais transacionados. Sem grandes alterações face ao semestre anterior, as tipologias mais procuradas nos apartamentos vendidos foram os T2 (45,7%), seguindo-se os T3 (31,8%), os T1 (16,5%) e os T4 (3,7%). Já nas moradias as tipologias T3 (41,5%), T2 (21,7%), T4 (20,8%) e T5 (6,8%) foram as mais negociadas no semestre.

Mas o maior destaque do período vai para as quintas e terrenos, os tipos de imóveis que registaram maiores índices de crescimento em transações, sendo que as quintas registaram um acréscimo de 59% e os terrenos quase duplicaram, com um crescimento de 97% face ao período homólogo.

A RE/MAX Portugal fechou o primeiro semestre de 2021 com 371 agências, mais 21 que em igual período do ano passado. Relativamente ao número de consultores este também subiu para 9.754 profissionais, um aumento de 839 agentes face ao período homólogo.

Beatriz Rubio sublinhou que o crescimento registado na primeira metade do ano “permite-nos prever com otimismo a evolução da marca e consequentemente dos mercados regionais onde actua. A reanimação da actividade económica, o retorno de algum do investimento internacional, as melhorias nos índices do sector do turismo e a própria evolução da segurança sanitária, contribuirão para um bom desempenho do sector imobiliário nos próximos meses”, concluiu.

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