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Invenio constrói Silva Porto Flats para a Imolote

Imolote vai construir um condomínio fechado com 16 apartamentos na Rua Silva Porto e avança no último trimestre de 2021 com outro projecto na mesma zona da cidade

Ricardo Batista
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Invenio constrói Silva Porto Flats para a Imolote

Imolote vai construir um condomínio fechado com 16 apartamentos na Rua Silva Porto e avança no último trimestre de 2021 com outro projecto na mesma zona da cidade

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A Invenio vai ser responsável pelos trabalhos de construção do mais recente investimento promovido pela Imolote. Trata-se do Silva Porto Flats, um empreendimento residencial cuja edificação deve arrancar em breve e que ficará localizado próximo do Carvalhido e da Constituição.

O empreendimento faz parte de um conjunto de investimentos avaliados em 12 milhões de euros que a promotora tem realizado nos últimos anos. Contando com o Silva Porto Flats, a Imolote na construção de três edifícios em zonas de referência na cidade, incluindo o empreendimento Serpa Pinto 475 e o edifício Covelo Flats.

Este novo empreendimento irá resultar da edificação de um condomínio fechado, constituído por um edifício de apenas quatro pisos, com 16 apartamentos de tipologias T1, T2 e T3. Trata-se de uma construção de duas frentes, com apartamentos orientados a nascente ou a poente, dispondo de amplas varandas ou terraços. No piso térreo, o condomínio dispõe de átrio comum que, para além do acesso às quatro fracções nele integradas, permite aceder ao elevador, às escadas interiores e à garagem, situada no piso -1. A garagem dispõe de 24 lugares de estacionamento, todos eles devidamente equipados com postos de carregamento para veículos eléctricos. Situado no centro da cidade, numa zona residencial tradicional, o condomínio destaca-se pela qualidade da construção e de materiais, e ainda por possuir uma piscina exterior e o jardim comum a poente, com especial enquadramento paisagístico.

Trata-se de um condomínio de qualidade onde o desenho dos apartamentos foi estudado para garantir o conforto de quem os vai utilizar. O espaço exterior também não foi descurado. A piscina e a área verde complementam o espaço interior e oferecem qualidade de vida em plena cidade do Porto”, segundo Adriana Floret, arquitecta do projecto

.

Zona requalificada
O condomínio fechado ”Silva Porto Flats” está numa zona que tem vindo a ser fortemente
qualificada, sendo muito bem servida de transportes públicos. Segundo Paulo Vaz Ferreira, CEO da Imolote, “temos vindo a desenvolver os nossos projectos no Porto, em zonas consolidadas e de grande centralidade, em consonância com o desafio estratégico da “Cidade dos 15 minutos”. “O que se pretende é que a pé ou de bicicleta, se consegue alcançar os equipamentos ou serviços que são relevantes na nossa vida, como trabalhar, estudar, almoçar ou jantar fora, ir ao cinema, teatro, etc. Trata-se, seguramente, do futuro que já acontece, onde a sustentabilidade é, não só um desígnio, como uma exigência da pessoa informada e cosmopolita”, referiu. No último trimestre deste ano, a Imolote – Investimentos Imobiliários, prevê lançar o Regado Flats, localizado na mesma zona, edificando-se apenas T2 e T3 para famílias que procuram centralidade, sendo o investimento previsto de 3,5 milhões.

Silva Porto Flats

– Condomínio Fechado c/ jardins e piscina: T1, T2 e T3
– Localização: Rua de Silva Porto / Carvalhido
– Promotor: Imolote – Investimentos Imobiliários
– Arquitetura: Floret Arquitetura
– Gestão de Projeto: Imoequity – Gestão de Projetos
– Projetos de Especialidade: Engiworks – Consultores de Engenharia
– Paisagismo: Arqª Laura Costa
– Construção: Invenio Engenharia

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Construção com crescimento esperado de 3% para 2021

APCMC revê em alta as previsões para 2021 e apontam para um crescimento do negócio do sector na ordem dos 3%, com a construção nova a superar a reabilitação em apenas alguns pontos percentuais

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Em 2020, o sector da construção apresentou um comportamento positivo, visível no crescimento do 1,8% do volume de negócios, demonstrando ser este um dos mercados mais resiliente aos efeitos económicos provocados pela pandemia de Covid-19. Para 2021, as estimativas são ainda mais favoráveis e reforçam o crescimento do volume de negócios da construção, tendo por base o comportamento positivo esperado nos diferentes segmentos que o constituem, e, por conseguinte, no aumento do total do volume de negócios do comércio e distribuição dos materiais de construção.

De acordo com a Associação Materiais de Construção (APCMC), 2021 deverá registar um crescimento de 3% no que diz respeito ao volume de negócios da construção. As previsões apontam para um pequeno decréscimo da intensidade de crescimento em 2022, para 2,9%, e um aumento novamente, em 2023, para os 3,1%.

As previsões de crescimento do sector da construção têm como base o estudo “Evolução dos Negócios no Comércio de Materiais de Construção”, elaborado para a APCMC por Manuel Carlos Nogueira, economista e docente universitário. Assim, as previsões apresentadas para este ano e seguintes foram agora revistas em alta, face às anteriores estimativas publicadas no final do ano passado.

Para José de Matos, secretário-geral da APCMC, estas previsões demonstram uma “uma grande resiliência” do sector imobiliário e “cuja pandemia veio demonstrar ser ainda maior do que o esperado, na medida em que, nem a construção, nem o comércio de materiais de construção pararam durante o próprio confinamento”.

Este foi, também, um período em que muitos portugueses aproveitaram para fazer pequenas obras em casa, o que terá contribuído para este dinamismo do sector, assim como as taxas de juro baixas, sobretudo, e nos tempos mais recentes, no domínio da construção de habitações. “A maior limitação ao crescimento está a ser a falta de mão de obra”, destaca José de Matos, que, ainda assim, recorda que “o PRR, entretanto aprovado, também contribuirá para a sustentabilidade do crescimento da construção nos próximos anos, sobretudo no subsector da engenharia civil”.

Segmentos com ‘velocidades’ diferentes

O estudo sobre o comportamento do sector da construção contempla a previsão sobre os volumes de produção dos seus diferentes segmentos.

Assim, em termos de construção habitacional nova – que em 2020 registou um crescimento de 2,1% – estima-se que esta situação continue a acontecer este ano e nos próximos dois anos, com 2,5%, 3,1% e 3,2%, respectivamente.

Em relação à construção habitacional, na vertente de reabilitação, a expectativa aponta para o crescimento, nos próximos dois anos, de 2,8% e 3%, respectivamente. Em 2020, o crescimento foi de 2% e a previsão para este ano é de 2,3%.

No que se refere à construção não habitacional nova, estão previstos crescimentos entre os 2,6%, 1,8% e os 2,1% em relação aos três anos em análise. Enquanto na componente de construção não habitacional, na vertente de reabilitação, os crescimentos previstos são ainda mais expressivos, sobretudo para este ano, de 4,5%. Nos próximos dois anos espera-se um menor crescimento de 2,6% e 2,8%, respectivamente.

De referir que o segmento da construção não habitacional nova e reabilitada, mais dependente do nível de actividade económica, apresentou, em 2020, um crescimento mais reduzido, de 0,2% e 0,1%, respectivamente.

Em relação ao segmento da engenharia civil nova e de reabilitação, o crescimento esperado este ano é significativo, de 3,7% e 3,9%, respectivamente.

Nos próximos dois anos os crescimentos esperados superam as estimativas feitas no final de 2020. Assim, para 2022 e 2023, a engenharia civil nova espera um crescimento de 3,8% e 3,9%, enquanto para a reabilitação se perspectiva um crescimento de 3,5% e 3,4%, respectivamente.

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200 projectos desportivos apoiados pelo PRID

200 projectos desportivos vão beneficiar do apoio extra concedido no âmbito do Programa de Reabilitação de Instalações Desportivas, o qual teve um reforço de 3 M€

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Cerca de 200 projectos desportivos vão beneficiar do apoio extra concedido no âmbito do Programa de Reabilitação de Instalações Desportivas (PRID2021+), o qual teve um reforço de três milhões de euros, que somaram aos dois milhões já atribuídos. Para 2021, as verbas a atribuir através deste programa totalizam cinco milhões de euros, num valor total de obra de cerca de 13 milhões de euros.

Este reforço do PRID2021+ decorre da aprovação, em Conselho de Ministros, do Fundo de Apoio para a Recuperação da Actividade Física e Desportiva, dirigido aos clubes desportivos constituídos como associações sem fins lucrativos, num montante de 35 milhões de euros (que se somam aos 30 milhões de euros para federações com estatuto de utilidade pública desportiva, num total que ascende a 65 milhões de euros).

Para este apoio extra candidataram-se 500 projectos maioritariamente centrados nas melhorias de eficiência energética das instalações, substituição de elementos construtivos que contenham poeiras/fibras de amianto e renovação de pavimentos desportivos.

Desde o início do PRID, em 2017, já foram apoiados perto de 600 clubes, num apoio global do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), responsável por este programa, de cerca de 12 milhões de euros, o que representa um investimento global de mais de 32 milhões de euros.

O Programa de Reabilitação de Instalações Desportivas (PRID) é uma iniciativa direcionada a clubes e associações desportivas de Portugal continental, com o objectivo de promover a requalificação das instalações desportivas ao serviço das comunidades, tendo em vista melhorar as condições de prática desportiva.

Pode consultar a lista de projectos apoiados aqui.

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Alteração do quadro legal aproxima metro a Odivelas e Loures

Alteração do quadro jurídico da concessão do Metropolitano de Lisboa permite expansão da rede aos concelhos de Odivelas e de Loures

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Foi publicada em Diário da República de 30 de julho a alteração do quadro jurídico da concessão do metropolitano de Lisboa que irá permitir a expansão da rede na área metropolitana de Lisboa. Em causa a extensão da rede aos concelhos de Odivelas e Loures.

Assim, o novo quadro jurídico delega no Metro de Lisboa a missão de assegurar “a construção, instalação, renovação, manutenção e gestão das infraestruturas para o serviço público de transporte de passageiros através da linha de metro ligeiro de superfície que ligará Odivelas a Loures. O objecto da concessão atribuída ao Metropolitano de Lisboa passa a contemplar as expansões da rede de metropolitano de Lisboa que sejam, ou venham a ser, realizadas através de sistemas de transporte colectivo, designadamente na modalidade de metro ligeiro de superfície.
O protocolo de cooperação entre o Metropolitano de Lisboa e as Câmaras Municipais de Loures e Odivelas para o desenvolvimento do metro ligeiro de superfície que ligará Loures e Odivelas , através da estação do metro de Odivelas foi assinado à sensivelmente um mês.

De acordo com este Protocolo, o Metropolitano de Lisboa irá desenvolver os estudos prévios e a avaliação da viabilidade e concepção desse projecto de mobilidade de transporte.

Previsto no Plano de Recuperação e Resiliência, o novo metro ligeiro de superfície conta com um investimento de 250 milhões de euros. Este investimento tem como objetivo contribuir para a melhoria da mobilidade na cidade de Lisboa, fomentando a acessibilidade e a conectividade em transporte público, promovendo a redução dos tempos de deslocação, a descarbonização e a mobilidade sustentável.

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MatosinhosHabit iniciou segunda fase de consulta pública do programa “Casa Acessível”

Destinada ao subarrendamento de habitações arrendadas pela Câmara Municipal de Municipal de Matosinhos, esta fase decorrerá até ao dia 15 de Agosto

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No seguimento do programa municipal “Matosinhos: Casa Acessível”, a MatosinhosHabit tem a decorrer uma segunda fase de consulta para subarrendatários para habitações de renda acessível, em regime de subarrendamento. Neste sentido, e até ao próximo dia 15 de Agosto todos os interessados poderão candidatar-se ao subarrendamento de nove fracções, arrendadas pela autarquia matosinhense e que têm com destino a habitação própria e permanente de agregados familiares do concelho.

Segundo sublinha Tiago Maia, administrador da MatosinhosHabit, “esta será mais uma oportunidade para os nossos munícipes terem acesso a várias tipologias de habitação em condições mais favoráveis, possibilitando assim que todos tenham as mesmas hipóteses de ter uma casa com uma renda justa e à medida das suas necessidades”. 

Quanto ao valor das rendas, o mesmo será determinado pela MatosinhosHabit, tendo em consideração uma renda máxima previamente estipulada e uma eventual aplicação do subsídio de renda, de acordo com os rendimentos apresentados pelo agregado familiar. 

As candidaturas a esta fase do programa “Matosinhos: Casa Acessível” deverão ser submetidas através de formulário electrónico disponível em www.matosinhoshabit.pt/, no entanto, é também possível o envio de candidaturas através de correio convencional.

A atribuição de residências será realizada através de sorteio, sendo que cada candidato apenas terá direito a submeter um formulário e a concorrer a um máximo de três habitações distintas, indicando, obrigatoriamente, a sua prioridade.

Os resultados do sorteio e da selecção dos candidatos ficarão disponíveis para consulta no site da MatosinhosHabit, em data a anunciar.

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Consignada obra do Hospital Central do Alentejo

Com um investimento total superior a 180 milhões de euros, a empreitada foi adjudicada à empresa Acciona

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Foi dado mais um passo na concretização do projecto do novo Hospital Central do Alentejo com a consignação da obra, oficializada numa cerimónia que, contou com representantes da empresa Acciona e o presidente do Conselho Directivo da Administração Regional de Saúde do Alentejo.

O novo hospital irá localizar-se na periferia da cidade de Évora e irá trazer “importantes benefícios à população, ao nível da proximidade, modernização e qualidade de prestação de cuidados de saúde”. Além disso, pretende-se também que possa servir “como um polo de atracção e desenvolvimento, melhorando, também, as condições de atractividade para profissionais de saúde na região”.

Com um investimento total superior a 180 milhões de euros, dos quais mais 30 milhões se destinam a equipamento de tecnologia de ponta, nomeadamente componentes de radioterapia, de medicina nuclear e de procedimentos angiográficos de diagnóstico e terapêutica. “Este nível de diferenciação permitirá responder às necessidades da população do Alentejo, na própria região, com benefícios óbvios de acesso e comodidade para os habitantes”.

O edifício, cujo projecto conta com assinatura do arquitecto Souto de Moura, ocupará uma área de 1,9 hectares e terá uma lotação de 351 camas em quartos individuais, que pode ser aumentada, em caso de necessidade, até 487. Contará, ainda, com 30 camas de cuidados intensivos / intermédios e 15 de cuidados paliativos.

A infraestrutura contará com 11 blocos operatórios, três dos quais para actividade convencional, seis para actividade de ambulatório e dois para actividade de urgência, cinco postos de pré-operatório e 43 postos de recobro.

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Projecto do Alto Restelo terá um investimento de 80 M€

Projecto de habitação de acessível para o Alto Restelo terá financiamento e promoção totalmente municipal e irá custar 80 M€

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Para o Alto Restelo, a Câmara Municipal de Lisboa vai propor a construção de casas em renda acessível para 460 famílias, com financiamento e promoção totalmente públicos.

O projecto inicial, que motivou críticas de moradores e autarcas, contemplava a construção de 629 fogos, dos quais cerca de 30% destinados ao mercado privado e 70% para o Programa Renda Acessível. Segundo a nova proposta, esse número é agora de 460 habitações, todas a preços acessíveis. O projecto será inserido no PACA – Programa de Arrendamento a Custos Acessíveis, e implicará um investimento público de 80 M€.

A proposta discutida em reunião do executivo, inclui um conjunto de serviços públicos, nomeadamente creche para 84 crianças, centro de dia para 60 utentes, centro cívico com diferentes valências e pavilhão desportivo com quase 4 mil m². O projecto prevê ainda mais 22 000 m² de área verde, melhoria dos transportes públicos e intervenção nas acessibilidades.

Do total que será edificado, 83% é destinado a habitação,6% ao comércio, e 11% a equipamentos. “No que toca à mobilidade, outra das questões abordadas, está programado o reforço da oferta da Carris, tanto no que toca ao número de viagens como de autocarros. Ainda em 2021, prevê-se o início dos primeiros veículos da Carris Metropolitana. Por outro lado, e em articulação com os tempos de construção previstos para a nova habitação, está planeada a instalação da linha de metro ligeiros, LIOS, com financiamento assegurado pelo próximo quadro comunitário Portugal 2030 e que irá assegurar a ligação à Cruz Quebrada e ao centro da cidade”, referiu a CML em comunicado.

As alterações vão estar em discussão pública, previsivelmente até 31 de outubro.

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WTC entra na fase final de construção

Inauguração do escritório modelo marca o arranque da fase final do empreendimento promovido pela Foz Vintage

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Com conclusão prevista para o primeiro trimestre de 2022, o World Trade Center, em Oeiras, inaugurou o seu escritório modelo. Um marco que representa o arranque da fase final de construção de um empreendimento que representa um investimento de 120 M€.

“É motivo de enorme satisfação para Oeiras receber um complexo empresarial desta dimensão, com um caráter tão inovador. Oeiras Valley, a marca escolhida pela Câmara Municipal de Oeiras para caracterizar o nosso território e o ecossistema de acolhimento empresarial, é cada vez mais a casa escolhida pelas empresas nacionais e internacionais para aqui sediarem a sua actividade. O World Trade Center encaixa na perfeição no projecto Oeiras Valley e neste ecossistema único que combina a inovação, a tecnologia e a sustentabilidade”, sublinhou o presidente da câmara municipal de Oeiras, Isaltino Morais, durante a sua visita ao empreendimento.

O WTC vem dar resposta à procura crescente por espaços empresariais ajustados aos novos conceitos de trabalho que começam a emergir. É um espaço flexível, adaptável e evolutivo que vai agregar três grandes benefícios: plataforma de negócios sustentada em modelos que favorecem o sucesso empresarial, um workplace orientado para o futuro, para a tecnologia e para a produtividade e um ambiente que favorece um lifestyle focado na sustentabilidade e no bem-estar.

“Este é mais um passo na conclusão deste grande projecto. É o momento em que começamos a ver materializados os aspetos únicos que caracterizam World Trade Center e que respeitam a nossa visão, em termos de construção de obras emblemáticas e de elevada qualidade”, sublinhou Vasco Fonseca, COO da Foz Vintage.

A comercialização deste empreendimento está a cargo das consultoras imobiliárias Cushman & Wakefield e Worx. O projecto arquitetónico do edifício WTC conta com a assinatura do atelier JQPV Arquitetos Associados.

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CERTIF recupera 9% e espera atingir valores de 2019 até ao final do ano

Novas certificações nos sectores da construção e eléctrico lideram procura, continuando a salientar-se o objectivo de exportação

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A actividade da certificação de produtos em Portugal, liderada em mais de 90% pela Certif, continuou condicionada pelos constrangimentos derivados das medidas relativas à pandemia. Contrariamente à expectativa de um “novo normal” a situação no terreno não se alterou face ao período final do ano anterior.

A obrigatoriedade do teletrabalho e a dificuldade em efectuar várias deslocações foram factores condicionantes, contrabalançados por uma boa resposta por parte da equipa da Certif e que permitiu desenvolver, na sua quase totalidade, o plano de acções de acompanhamento dos vários processos de certificação, suplantando, inclusive o número de acções realizadas no primeiro semestre de 2019.

Embora não tendo havido lugar à procura por novas normas continuou o alargamento da base de clientes, bem como da extensão a novas gamas de produtos por parte de clientes actuais.

A facturação no semestre apresentou uma recuperação de 9% face ao ano anterior, sendo objectivo, até final do ano, alcançar os valores de 2019. Já a facturação directa no estrangeiro no primeiro semestre foi de 43,5%.

Para melhor responder às necessidades dos clientes foi dada prioridade às acções visando a emissão de novos certificados, sendo de realçar o primeiro certificado na área eléctrica emitido a um fabricante em Taiwan. Nos produtos cerâmicos e eléctricos foram emitidas novas extensões para clientes actuais, continuando a salientar-se o objectivo de exportação.

O final do semestre ficou, contudo, marcado por vários adiamentos de auditorias devido à dificuldade de algumas empresas na obtenção de matérias-primas, implicando, em alguns casos, a decisão de encerrar mais cedo para férias.

Quanto à certificação de serviços, houve lugar à emissão de 75 novos certificados, sendo 3 relativos ao FER – Fim do Estatuto de Resíduo e 72 de gases fluorados, elevando para mais de 1400 os certificados válidos. Já no que diz respeito à certificação de sistemas a Certif tem cerca de 150 certificados emitidos, sendo, na sua maioria, de empresas que certificam, igualmente, com a Certif os seus produtos ou serviços, permitindo uma significativa redução de custos.

A marcação CE continua, também, a liderar para os produtos da construção, sendo a Certif o único organismo notificado para um vasto âmbito de normas, o que lhe permite responder às necessidades de muitas empresas portuguesas que, de outra forma, teriam de recorrer a organismos estrangeiros. Foram 50 os novos  certificados emitidos o que demonstra uma procura por parte de empresas estrangeiras situadas em vários países. De notar, também, o reforço da Certif no âmbitos da norma relativa a estruturas metálicas.

Sendo, também, a única entidade reconhecida pela Plataforma para a Construção Sustentável como organismo de certificação que, com a sua bolsa de verificadores, actua no âmbito do Sistema DAP Habitat, a Certif anunciou que se encontra a decorrer um processo relativo a painéis compostos à base de madeira.

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Concurso: PRR ‘dedica’ 120M€ à construção da Barragem do Pisão

O Empreendimento contempla não só a barragem do Pisão – que vai garantir uma reserva estratégica de água para abastecimento público e permitir o estabelecimento de novas áreas de regadio – mas também uma central fotovoltaica flutuante de 150 megawatts

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O primeiro-ministro, António Costa, afirmou que o Empreendimento de Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos do Crato “tem um enorme potencial transformador” da região e responde “ao grande desafio de enfrentar as alterações climáticas”.

António Costa falava no Crato, durante a cerimónia de apresentação do projecto da Barragem do Pisão, previsto no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), iniciativa onde esteve também presente a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, e a ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes.

Costa destacou o facto de este ter sido “o primeiro acordo assinado entre a unidade de missão Recuperar Portugal e uma comunidade intermunicipal”, tratando-se ainda de um investimento “que demonstra bem o que é o PRR pretende ser: um projecto efectivamente transformador, que não se limite a fazer mais do mesmo mas, pelo contrário, permita transformar regiões, sectores de economia e o potencial de crescimento do nosso País”.

António Costa disse também que este projecto terá “um grande impacto transformador na economia da região, na capacidade de produção de conhecimento da região, de desenvolver novas actividades que gerem emprego, rendimento que permita atrair e fixar as populações deste território”.

Investimento de 120 milhões de euros

O contrato de financiamento para o Empreendimento de Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos do Crato, prevê um investimento de 120 milhões de euros no âmbito do PRR. Será executado pela Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), que junta os 15 municípios da Região.

Em comunicado, o Governo refere que “este é um dos maiores investimentos alguma vez realizados no Alto Alentejo e um projecto estruturante para o desenvolvimento e coesão do território. A nova estrutura vai beneficiar 110 mil pessoas dos concelhos de Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Marvão, Monforte, Nisa, Ponte de Sor, Portalegre e Sousel”.

Reserva estratégica de água e central fotovoltaica

O Empreendimento contempla não só a barragem do Pisão – que vai garantir uma reserva estratégica de água para abastecimento público e permitir o estabelecimento de novas áreas de regadio – mas também uma central fotovoltaica flutuante de 150 megawatts, que servirá igualmente de reserva estratégica de produção de energia.

O projecto vai ainda possibilitar um aproveitamento turístico e recreativo da nova albufeira que, em pleno armazenamento, terá cerca de 7 quilómetros quadrados de água.

Segundo a calendarização prevista, os projectos e estudos detalhados devem estar concluídos até ao final deste ano, seguindo-se e 2022 a emissão da Declaração de Impacte Ambiental, a instalação do estaleiro e os trabalhos preparatórios. A conclusão das obras está prevista para 2025.

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Chaves lança concurso para Complexo Hidrodinâmico nas termas

O município vai destinar 1,2 milhões de euros num complexo que vai permitir aos termalistas a realização de tratamentos termais ao ar livre

Ricardo Batista

A Câmara de Chaves vai investir 1,2 milhões de euros na construção do Complexo de Piscinas Exteriores nas Termas de Chaves, recebendo até ao próximo dia 9 de Agosto as propostas para a execução da empreitada.
Designado Aquae Salutem, o projecto prevê a execução de um complexo termal ao ar livre com piscinas naturalmente quentes, espaços de hidromassagem e relaxamento, tanques de contraste com diferentes temperaturas ligadas entre si, para que os visitantes possam desfrutar das propriedades únicas da Água das Caldas de Chaves. Durante a apresentação do projecto, que decorreu em Maio, o presidente da autarquia, Nuno Vaz, assegurava tratar-se de “uma aposta excepcional, singular e diferente” que vai potenciar o desenvolvimento da cidade”.

Ambientes de utilização termal
Com programas de prevenção e cura de stress, cansaço ou ansiedade, assim como de promoção da saúde, com técnicas de balnearoterapia, o projecto Aquae Salutem visa a criação de novos ambientes de utilização termal, que complementam a oferta de tratamentos disponíveis no Balneário Flaviense, através do aproveitamento do recurso geotérmico existente. Este complexo, além de reforçar, diversificar e estabilizar as opções ao dispor dos termalistas, é ainda uma afirmação identitária, turística e termal de Chaves.
Para Fátima Pinto, administradora das Termas de Chaves, este equipamento surge como uma resposta “a uma necessidade que percebemos que existia”. “Este espaço destaca-se pela diferença que tem na utilização das águas quentes no exterior, procurando combater a sazonalidade e reforçando a aposta na vertente mais turística, focada no público mais jovem que representa o futuro do Termalismo”.

Solução integrada
O projecto, concebido pelo arquitecto Jorge Palma, do atelier Palma Arquitectos, é encarado como uma “solução integrada e tecnicamente equacionada de forma a usufruir da generosa temperatura da água das Caldas de Chaves ao ar livre independentemente da época do ano”. “O Projecto Aquae Salutem surge assim como um conceito forte centralizador de uma intervenção que poderá, pelas suas características, transformar-se num dos maiores focos de atracção da cidade, potenciando todo o investimento no desenvolvimento da economia local”, pode ler-se na descrição da intervenção. Um dos elementos mais significativos desta intervenção é o Complexo Hidrodinâmico. O ‘Aquae Salutem’, que será desenvolvido nos jardins exteriores das Termas de Chaves, utilizará a água termal que nasce com uma temperatura entre os 66 e os 77 graus Celsius e cuja utilização remonta à época da ocupação romana na Península Ibérica. O complexo hidrodinâmico será composto por várias piscinas em dois patamares diferentes e terá um labirinto sensorial de duches de contraste e vários tanques para um circuito hidrodinâmico.

Este recurso é constituído essencialmente por um sistema comunicante de Tanques de hidroterapia, elevados sobre um percurso que serve de ligação entre os vários espaços e o tanque exterior central. É neste percurso, constituído pela circulação que liga um edifício ao outro internamente, que se inicia o Circuito Hidrotermal, constituído por um Labirinto sensorial de duches de contraste com água termal, Gabinetes de tratamento e as respectivas Áreas técnicas. Exteriormente, área central da intervenção, todo o conceito do Projecto Aquae Salutem, revela-se no que denominamos como o Complexo hidrodinâmico, estruturado num sistema comunicante por transbordo, de tanques de hidroterapia, escalonados a várias cotas, rodeados por amplos terraços de acesso, em Deck, integrado num frondoso jardim envolvente. Estas plataformas, em estrutura de deck, niveladas com os respectivos tanques, para sua acessibilidade, vencendo gradualmente os 3.80m de pé-direito, que separam os dois pisos do estabelecimento, desenvolvem-se como um amplo solário, por todo o espaço exterior, orientado a Sul, sobre o Jardim do Tabolado e o Rio Tâmega. Com a elevação de parte dos tanques ao nível do piso superior, é possível, o aproveitamento do espaço remanescente, sob a estrutura dos tanques e terraços, no piso térreo, não só para o Circuito Hidrotermal e respectivas Áreas técnicas, descrito anteriormente, como para o desenvolvimento do grande Tanque central, dispondo de ambientes diversificados, percorrendo túneis, sob quedas d´água, na descoberta do conjunto de equipamentos hidrodinâmicos que se pretende apresentar.

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