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AICCOPN: Carteira na Reabilitação cresce 7% até Julho

A produção contratada situou-se em 9,3 meses, acompanhando a tendência recente verificada ao nível da carteira de encomendas

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AICCOPN: Carteira na Reabilitação cresce 7% até Julho

A produção contratada situou-se em 9,3 meses, acompanhando a tendência recente verificada ao nível da carteira de encomendas

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O índice relativo à evolução da Carteira de Encomendas, que mede a opinião dos empresários quanto ao volume de obras previstas,
apresenta, em Junho, uma variação homóloga de 7%, superior aos 3,5% registados em Maio.

Os dados constam do Barómetro da Reabilitação promovido pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), segundo o qual “estas variações reflectem, em larga medida, um efeito base resultante das quebras verificadas nos meses homólogos do
ano passado, em resultado dos impactos iniciais da pandemia”.

Em Junho, de acordo com a informação recolhida no inquérito mensal da AICCOPN aos empresários do sector que actuam no segmento da
Reabilitação Urbana, o índice que mede a evolução do Nível de Actividade regista uma taxa de crescimento de 7,2%, em termos homólogos, praticamente igual aos 7,3% observados no mês anterior.


A produção contratada, ou seja o tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção, situou-se em 9,3 meses, acompanhando a
tendência recente verificada ao nível da carteira de encomendas.

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Novo Bauhaus Europeu vai ter 85 milhões de euros para projectos em 2021-2022

CE anuncia também a criação de um laboratório e de um grupo de reflexão e de acção para o desenvolvimento do projeto que “visa acelerar a transformação de vários setores económicos”

O Novo Bauhaus Europeu, iniciativa lançada em Janeiro deste ano, que visa enquadrar a transição climática com uma mudança cultural, vai dispor de 85 milhões de euros destinados a projectos, no período 2021-2022, anunciou esta quarta-feira a Comissão Europeia.

O valor é adiantado pela Comissão, no âmbito da comunicação sobre o conceito do Novo Bauhaus Europeu, e na qual anuncia igualmente a criação de um laboratório e de um grupo de reflexão e de acção para o desenvolvimento do projecto que “visa acelerar a transformação de vários sectores económicos, como os da construção e dos têxteis, a fim de facilitar o acesso de todos os cidadãos a bens circulares e com menor intensidade de carbono”.

A iniciativa foi lançada pela Comissão, em Janeiro, com o objectivo de enquadrar a transição climática com um movimento cultural e estético, através da mobilização de ‘designers’, arquitectos, engenheiros e cientistas, que possam “reinventar um modo de vida sustentável”.

“O Novo Bauhaus Europeu introduz uma dimensão cultural e criativa no Pacto Ecológico Europeu a fim de demonstrar de que modo a inovação sustentável se pode traduzir, no nosso dia-a-dia, em experiências concretas e positivas”, escreve esta quarta-feira a Comissão.

No âmbito do financiamento previsto, muitos programas da União Europeia (UE) irão contribuir para “o Novo Bauhaus Europeu como elemento de contexto ou prioritário, sem um orçamento específico predefinido”, adianta esta quarta-feira a Comissão.

O financiamento provirá assim “de diferentes programas” europeus, “incluindo o Horizonte Europa, um programa de investigação e inovação (e, em especial, as missões Horizonte Europa), o programa LIFE, para o ambiente e a acção climática, e o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional”.

A Comissão convidará igualmente os Estados-membros a incluir “os valores fundamentais do Novo Bauhaus Europeu nas respectivas estratégias de desenvolvimento territorial e socioeconómico e a mobilizar os elementos pertinentes dos seus planos de recuperação e resiliência, bem como dos programas relacionados com a política de coesão, a fim de criar um futuro melhor para todos”.

Entre as medidas anunciadas esta quarta-feira pela Comissão está a criação de “um laboratório do Novo Bauhaus Europeu”, assim como de “um grupo de reflexão e de acção que se destine a co-criar, desenvolver protótipos e a testar ferramentas, soluções e acções que permitirão facilitar a transformação no terreno”.

“O laboratório retomará o espírito colaborativo que está na base deste projecto, a fim de harmonizar diferentes perspectivas, estabelecer ligações com a sociedade, a indústria e a política entre os cidadãos, e inventar novas formas de criação conjunta“, especifica a Comissão.

As medidas agora anunciadas têm em conta os mais de 2000 contributos, provenientes dos 27, recebidos durante a fase de concepção conjunta, que decorreu de Janeiro a Julho, e que foi aberta a todos os cidadãos do espaço da União.

“O Novo Bauhaus Europeu combina a grande visão do Pacto Ecológico Europeu com mudanças concretas no terreno: mudanças que contribuam para tornar o nosso quotidiano mais aprazível e que as pessoas possam ver e sentir nos edifícios e espaços públicos, bem como artigos de moda ou mobiliário. O Novo Bauhaus Europeu visa criar um novo estilo de vida que combine sustentabilidade e design de qualidade, que exija menos carbono e que seja inclusivo e acessível para todos”, disse hoje a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, citada pelo comunicado sobre a iniciativa.

A comissária Elisa Ferreira, da Coesão e Reformas, destacou por seu lado o impacto local do Novo Bauhaus Europeu, com “a abordagem transdisciplinar e participativa”, uma vez que “contribui para reforçar o papel das autoridades locais e regionais, das indústrias, dos inovadores e das mentes criativas que colaboram entre si, a fim de melhorar a qualidade de vida”.

“A política de coesão transformará ideias novas em acções locais”, garantiu Elisa Ferreira.

A comissária da Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude, Mariya Gabriel, sublinhou “as pontes entre ciência e inovação e arte e cultura, ao adoptar uma abordagem holística”. Assim, concluiu, “o Novo Bauhaus Europeu desenvolverá soluções não só sustentáveis e inovadoras, mas também acessíveis e enriquecedoras para todos”.

Em Abril, quando o Novo Bauhaus Europeu foi apresentado em Lisboa, durante a Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia, o primeiro-ministro, António Costa, destacou “a importância crucial” do projecto para a UE atingir os objectivos climáticos.

Recordou igualmente o movimento estético Bauhaus, fundado em 1919 na Alemanha e que dá o nome à iniciativa, para referir que o projecto actual “volta a dar à arte e à arquitectura a sua missão social, ao adaptar as cidades às necessidades humanas e ao trazer o Pacto Ecológico Europeu” para as “vidas e as casas” das pessoas.

Ursula von der Leyen afirmou então, na intervenção em Lisboa, que “o novo Bauhaus Europeu é sobre esperança, inspiração e novas perspectivas. É sobre acções concretas contra as alterações climáticas”, garantiu a presidente da Comissão.

Na quinta-feira, serão anunciados os vencedores do primeiro concurso do Novo Bauhaus Europeu, que distingue projectos locais e estéticos já desenvolvidos, em dez categorias, de “produtos e estilo de vida” à “reinvenção dos locais de encontro e partilha”.

Serão também distinguidas “estrelas em ascensão do Novo Bauhaus Europeu”, que envolve jovens com menos de trinta anos.

Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

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Victor Moure é o novo Country Manager da SE Portugal

Com um percurso de mais de onze anos na empresa, Victor Moure assume esta nova etapa com o objectivo de “promover a inovação e competitividade no País”

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A empresa Schneider Electric anunciou Victor Moure como novo Country Manager de Portugal. Com um percurso de mais de onze anos na empresa, Victor Moure assume esta nova etapa com o objectivo de “promover a inovação e competitividade no País”.

Com 15 anos de experiência profissional na área comercial, parte deles orientada para o mercado da banca e das seguradoras, e cerca de uma década dedicada a soluções de automação e gestão de energia, já na Schneider Electric, Victor Moure, integrou a empresa em 2010 para dar suporte a funções de desenvolvimento de negócios e foi, em 2014, promovido a KNX and Datacom Sales Manager.

Em 2017, acumulou, também, o cargo de Electricians Channel Manager, tendo desenvolvido inúmeras iniciativas para ajudar os fornecedores de electricidade a implementar medidas de transformação digital, com foco em automação, IoT e gestão eficiente de energia. Desde 2019 desempenhava funções de Area Sales Director para quatro regiões distintas na Península Ibérica: Catalunha, Ilhas Baleares, Andorra, Aragão e Comunidade Valenciana.


Licenciado em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Aberta da Catalunha (UOC), o executivo completou a sua formação com um MBA em Gestão pela IESE Business School (Universidade de Navarra). Victor Moure considera-se um verdadeiro apaixonado por Portugal, viajando frequentemente por toda a Península Ibérica.

“Estou muito entusiasmado com esta nomeação e preparado para colocar a minha experiência em prática,” afirma o novo Country Manager de Portugal da Schneider Electric. “Enquanto Country Manager para Portugal, pretendo continuar a nossa caminhada em direcção à digitalização e à sustentabilidade, fortalecendo as capacidades de inovação e competitividade do território”, acrescentou.

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Projecto “Primeira Pedra” conquista European Enterprise Promotion Awards

O projecto, que junta a Assimagra, a Experimenta Design e a Câmara Municipal de Porto de Mós, recebeu o 1º prémio nacional na categoria “Apoio à internacionalização das empresas” dos European Enterprise Promotion Awards (EEPA)

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“Primeira Pedra”, projecto que junta a Assimagra, a Experimenta Design e a Câmara Municipal de Porto de Mós, foi galardoado com o 1º prémio nacional na categoria “Apoio à internacionalização das empresas” dos European Enterprise Promotion Awards (EEPA).

O projecto alia design, inovação e qualidade às competências existentes no sector da pedra natural para o fortalecimento do valor da pedra portuguesa e da indústria que agrega nos patamares mais competitivos do mercado internacional, reforçando a imagem internacional de Portugal.

Nomes como Álvaro Siza, Amanda Levete, BijoyJain, Souto de Moura, Elemental, Mia Hãgg, Peter Saville, Sagmeister & Walsh; Ronan & Erwan Bouroullec ou Vladimir Djurovic, fazem parte de uma lista de 35 convidados de 15 nacionalidades que já colaboraram com o projecto.

A aliança entre a indústria e o design permitiu o desenvolvimento de mais de 80 aplicações da pedra em duas edições de projecto que enaltecem a qualidade, durabilidade, versatilidade e a elegância cromática da pedra natural nacional e a ampla indústria que está ligada à sua extracção e transformação. Este projecto originou grande visibilidade e impacto neste sector de actividade, localizado geralmente em zonas do interior de Portugal mais desfavorecidas, bem como uma forte aproximação das empresas aos agentes locais, como é o caso da Câmara Municipal de Porto de Mós envolvida na realização da exposição Identidade.

O projecto “Primeira Pedra” junta-se agora a outros dois projectos da Assimagra atribuídos neste mesmo contexto, designadamente o projecto Sustentabilidade Ambiental da Indústria Extractiva no Maciço Calcário Estremenho e StonePT – A Marca de Pedra Portuguesa, em 2015 e 2017, respectivamente. Os EEPA são uma iniciativa da Comissão Europeia que tem como objectivo distinguir as melhores práticas de promoção do empreendedorismo na Europa, em função da especificidade do seu contributo para o desenvolvimento, crescimento económico e promoção do emprego.

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MatosinhosHabit define novas Áreas de Reabilitação Urbana

As novas Áreas de Reabilitação Urbana de Matosinhos, incluem as freguesias de Lavra, Senhora da Hora, Guifões, Leça do Balio, Perafita e Santa Cruz do Bispo

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A MatosinhosHabit acaba de aprovar a proposta final para delimitação das novas Áreas de Reabilitação Urbana, as quais beneficiam de vários incentivos fiscais. As novas Áreas de Reabilitação Urbana de Matosinhos, incluem as freguesias de Lavra, Senhora da Hora, Guifões, Leça do Balio, Perafita e Santa Cruz do Bispo.

Assim, e após consulta pública, a proposta final agora deliberada, será publicada em Diário da República, onde também constarão os Quadros dos Benefícios Fiscais de Incentivo à Reabilitação Urbana (apoios financeiros, regulamentares e fiscais), ao nível da competência municipal e também da Administração Central.

“Esta fase é uma das mais importantes, uma vez que marca uma nova etapa para estas ARU, que significa o início da intervenção no terreno para muito breve. Por outro lado, é também importante referir que, com esta medida e a sua consequente aprovação, contemplaremos todas as freguesias do concelho no que concerne às Áreas de Reabilitação Urbana”, sublinha Tiago Maia administrador da MatosinhosHabit


Afigurando-se como um importante instrumento de gestão territorial para a revitalização da área e potencial motor de economia, as novas ARU promoverão a melhoria da qualidade de vida dos habitantes, actuando também como factor de actratividade e forma de acesso a apoios e incentivos, específicos para imóveis e/ou fracções localizados nas zonas em causa.

De salientar ainda que as novas ARU devem obedecer a diversos critérios previamente estabelecidos, nomeadamente coincidir o perímetro urbano do Plano Director Municipal com o limite exterior da ARU; excluir os terrenos livres de edificação, disponíveis para expansão urbana, situados no limite exterior da ARU; preencher com novas edificações as frentes urbanas sem construção e os terrenos livres de edificações; e excluir as áreas urbanas disponíveis a consolidar e as áreas classificadas como solo rústico.

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Green Alley Award 2022: candidaturas abertas

Com o Green Alley Award, o Grupo Landbell convida as startups a mostrar sua tecnologia, serviço ou produto para a economia circular. As inscrições já estão abertas e decorrem dia 23 de Novembro

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Com o Green Alley Award, o Grupo Landbell convida as startups a mostrar sua tecnologia, serviço ou produto para a economia circular. As inscrições já estão abertas e estarão disponíveis até dia 23 de novembro de 2021.

O Green Alley Award é o primeiro prémio Europeu para a economia circular, criado em 2014 pelo Grupo Landbell. Neste âmbito, os fundadores e as startups são convidados a submeter a sua candidatura em www.green-alley-award.com e as melhores ideias serão seleccionadas para um pitch ao vivo, a decorrer em Abril de 2022.

O Green Alley Award 2022 é direccionado a startups e jovens empreendedores que desenvolveram um modelo de negócio nas áreas de economia circular digital, reciclagem e prevenção de resíduos. Os patrocinadores deste prémio procuram empresas que estão prestes a lançar os seus produtos ou serviços ou que já se encontram em fase de crescimento. Neste sentido, também serão acolhidas startups que pretendam expandir o seu negócio para outros mercados europeus. A única condição é que a ideia de negócio ajude a reduzir o desperdício ou transforme o desperdício em recursos.

“Queremos incentivar novas ideias e modelos de negócio para economizar recursos e reduzir o desperdício”, afirma Jan Patrick Schulz, CEO do Grupo Landbell. ‘”Existem tantas ideias criativas por aí. O nosso objectivo é fomentar e promover jovens empreendedores e conectá-los à nossa vasta rede de especialistas em economia circular em toda a Europa.”

Os Vencedores – um amplo conjunto de conceitos

Seja no desenvolvimento de materiais sustentáveis, ideias para a redução de resíduos ou ferramentas digitais úteis, a economia circular é um tema com enorme potencial de negócios para as startups. A diversidade de conceitos dos vencedores do Green Alley Award nos últimos anos mostra isso claramente. Por exemplo, materiais sem resíduos (Alemanha), vencedor do prémio em 2021, em que uma tecnologia com patente pendente transforma resíduos da indústria agrícola numa alternativa sustentável ao plástico. Em 2019, a startup estoniana Gelatex Technologies convenceu o júri com sua ideia única de uma alternativa ao couro convencional feito de um subproduto de gelatina. Em 2017, a startup finlandesa Sulapac apresentou a madeira biodegradável como alternativa às embalagens de plástico para a indústria de cosmética. O vencedor do primeiro Green Alley Award, em 2014, foi a startup finlandesa RePack, com o serviço de embalagens reutilizáveis para o setor de comércio electrónico.

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Hipoges vende carteira residencial superior a 44 M€

A carteira é composta por sete activos premium localizados no centro de Lisboa. Para a gestora de activos Portugal está no radar dos investidores internacionais

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A Hipoges fechou a venda de uma carteira residencial no valor de mais de 44 milhões de euros, encerrando uma das maiores operações de venda de activos residenciais do ano na cidade de Lisboa. A carteira, composta por sete activos premium localizados no centro da capital, era uma das mais destacadas da cidade e uma operação de grande relevância dentro do sector em Portugal.

“Esta operação é um reforço da nossa estratégia de venda de activos únicos, em que oferecemos aos nossos clientes soluções de vendas únicas graças à nossa vasta experiência no sector”, sublinhou Nuno Antunes, Chief Global Real Estate Officer da Hipoges,

Esta operação seguiu-se à recente aquisição, durante o mês de Julho, da gestão do maior portfólio de arrendamento residencial em Portugal, com mais de 4.400 activos espalhados por todo o território nacional, e a criação de um departamento próprio dentro da empresa para gerir este tipo de cativos

Mercado residencial em Lisboa está a recuperar

Para a empresa de gestão de activos, “a venda desta carteira residencial confirma a recuperação que o mercado residencial está a viver em Portugal e sobretudo na sua capital, Lisboa”.

“Depois de uma queda nos preços e das operações em 2020 devido à crise gerada pela COVID-19, no início de 2021 e, especialmente nos últimos meses, a reactivação do mercado tem feito com que grandes fundos internacionais fechem as suas operações para criarem novos projectos residenciais e casas de luxo na cidade”, explica a Hipoges. Esta procura levou ao crescimento de mais de 10% dos preços na cidade.

“Através da sua plataforma de comercialização de activos imobiliários, Portal Now, a Hipoges tem testemunhado o aumento da catividade no mercado de compra de habitações. Tudo aponta para que esta recuperação se mantenha nos próximos anos, uma vez que Lisboa continua a ser um destino muito atractivo para os investidores estrangeiros, com o preço por m2 inferior a outras grandes capitais europeias”, refere a empresa gestora.

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Revive Natureza: candidaturas até 19 de Novembro de 2021

Prorrogação do prazo para apresentação de candidaturas aos concursos para atribuição dos direitos de exploração de seis imóveis

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Prorrogação do prazo para apresentação de candidaturas aos concursos para atribuição dos direitos de exploração de seis imóveis

A sociedade gestora do Fundo Revive Natureza, TF Turismo Fundos – SGOIC, S.A, decidiu prorrogar o prazo de apresentação das candidaturas dos seis concursos abertos.

Designadamente Casa Florestal de Sul, na Figueira da Foz, o antigo posto fiscal em Monte Fidalgo, em Castelo Branco, a Antiga Sede da Administração Florestal na Figueira da Foz. O Chalet de São Pedro e a Casa do Pinheiro Mando, ambos na Marinha Grande, e o edifício Florestal da Abrigada, Alenquer.

Os interessados podem apresentar as suas candidaturas até ao dia 19 de Novembro.

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Atraso no licenciamento pode “inviabilizar” primeiro projecto da Vanguard para a classe média

O arranque do Riverbank Tejo, em Lisboa, está ainda longe de se concretizar já que aguarda, ainda, pelo respectivo licenciamento. Sem saber quando poderão ter início as obras, a promotora antecipa custos acrescidos com este atraso e que terão “um impacto directo no preço final”

Cidália Lopes

Anunciado em finais de 2019 e com arranque da construção previsto para 2020, o Riverbank Tejo é o primeiro projecto da Vanguard Properties direccionado para a classe média. Localizado na Avenida Marechal Gomes da Costa, nas antigas instalações da Air Liquide, o pedido de licenciamento do loteamento já deu entrada no departamento urbanístico da Câmara Municipal de Lisboa, contudo, a promotora continua a aguardar notícias concretas sobre esse mesmo procedimento não tendo, até ao momento, uma data concreta a avançar. “Por ora, não conseguimos ter uma perspectiva real sobre quando haverá um despacho oficial que nos permita antecipar o início da construção das infra-estruturas”, confirmou ao CONSTRUIR, José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties

Embora confiante na aprovação do projecto, o que segundo José Cardoso Botelho “cumpre na íntegra as disposições legais tendo o arquitecto responsável desenvolvido diversos estudos de várias soluções todas elas oferecendo soluções de continuidade urbana com o território envolvente, incluindo preocupações quanto à morfologia, volumetria envolvente e corredores visuais”, o mesmo não se passa quanto à viabilidade da oferta final a que se propunham, já que a promotora antecipa custos imprevistos com este atraso e que irão ter “um directo impacto no preço final”.

Plano de investimento mantém-se

Com um amplo portfolio no imobiliário residencial e turístico de luxo, a Vanguard Properties espera conseguir investir, também, em larga escala em projectos para a classe média exactamente pela “vertente social e dimensão do mercado”. Até porque este é um investimento core do Grupo na Suíça, onde mais de 95% dos activos imobiliários em gestão e promoção são destinados à classe média.

O objectivo passa por arrancar primeiro com o projecto em Lisboa, e depois “avançar para outras urbes”, estando o Grupo já a analisar eventuais investimentos noutras cidades. Ainda assim, o CEO do Grupo em Portugal considera que são vários os factores que dificultam tornar mais acessível a habitação em Portugal e aponta o dedo ao “excessivo” tempo que é necessário para os licenciamentos, assim como ao IVA de 23%. José Cardoso Botelho, considera, ainda, os impostos a que os promotores estão sujeitos, tais como o AIMI e o IMT “excepcionalmente elevados”, o que torna “quase impossível apresentar um projecto abaixo dos 3.500 euros por m2”. “A este factor acresce, ainda, a dificuldade de encontrar terrenos compatíveis com este mercado”, acrescenta.

O Riverbank Tejo

O projecto contempla a construção de três edifícios – um com nove andares e os outros dois com quatro pisos cada um, com uma pequena componente de comércio e serviços. No total estão previstos 86 apartamentos, com tipologias T1 a T3, com áreas compreendidas entre os 60 e os 130 m2. O projecto contempla, ainda um jardim, que funcionará como charneira entre os edifícios e a sua envolvente.

Uma das características do empreendimento foi a preocupação em utilizar materiais que permitam baixos custos de manutenção, tal como a fachada, que é revestida a tijolo. Outro elemento marcante da arquitectura são as grandes varandas que permitem usufruir, a partir do exterior, das vistas do estuário do Tejo.

Muito próximo do empreendimento, encontramos ainda novo jardim público da zona ribeirinha do Parque das Nações, várias escolas e colégios como o United Lisbon International School, para além de várias grandes superfícies comerciais como o Decathlon, Staples, Leroy Merlin, Pingo Doce, Lidl e o Centro Comercial Vasco da Gama.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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Descofrante de betão da FUCHS recebe EU Ecolabel

O descofrante tem mais de 50% de matérias-primas renováveis, um nível de biodegradabilidade de mais de 60% e consegue acabamentos isentos de poros e “ninhos de britas”

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Graças à sua sustentabilidade, o descofrante de betão PLANTO Schalungsöl N foi distinguido com o EU Ecolabel. Com este produto, a FUCHS prova que a performance e a sustentabilidade são perfeitamente compatíveis: Este descofrante tem mais de 50% de matérias-primas renováveis, um nível de biodegradabilidade de mais de 60% e consegue acabamentos de qualidade superior, isentos de poros e “ninhos de britas”. Na sua aplicação, o filme do descofrante garante uma protecção anticorrosiva temporária, o que melhora o acabamento superficial do betão.

Com o PLANTO Schalungsöl, a FUCHS disponibiliza ao sector da construção um descofrante ideal para cofragens de aço que é um verdadeiro amigo do ambiente. A formulação à base de óleo vegetal faz com que seja rapidamente biodegradável. De sublinhar que ultrapassa de longe os requisitos da OECD relativos à rápida biodegradabilidade. É biodegradável a mais de 60% em vez da exigida percentagem de 50% e tem mais de 50% de matérias-primas renováveis em vez dos 25% exigidos.

Já em 2010 a FUCHS assinou um compromisso com a sustentabilidade e em 2016 foi distinguida como a empresa média mais sustentável da Alemanha. A Fundação Prémio Alemão de Sustentabilidade e o Governo Alemão escolheram a FUCHS, entre 800 participantes, por conseguir combinar, de forma exemplar, sucesso económico com responsabilidade social e protecção ambiental.

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Nómada Chiado na shortlisted FRAME e Restaurant & Bar Design Awards

Com assinatura do Spacegram Studio, o projecto de interior do restaurante Nómada Chiado é finalista em dois prestigiados concursos internacionais

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Com a assinatura do Spacegram Studio, de Ana Ferrão, Bruno Pereira e Gilberto Pedrosa, o projecto de interior do restaurante Nómada Chiado, em Lisboa, é finalista em dois concursos internacionais. O projecto integra a shortlisted da edição de 2021 dos FRAME Awards, na categoria Hospitality/Restaurant of the Year. A nomeação coloca o Nómada Chiado entre os cinco melhores projectos de interior em todo o mundo, na sua categoria. Distribuídos nas categorias de retail, hospitality, work, living, institutions e shows, os vencedores serão anunciados a 14 de Outubro.

O Nómada Chiado integra também a shortlisted do prestigiado Restaurant & Bar Design Awards 2021. Entre projectos de design oriundos de cerca de meia centena de países o Nómada Chiado concorre na categoria Multiple.

Na categoria Hotels o CURA, restaurante do icónico hotel Ritz em Lisboa, cuja renovação tem a assinatura do arquitecto Miguel Câncio Martins, é o outro espaço português entre “os restaurantes e bares mais criativos e influentes do mundo”.

Os resultados serão conhecidos também a 14 de Outubro, finalizando uma semana de debates e encontros que começa a 12 de Outubro.

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