Edição digital
Assine já
Arquitectura

Porto: Câmara discute projecto do futuro Parque da Alameda de Cartes

A construção do Parque da Alameda de Cartes “vai coser o que está fragmentado, responder às necessidades da população, e preparar o território para os desafios climáticos”

CONSTRUIR
Arquitectura

Porto: Câmara discute projecto do futuro Parque da Alameda de Cartes

A construção do Parque da Alameda de Cartes “vai coser o que está fragmentado, responder às necessidades da população, e preparar o território para os desafios climáticos”

CONSTRUIR
Sobre o autor
CONSTRUIR
Artigos relacionados
Preços das habitações aumentam 6,6% no 2º trimestre
Imobiliário
Colt pretende atingir a descarbonização das suas operações até 2030
Empresas
Mudança de paradigma nos Escritórios em Lisboa
Imobiliário
A carteira de investimentos da Fercopor e a revista TRAÇO na edição 442 do CONSTRUIR
Edição Digital
Fundo Ambiental já canalizou 5M€ para edifícios mais sustentáveis
Construção
Carmo Wood ergue novo passadiço da Comporta
Empresas
Antigo edifício de escritórios dá lugar ao segundo projecto residencial CitiFlat
Imobiliário
Obras do Metro do Cairo com tecnologia portuguesa
Engenharia
10ª Open House House Lisboa segue “Os Caminhos da Água” até Almada
Arquitectura
concin arranca em Portugal com proposta de salas de cinema para casa
Empresas

Estão reunidas as condições para a materialização do projecto de criação Parque da Alameda de Cartes. É desta forma que a Câmara do Porto classifica a última reunião do executivo, onde foi discutida a criação de um espaço verde que nascerá na zona oriental da cidade, naquela que é encarada como uma aposta na consolidação das necessidades das pessoas, tanto ao nível da mobilidade pedonal, como de intervenção na infraestrutura verde, dando prioridade a soluções de base natural.

A construção do Parque da Alameda de Cartes “vai coser o que está fragmentado, responder às necessidades da população, e preparar o território para os desafios climáticos”.

O projecto do Parque da Alameda de Cartes, um investimento estimado em 1,2 milhões de euros e que já tinha sido abordado anteriormente, foi apresentado em pormenor aos vereadores, tendo merecido rasgados elogios.

Num território que tem merecido atenção particular – estão em curso ou serão lançados projectos como o Matadouro, o Terminal Intermodal de Campanhã, a Corujeira – o futuro Parque da Alameda de Cartes será mais uma peça para completar este puzzle. “Estamos a falar do território-chave da fragmentação urbana. É neste território que temos as grandes infraestruturas viárias, como a VCI, a A43, a linha ferroviária, que fazem com que para muitos dos portuenses este território não pertencesse sequer ao Porto. Estas são as muralhas do século XX que acabam por gerar esta distância física, mas também esta distância psicológica”, começou por notar o arquitecto José Miguel Lameiras, na apresentação que fez aos vereadores.

“Neste território, muito motivado pelas suas características socioeconómicas, e apesar das condicionantes topográficas, anda-se muito a pé. O que torna as questões da mobilidade, e da mobilidade pedonal, absolutamente estratégicas neste contexto”, destacou o arquitecto, indicando que “um quarto da mobilidade pedonal é feita sobre a forma de caminhos de pé posto. A consolidação das necessidades das pessoas é o garante do sucesso desta proposta”.

A população colaborou em todo o processo, salientou José Miguel Lameiras: “A proposta da criação de um parque tem como característica diferenciadora a rede de caminhos ser consequência directa de todo este trabalho. Para além de ser um espaço onde as pessoas podem recrear-se, tem esta característica de coser, ligar a malha urbana. Cose grande parte destas unidades que foram surgindo de forma desconexa. É um novo tipo de espaço público da cidade do Porto, um parque de proximidade, que vai ser utilizado diariamente pelas pessoas nos seus trajectos. Isso é qualidade de vida.”

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Artigos relacionados
Preços das habitações aumentam 6,6% no 2º trimestre
Imobiliário
Colt pretende atingir a descarbonização das suas operações até 2030
Empresas
Mudança de paradigma nos Escritórios em Lisboa
Imobiliário
A carteira de investimentos da Fercopor e a revista TRAÇO na edição 442 do CONSTRUIR
Edição Digital
Fundo Ambiental já canalizou 5M€ para edifícios mais sustentáveis
Construção
Carmo Wood ergue novo passadiço da Comporta
Empresas
Antigo edifício de escritórios dá lugar ao segundo projecto residencial CitiFlat
Imobiliário
Obras do Metro do Cairo com tecnologia portuguesa
Engenharia
10ª Open House House Lisboa segue “Os Caminhos da Água” até Almada
Arquitectura
concin arranca em Portugal com proposta de salas de cinema para casa
Empresas
Imobiliário

Preços das habitações aumentam 6,6% no 2º trimestre

Entre Abril e Junho venderam-se 52 855 habitações que contabilizaram 8,6MM€, a área metropolitana de Lisboa concentrou 33% do total de transacções, não muito longe do Norte com 28,1%

No 2º trimestre de 2021, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) cresceu 6,6%, em termos homólogos, 1,4 pontos percentuais (p.p.) acima do observado no trimestre anterior. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística neste período, os preços das habitações novas aumentaram a um ritmo superior ao das habitações existentes, 6,9% e 6,5%, respectivamente. Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 2,2% (1,6% no 1º trimestre de 2021). Por categoria, o aumento dos preços foi mais intenso nas habitações novas (3,5%) que nas habitações existentes (1,8%).

Segundo os dados do INE “entre Abril e Junho de 2021 transaccionaram-se 52 855 habitações, mais 58,3% face a idêntico período do ano anterior”. O aumento pode ser expressivo mas “deve-se em parte a um efeito de base dado que a comparação homóloga incide nos meses de Abril a Junho de 2020, período caracterizado por restrições significativas sobre a actividade económica em consequência das medidas de contenção da pandemia COVID-19 que implicaram o número (e valor) mais baixo de transacções desde o 3º trimestre de 2016”, explica o INE.

O número de transacções entre o 1º e o 2º trimestre de 2021 aumentou 20,8% (-12% no trimestre anterior). O crescimento foi extensível a ambas as categorias de habitações tendo se registado taxas de variação de 22% e 14,1% nas habitações existentes e novas, respectivamente

Por meses, o aumento do número de transacções fixou-se em 75,1%, em Abril, reduzindo-se para pouco mais de 50% nos dois meses seguintes. Em valor, no trimestre de referência, as habitações transaccionadas contabilizaram aproximadamente 8,6 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 66,5% em termos homólogos. Do valor transaccionado 7 mil milhões de euros corresponderam a transacções de habitações existentes, um aumento de 70% face ao mesmo período de 2020, e 1,6 mil milhões de euros foram relativos a transacções de habitações novas, o que representa um aumento homólogo e 53%.

Abril foi o mês com o crescimento mais expressivo, com uma taxa de variação homóloga de 72,4%, seguindo-se Junho e Maio com variações de 64,3% e 63,9%, respectivamente.

A área metropolitana de Lisboa concentrou 33% do total das transacções, menos 2,1 pp face ao período homólogo, tendo sido transaccionadas 17 454 habitações, que representaram 45,9% do valor total, a percentagem mais elevada do último ano, ainda assim, inferior em 0,8 p.p. à apurada para o 2º trimestre de 2020.

No Norte registaram-se 14830 transacções, correspondendo a 28,1% do total. O Centro com 10763 transacções foi a região com maior crescimento de peso relativo, de 1,3pp, perfazendo 20,4% do total. De acordo com o INE, seguem-se, “com registos muito próximos”, o Algarve e o Alentejo com 4020 (7,6%) e 3834 (7,3%) transacções registadas no período em análise, respectivamente.

O valor das habitações transaccionadas no Norte ascendeu a aproximadamente 2 mil milhões de euros, enquanto no Centro atingiu os 1,1 mil milhões de euros. O Algarve, com um valor total de 902 milhões de euros foi a região onde se observou o maior incremento da quota regional, 1,6 p.p., para um total de 10,5%. No Alentejo, as habitações transaccionadas totalizaram 386 milhões de euros, representando 4,5% do total (+0,4 p.p. em termos homólogos).
Relativamente às regiões autónomas, as transacções de alojamento cresceram 2,1% na Madeira, com 1131 unidades transaccionadas, que contabilizaram 183 milhões de euros, e desceram 0,1 pp nos Açores, onde se transaccionaram 823 habitações (89 milhões de euros). entre Abril e Junho deste ano.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Colt pretende atingir a descarbonização das suas operações até 2030

A estratégia ambiental da Colt centrar-se-á na redução interna das emissões de carbono em todas as suas operações e serviços

O Grupo Colt, que inclui a Colt Technology Services e a Colt Data Centre Services (DCS), pretende alcançar, em todas as suas operações, a neutralidade carbónica até 2030. O anúncio da Colt, feito esta quarta-feira, dia 22 de Setembro, insere-se na sua jornada para acelerar a transição para a descarbonização da economia através do desenvolvimento das novas tecnologias.

Neste âmbito, a empresa irá reduzir em 46% as emissões Scope 1 e Scope 2 até 2030 e trabalhar em estreita parceria com os seus fornecedores para reduzir significativamente as emissões Scope 3 em toda a sua cadeia de abastecimento, tendo em vista contribuir para a limitação do aquecimento global a um nível muito inferior a 2°C até 2030. Esta mudança insere-se na estratégia de sustentabilidade do Grupo, que é essencial não só para o seu ADN como também para a estratégia dos seus negócios no future, revela a empresa.

“Como empresa, compreendemos a urgência de tomarmos medidas para impulsionar mudanças positivas na indústria tecnológica e assim assumir a plena responsabilidade pelas nossas emissões poluentes. Congratulo-me por a Colt se comprometer hoje a alcançar estes objectivos em conformidade com as metas científicas estabelecidas para a redução das emissões,” afirma Keri Gilder, CEO da Colt Technology Services.

De forma a alcançar os seus objectivos mais abrangentes, o Grupo Colt estabeleceu metas intercalares, nomeadamente que 75% de utilização de energia seja proveniente de fontes renováveis em todas as suas instalações à volta do mundo até 2023, que 93% das emissões da cadeia de abastecimento estejam alinhadas com o objectivo de 1.5C SBT até 2025, que, até 2025, 38% da componente de veículos eléctricos na frota e 75% até 2030 e que o Gás seja 100% proveniente de energias renováveis até 2030.

A estratégia ambiental da Colt centrar-se-á na redução interna das emissões de carbono em todas as suas operações e serviços. Isto significa medir e divulgar o impacto ambiental do Grupo e reduzir as emissões de carbono em conformidade com o que os dados científicos dizem ser necessário. Quaisquer emissões de carbono que a Colt não consiga reduzir por si mesma, serão objecto de operações de eliminação altamente fiáveis que serão financiadas pelo Grupo.

“O nosso negócio tem um impacto substancial no planeta, e tenho o prazer de anunciar que estamos a iniciar a nossa jornada para alcançarmos o objectivo das zero emissões de carbono em todas as nossas operações da Colt DCS até 2030”, refere Niclas Sanfridsson, CEO da Colt Data Centre Services. “Isto é apenas o início do nosso processo, a nossa estratégia de sustentabilidade continuará a garantir que somos um parceiro chave de eleição para os maiores clientes de data centres de hiperescala a nível mundial. Tendo respondido aos maiores desafios que a nossa indústria enfrentou nos últimos 20 anos, estou plenamente confiante de que possuímos os recursos necessários para tomarmos as medidas ambiciosas a que nos propomos na próxima década de modo a podermos cumprir as metas do Acordo de Paris e os Objetivos Globais.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Mudança de paradigma nos Escritórios em Lisboa

Em Agosto, o mercado de escritórios de Lisboa absorveu uma área de 5.606 m2, de acordo com Savills. Este valor representa uma descida do volume de absorção de 58% e de 50%, face ao período homologo de 2020 e 2019

CONSTRUIR

Em Agosto, o mercado de escritórios de Lisboa absorveu uma área total de 5.606 m2, de acordo com a mais recente análise da Savills. Segundo a consultora imobiliária internacional, este valor representa uma descida do volume de absorção de 58% e de 50%, face aos meses de Agosto de 2020 e 2019, respectivamente.

Olhando para o total acumulado dos 8 primeiros meses de 2021, o mercado registou uma ocupação de aproximadamente 74.500 m2, o que reflecte uma quebra de 24% e de 45% face aos períodos homólogos de 2020 e 2019, respectivamente.
Entre Janeiro e Agosto de 2021, foram fechadas 75 operações em Lisboa, com a zona CBD a liderar a tabela com 22 negócios realizados. Isto reflecte um aumento de 19% face ao mesmo período de 2020, o que evidencia uma subida da procura e do fecho de negócios direccionados para áreas menores.

“Se olharmos para os primeiros 8 meses do ano conseguimos perceber que o mercado ocupacional adoptou uma postura mais conservadora em 2021 face ao ano 2020, quando fomos atingidos pela pandemia”, explica Ana Redondo, associate director do departamento de office agency da Savills Portugal.

“Mas é importante notar que este “arrefecimento” não se deve a uma queda no mercado como aquela a que assistimos nos anos da crise do sub-prime, mas sim a uma paragem para balanço necessária e totalmente expectável, que está a conduzir muitas empresas a uma análise de reposicionamento estratégico dos seus planos de negócio, mas também de reorganização dos seus modelos de trabalho e espaços de escritórios”, acrescenta a mesma responsável.

Esse padrão de procura é visível na comparação do número de operações realizadas por intervalos de área. O intervalo compreendido entre os 301 m2 e 800 m2 observou o maior número de negócios realizados em Agosto, 25 comparativamente aos 15 registados no mesmo período de 2020, exercendo também um peso de 71% no volume total de área absorvida em Lisboa em Agosto.

No acumulado do ano, a zona 5 (Parque das Nações) com 21.302 m2, a zona 7 (Outras zonas) com 15.634 m2 e a zona 2 (CBD) com 11.322 m2 são as zonas do mercado de escritórios de Lisboa que figuram no top 3 dos volumes mais elevados de absorção. Os resultados observados nestas zonas do mercado lisboeta representam crescimentos de 6% e 12% para a zona 5 e zona 7, respectivamente, face a igual período do ano 2020. Deverá, no entanto, destacar-se as transformações observadas na zona 7, que tem vindo a ser palco de um aumento gradual da procura por áreas maiores. Entre 2018 e Agosto de 2021, esta zona de mercado já registou 15 operações com áreas acima dos 1.000 m2, num total acumulado de mais de 50.000 m2.

Entre as empresas que escolheram 2021 para mudarem de instalações ou expandirem a sua área, destacam-se à data a Critical TechWorks, com a operação de pré-arrendamento de cerca de 10.000 m2 no Edifício K Tower no Parque das Nações, a BI4ALL, com ocupação do Edifício Cidade BI4ALL num total de 7.000 m2 na Zona 7, a WhiteStar, também numa operação de pré-arrendamento de 4.111 m2 no Edifício Almirante Gago Coutinho 30 na zona 7, entre outras operações protagonizadas em larga percentagem pelos sectores financeiros e TMT´s.

O sector das TMT´s tem sido o mais resiliente, tendo já ultrapassado em 11% o volume total de absorção verificado nos primeiros 8 meses de 2020. Se a crise pandémica colocou à prova a sobrevivência de muitos sectores de actividade, no caso da área de Novas Tecnologias, a crise pandémica trouxe novas oportunidades de expansão de negócio, com repercussão directa nos seus modelos de ocupação de escritórios.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Edição Digital

A carteira de investimentos da Fercopor e a revista TRAÇO na edição 442 do CONSTRUIR

Fique por dentro da edição deste ano da Open House, que ligará Lisboa e Almada e colocará o Tejo no ‘centro’ das cidades, numa edição onde lhe mostramos a carteira de investimentos da Fercopor. Mas há muito mais para ler

CONSTRUIR

Fercopor com carteira de projectos de 190M€
Com dois empreendimentos em construção e outros sete a entrar em fase de comercialização entre 2021 e 2022 a Fercopor prevê colocar no mercado mais de 200 habitações e, ainda um edifício de escritórios. O primeiro projecto da promotora em Lisboa está previsto para 2022

Alavanca chinesa no crescimento da Mota-Engil
Um novo ciclo alavancado pela parceria com a CCCC, com foco na execução de projectos, “sendo que existem projectos adicionais de grande qualidade e rendibilidade no pipeline”, adianta a construtora

18M€ e prazos apertados para duas novas pontes
Têm de estar concluídas, até 2025, as duas novas pontes que ligarão Portugal e Espanha, um investimento estimado em 18 milhões de euros

Desafios da Habitação segundo a NEB Goes South
Para responder aos desafios da New European Bauhaus no sul da Europa, a FAUP associou-se a outras cinco universidades para debates sobre a procura de respostas

Selecção Portuguesa no Dezeen

10ª Open House House Lisboa segue “Os Caminhos da Água” até Almada

Casa da Volta: Um “espaço delimitado” na imensidão da paisagem

A versão completa desta edição é exclusiva para subscritores do CONSTRUIR. Pode comprar apenas esta edição ou efectuar uma assinatura do CONSTRUIR aqui obtendo o acesso imediato.

Para mais informações contacte: Graça Dias | gdias@workmedia.pt | 215 825 436

Nota: Se já é subscritor do CONSTRUIR entre no site com o seu Login de assinante, dirija-se à secção PLUS – Edição Digital e escolha a edição que deseja ler

ACEDA AQUI À VERSÃO DIGITAL DA EDIÇÃO 442 DO CONSTRUIR

ACEDA AQUI À VERSÃO DIGITAL DA REVISTA TRAÇO

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Construção

Fundo Ambiental já canalizou 5M€ para edifícios mais sustentáveis

3247 candidaturas ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis já receberam financiamento, num total de 5M€. 24 000 aguardam ainda resposta

CONSTRUIR

3247 candidaturas ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis já receberam financiamento do Fundo Ambiental, que corresponde à entrega de apoios no montante superior a cinco milhões de euros.
Com uma dotação total de 30 milhões de euros, o programa recebeu até ao momento 26779 candidaturas, das quais apenas 3486 foram validadas e aceites.

O programa agora em vigor insere-se no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência e visa melhorar a eficiência energética e hídrica dos edifícios, contribuindo também para a recuperação económica pós-pandemia. As candidaturas são validadas por uma equipa que, além do Fundo Ambiental, integra o Laboratório de Energia e Geologia, a ADENE – Agência para a Energia e a Universidade Nova de Lisboa.

O aviso do Fundo Ambiental financia medidas que promovam a reabilitação, a descarbonização, a eficiência energética, a eficiência hídrica e a economia circular contribuindo para a melhoria do desempenho energético e ambiental dos edifícios. Em concreto, pretende-se que as medidas a apoiar possam conduzir, em média, a pelo menos 30% de redução do consumo de energia primária nos edifícios intervencionados.


O incentivo total máximo do programa é de 7500 euros (edifício unifamiliar) ou de 15 mil euros (multifamiliar e em propriedade total) e apoia a aquisição e instalação de janelas eficientes, isolamentos de base natural, sistemas de aquecimento e arrefecimento com base em energias renováveis, painéis fotovoltaicos e, ainda, intervenções que visem a eficiência hídrica.

A 1.ª fase do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis revestiu-se de uma enorme procura que conduziu ao esgotamento da totalidade da verba afecta ao Programa antes do final de 2020 e ao seu reforço estimado em cerca de 5 M€, totalizando 9,5 M€. Com esta iniciativa foi possível alavancar cerca de 21 milhões de euros de investimento que contribuíram para promover a dinamização económica do emprego, através do lançamento de pequenas obras, de execução célere e disseminadas pelo território, que pudessem absorver algum do impacto da crise económica provocada pela pandemia causada pela doença COVID-19, entre outras iniciativas.

Face ao sucesso do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis, as candidaturas apresentadas ao abrigo desta 2ª fase, que venham a ser aprovadas e que não tenham cabimento no orçamento, transitarão para programas similares posteriores.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Carmo Wood ergue novo passadiço da Comporta

A empresa portuguesa que actua no segmento madeiras ergueu uma nova estrutura com 350 m de extensão na Herdade da Comporta

CONSTRUIR

Com início junto ao Museu do Arroz e à Adega da Comporta, a nova estrutura, com uma extensão de 350m, assegura o acesso ao parque de estacionamento da praia e a outro passadiço, já existente, também ele executado pela Carmo Wood há mais de 20 anos e que conduz ao areal.

Totalmente sustentável e integrado na paisagem, o novo passadiço resulta de um investimento da Herdade da Comporta, na ordem dos 120 mil euros, que visa proteger o espaço natural, anulando o impacto de trilhos improvisados, assim como aumentar a conveniência no acesso à praia.

Esta nova obra é mais um dos marcos Carmo Wood na Comporta e “reflecte um compromisso da empresa para com a preservação e embelezamento de uma região onde a Carmo Wood marca forte presença há mais de 20 anos”, afirma Jorge Milne e Carmo, presidente Carmo Wood.

Em 1998 que a Câmara Municipal de Grândola adjudicou à Carmo Wood os primeiros passadiços das praias da Comporta, Carvalhal e Pego, assim como os respectivos parques de estacionamento. A estes seguiram-se os heliportos da Herdade da Comporta e respectivos passadiços de acesso e ainda o centro equestre “Cavalos na areia”, que contou com boxes e padocks da gama especializada Horservice da Carmo Wood.

A estes projectos juntam-se inúmeras vedações, estruturas de sustentação de terras ou guardas de protecção de estrada em madeira tratada da Carmo Wood, assim como inúmeros edifícios em lamelado colado, junto ao empreendimento Tróia Resort, pérgulas, decks, passadiços, sinalética, ou arranjos paisagísticos também da autoria da Carmo Wood. Mais recentemente, destaque para acabamentos no hotel Sublime e a construção do emblemático hotel Quinta da Comporta bem como a requalificação do mítico Cais Pala fítico da Carrasqueira.

“Se é verdade que a construção em madeira marca já de forma muito clara o estilo arquitectónico da região da Comporta, é igualmente certo que confirma o valor que a Carmo Wood trouxe e continuará a trazer à região: soluções de elevada qualidade e longa duração, com design cuidado e apelativo, implementadas de forma exímia, para preservar e potenciar ainda mais a beleza natural desta região ímpar”, conclui.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Antigo edifício de escritórios dá lugar ao segundo projecto residencial CitiFlat

O CitiFlat Avenidas Novas é o segundo projecto com este conceito, promovido pela Level Constellation. A comercialização cabe à Athena Advisers

CONSTRUIR

Promovido pela Level Constellation, o CitiFlat Avenidas Novas vai dar nova vida a um edifício de escritórios do final do século passado, transformando-o num imóvel com 17 apartamentos de tipologias T1 e T2 numa zona privilegiada a poucos passos dos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian e de pontos de referência de Lisboa como o El Corte Inglés, o Campo Pequeno e a Culturgest.

A Athena Advisers, que actuou na comercialização do primeiro CitiFlat, na zona do Saldanha, volta a associar-se à marca e acaba de iniciar o processo de venda dos apartamentos deste novo projecto.

“O CitiFlat é um conceito inovador e esta localização privilegiada nas Avenidas Novas confere a este novo projecto argumentos imbatíveis. O CitiFlat Avenidas Novas é uma opção excelente para jovens famílias que procuram ter uma primeira habitação numa zona central, mas simultaneamente bem apoiada em termos de serviços, transportes e equipamentos”, evidencia David Moura-George, director geral da Athena em Portugal.

Situado próximo da Avenida de Berna, o CitiFlat Avenidas Novas desenvolve-se em sete pisos e os seus apartamentos, com áreas entre os 58 m2 e os 135 m2, estão disponíveis em vários layouts que incluem unidades com amplos terraços e vistas sobre a cidade, pátios ou pequenos jardins e também unidades duplex.

De acordo com David Moura-George, este é um projecto “(…) muito atractivo para aquisição como investimento, com tipologias apetecíveis para o mercado de arrendamento, apartamentos totalmente mobilados e a opção de gestão de arrendamento com retorno garantido de 3,5%. É um produto com grande potencial para o mercado do Golden Visa”.

A zona das Avenidas Novas é um destino residencial cada vez mais procurado, conjugando a vivência cosmopolita de uma localização central de Lisboa com a conveniência de usufruir de uma vasta rede de transportes, proximidade a serviços, equipamentos de ensino e comércio, além de integrar alguns dos pontos culturais e de lazer mais relevantes da capital.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Engenharia

Obras do Metro do Cairo com tecnologia portuguesa

A BERD foi seleccionada pelo consórcio que integra as construtoras Vinci, Bouygues, Orascom e Arabco para fornecer equipamento para as obras de expansão do metro do Cairo

A portuguesa BERD está a participar numa das obras mais impactantes daquela que é uma das cidades mais povoada do continente africano, o Cairo. É ali que estão a decorrer as obras de expansão da Linha 3 do Metro, num projecto liderado pelo consórcio que integra as construtoras Vinci, Bouygues, Orascom e Arabco. O consórcio solicitou propostas a diferentes fornecedores internacionais e após avaliação técnica, comercial e de risco a BERD foi selecionada como a melhor solução.

Foi no Cairo que surgiu a primeira linha de metro construída em África. O projecto teve início na década de 80, do século passado, e perdura pelos dias de hoje. Nele reside uma solução para os graves problemas de congestionamento da cidade que alberga 19 milhões de pessoas e é ali, que hoje, entre as ruas apertadas da cidade, os seus bairros, as novas construções e o seu muito trânsito, encontramos tecnologia portuguesa: a lançadeira de aduelas Hi-Tech LG36-s, que a BERD desenvolveu e forneceu para construção e instalação do tabuleiro pré-fabricado de uma peça central da nova extensão da linha, um viaduto com 5 000 metros de comprimento.

Solução ‘à medida’


“A lançadeira foi pensada, projectada e fabricada de propósito para esta obra. O viaduto tem várias condicionantes técnicas específicas e exigentes, para as quais tivemos de criar uma solução também ela específica, um equipamento tailor made. Além disso, o consórcio também definiu várias especificações para o fabrico e performance da máquina, que tiveram que ser incorporadas”, explicou a BERD ao Construir.

Segundo a empresa o uso de soluções pré-fabricadas, neste tipo de obras “permite uma forte industrialização, quer no fabrico das aduelas quer na colocação das mesmas, usando equipamentos como a lançadeira”. Para além do reduzido impacto na área circundante, o que numa cidade com as características do Cairo não é despiciente, acelera a construção dos tabuleiros e reduz os custos.

“Para além da pressão no planeamento e prazos, este viaduto está a ser construído na maior cidade do mundo árabe e da África. O seu traçado apresenta, na sua envolvente, uma elevada densidade de construção, espaço extremamente reduzido, raios de curvatura muito apertados e uma inclinação acentuada até 4%, o que trouxe grandes restrições dimensionais e cinemáticas ao design do equipamento”, descreve a empresa.

Ao longo das obras de construção a lançadeira de aduelas pré-fabricadas terá de passar sobre zonas de viaduto já construídas e também sobre uma área onde a construção dos pilares ainda não foi realizada. “Este equipamento, concebido para avançar com apoios no tabuleiro e nos pilares, terá de “sobrevoar”, na secção sem pilares definitivos, sobre pilares provisórios instalados no local para o efeito”.

“A LG36-s e um equipamento autónomo permitindo a construção sem quaisquer apoios do solo. Neste equipamento foi incorporado um sistema de patas telescópicas no pórtico traseiro. Este sistema compensa a amplitude altimétrica decorrente da inclinação de 4% e permite que as aduelas sejam lançadas com o equipamento na horizontal. Foi também projectado e montando um Sistema Automático de ligação da Spreader Beam – connecting Beams que suprime a intervenção manual e confere alta produtividade e segurança ao equipamento”, especifica a BEARD.

Edição complexa

A complexidade da operação exigiu preparação e adaptação do equipamento desenvolvido pela BERD. “O processo decorreu durante vários meses e foi assente num processo interactivo e fortemente colaborativo entre a joint venture e a BERD. Esta intensidade garantiu que a máquina iria corresponder a todas expectativas e asseguraria o seu correcto funcionamento num ambiente desafiante e altamente exigente”.

“Além de fornecermos a máquina, acompanhamos tecnicamente sempre que necessário, seja na obra seja remotamente. Aquando do fornecimento do equipamento destacámos uma equipa altamente qualificada para apoiar na sua montagem, dar formação e operar nos primeiros metros de construção do viaduto. A partir dessa altura a equipa local de construção passou a ser auto-suficiente”, refere.

Uma obra em várias fases

As obras do metro do Cairo decorrem desde o início da década de 80. As linhas 1 e 2 estão totalmente operacionais e a linha 3 está parcialmente concluída.  Concluída em 1989, a Linha 1 tem 43 km de extensão e 4,5 km de secção subterrânea. Possui 35 estações. Abrange a capital egípcia de norte a sul.

A Linha 2 foi construída em duas fases, uma em 1997 e outra em 2004. Tem 22 km de extensão e serve 20 estações de norte a sudoeste, cobrindo o distrito de Shoubra El Kheima até a Universidade do Cairo e as pirâmides de Gizé.

A Linha 3 do Metro do Cairo terá 47,87 km de extensão com 39 estações. A linha conectará áreas do leste do Cairo a partir do anel viário El-Asher e a cidade de El-Salam através da estação de Adly Mansour e termina em Imbaba e Rod al-Farag no anel viário a oeste do Cairo.

A fase 3 cobre a secção oeste da linha subterrânea e é dividida em três partes. Embora a construção estivesse programada para começar em 2011, ela foi atrasada devido à revolução egípcia de 2011. As obras arrancaram finalmente em 2017. A primeira parte da obra deverá ser entregue em Dezembro de 2021, seguida pela segunda fase em Junho de 2022. A terceira fase parte da estação Al Kit Kat para a Universidade do Cairo compreenderá cinco estações e a sua inauguração está prevista para Abril de 2023.

Para a empresa portuguesa a participação nesta obra tem sido uma jornada cheia de desafios, desde logo tecnológicos, que puseram à prova a criatividade, o know-how e a capacidade de inovar da própria empresa.

Sobre o autorManuela Guerreiro

Manuela Guerreiro

Mais artigos
Arquitectura

10ª Open House House Lisboa segue “Os Caminhos da Água” até Almada

Duas cidades, 68 espaços, oito percursos urbanos e dois passeios sonoros, onde não faltam concertos, dança, exposições, workshops e actividades para crianças e visitas acessíveis. Assim serão os dias da Open House

CONSTRUIR

No fim-de-semana de 25 e 26 de Setembro descobrem-se os “Caminhos da Água” que moldam as paisagens de Lisboa e Almada. Duas cidades, 68 espaços para visita gratuita, 49 dos quais em estreia absoluta, oito percursos urbanos acompanhados por especialistas e dois passeios sonoros. A iniciativa conta, ainda um conjunto de concertos, performance de dança, percursos, exposições e workshops, integrados no Programa Plus, actividades júnior e visitas acessíveis.

Se é a água que une estes dois territórios, também é esse o elemento essencial escolhido pelo colectivo de arquitectura paisagista Baldios como fio condutor para o comissariado deste ano.

Para melhor compreender esta relação, e como a construção as acompanha, os Baldios organizaram os locais em oito percursos urbanos que ajudam a desvendar oito linhas de água de Lisboa e Almada. Da Linha de Costa que prova que o rio Tejo é um território, à Ribeira da Ajuda que definiu Alcântara e Algés, até aos eixos que deram origem às Avenidas da Liberdade e Almirante Reis, sem esquecer o Vale de Porto Brandão ou a linha de água em que Cacilhas, Almada, Pragal, Monte da Caparica e Trafaria cresceram. São estes os percursos naturais que se vão descobrir com a ajuda, entre outros e outras, de especialistas como Catarina Rebelo de Sousa e Gilberto Oliveira, João Ventura Trindade ou Francisco Silva.

Do cemitério do Alto de S. João ao Hub Criativo do Beato – Antigas Fábricas de Manutenção Militar, dos antigos Estaleiros da Lisnave, ao Lazareto – Asilo 28 de Maio. Das casas particulares às fábricas, dos cinemas aos jardins, dos conventos a espaços icónicos de diferentes épocas das duas cidades, nesta nova edição, o Open House alarga o território, mas sem se dispersar minimamente no seu compromisso maior: aproximar de Lisboa e Almada quem nela habita através da descoberta de uma ecléctica selecção de espaços.

No seguimento da estreia, em 2020, do novo formato de passeio sonoro, a edição deste ano tem também previstos dois passeios guiados ao ouvido. É o caso de “Conhecer a Água”, o passeio que leva o ouvinte numa viagem sonora ao leito do rio Tejo, e da sua importância, através de uma viagem de barco entre Cais do Sodré e Cacilhas e o passeio que dá a conhecer o Vale de Chelas.

Por questões de segurança, e por forma a evitar grandes aglomerados em contexto de pandemia, vão existir mais espaços a obrigar reserva prévia e será implementado um sistema de registo de entradas que permite dar informação sobre a afluência de cada espaço em tempo real, orientando as escolhas do visitante.

Como é habitual, estão ainda previstas oito iniciativas independentes que acontecem nos espaços do roteiro. Este ano, o Programa Plus conta com concertos, performance de dança, percursos, exposições e workshops.

Como tem vindo a acontecer desde 2017, o Open House continua também comprometido com a inclusão. Este ano, as visitas acessíveis para pessoas cegas ou com baixa visão e pessoas com deficiência cognitiva estão conciliadas com as actividades do Programa Júnior. Estão previstos passeios, visitas e oficinas criativas, Colina Acima, Colina Abaixo, com descrição visual e materiais tácteis. E uma visita guiada aos Antigos Estaleiros da Lisnave com interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

Com co-produção da Trienal de Lisboa e da EGEAC, o Open House Lisboa 2021 conta com a parceria estratégica da Câmara Municipal de Lisboa e cooperação da Câmara Municipal de Almada.

O programa pode ser consultado em https://www.trienaldelisboa.com/ohl

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

concin arranca em Portugal com proposta de salas de cinema para casa

A marca é uma spin-off da empresa portuguesa de tecnologia, arquitectura e design consexto

CONSTRUIR

A concin acaba de ser lançada a nível global e pretende desenvolver salas de cinema privadas para casa, dedicadas e personalizadas de acordo com as necessidades do cliente, incluindo cinemas outdoor, com base em projectos padronizados e chave na mão.

A concin é um spin-off da Consexto, empresa portuguesa para mercado de nicho que alia o design, arquitectura e tecnologia e desenvolve projectos de salas de cinema premium em casa para o segmento de luxo e garagens privadas sofisticadas à medida de cada cliente. A nova marca vai tirar partido do conhecimento especializado, da competência e da experiência da empresa-mãe, em especial nos serviços de home theatre, salas de media e soluções personalizadas, que irá – a partir de agora – disponibilizar soluções para um público mais amplo, tendo como objectivo atingir novos mercados e segmentos.

No que respeita aos serviços de home theatre, o design requer uma combinação cuidadosa entre tecnologia e arte, por forma a não comprometer a estética com as necessidades técnicas. “Tecnologia, estética e ergonomia estão na base do nosso trabalho”, explica Marta Costa, head designer da concin.

Já as salas de media pretendem respeitar a arquitectura e a decoração das casas, através de soluções áudio e vídeo personalizadas com equipamento de alto desempenho. O objectivo é a criação de espaços apelativos com recursos sofisticados capazes de adaptar e integrar a tecnologia no ambiente, aportando valor à residência.

A concin também desenvolve e cria uma gama de soluções de cinema no exterior, “que permite combinar o som e o design das colunas com a automação e motorização do ecrã, estando este disponível em diferentes tamanhos e formatos, de acordo com a finalidade de utilização”.

“A concin baseia-se em três pilares: design, tecnologia e experiência. Os espaços e as peças são desenvolvidos pelos arquitetos e designers da equipa, recorrendo a tecnologia avançada. Todos os profissionais têm como desafio entregar ao consumidor final um produto sofisticado, fiável e luxuoso”, salienta Henrique Pinto, CEO & Founder da concin.

Os showrooms da concin, no Porto e no Algarve, estão abertos ao público mediante marcação prévia. Nesses espaços, vai ser possível experienciar uma visita individual e personalizada a uma verdadeira sala de cinema e explorar cada detalhe da mais avançada tecnologia utilizada.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector da construção, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias da Construção em Portugal. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.