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WTC entra na fase final de construção

Inauguração do escritório modelo marca o arranque da fase final do empreendimento promovido pela Foz Vintage

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Com conclusão prevista para o primeiro trimestre de 2022, o World Trade Center, em Oeiras, inaugurou o seu escritório modelo. Um marco que representa o arranque da fase final de construção de um empreendimento que representa um investimento de 120 M€.

“É motivo de enorme satisfação para Oeiras receber um complexo empresarial desta dimensão, com um caráter tão inovador. Oeiras Valley, a marca escolhida pela Câmara Municipal de Oeiras para caracterizar o nosso território e o ecossistema de acolhimento empresarial, é cada vez mais a casa escolhida pelas empresas nacionais e internacionais para aqui sediarem a sua actividade. O World Trade Center encaixa na perfeição no projecto Oeiras Valley e neste ecossistema único que combina a inovação, a tecnologia e a sustentabilidade”, sublinhou o presidente da câmara municipal de Oeiras, Isaltino Morais, durante a sua visita ao empreendimento.

O WTC vem dar resposta à procura crescente por espaços empresariais ajustados aos novos conceitos de trabalho que começam a emergir. É um espaço flexível, adaptável e evolutivo que vai agregar três grandes benefícios: plataforma de negócios sustentada em modelos que favorecem o sucesso empresarial, um workplace orientado para o futuro, para a tecnologia e para a produtividade e um ambiente que favorece um lifestyle focado na sustentabilidade e no bem-estar.

“Este é mais um passo na conclusão deste grande projecto. É o momento em que começamos a ver materializados os aspetos únicos que caracterizam World Trade Center e que respeitam a nossa visão, em termos de construção de obras emblemáticas e de elevada qualidade”, sublinhou Vasco Fonseca, COO da Foz Vintage.

A comercialização deste empreendimento está a cargo das consultoras imobiliárias Cushman & Wakefield e Worx. O projecto arquitetónico do edifício WTC conta com a assinatura do atelier JQPV Arquitetos Associados.

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Jorge Mira Amaral reeleito Presidente da ANIET

Apostar na indústria e manter o forte impacto económico na balança comercial é o objectivo para o próximo triénio

Apostar na indústria e manter o forte impacto económico na balança comercial é o objectivo para o próximo triénio do presidente da Associação Nacional da Indústria Extrativa e Transformadora (ANIET). A reeleição decorreu em Assembleia Geral, onde ficaram definidos também o plano de actividades e os restantes órgãos sociais.

Jorge Mira Amaral foi reconduzido, por unanimidade, a novo mandato na presidência da ANIET. A Assembleia Geral aprovou o plano de actividades para os próximos três anos com foco na resposta às necessidades das empresas associadas.

“O nosso objectivo é continuar a servir os nossos associados, com dedicação e muita acção de proximidade, e aumentar o crescimento, cada vez mais sustentável, das exportações das rochas ornamentais, minerais industriais, metálicos e não metálicos. Somos um país rico em quantidade e em diversidade destes recursos e acreditamos que este sector tem de ser mais divulgado, compreendido e valorizado. Sem indústria extractiva não há presente, nem haverá futuro”, referiu Jorge Mira Amaral.

Tendo em conta obstáculos como o elevado custo de extracção e transformação, comparativamente com outros países concorrentes, a dificuldade em investir em inovação e emprego qualificado, a ANIET pretende “apoiar a internacionalização e exportação, desenvolver uma campanha de comunicação e imagem sobre a importância do sector e tornar possível, a todas as empresas, a sua integração numa economia circular”, acrescentou.

O plano de actividades definido em Assembleia Geral reflecte a preocupação da consolidação da actividade e da dinamização do sector.

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A nova vida da antiga LUFAPO, onde estarão as novas camas para estudantes, a carteira da Socicorreia na edição 464 do CONSTRUIR

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15 M€ para nova residência de estudantes em Beja

O projecto, englobado no Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior e que será financiado pelo Programa de Recuperação e Resiliência, prevê a criação de 503 camas

O Instituto Politécnico de Beja (IP Beja) viu aprovada a sua candidatura, em parceria com a Câmara Municipal de Beja, para a construção de uma nova residência de estudantes. O projecto, englobado no Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior e que será financiado pelo Programa de Recuperação e Resiliência, prevê a criação de 503 camas, num investimento de 15 milhões de euros, com execução até 2026.

Esta foi uma das 33 candidaturas relativas a construção de novas residências aprovadas em Julho e que totalizam um investimento global de 178 milhões de euros, na criação de 5857 novas camas em todo o país.
Em comunicado, o IP Beja “congratula-se com o resultado desta candidatura, fruto de um intenso trabalho de cooperação interinstitucional, que irá dotar o Instituto e a cidade de Beja de um alojamento estudantil com características inovadoras e ganhos de eficácia a vários níveis”.

O PNAE irá financiar 1991 novas camas para estudantes na região do Alentejo, para além da nova residência do IP Beja, Sines irá receber também a nova residência de estudantes do Alentejo Litoral, um projecto promovido pelo IP Setúbal. Para além disso serão ampliadas e renovadas residências de estudantes em Évora e Portalegre.

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APCMC quer acelerar a digitalização na indústria dos materiais de construção

Parte central do projecto Speed up: Materiais de Construções a nova plataforma da APCMC já arrancou. A Datacheck vai colocar a indústria dos materiais de construção e as empresas distribuidoras a comunicar com base nos mesmos standards, acelerando a digitalização da indústria dos materiais de construção

Designado “Speed Up: Materiais de Construção 4.0” o projecto da Associação Portuguesa dos Materiais de Construção tem como principal objectivo “acelerar a transição dos materiais de construção para uma nova realidade de adopção tecnológica e digital nos processos de negócio das pequenas e médias empresas. Estas são condições essenciais ao desenvolvimento de uma abordagem integral e integrada na fileira da construção nacional. A criação de uma plataforma nacional de produtos para a construção – a datacheck – é o elemento central deste projecto. A plataforma está pronta agora é preciso a adesão da indústria como afirma José Matos, secretário-geral da Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção.

O que é a APCMC Datacheck?
É uma plataforma de gestão que será o garante da qualidade da informação sobre os produtos, a qual será directamente carregada e actualizada pelos fornecedores, num formato e com estrutura standard a nível europeu. A partir daí os comerciantes e distribuidores poderão, de forma simples fazer o download de toda a informação sobre os produtos, incluindo preços, imagens, fichas técnicas, etc, etc..

Qual o ponto de situação da implementação da Datacheck?
Este é um projecto que está a ser desenvolvido há cerca de 2 anos. Registou algum atraso devido à pandemia, mas não do ponto de vista do desenvolvimento tecnológico e deverá estar totalmente operacional até ao final do ano. É parte integrante de um projecto mais amplo o “Speed Up: Materiais de Construção 4.0”, que compreende várias componentes e acções no sentido de informação sobre processos e de capacitação das empresas de forma que estas possam tirar maior partido da digitalização nos seus processos internos, sejam eles logísticos, marketing, entre outros.

Qual é a referência base deste projecto?
O elemento mais importante do ponto de vista instrumental e prático é a criação de uma plataforma nacional, um percurso idêntico ao que o resto da Europa, em especial Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália ou Áustria tem vindo a fazer ao longo dos anos. Seguindo um movimento voluntário, quer das várias associações do sector dos distribuidores quer também da associação europeia de fabricantes que está neste momento em processo formal de criação de um guia europeu que permita standardizar e harmonizar todas estas plataformas nacionais. Este é um trabalho que tem sido feito nos últimos anos e neste momento está a ser criado o standard europeu destas plataformas para que haja uma interoperabilidade entre elas e para que os fabricantes e comerciantes europeus possam receber os dados nos mesmos formatos e não estar cada país a usar formatos diferentes e estruturas de dados diferentes.

Mas há uma obrigatoriedade do ponto de vista legal ou é uma mobilização da indústria/distribuidores?
É um processo voluntário não é obrigatória, mas que está a ser ajustado face às novas regras que estão a ser propostas nesta revisão de regulamento dos produtos de o qual prevê a criação de uma base de dados europeia sobre os produtos de construção, o que por sua vez está ligado à criação de um passaporte europeu de produtos de construção… mas todo este trabalho está a ser feito com base no que já existe na indústria. Não é algo absolutamente novo. Está-se a aproveitar algo que na Europa já é comum que são estas estruturas de dados que estão a ser comunicados dentro do sector por processos deste género e era muito importante que Portugal acertasse o passo com o resto da europa porque vêm aí as obrigações regulamentares.

Em que fase do processo é que estamos?
A plataforma está a funcionar. Obviamente que há ajustamentos que estamos a fazer de funcionalidade e de adaptação do funcionamento que se mostrem necessário que vão surgindo durante a sua utilização, mas neste momento já está a funcional. Temos entre 50 a 60 distribuidores registados na plataforma nacionais e 35 fabricantes registados, embora nem todos eles tenham ainda disponibilizado todos os dados. Este está a ser um processo lento porque apesar da informação existir nas empresas estas, em especial as de média e pequena dimensão, não têm recursos humanos suficientes para tratar os dados que têm em diferentes plataformas e em diferentes formatos ou em departamentos diferentes. A Datacheck tem cerca de 150 campos de informação que podem ser actualizadas permanentemente. Mas estamos a trabalhar com as empresas no sentido de as ajudar a fazer essa adaptação e acelerar esse trabalho.

Com quantas empresas estão a trabalhar?
Estamos a trabalhar com trinta e tal empresas nacionais e internacionais. Aliás, para estas últimas este é um processo mais fácil porque estão habituados a trabalhar desta forma nos mercados europeus e entendem a necessidade de harmonização.

Mas do ponto de vista nacional esta já é uma indústria exportadora…
E por isso também é importante para a indústria nacional, que esta a ter as solicitações noutros mercados e precisa de enviar os seus dados para data pools diferentes em formatos diferentes e, portanto, digamos que se fizer o processo a nível nacional fica com uma estrutura de dados europeia, o que lhe facilita o envio da informação para os seus clientes internacionais. Além disso, este trabalho de harmonização inclui a harmonização com o sistema de classificação de produtos internacional, o eTime.

O que está interligado com recolha de informação que é pedida pela Datacheck.
Exactamente. Tudo isso está integrado na plataforma se for indicado o sistema de classificação e a classe do produto automaticamente são indicadas as características técnicas do produto na própria plataforma. Se o fabricante não utilizar um sistema de classificação vai ter que identificar as características técnicas do produto na plataforma, o que também é possível.
É preciso não esquecer que a jusante desta indústria, estão os projectistas, arquitectos, construtores para quem esta informação e estes dados são importantes e que podem passar a ter acesso a informação estandardizada e que pode ser usada por outras ferramentas e software designadamente o BIM. Um dos elementos que pode acompanhar a informação produto é o objecto BIM que passa a estar disponível logo no artigo.

Quantas empresas já completaram o processo?
Como lhe disse temos registados entre 35 a 40 empresas, mas disponíveis a ser utilizados estão cinco, as restantes estão em diferentes fases do processo e algumas estão quase em fase de arranque outras têm o seu processo interno mais atrasado. Até ao final do contamos ter em funcionamento estas 35 a 40 empresas.

Face ao universo das empresas do sector este número representa quanto?
Em termas de empresas não representará mais de 20% das empresas fabricantes, mas representará em termos de volume de negócios se calhar 80%.

Para as empresas mais pequenas tem sido fácil explicar a importância e fazê-las aderir ao projecto?
É mais complicado porque as empresas têm poucos recursos humanos e estão mais limitadas, mas a aceitação e a adesão das empresas têm sido enormes, demora é tempo a concretizar-se.

Num mundo que já é globalizado só agora a indústria dos materiais de construção está a despertar para esta necessidade de harmonização?
O sector da construção está atrasado. Todos nós gostávamos de estar como o sector automóvel. Isto é um trabalho de fundo que na Europa se está a fazer há 30 anos e nós estamos a começar agora. Claro que aproveitamos tudo o que a Europa já produziu e todo o seu processo de aprendizagem. Hoje é mais fácil porque temos as ferramentas, a experiência, temos as empresas internacionais a trabalhar nos mesmos moldes e temos standards europeus que antes não existiam.
A implementação torna-se mais rápida, mas, ainda assim, é um trabalho que irá demorar meses, devemos atingir um patamar mínimo no final deste ano e depois esperamos que em dois a três anos se complete.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Grândola: Investidores comprometem-se a reduzir número de camas turísticas e a proteger recursos hídricos

A redução do número de camas turísticas irá aplicar-se aos empreendimentos turísticos, que se encontram em fase de construção ou em processo de licenciamento

O Município de Grândola reuniu com os promotores dos empreendimentos turísticos das áreas programadas da faixa costeira, com o intuito de sensibilizar os mesmos para a necessidade de repensarem os seus projectos, com vista à redução do número de camas turísticas, bem como à implementação de medidas que contribuam para o crescimento sustentável da região, em respeito pela população, a natureza e o ambiente.

A participação e os importantes contributos de todos os presentes, revelaram-se unanimes, resultando num compromisso conjunto, com vista à redução significativa do número de camas turísticas, bem como à defesa dos recursos hídricos e à implementação de soluções de dessalinização da água do mar, para utilização das regas dos campos de golfe e áreas verdes.

“O investimento turístico e imobiliário tem de ser assente no crescimento sustentável do nosso concelho, por forma a beneficiar os munícipes e a sua qualidade de vida, tem de respeitar o ambiente, os recursos hídricos, a paisagem e prevenir os riscos das alterações climáticas”, afirmou António Figueira Mendes, presidente da Câmara Municipal de Grândola, salientando a importância da reunião e dos consensos estabelecidos.

Revelámos aos promotores turísticos as nossas prioridades e preocupações a aceitação foi plena. Todos garantiram que tudo farão para o desenvolvimento sustentável do concelho de Grândola”.

A autarquia esclarece que, a redução do número de camas turísticas irá aplicar-se aos Empreendimentos Turísticos, que se encontram em fase de construção ou em processo de licenciamento, abrangidos por áreas programadas em Planos Territoriais de Âmbito Municipal aprovados antes da entrada em vigor do Plano Regional de Ordenamento do Território do Litoral Alentejano (PROTA – 2010).

Actualmente, está em curso e em fase de finalização o processo de alteração do Plano Diretor Municipal, aprovado em Assembleia Municipal, o qual irá definir regras mais apertadas para o investimento turístico e imobiliário.

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Hotéis e Logística impulsionam investimento imobiliário para os €640 milhões no 1º semestre

Em conjunto, os dois segmentos geraram 66% do montante investido nos primeiros seis meses do ano. O 2º trimestre foi o motor deste resultado

A JLL acaba de divulgar os resultados do seu mais recente research trimestral, o Market Pulse, revelando que as transacções de hotéis e de industrial & logística impulsionaram o investimento imobiliário comercial no 1º semestre. Em conjunto, os dois segmentos garantiram 66% do montante transaccionado no semestre, o qual ascendeu a 640 milhões de euros. O 2º trimestre deu o principal contributo a este resultado, registando €436 milhões de investimento. Os dois sectores geraram 84% do investimento no trimestre em questão.

Pedro Lancastre, CEO da JLL Portugal, explica que “depois de um 1º trimestre pouco animado, o 2º trimestre acelerou fortemente e duplicou o investimento. Neste trimestre foi ainda mais visível a influência da compra de hotéis e de activos de industrial & logística, pois foram responsáveis por quase €370 milhões dos €436 milhões transaccionados”. Para o responsável, “a forte recuperação dos indicadores hoteleiros e a intensificação da absorção e das rendas de industrial & logística” são alguns factores a explicar o foco dos investidores nestes dois segmentos.

Quanto ao resto do ano, “a perspectiva para os próximos trimestres mantém-se positiva com o foco nos segmentos que têm tido maior procura em termos de volume. Acreditamos que 2022 vai superar o montante transaccionado o ano passado. Existem actualmente muitos portfólios já em processo de venda e outros em fase de negociação. Claro que as condições macroeconómicas e geopolíticas são desafiantes, mas os negócios imobiliários continuam a ser bastante competitivos e Portugal destaca-se no panorama internacional. O nosso país tem uma boa posição geográfica, segurança e boa qualidade de vida, bons fundamentais de mercado, incluindo as yields. Inicialmente tínhamos previsto uma nova compressão das yields, mas neste cenário de aumento da inflação e taxas de juro, deverão manter-se estáveis e Portugal continua a ter um diferencial muito apelativo face a outros mercados. Temos, em geral, retornos mais atractivos, num mercado percebido de baixo risco”.

O novo relatório da JLL evidencia ainda o desempenho dos mercados ocupacionais, liderados pelos escritórios, onde a ocupação em Lisboa em seis meses já supera a actividade de todo o ano passado, atingindo 168.000 m2. No Porto, soma mais de 30.000 m2, em forte crescimento com os semestres idênticos de 2019, 2020 e 2021. Grande destaque para o 2º trimestre, que gerou mais de 60% do take-up anual em Lisboa e 80% no Porto.

Num contexto de recuperação do turismo, os hotéis estão a destacar-se uma vez que os indicadores de desempenho se aproximam já do período pré-Covid. No caso de Lisboa, a Diária Média actual já supera a de 2019 e no Porto a diferença é residual.

Em industrial & logística, especial nota para o bom desempenho na ocupação (160.000 m2 no semestre) e para uma trajectória de crescimento das rendas, um movimento que se antecipa também para o retalho prime até ao final do ano. O comércio de rua tem registado bons níveis de procura, com novas aberturas em Lisboa e Porto, estimulado pela recuperação do consumo e do turismo.

Na habitação, a nota continua a ser de forte nível de actividade das vendas e níveis robustos de preços, evidenciando-se a crescente dinâmica dos compradores nacionais, ao mesmo tempo que os internacionais continuam a gerar uma procura sólida, liderada pelos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha.

“Um dos principais desafios do mercado imobiliário português continua a ser as limitações do lado da oferta, transversais a todos os segmentos. Acontece que há um forte aumento nos custos de construção e é natural que os novos produtos planeados sofram ajustamentos, afectando ainda mais o fluxo de oferta disponível. Isso deverá ter um impacto no desempenho do mercado a nível de absorção e vendas, sendo importante enfatizar que este facto não é o resultado de escassez de procura. Continua a haver um forte apetite pelo mercado imobiliário, seja enquanto utilizador, comprador, ocupante ou investidor, quer nacionais quer estrangeiros”, sublinha ainda Pedro Lancastre.

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Revive lança concurso sobre Paço Real de Caxias

É hoje lançado o novo concurso público para a concessão do Paço Real de Caxias, em Oeiras, imóvel construído em meados do século XVII. Estimando-se um investimento de recuperação na ordem dos 11 milhões de euros

O imóvel será, no âmbito deste novo procedimento, concessionado por 50 anos, por uma renda anual mínima de 174.912 euros, estimando-se um investimento de recuperação na ordem dos 11 milhões de euros. A área de construção total é de 5.817 m2. Os investidores interessados terão agora um prazo de 48 dias para apresentação de propostas no novo concurso, em condições idênticas às do concurso anterior.

O Paço Real de Caxias é um dos 33 imóveis inscritos na primeira fase do Revive, que neste momento integra já 52 imóveis, sendo este um programa conjunto das áreas governativas da economia, da cultura, das finanças e da defesa, desenvolvido em estreita articulação com as autarquias locais e que tem por principal objectivo recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atractividade dos destinos regionais.

Recorda-se que este imóvel já fora anteriormente concessionado, em Março de 2020, à IMOBIMACUS, Sociedade Administradora de Imóveis SA, do Grupo Hotéis Turim. A celebração do contrato coincidiu com o início da pandemia COVID-19, que originou inesperadas transformações e que tiveram um impacto decisivo no sector do turismo e, em concreto, na actividade, planeamento e capacidade de execução da concessionária. Já este ano, e reconhecendo a inviabilidade da execução dos termos do contrato pela concessionaria, as partes acordaram na sua revogação, sendo agora lançado novo concurso que pretende dar uma nova vida a este imóvel histórico, com uma localização excepcional, em frente à linha de costa, no concelho de Oeiras, no qual se destacam as esculturas nos jardins, os tectos pintados e os azulejos azuis e brancos na fachada do edifício principal.

“O Paço Real de Caxias é um activo estratégico, que merece ser valorizado e divulgado. O Programa Revive ajudará a que este património seja requalificado, passando a acolher um projecto turístico de qualidade tal como se impõe”, sublinha a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques.

Actualmente, no âmbito do Revive estão abertos os concursos para a concessão da Casa Grande, em Pinhel, e da 7.ª Bateria do Outão, no Parque Natural da Arrábida, concelho de Setúbal, estando ainda a decorrer os concursos lançados para concessão dos Fortes de S. João e de S. Pedro, em Cascais.

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Casa no Minuto pretende chegar a todo o território nacional em 2023

Nova marca imobiliária Casa no Minuto quer revolucionar e inovar o mercado imobiliário português e prevê facturar 3 M€ no primeiro ano de actividade

Casa no Minuto pretende posicionar-se no mercado como uma marca “moderna, pragmática, ágil e especialmente sensível a uma das grandes questões que se colocam na altura de comprar, vender ou arrendar casa: o tempo que tudo demora!”, sublinha em comunicado.

Nesta fase inicial a imobiliária digital vai actuar apenas na área metropolitana de Lisboa, mas pretende, em 2023, chegar a todo o território nacional. Durante o primeiro ano a marca associada ao portal “Notícias ao Minuto”, irá investir 500 mil euros no reforço e expansão da sua actividade, tendo como meta facturar três milhões de euros no mesmo período. As duas marcas são detidas pela mesma estrutura accionista que pretende potenciar os cerca de 1.3 milhões de visitantes únicos diários do portal de notícias. Até ao fim do ano, a imobiliária digital pretende aumentar a sua equipa, estimando a contratação de cerca de 15 novos colaboradores.

Last call para o Drop imobiliário

Para deixar bem vincado o seu posicionamento enquanto imobiliária moderna e tecnológica a Casa ao Minuto lançou a campanha Drop, que termina amanhã, dia 5, a qual dá a oportunidade de aquisição de um imóvel (tipologia T2) na freguesia do Parque das Nações, em Lisboa, com um desconto de 100.000€ sobre o seu valor de mercado.

“A transformação digital é cada vez mais uma prioridade no sector imobiliário, por isso, estamos muito orgulhosos por ver este projecto nascer e por marcarmos a nossa entrada no mercado com uma campanha inovadora, nunca antes realizada em Portugal. Foi a pensar em todos os consumidores, que tanto procuram estar informados sobre as movimentações do mercado imobiliário, como comprar, vender ou alugar casa, que surgiu a Casa No Minuto. Este é um desafio pelo qual muito ansiámos, estando confiantes de que podemos trazer um novo olhar sobre o mercado imobiliário”, afirma Miguel Santos, Diretor Geral da Casa no Minuto.

Ainda é cedo para resultados, até porque a campanha está ainda a decorrer, mas a imobiliária digital refere o impacto “extremamente positivo”, da mesma “com contactos directos e indirectos de clientes e parceiros de negócio, no que a esta acção diz respeito”.

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Habita assessorou negócios de mais de 10 M€ em Torres Vedras

Entre os negócios está a aquisição da Escola Internacional de Torres Vedras (EITV), para um grupo de investidores institucionais de nacionalidade alemã e libanesa, tendo ainda mediado, faseadamente, a operação de aquisição de vários activos localizado no loteamento da Portela da Vila

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A Habita, empresa especializada em mediação imobiliária, integrada no Grupo Himo, firmou, recentemente, um conjunto de negócios na região de Torres Vedras, que representaram um valor total de mais de 10milhões de euros.

Entre os negócios está a aquisição da Escola Internacional de Torres Vedras (EITV), para um grupo de investidores institucionais de nacionalidade alemã e libanesa, tendo ainda mediado, faseadamente, a operação de aquisição de vários activos localizado no loteamento da Portela da Vila.

Segunda a Habita, a região do Oeste “é uma das geografias actuais mais emergentes, dadas as múltiplas oportunidades imobiliárias que têm surgido” e que “reúne todas as condições para que investidores nacionais e internacionais estejam atentos e ambicionem investir”. 

Segundo José Pedro Pinto, CEO do Grupo Himo e Partner Habita, “este negócio vem reforçar a nossa presença estratégica na zona do Oeste, uma das prioridades geográficas para a habita e para o Grupo Himo, de forma transversal. Pretendemos compreender e incorporar na gestão dos negócios as dinâmicas sociais, económicas, demográficas e tecnológicas desta região, oferecendo uma resposta assertiva a clientes que procurem alargar o seu investimento nesta zona. É este o propósito do Grupo. Sempre atento a novas dinâmicas e oportunidades de negócio e em total relação de proximidade com os clientes”.

O negócio da EITV foi uma oportunidade detectada pela Habita e trata-se de um activo composto por um edifício, com cerca de 11 mil m2, que integra vários equipamentos desportivos, totalmente circundados por uma vasta área de espaços verdes. O primeiro objectivo, na EITV, mantendo a mesma direcção, é a educação, com investimentos para qualificar tecnologicamente e apostar no desporto de forma a fazer crescer a escola. Este negócio, desde a identificação de investidores, até à gestão transversal de toda a operação, foi possível graças à criação de uma parceria entre a Habita e a Leapassets.

A Portela da Vila é um empreendimento localizado a 5 minutos de Torres Vedras e a 30 minutos de Lisboa, cuja aquisição, parcialmente em parceria com Alvarez Marinho, visa a consolidação urbana de toda a urbanização praticamente contigua à EITV.

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Albergaria investe mais de 1 M€ em infraestruturas desportivas

A requalificação teve como objectivo aumentar a eficiência energética, o conforto e a funcionalidade do edifício, e a requalificação do Campo Polidesportivo das Laranjeiras, que serve de complemento descentralizado à oferta da prática desportiva

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No último ano, o Município de Albergaria-a-Velha aplicou mais de 1 milhão de euros em infraestruturas desportivas. Entre os investimentos assume destaque a criação de uma Pista de Tartan, para acolher competições oficiais em diferentes modalidades, e de um Campo de Padel, no complexo desportivo do Estádio Municipal da Branca, reconhecido como campo oficial FIFA desde 2019.

A requalificação da piscina Municipal de Albergaria-a-Velha, com o objectivo de aumentar a eficiência energética, o conforto e a funcionalidade do edifício, e a requalificação do Campo Polidesportivo das Laranjeiras, que serve de complemento descentralizado à oferta da prática desportiva, integraram também este plano de investimento da autarquia.

O município de Albergaria-a-Velha, presidido por António Loureiro, tem assumido um forte compromisso com o bem-estar e a qualidade de vida da comunidade, tendo o executivo definido a tríade social – Desporto, Educação e Cultura – como eixo estratégico para a afirmação territorial e o desenvolvimento do Município.

Este investimento tem sido reconhecido com a atribuição do galardão município Amigo do Desporto, que distingue e premeia as boas práticas no âmbito da promoção da actividade física e do desporto nos municípios portugueses.

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