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A lota da Carrasqueira, o Mercadona ‘metálico’ e as perspectivas de crescimento da construção em Portugal e os desafios à escala mundial na edição 439

As perspectivas de crescimento da construção em Portugal e a nível global, a criação da Fundação Mestre Casais, o projecto da Prospectiva em Portimão, a renovação da lota da Carrasqueira por Pedro Novo e o dossier Municípios na edição 439 do CONSTRUIR. Mas há muito mais para ler

Cidália Lopes
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A lota da Carrasqueira, o Mercadona ‘metálico’ e as perspectivas de crescimento da construção em Portugal e os desafios à escala mundial na edição 439

As perspectivas de crescimento da construção em Portugal e a nível global, a criação da Fundação Mestre Casais, o projecto da Prospectiva em Portimão, a renovação da lota da Carrasqueira por Pedro Novo e o dossier Municípios na edição 439 do CONSTRUIR. Mas há muito mais para ler

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Pedro Novo assina renovação da lota da Carrasqueira

O projecto pretende ajustar a sua localização, pré-determinada, com o contexto das actividades piscatórias. A lota da Comporta será constituída por dois módulos, contemplando uma fábrica do gelo, sanitários, balneários e uma câmara frigorífica, permitindo ajustar a infra-estrutura também a actividades turísticas

Mercadona constrói supermercado “metálico” em Espinho

Todo o projecto foi desenvolvido pela equipa técnica da Mercadona que contou com a colaboração do gabinete de arquitectura da cidade do Porto, o Hinterland Architecture Studio, na projecção da fachada dinâmica

APCMC prevê crescimento de 3% no volume de negócios da construção

Tendo por base o estudo “Evolução dos Negócios no Comércio dos Materiais de Construção”, de Manuel Carlos Nogueira, economista e docente universitário, a APCMC revê em alta as previsões para 2021, com a construção nova a superar a reabilitação em apenas alguns pontos percentuais

Sustentabilidade é missão para a Fundação Mestre Casais

Entre a actividade a desenvolver destaque para a atribuição de prémios e bolsas de estudo, apoios de natureza filantrópica e organização de conferências, debates e seminários, bem como a promoção de estudos

Construção sobreviveu à pandemia mas conseguirá ultrapassar os desafios futuros?

O estudo da consultora Deloitte, “Global Powers of Construction’ 20”, traça os efeitos de ano e meio de pandemia na indústria e perspectiva a sua evolução futura. No top 100 das maiores construtoras, dominado pela China, há uma empresa portuguesa

PRR ‘dedica’ 120M€ à construção da Barragem do Pisão

O empreendimento contempla não só a barragem do Pisão – que vai garantir uma reserva estratégica de água para abastecimento público e permitir o estabelecimento de novas áreas de regadio – mas também uma central fotovoltaica flutuante de 150 megawatts

Novo cemitério de Portimão com projecto da Prospectiva

O projecto do novo cemitério prevê uma vertente que inclui as infraestruturas de apoio ao cemitério e, uma outra, no cemitério propriamente dito, que inclui os muros, edifícios, instalações técnicas e tratamento paisagístico do conjunto. O investimento total, da responsabilidade do município, ronda os 5,2 milhões de euros

‘Forest Homes’ avança para segunda fase do projecto

Comercializado em exclusivo pela Athena Advisers, a consultora anunciou a colocação a 100% da primeira fase do projecto, cujas primeiras casas deverão ser entregues no terceiro trimestre de 2022. Os mercados norte-americano e canadiano são os que mais têm procurado este tipo de empreendimentos

“Repensar os Espaços” no Roca Gallery

“De que maneira os avanços tecnológicos e conceptuais nestas áreas inspiram melhorias na maneira de viver?” Num mundo em constante mudança, o RocaGallery pretende ajudar a repensar as cidades, abrindo caminho para um futuro mais sustentável. A discussão está aberta no RocaGallery.com

Dossier: Municípios

Em mais um ano de pandemia os municípios receberam a ‘boa-nova’ de que a tão aclamada bazuca europeia iria financiar a 100% os projectos para habitação social e arrendamento acessível. Em ano de autárquicas, os municípios dão os “tudo ou nada” para conseguir os tão desejados fundos e apresentam projectos e candidaturas, já que para o parque público de habitação o PRR tem disponível 1 250 milhões de euros

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Autorizados 112 milhões de euros para as linhas do Norte e Douro

Nove autorizações de repartições de encargos para obras nas linhas do Norte e do Douro, foram publicadas em Diário da República, totalizando 112 milhões de euros para a Infraestruturas de Portugal

Das nove portarias conjuntas dos ministérios das Finanças e das Infraestruturas e Habitação, o maior montante autorizado é de até 79 milhões de euros, respeitante à repartição de encargos relativos ao contrato para a empreitada de execução da electrificação e túneis na linha do Douro, entre Marco de Canaveses (distrito do Porto) e Peso da Régua (Vila Real).

Em segunda maior surge a autorização para a empreitada de concepção-execução da subestação de tracção de Bagaúste, num valor de até 12,5 milhões de euros.

Da lista constam ainda 4,4 milhões de euros para a “gestão e fiscalização” da electrificação e túneis da linha do Douro, 2,25 milhões para a “concepção/construção de telemática ferroviária”, 750 mil euros para a “instalação de sistema de informação ao público”, 500 mil euros para “videomonitorização” e 410 mil para “telecomando”. No total, para a electrificação da linha do Douro entre Marco de Canaveses e Peso da Régua, estão previstos 99,8 milhões de euros.

No que diz respeito à linha do Norte, as portarias autorizam a repartição de encargos relativos à renovação integral de via entre Ovar (Válega) e Espinho, no distrito de Aveiro, num montante de 12,2 milhões de euros. Dos quais 4,8 milhões para a fiscalização, 3,7 milhões para a “aquisição de travessas de betão bibloco TBBG para aplicação na empreitada” e 3,5 milhões para a “Aquisição de carril 54E1 e 60E1”.

As autorizações para repartição de encargos à IP estão sujeitas à “condição de ter financiamento europeu com candidatura aprovada”, não devendo a comparticipação pública nacional “ultrapassar um cofinanciamento de 31,02 % do contrato”, no caso das obras da linha do Douro, e 25,49% no caso da linha do Norte.

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Antiga LUFAPO ‘renasce’ como “Hub criativo e inovador”

O Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro pretende recuperar a memória da antiga fábrica de cerâmica, com base nos conceitos arquitectónicos New European Bauhaus. O espaço vai recuperar, ainda, o espólio da antiga LUFAPO, que se encontra na Universidade de Coimbra

No ano em que se assinalam 35 anos sobre a sua criação, o Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro (CTCV), em Coimbra, pretende transformar aquele que foi um dos maiores complexos industriais cerâmicos do país, num Hub criativo e empreendedor de cocriação, coworking, startups e scaleups. Actualmente sede do CTCV, a LUFAPO prepara-se, quase 100 anos depois do seu aparecimento, para ganhar uma nova vida.

O futuro LUFAPO Hub, além da componente de empreendedorismo industrial, tem como finalidade ser “um centro de indústrias criativas e um local inspirador que concilie arte, inovação, sustentabilidade e inclusão”, ao mesmo tempo que pretende “atrair criadores mundiais, privilegiando a cocriação e o desenvolvimento de ideias de negócio, aproveitando o conhecimento existente e reforçando as sinergias entre as indústrias tradicionais, criativas e tecnológicas”, destacou Jorge Marques dos Santos, presidente do Conselho de Administração do CTCV, por ocasião do lançamento do projecto, numa cerimónia que contou também com a presença de Ana Abrunhosa, ministra da Coesão Territorial.

Segundo a CTCV, para o efeito será desenvolvido um projecto de reabilitação do edifício, que ainda não se encontra concluído, contudo sabe-se já que as premissas terão como referência o conceito New European Bauhaus, assente na utilização de materiais inovadores e que consiste na criação de uma Europa mais sustentável e mais inclusiva. A administração da CTCV avançou, ainda, que prevê a conclusão do projecto dentro de cinco anos, sendo que após esta reabilitação, o LUFAPO Hub prevê a criação de mais 400 postos de trabalho.

Actualmente estão já em funcionamento 25 projectos neste espaço, entre empresas de base tecnológica, startups ou scaleups e criadores, que empregam mais de 80 pessoas, maioritariamente jovens qualificados, tendo-se estabelecido um protocolo com o CEARTE – Centro de Formação Profissional para o Artesanato e Património – escola de ofícios essencialmente dedicada à cerâmica, com vista à instalação de um atelier de cocriação para ceramistas neste espaço.

Adicionalmente vai ser introduzida uma forte componente tecnológica, com impressão de cerâmica em 3D, sem esquecer os novos materiais e a economia circular.

Outra das ideias para atrair novos projectos inspiradores para o LUFAPO Hub passa por criar uma residência criativa, em regime de ‘co-living’, na cobertura do edifício-sede, que possa atrair nómadas digitais e criadores de todo o mundo, preferencialmente ligados ao sector cerâmico.

O LUFAPO Hub não esquece a perspectiva cultural e económica das cerâmicas e vai constituir um espaço dedicado a essa memória histórica. Neste sentido, o espaço vai recuperar, ainda, o espólio da antiga LUFAPO, que se encontra na Universidade de Coimbra, no âmbito de uma recolha efectuada na década de 70, pelo físico Mário Silva, para integrar as colecções do Museu Nacional da Ciência e da Técnica e estudar a possibilidade de revitalizar a produção de algumas peças inspiradas nos desenhos e moldes antigos.

O edifício está equipado com um auditório para 120 pessoas, um refeitório, seis salas de reunião, que podem ser também convertidas em salas de formação, e um espaço de coworking para 15 pessoas que já se encontra em funcionamento.

Unidade fabril chegou a ser “uma das maiores do Pais”

A história da LUFAPO começará talvez nos primórdios do século XX, mas ainda com outra denominação. Todavia, sabe-se com exatidão que, em 21 de junho de 1923, já existiria como “A Cerâmica Limitada”, uma vez que os sócios-gerentes Francisco Ferreira e Ezequiel dos Santos Donato, representantes da empresa, escrituraram um terreno situado no Vale Paraíso, no Loreto, freguesia de Eiras, onde já estaria construído o edifício principal do que mais tarde viria a ser um dos maiores complexos industriais cerâmicos do país!

Julga-se que surgiu neste local, junto à linha do caminho-de-ferro, em consequência da necessidade de se deslocalizarem as inúmeras cerâmicas que abundavam na baixa de Coimbra durante o século XIX, impedidas de se desenvolverem por se encontrarem estranguladas pela própria cidade.

Considera-se que esta unidade fabril iniciou a época da grande indústria cerâmica em Coimbra, tendo registado um crescimento rápido nos primeiros anos de produção, “chegando a empregar cerca de 1000 operários e a ser, no seu género, uma das maiores do país”.

Esta indústria, localizada num terreno com cerca de 9 hectares, foi também inovadora para o seu tempo, tendo construído algumas casas para operários, um campo de futebol, laboratórios, escolas e creches para os filhos dos trabalhadores, entre outras inovações. A fábrica era constituída por múltiplos edifícios ligados entre si e construído em vários patamares.

Em 1929, a Companhia das Fábricas Cerâmica Lusitânia adquiriu este complexo industrial, à semelhança da fábrica de Massarelos, no Porto.

A designação e a marca LUFAPO é construída a partir das palavras LUsitânia, FAianças e POrcelanas, tendo surgido em meados da década de 1940, no âmbito da reconversão da indústria cerâmica portuguesa após a II Guerra Mundial.

Sabe-se que a marca LUFAPO foi usada em louças domésticas e decorativas, louças sanitárias, louças eletrotécnicas, azulejos lisos e decorados, mosaicos cerâmicos, ladrilhos hidráulicos, grés para canalizações e produtos refratários, estando a maioria dos seus produtos intrinsecamente ligados ao modernismo e ao movimento Bauhaus em Portugal.

À semelhança das outras indústrias cerâmicas de Coimbra, este complexo industrial entrou em declínio culminando na sua insolvência e, em 1977, o município de Coimbra fica com a sua penhora.

Entretanto, nos anos 80 foi construído o loteamento do Loreto, demolindo todos os edifícios do antigo complexo industrial da LUFAPO, incluindo as inúmeras chaminés tão marcantes da paisagem local. Daí, sobreviveram apenas o edifício principal e a antiga escola primária, os únicos que chegam aos nossos dias.

Em 1987, o edifício principal passa para a gestão do CTCV, onde até hoje se mantém a sede, embora quase toda a actividade do Centro esteja actualmente localizada no iParque.

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Open Call ‘Casas no Alentejo’ com candidaturas até 15 de Setembro

Para o efeito, podem concorrer as obras com programa de habitação unifamiliar, seja nova construção ou reabilitação, concluídas nos últimos 10 anos na região

Até 15 de setembro, encontra a decorrer a Open Call Casas no Alentejo. A iniciativa da Secção Regional do Alentejo da Ordem dos Arquitectos (OASRALT), pretende, através de uma exposição local e de uma publicação internacional impressa, dar visibilidade a obras de habitação unifamiliar de referência na região e respectivos arquitectos, contribuindo para a promoção da qualidade arquitectónica, como legado cultural.

Para o efeito, podem concorrer as obras com programa de habitação unifamiliar, seja nova construção ou reabilitação, concluídas nos últimos 10 anos na região do Alentejo.

A divulgação dos resultados será feita de 1 a 30 de Outubro, que irá coincidir com uma exposição pública dos trabalhos no mesmo período.

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Guardian Glass leva inovações à glasstec 2022

A Guardian Glass vai apresentar-se com um especial foco no atendimento ao cliente na glasstec 2022, o evento mundial para a indústria do vidro que abre portas em Düsseldorf, na Alemanha, de 20 a 23 de Setembro

Será na glasstec que a Guardian Glass vai fazer o anúncio de novas inovações online para apoiar o atendimento ao cliente, incluindo um novo Hub de Recursos que oferecerá aos clientes e à comunidade do vidro em geral, um enorme acervo de informações técnicas. Também contará com um novo Portal de Atendimento ao Cliente para agilizar comunicações e processos – permitindo que os clientes verifiquem facilmente a disponibilidade de produtos, façam uma encomenda e acompanhem as entregas pelo portal – 24 horas por dia.

Além disso, o hub incluirá um novo Centro de Formação online para ajudar os clientes a aprender mais sobre vidro através de uma grande variedade de ferramentas e recursos interactivos que incluem tutoriais em vídeo, módulos credenciados, webinars ao vivo e sessões presenciais reservadas online.

“O nosso novo Portal de Atendimento ao Cliente 24/7, oferecerá uma maneira nova e mais conveniente de trabalhar. Além de processos de encomendas fáceis e transparentes, os clientes podem fazer pedidos, obter orçamentos, solicitar amostras e acompanhar a entrega a qualquer momento. Ao tornar as nossas interacções mais simples, podemos aproveitar ao máximo o futuro juntos”, sublinha Andrew Wilkins, director de Marcas & Comunicações Globais da Guardian Industries

Uma selecção de produtos de vidro inovadores da Guardian em todo o mundo também serão exibidos no stand. Na Europa, estão incluídos o SunGuard eXtraSelective SNX 70, com excelente controlo solar e transmissão de luz que se aproxima de 70%. Para a região de África e Médio Oriente, foi desenvolvido o SunGuard SuperNeutral SN Carbon 50 T para dar resposta à crescente procura por vidros de alto desempenho com aparência cinza neutro e um estilo elegante. Na América do Norte, o novo SunGuard SNR 50 combina neutralidade nítida no exterior com ganhos de 0,25 na redução do calor solar e 48% na transmissão de luz no interior – para criar espaços luminosos e convidativos.

Uma secção do stand presente na glasstec também mostrará como ver amostras de vidro revestido, a fim de fazer escolhas mais informadas. Além disso, a Guardian aproveitará a oportunidade para mostrar o seu compromisso com os desafios ambientais que se colocam ao nível da gestão ambiental através de seminários sobre formas tangíveis de ajudar o sector a atingir metas de sustentabilidade com oradores importantes do sector e outros, de modo a desenvolver um consenso claro em torno dos temas. Estão previstas apresentações sobre as soluções Bird Friendly, construção sustentável e projectos LEED. O stand da Guardian Glass também dará vida à importância de adoptar uma abordagem holística em todo o ciclo de vida do vidro através de um mural interactivo de gestão ambiental.

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O novo projecto para a classe média dos franceses Novaxia Investissement, o papel da TUU na obra do Metro Bus do Mondego, a requalificação da Vila de Muxima num projecto liderado pela Casais Angola na edição 465 do CONSTRUIR

A nova vida da Fábrica da Messa, em Sintra, as orientações da nova praça do Martim Moniz e as novas propostas para habitação a custos controlados em Almada, a alterações do novo projecto da Stone Capital para o Meco e as novas tendências dos sectores da Segurança e Saúde na edição 465 do CONSTRUIR. Mas há muito mais

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As soluções de controlo de acessos são hoje utilizadas de forma regular e contam já com “uma gama interminável de aplicações”, sendo que a tendência será o rápido crescimento do mercado das fechaduras electrónicas inteligentes nos mais variados sectores. Mas não de uma forma isolada. Cada vez mais, as empresas actuam com soluções abrangentes com base na domótica e na IoT

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Epiroc Iberia apresenta a pá ST1030 convertida de diesel para eléctrica

A Epiroc Iberia apresentou a primeira pá mineira ST1030 convertida de diesel para eléctrica na Europa. O evento foi realizado sob o slogan “Make the Switch” e ccontou com participantes de mais de 20 países

O local escolhido para o encontro foi o nordeste da Espanha, onde fica a seda da HIMESA, parceiro de Assistência Técnica Oficial da Epiroc e principal colaborador na realização da conversão. A Epiroc e a HIMESA trabalham em colaboração há vários anos e, fruto do deste percurso, da experiência adquirida e da sincronia entre ambas as empresas, foi possível concretizar este importante projecto que dará origem a futuras colaborações para realizar mais conversões de diesel para equipamentos movidos a bateria.

O encontro incluiu uma visita às instalações da HIMESA, onde os participantes puderam conhecer a organização da oficina e os benefícios que eles têm ao realizar as conversões. Um enclave privilegiado localizado entre a natureza que serviu de cenário para a demonstração do equipamento.

Este encontro incluiu uma apresentação por parte das deferentes partes envolvidas no projecto que tornou possível a conversão de equipamentos diesel para eléctricos. Jaime Huidobro, gerente geral da Epiroc Iberia, falou sobre as metas de emissão zero da empresa e, por sua vez, Cemre Akalin, product and sales support lead electrified solutions na Epiroc Underground and Parts and Service, explicou a magnitude do projecto do ponto de vista internacional e os benefícios que a conversão de equipamentos subterrâneos para eléctricos trará. Claudia Hortelano, especialista de produto na Epiroc Iberia e Jose Antonio Ciudad, vice-presidente regional de operações da Epiroc para a Europa, África e Oriente Médio, encerraram a palestra, partilhando mais informação sobre a conversão da ST1030 fornecendo detalhes técnicos e discutindo os objectivos futuros para a Divisão de Parts and Service da Epiroc, que incluirá a conversões de novos modelos.

“Após um ano de trabalho, estamos muito orgulhosos de apresentar a pá convertida. O projecto foi realizado por profissionais de diferentes países espalhados por três continentes, com tudo o que isso implica. Durante a reconversão, modificamos o chassi da máquina para abrigar a bateria e a transmissão, e vários componentes do equipamento diesel foram substituídos. Além disso, obtivemos a certificação CE para o equipamento, garantindo assim este primeiro protótipo de uma ST1030 convertida de diesel para eléctrico”, detalhou Claudia Hortelano.

O evento permitiu aos presentes partilharem a sua opinião sobre este projecto de conversão, que marcam o um momento de mudança na indústria mineira em que a aposta em equipamentos sustentáveis será uma realidade cada vez mais maior.

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Plano de urbanização da Estação Coimbra-B vai ser revisto

A Infraestruturas de Portugal (IP) celebrou um contrato com o ateliê catalão BAU, liderado por Joan Busquets, para rever o plano de urbanização da estação de Coimbra, elaborado por este atelier há mais de dez anos

De acordo com a notícia avançada esta semana pelo semanário de Coimbra “Campeão” o ajuste directo foi celebrado a 29 de Julho entre a IP e a B.Landscap Arquitectura y Urbanismo SL (BAU), com sede em Barcelona, por um montante de 262 mil euros e um prazo de execução de 224 dias.

O arquitecto e urbanista Joan Busquets, foi o autor do “Plano de Urbanização da Entrada Poente e Nova Estação Central de Coimbra”, realizado em 2012. Doze anos depois, o plano de urbanização que agora será revisto estará também integrado no projecto que o actual Governo tem para a linha de alta velocidade, inscrito na primeira fase, correspondente ao troço Porto-Soure, com obras entre 2026 e 2028.

A objectivo é um novo desenho que “dignifique e requalifique a cidade”. “Precisamos de construir finalmente uma estação intermodal, que integre de forma articulada todos os modos de transporte e que potencie uma nova centralidade urbana, catapultando o desenvolvimento urbanístico, económico e social do espaço envolvente e de todo o município. Depois do diálogo que desenvolvemos com a IP, e com as mudanças introduzidas, estamos crentes que assim vai ser, o que nos apraz registar”, afirmou José Manuel Silva, presidente da Câmara de Coimbra, citado pelo semanário.

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Hikvision apresenta novas câmaras de segurança para PME

Esta nova série permite protecção de forma “mais eficiente”, uma vez que existem “menos dispositivos para obter uma visão completa e proporcionam maior flexibilidade e durabilidade”

A Hikvision, especialista em soluções de AIoT e serviços de Big Data com foco em segurança, lançou a sua nova linha de câmaras de segurança da série PT (Pan & Tilt), “especialmente projectadas para atender às necessidades de pequenas e médias empresas (PME)”

“Fácil de instalar, esta série de dispositivos consegue cobrir um campo de visão mais amplo graças à sua flexibilidade, mantendo a excelente qualidade de imagem fornecida pelas diferentes tecnologias que a Hikvision implementa nas suas câmaras”, refere a empresa em comunicado.

As novas câmaras requerem menos dispositivos do que aqueles que normalmente são instalados, proporcionando maior flexibilidade e durabilidade. “Graças à sua capacidade panorâmica e de inclinação, as câmaras PT podem ser movidas pelo utilizador e cobrir áreas que anteriormente exigiam um número maior de câmaras fixas a serem implantadas em vários pontos”, explica.

As suas funções de rotação e inclinação motorizadas permitem verificar, sem obstáculos, qualquer ponto específico das instalações. Além disso, a conexão perfeita com a aplicação Hik-Connect da Hikvision permite o controlo e a monitorização remota de qualquer lugar através do telemóvel.

Ao contrário da instalação das câmaras fixas convencionais, que exigem um ajuste cuidadoso do ângulo da câmara e, caso seja necessário alterá-lo, deve ser feito manualmente, os dispositivos da série Hikvision PT simplificam o processo de instalação e melhoram a eficiência do trabalho dos instaladores, graças ao suporte tudo-em-um.

Além deste modelo mais recente, a série PT conta, ainda, as  câmaras bullet PT, que em conjunto com a tecnologia Hikvision ColorVu fornece imagens coloridas 24 horas por dia, 7 dias por semana, as câmaras IP Dome PT, com controlo de movimento para uma ampla cobertura da área e ajuste de ângulo flexível, às quais podem ser incorporadas o zoom óptico, AcuSense, ColorVu e áudio bidirecional, e as câmaras Turbo HD PT com tecnologia Hikvision ColorVu, que são as primeiras câmaras PT analógicas com um microfone incorporado e saída de áudio via cabo coaxial. O seu uso é especialmente recomendado em ambientes fechados.

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SCML promove empreitada de construção e reabilitação no centro de Lisboa

Empreitada a cargo da Gabriel Couto implica a construção de um novo edifício na Praça José Fontana e a ampliação de um já existente na Rua Sousa Martins. A arquitectura é da Promontório

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A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa vai avançar com o desenvolvimento de um novo projecto imobiliário localizado no centro de Lisboa, que implica a construção de um novo edifício na Praça José Fontana e a ampliação e recuperação de um imóvel já existente na Rua Sousa Martins. O projecto de arquitectura é da Promontório e a construção está a cargo da Gabriel Couto.

Ambas as empreitadas irão localizar-se muito perto. Neste sentido, o edifício de gaveto na esquina da Rua Sousa Martins com a Praça José Fontana será demolido para dar lugar a novo espaço de habitação. Já o número 22 da Rua Sousa Martins será alvo de reabilitação e ampliação para dar lugar a 32 novos apartamentos.  

De acordo com a SCML, este investimento insere-se numa estratégia de “valorização do património e adaptação às novas necessidades e expectativas da cidade de Lisboa e dos mercados”.

Com vasta experiência na área da reabilitação urbana e requalificação urbana, também a Gabriel Couto se congratula por desempenhar “um papel activo” no quadro do “dinamismo estimulante” que se tem verificado nos últimos anos, considerando “a construção deste novo empreendimento mais um desafio aliciante para a empresa”, afirma Daniel Costa, director comercial do Grupo.

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Oferta de residências de estudantes em Portugal continua abaixo da média europeia

Um estudo conduzido pela Cushman & Wakefield sobre o mercado de Purpose-Built Student Accommodation em Portugal refere que o país ainda não consegue dar resposta adequada às necessidades de alojamento de um número crescente estudantes

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O estudo, realizado pela equipa de Development & Living, da Cushman & Wakefield, investigou o panorama das residências estudantis em Portugal, bem como o investimento feito nesta área de imobiliário alternativo – sector que tem vindo a crescer significativamente nos últimos quatro anos, em Portugal, representando aproximadamente 6% do total dos investimentos realizados no primeiro trimestre de 2022.

O estudo concluiu que a percentagem de estudantes estrangeiros tem vindo a crescer constantemente, contribuindo significativamente para um aumento da procura por alojamento. O clima, o baixo custo de vida, os excelentes níveis de segurança e a qualidade e reconhecimento das universidades portuguesas têm sido factores cruciais para este desenvolvimento, com os números a duplicarem de 7% em 2011 para 15% em 2020;
De acordo com a consultora, o sector privado já representa cerca de um terço do número de camas do alojamento estudantil, em Portugal, com um total de cerca de 6.700 camas. A oferta do sector privado no alojamento para estudantes é mais relevante nas principais cidades, representando cerca de 60% da oferta total, sendo que os provedores públicos e religiosos cobrem, principalmente, a restante área do país.
As taxas de provisão em Lisboa e no Porto estão muito abaixo da média europeia. A oferta em Lisboa é especialmente baixa dada a dificuldade em identificar boas oportunidades de promoção a preços viáveis, uma vez que estas competem directamente com o mercado residencial, cada vez mais caro. Ainda há muito a cobrir no mercado de investimento PBSA em Portugal com apenas cinco transacções concluídas nos últimos quatro anos, duas das quais este ano – a aquisição do Projecto da Milestone, em Carcavelos, pela Catella, e a venda do Portfolio da Smart Studios.
Para Ana Gomes, Head of Development & Living da Cushman & Wakefield Portugal, “o país reúne todas as condições para continuar a verificar um aumento do investimento nas residências de estudantes, uma vez que existe uma margem substancial para o crescimento da área e falta de oferta perante a quantidade de interessados, tendo em conta a escolha do país para a realização de planos de estudos, como o ERASMUS”, afirma. Para Ana Gomes, “isto faz com que exista um interesse crescente por parte de investidores, o que nos próximos anos deverá resultar no surgimento de novos empreendimentos que reforcem o número de camas disponíveis para os estudantes universitários. Aliás, o número de novas camas já programadas para entrar no mercado nos próximos três anos é superior ao número de camas privadas já em operação”, sustenta.

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