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A nova cidade da BI4ALL, PRR e estratégia da Roca na edição 440

O projecto do atelier Pedra Líquida para a nova “cidade” da BIA4ALL em destaque numa edição onde lhe contamos a expectativa da Construção para o PRR, a estratégia da Roca que envolve os mexicanos da Lamosa e a melhoria de acesso ao Porto de Setúbal. Mas há muito mais para ler

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Nova alteração do CCP gera críticas junto dos Arquitectos

Segundo a Ordem, “com a solução que agora se discute, abre-se a porta, mais do que à simplificação e à eliminação de tempos e recursos desnecessários, à própria extinção de procedimentos, e fecham-se as janelas à transparência e livre concorrência”

O projecto de Decreto-Lei 32/XXIII/2022, relativo às novas alterações propostas para o Código dos Contratos Públicos (CCP), cuja consulta pública decorreu até ao passado dia 16 de Agosto, continua a gerar críticas por parte dos arquitectos.

Em comunicado, a Ordem dos Arquitectos (OA) , através do seu Conselho Diretivo Nacional (CDN), considera que o actual documento “vem na senda da inicial Proposta de Lei n.º 41/XIV/1.ª (GOV)”, cuja gravidade sublinhámos em sede de audição da Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação (CEIOPH), no dia 29 de setembro de 2020″, por se pretende estabelecer como regra um regime que é de excepção. Essa proposta viria então a ser retirada em favor de um texto de substituição, que recuava na alteração proposta ao regime de conceção-construção.

Deste modo, a OE encara com “redobrada apreensão” as consequências do actual diploma, nomeadamente, “as suas graves implicações para o território e a paisagem edificada, bem como para o exercício da profissão de arquitecto, estando em causa questões da maior relevância para a salvaguarda da Arquitectura e do interesse público”, na medida em que a nova leitura volta a propor um procedimento dito especial face àquilo que é regra, de acesso excepcional à modalidade de concepção-construção.

“Verificamos que, na verdade, não existe excepção, mas antes a possibilidade do encomendador, de forma livre, arbitrária, generalizada e definitiva, recorrer ao regime de concepção-construção, hoje consagrado como excepcional e de âmbito claramente (e bem) restringido. E por que razão? Possibilitar a eliminação de dispêndios de tempo e recursos desnecessários, por parte da entidade adjudicante, nos casos em que esta considere que o mercado está em melhor posição de elaborar um projeto de execução de determinada obra, concluindo que tal prerrogativa concorrerá para uma pretendida agilização procedimental”, explica a OE no mesmo comunicado.

Ainda que se entenda a necessária “desburocratização e flexibilização”, estas “não podem justificar preterir os mecanismos que melhor protegem o interesse e os recursos públicos”. “Ora, a solução que se apresenta é especialmente gravosa e fortemente limitadora do acesso à encomenda de projecto, sendo preteridos serviços de dezenas de milhares de projectistas – arquitectos e engenheiros – em favor de construtoras de maior dimensão e de maior capacidade técnica e financeira”, salienta.

Considerando que “o projecto não é um dispêndio desnecessário”, mas antes um investimento elementar na boa aplicação do dinheiro público, a Ordem considera que “através da solução que agora se discute, abre-se a porta, mais do que à simplificação e à eliminação de tempos e recursos desnecessários, à própria extinção de procedimentos, e fecham-se as janelas à transparência e livre concorrência”.

“Insistimos na defesa da solução que separa a actividade de projecto da actividade da construção e da preservação do livre acesso de projectistas à encomenda de obra pública”, já que “com a proposta que agora se apresenta não descortinamos qualquer passo em frente no que toca ao bom uso dos dinheiros públicos e combate à corrupção”, nem que a mesma “assegure um benefício efectivo para a generalidade dos trabalhadores de toda a fileira económica da construção, mas apenas e tão só para alguns (poucos) dos seus actores”, assim como “não se antecipa que resulte numa contribuição positiva para a paisagem do país e, nessa medida, para a futura qualidade de vida dos portugueses”.

Neste sentido, a Ordem solicita nova alteração do Projecto de Decreto -Lei “em favor de uma redacção que garanta o interesse público por uma arquitectura de qualidade e mantenha as condições de livre acesso de projectistas à encomenda de obra pública”.

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Segmento de luxo da Remax fecha 1º semestre com volume de preços na ordem dos 692 M€

Distrito de Lisboa mantém a preponderância no conjunto do segmento, mas em destaque o crescimento dos distritos do Porto e de Aveiro

A Remax Collection, direccionada para o segmento de luxo, fechou o primeiro semestre com um total de volume de preços na ordem dos 692 milhões de euros, o equivalente a um aumento de 12,5%, face a igual período de 2021. Durante os primeiros seis meses deste ano, registou 2.395 transacções, um incremento de 9% face à primeira metade de 2021, período em que a imobiliária comercializou cerca de 614,8 milhões de euros e realizou 2.198 transacções. Para a segunda metade do ano, a imobiliária “prevê a continuidade da dinâmica do mercado premium, assim como os índices de confiança no segmento”.

“O mercado de luxo está bastante dinâmico, como confirmam os excelentes resultados alcançados pela Remax Collection na primeira metade do ano. Não podemos, paralelamente, esquecer que este segmento é o mais resiliente a dificuldades de origem económica e financeira, como as derivadas das subidas da inflação e das taxas de juro, pelo que o contexto actual de alguma incerteza não teve impacto significativo na dinâmica do mercado neste período”, explica Beatriz Rubio, CEO da Remax.

Na análise semestral sobre os principais tipos de imóveis, os dados revelam que os apartamentos e as moradias mantêm importância no segmento premium da marca, representando a grande fatia do produto Collection, em particular os apartamentos, que ultrapassaram mesmo os 70% do volume de comissões gerado neste segmento. Notar, ainda, um leve aumento da importância dos outros tipos de imóveis (quintas, estúdios, duplexes) face ao registado em todo o ano de 2021. No que respeita ao volume de transacções, salientar a subida de 4% do peso das tipologias T3 e T4 referentes a moradias.

Com um volume de negócios de 77,4% e um volume de transações de 77,7%, o distrito de Lisboa mantém a liderança nacional, mantendo assim a sua preponderância no conjunto do segmento. O destaque vai para o distrito do Porto, que ocupa a segunda posição, reflectindo o aumento de quase dois percentuais (p.p.) no volume de negócios e de um p.p. nas transacções, face ao período homólogo. Evidenciar ainda o distrito de Aveiro que ascendeu à sexta posição, por substituição da região de Coimbra.

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Relatório de Conformidade Ambiental do Pinhal de Prata Resort em consulta pública

Promovido pela Turimeco, o futuro aldeamento turístico será desenvolvido no lugar do Casal dos Cardosos, no concelho de Sesimbra, num terreno com 20 hectares. A consulta pública decorre até 7 de Setembro

Encontra-se em fase de consulta pública, até 7 de Setembro o Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução (RECAPE) relativo ao Aldeamento Turistico do Pinhal da Prata ou, como também é designado, o Pinhal da Prata Resort, que a Turimeco pretende desenvolver no Casal dos Cardosos, concelho de Sesimbra.

Este documento surge depois de, em Setembro de 2015, a CCDR Lisboa e Vale do Tejo ter emitido uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) com parecer condicionado, já que pela sua localização abrange, parcialmente, uma área sensível, designadamente a Rede Natura 2000 – Arrábida Espichel

O projecto, que abrange uma área de terreno com 20 hectares, consiste num aldeamento turístico de 4 estrelas, constituído por 95 unidades de alojamento turístico (distribuídas por 53 apartamentos e 42 moradias) com uma capacidade de 360 camas, um conjunto de piscinas – adultos e crianças, um restaurante com zona de bar com capacidade mínima para 40 pessoas, um clube onde funcionará um centro de monitorização e uma pequena loja.

Os apartamentos turísticos serão localizados no edifício dotado de uma recepção/portaria com uma área de 35 m2. Será, ainda, criado no interior do referido edifício de apartamentos um estabelecimento comercial de apoio e uma área de lounge.

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Arrendamento residencial regista aumento acentuado no 2º trimestre de 2022

Novos contratos já reflectem o aumento de 4,9% em Lisboa e de 3,7% no Porto, face ao trimestre anterior, registando a maior subida trimestral desde o final de 2017. Recorde-se que até há cerca de um ano, as rendas estavam a descer

As rendas dos novos contratos de arrendamento residencial aumentaram 4,9% em Lisboa no segundo trimestre de 2022 face ao trimestre anterior, registando a maior subida trimestral desde o final de 2017. No Porto, as rendas tiveram um aumento trimestral de 3,7% no segundo trimestre, conforme os mais recentes resultados do Índice de Rendas Residenciais, apurado pela Confidencial Imobiliário tendo por base as rendas dos novos contratos realizados.

Em termos homólogos, a subida das rendas em Lisboa atinge os 14,6% no segundo trimestre, reflectindo os fortes aumentos trimestrais do último ano, sempre acima dos 2,5%. Recorde-se que as rendas na capital estavam a descer até há um ano atrás, acumulando no segundo trimestre de 2021 uma variação homóloga de -12,0%.

No Porto, a recuperação das rendas só começou a observar-se no final de 2021, embora num ritmo igualmente intenso, com aumentos trimestrais sempre superiores a 3,5%. Em resultado deste ciclo, as rendas no Porto registaram no segundo trimestre um crescimento homólogo de 11,7%, em contraste com os -9,8% observados há um ano.

No cômputo do País, as rendas contratadas para a habitação no segundo trimestre aumentaram 3,3% em termos trimestrais e 7,0% em termos homólogos.

De acordo com os dados do SIR-Arrendamento, a renda média contratada atingiu patamares inéditos de 15,1€/m2 em Lisboa e de 12,4€/m2 no Porto.

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LG Electronics apresenta nova solução de lavandaria ‘tudo-em-um’ na IFA 2022

A nova WashTowerTM Compact é um equipamento dois-em-um totalmente integrado que combina máquina de lavar e máquina de secar independentes

A LG Electronics vai apresentar a sua nova solução de lavandaria WashTowerTM Compact na IFA 2022, que irá decorrer em Berlim, na Alemanha, de 2 a 6 de Setembro.

A nova WashTower é um equipamento dois-em-um totalmente integrado que combina máquina de lavar e máquina de secar independentes, um painel de controlo tudo-em-um e IA avançada numa só unidade para uma maior eficiência de espaço e mais conveniência.

Comparada com a WashTower de 2019, a largura e profundidade do modelo de 2022 foram reduzidos em 100 e 170 milímetros, respectivamente. No entanto, a capacidade mantém-se generosa: 13kg na máquina de lavar e 10kg na máquina de secar.

Com menos 235 milímetros de altura, este novo equipamento permite um acesso mais confortável à roupa que está na máquina de secar, na parte superior, assim como uma gestão mais simples do filtro e a possibilidade de instalar a WashTower Compact em divisões com tectos mais baixos. Exigindo menos espaço de instalação do que uma máquina de lavar e de secar empilhada ou lado-a-lado com a mesma capacidade, este novo modelo relativamente pequeno liberta espaço na cozinha ou na lavandaria para outros fins, como o armazenamento conveniente de detergentes, amaciadores da roupa, toalhas e lençóis, por exemplo.

A nova solução de lavandaria tudo-em-um da LG também conta com um design plano e unibody que proporciona a melhor experiência possível, trazendo uma estética subtil e minimalista para o lar. Localizado na frente do equipamento, entre a máquina de lavar e a de secar, o Center ControlTM permite que os utilizadores façam uma gestão simples e conveniente de todas as configurações e funções a partir de um único local. A WashTower Compact pode integrar-se perfeitamente com qualquer tipo de decoração ou estilo de interiores, ajudando os consumidores a criar um ambiente doméstico.

Além disso, o modelo WashTower integra o sistema Artificial Intelligence Direct DriveTM (AI DDTM), que permite à própria máquina identificar o programa de lavagem mais indicado (movimentos do tambor, temperatura da água e tempo do ciclo) para cada carga, reduzindo os danos causados no tecido, o que faz com que as roupas durem mais.

Paralelamente, o recurso Smart PairingTM permite economizar tempo, ao sincronizar a máquina de secar com a de lavar, seleccionando automaticamente o melhor ciclo de secagem com base nas configurações de carga da máquina de lavar. Da mesma forma, também a LG WashTower possibilita a redução dos tempos de lavagem com o TurboWashTM 360 e os tempos de secagem através do recurso de pré-aquecimento Prepare to Dry.

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Linha Circular: Nova fase nas obras implica condicionamentos na Avenida Padre Cruz

Entre 22 de Agosto e 21 de Outubro os condicionamentos irão fazer-se sentir no sentido Lisboa-Odivelas e Odivelas-Lisboa. Esta nova fase acontece no âmbito da empreitada de projecto e construção dos toscos, acabamentos e sistemas para o prolongamento das linhas Amarela e Verde

O Metropolitano de Lisboa prepara-se para iniciar uma nova fase nas obras que decorrem na zona do Campo Grande, o que irá introduzir novos condicionamentos de trânsito na Avenida Padre Cruz, entre 22 de Agosto e 21 de Outubro.

Assim, haverá um reposicionamento do estreitamento da faixa de rodagem da Avenida Padre Cruz no sentido Lisboa-Odivelas, com supressão de berma, trânsito em duas vias e proibição temporária de circulação de veículos com altura superior a 4 metros. Também no sentido Odivelas-Lisboa haverá a supressão de bermas e a criação de uma ilha para bifurcação do trânsito de uma para duas faixas – uma para encaminhamento para Entre Campos e outra para a 2ª Circular, sentido Benfica nos sentidos Lisboa-Odivelas e Odivelas-Lisboa.

Esta nova fase acontece no âmbito da empreitada de projecto e construção dos toscos, acabamentos e sistemas para o prolongamento das linhas Amarela e Verde, nos viadutos do Campo Grande.

De forma a minimizar os constrangimentos causados, os cortes de trânsito necessários para a concretização desta intervenção vão ocorrer durante o período noturno, entre as 23:00 e as 05:00, de acordo com o seguinte calendário: Sentido Lisboa-Odivelas – Corte de faixa de rodagem – Dias 29, 30, 31 de Agosto e 13, 19, 20, 21 de Setembro; Sentido Odivelas-Lisboa – Corte de faixa de rodagem – Dias 5, 6, 7, 27 de Setembro e 3, 4, 5 de Outubro e Supressão de trânsito na via mais à direita da faixa de rodagem – Dias 12, 13 e 14 de Setembro.

A construção da nova linha Circular irá implicar a construção no Campo Grande de dois novos viadutos. Um viaduto de cerca de 158 metros que permitirá “fechar” o anel no Campo Grande e outro novo viaduto de cerca de 428 metros implantado a norte dos viadutos já existentes que fará a ligação do troço Odivelas/Campo Grande da actual linha Amarela à estação de Telheiras (actual linha Verde).

No âmbito desta empreitada, no final do mês de Junho, foi alcançado mais um marco importante na execução dos trabalhos com a betonagem do primeiro tramo de tabuleiro, localizado entre dois pilares do Viaduto que fará a ligação entre Campo Grande e Telheiras.

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Antigo projecto Metropolis muda de nome e arranca em Setembro

Campo Novo é o novo nome do projecto da Norfin que vai nascer junto ao Estádio do Sporting e que, além dos mais de 200 apartamentos previstos, irá “criar uma centralidade de lazer, retalho e conveniência naquela zona de Lisboa”

Cidália Lopes

Um dos projectos mais esperados dos últimos anos para a capital lisboeta, o Metropolis, junto ao Estádio do Sporting, no Campo Grande, em Lisboa, vai finalmente avançar. Mas as alterações começam desde logo pelo nome, já que o projecto passa a chamar-se Campo Novo, ao qual também se associa algumas alterações “significativas” ao projecto inicial.

As primeiras movimentações no local para preparação do terreno já tiveram inicio desde o final de 2021, mas o lançamento do projecto está previsto para 13 de Setembro.

Com um plano inicial traçado em conjunto pelo atelier holandês T + T e o atelier CPU, e arquitectura da ARX. Escritórios, comércio e mais de 200 apartamentos, num total de cerca de 80 mil m² que vai criar uma nova centralidade em Lisboa no topo do Campo Grande foi adquirido e gerido pela Norfin para um investidor internacional desde 2019 e desde então tem estado a ser repensado. Embora assente na “mesma logica urbanística” do inicial, como afirmou, em entrevista ao Idealista, Francisco Sottomayor, CEO da Norfin, o actual projecto apresenta-se com “uma roupagem de arquitectura completamente diferente”.

“Este projecto tem uma componente muito grande de espaço público, de retalho ao ar livre. Vamos criar uma centralidade de lazer, retalho e conveniência que aquela zona de Lisboa não tem”, adiantou.

À data da aquisição do projecto Metropolis à Multi Corporation, em Janeiro de 2022, a Norfin anunciou a intenção de investir mais de 200 milhões de euros “numa nova centralidade” de Lisboa, contudo, este montante não foi confirmado por Francisco Sottomayor, confirmando que se tratam de “umas centenas de milhões de euros, investidos por um investidor internacional”.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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Cushman & Wakefield transforma escritório da Grünenthal

A intervenção, levada a cabo pela equipa de Gestão de Projecto da consultora, ocorreu numa área de 1800 m2, em que “foram conjugadas cores e materiais, bem como pensados espaços de trabalho confortáveis, para criar um ambiente moderno, estimulante e agradável”

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A farmacêutica alemã Grünenthal, presente em Portugal desde 1955, remodelou os seus novos escritórios no nosso Páis, para o tornar “mais amigo do ambiente e moderno” e para esse efeito escolheu como parceiro a consultora Cushman & Wakefield. O projecto terminou recentemente, com a entrega oficial do espaço na semana passada.

A intervenção ocorreu numa área de 1800 m2, em que foram conjugadas cores e materiais, bem como pensados espaços de trabalho confortáveis, para criar um ambiente moderno, estimulante e agradável, destinado a uma equipa multicultural – tendo esta condição desempenhado um papel fundamental na materialização de uma atmosfera corporativa, mas, também, flexível.

De acordo com Ricardo Passarinho, da equipa de Gestão de Projecto da Cushman & Wakefield Portugal, “o principal foco do projecto passou por modernizar e adaptar os escritórios à realidade actual da empresa, sem descurar a sustentabilidade com a introdução de biodiversidade e imagem corporativa”, acrescentando, ainda, que, no interior do escritório, “foram idealizadas diferentes soluções práticas e estruturadas, proporcionando ambientes personalizados às várias necessidades do cliente”.

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‘Together’ em Lisboa

Lisboa recebe, no próximo mês de Novembro, o 15º World Architecture Festival. Uma edição que traz a concurso e destaca mais de quatro centenas dos projectos de arquitectura. Destes, quatro são em Portugal e outros tantos têm a assinatura de arquitectos portugueses

O World Architecture Festival 2022 está agendado para 30 de Novembro a 2 de Dezembro e terá como palco Lisboa. Este é a segunda vez a capital portuguesa está designada para receber aquele que é considerado um dos maiores eventos internacionais, anuais, da arquitectura.

Em 2021 a pandemia trocou, uma vez mais, os planos e o evento acabou por ser digital, tal como já tinha acontecido em 2020.  Por isso o tema desta edição de 2022, “Together”, tem um duplo sentido.

Em meados de Julho a organização anunciou a sua shortlist que inclui cerca de 420 projectos, aos prémios WAF e Inside. Prémios que reúnem os projectos de arquitectura mais inovadores e surpreendentes. Mas este leque de projectos, que poderão ser vistos e discutidos em Lisboa no final deste ano, assumem, também, algumas das maiores mudanças que a sociedade enfrenta, como a maior preocupação com a sustentabilidade e a ligação com a natureza.

Em 2021 o projecto de um hotel e adega de Tabuaço, do atelier Sérgio Rebelo, venceu então o prémio do WAF na categoria de projectos de lazer, tornando-se candidato a “edifício do ano”. Para esta edição encontramos vários arquitectos e gabinetes portugueses entre os finalistas ao prémio WAF 2022.

Shortlist do WAF com projectos portugueses  

Entre os 420 projectos escolhidos pelo júri do World Architecture Festival, de entre as várias centenas de projectos oriundos de mais de 50 países, cinco são em Portugal. Os projectos distribuem-se por três grandes categorias, Completed Buildings, Future Projects e Landscape, e, depois, por mais de uma dezena de subcategorias.

Nova sede Grupo Ageas Portugal

A nova sede da seguradora Ageas Portugal, desenhado pelo arquitecto Eduardo Capinha Lopes para o Martinhal Group, está localizada no Parque das Nações, em Lisboa, e concorre na categoria de edifício de escritórios. O projecto desenvolve-se em 17.400 m2, distribuído por 12 pisos. A sua fachada, através dos seus volumes permite um jogo constante de sombras. Mais do que um escritório, o edifício foi pensado para albergar uma comunidade de trabalho, um conceito que a pandemia veio reforçar. Distingue-se também pela inovação tecnológica e pela preocupação ambiental, consubstanciada na certificação BREEAM.

Também nesta subcategoria concorre o “Porto Office Park”, do atelier Broadway Malyan. Localizado na zona da Boavista o empreendimento é composto por dois edifícios, cada um com 15.544 m² distribuídos por 9 pisos acima do solo, e áreas amplas por piso de 1.850 m². Entre as suas valências contam-se restaurante, ginásio e três campos de padel, que se desenvolvem em três edifícios de pequenas dimensões, além de um auditório de 150 lugares e cafetarias nos dois edifícios principais. As duas torres são revestidas a vidro e lâminas de alumínio com sistema de sombreamento.

Este atelier integra ainda a shortlist com a Yoo Forest House (subcategoria House and Villa (Rural/Coastal), um projecto idealizado e construído para um cliente privado e localizado na cidade de Lechlade-on-Thames, no Reino Unido.

Na categoria “Completed Building” encontramos também a “Flores House”, do gabinete de arquitectura Ventura+ Partners (subcategoria House & Villa Urban/Suburban)). Uma vivenda familiar na aldeia de São Félix da Marinha, em Vila Nova de Gaia. Um projecto que se destaca pelo seu “programa habitacional simples para uma moradia de três quartos, de áreas amplas, fluídas”, que teve como ponto de partida uma “volumetria que se desconstrói e se adapta a elementos pré-existentes no terreno – os sobreiros”. Salvaguardar as árvores era “mandatório” e assim o edifício, de apenas um piso, se foi desenhando. Dois elementos são contantes, o primeiro, a luz natural que através de generosos vãos, pátio e clarabóias, beneficia todas as divisões, e a pala, de contornos angulares que unifica espaços e reúne alinhamentos.

Projectos futuros

Com assinatura do atelier de arquitectura MJARC, fundado por Maria João Andrade e Ricardo Cordeiro, o projecto do “Hotel Vinyard”, localizado no Douro, concorre entre os “Future Project” (subcategoria Leisure Led Development).

Esta futura unidade hoteleira enquadrada no Vale do Douro pretende combinar a experiência rural de produção de vinho com as comodidades de destino de lazer. Para além dos quartos com vista sobre a vinha e o vale o seu programa contempla restaurantes, SPA, ginásio e piscina exterior, para além de uma adega onde será possível vivenciar pate do processo vinícola.

A sua inserção tira partido do local e das suas fontes de energia renováveis, geotérmica e solar.

Mas a preocupação com a eficiência reflecte-se no uso da água. A água da chuva é filtrada e utilizada para as necessidades de águas cinzentas do edifício, 100% da água negra será posteriormente tratada por uma estação de tratamento de águas residuais.

Nesta categoria foram também seleccionados dois projectos concebidos pelo gabinete de arquitectura de Tiago Sá, o “Gardabaer Kindergarten”, um jardim de infância projectado para a Islândia. E na vertente Civic um parque comunitário, em Leiðarhöfði, ambos na Islândia. Apesar de programas distintos ambos os projectos têm em comum o facto de tirarem partido da natureza que os circunscreve, de privilegiarem materiais sustentáveis e locais e de terem uma capacidade de se adaptarem e crescerem com a comunidade que servem.

Ainda nesta categoria encontramos o projecto para o complexo do Hospital Universitário da Corunha, em Espanha, concebido pelo atelier ARC, em conjunto com a Abalo, Intecsa + GIS, e, na vertente cultural o projecto Wonderlab: The Bramall Gallery at the National Railway Museum, York, do atelier De Matos Ryan, da dupla José Esteves De Matos e Angus Morrogh-Ryan.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Casa da Arquitectura: “The Reasons Offsite” e a arquitectura modular e pré-fabricada

Com curadoria e projecto expositivo do estúdio Summary, a exposição, “The Reasons Offsite” debruça-se sobre sistemas construtivos modulares e pré-fabricados. Patente na Casa da Arquitectura até 25 de Setembro

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“The Reasons Offsite” oferece uma experiência imersiva através da realidade virtual. Trata-se de uma exposição sobre arquitectura modular e pré-fabricada que esteve patente na Salt Gallery do Boston Society of Architects (EUA, Março de 2019), na Neufert Box Weimar, integrando o programa oficial do Centenário da Bauhaus (Alemanha, Setembro de 2019), e no KÉK – Contemporary Architecture Centre Budapest (Hungria, Outubro de 2019), está agora em exposição na Galeria da casa da Arquitectura, no Porto, até 25 de Setembro.

Com curadoria e projecto expositivo do estúdio Summary, a exposição virtual/imaterial “The Reasons Offsite” debruça-se sobre sistemas construtivos modulares e pré-fabricados, desde o século XVII até à contemporaneidade, através de uma visão crítica e prospectiva e conta com as participações de Pedro Ignacio Alonso & Hugo Palmarola, Jorge Christie & Martín Alvarez, Pablo Jimenez-Moreno e Yona Friedman.

“The Reasons Offsite” apresenta 25 edifícios ou sistemas construtivos que tenham desempenhado o papel de percursores no campo da construção pré-fabricada e modular, incluindo neste grupo projectos anónimos, mas também obras de autores mundialmente conhecidos como Jean Prouvé, Buckminster Fuller, Shigeru Ban ou MVRDV.

Em formato virtual, a exposição dá-se a conhecer através de imagens, textos e maquetas. Através dos Oculus Rift Kit, os visitantes são transportados para um espaço virtual de 20x20m, onde podem percorrer a exposição, seleccionar de forma interactiva os conteúdos que pretendem observar e até manusear as maquetas expostas para conseguirem analisá-las de todos os ângulos. Trata-se, portanto, de uma exposição essencialmente imaterial, que não implica o transporte e a instalação e grandes objectos, e que, por conseguinte, não produz lixos ou resíduos após as sucessivas montagens e desmontagens. Este aspeto contribui ainda para a flexibilidade deste projecto, que pode ser exibido em locais com diferentes dimensões ou configurações.

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