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Riportico Engenharia desenha novas piscinas da Câmara de Moura

A Câmara Municipal de Moura adjudicou à Riportico Engenharia a concepção do Projecto de Arquitectura e Especialidades da Piscina da Amareleja.

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A Câmara Municipal de Moura adjudicou à Riportico Engenharia a concepção do Projecto de Arquitectura e Especialidades da Piscina da Amareleja.

O projecto prevê a implementação da nova piscina na zona sul da vila junto a outros equipamentos, designadamente escolas, extensão de saúde e casa mortuária. “A localização destes equipamentos não seguiu um desenho urbano que os ligasse e favorecesse a delineação de arruamentos e vazios, resultando numa malha urbana descaracterizada e disfuncional. Esta intervenção tem como objectivo programático, para além do equipamento em si, a reconfiguração do quarteirão com novas relações entre as construções adjacentes e desenho de arruamentos”, explica a empresa em comunicado.

À Riportico caberá o desenvolvimento do programa base, estudo prévio e projecto de execução, que consiste na elaboração do projecto de arquitectura e dos projectos de especialidades, nomeadamente: arquitectura paisagista; estabilidade, escavação e contenção periférica; instalações eléctricas gerais; instalação das infraestruturas de telecomunicações em edifícios; instalações de segurança; instalação de climatização e ventilação; estudo do comportamento térmico; estudo de condicionamento acústico; redes de águas e esgotos; rede de gás; plano de segurança e saúde; e plano de gestão de resíduos de construção e demolição. Os serviços prestados pela Riportico incluem ainda a fase de assistência técnica em obra.

O objectivo do projecto é dotar a freguesia da Amareleja de uma Piscina Semiolímpica Convertível, segundo as normas da Federação Internacional de Natação, que responda tanto às necessidades desportivas ao longo do ano, como às actividades de lazer na época estival. O projecto permitirá também dotar aquela localidade de um equipamento com vocação educativa e de primeiro acesso a níveis de competição.

A consultora de engenharia emprega cerca de 180 trabalhadores da área da engenharia, arquitectura, tecnologias de informação, ambiente e gestão, contando ainda com mais 20 trabalhadores em Moçambique e 30 em Cabo Verde. Sediada em Cabanas de Viriato, no distrito de Viseu, a empresa tem uma actividade em todo o território nacional.

Distinguida como PME Excelência em 2020, pela qualidade do seu desempenho e perfil de risco, a empresa tem vindo a registar, ao longo dos últimos anos, um forte crescimento nos mercados onde actua, com especial destaque para a aposta na CPLP, concretamente em Moçambique e em Cabo Verde, onde elabora, acompanha e fiscaliza projectos no sector das vias de comunicações e de infraestruturas aeroportuárias. Em 2020 Riportico registou um volume de negócios próximo dos cinco milhões de euros. Já este ano a empresa anunciou o investimento na abertura de uma sucursal em Angola, a realizar até 2023.

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Enlight: Procura gera 70% de vendas em menos de dois meses

A Fercopor aponta a localização e a diferenciação da arquitectura como os principais atractivos. Localizado junto ao antigo Centro Comercial Dallas, actualmente, apenas seis habitações estão disponíveis para venda

A construção do Enlight está ainda em fase inicial, mas a sua comercialização já ultrapassou os 70%, com apenas seis apartamentos por vender. A promotora imobiliária do empreendimento, a Fercopor, aponta a localização e a diferenciação da arquitectura como os principais atractivos.

Cerca de um mês e meio depois do início da comercialização, estão já encontrados novos moradores para mais de 70% do total de 21 apartamentos que compõe o edifício, localizado junto ao antigo Centro Comercial Dallas. Actualmente, apenas seis habitações estão disponíveis para venda – três T3, dois T4 e apenas um T2.

“Registámos uma procura muito elevada, sobretudo de famílias portuguesas, movidas pelas áreas generosas das divisões, pela diferenciação do projecto arquitectónico e pela localização na Avenida da Boavista”, explica Mário Almeida, administrador da Fercopor. “Sentimos ainda um grande interesse na penthouse do Enlight, localizada no último piso, que também já foi comercializada”, acrescenta. 

O Enlight é assinado pelo arquiteto José Carlos Cruz e destaca-se pela forte ligação entre os espaços interiores, que chegam aos 280,5 m2, e os exteriores, com todas as fracções a apresentarem varandas, pátios ou jardins. O edifício de sete andares tem ainda um ginásio e uma sala comum. 

Este projecto é igualmente “especial” para a promotora porque assinala o regresso da Fercopor aos empreendimentos em plena Avenida da Boavista, onde ergueu o seu primeiro edifício em Portugal, em 1986.

É também nesta localização que a empresa prevê lançar um novo empreendimento de habitação de luxo ainda este ano. O novo projecto terá igualmente assinatura de José Carlos Cruz, que desenhou um condomínio fechado, pensado para a Rua Ciríaco Cardoso.

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Loures lança concurso para obra de controlo de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures

A Câmara Municipal de Loures aprovou o lançamento do concurso público simplificado, no valor de 5 M€ para a obra de controlo sustentável de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures, com o objectivo de controlar o risco de inundações

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A Câmara Municipal de Loures aprovou o lançamento do concurso público simplificado para a obra de controlo sustentável de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures, com o objectivo de controlar o risco de inundações nesta que está identificada como uma “zona crítica”.

Esta obra representa uma despesa superior a cinco milhões de euros e beneficiará de financiamento comunitário, no âmbito do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos. Os trabalhos a desenvolver, que serão divididos em três lotes, têm um prazo de execução de 365 dias.

Com esta intervenção, a autarquia pretende, conforme se refere na proposta aprovada na reunião camarária, “garantir uma intervenção estrutural estratégica de controlo sustentável de cheias na várzea de Loures, numa extensão de cerca de 23 km e 18 linhas de água”.

Para tal, serão concretizadas três estratégias principais: redução do caudal afluente à zona crítica, promoção do escoamento rápido das áreas com riscos mais elevados e regulação do sistema fluvial.

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Enquanto o ‘Dubai´ na Madeira segue a bom ritmo, Socicorreia prepara lançamento no Porto

É o maior investimento privado do arquipélago da Madeira e está avaliado em 300 milhões de euros. O ‘Dubai na Madeira’ é a aposta da Varino, que une os grupos AFA e Socicorreia, envolve sete gabinetes de arquitectura e pretende criar uma nova centralidade, moderna e sustentável. Em entrevista ao Construir Custódio Correia falou deste de outros projectos que o grupo se prepara para lançar

“O empreendimento ‘Dubai’ Madeira situa-se na Estrada Monumental, junto ao Fórum Madeira, e integra 9 lotes que correspondem a 70 mil m2 de construção, envolvidos por cerca de 20 mil m2 de zonas verdes e arruamentos. No ‘Dubai’ Madeira nascerão 400 fracções destinadas à habitação (de T1 a T4 e destinados à classe média/alta) e comércio, todas com vistas mar e onde não circularão veículos à superfície, em prol da sustentabilidade e da neutralidade de carbono”, resume Custódio Correia, CEO da Socicorreia, ao CONSTRUIR. O projecto, avaliado em 300 milhões de euros, é feito através da Varino, a sociedade que o grupo detém com a AFA.

O ‘Dubai na Madeira’ envolve seis gabinetes distintos, para além do próprio departamento de arquitectura do grupo Socicorreia, o qual é, aliás, responsável pelos dois primeiros edifícios. Da lista de ateliers constam a Trama Arquitectos, Bruno Martins Arquitecto, RH+ Arquitectos, Vítor Vitorino Arquitecto, Ordem e ASSO.

Porquê dividir este projecto por vários arquitectos ao invés de optar por um único gabinete? Além do nome, Dubai é inspiração?
Poderíamos ter optado pelo caminho mais fácil – escolher apenas um arquitecto que projectasse todos os edifícios – no entanto, foram seleccionados criteriosamente sete gabinetes de arquitectura regionais e nacionais que, prontamente, aceitaram o desafio da criação de uma nova centralidade de luxo com prédios distintos, mas igualmente atractivos, e com soluções energéticas eficientes. O objectivo é a criação de uma competição saudável, onde não existirão vencedores nem vencidos. Foram dadas algumas indicações relativamente à cor, elegância, sobriedade e foi ainda pedido que fosse tirado o máximo partido das vistas e da exposição solar. O Dubai é, sem dúvida, uma inspiração pela exclusividade dos projectos que lá se encontram e que é algo que pretendemos fazer neste terreno da Estrada Monumental.

Em que ponto é que nos encontramos deste projecto e qual a previsão de conclusão do mesmo?

Neste momento, estamos numa fase já avançada do primeiro edifício – Edifício Varino 05 – que tem conclusão prevista para o próximo ano. Ainda este ano avançaremos com a construção do Edifício Varino 07 que tem conclusão prevista para 2024. Ambos os edifícios são da autoria do departamento de arquitectura da Socicorreia. A previsão de término das obras dos últimos dois edifícios – Varino 13 e 14 – está entre 2028 e 2030. Conta com 34 apartamentos e quatro espaços comerciais, que estão praticamente todos comercializados.

Qual o montante de investimento global do projecto? Este é o momento certo para o realizar?

O mercado imobiliário português está a passar por uma óptima fase e a comercialização dos apartamentos do Grupo Socicorreia e da Varino e todas as regiões em que nos encontramos têm acompanhado esse bom momento. Por esta razão, achamos que é o momento ideal para lançar este projecto que representa o maior investimento privado na Região Autónoma da Madeira e que ascenderá aos 300 milhões de euros de investimento. Para financiá-lo vamos recorrer a capitais próprios de ambos os grupos, AFA e Socicorreia, e, se necessário, recorreremos também à banca.

Este investimento junta-se a outros que a Socicorreia está a desenvolver…
Sim. Neste momento, na Ilha da Madeira o Grupo Socicorreia está a construir o Condomínio Fechado Século XXI, onde se inserem cinco Edifícios Século XXI (18, 19, 20, 21 e 22). Está localizado numa das mais privilegiadas zonas da cidade do Funchal, nas Virtudes, e para além do fácil acesso a todos os serviços necessários ao dia-a-dia, está a apenas a 2 minutos do centro da cidade. Todos os apartamentos deste condomínio privado de luxo têm vista mar e os seus residentes poderão disfrutar de piscina, parque infantil e área fitness, envolvidos por cerca de 3000 m2 de jardins. Ainda na ilha da Madeira, temos em fase de projecto, um novo condomínio privado de luxo. Esta modalidade tem sido muito bem aceite por todos aqueles que escolhem a região para viver e a procura tem sido bastante elevada.
Nos Açores, mais concretamente na marginal de Ponta Delgada, está em curso o Sea Lux 02 e outros dois empreendimentos estão em fase de projecto, um deles também com o conceito de condomínio privado.
No norte do país, numa das mais carismáticas ruas do centro da cidade de Braga, na Rua dos Chãos, reabilitamos um prédio composto por 6 fracções habitacionais de luxo de tipologias T1 e T2. Mas a próxima grande aposta do Grupo Socicorreia, será no Porto onde está em fase final o lançamento de um novo empreendimento de luxo.

Projectos que se somam ainda aos projectos imobiliários promovidos pela Varino. Para além do ’Dubai na Madeira’ o que têm actualmente em curso?
Neste momento, temos projectos em Lisboa e no Funchal. Na capital, estão em comercialização o Varino 03, 04 e 06 na privilegiada freguesia das Avenidas Novas e, no Funchal, estão em comercialização o Varino 05 e 07.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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STET lança nova geração de pás de rodas

A Cat 980, 986K e 988K Block Handlers foram desenvolvidas para resistir ao ambiente mais exigente e difícil das aplicações de movimentação de blocos e carregamento em pedreiras

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As características da novas Pás de Rodas Cat 980, 986K e 988K Block Handlers funcionam em conjunto para oferecer máquinas poderosas, duráveis e fiáveis que respondam às necessidades dos clientes. Mas esta nova geração aposta também numa maior comodidade do operador, essencial para o aumento da produtividade. Assim, a nova nova geração das cabinas contam com um banco ajustável e um sistema de suspensão pneumático, com opção de escolha entre vários níveis de acabamento e um opcional arnês de quatro pontos. A supressão do som, os selos e os suportes da cabina reduzem o ruído e a vibração para um ambiente de trabalho calmo no interior das Cat 980, 986K e 988K Block Handlers. O operador pode encontrar nas novas cabinas: controlos automáticos de temperatura, ar filtrado, painel de controlo na cabina, monitor de ecrã táctil de alta resolução e a conveniente caixa de armazenamento localizada no chão, que também contribui para o conforto e produtividade durante longos turnos.

O Ride Control é opcional nas Pás de Rodas Cat® 980, 986K e 988K Block Handlers mas altamente recomendado para aplicações de carga e transporte. Um acumulador auxiliar no circuito do elevador amortece o movimento de ligação. É automaticamente activado quando a velocidade do solo atinge um valor pré-estabelecido para proporcionar uma viagem mais suave e confortável em ambientes mais exigentes ou a velocidades mais elevadas.

A nova geração promete um impacto também ao nível dos custos de manutenção, maior facilidade nas verificações diárias e manutenção planeada mais rápida.

Os pontos de serviço das Pás de Rodas Cat 980, 986K e 988K Block Handlers são agrupados e localizados ao nível do solo ou na plataforma para segurança e comodidade. Há também um centro de serviço eléctrico ao nível do solo no lado esquerdo da máquina que lhe dá acesso ao circuito principal disjuntor, disjuntor do motor, interruptor de ligar/desligar o motor, corta-corrente da bateria e ligação remota.

A entrada da cabina proporciona um acesso rápido e fácil ao compartimento do motor, de forma a facilitar as verificações de serviço diárias. Os visores a nível do solo permitem verificar facilmente os níveis de óleo em todos os componentes principais. Os pontos de lubrificação são centralizados e localizados ao nível do solo ou o cliente pode escolher a opção de lubrificação automática que injecta a massa lubrificante em articulações de pinos de ligação em intervalos regulares. A luz de acesso opcional e o sistema de luz de serviço por baixo do capô permitem o acesso iluminado à máquina e verificações diárias, mesmo em situações de pouca visibilidade. O seu Remote Flash funciona em conexão com a agenda do utilizador.

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Universidade do Porto com investimento de 18,7 M€ para duas novas residências e requalificação de outras quatro

Com um apoio de 11,3 milhões vindos do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, o investimento vai trazer, até 2025, mais 205 novas camas para a cidade

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A maior fatia deste “plano ambicioso”, como lhe chama a U.Porto, são os 4,6 milhões de euros que serão aplicados numa nova unidade de alojamento a nascer na Rua da Boa Hora, no edifício que actualmente serve de sede ao Centro de Desporto da Universidade do Porto e também alberga salas de aulas da Faculdade de Belas Artes.

Serão 151 camas, número que, afirma a instituição, “vai permitir quadruplicar a oferta de alojamento no Polo I (Centro), actualmente limitado a 74 camas na Residência Aníbal Cunha e na Residência Bandeirinha”.

A segunda nova residência vai ficar na Viela da Carvalhosa, em Cedofeita, e vai somar 54 camas à oferta da Universidade. Com um financiamento de 1,5 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência, o edifício já se encontra em reabilitação e deverá estar concluído até Maio de 2023.

O financiamento do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior vai ainda disponibilizar cinco milhões de euros para a renovação das residências Alberto Amaral (1,5 milhões), Campo Alegre III (400 mil euros), Jayme Rios de Sousa (972 mil euros) e Novais Barbosa (2,3 milhões), totalizando o investimento sete milhões de euros.

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Leixões: gestão do terminal ferroviário passa para a APDL

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou o diploma que atribui à APDL – Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo a gestão do terminal ferroviário de mercadorias do porto de Leixões

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O Governo aprovou em 28 de Julho, em Conselho de Ministros, a atribuição à APDL a gestão do terminal ferroviário de mercadorias do porto de Leixões. De acordo com o Governo, “o diploma reflecte mais um passo na integração entre a modalidade ferroviária e marítima no transporte de mercadorias, através da gestão de infraestruturas concentrada na autoridade portuária”.

Na altura, o executivo referiu que a mudança objectiva “a coordenação dos sectores” e ultrapassa “constrangimentos de interacção técnico-operacional que decorrem do cenário em vigor”, em que a Infraestruturas de Portugal (IP) gere o terminal.

O Governo referiu ainda que a alteração promove “o reforço da conexão com o ‘hinterland’]do porto de Leixões, sendo este um factor decisivo para o crescimento da infraestrutura portuária e para o desenvolvimento social do território de influência, favorecendo a sua competitividade e a dos seus clientes”.

Para a APDL a mudança terá “um impacto positivo a nível económico, social, bem como a criação de mais um passo decisivo rumo à neutralidade carbónica”. O presidente da APDL, Nuno Araújo, salientou que a alteração vai permitir “aumentar a cota ferroviária, aumentar as mercadorias movimentadas pelo Porto de Leixões, aumentar as soluções para a cadeia logística [com ganhos evidentes tanto em rapidez como em competências], e diminuir a pegada ambiental”. A APDL prevê que a mudança na gestão da infraestrutura ocorra seis meses após a promulgação do diploma, que ainda terá de ser publicado em Diário da República.

Além do terminal de Leixões, este ano a gestão do terminal ferroviário de mercadorias da Guarda vai também passar da IP para a APDL.

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Procura de imóveis para investimento com impacto nas vendas do Belas Clube de Campo

O empreendimento refere um aumento de 30% da procura de imoveis para investimento. Sendo que 50% dos imóveis de tipologia T2, vendidos no Lisbon Green Valley, foram adquiridos com o objectivo de arrendamento

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As tendências de mercado dos últimos anos, indicam que o imobiliário tem vindo a gerar cada vez mais procura como alternativa de investimento, face a outros formatos. Para além disto, tem-se assistido ao aumento das aquisições de imóveis para arrendamento, por se tratar de um investimento seguro, e de rápida rentabilidade.

Uma tendência confirmada pelo Belas Clube de Campo, que refere um aumento de 30% da procura de imoveis para investimento. De referir ainda que 50% dos imóveis de tipologia T2, vendidos no Lisbon Green Valley, foram adquiridos com o objectivo de um investimento seguro, pela via do arrendamento.

“Os investidores encontram no nosso produto uma rentabilidade atractiva, segura e imediata. A nossa localização, a proximidade a Lisboa e o conjunto de serviços como o Jardim-Escola João de Deus, vigilância 24h/dia, restaurantes, piscinas, healthclub, golfe, ténis, padel, entre outros, tornam a opção pelo Belas Clube de Campo ainda mais estratégica, dando resposta às prioridades que pautam hoje a procura de casa”, explica Bruno Martins, director comercial do Belas Clube de Campo

O mercado do arrendamento em Portugal está a crescer, fruto destes novos padrões de consumo e da emergência de uma multiplicidade de preferências, que aparecem, maioritariamente, a partir das gerações mais novas quando entram no mercado de habitação.

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Schneider Electric e Claroty lançam ‘Cybersecurity Solutions for Buildings’ para reduzir ciber riscos nos edifícios inteligentes

A solução para edifícios oferece um inventário exaustivo de activos, acesso remoto seguro e detecção de ameaças, ajudando a garantir a resistência a ciberataques e falhas de equipamento

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A Schneider Electric, lança a solução Cybersecurity Solutions for Buildings, que ajuda todos os clientes de edifícios a proteger os sistemas de gestão de edifícios (BMS, na sua sigla em inglês) e, consequentemente, as suas pessoas, activos e operações. A solução, criada em conjunto com a Claroty, empresa de segurança para sistemas ciber físicos em ambientes industriais, de saúde e comerciais, combina tecnologia premiada com a experiência na indústria e os serviços da Schneider Electric, com vista a identificar os activos de todas as instalações, oferecer capacidades de gestão de riscos e vulnerabilidades, e disponibilizar monitorização contínua de ameaças para proteger os investimentos empresariais.

Sabe-se que 50% dos edifícios actuais ainda estarão, provavelmente, em utilização até 2050. Isto está a levar à digitalização dos activos dos edifícios comerciais, incluindo a modernização dos sistemas de gestão de edifícios. De facto, espera-se que a tecnologia IoT para edifícios cresça dos 1.7 mil milhões de dispositivos conectados existentes no final de 2020 para mais de 3 mil milhões até 2025. À medida que estes edifícios comerciais evoluem para edifícios inteligentes do futuro, partilham pelo menos uma característica comum: uma maior exposição a riscos.
Estudos demonstram que 57% dos dispositivos IoT são vulneráveis a ataques de severidade média ou alta. Os ciberataques já lesaram várias empresas, incluindo infraestruturas críticas como hospitais, Data Centers e hotéis.

“A integração da IoT nos edifícios está a provocar uma mudança emocionante em todo o sector, mas, como acontece com qualquer inovação, também apresenta novos riscos,” afirmou Annick Villeneuve, vice president digital enterprise solutions da Schneider Electric. “Os edifícios podem parecer o alvo perfeito para os agentes de ameaças que procuram perturbar as operações, beneficiar financeiramente e/ou alcançar outros objectivos e, ao fazê-lo, colocar as pessoas em risco. É com isto em mente que nos juntamos à Claroty para oferecer aos nossos clientes uma solução abrangente e líder na indústria, que cobre os riscos operacionais e de segurança únicos que os edifícios de hoje e do futuro enfrentam”, justifica o responsável.

À medida que cada vez mais dispositivos IoT são implementados no espaço dos edifícios e aumenta a conectividade entre a tecnologia operacional anteriormente isolada, os BMS e os seus equivalentes de TI tornaram-nos alvos mais atractivos e vulneráveis a ciberataques. Para além disso, os gestores de instalações supervisionam centenas de vendedores, prestadores de serviços e técnicos de uma forma fragmentada, aumentando a complexidade e o risco.
“Quando se trata de assegurar sistemas ciber físicos, incluindo os BMS, a prioridade número um é manter os processos físicos operacionais e seguros,” comentou Keith Carter, vice president of worldwide channels and alliances da Claroty. “Ao fundir os conhecimentos profundos da Claroty e a tecnologia propositadamente construída com os serviços de renome e o compromisso da Schneider Electric de impulsionar a transformação digital a nível global, estamos a capacitar os nossos clientes para tirarem partido dos benefícios das tecnologias de edifícios inteligentes sem aumentar a sua exposição aos ciber riscos, dando assim um passo profundo no sentido de criar um futuro mais eficiente e sustentável para o planeta”.

A oferta Cybersecurity Solutions for Buildings concebida pela Schneider Electric e pela Claroty inclui as seguintes etapas: descoberta de activos, avaliação de riscos, controlo de acesso remoto e detecção e resposta a ameaças. Proporcionará aos proprietários de edifícios, operadores de instalações e equipas de segurança, sem acrescentar mais carga de trabalho, uma solução simples que identifica riscos de base, reduz continuamente os ciber riscos e os riscos de activos, e identifica e corrige as ameaças no ambiente antes que os serviços sejam interrompidos.

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Loja com 750 m2 entre o Marquês de Pombal e o Largo do Rato chega ao mercado

O espaço está localizado no nº58 da Alexandre Herculano, o qual irá receber o primeiro hotel digital do grupo Numa em Portugal

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O comércio de rua no centro de Lisboa continua a reforçar a oferta e vai passar a contar com um espaço de 750 m2 na rua Alexandre Herculano, que liga o Marquês de Pombal ao Largo do Rato, em pleno coração da capital. As consultoras imobiliárias JLL e Worx foram seleccionadas em co-exclusivo pelos proprietários do imóvel, a joint venture constituída pelos investidores privados Bizau Capital Partners e a ADMAR SCR, para a sua comercialização.

A loja abrange o piso térreo do edifício nº58 da rua Alexandre Herculano, o qual vai receber o hotel Numa, com 77 quartos, beneficiando de estacionamento interior com capacidade para 70 viaturas. Uma frente de loja ampla e com bastante luz conferem ao espaço uma excelente visibilidade numa localização a apenas dois passos da Avenida da Liberdade, a zona de luxo do comércio de rua em Lisboa.

“A localização central, a dimensão da loja, a sua configuração e o facto de estar inserida no edifício com um hotel, abrem inúmeras possibilidades para a sua exploração, destacando-se propostas de restauração, decoração ou de bem-estar, como clínicas ou ginásios. Um supermercado é também uma óptima opção para este espaço, sendo uma oferta de conveniência muito bem-vinda numa zona de grande fluxo de residentes, profissionais e turistas”, sustenta Mariana Rosa, head of leasing Markets Advisory da JLL.

Este eixo é ainda bastante frequentado em termos de fluxo pedonal, acolhendo diversas empresas e hotéis, bem como empreendimentos residenciais recentes.

“O espaço amplo com acesso a uma zona exterior que permite desenvolver diferentes usos e uma localização central, são características bastante valorizadas no mercado que irão potenciar uma rápida colocação do espaço. Estas características certamente trarão mais-valias a qualquer entidade que opte por esta localização”, refere Bernardo Zammit e Vasconcelos, head of agency da Worx

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Arié e Europi adquirem o Lx Factory

Os novos donos asseguram que pretendem manter a identidade e património cultural únicos do Lx Factory, o qual continuará a destinar-se a escritórios, retalho e restauração, bem como a manutenção do seu look & feel industrial

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O Lx Factory foi adquirido por uma joint venture entre o Grupo Arié e o Europi Property Group, num processo de investimento gerido pela Bedrock Capital, não tendo o montante da transacção sido divulgado. O vendedor, um fundo gerido pela KEYS REIM, uma gestora de activos francesa, detinha a propriedade e a gestão do Lx Factory desde 2017.
“Este local tornou-se num verdadeiro hub criativo e reflecte a convicção da Keys em projectos mixed-use e de promoção concebidos para oferecer uma experiência local única. Em linha com a estratégia do fundo, a venda do LX Factory permite a cristalização da estratégia de gestão para os activos implementada desde a sua aquisição”, justifica Nabil El Fahli, CIO da Keys Reim.

A Arié, a Europi e a Bedrock pretendem manter a identidade e património cultural únicos do Lx Factory, o qual continuará a destinar-se a escritórios, retalho e restauração, bem como a manutenção do seu look & feel industrial. Estão a ser desenvolvidos planos para reabilitação gradual dos espaços e introdução de melhorias ao nível das zonas exteriores e da organização do trânsito automóvel.

“O Lx Factory apresenta uma oferta única de espaços de retalho, escritórios, restaurantes e eventos/culturais, sendo simultâneamente um dos mais populares destinos turísticos da cidade de Lisboa. Estamos convictos de que o Lx Factory irá beneficiar de forma muito significativa dos projectos residenciais e de escritórios previstos para esta zona de Alcântara, bem como da melhoria prevista das assessibilidades, como a futura estação de metro e a ponte pedonal que permitirá um acesso directo ao rio”, João Tenreiro Gonçalves, Executive Partner da Bedrock Capital

A estratégia de aquisição insere-se no actual contexto de regeneração urbana em Alcântara, a qual conta já com o novo Hospital CUF Tejo, e para a qual está previsto para os próximos anos o desenvolvimento de diversos projectos de escritórios e residenciais, bem como de uma escola internacional.

“É nossa intenção investir nos edifícios existentes e expandir a oferta de serviços. Esta aquisição demonstra o nosso compromisso em investir em Portugal, onde ao longo dos últimos 12 meses já construímos um portfolio de 10 activos logísticos com uma área total de cerca de 150.000 m2. Estamos a assistir a um forte crescimento e a tendências demográficas favoráveis nas cidades de Lisboa e do Porto, as quais se estão a tornar destinos preferenciais para diversas empresas internacionais. Factores como a abundância de talento em Portugal, o custo de vida acessível e o clima favorável têm vindo a contribuir de forma decisiva para tal evolução. Estamos particularmente entusiasmados em expandir a nossa parceria com a Bedrock Capital e com o Grupo Arié.” Jonathan Willén, CEO da Europi.

Os compradores foram assessorados pela Morais Leitão, CBRE, EY e Howden M&A. O vendedor foi assessorado pela Garrigues.

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