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Arquitectura portuguesa na corrida aos Dezeen Awards 2021

São vários os nomes da arquitectura portuguesa em destaque na edição de 2021 dos Dezeen Awards. Os projectos concorrem nas categorias de Arquitectura e Interiores. (notícia actualizada)

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São oito os nomes da arquitectura portuguesa seleccionados para a edição de 2021 dos prémios Dezeen. REDO, BOX: Arquitectos e Ventura + Partners são os nomes em destaque, na categoria Arquitectura, Já em Interiors/Apartment Interiors os projectos portugueses a concurso são da autoria da A2 Office, Bureau, Machado Igreja Arquitectos e Paulo Moreira Arquitectos. A concorrer na categoria Restaurant and Bar Interior está o atelier Spacegram, com o projecto Nómada Chiado.

O jovem atelier REDO, liderado pelo arquitecto Diogo Figueiredo, concorre na categoria de Arquitectura/ Residential Rebirth Projects com o projecto de remodelação da “Puppeteers House”, em Sintra.

Também na categoria Arquitectura, mas na subcategoria, Civic Buldings, o destaque vai para o projecto do Centro de Abrigo Temporário, Pólo Cáritas, na Ilha de São Miguel, nos Açores, desenhado pelos arquitectos Bárbara Morgado e Óscar Catarino do atelier BOX: Arquitectos. Ambos integram a lista de mais de três centenas de projectos de arquitectura selecionados nesta que é a primeira etapa dos prémios Dezeen.
Venture + Partners integra a lista de finalistas ao prémio Architecture Studio of the Year, na categoria Studios.

Mas é na categoria Interiors/Apartment Interiors que mais projectos portugueses estão em concurso. Assim, o atelier A2 Office foi seleccionado com o seu projecto de remodelação “Cris Apartment”, em Vila do Conde. Intitulado “Maria” a renovação, em 2020, do apartamento com 88 m2 valeu ao BUREAU de Daniel Zamarbide, Carine Pimenta, Galliane Zamarbide a nomeação. Também na lista consta a reconstrução do interior do duplex “Ruy 1949” assinada por Machado Igreja/Arquitectos. Ainda na categoria Apartment Interiores surge a proposta de “Lar Familiar”, do atelier Paulo Moreira Arquitectos. Uma renovação realizada já novo contexto de pandemia em que vivemos.

A concorrer na categoria Restaurant and Bar Interior está o atelier Spacegram, de Bruno Pereira, Ana Ferrão e Gilberto Pedrosa, com o Nómada Chiado, um dos mais recentes “destinos” gastronómicos que Lisboa tem para oferecer.

Esta edição dos prémios Dezeen contou com mais de 4700 candidaturas, provenientes de 87 países, sendo a edição com maior número de participação de sempre. A longa lista de seleccionados, do qual fazem ainda parte as categorias de Design, Interiores, Sustentabilidade e Media, está a ser avaliada pelo painel de jurados da Dezeen, composto por um conjunto de figuras de destaque da indústria – incluindo Olafur Eliasson, Sumayya Vally e Arthur Casas – que decidirá quais os projectos e gabinetes finalistas.

A shortlist será revelada em Setembro, seguindo-se a votação do público. Os vencedores são anunciados em Novembro.

O programa de prémios da Dezeen celebra anualmente a excelência nos campos da arquitectura, interiores e design, bem como gabinetes e profissionais que produzem os trabalhos mais notáveis.

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APEMIP regista crescimento do número de associados em 2021

Entre o período de Janeiro a Novembro de 2021, a associação registou 128 novos associados e um crescimento de 75%, em comparação com o mês de Novembro de 2020

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Apesar do sector imobiliário ter sido um dos mais resistentes perante a pandemia, a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) está na linha da frente na defesa dos interesses deste sector.

Fazendo face ao período que se vive, a a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) terminou o ano de 2021 com um crescimento no número de associados. Entre o período de Janeiro a Novembro de 2021, a associação registou 128 novos associados e um crescimento de 75%, em comparação com o mês de Novembro de 2020, informou em comunicado.

Numa análise às várias regiões que constituem a APEMIP, destaque para um aumento de cerca de 90% dos associados sediados nos arquipélagos nos Açores e Madeira.

Estes números mostram como a mediação imobiliária tem dado a resposta ao mercado, que perante todas as adversidades, tem conseguido superar as expectativas das agências relativamente ao número de transacções alcançadas no final do ano de 2021.

Para que a profissionalização de toda a fileira da mediação seja uma realidade já em 2022, a APEMIP apresentou vários contributos para consideração nas alterações à Lei que regula a actividade de Mediação Imobiliária, junto do IMPIC, nomeadamente,  no sentido de melhorar a regulamentação afeta este sector, como por exemplo, no âmbito do licenciamento, formação profissional, fiscalização e deontologia.

Também no caminho da profissionalização da actividade da mediação imobiliária, a Academia de Formação da APEMIP apresentou, em 2021, números muito positivos. No total recebeu 2465 formandos e realizou 58 acções de formação, com especial destaque para a formação de Branqueamento de Capitais e para a nova formação de Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API).

Nos próximos meses, serão lançadas as formações de AGI (Agente Imobiliário), Avaliação Imobiliária e Sustentabilidade.

“Para que a actividade da mediação imobiliária seja ainda mais profissional, é dever da APEMIP continuar a apostar na formação dos seus agentes e consultores. A transparência, a ética e a deontologia têm de fazer parte integrante desta atividade e a associação está empenhada em elevar a profissão do agente imobiliário”, avança Paulo Caiado, presidente da APEMIP.

Além do rebranding da marca e aposta nos canais digitais, através de uma comunicação mais moderna, a APEMIP pretende continuar a alcançar novos associados. É importante para a APEMIP ouvir diferentes perspectivas, conseguir gerar valor e contribuir para que o sector da mediação imobiliária continue a manter a boa reputação que alcançou até hoje.

Neste sentido, a Associação tem previsto marcar presença no SIL 2022 e, no final do ano, juntamente com a APCMC, está também a planear um salão imobiliário no norte, que se realizará na Exponor, no Porto.

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Sesimbra: MAP Engenharia conclui construção do condomínio Jardins do Mar (c/ galeria e vídeo)

Diogo Guerra Abecasis, cofundador e administrador da MAP Engenharia, explica em primeira mão ao CONSTRUIR que “este foi sem dúvida um projecto residencial diferente e muito desafiante, dos demais construídos pela MAP”

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Estão concluídos os trabalhos de construção do mais recente empreendimento, uma obra promovida pela CETIM e cuja construção esteve a cargo da MAP Engenharia.

O condomínio Jardins do Mar, desenhado pelo atelier Fragmentos, é constituído por 28 apartamentos de luxo, de tipologias T2 e T3 e áreas entre os 90 e os 200m2, distribuídos por 7 pisos, que se desenvolvem ao longo da encosta. A obra, que se distingue pela proximidade à praia e pelo seu design e arquitectura moderna, está marcada por acabamentos de alta qualidade, com amplos terraços ou jardins, “com uma incrível luminosidade e vista para o mar, bem como arrecadação e estacionamento subterrâneo privativo”.

Diogo Guerra Abecasis, cofundador e administrador da MAP Engenharia, explica em primeira mão ao CONSTRUIR que “este foi sem dúvida um projecto residencial diferente e muito desafiante, dos demais construídos pela MAP. Desde vários imprevistos relacionados com as condições do Edifício existente, à sua localização geográfica, só foi mesmo possível atingir este resultado final, de alta qualidade,
graças ao excelente trabalho realizado por todas as equipas envolvidas neste projecto ao longo de todo o processo.”

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Para Michael Van Cutsem, Project Manager da CETIM, empresa que lidera a operação e da qual fazem igualmente parte investidores belgas, mostra-se igualmente orgulhoso por “este projecto de revitalização de um edifício abandonado, que conferia uma má imagem à vila de Sesimbra. Hoje, a qualidade e a originalidade do novo edifício destacam-se de uma forma muito positiva na região. Estamos satisfeitos por termos sido capazes de vender todas as fracções disponíveis, muito em particular graças à criação de um apartamento modelo,
que permitiu aos compradores projectar o seu futuro apartamento enquanto o edifício estava a ser construído.”

Por sua vez, o arquitecto Pedro Silva Lopes, sócio do atelier Fragmentos, acrescenta que “este foi um projecto muito desafiante, partindo de uma pré-existência construída na transição das décadas 80 e 90, que, apesar de concluída, nunca tinha sido utilizada, tendo sido vandalizada até um estado de degradação próximo da ruína”. Segundo o autor do projecto, “tirámos partido de uma estrutura existente e alterámos a lógica de organização das fracções, para uma organização horizontal, que tirou partido dos espaços exteriores e da fantástica vista de mar. Transformámos pequenos apartamentos, entre corredores, em menos unidades e maiores com terraços generosos, explorando o espaço exterior, a sua vivência e a vista de mar. Do projecto à obra foi um processo complexo, mas o resultado final enche o atelier de orgulho, bem como o árduo trabalho de todos os envolvidos, desde o Promotor, Projectistas e Empreiteiro Geral.”

Já para Carlos Oliveira, director geral da DDN, empresa responsável pela fiscalização dos trabalhos, “esta foi uma obra que iniciou em 1991 com outro Promotor, esteve inacabada cerca de 33 anos e foi agora concluída com um padrão completamente novo, que atende aos desafios actuais, graças às Equipas de excelência envolvidas.”

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Câmara de Setúbal adjudica DST para obras no Forte de São Filipe

Esta intervenção diz respeito à segunda fase e visa garantir a estabilidade da encosta, com a execução de trabalhos de reforço estrutural do torreão, do caneiro localizado na zona oeste e de trabalhos de melhoramento da durabilidade das muralhas com o preenchimento das fendas existentes

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A adjudicação da segunda fase de uma intervenção de reforço da encosta do Forte de São Filipe foi aprovada em reunião pública de Câmara Municipal de Setúbal à empresa DST – Domingos da Silva Teixeira. Num investimento superior a quatro milhões de euros, a empreitada tem um prazo de execução de 480 dias.

Esta intervenção resulta dos resultados da primeira fase da obra de consolidação da encosta do Forte de São Filipe, durante a qual, até Janeiro de 2019, foram realizados ensaios prévios de ancoragens que determinaram a necessidade de efectuar a revisão da solução de estabilização proposta no projeto de execução.

As alterações dizem essencialmente respeito, entre outros, à carga de tracção a instalar nas ancoragens definitivas, que, por incapacidade geológica-geotécnica do maciço, terão forçosamente de acomodar valores inferiores aos inicialmente previstos.

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Além disso, devem ser considerados indícios da existência de superfícies de deslizamento mais profundas na informação dos inclinómetros instalados recentemente e incluídos trabalhos de reforço estrutural do torreão e do caneiro localizado na zona oeste e de melhoramento da durabilidade das muralhas com o preenchimento das fendas existentes.

No seguimento do parecer do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), de Julho de 2019, o projecto foi ainda complementado com a definição ao nível da estimativa de quantidades da eventual solução de estabilização a implementar para as muralhas do pátio localizado na zona poente e com a inclusão de instrumentação na zona poente da muralha.

O projecto contemplou, igualmente, a alteração da descrição do faseamento construtivo e a inclusão de informação geotécnica referente à execução de trabalhos relativos à primeira fase da intervenção.

A segunda fase da intervenção visa garantir a estabilidade da encosta, com a execução de trabalhos de reforço estrutural do torreão, do caneiro localizado na zona oeste e de trabalhos de melhoramento da durabilidade das muralhas com o preenchimento das fendas existentes.

A empreitada tem o suporte de candidatura do POSEUR – Programa Operacional da Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, cujo financiamento é de 75%, sendo que o Estado comparticipa os restantes 25%, nos termos constantes de um protocolo firmado com o município de Setúbal.

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Morreu António Silva Cardoso, vice-reitor da U. Porto e histórico da FEUP

António Cardoso era, desde Janeiro de 2020, o presidente da Direcção da UPTEC

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A Universidade do Porto anunciou o falecimento de António Silva Cardoso, vice-reitor da instituição e antigo director do departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia (FEUP).

O percurso de António Cardoso (1955-2022) confunde-se com a Universidade e com a FEUP, instituição onde se notabilizou, ao longo de mais de quatro décadas, como docente, investigador e consultor na área da Engenharia Civil e, em particular, da Geotecnia.

Licenciado (1977) e doutorado (1988) em Engenharia Civil pela FEUP, iniciou a actividade docente na faculdade em 1976. Professor Catedrático desde 2002 e detentor de um extenso currículo académico, assinou cerca de 150 publicações em livros, revistas e atas de reuniões técnico-científicas nacionais e internacionais (incluindo vários artigos premiados), tendo participado e coordenado vários projectos de investigação nacionais e europeus.

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Ainda no domínio da Geotecnia, participou nas comissões encarregues da elaboração da normalização geotécnica nacional e dirigiu a Revista Geotecnia, da Sociedade Portuguesa de Geotecnia.

Em paralelo com a actividade docente e científica, António Cardoso destacou-se igualmente no exercício de diversos cargos de gestão, quer na FEUP, quer na Universidade, onde desempenhou as funções de membro do Conselho Geral e do Conselho de Gestão, bem como de Pró-Reitor (1998-2006) e Vice-Reitor em dois reitorados distintos (2006-2014 e 2018-2022).

Enquanto Pró-Reitor e Vice-Reitor responsável pelos pelouros das obras e do património edificado, António Silva Cardoso foi um dos principais responsáveis pela ampliação e requalificação do campus universitário, pela modernização dos seus equipamentos e infraestruturas e pela recuperação do património da Universidade levadas a cabo neste início de século.

Entre as obras edificadas/requalificadas durante os seus mandatos destacam-se, entre outras, a expansão do polo da Asprela (incluindo os edifícios da Faculdade de Engenharia, da Faculdade de Medicina Dentária da Faculdade de Psicologia e das Ciências da Educação, do Centro de Investigação Médica da Faculdade de Medicina ou do polo central da UPTEC – Parque da Ciência e Tecnologia da U.Porto), o complexo do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar e da Faculdade de Farmácia (ICBAS/FFUP), os edifícios da Faculdade de Direito, do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) e, mais recentemente, da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação.

António Cardoso era, desde Janeiro de 2020, o presidente da Direcção da UPTEC.

FOTO: EGIDIO SANTOS/U.PORTO

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IFRRU potenciou 1084 M€ para reabilitação urbana em 2021

IFRRU 2020 bate recorde em 2021 com 307M€ de investimento em reabilitação urbana, tendo terminado o ano com um total acumulado de 360 contratos assinados, que correspondem a 1084 M€ de investimento para a reabilitação de edifícios

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O IFFRU 2020 conseguiu, em 2021, o melhor resultado de sempre, ao atingir 307 milhões de euros de investimento contratado em reabilitação urbana, superando assim o ano pré-pandemia de 2019.

O ano de 2021 terminou com um total acumulado de 360 contratos assinados, que correspondem a 1084 milhões de euros de investimento para a reabilitação integral de edifícios e melhoria do seu desempenho energético.

Após a reabilitação, 162 destes edifícios terão uso habitacional, sendo os restantes 182 destinados a actividades económicas e 16 a equipamentos de utilização colectiva abrangendo equipamentos culturais públicos e sociais e de apoio social bem como as residências para estudantes. Na sua maioria (281) os projectos são promovidos por empresas e os restantes por particulares, IPSS e Câmaras Municipais.

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Com já 101 edifícios reabilitados, os projectos em execução localizam-se nas Áreas de Reabilitação Urbana, delineadas pelos respectivos Municípios, garantindo-se, assim, o seu alinhamento com a política urbana local, sendo já 82 os Municípios das várias regiões do país com financiamentos IFRRU 2020.

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Desenvolvimento do Hospital Particular de Almada vai duplicar a sua área actual

Os franceses da Lifento adquiriram o Hospital Particular de Almada e traçaram um plano de desenvolvimento para a expansão da unidade de saúde

A Lifento, empresa de gestão imobiliária de saúde pure player, anunciou a aquisição de um hospital privado em Almada, Portugal. A aquisição foi realizada em nome do fundo de investimento aberto da Lifento, Lifento Care Paneuropean e o seu valor não foi divulgado.

Localizado em Almada, este hospital privado HPA (Hospital Particular de Almada) presta, até à data, uma vasta gama de cuidados na região, incluindo um serviço de consulta agendada, radiologia (incluindo scanners e ressonâncias magnéticas), um serviço de hemodiálise, odontologia e uma unidade cirúrgica para cirurgia ambulatorial.

Tendo em conta o forte crescimento da população no território, ligado ao desenvolvimento da Grande Lisboa, a Lifento e a HPA lançam um grande programa de desenvolvimento através da renovação dos actuais activos e da construção de uma extensão que permitirá ao estabelecimento abranger uma área de 12.000m2, duplicando a área actual.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Almalusa estreia-se na Comporta

Prevendo um retorno anual de 3% a 5% aos proprietários, os apartamentos Almalusa Comporta chegam agora ao mercado pela mão da JLL, que detém o exclusivo da sua comercialização

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Comercializado em regime de exclusividade pela JLL, o Almalusa Comporta este é um projecto residencial com vocação turística, conjugando o que de melhor existe na Comporta com um investimento de elevado potencial de valorização.
O projecto chega ao mercado e constitui o primeiro projecto comercializado em regime de exclusividade pela consultora JLL nesta região. De iniciativa de investidores internacionais, está localizado em pleno centro da aldeia da Comporta e é composto por um hotel com 22 quartos e 31 apartamentos T1 com áreas entre os 41 m² e os 58 m² e terraços, jardins ou varandas. Concebidos como um produto de investimento, os apartamentos prevêem o uso do proprietário de até 6 semanas por ano e um retorno de investimento de 3% a 5% ao ano, já com os custos com utilities, limpeza, seguro e fundo de reserva para manutenção regular incluídos.

O hotel e os apartamentos contam com o serviço de gestão hoteleira assumido pela Almalusa Hotels, sendo adquiridos já totalmente mobilados e equipados, além de beneficiarem de um vasto leque de serviços e comodidades disponibilizados pelo hotel. Todas as unidades dispõem, assim, de acesso aos serviços de alojamento e restantes serviços de Concierge e actividades locais, bem como todas as áreas integradas no hotel, e ainda, a sala da biblioteca/bar, parque privativo, ginásio com zona de massagens e yoga, piscina exterior e rooftop bar com vistas panorâmicas sobre a aldeia e os arrozais.

“O Almalusa Comporta simboliza em pleno o mood da Comporta. A apenas uma hora de Lisboa, é uma das belezas naturais mais marcantes do litoral português com as suas praias e floresta, e é simultaneamente um destino exclusivo que preserva a sua autenticidade. Ao mesmo tempo, o projecto é uma das melhores oportunidades de investimento num mercado que é cada vez mais procurado por turistas nacionais e internacionais. Trata-se de um produto que irá beneficiar de todos os serviços e comodidades de um Boutique Hotel de uma marca de referência nacional, garantindo aos proprietários dos apartamentos a segurança proporcionada por uma gestão profissional e uma boa rentabilidade através da exploração turística”, refere Patrícia Barão, Head of Residential da JLL Portugal
“A Comporta está a posicionar-se de forma muito sólida nos roteiros turísticos internacionais e projectos como este dão um contributo determinante para afirmar a região como um destino de excelência na europa”, salienta a responsável.

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Aberto o concurso para habitações de renda controlada em Matosinhos

A terceira fase de consulta pública do programa “Matosinhos: casa acessível” decorre até 31 de Janeiro

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Dando continuidade ao programa municipal “Matosinhos: Casa Acessível”, a MatosinhosHabit tem a decorrer a terceira fase de consulta para habitações de renda acessível com valores 20% abaixo do mercado. Em função da taxa de esforço dos agregados concorrentes, poderá ser concedido ainda a cada agregado um subsídio que pode ascender a 30% do valor da renda.

Até ao próximo dia 31 de Janeiro, os interessados poderão candidatar-se ao subarrendamento de 5 fracções arrendadas pela autarquia e que têm como destino a habitação própria e permanente de famílias do concelho.

As cinco habitações disponíveis nesta fase estão situadas em Matosinhos (Rua Afonso Cordeiro e Av. Serpa Pinto), em Leça da Palmeira (Rua do Matinho) e S. Mamede de Infesta (Rua do Troco e Prof. Ricardo Alves).

Face à crescente procura de habitação e aos elevados preços praticados no mercado privado, o programa “Matosinhos: Casa Acessível”, tem dado uma resposta habitacional no concelho, possibilitando que mais pessoas tenham as mesmas hipóteses de ter uma casa com uma renda justa e à medida das suas necessidades.

“O programa Matosinhos: Casa Acessível apoia segmentos sociais que não se encontravam abrangidos nos programas municipais, e que se confrontam com diversas dificuldades económicas para arrendar casa a preços compatíveis com os seus rendimentos”, justifica Helena Vaz, administradora da MatosinhosHabit. A responsável acrescenta que “o programa permite que os Matosinhenses tenham acesso a imóveis atractivos, em boas condições e bem localizados, com rendas até 20% abaixo do valor de mercado e ainda a possibilidade de obter um subsídio até 30% do valor em causa, consoante o seu rendimento familiar.”

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Luxury Lifestyle Awards 2021 premeia Hotel Casino Chaves

Prémio distingue o atelier de arquitectos RDML na categoria “Best Luxury Hotel Architecture”, pelo projecto de arquitectura do hotel

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O Comité Organizativo dos Luxury Lifestyle Awards 2021 acaba de distinguir o atelier de arquitectos RDML na categoria “Best Luxury Hotel Architecture”, pelo projecto de arquitectura do Hotel Casino Chaves.

A partir de Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, estes prémios globais, que vão já na sua 13.ª edição anual, seleccionam e promovem os melhores produtos e serviços de luxo em todo o mundo. O objectivo destes prémios é reconhecer a excelência em toda a gama de sectores da indústria e manter os mais altos padrões da indústria imobiliária em todo o mundo.

O Hotel Casino de Chaves é uma estrutura que não se reduz ao espaço de jogo, mas a outras condições que se complementam, formando um todo, onde o estar e a diversão se misturam. Situa-se numa das entradas da cidade de Chaves, como se de uma porta de entrada se tratasse. Implantado no ponto mais alto do terreno, desenvolve-se em vários níveis, alguns enterrados, abrindo em diferentes sentidos, assumindo-se como muros definidores de espaços e de contenção de terras. O conjunto molda-se ao terreno, fundindo-se com a paisagem, aparecendo e desaparecendo, perfurando-a ou assumindo-se.

Segundo o responsável pela RDML, “o Hotel e o Casino tinham de ser implantados e desenhados tornando-se uma valência entre o uso urbano e o distanciamento do lugar, referencial tanto para quem entra na cidade, como para quem o vê a partir da mesma. Era importante manter o diálogo com a cidade. A ideia fundamental desta obra são as fronteiras físicas criadas pelas linhas geométricas, que se tornam muros que definem espaços distintos, mas que podem ser vividas sequencialmente, onde a surpresa acontece ao transpor um vão. Permitir o sentir de atmosferas distintas, mas sequenciais. A pedra, o zinco e o concreto são o suporte material que solucionam a integração ao meio e ao valor cromático da paisagem.”

Durante todo o ano, o Casino Chaves abre portas à diversão com uma enorme diversidade de jogos e slot machines, a melhor gastronomia e um cartaz cultural do qual fazem parte diversos espectáculos de artistas nacionais e internacionais. A sala de jogos está equipada com mais de 200 slot machines e com 4 jogos de mesa diferentes.

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City Center Covilhã com abertura no 2º trimestre de 2023

O novo projecto comercial da Covilhã, o City Center Covilhã, promovido pela Forumlar, já tem data de inauguração. A abertura do espaço está prevista para o segundo trimestre de 2023

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Com uma área total de aproximadamente 18.000m2 e 14 lojas, o novo espaço vai dividir-se em três pisos, dois deles com acesso directo a partir das artérias que circundam o projecto e uma zona de estacionamento com aproximadamente 740 lugares, dos quais 242 se situam à superfície.

O City Center Covilhã está situado no principal eixo rodoviário da Covilhã, com acessos privilegiados para a A23 e baixa da cidade. Nas imediações, podem ser encontradas uma diversidade de valências que englobam sectores como a saúde, turismo e lazer, nomeadamente o Centro Hospitalar Universitário Cova da Beira, o Complexo Desportivo da Covilhã, hotéis, estruturas de lazer, entre outros locais de destaque.

“Este tipo de projectos, que em algumas situações podem ser vistos como uma extensão do comércio de rua, com uma valência adicional de estacionamento para conforto dos clientes, revelou ser uma tipologia de activos resiliente aos efeitos negativos da pandemia. Esta particularidade deveu-se por um lado às características físicas, por se tratar de espaços ao ar livre, de grandes dimensões e acesso directo às lojas desde o exterior, o que transmite uma sensação de segurança aos consumidores e, por outro, pela oferta que tradicionalmente apresentam, onde figuram alguns dos sectores de actividade que foram menos afectados pela quebra no consumo”, explica Carlos Récio, director de Retail Advisory & Transaction Services da CBRE, consultora que tem a seu cargo a comercialização do espaço.

“Este novo espaço comercial trará dinamismo e investimento a uma cidade com uma importante tradição empresarial e industrial, que é hoje um centro urbano que soube criar capacidade e competências para a formação de jovens altamente qualificados. Perante factores como uma oferta comercial diferenciadora, qualidade, imagem e design, o City Center Covilhã irá servir os habitantes locais, mas igualmente os de zonas circundantes como os do Fundão, Belmonte, Manteigas e Seia”, acrescenta Carlos Récio.

O projecto é promovido pela Forumlar, e tem a assinatura do atelier Frontcity.
Com este investimento, os administradores da Forumlar, Artur Costa Pais e Paulo Ramos, consolidam o seu investimento na região da Serra da Estrela. Com um portefólio de investimentos de dezenas de milhões de euros, em consórcio com outros parceiros nas áreas do Turismo, Distribuição e Saúde a empresa está atenta à evolução e dinâmica do mercado e tem em preparação, para os próximos anos, investimentos de dezenas de milhões de euros em diversas áreas de negócio na região.

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