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Efacec Power Solutions Brasil garante novo contrato

O Grupo Efacec acaba de garantir um novo contracto no Brasil, reforçando a sua posição naquele mercado

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O Grupo Efacec, através da Efacec Power Solutions Brasil, foi contratado para o fornecimento de serviços e equipamentos de protecção, controlo e automação (SPCA) relativos às linhas de transmissão Funil / Itatiaia 138kV, no município de Resende, no Rio de Janeiro.

Em comunicado, o grupo português adianta que o novo contrato, com prazo de entrega ainda este ano, inclui a instalação de reles de protecção, registadores digitais de perturbação”, para além do fornecimento de equipamentos desenvolvidos pela Efacec.

A obra faz parte de um pacote de intervenções que têm como objectivo modernizar o sistema de distribuição da ENEL Rio de Janeiro. O projecto reforça a presença da Efacec no Brasil, mercado onde actua há cerca de três décadas, e “fortalece a relação com um cliente de longa data”, sublinha a empresa

As relações entre a Efacec e a ENEL Rio de Janeiro estendem-se por mais de duas décadas de parceria. “A Efacec esteve presente no projecto de digitalização de todo o parque de subestações entre 2000 e 2003, assim como no fornecimento do primeiro centro de comando da ENEL Rio de Janeiro, durante o mesmo período”, relembra.

A ENEL Rio de Janeiro fornece energia eléctrica a cerca de 17 milhões de pessoas, nos estados Rio de Janeiro, Ceará, Goiás e São Paulo.

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7º Congresso “Os dias da Madeira” discute o futuro da fileira

Arranca esta semana o 7º Congresso “Os dias da Madeira”. O encontro organizado pela AIMMP irá discutir o crescimento, a modernização e a internacionalização da fileira

“A fileira da madeira e mobiliário reforçou as exportações em 1,6 milhões face a 2019 e tem como objectivo reforçar a presença no Médio Oriente, nos próximos cinco anos”, garante o Presidente da Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP). O crescimento e a expansão da industria estarão em discussão no 7º Congresso “Os Dias da Madeira”, que decorre de 14 e 15 de Julho nos Hotéis do Bom Jesus, em Braga.

Em destaque nesta edição estarão temas tão relevantes como: As perspectivas de Crescimento e Apoios para Portugal: a Indústria 4.0 e seu desenvolvimento; O Marketing ao serviço das novas tendências de mercado; O financiamento às empresas do sector; A gestão do talento e a atractividade do sector; e o Desenvolvimento e Protecção da Floresta e combate à escassez de matéria-prima.

A abertura e boas-vindas será realizada pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio e o encerramento pelo secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, João Paulo Catarino. O programa inclui também uma visita técnica para os participantes ao novo projecto de construção off-site do Grupo Casais “BLUFAB”.

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Marrocos: oportunidade negócio energia solar

Marrocos lançou um concurso para a construção, exploração e manutenção de sete centrais fotovoltaicas com uma capacidade combinada de cerca de 260 megawatts (MW)

A Agência Marroquina para a Energia Sustentável (Masen) lançou o concurso para a selecção do(s) construtores(s) EPC para o programa solar Noor Atlas.

O objectivo é a construção, exploração e manutenção de sete centrais fotovoltaicas com uma capacidade combinada de cerca de 260 megawatts (MW). Os projectos serão localizados em Ain Beni Mathar (42 MW), Enjil (42 MW), Boudnib (36 MW), Outat el Haj (36 MW), Bouanane (30 MW), e Tan-Tan e Tata (72MW).

Trata-se de um concurso regido pela lei 38-16, a qual prevê a transferência dos activos renováveis da ONEE – Office Nationale de l’Electricité et de l’Eau Potable para a Masen – Moroccan Agency for Sustainable Energy.
Neste quadro, e na sequência da fase de pré-qualificação organizada pela ONEE, a Masen procederá à selecção do(s) construtor(es) de entre as 8 empresas/consórcios pré-qualificados.

A abertura das propostas está prevista para 30 de Outubro de 2022.

Recorde-se que, actualmente, Marrocos conta com cerca de cinquenta projectos de energias renováveis em funcionamento, com uma capacidade total de 4109 MW.

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Archi Summit 2022: Revitalização do Palácio Ford e todo o quarteirão

Este será um marco na cidade do Porto, na medida em que esta área de mais de 50 mil metros quadrados em pleno coração da cidade esteve abandonado e sem qualquer utilidade

Edifícios sustentáveis e novos arruamentos num processo de urbanização de todo o quarteirão, enquadrada num plano urbanístico e de desenvolvimento da cidade, é a premissa para o concurso de ideias que o Archi Summit 2022 lança este ano, para a revitalização do espaço devoluto onde foi o Palácio Ford e de todo o quarteirão.

A sessão de apresentação irá ocorrer no primeiro dia do evento e será levada a cabo pelo arquitecto João Paulo Rapagão, com a presença da Ordem dos Arquitectos e pelo promotor, a IME, onde serão revelados mais detalhes do concurso.

Este será um marco na cidade do Porto, na medida em que esta área de mais de 50 mil metros quadrados em pleno coração da cidade esteve abandonado e sem qualquer utilidade. Prevê-se um processo de urbanização de todo o quarteirão, com novos arruamentos e organização daquele quarteirão.

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Archi Summit 2022 regressa à origem: Porto

Depois de três edições em Lisboa e do interregno de dois anos provocados pela pandemia, a 6ª edição do Archi Summit regressa com um programa histórico. O premiado estúdio MVRDV, da Holanda, Office, da Bélgica ou o Go Hasegawa, do Japão, juntam-se ao Pritzer Siza Vieira. Há ainda tempo para lançamentos de livros, visitas guiadas, exposições e um concurso de ideias

Um dos maiores eventos internacionais de arquitectura, em Portugal, regressa à cidade que o viu nascer: a Invicta. volta ao Porto nos dias 13, 14 e 15 de Julho e como habitualmente, vai ‘ocupar’ e dar “um novo corpo a um lugar peculiar”.
É no Palácio Ford que se vão receber os “pesos pesados” da arquitectura que sob o tema “Impacto” vão abordar de que forma a partir de situações de crise podem surgir oportunidades ou até estimular a criatividade.

O Palácio Ford encontra-se, actualmente, abandonado e devoluto, mas a pretexto do evento a secção regional do norte da Ordem dos Arquitectos vai lançar um
concurso de ideias para o quarteirão da cidade onde este edifício se encontra inserido e cujo anúncio está agendado para o primeiro do Summit.

Entretanto, o projecto de intervenção no espaço para receber os muitos arquitectos e empresas que irão marcar presença no evento foi elaborado pelos AO-LX, sediados em Lisboa e São Paulo.

Em edições anteriores, o Archi Summit já se instalou no Silo Auto e Matadouro Industrial do Porto e, em Lisboa, no Pavilhão de Portugal, Lx Factory e Carpintarias de São Lázaro.

Visão radical e criativa a pensar cidades futuras
O conceituado e premiado gabinete holandês MVRDV, fundado em 1993 por Winy Maas, Jacob van Rijs and Nathalie de Vries, em Roterdão (Países Baixos) está confirmado, sendo representado por Fokke Moerel. E, não fosse o tema deste ano “Impacto”, habituados a criar e construir espaços impactantes, sustentáveis e felizes, os MVRDV prometem contribuir para a reflexão. Já de Tóquio, a presença do japonês Go Hasegawa (cujo trabalho pôde ser apreciado na exposição “E depois, a história”, em 2018, em Serralves) pela primeira vez no Archi Summit. Antigo partner dos OMA, o italiano curador e arquitecto multidisciplinar Ippolito Pestellini também estará presente, assim como os portugueses OODA, Paulo Moreira, Fala, entre outros.
O programa foi elaborado pelos curadores Mafalda Rangel e Francesco Moncada, do atelier Moncada Rangel.

Lançamento de novo livro de Siza Vieira
Com um portfólio internacionalmente reconhecido, a curiosidade paira no ar, este ano, com o regresso de Siza Vieira, também, e o lançamento do livro “04 Textos – Álvaro Siza” e que conta com colaborações não só do próprio Álvaro Siza Vieira, mas também de Jorge Figueira, António Choupina e Carlos Campos Morais. O lançamento do livro estará, também, integrado no programa de conferências do evento.

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Investimento em imobiliário de rendimento ascende a 700 M€ nos primeiros seis meses do ano

O investimento em imobiliário de rendimento alcançou os 325 milhões de euros no segundo trimestre do ano em Portugal, o que perfaz um total de 700 milhões de euros no primeiro semestre, de acordo com a consultora imobiliária CBRE

Nos primeiros seis meses do ano, a dinâmica nos sectores logístico e de hotelaria registou uma evolução positiva, com um investimento de 230 e 180 milhões de euros respectivamente. Os escritórios mantêm a atractividade e confiança dos investidores, o que se reflectiu nos 190 milhões de euros aplicados no sector.

“Há três meses, as expectativas apontavam para um trimestre com um volume de transacções superior ao que se realizou. No entanto, a complexidade de alguns dos negócios em curso, fez com que o fecho dos mesmos derrapasse para o terceiro trimestre. Só no mês de Julho, a CBRE prevê concluir a venda de três portefólios (de escritórios, logística e residências de estudantes), os quais no seu conjunto representam 500 milhões de euros”, afirma Cristina Arouca, directora de research e data intelligence da CBRE Portugal.

Apesar da grande incerteza que paira sobre a economia global e sobre a amplitude e velocidade do aumento das taxas de juro, existe ainda uma elevada liquidez nos fundos de investimento para alocar ao mercado imobiliário, o que sustenta as projecções da CBRE de elevado investimento até o final do ano.

“O contexto de incerteza que vivemos poderá também reflectir-se numa maior percepção de risco por parte dos compradores e num desfasamento de expectativas de preço entre compradores e vendedores. Na realidade, apesar de não prevermos uma subida, no curto prazo, das taxas de rentabilidade (yields), já alterámos a nossa percepção face ao início do ano, quando esperávamos uma compressão de yield em diversos sectores”, explica. Nuno Nunes, head of capital markets da CBRE Portugal.

Só na primeira metade do ano, a ocupação em escritórios já excedeu o indicador de 162 mil metros quadrados correspondente à área colocada nos 12 meses de 2021. Paralelamente, no sector logístico, uma significativa escassez de espaços para arrendamento está a pressionar a subida das rendas em todo o país.

Por outro lado, uma acelerada retoma do turismo, em particular de lazer, está também a contribuir para uma recuperação mais rápida do que a esperada no sector de alojamento turístico. Inclusive, em algumas localizações, já se verificaram indicadores superiores aos observados em 2019, como as dormidas em alojamentos turísticos no Porto e o RevPAR (receita média por quarto disponível) no Algarve.

A CBRE mantém as previsões apontadas no início do ano e continua a prever um volume total de transacções superior a 3 mil milhões de euros em 2022, o que reposiciona o mercado de investimento em imobiliário de rendimento no patamar em que se encontrava antes da pandemia.

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Edifícios sustentáveis: Rumo a 2050

“Rumo a 2050: O Papel dos Edifícios na Sustentabilidade do Planeta”, promovida pela Associação Portuguesa de Facility Management (APFM). Um encontro que se centrou na forma como as Organizações gerem os seus espaços tem o seu impacto no bem-estar, na produtividade, na sustentabilidade e no risco

A Savills marcou presença na conferência “Rumo a 2050: O papel dos edifícios na sustentabilidade do planeta”, promovida pela Associação Portuguesa de Facility Management (APFM). Um encontro que se centrou na forma como as Organizações gerem os seus espaços tem o seu impacto no bem-estar, na produtividade, na sustentabilidade e no risco. Nuno Fideles, BREEAM AP & Sustainability Consultant da Savills Portugal abordou a temática “Qual a tendência da oferta de edifícios sustentáveis em Portugal (Lisboa+Porto)”.

Actualmente, as empresas enfrentam desafios na gestão de riscos e compliance, com possíveis impactos negativos em termos económicos, sociais e reputacionais. A adaptação de estratégias, princípios e políticas de ESG vão exercer um peso muito significativo e importante nos edifícios. “A Savills através de uma equipa a multidisciplinar altamente especializada em serviços de consultoria acompanha todos os clientes na investigação e desenho de soluções de melhoria dos seus edifícios”, frisou o Sustainability Consultant da Savills Portugal.

Os edifícios passaram a ser claramente a ser o nosso habitat. “Nós passamos 90% do nosso tempo em edifícios (…), portanto, cabe-nos olhar não só em termos de eficiência energética os edifícios e melhoraria do se impacto na descarbonização, mas também reflectirmos sobre as experiências que estamos ou não a proporcionar aos habitantes dos edifícios”, explicou Nuno Fideles.

A descarbonização e a questão energética, são dois temas urgentes que estão em cima da mesa e que já estão nas agendas das empresas. Até 2050 existe uma meta que tem que ser cumprida. Que ferramentas temos no mercado que nos podem ajudar a ir ao encontro do cumprimento das metas estabelecidas? questionou, esclarecendo que “existem sistemas tecnológicos que avaliam o estado dos edifícios e os preparam na fase de construção nova ou reabilitação, permitindo medir parâmetros estabelecidos para a obtenção de certificados reconhecidos, tornando-.se assim possível balizar os edifícios num benchmarking internacional”.

A equipa de Arquitectura e Sustentabilidade da Savills Portugal está em franco e forte crescimento, traduzido numa sólida aposta em acções de formação e contratações, de modo a reforçar a sua capacidade de oferecer aos clientes todas as respostas necessárias na área da Sustentabilidade & ESG a nível nacional e internacional.

A Savills Portugal tem vindo a desenvolver um percurso na sustentabilidade, tendo reforçado a sua equipa com dois arquitectos acreditados em BREEAM AP e WELL AP. No ano de 2021, tornou-se igualmente membro da BCSD Portugal – Empresas para a Sustentabilidade. A garantia de sustentabilidade e eficiência energética assumem-se como principais objectivos nos projectos Savills, com o mais recente projecto MB4 OFFICE a integrar soluções de sustentabilidade e monotorização com base em critérios BREEAM e WELL.

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Riportico Engenharia assina contrato para a elaboração do projecto de execução do eixo rodoviário Aveiro – Águeda

O projeto, que inclui o estudo de impacto ambiental, vai ser financiado a 100% pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tendo um prazo de conclusão de 270 dias

(na imagem: Carlos Fernandes, Vice-presidente IP, Jorge-Almeida, presidente de Câmara de Águeda, Jose Ribau Esteves, presidentes da autarquia de Aveiro, Ricardo Campos, CEO da Riportico Engenharia)

A Riportico Engenharia acaba de firmar, com os municípios de Aveiro e de Águeda, o contrato para a elaboração do projecto de execução do eixo rodoviário Aveiro-Águeda, no valor de 841 mil euros. Este é um dos maiores contratos conquistados pela Riportico, que alcança assim uma quota de mercado de 30% na execução dos projectos deste tipo de infraestrutura ao abrigo do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.

O projecto visa a concretização de uma via de ligação entre os dois municípios, com 14 quilómetros de extensão, num trajecto que passará a fazer-se em 10 minutos, encurtando-se em 40% o percurso actual e em 65% a duração. O contrato foi celebrado pelo CEO da Riportico Engenharia, Ricardo Campos, e pelos presidentes das autarquias de Aveiro e Águeda, José Ribau Esteves e Jorge Almeida, respectivamente.

“Este é um projecto muito importante, numa região com uma comunidade intermunicipal com muitos municípios, que em conjunto têm sabido tornar esta região num polo de atracção de empresas, de geração de emprego e de criação e construção de um Portugal mais exportador», começou por referir o CEO da Riportico.

«Ligar o ponto A ao ponto B pode significar apenas uma estrada, uma obra de engenharia, mas é muito mais que isso. Reflecte aquilo que é a atitude de dois concelhos que se querem aproximar e unir e, através desta infraestrutura, desenvolverem-se do ponto de vista económico e social e criarem condições para que as pessoas possam nas suas terras procurar realização e fixarem-se», afirmou Ricardo Campos.

O novo eixo rodoviário terá o perfil de autoestrada, permitindo, em termos ambientais, uma redução de custos e de tempos de deslocação para cidadãos e empresas, assim como o aumento da segurança rodoviária nas áreas urbanas atravessadas pela antiga EN230, e de promoção do desenvolvimento urbano e empresarial.

«Para a Riportico é uma grande alegria podermos participar neste projecto, aprofundando a nossa ligação aos dois municípios. Deixo aqui uma palavra de compromisso com a dimensão do projecto e com a responsabilidade dos prazos que têm de ser cumpridos. Na Riportico cumprimos 96% dos prazos dos nossos projectos, sendo que temos cada vez mais técnicos a trabalhar neste sector da rodovia», realçou Ricardo Campos.

Nas palavras do presidente da autarquia de Aveiro, «esta é uma infraestrutura muito importante para a região de Aveiro e para o município». «Nas características novas que quisemos colocar, esta infraestrutura vai também ter uma função estruturante na nossa própria rede viária. A solução que está desenhada faz com que esta infraestrutura assuma essa função muito importante de estruturar a nossa rede viária», afirmou José Ribau Esteves, destacando também a importância da ligação destes dois municípios nas dimensões «industrial, urbana, de serviços a vários níveis, social e institucional».

«É uma obra que anda a ser desejada, prometida e falada há muitas décadas. E é absolutamente estruturante e fundamental. No que respeita ao concelho de Águeda, o acesso às autoestradas é absolutamente essencial, mas o acesso à cidade de Aveiro e à sede de concelho do distrito é igualmente determinante para a região. Vamos ganhar muito com esta ligação, não só os dois municípios, mas sobretudo a região», sublinhou Jorge Almeida, presidente do município de Águeda.

A encerrar a sessão, Carlos Fernandes, vice-presidente da Infraestruturas de Portugal, entidade que vai prestar apoio técnico, assessoria e acompanhamento durante as várias fases do projecto e da empreitada, afirmou tratar-se de «uma infraestrutura muito complexa, muito para além daquilo que é normal os municípios deste país construírem. Há aqui um objectivo, mas também um enorme desafio, que é concretizar uma infraestrutura com características que estão habitualmente a cargo da administração central». «No que respeita à Infraestruturas de Portugal, reforço o compromisso de que estaremos aqui a apoiar os municípios nas várias fases», rematou Carlos Fernandes.

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Jung Portugal marca presença Archi Summit 2022

A Jung Portugal estará presente na 6ª edição do archisummit 2022, o encontro internacional de arquitectura em Portugal, decorre de 13 a 15 de Julho

A Jung Portugal estará presente na 6ª edição do archisummit 2022, o encontro internacional de arquitectura em Portugal, decorre de 13 a 15 de Julho. Um evento que contará com a presença dos grandes nomes da arquitectura nacional e internacional e onde estará em reflexão as tendências actuais e futuras da arquitectura. Esta sexta edição marca o regresso do archisummit ao Porto, a cidade que o viu nascer. O local eleito desta edição é o Palácio Ford, um antigo edifício abandonado e devoluto que foi stand e serviço de assistência a viaturas da marca “Ford“, durante a primeira metade do século XX.

Para a Jung Portugal esta é uma oportunidade para mostrar as novidades em design e as tecnologias para o controlo inteligente de edifícios que a empresa dispõe para o sector da habitação, hotelaria e escritórios.

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Impermeabilização de piscinas com sistema DRYPOOL do GRUPO PUMA

O Sistema DRYPOOL é um sistema completo de impermeabilização e revestimento de piscinas, composto por uma argamassa impermeável, um adesivo cimentício e uma argamassa de rejuntamento.

Os vazamentos são uma das principais razões pelas quais as piscinas precisam ser reparadas ao longo do tempo. A correta impermeabilização do vaso de contenção da piscina é essencial e não deve ser descurada se pretender obter um ótimo desempenho ao longo da sua vida útil.

Se uma piscina não se encontra em boas condições, será difícil poder usufruir da sua utilização nos tempos livres. Dado que, cheias ou vazias, as piscinas estão sujeitas a tensões constantes (pressão do solo ou pressão hidrostática da água), é muito importante garantir a sua impermeabilidade com argamassas de elevada aderência e flexíbilidade que possam suportar estas pressões e também os movimentos produzidos pelas mudanças térmicas.

O Sistema DryPool do GRUPO PUMA é composto por uma argamassa impermeável, um adesivo cimentício especialmente formulado para aplicação em piscinas e uma argamassa de rejuntamento. Com este sistema garantiremos um acabamento impermeável e duradouro à nossa piscina:

  • Evita vazamentos de água que nos obrigam a encher continuamente a piscina e finalmente levantar o revestimento e impermeabilizá-lo novamente.
  • Facilita a manutenção da piscina graças à boa impermeabilização e à utilização de materiais adequados ao contacto contínuo com a água e os agentes químicos nela utilizados.
  • Acabamento durável com tratamento anti-bolor e adesivos de altas prestações.

O método de aplicação também é muito simples e rápido, por isso garante a impermeabilização correta:

  • A correta preparação do suporte é fundamental. Deve estar limpo e com os danos e fissuras reparados com argamassas de reparação. As meias cana devem ser feitas nas uniões dos elementos estruturais com Morcemrest RF35.
  • Impermeabilize toda a superfície com Morcem Dry SF plus ou Morcem Dry F (dependendo do grau de flexibilidade que necessite em cada caso).
  • Aplicar o revestimento cerâmico com o adesivo adequado em função da argamassa de impermeabilização escolhida:
    • Pegoland Profissional Porcelânico C2TE se utilizado o Mocem Dry SF Plus (Sistema DryPool Semiflexível).
    • Pegoland Profissional Flex C2TES1 se utilizado o Morcem Dry F (Sistema DryPool Flexível).
  • Preencher as juntas com a argamassa de rejuntamento Pegoland Profesional Junta CG2WA para casos mais comuns, ou Morcemcolor Epoxi R2T em piscinas que vão ter cloração salina.
  • Todas as juntas estruturais e de partição e pontos críticos, devem ser respeitados e preenchidos com massa Pumalastic PU ou Pumalastic MS.
  • Para mais informações sobre qualquer um dos nossos sistemas ou produtos, o GRUPO PUMA dispõe da Oficina Técnica:

    Email: [email protected]

    Web: www.grupopuma.com

     

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    Simon inaugura o novo espaço “Casa de la Luz”

    A “Casa de la Luz” foi concebida com um conceito que vai mais longe. Deve servir para que juntamente com o distribuidor, sejam dadas a conhecer ao detalhe as soluções, integrar a formação contínua na sua zona de oficina

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    Com o pretexto para restabelecer a ligação com o sector, os distribuidores profissionais foram convidados a inaugurar a “Casa de la Luz” (Casa da Luz), o novo espaço da Simon concebido precisamente para albergar as pessoas que fazem parte da grande família de profissionais que promovem e criam luz e toda a cultura e conhecimento necessários para melhorar a vida das pessoas.

    A empresa de material eléctrico, iluminação e controlo de luz, Simon, demonstra através deste evento, que continua a identificar o distribuidor profissional de material eléctrico como uma peça chave da cadeia de valor, com a importância no sector de ser um catalisador das preocupações do fabricante e das necessidades do instalador.

    Para Marta Arcaya, directora de Marketing da Península Ibérica, “a nossa liderança no mercado obriga-nos a fazer a diferença nas ferramentas e ações promocionais. Vivenciamos isto com a recente experiência do Roadshow Simon 270, visitando mais de 50 cidades, percorrendo mais de 17 000 km, e vimo-lo ontem na “Casa de la Luz” (Casa da Luz). Estamos empenhados em trabalhar arduamente para promover e divulgar os nossos produtos de modo que isto se traduza em procura directa nos pontos de venda do sector.

    A “Casa de la Luz” (Casa da Luz) foi concebida com um conceito que vai mais longe, para se tornar uma ferramenta de comunicação, encontro, colaboração, formação, exemplificação e, inclusive, de experimentação. Deve servir para que juntamente com o distribuidor, sejam dadas a conhecer ao detalhe as soluções, integrar a formação contínua na sua zona de oficina, gerar inquietude e dar a conhecer o que está a perder o cliente e com que possibilidades poderia melhorar a sua qualidade de vida.

    Alberto Rouco, director geral da Península Ibérica, explicou o plano de acção estratégico da Simon para alcançar o seu objectivo como empresa: “Reinventar o espaço para gerar bem-estar às pessoas”.

    Este plano de desenvolvimento baseia-se “em factores diferenciadores de design, inovação e tecnologia, na responsabilidade social da Simon como empresa familiar, diversificada e sustentável”, na sua capacidade em adaptar-se às rápidas mudanças tecnológicas e sociais, confiando em ambientes de colaboração para desenvolver novas ideias e na sua estreita colaboração com a distribuição para fazer evoluir o sector. Alberto Rouco destacou, também, que “uma parte importante do compromisso da Simon com a sustentabilidade baseia-se na produção local: fabricamos em Espanha praticamente tudo o que vendemos na Península Ibérica”.

    O recém-nomeado Diretor Comercial da Península Ibérica, Felipe Iturri, falou-nos de como continuar a trabalhar conjuntamente com os nossos parceiros no mercado elétrico, para alcançar esses objetivos:

    “E o mercado não deixa de nos dar boas razões para continuar a apostar em produtos de tecnologia facilitadora na hora de tornar os espaços digitais, com as nossas séries conectivas, como a Simon 270 iO ou a Simon 100 iO. Com alianças como a que temos com o nosso parceiro tecnológico Protopixel para o controlo completo do pixel e a geração de experiências imersivas com a luz”, ressalva Felipe Iturri, director comercial da Península Ibérica.

    Nesta linha, a empresa estabeleceu uma parceria com a Finsa, uma indústria de madeira de ponta, para gerar novos produtos a partir do conhecimento de ambas as empresas.

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