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A carteira da Sugee em Portugal, BERD no Cairo e o novo projecto para um Museu em Santarém na edição 441

Com dois projectos já em desenvolvimento, o grupo imobiliário indiano pretende atingir, pelo menos, “10 projectos de construção autónomos e olhar para um mix de empreendimentos de grande escala” ainda em 2021. Conheça a estratégia numa edição onde há muito mais para ler

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Com dois projectos já em desenvolvimento, o grupo imobiliário indiano pretende atingir, pelo menos, “10 projectos de construção autónomos e olhar para um mix de empreendimentos de grande escala” ainda em 2021. Conheça a estratégia numa edição onde há muito mais para ler

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Carteira da Sugee tem
10 projectos ainda para este ano

Com dois projectos já em desenvolvimento, o grupo imobiliário indiano pretende atingir, pelo menos, “10 projectos de construção autónomos e olhar para um mix de empreendimentos de grande escala” ainda em 2021. O objectivo é desenvolver um portfolio diversificado em diferentes segmentos e diferentes localizações O grupo “chegou” a Portugal em Março de 2019 para analisar o mercado e ponderar as suas potencialidades

USLG investe 8M€ em edifício no Hospital da Guarda
Está aberto o concurso com vista à requalificação do edifício 5 do Hosp. Sousa Martins para instalação do Dep. da Criança e da Mulher. No edifício a requalificar funcionou o Serviço de Urgência até 2014

Metro do Cairo com tecnologia portuguesa
A BERD foi seleccionada pelo consórcio que integra as construtoras Vinci, Bouygues, Orascom e Arabco para fornecer equipamento para as obras de expansão do metro do Cairo

Escola Militar de Santarém dá lugar a museu e a residências universitárias
Também os blocos habitacionais da antiga escola vão dar lugar a residências universitárias, no âmbito de um protocolo entre o município e o IPSantarém

Dossier: Segurança e Saúde
Além das verbas previstas no Orçamento de Estado, o Plano de Resiliência veio conferir um importante impulso no investimento com vista à melhoria das infraestruturas que permita a melhoria das condições de acesso a cuidados de saúde. Empresas de equipamentos e serviços estão atentas

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Porto: Alberto Couto Alves e Alves Ribeiro lideram corrida a troço do metrobus

Recorde-se que, aquando do lançamento do concurso público, em Julho de 2021, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, sublinhou a importância desta infraestrutura de mobilidade que “representará ganhos muito significativos de atractividade metropolitana, já que promoverá a expansão da rede de metro num espaço territorial muito denso, abrangendo uma população que poderá ir aos 600 mil habitantes”

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O consórcio formado pela Alberto Couto Alves e pela Alves Ribeiro estão em primeiro lugar segundo o relatório preliminar do júri no âmbito do concurso público para concepção e construção da Linha BRT (Bus Rapid Transport) Boavista – Império. A proposta vencedora tem o preço de cerca de 25 milhões de euros e um prazo de execução global de 20 meses. O anúncio foi feito pela Metro do Porto na sua página oficial.

A empresa refere, também, que “após a notificação dos seis concorrentes que apresentaram propostas válidas, decorre o prazo legal de audiência prévia, após a qual o conselho de administração da Metro do Porto estará em condições de proceder à adjudicação”. O consórcio Alberto Couto Alves/Alves Ribeiro começará por apresentar o projecto de execução, avançando depois para a construção da linha de BRT.

O projecto integra a nova fase de expansão da rede (depois da construção da Linha Rosa e da extensão da Linha Amarela) e deverá estar concluído no final de 2023. Trata-se de um investimento global de 66 milhões de euros, provenientes do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), incluindo material circulando e um posto de abastecimento de hidrogénio, que servirá não apenas o BRT como toda a comunidade.

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Recorde-se que, aquando do lançamento do concurso público, em Julho de 2021, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, sublinhou a importância desta infraestrutura de mobilidade que “representará ganhos muito significativos de atractividade metropolitana, já que promoverá a expansão da rede de metro num espaço territorial muito denso, abrangendo uma população que poderá ir aos 600 mil habitantes”.

A nova linha BRT será parte do sistema de transportes da Área Metropolitana, integrada no sistema de bilhética intermodal Andante, constituindo parte fundamental na estratégia de descarbonização e de combate às alterações climáticas.

O Bus Rapid Transit destaca-se pelo desempenho ambiental neutro (os veículos serão movidos a hidrogénio) e pela facilidade de integração em meio urbano. As composições BRT são idênticas a um metro de superfície, mas que circulam sobre pneus, dispensando a instalação de carris ou o uso de catenárias para alimentação energética. Este tipo de sistema garante serviços de alto rendimento, com uma procura de média a alta intensidade, funcionando frequentemente enquanto elemento complementar e de interface com o Metro.

A Linha Boavista – Império terá uma frequência de cinco minutos em hora de ponta e a ligação entre os seus dois extremos demorará apenas 15 minutos. Desenvolver-se-á ao longo das avenidas da Boavista e Marechal Gomes da Costa, perfazendo um traçado de exploração de oito quilómetros (quatro em cada sentido). O serviço vai contar com oito novas estações de superfície: Casa da Música, Bom Sucesso, Guerra Junqueiro, Bessa, Pinheiro Manso, Serralves, João de Barros e Império.

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APREN e AP2H2 promoveram debate partidário dedicado à Transição Energética

Duarte Alves (CDU), João Galamba (PS), Jorge Costa (BE) e Salvador Malheiro (PSD) aceitaram o convite das duas associações e defenderam as posições dos seus partidos no que à Transição Energética diz respeito, em antevisão às eleições legislativas do próximo dia 30 de Janeiro

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A APREN – Associação de Energias Renováveis, em colaboração com a AP2H2 – Associação Portuguesa para a Promoção do Hidrogénio, convidou todas as forças políticas para um debate online sobre o tema da Transição Energética, que decorreu na tarde de quinta-feira, 20 de Janeiro.

Quatro forças políticas aceitaram o repto lançado e, da discussão entre os presentes, que contou com a moderação de Miguel Prado, jornalista do Expresso, percebeu-se que é mais aquilo que une do que aquilo que os separa.

O PS, representado por João Galamba, actualmente Secretário de Estado Adjunto e da Energia, defendeu a necessidade de acelerar a capacidade instalada de renováveis, sobretudo de solar, eólica onshore e offshore, em substituição do gás natural. “O eólico offshore parece ser uma área de grande potencial. Tem algo que o solar não tem e que o hidrogénio também traz associado: um enorme desenvolvimento industrial associado”, sublinhou.

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Muito dos investimentos já são rentáveis e não carecem de apoios públicos, que podem ser destinados a outras matérias, como os gases renováveis. “Uma grande ou média empresa não precisa de apoios para instalar painéis fotovoltaicos. Pagam-se em três ou quatro anos ou ainda em menos tempo atendendo aos preços de electricidade que temos hoje no mercado”, garante.

O foco deve ser, por isso, a eficiência energética dos edifícios e dos processos produtivos. “Essa é uma área com payback mais longo, que nem sempre seria reforçada se não houvesse apoios públicos”, enfatiza.

Em representação do PSD, Salvador Malheiro, actual presidente da Câmara Municipal de Ovar, concorda. “Não há quilowatt mais barato do que aquele que conseguimos evitar”, sentencia. Por isso mesmo o PSD já propôs que se apostasse na eficiência energética com o apoio fundos europeus.

A CDU defende, igualmente, a aposta na eficiência energética, com o apoio do Estado, nomeadamente para proteger os consumidores mais frágeis. Duarte Alves, Deputado da CDU, lembra que este é um dos vectores principais no caminho para a transição energética. “Por ser um investimento com retorno a mais longo prazo exige investimento público mais determinado”, defende.

Para a CDU esta transição energética deve assegurar a segurança de abastecimento proporcionando ao mesmo tempo preços mais baixos de energia às empresas para que “não mexam nos salários com o argumento de que precisam de ser mais competitivas”.

Para ajudar a resolver o problema dos preços, nomeadamente junto da população mais desfavorecida, o Bloco de Esquerda sugere a instalação de sistemas de autoconsumo comunitários em edifícios do Estado, seguindo a lógica das empresas de serviços energéticos. “Esse modelo pode ser aplicado pelo próprio Estado com taxas de rentabilidade relevantes do ponto de vista da receita pública”, realçou o Deputado Jorge Costa.

Outra ideia do Bloco de Esquerda passa por aproveitar os edifícios públicos para instalação de sistemas fotovoltaicos. Esta seria outra forma de atingir os níveis de produção descentralizada previstos no PNEC (Plano Nacional de Energia e Clima).

Mas há mais a fazer: para o PSD urge também desburocratizar. “A transição energética deveria ser acompanhada de uma transição digital e de eficiência administrativa, designadamente em instituições que são relevantes nesta matéria, como a DGEG. Temos dificuldades enormes ao nível dos recursos humanos, mas também ao nível dos procedimentos”, lamenta Salvador Malheiro. O PSD propõe um “portal único de licenciamento” para agilizar os processos que possa tirar partido da inteligência artificial.

Todos concordam que a transição energética é uma oportunidade de recuperação da economia com vantagens socioambientais. É também, sobretudo – e sem isso dificilmente teria sucesso – “uma enorme oportunidade de desenvolvimento económico, industrial e tecnológico para o nosso país”, frisou João Galamba.

O debate terminou com o tema da energia nuclear sobre a mesa. Esta é uma opção que a União Europeia trouxe para a praça pública enquanto possível opção limpa para catapultar a transição energética. Mas também aqui a opinião é unânime entre os quatro partidos representados. Nuclear? Não obrigado!

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Casas de Nevogilde: Primeiras chaves entregues em Fevereiro

Promovido pelo Grupo Omega, o empreendimento conta já com 60% dos apartamentos vendidos

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O Grupo Omega, através da sua associada Realplano, anuncia a entrega das primeiras chaves do projecto “Casas de Nevogilde” na Foz do Douro, no Porto, em Fevereiro. O projecto de reabilitação do condomínio fechado deu origem a cinco apartamentos, T3 e T4, vocacionados para famílias numerosas. A gestão e condução técnica dos trabalhos esteve a cargo da Omega, Serviços de Engenharia.

Este condomínio encontra-se na zona prime de Nevogilde e dá continuidade a um conjunto harmonioso e equilibrado de habitações existentes nesta zona, valorizando-o, oferecendo tranquilidade e o conforto de um apartamento de luxo, estando já vendidos 60% dos apartamentos.

Com a assinatura do atelier do arquitecto Sebastião Moreira, o projecto manteve inalterado o seu carácter exclusivo, marcado pela arquitectura moderna, com linhas sóbrias e minimalistas, com divisões funcionais, práticas e equilibradas. No condomínio “Casas de Nevogilde” cada apartamento tem acesso independente ao exterior. Das cinco fracções, três apresentam jardins privativos, enquanto as outras duas têm acesso a cobertura, terraço e piscina. Todos os apartamentos dispõem, ainda, de estacionamento.

“O condomínio fechado “Casas de Nevogilde” foi um investimento grande nesta zona privilegiada da Foz do Douro. Este fechado e exclusivo, perto do centro da cidade e a 300 metros da Avenida da Boavista, apresenta um excelente design, espaços amplos, jardins e terraços, acabamentos de excelente qualidade, com boa exposição solar e elevado desempenho térmico e acústico. Este projecto é um dos muitos que o Grupo Omega se encontra actualmente a desenvolver ao nível da reabilitação, construção nova e projectos de engenharia”, afirma José Carvalho, CEO do Grupo Omega.

Fundado em 1986, o Grupo é constituido por quatro empresas (Omega, Realplano, OmegaFlow e Endless Numbers), que operam no ramo imobiliário, incorporando uma componente de Investimento e Promoção Imobiliária e uma componente de Serviços de Engenharia (projecto e gestão/fiscalização de empreendimentos). Apesar da sua actividade muito centrada na Área Metropolitana do Porto, têm desenvolvido ao longo dos últimos 30 anos projectos em todo o território nacional (Lisboa e Algarve), bem como no estrangeiro, onde aliás mantém actividade através de empresas suas participadas locais, nomeadamente a Projecto Go, em Moçambique e a Plano Atlântico, no Brasil.

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‘Manuel Botelho – Projecto e Obra’ em exposição na FAUP

Mostra integra o programa do 40.º aniversário da FAUP e propõe um olhar alargado sobre a obra do arquitecto, antigo professor da FAUP. Inaugura a 26 de Janeiro e encerra a 9 de Março

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A Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), em parceria com a Escola de Arquitectura, Arte e Design, o Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT) da Universidade do Minho e a Fundação Marques da Silva, inaugura no dia 26 de Janeiro, às 18h30, a exposição ‘Manuel Botelho. Projecto e Obra’. Encerra a 9 de Março.

A sessão de inauguração vai contar com introdução de João Pedro Xavier (director da FAUP) e intervenções de Álvaro Siza e dos comissários António Neves, Bruno Baldaia, Carlos Maia, Filipa Guerreiro e Duarte Belo (Território Manuel Botelho).

A exposição ‘Manuel Botelho. Projecto e Obra’ integra o programa do 40.º aniversário da FAUP e propõe um olhar alargado sobre a obra do arquitecto Manuel Botelho, antigo professor da FAUP. Reúne uma selecção de projectos de diferentes escalas, programas e enquadramento, bem como de objectos e escritos que integram o corpo de trabalho de Manuel Botelho. Para além de desenhos e maquetes originais, a exposição apresenta um registo fotográfico documental de um percurso pelo território de espaços construídos e de objectos do arquitecto, bem como pelos espaços do seu quotidiano, produzido por Duarte Belo (fotógrafo, arquitecto e antigo aluno de Manuel Botelho).

Com um longo percurso como docente que teve início em 1980 na Escola Superior de Belas Artes do Porto e que continua na FAUP até à sua aposentação em 2010, Manuel Botelho desenvolveu um percurso único no contexto da Escola do Porto, em grande parte devido à singularidade da sua formação. Nascido em 1939 em Rua, Viseu, Manuel Botelho cresce num ambiente rural e profundamente religioso. Prossegue estudos em Itália, primeiro no curso de Teologia Sacra, na Pontificia Università Gregoriana de Roma, onde também frequenta o curso de Filosofia, e só mais tarde – já com 32 anos de idade – se licencia em Arquitectura,  na Universidade La Sapienza de Roma A sua formação foi marcada pelo contacto com os professores Leonardo Benévolo, Bruno Zévi, Achille Bonito Oliva e em especial Ludovico Quaroni, personagens internacionalmente muito relevantes no contexto da história da arquitectura do século 20.

A par da docência, Manuel Botelho fundou o seu próprio atelier em 1984 onde desenvolve uma obra singular que inclui não só projectos de habitação e equipamentos, como também o desenho de mobiliário e objetos, entre os quais báculos para vários Bispos e Arcebispos portugueses.

A singularidade da sua obra é fruto de um particular equilíbrio entre a sua desenvoltura intelectual e um espírito instintivo e intuitivo, reflexo também da sua postura profundamente humanista e emotiva.

Esta iniciativa assinala a salvaguarda dos registos do trabalho de Manuel Botelho através do seu depósito em acervo na Fundação Marques da Silva, entidade instituída pela Universidade do Porto (na qual exerceu a carreira docente entre 1980 e 2010) e da entrega da sua biblioteca à Escola de Arquitectura, Arte e Design da Universidade do Minho. Decorre de um trabalho de identificação e inventarização da obra do Arquitecto Manuel Botelho levada a cabo pelos comissários com o apoio dos bolseiros da Universidade do Minho: Bruno Castro, João Costa e Rui Ferreira.

A mostra na FAUP dá início a um ciclo que seguirá em itinerância nas instituições parceiras e será acompanhada por mesas redondas e visitas às obras. Este processo inclui ainda o lançamento de duas publicações: uma monografia, editada pela Circo de Ideias, e um registo das visitas às obras, editado pelo Museu da Paisagem.

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Revista da APEMIP regressa ao mercado pela mão da Iberinmo

De periodicidade trimestral e mantendo a versão impressa, a primeira edição está prevista para Maio, por ocasião do SIL – Salão Imobiliário de Portugal

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tagsAPEMIP

A Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) e o Grupo editorial Iberinmo estabeleceram um protocolo para que a revista desta associação regresse à circulação do mercado.

De periodicidade trimestral e mantendo a versão impressa, a revista APEMIP surge totalmente renovada quer em termos gráficos quer em termos editoriais, estando prevista a primeira edição para Maio, por ocasião do SIL – Salão Imobiliário de Portugal.

A revista APEMIP “mantém o propósito institucional de ser um veículo de comunicação privilegiado entre a associação e os associados, bem como com os seus restantes stakeholders, incluindo parceiros de negócio, governos central e local, bem com outros organismos públicos”, informa a associação.

Além de dar voz às iniciativas e perspectivas da associação, a publicação pretende, também, apostar agora num tema de fundo ligado à actualidade marcante do sector imobiliário em cada momento, bem como numa entrevista alargada a uma personalidade de referência do mercado, assim como secções de conjuntura económica e imobiliária, com o selo da referência em market intelligence Confidencial Imobiliário.

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CBRE aposta em soluções para clientes individuais e family offices

Karina Bahi, com experiência em private wealth management, será responsável por implementar e liderar o PCG – Private Capital Group em Portugal

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A CBRE acaba de lançar uma nova linha de negócio focada em soluções de investimento para clientes individuais e family offices com elevado poder aquisitivo, o PCG – Private Capital Group.

Esta nova área vai permitir à CBRE alargar o portefólio de serviços a um conjunto específico de clientes nacionais e internacionais interessados em optimizar a performance das suas carteiras de investimento através da inserção de imobiliário de rendimento na lista de activos das mesmas. A consultora pretende disponibilizar um serviço personalizado de acordo com o perfil, as necessidades e os objectivos de cada cliente, garantindo um acompanhamento próximo e consistente.

Para implementar esta nova linha de negócio em Portugal, a CBRE contratou Karina Bahi, consultora sénior com uma vasta experiência em Wealth Management e passagem por alguns dos maiores bancos mundiais como o Merrill Lynch, HSBC, UBS Pactual e Deutsche Bank.

“É com grande entusiasmo que iniciamos o ano com a criação de uma nova linha de negócio em Portugal, o PCG – Private Capital Group, que nasce da vontade de alargar a cobertura dos nossos serviços à área de private wealth management e investimentos individuais no sector imobiliário para melhor servir clientes nacionais e estrangeiros com um perfil e necessidades muito próprias. Acreditamos no potencial de desenvolvimento desta área em Portugal e contamos com o know-how e a experiência da Karina Bahi para a implementar e liderar”, afirma Francisco Horta e Costa, director-geral da CBRE Portugal.

O PCG – Private Capital Group insere-se na área de Capital Markets da CBRE cuja operação tem mais de três décadas no mercado português e na qual a consultora viu de novo a sua liderança reforçada no ano de 2021, tendo sido responsável por seis das dez maiores transacções do ano.

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Imobiliária eXp Realty anuncia expansão para três novos países

República Dominicana, Grécia e Nova Zelândia são a aposta para o primeiro trimestre deste ano, com as quais espera atingir a presença em 21 países

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A empresa de mediação imobiliária eXp Realty, subsidiária da eXp World Holdings, prevê arrancar com o primeiro trimestre de 2022 com operações em três novos países, República Dominicana, Grécia e Nova Zelândia, com as quais espera atingir a presença em 21 países.

Este anúncio foi feito após a abertura de nove novos mercados durante o ano de 2021, nomeadamente, Porto Rico, Brasil, Itália, Hong Kong, Colômbia, Espanha, Israel, Panamá e Alemanha.

Durante o ano de 2021, a eXp manteve o foco no crescimento e a conquistar quota de mercado. Actualmente conta com 72.000 agentes e cresceu 97% para um novo recorde de 1.1 mil milhões de dólares no 3º trimestre de 2021.

“Temos mantido um crescimento consistente a nível global”, afirmou Michael Valdes presidente da eXp Global. “As expectativas são grandes e as exigências também. Com a abertura destes três novos países, mantemos a aposta forte de crescimento e solidificação dos mercados da EMEA, CALA e APAC. A República Dominicana, nas últimas três décadas, tem vindo a registar um crescimento económico notável, superior aos restantes países das Caraíbas e América Latina. A Grécia é um mercado vibrante com fortes projecções a nível económico devido ao turismo, investimento estrangeiro e o fundo de recuperação Grécia 2.0. Este país desempenha um papel chave no crescimento da nossa presença no continente europeu, juntamente com o Reino Unido, França, Portugal, Itália, Espanha e Alemanha. Adicionalmente, a Nova Zelândia possui um mercado imobiliário muito exigente, que beneficia da estreita relação com a Austrália, onde a eXp já tem uma forte presença.”

Para cada um destes novos mercados, a eXp vai contratar profissionais experientes na área para liderem as respectivas equipas e gerirem as operações e serviços.

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Euromonitor International distingue Haier pelo 13º consecutivo

Marca de electrodomésticos liderou, assim, o ranking anual “Global Major Appliances”, da Euromonitor International, confirmando a sua posição como o número 1 do mundo

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tagsHaier

Mais uma vez, e pelo 13º ano consecutivo, a marca de electrodomésticos Haier foi distinguida no ranking anual “Global Major Appliances”, da Euromonitor International, confirmando a sua posição como o número 1 do mundo.

Além de liderar o ranking geral, a Haier ficou em primeiro lugar na venda de frigoríficos (décimo quarto ano consecutivo), arcas congeladoras (décimo primeiro ano consecutivo), máquinas de lavar loiça (décimo terceiro ano consecutivo) e caves de vinhos (décimo segundo ano consecutivo), reafirmando sua indiscutível liderança mundial em todo o setor.

A Haier – marca premium da Haier Smart Home –  baseia a sua vantagem competitiva na capacidade contínua de inovação, que é combinada com uma abordagem desenhada à medida, tanto a nível de produtos, como de mercados, nomeadamente através do conceito de Smart Home, no qual está baseada a IoT (Internet das Coisas) é cada vez mais uma realidade na Haier, através do qual consegue fidelizar consumidores e conquistar novos.

A Euromonitor International classifica os fabricantes das principais gamas de electrodomésticos (máquinas de lavar roupa e loiça, fornos, fogões, micro-ondas e frigoríficos) com base no valor de vendas de retalho em todos os canais. Este último ranking refere-se ao ano de 2021.

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Programa Rua Direita lança novos concursos

A Câmara do Porto lançou concursos para a requalificação das ruas do Mirante, do Monte da Luz e outras, no valor de 1,3M€. Ambos os concursos integram o programa Rua Direita

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A Câmara Municipal do Porto Lançou mais dois concursos públicos no âmbito do programa Rua Direita, para a requalificação da Rua do Mirante e outras, assim como da Rua do Monte da Luz e outras.

O programa, lançado em Junho de 2018, destina-se à qualificação de espaços públicos degradados, integrados na rede capilar do sistema viário municipal, relativos a antigos caminhos rurais, áreas urbanas em transformação ou arruamentos degradados em tecido consolidado.

O Rua Dirreita contempla a intervenção em 88 arruamentos correspondentes a quase 15 km de via com um preço máximo para todos os projectos estimado de 1,3 milhões de euros e uma estimativa do custo de obra de cerca de 21 milhões de euros.~

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No caso da empreitada relativa à Rua do Mirante, contemplam-se também trabalhos pontuais na Rua de Cedofeita e na Praça Coronel Pacheco. Assegurada pela empresa municipal de Gestão e Obras do Porto – GO Porto, a requalificação será realizada numa única fase e tem um prazo global de execução de 180 dias. O preço-base do procedimento é de 395 mil euros e o prazo de apresentação de propostas decorre até ao dia 20 de Fevereiro de 2022.

Relativamente à Rua do Monte da Luz e outras, trata-se do novo concurso para a requalificação do conjunto que compreende a Rua do Monte da Luz, Rua do Túnel, Rua de Gondarém (parcial) e Travessa do Monte da Luz, todas na zona da Foz, depois do primeiro concurso, lançado em Agosto, não ter tido qualquer candidato. A requalificação está a cargo da empresa municipal GO Porto e compreende quatro fases de obra, com um prazo global de execução de 540 dias. O preço-base do procedimento é de 920 mil euros e as propostas devem ser entregues até ao dia 20 de Fevereiro de 2022, em formato electrónico, também na plataforma www.acingov.pt.

O programa Rua Direita abrange a reabilitação de cerca de uma centena de arruamentos do sistema viário municipal, dispersos por várias freguesias e correspondentes a antigos caminhos rurais, áreas urbanas em transformação ou ruas degradadas em tecido consolidado. No terreno estão já as empreitadas na Rua de Vila Nova (nascente), da Rua de Vila Nova (poente) e Travessa da Costibela, Rua da Via-Sacra e Outras, Rua Silva Porto (parcial), Rua da Arada, Rua do Encontro e Outras e Rua da Granja de Lordelo.

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Vicaima equipa novo campus Le Roc da escola suiça “La Garenne”

Para equipar os dormitórios, salas de aula, auditórios, corredores, salas de estudo e WC’s, foram aplicadas diversas unidades de Portaro de interior. No que respeita aos revestimentos, o Dekordor HD Cinza Garlic assume preponderância, bem como o vermelho Lacdor Extreme RAL3024 e o verde RAL6018

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A Vicaima foi a marca eleita para equipar o novo campus Le Roc da prestigiada La Garenne International School, localizado em Villars, na Suíça. Fundada em 1947, a La Garenne é uma instituição de ensino de referência administrada pela família Méan.

O Campus Le Roc, integrado na Senior School da La Garenne, é um edifício moderno e de última geração, perfeitamente adaptado às necessidades dos alunos do ensino secundário de hoje. Muitos dos alunos das mais de 35 nacionalidades que compõe a comunidade estudantil da La Garenne vivem no campus, em dormitórios modernos com vista para os Alpes Suíços.

Para equipar os dormitórios, salas de aula, auditórios, corredores, salas de estudo e WC’s, foram aplicadas diversas unidades de Portaro de interior – solução que integra porta, aro e acessórios numa peça única – bem como de Portaro Corta-Fogo 30 minutos, e Portaro Corta-Fogo e Acústicos de 33dB e 40dB respectivamente.

No que respeita aos revestimentos, o Dekordor HD Cinza Garlic assume preponderância, bem como o vermelho Lacdor Extreme RAL3024 e o verde RAL6018, que reflectem através das suas cores garridas a modernidade e jovialidade do Campus.

Todas as soluções Vicaima aplicadas nesta escola “respeitam os elevados padrões de segurança e comodidade desta instituição de ensino de renome mundial. As soluções técnicas com performances Corta-fogo e Acústicas integradas neste projecto são certificadas por entidades internacionais acreditadas, garantindo o máximo conforto e segurança a toda a comunidade escolar”, assegura a empresa.

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