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Sugee Group com plano de investimento de grande escala até ao final do ano

Com dois projectos já em desenvolvimento, o grupo imobiliário indiano pretende atingir, pelo menos, “10 projectos de construção autónomos e olhar para um mix de empreendimentos de grande escala” ainda em 2021

Cidália Lopes
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Sugee Group com plano de investimento de grande escala até ao final do ano

Com dois projectos já em desenvolvimento, o grupo imobiliário indiano pretende atingir, pelo menos, “10 projectos de construção autónomos e olhar para um mix de empreendimentos de grande escala” ainda em 2021

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Fundado em 1984, o Sugee Group é um dos grandes promotores imobiliários de Mombai (Bombaim, a maior cidade da Índia e o principal centro económico do país asiático. Ao longo de mais de 30 anos de actividade, promoveu e construiu 16 projectos residenciais num total de mais de 280 mil m2 de área construída.
O grupo “chegou” a Portugal em Março de 2019 para analisar o mercado e ponderar as suas potencialidades. No final desse ano já estava a arrancar com dois projectos em Lisboa: a reabilitação de um edifício do séc. XIX no Príncipe Real — o “Royal 20” – e um projecto residencial construído de raiz – o Alcântara Vista.
Segundo os responsáveis do grupo Sugee, a entrada no continente europeu através de Portugal foi ponderada. Lisboa foi encarada como “um dos mercados imobiliários mais promissores de toda a Europa, tal como o referem as recentes tendências e projecções de especialistas”. O crescimento da indústria do turismo e políticas para atrair investidores estrangeiros estimularam novas actividades de desenvolvimento e apoiaram os aumentos de preços.
O grupo indiano ponderou estes dados, assim como constatou “a falta de stock de fracções residenciais, o que está a impulsionar o sector de investimento com yelds residenciais brutos de cerca de 6% no centro da cidade e 8% na sua periferia”. Os responsáveis do grupo foram também sensíveis ao facto de Lisboa “estar emergindo como um novo centro de tecnologia, uma capital da Europa Ocidental cada vez mais conhecida como um dinâmico centro cultural e de negócios; oferecendo para os seus residentes uma elevada qualidade de vida com um clima apelativo e um baixo custo de vida, em comparação com outras grandes cidades”, referem.
Na ponderação, pesou a maturidade e oportunidades do mercado imobiliário nacional, mas, também, as consequências inevitáveis do ‘Brexit, com a saída eminente do Reino Unido da União Europeia. Tradicionalmente a Grã-Bretanha, tem sido o destino preferencial dos investimentos indianos na Europa.

“Players de longo prazo”
Até à data, a empresa já investiu mais de 6,5 milhões de euros em dois projectos em pleno centro de Lisboa, para os quais afirma possuir uma procura significativa em todos os continentes. O grupo diz-se determinado em desenvolver esses e outros empreendimentos no próximo ano, totalizando mais de 150 milhões de euros de investimento.

Para já estão focados em trabalhar num ciclo imobiliário de mais ou menos quatro anos, sabendo que pode haver necessidade de adaptar a estratégia às condições e necessidades do mercado, mas “gostaríamos de afirmar que queremos ser players de longo prazo em Portugal”
“Viemos para ficar”, declaram peremptórios os responsáveis do Sugee Group: “temos dois projectos em franco desenvolvimento e um deles já em comercialização, e estamos a estudar novas oportunidades de investimento em Lisboa e no resto do País”.
Apostando no desenvolvimento de projectos de requalificação imobiliária de alto padrão, o Sugee Group pretende expandir a sua actividade a todo o território nacional através da sua subsidiária “The Strokes & Ground”. Com sede em Lisboa, a empresa está focada na construção e promoção de imóveis residenciais e comerciais e gestão de activos imobiliários através da venda, compra, arrendamento e aquisição.

“Para 2021, estaríamos a olhar para um mix de alguns empreendimentos de grande escala e pelo menos de 10 projectos de construção autónomos para o nosso portfolio e estabelecer a marca ‘Sugee’ no mercado imobiliário português”.

Também, por isso, a estratégia do grupo passa por diversificar.

“Preferimos o investimento em vários projectos em vez de colocar todos nos mesmo cesto”. Além do segmento residencial, a aposta vai também para hospitality, assim como para o build to rent, que o grupo considera um activo “atractivo”, seja na vertente “residencial, comercial ou alternativo”.

Além de Lisboa, o Sugee Group tem procurado desenvolver o seu negócio noutras regiões do País e para tem identificado “várias cidades estratégicas com potencial para bons retornos sobre o investimento imobiliário”. O plano de investimento está traçado e o objectivo passa por “desenvolver cerca de 50 mil metros quadrados de promoção nos próximos anos, podendo alguns desses projectos destinar-se ao mercado de arrendamento de média/longa duração para a classe média portuguesa”, garantem os responsáveis. A cidade de Setúbal, onde outro importante grupo indiano – o Grupo Pitroda – está a desenvolver a Cidade do Conhecimento, é uma das cidades já analisadas e cujo potencial pode vir a revelar-se de interesse dentro de alguns anos.
“É tudo uma questão de oferta e procura. Acreditamos fortemente que existe um espaço para investir em projectos que visem um mercado mais internacional e outros mais adaptados ao mercado nacional. No segmento residencial queremos ser equilibrados”, concluem.

FICHA TÉCNICA

Alcântara Vista
Localização: Tapada das Necessidades
10 Apartamentos
Tipologias: T2, T3 e T4
Áreas: 110 m2 – 141 m2
Em desenvolvimento
Data conclusão: Último trimestre de 2023
Royal 20
Localização: Príncipe Real (Mercês)
9 Apartamentos (1 penthouse + 2 apartamentos c/ jardim privativo)
Tipologias: T1
Em construção
Data conclusão: Final de 2021

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Cidália Lopes

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Espaços de trabalho são cada vez mais um modelo “escritórios-satélite”

Segundo a Savills, “apesar do teletrabalho ser uma tendência que parece ter vindo para ficar, o escritório físico continuará a ter a sua importância enquanto espaço que reforça os valores e cultura da empresa”

A continuidade dos espaços tradicionais de escritórios tem sido uma questão amplamente debatida desde que os modelos de trabalho remoto e híbrido, fruto da conjuntura pandémica, assumiram a dianteira das preferências dos colaboradores. Contudo, o espaço físico do escritório, quer seja a sede ou outros espaços-satélite, não deverá perder a relevância, afirma a consultora imobiliária internacional Savills.

Sublinhando a importância de as empresas olharem para os escritórios como mais do que meros locais de produtividade, a Savills aponta que estes espaços de trabalho devem cada vez mais adquirir os contornos de locais de promoção da criatividade, da troca de ideias, de contactos informais e de socialização entre colaboradores. Desta forma, os escritórios retêm a sua importância para as empresas e adquirem um novo significado para os colaboradores, assegurando a sua satisfação, minimizando perdas de rendimento e maximizando a retenção de talento.

Bárbara Clemente, Senior Architect, WELL AP & WP Strategist, Savills Portugal, refere que “o modelo de trabalho híbrido não é apenas resultado da pandemia. Há muito que se discute e se desenvolvem espaços de trabalho que espelham a cultura organizativa, quer pela flexibilidade que a tecnologia tem vindo a trazer, quer pela vontade de estimular a criatividade de cada um, possibilitando um maior equilíbrio entre trabalho e vida pessoal”.

O modelo organizativo deverá ser adaptado a cada empresa, resultando de um trabalho de workplace strategy sustentado num processo de mudança ambicioso para a organização.

Os chamados escritórios-satélite também deverão adquirir uma relevância crescente no mercado de trabalho. A diminuição do tempo de deslocação diária para o local de trabalho e quebra de rotinas é hoje uma ambição do dia-a-dia de cada pessoa. O chamado work life balance estará dependente da capacidade de flexibilização e escolha pela melhor forma de trabalhar para cada projecto, em equilíbrio com a rotina pessoal. Criar espaços de escritórios, como extensão da sede, em localizações periféricas próximas do local de residência (fixa ou temporária) dos seus colaboradores vai permitir promover a cultura organizativa para além das fronteiras rígidas do espaço-sede.

De modo a aumentar as sinergias entre cada tipo de espaço, desde a sede aos espaços-satélite, os critérios e os objectivos deverão ser claros e ambiciosos.

O compromisso das empresas com o meio ambiente é cada vez maior e, como tal, urge um maior investimento nos seus imóveis, seguindo os critérios definidos pelas mais conceituadas certificações de edifícios, como a BREEAM ou a LEED, mitigando os desperdícios energéticos e rentabilizando ao máximo os recursos naturais.

Ao tornar os seus espaços de escritórios mais sustentáveis, as empresas procuram aumentar o nível de bem-estar dos seus colaboradores, por exemplo, com recurso à luz natural e à integração de elementos evocativos da Natureza no design dos espaços, garantindo diferentes ambientes, como espaços de colaboração, de criatividade, de socialização ou de concentração.

Ana Redondo, offices associate director, Savills Portugal, refere que “Projectar um escritório vai muito além de colocar mesas e cadeiras num espaço. É necessário criar ambientes que inspirem e que criem valor nas pessoas. Isso é investir no futuro da empresa”.

Acrescenta ainda que, “apesar do teletrabalho ser uma tendência que parece ter vindo para ficar, o escritório físico continuará a ter a sua importância enquanto espaço que reforça os valores e cultura da empresa. Será sempre um espaço facilitador de inovação, colaboração e produtividade, saúde e bem-estar”.

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Mafalda Samwell Diniz é a nova Head of Marketing & Communication da MALEO

A responsável terá como missão desenvolver e implementar a nova estratégia da marca, depois de concluído o processo de rebranding e posicionamento, assentes no claim “Works For You”

A MALEO, marca de soluções de escritórios flexíveis e adaptáveis às necessidades específicas de cada negócio, anuncia a nomeação de Mafalda Samwell Diniz para o cargo de Head of Marketing & Communication. A responsável terá como missão desenvolver e implementar a nova estratégia da marca, depois de concluído o processo de rebranding e posicionamento, assentes no claim “Works For You”. O objectivo será transmitir uma imagem diferenciadora de full-serviced office, através de uma oferta completa de serviços integrados e com total flexibilidade, ajustados às realidades específicas de cada negócio.

A carreira profissional de Mafalda Samwell Diniz iniciou-se há mais 25 anos, no departamento criativo da BBDO. Ainda nos anos 90 assumiu o cargo de directora de Arte na Ogilvy. Já este século, foi directora de Arte da Lowe Lintas, entre 2001 e 2004, passou pela Terra Design e foi directora Criativa da AddMore durante um ano para, em 2009 abraçar o desafio de partner Criativa da CherryBloom. Ao longo deste período foi agraciada com inúmeros prémios de criatividade. Destaque para o prémio Gold nos Young Creative Portugal, em 2003.

Licenciada em Design de Comunicação pelo IADE (com formação concluída em 1996), Mafalda Diniz é também membro do Conselho Consultivo da Fundação António Quadros.

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Grupo Preceram na Tektónica 2021

As empresas do Grupo Preceram, Argex, Gyptec, Preceram e Volcalis, participam na Tektónica 2021, que decorre de 6 a 9 de outubro, na FIL – Feira Internacional de Lisboa.

O Grupo Preceram terá em exposição os seus diversos materiais e soluções para a construção, direcionadas para o conforto e sustentabilidade dos edifícios.

Destaque para as soluções de construção a seco que possibilitam uma construção limpa, rápida, económica e que permitem a flexibilização dos espaços, melhorar o desempenho térmico e acústico dos edifícios e contribuir para um maior conforto dos seus habitantes. Soluções essas que são inclusivamente elegíveis para a 2ª fase do programa de apoio do Fundo Ambiental, que reembolsa os investimentos na área da reabilitação. (Saiba mais sobre este apoio aqui)

O Grupo Preceram aproveitará o evento para divulgar e promover as suas novas ferramentas digitais, nomeadamente, a página de internet SolucoesParaConstrucao.com, onde todos os produtos e soluções do Grupo Preceram estão acessíveis à distância de um clique.


Mais do que um site, é uma porta de entrada para o universo das empresas do Grupo Preceram. A partir daqui pode encontrar todas as novidades, informação e documentação, das empresas Argex, Preceram e Preceram Norte, Gyptec e Volcalis.

A Gyptec Ibérica lançou também recentemente a sua nova a página de internet. Totalmente renovada, com novas funcionalidades e mais conteúdos. Destaque para o Apoio Técnico, a nova subpágina onde se reúnem soluções construtivas, recomendações de prescrição e ferramentas digitais de apoio ao projeto. Para além do acesso direto ao Manual Técnico e ao Gestor de Soluções, disponibiliza ainda um mirror site da página da Gyptec na maior biblioteca mundial de objetos BIM, a BIMObject. Nesta área de trabalho é possível encontrar soluções para construção e reabilitação de paredes e tetos, agora com isolamento em lã mineral Volcalis.

Mais do que um website uma ferramenta de trabalho! Esta é a frase que caracteriza a presença das empresas do Grupo Preceram na internet.

No dia 7 de outubro, o Grupo Preceram participa no Ciclo de Conferências “Competitividade, Sustentabilidade e Resiliência na Construção”, onde se irá debater o tema: “Produtos eficientes, contributo para a funcionalidade e sustentabilidade”.

Um tema bastante premente e diretamente ligado à atividade das empresas do Grupo Preceram, que produzem produtos e soluções, que contribuem positivamente para a melhoria das condições do nosso parque edificado, assegurando eficiência energética, aumento da produtividade e conforto em casa.

Visite-nos, estamos no stand 2C11 do pavilhão 2, da FIL, de 6 a 9 de outubro.

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São João da Madeira: Câmara promove concurso de ideias para EB2,3

Os concorrentes têm 90 dias para apresentar as suas propostas, sendo que estas devem ter ainda em consideração a apresentação de “uma solução técnica, construtiva e financeiramente exequível, face ao valor de obra e ao ciclo da sua vida útil”

Ricardo Batista

A Câmara de São João da Madeira lançou um concurso de ideias com vista à elaboração do projeto de reabilitação e requalificação da escola básica dos segundo e terceiro ciclos (EB2,3), antigo ciclo preparatório da cidade.

Este passo segue-se à celebração, em 2020, de um protocolo entre a autarquia e o Ministério da Educação, abrindo caminho, precisamente, à reabilitação e reprogramação funcional desse estabelecimento de ensino sanjoanense.

Nesse documento, está previsto, para além da resolução da questão do amianto na EB2,3 de S. João da Madeira, o desenvolvimento de um estudo prévio de reabilitação do edifício e a sua reprogramação funcional.


O concurso de ideias agora lançado pela Câmara vai ao encontro do que estabelece esse protocolo, pois visa a seleção de um trabalho de conceção, para a reabilitação e requalificação do referido estabelecimento de ensino. Segundo o programa do concurso, pretende-se privilegiar a “originalidade e criatividade” da solução proposta, a sua “qualidade urbanística e arquitetónica” que, “através de um conceito original e inovador, seja capaz de potenciar a afirmação da Escola na cidade”, bem como “a integração e articulação com a envolvente próxima”.

Pretende-se também conciliar “a criação de espaços articuláveis e autonomizáveis, aptos para várias funções e programas, com outras áreas aptas para “uma única função, com características arquitetónicas e tecnológicas específicas, vocacionados para exposições”.

Nos termos do Anúncio de procedimento n.º 11576/2021 do Diário da República, os concorrentes têm 90 dias para apresentar as suas propostas, sendo que estas devem ter ainda em consideração a apresentação de “uma solução técnica, construtiva e financeiramente exequível, face ao valor de obra e ao ciclo da sua vida útil”.

Júri inclui representantes da DGEstE e do Agrupamento de Escolas
O júri do concurso é constituído por arquitetos da Câmara Municipal de S. João da Madeira e representantes da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) e do Agrupamento de Escolas João da Silva Correia, no qual se insere o antigo ciclo/EB2,3 da cidade.

O prémio a atribuir a quem apresentar a proposta que vier a selecionada pelo júri é de 15.000 euros. Estão ainda previstos 45 mil euros a dividir por todos os concorrentes admitidos, num máximo de 4500 euros por participante. O júri do concurso poderá ainda atribuir menções honrosas, sem prémio pecuniário.

Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

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EUREKATHON 2021 procura soluções para cidades sustentáveis

LTPLabs, Porto Business School e NOS promovem a terceira edição da Eurekathon, uma iniciativa que pretende encontrar soluções que contribuam para o desenvolvimento sustentável da sociedade

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A LTPLabs, a Porto Business School e a NOS estão a promover a terceira edição da Eurekathon, uma maratona de geração de ideias, que desafia estudantes e profissionais das áreas de engenharia e ciências, business analytics e data science a encontrar soluções inovadoras que respondam a problemas reais, alinhados com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. O objectivo é que os projectos arquitectados pelos participantes contribuam directamente para o desenvolvimento da sociedade, e lhes permitam reforçar competências críticas nos novos paradigmas da digitalização e inteligência artificial.

O tema da edição deste ano da Eurekathon é “Challenging Data for Sustainable Cities” e esta conta com a parceria da Câmara Municipal de Matosinhos e do CEiiA. Os participantes deverão fazer uma minuciosa análise dos dados disponíveis para, depois, apresentarem soluções de optimização dos espaços urbanos, de modo a promover cidades mais inteligentes e mais sustentáveis.

Segundo a ONU, hoje, cerca de 55% da população mundial vive em áreas urbanas e a expectativa é de que aumente para 75% até 2050. As cidades são o palco de transformação, onde a mobilidade, a eficiência na gestão de recursos, a acessibilidade e a representatividade constituem desafios acrescidos, mas são também motores de desenvolvimento.


A procura por soluções inovadoras que possam dar resposta às problemáticas urbanas do futuro e melhorar a vida das pessoas é premente, para a qual a terceira edição da iniciativa Eurekathon pretende contribuir.

A competição vai decorrer virtualmente entre os dias 12 e 14 Novembro, através de uma plataforma especialmente desenvolvida para o evento. No dia 20 de Novembro, os finalistas terão oportunidade de apresentar os seus projectos, que serão sujeitos à avaliação de um júri.

Com base no impacto potencial, na inovação e na profundidade analítica, este painel vai premiar três equipas e os resultados dos seus projectos serão partilhados e discutidos com a Câmara Municipal de Matosinhos.

Ao longo da competição, todas as equipas vão contar com o acompanhamento de mentores destacados e terão acesso a uma diversidade de dados de comportamento humano, de fontes privadas e públicas, para criar análises, modelos e ferramentas, com vista à resolução do desafio.

Os concorrentes poderão, ainda, participar em actividades complementares, que incluem momentos de interacção entre participantes e especialistas em Data Science e Smart cities, bem como momentos de entretenimento online, que promovem networking.

De recordar que as edições anteriores da Eurekathon contaram com a participação de mais de 300 talentos, entre estudantes das áreas de engenharia, ciências, business analytics e data science e profissionais de grandes empresas das áreas tecnológicas.

As inscrições estão abertas até dia 3 de Novembro, através do site da EUREKATHON.

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Construção de Ponte em Viana já está a concurso

A Câmara de Viana do Castelo aprovou, esta sexta-feira, em reunião do executivo, a abertura de concurso público para o projecto de execução de uma nova ponte sobre o rio Lima. O investimento global supera os 20 milhões de euros

Ricardo Batista

A Câmara de Viana do Castelo está já a promover o concurso público com vista ao projecto de execução de uma nova travessia do Rio Lima entre a EN 202 / área de localização empresarial
de Nogueira e a EN 203 / Zona Industrial de Deocriste. A empreitada será financiada pelo PRR –Plano de Recuperação e Resiliência no capítulo Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE) –
Acessibilidades Rodoviárias.

Concelho ‘exportador’
Segundo adianta a autarquia, Viana do Castelo é o 16º concelho mais exportador do país, contribuindo com 1,5% do volume nacional local. As empresas situadas nas áreas de localização empresarial abrangidas pela nova travessia evidenciam grande capacidade expansionista com os novos investimentos previstos. Neste sentido, o Município de Viana do Castelo propõe a nova travessia do Rio Lima, uma ligação rodoviária rápida e segura que fomenta o desenvolvimento socioeconómico da região e acrescenta o seu contributo no panorama nacional. A nova infraestrutura vai iniciar na EN 202, junto ao campo de futebol da Torre, com a reformulação da intercessão giratória de acesso à área de localização empresarial de Nogueira e à A27, no sentido Viana-Ponte de Lima.

Betão pré-esforçado
A travessia desenvolve-se na maior parte do percurso em tabuleiro de betão pré-esforçado, numa estrutura que permite minimizar os impactos na galeria ripícola e habitats incluídos na
Rede Natura 2000. A nova travessia termina na interceção giratória da EN 203, Zona Industrial de Deocriste, junto à DS Smith (antiga Portucel), permitindo desviar o tráfego de viaturas
pesadas da estrada nacional que tem sofrido com o aumento pela crescente actividade industrial deste complexo. Recorde-se que o Plano de Recuperação e Resiliência apresenta-se
como um documento estratégico onde estão plasmadas reformas estruturais fundamentais para assegurar a saída da crise pandémica e garantir um futuro resiliente para Portugal. No
capítulo Infraestruturas estão inscritos dois grandes investimentos necessários à dinamização económica do concelho vianense, nomeadamente a construção da nova travessia sobre o Rio
Lima entre a Estrada Nacional 203 – Deocriste e EN202 – Nogueira, e o acesso rodoviário da zona industrial do Vale do Neiva ao nó da autoestrada 28 (A28), que liga Viana do Castelo ao
Porto, empreitadas que ascendem a um valor global de 22 milhões de euros


Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

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Portugal marca presença na BIG 5 Show 2021 Dubai

Não sendo um mercado tradicional para Portugal, o Médio Oriente impõe-se pelo volume e dimensão dos projectos de construção e são cada vez em maior número os empresários nacionais que nele apostam

Dubai voltou a acolher mais uma edição do “BIG 5 SHOW”, aquele que é o mais importante certame da região e um dos mais importantes do mundo para a fileira da Construção e Materiais de Construção, Pedras e Rochas Ornamentais, Tecnologias e Ambiente. Portugal está presente com sete empresas, numa organização promovida pela AEP – Associação Empresarial de Portugal, através do Projecto Business on the Way. O evento que decorreu entre os dias 12 e 15 de Setembro, em simultâneo com o Middle East Concrete 2021 e o Middle East Stone 2021,
voltou ao formato presencial, depois da edição de 2020 ter decorrido em formato virtual.

Na edição de 2019, antes da pandemia trocar as voltas ao mundo, o certame contou com a presença de 2.507 expositores, provenientes de 61 países. Cerca de 11 empresas portuguesas
estiveram presentes no ano em que o certame foi visitado por mais de 67 mil visitantes profissionais oriundos de cerca de 132 nacionalidades.

“Em 2020 realizamos a BIG 5 SHOW VIRTUAL com 5 empresas nacionais. Os participantes dispunham de uma plataforma digital para apresentação dos seus produtos e empresas tendo
também realizado inúmeras reuniões por vídeo conferencia com potenciais importadores”, conta a associação empresarial que há 14 anos consecutivos tem em mãos a organização da
participação portuguesa no certame.

Números “não surpreendem”
Apesar da adopção de medidas de restrição impostas ainda pela pandemia, a edição deste ano contou com a participação de 1200 expositores, provenientes de 50 países. Foram organizados
20 pavilhões nacionais, 70 conferências temáticas e três grandes cimeiras, que, no seu conjunto, contaram com a participação de mais de 150 oradores. Números expressivos, mas
que não surpreendem. Até porque, não obstante o impacto económico derivado da pandemia, o “pipeline” de projectos na região é hoje superior a 2.5 triliões de dólares”, adianta a AEP.
Entre estes incluem-se “hospitais, aeroportos, centros comerciais, hotéis, residências e parques de diversão. Nestes megaprojectos destacam-se a Expo 2020 no Dubai, o Qatar Vision 2030, os Asian Games 2030, o Campeonato do Mundo de Futebol no Qatar em 2022, a Saudi Vision 2030 e a Área Financeira Rei Abdullah”, adianta fonte da associação citando um levantamento
realizado pela consultora Deloitte.

“A localização estratégica, altamente competitiva dos Emiratos Árabes Unidos (EAU), em especial o Dubai, na região do Golfo, com fácil acesso aos mercados do Médio Oriente, Ásia e
África”, faz deste o maior centro de negócios da região e um dos mercados mais atractivos do globo. Actualmente, cerca de 50% das suas importações são reexportadas para países como a
Arábia Saudita, o Irão, o Qatar, o Bahrein e o Kuwait, países com um interessante pipeline de investimentos e projectos em curso.

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Manuela Sousa Guerreiro

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Nova geração de mini-escavadoras CAT lançadas no mercado

A STET lança em Portugal três novos modelos que permitem tornar o trabalho “mais fácil, mais rápido e mais eficiente”, graças a todas as inovações tecnológicas que a marca incorporou

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302.7, 303CR e 303.5CR representam os três novos modelos da nova geração de mini-escavadoras CAT que a STET, representante oficial e exclusiva da Caterpillar em Portugal, acaba de lançar no mercado. Os novos modelos “permitem tornar o trabalho mais fácil, mais rápido e mais eficiente, graças a todas as inovações tecnológicas que incorporam, com a garantia de qualidade Caterpillar”, assegura a STET.

Desde logo, este lançamento traz consigo uma actualização dos indicadores de desempenho e manutenção dos equipamentos, garantindo uma melhoria, de até 20%, de melhoria do desempenho e de até 15% de redução do custo total de propriedade, para além de introduzir funcionalidades originais na indústria.

Os modelos de mini-escavadoras de nova geração CAT estão dotados com novos instrumentos tecnológicos, que os tornam mais ágeis e adaptáveis a qualquer situação. Entre eles a STET destaca “o controlo de joystick, o seu visor LCD para gestão de dados e configuração de máquinas, a sua cabine dobrável para melhor acesso aos componentes da máquina e o controlo de velocidade de cruzeiro”.

De destacar ainda a redução, em cerca de 30% dos custos de manutenção e a diminuição dos níveis de ruído e poluição, graças à sua cabine selada e pressurizada.

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Effisus lança selante para furos em coberturas metálicas

A Effisus explica o Bolt Protect consiste “numa cápsula de borracha que garante um ajuste perfeito sobre o parafuso e o excelente alongamento da membrana permite um acoplamento total com a área ao redor”, além de que “utiliza acessórios simples, o que permite uma instalação fácil e rápida”

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A Effisus, especialista em soluções de impermeabilização, está a promover a sua mais recente novidade. Trata-se do Bolt Protect, uma nova solução para selar e reparar permanentemente as infiltrações provenientes dos furos dos parafusos em coberturas metálicas.

Segundo a empresa, “a elevada elasticidade da membrana permite absorver movimentos estruturais dos painéis metálicos sem dificuldade. A cápsula integrada protege completamente o parafuso, garantindo 100% de estanqueidade ao mesmo, assim como a toda a área que o rodeia”.

Na descrição do Bolt Protect, a Effisus explica que se trata de “uma cápsula de borracha que garante um ajuste perfeito sobre o parafuso e o excelente alongamento da membrana permite um acoplamento total com a área ao redor”, além de que “utiliza acessórios simples, o que permite uma instalação fácil e rápida”.

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‘Em Foco Irlanda’ da aicep dedicada a materiais de construção

A Academia AICEP está a promover um conjunto de webinars dedicados a vários mercados e sectores. Os materiais de construção e o acesso ao mercado irlandês tomam o palco a 29 de Setembro

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A Academia AICEP está a promover um conjunto de webinars dedicados a vários mercados e sectores em que o seu delegado no país e diversos especialistas abordarão a situação actual e as novas condições de mercado. A sessão agendada para 29 de Setembro será dedicada ao sector dos Materiais de Construção e tem como destino o mercado irlandês.

Esta acção contará com a participação de Luís Reis, Director do Centro de Negócios da AICEP na Irlanda, e de Graham Mason, importador e distribuidor local e proprietário da empresa de construção de jardins e exteriores Mason Landscapes.

O objectivo deste webinar é apresentar os desafios e oportunidades do sector dos Materiais de Construção na Irlanda, dando a conhecer às empresas portuguesas interessadas no mercado o actual contexto económico local, as relações comerciais bilaterais, constrangimentos e conselhos úteis na abordagem ao mercado, e oportunidades no âmbito dos projectos de construção públicos e privados. Trata-se de um mercado aberto, mas muito concorrencial, que pela sua dimensão, sofisticação, cultura de negócios e ligações a Portugal, apresenta grande potencial para a internacionalização das empresas portuguesas.

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