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Sabe os principais benefícios de escolher as calças multiusos ideais para o seu trabalho?

Quando se fala da importância do uso de equipamento de proteção individual, normalmente são mencionados os capacetes, as botas e o equipamento de proteção facial e só raras vezes faz menção à importância de utilização de calças de trabalho adequadas à função. Contudo, as calças de trabalho são peças indispensáveis à execução de determinadas tarefas… Continue reading Sabe os principais benefícios de escolher as calças multiusos ideais para o seu trabalho?

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Sabe os principais benefícios de escolher as calças multiusos ideais para o seu trabalho?

Quando se fala da importância do uso de equipamento de proteção individual, normalmente são mencionados os capacetes, as botas e o equipamento de proteção facial e só raras vezes faz menção à importância de utilização de calças de trabalho adequadas à função. Contudo, as calças de trabalho são peças indispensáveis à execução de determinadas tarefas… Continue reading Sabe os principais benefícios de escolher as calças multiusos ideais para o seu trabalho?

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Quando se fala da importância do uso de equipamento de proteção individual, normalmente são mencionados os capacetes, as botas e o equipamento de proteção facial e só raras vezes faz menção à importância de utilização de calças de trabalho adequadas à função.

Contudo, as calças de trabalho são peças indispensáveis à execução de determinadas tarefas e não falamos apenas da sua função estética, mas também, e sobretudo, da sua parte funcional: proteger os profissionais e fornecer arrumação extra dos utensílios de trabalho.

Nesse sentido, escolher umas calças de trabalho que garantam segurança e conforto é fundamental para assegurar a produtividade dos profissionais. A roupa de trabalho é mais técnica do que a usada no dia-a-dia, mas existem vários estilos, tecidos e cores, de forma a dar resposta às várias necessidades e ao gosto de cada profissional.

Com tanta variedade, torna-se complicado escolher o que mais se adequa às suas necessidades enquanto profissional. Por esse motivo, criamos uma lista de dicas e orientações a ter em conta no momento de escolher as calças de trabalho mais indicadas para si.

Fatores a ter em conta na escolha das calças de trabalho

Cada setor de atividade requer funcionalidades distintas no que diz respeito ao equipamento de proteção individual, por isso há que ter em conta diversos fatores na escolha das calças de trabalho que mais se adequam a si.

Existem dois fatores de extrema importância que deverá ter sempre em conta no momento de decisão:

  • Conforto – A escolha do modelo mais adequado à sua atividade, assim como o tamanho indicado, irá permitir-lhe liberdade de movimentos durante as atividades laborais, garantindo o conforto e bem-estar.
  • Material – Deverá ter em conta o desgaste a que estarão sujeitas as calças de trabalho. Estas deverão ser duráveis e fornecer uma circulação de ar adequada. Em alguns casos também será vantajoso que o tecido seque rapidamente, mas veremos isso mais à frente.
  • As características essenciais para cada setor de atividade

    Como foi dito anteriormente, podemos eleger vários tipos de calças de trabalho segundo as necessidades técnicas de cada profissão. Sendo assim, elaboramos uma

    lista das principais funcionalidades e características que deverá ter em conta para cada setor de atividade:

    Hotelaria e Restauração:
    O tecido deverá ser leve e respirável, as calças deverão ser ajustáveis ao corpo e deverão transmitir o conceito do seu negócio, podendo optar por modelos mais casuais ou elegantes.

    Manutenção e Indústria:

    O elemento mais importante na escolha de umas calças para a indústria é a resistência, uma vez que nesta área normalmente o material sofre maior desgaste pelo que é muito importante desenvolver características que reforcem a sua durabilidade e resistência. Sendo assim, sugerimos umas calças com reforço no joelho. As calças de trabalho multibolsos também são uma escolha acertada uma vez que poderá armazenar ferramentas ou utensílios enquanto trabalha. Dependendo do tipo de trabalho que irá realizar, poderá também ter em conta as calças com refletores, permitem que se destaque no ambiente, garantindo a sua segurança.

    Estética e Cabeleireiros:
    Nesta área é recomendado uma calça de trabalho bastante transpirável, leve e de fácil manutenção no dia-a-dia. A melhor opção é uma calça de elástico na cintura, de forma que se ajuste e dê liberdade de movimento durante o trabalho.

    Outros fatores a ter em conta

    Em algumas áreas de negócio, como é o caso da restauração, a farda é um dos principais elementos de identidade do negócio pois ajuda o cliente a identificar sem dificuldade os colaboradores, ajuda o cliente a reconhecer o posicionamento e os valores da empresa, inspira confiança e pode até ajudar a contar histórias. Sendo assim, torna-se importante destacar que deverá optar por umas calças de trabalho que transmitam uma imagem coerente com a sua empresa e a restante farda de Trabalho.  Esta deverá ser uma peça integrante da mensagem que quer transmitir aos seus clientes. Uma calça mais formal é uma escolha mais comum quando olhamos para o setor da Hotelaria e Receção, transmitindo uma imagem mais profissional e limpa, enquanto uma calça mais informal é adequada para áreas que é necessário um maior movimento e mobilidade por parte de quem a usa.

    Independentemente da sua escolha, saiba que pode consultar a DAUTI, referência nacional na produção de fardas e uniformes de qualidade, com foco na inovação.  Com mais de 20 anos no mercado, fornece produtos únicos e personalizados, que vão de encontro aos seus valores e imagem corporativa para que possa encontrar fardas que se adaptam às várias necessidades do seu negócio.

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    INE: Avaliação bancária sobe para 1 272 euros por m2

    Segundo os dados mais recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística INE), registou-se um aumento de 1,7% face a Outubro. Todas as regiões apresentaram aumentos face ao mês anterior, à excepção do Alentejo e da Região Autónoma da Madeira

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    O valor mediano de avaliação bancária, realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação, fixou-se em 1 272 euros por metro quadrado (euros/m2) e Novembro de 2021, tendo aumentado 1,7% face a Outubro (1 251 euros/m2), segundo os dados mais recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística INE)

    Todas as regiões apresentaram aumentos face ao mês anterior à excepção do Alentejo e da Região Autónoma da Madeira, que mantiveram o mesmo valor. As maiores variações registaram-se no Centro e no Algarve (2,2% e 2,1% respectivamente).

    Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o valor mediano das avaliações cresceu 11,2%, registando-se a variação mais intensa na Área Metropolitana de Lisboa (11,1%) e a menor na Região Autónoma dos Açores (0,5%).

    No que diz respeito aos apartamentos, e para o mesmo mês em análise, o valor mediano de avaliação bancária de apartamentos foi 1 401 euros/m2, tendo aumentado 11,9% relativamente a Novembro de 2020. O valor mais elevado foi observado no Algarve (1 701 euros/m2) e o mais baixo no Alentejo (905 euros/m2). A Área Metropolitana de Lisboa apresentou o crescimento homólogo mais expressivo (11,6%), tendo a Região Autónoma dos Açores apresentado o menor (2,0%).

    Comparativamente com o mês anterior, o valor de avaliação subiu 1,2%, tendo a Região Autónoma dos Açores registado a maior subida (3,3%). A única descida verificou-se na Região Autónoma da Madeira (-0,1%). O valor mediano da avaliação para apartamentos T2 subiu 10 euros, para 1 422 euros/m2, tendo os T3 subido 19 euros, para 1 248 euros/m2. No seu conjunto, estas tipologias representaram 80,3% das avaliações de apartamentos realizadas no período em análise.

    O valor mediano da avaliação bancária das moradias foi de 1 031 euros/m2 em Novembro, o que representa um acréscimo de 8,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os valores mais elevados observaram-se no Algarve (1 758 euros/m2) e na Área Metropolitana de Lisboa (1 694 euros/m2), tendo o Alentejo registado o valor mais baixo (840 euros/m2). O Algarve apresentou o maior crescimento homólogo (10,3%) e o menor ocorreu na Região Autónoma dos Açores (1,2%).

    Comparativamente com o mês anterior, o valor de avaliação aumentou 2,1%. O Algarve apresentou o aumento mais acentuado (6,0%), tendo o Alentejo apresentado a única redução (-2,2%).

    Comparando com Outubro, os valores das moradias T2, T3 e T4, tipologias responsáveis por 88,9% das avaliações, atingiram os 976 euros/m2 (mais 20 euros), 1 019 euros/m2 (mais 22 euros) e 1 092 euros/m2 (mais 14 euros).

    Algarve, a Área Metropolitana de Lisboa, o Alentejo Litoral e a Região Autónoma da Madeira foram as regiões que apresentaram valores de avaliação superiores à mediana do País (34%, 32%, 4% , e 1% respectivamente). Beiras e Serra da Estrela foram as regiões que apresentaram o valor mais baixo em relação à mediana do País (-47%).

    Para o apuramento do valor mediano de avaliação bancária foram consideradas 29 612 avaliações, mais 8,7% que no mesmo período do ano anterior. Destas, 18 858 foram apartamentos e 10 754 moradias. Em comparação com o período anterior, realizaram-se mais 1 603 avaliações bancárias, o que corresponde a um aumento de 5,7%.

    O “Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação” tem periodicidade mensal, é apurado com base na informação do mês de referência e dos dois meses anteriores, sendo o âmbito geográfico o país. A unidade estatística observada é a habitação e a população alvo são as habitações avaliadas pelas Instituições bancárias, no âmbito dos processos de pedido de crédito para aquisição de habitação. O Inquérito recolhe informação caracterizadora dos alojamentos que são objecto de pedido de financiamento bancário e em cujo processo há lugar a uma avaliação técnica de cada imóvel. Assim, os seus resultados são representativos para o universo de alojamentos em que há recurso a esse meio de financiamento. A utilização desta informação deve ter em conta o facto das estimativas dos valores de avaliação dos alojamentos poderem reflectir parcialmente variações qualitativas das habitações avaliadas em cada período. São consideradas sete instituições financeiras nos resultados apurados por este inquérito, que cobrem cerca de 90% do montante total de novos créditos à habitação concedidos em 2018 no País.

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    Mondelez implementa EcoStruxure Resource Advisor da Schneider Electric

    Nova tecnologia, baseada na Cloud, visa monitorizar o consumo energético e reduzir a utilização de electricidade, água e gás natural na sua fábrica no Bahrain

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    A fábrica Mondelez Bahrain Biscuits implementou uma nova tecnologia baseada na Cloud que vai ajudá-la a monitorizar o consumo energético e a reduzir a utilização de electricidade, água e gás natural na sua fábrica no Bahrain. Através do sistema EcoStruxure Resource Advisor, da Schneider Electric, a equipa operacional vai medir e gerir as iniciativas de sustentabilidade ao longo dos 250.000 metros quadrados da fábrica que produz produtos como as marcas Oreo e Barni.

    Através da recolha e análise de dados das operações da fábrica, o EcoStruxure Resource Advisor proporciona à equipa de gestão das instalações uma visão em tempo real da utilização de energia e água, permitindo a comparação entre estes dados e os objectivos de sustentabilidade da empresa, assim como a comparação com outras das suas fábricas. O software, que pode recolher e combinar pontos de dados de medidores, sistemas de gestão de energia e de gestão de edifícios, equipamentos eléctricos, fornecedores de serviços e outras fontes, fornece insights sobre a utilização de energia e água que vão ajudar a identificar como a fábrica pode ser mais eficiente.

    A implementação desta tecnologia baseada na Cloud está alinhada com o compromisso da empresa: a Mondelēz Internacional está a trabalhar no sentido de construir uma cadeia de abastecimento mais sustentável, e comprometeu-se com os Science-Based Targets para reduzir a sua pegada de carbono a nível global e criar um impacto positivo no mundo e nas comunidades em que vive. Desde a sua criação, a Mondelez Bahrain Biscuits tem permanecido empenhada em integrar práticas sustentáveis no cerne das suas operações de negócios e definir metas ambiciosas para promover a sustentabilidade. Em 2020, a Mondelez Bahrain Biscuits W.L.L. registou melhorias significativas face a 2018, com uma redução de 65% nas emissões de CO2 das suas operações de produção, de 72% na utilização prioritária de água, e ainda uma redução de 70% no total de resíduos, assinalando um marco importante no caminho do desenvolvimento sustentável.

    Com base numa arquitectura de software aberta e interoperável, o Resource Advisor foi concebido para evoluir de acordo com as necessidades críticas de energia e sustentabilidade das instalações. As equipas de sustentabilidade têm acesso a uma biblioteca com modelos de estruturas de relatórios, como CDP, GRESB e GRI, e podem mapear os dados em diferentes enquadramentos que requeiram informações semelhantes. Tirando partido do poder do Resource Advisor, as equipas de sustentabilidade, finanças e energia podem colaborar, identificar ineficiências e impulsionar o desempenho, utilizando um conjunto de dados partilhado e claro.

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    Fidelidade vende portfólio do fundo Saudeinveste por 200 M€

    Os activos, localizados no Porto, Lisboa, Albufeira e Lagos, foram adquiridos pelo grupo francês Icade. A transacção foi assessorada, em exclusivo, pela CBRE Capital Advisors, que actuou em nome da Fidelidade

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    A Fidelidade vendeu o seu fundo de investimento imobiliário fechado Saudeinveste à Icade Santé por mais de 200 milhões de euros. A transacção foi assessorada, em exclusivo, pela CBRE Capital Advisors e contou com uma equipa multidisciplinar da CBRE Portugal, Espanha, Reino Unido e Países Baixos.

    O fundo Saudinveste é detentor de um portefólio de imóveis composto por quatro unidades hospitalares privadas em Portugal, onde se inclui três hospitais operados pelo Grupo Lusíadas em Lisboa, Porto e Albufeira, e ainda o Hospital São Gonçalo de Lagos, gerido pelo Grupo HPA Saúde. A aquisição foi realizada, em conjunto, pela Icade Santé e Icade Healthcare Europe, do grupo francês Icade, líder no sector imobiliário da saúde na Europa.

    Localizadas em zonas centrais, as quatro unidades hospitalares têm uma área total de 90 mil m² e mais de 300 camas. Com um bom desempenho em classificações internacionais, cobrem uma ampla gama de especialidades médicas e apresentam equipamentos de última geração. Os activos do Porto e de Lisboa estão entre os melhores estabelecimentos de saúde do País.

    Esta operação marca a entrada da divisão de saúde da Icade no mercado imobiliário de saúde em Portugal e insere-se na estratégia de expansão da empresa nos mercados do Sul da Europa, após a recente aquisição de hospitais em Itália.

    Além disso, tal como demonstrado no mais recente estudo da CBRE, mostra que “o sector dos cuidados de saúde apresenta fundamentos sólidos, impulsionado por tendências demográficas favoráveis ​​de longo prazo”.

    Para Igor Borrego, director de Capital Advisors da CBRE Portugal, esta foi uma transacção muito relevante para o sector em Portugal, quer pela dimensão, quer pela yield recorde. “Estamos muito satisfeitos com o resultado alcançado para o nosso cliente, mas também pela estreia em Portugal de um player tão importante no sector como a Icade. Foi uma transacção bastante concorrida e que, dado o contexto de pandemia em que vivemos, apenas foi possível com uma grande coordenação e cooperação entre as partes envolvidas”, sublinha.

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    Homing Group reforça “proximidade com os clientes”

    “Tratamos de tudo” e as três palavras chaves de negócio do Grupo, “compre, venda e rentabilize” foram o mote da activação de marca que teve como objectivo “dar notoriedade à marca e despertar a curiosidade de potenciais clientes”

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    tagsHoming

    A Homing Group, empresa especializada em Alojamento Local e de Mediação Imobiliária, saiu à rua numa iniciativa que visou “reforçar a proximidade com os clientes”. Desta forma, os consultores de Lisboa e do Porto, distribuíram brindes e sacos de pano aos proprietários das regiões. “Tratamos de tudo” e as três palavras chaves de negócio do Grupo, “compre, venda e rentabilize” foram o mote da activação de marca que teve como objectivo dar “notoriedade à marca e despertar a curiosidade de potenciais clientes”.

    Actualmente com quatro lojas, 250 propriedades para Alojamento Local e mais de 50 colaboradores, a Homing Group é composta por três marcas – Homing Short Term Rental, Homing Real Estate e Facility Care – que diversificam a sua oferta e rentabilizam a sua rede de contactos.

    João Boulou Vieira, CEO do Grupo Homing afirma que “consideramos a proximidade com o cliente um dos factores mais relevantes como sinónimo de confiança e credibilidade, por isso, vimos nos sacos a oportunidade de oferecer algo nesta quadra natalícia que fosse útil, suprisse uma necessidade e pudesse continuar com as pessoas mais do que uma vez e no seu futuro. Criando assim a relação de proximidade que procuramos com todas as acções que fazemos”

    Criada em 2016 e com capitais 100% portugueses, a sua “missão” assenta na “gestão e mediação de património imobiliário, de forma profissional e transparente e em garantir a confiança dos clientes”. Especializada em Alojamento Local de curta e média duração, encerrou o ano fiscal com mais de 250 unidades e, recentemente, apostou na mediação em compra e venda de imobiliário.

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    Porto Vivo lançou novo concurso para arrendamento acessível

    11º concurso encontra-se a decorrer até ao dia 9 de Janeiro de 2022. As habitações colocadas a concurso serão atribuídas através de sorteio

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    O período de candidaturas para o 11º concurso para arrendamento e subarrendamento a rendas acessíveis, promovido pela Porto Vivo, SRU, já se encontra a decorrer até ao dia 9 de Janeiro de 2022. As habitações colocadas a concurso serão atribuídas através de sorteio.

    O lote de oito habitações a atribuir divide-se em seis a ocupar no âmbito do programa Porto com Sentido, e duas que são propriedade da empresa municipal Porto Vivo e estão situadas nas zonas da Sé, Bonfim, Massarelos, Campanhã e Ramalde.

    Todos os dados relativos às habitações podem ser consultados na plataforma electrónica disponível no site da Porto Vivo, através da qual deverão também ser submetidas as candidaturas ao concurso. Admite-se, contudo, a apresentação presencial nas instalações da empresa municipal, mediante agendamento prévio.

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    Construção

    7 mil milhões para o “futuro” da construção

    A transição digital e a sustentabilidade são os grandes desafios da construção. O foco está na reabilitação, no sector da saúde e na melhoria de eficiência energética ao nível particular, da administração pública, dos serviços e das empresas

    Ricardo Batista

    Foi com “optimismo e confiança” na Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção (PTPC) como “instrumento absolutamente crucial” no processo de transformação digital e de sustentabilidade à volta de mudanças de natureza estrutural na indústria da construção, que João Neves, secretário de Estado Adjunto e da Economia, deu o mote para o 10º Fórum do Cluster Arquitectura Engenharia Construção (AEC), que se realizou a 15 de Dezembro, num formato totalmente digital. “Estamos num período de grandes oportunidades”, referiu João Neves salientando que foi um período em que “o sector olhou com confiança para o futuro, confiança em novas soluções, mais sustentáveis, mais capazes de responder aos anseios da sociedade”.

    Para debater estes desafios esteve presente na mesa-redonda, Fernando Alfaiate, presidente da Estrutura Missão Recuperar Portugal. 7 mil milhões de euros estão já disponibilizados no âmbito do PRR para componentes que envolvem a indústria da construção, com o foco na habitação, nas intervenções de reabilitação, no sector da saúde e na melhoria de eficiência energética ao nível particular, da administração pública, dos serviços e das empresas. Mas “a capacidade de resposta tem de ser grande”, avisa Fernando Alfaiate.
    Também, Isabel Pinto-Seppä, co-chair da Built4People Partnership do Horizon Europe, lançou o repto para o debate, apresentando a perspectiva europeia para o sector AEC em torno da transição verde e digital. A também directora de Assuntos Europeus do VTT (Technical Research Centre of Finland) referiu, ainda, que a indústria da construção está no centro das atenções do Green Deal, e considera que se deve “aproveitar o momento, não só em financiamento, mas para capitalizar a união do sector” a nível Europeu e no qual a PTPC é também um instrumento para a essa ligação com a Europa.

    “A construção circular é de facto o tema mais difícil que se coloca ao sector AEC”, afirma Rita Moura, presidente da PTPC/Cluster AEC, que refere ainda uma lacuna no sector ao nível da digitalização, quando comparado com outras indústrias. “A PTPC, o Cluster AEC e o Built CoLab têm o grande papel de demonstrar e promover a transformação digital de forma organizada e integradora”.
    A grande responsabilidade do sector AEC é a “procura de soluções que conduzam a uma maior eficiência material e energética para regeneração do ambiente construído”, acrescentou.

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    O Cluster AEC tem uma cadeia de valor alargada que vale 12% do PIB e emprega 10% da população activa, mas o sector em Portugal consome aproximadamente 70% dos recursos naturais e produz cerca de 30% dos resíduos gerados, sendo responsável por cerca de 40% das emissões de gases com efeitos de estufa.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

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    Edifício Cruzeiro, a nova Academia de Artes do Estoril

    Foi o primeiro centro comercial do país, ditou modas e tradição e agora está a ser transformado num pólo cultural, centro de formação de artes performativas e sala de espectáculos. Depois dos atrasos, o “novo” Edifício Cruzeiro – Academia de Artes do Estoril deverá inaugurar em Junho de 2022

    A nova Academia de Artes do Estoril que irá substituir o espaço comercial do Edifício Cruzeiro deverá inaugurar em Junho do próximo ano. A obra de reconstrução do icónico edifício localizado no Monte do Estoril, em Cascais, chegou a ser anunciada para 2017, mas só em 2019 finalmente avançou, depois do visto do tribunal de contas.

    O edifício foi comprado pela autarquia ao Fundo Pensões do BPI pelo valor simbólico de 100 mil euros, estando as obras de reconstrução avaliadas em sete milhões de euros (acrescido de iva). O projecto de requalificação do edifício que nasceu na década de 40 do século passado pela mão do arquitecto Filipe Nobre de Figueiredo, tem a assinatura do arquitecto Miguel Arruda e compreende a manutenção e preservação da fachada do edifício e a total demolição e posterior construção do interior. Uma opção que contraria a ideia inicial do município de preservar a identidade do edifício, mas que se tornou inevitável depois da análise do Laboratório Nacional de Engenharia sublinhar a “incompatibilidade do estado de conservação e resistência da estrutura, com as exigências de segurança actuais”.

    A memória do edifício, que foi o primeiro centro comercial da época moderna no país, será assegurada através da reconversão das características da construção existente, nomeadamente a implantação, a volumetria e a cércea, bem como a conservação do seu aspecto exterior com recuperação integral da fachada principal, da fachada poente e do torreão sul.

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    No seu interior o projecto engloba a construção de uma praça e de uma galeria exterior no piso térreo bem como uma sala de espectáculos, com capacidade para 294 lugares. Nos pisos dois e três ficaram localizados a escola de teatro, um centro de formação de artes performativas e audiovisuais e uma biblioteca e arquivos. A Academia de Artes do Estoril vai ainda receber todo o vasto e rico espólio do Teatro Experimental de Cascais e a formação de actores fica a cargo da Escola de Teatro do TEC, que vai trabalhar em estreita colaboração com a autarquia.

    Uma história onde se cruzam espiões e realeza

    Muito antes do Apolo 70 abrir portas em Lisboa, já o Edifício Cruzeiro fervilhava de actividade. Inaugurado em 1951, o projecto nasceu, contudo, uma década antes, quando a Europa estava mergulhada ainda na segunda guerra mundial. Alias, a posição neutra, fez do país, e em especial da capital, um centro de passagem de personagens de vulto e endinheiradas e com elas a necessidade de modernização comercial. O promotor e construtor Manuel António da Cruz pegou na oportunidade e a primeira pedra foi lançada já em 1947.

    Na altura, o arquitecto Filipe Nobre de Figueiredo projectou um edifício cuja “traça Modernista, tal com a volumetria, foram pensadas em grande. O chão dos corredores largos era revestido a calçada portuguesa, com setas a indicar a obrigação de circular pela direita e, além das 40 lojas previstas, onde não faltaria uma casa de fados, restaurante panorâmico, salão de festas, dancing, salas de jogos e mirante, tinha ainda um ringue de patinagem onde chegou a acontecer um combate de boxe”.

    De edifício referência arquitectónica, o Cruzeiro tornou-se, nos últimos anos, um edifício devoluto e esteve para ser demolido. O projecto actual restitui-o ao concelho e dá-lhe uma nova vida.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    AICCOPN: Consumo de cimento aumenta 5,9% até Dezembro

    Os números adiantados pela AICCOPN revelam também que o valor mediano da avaliação da habitação para efeitos de crédito bancário, no mês de Outubro, regista uma valorização de 10,6% em termos homólogos, em face de acréscimos de 11,8% nos apartamentos e de 6,7% nas moradias

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    O consumo de cimento no mercado nacional ao longo dos primeiros 10 meses de 2021, atingiu 3,19 milhões de toneladas, valor que representa um crescimento de 5,9% face a igual período do ano passado.

    Segundo dados avançados pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), até ao final de Outubro, foram licenciadas pelas Câmaras Municipais 15.280 obras em edifícios residenciais, o que corresponde a um aumento de 8,8% face às 14.046 obras
    licenciadas no período homólogo. No que diz respeito ao número de fogos licenciados em construções novas, apura-se um crescimento homólogo de 12,5% neste período, para 23.348 alojamentos.

    Relativamente, ao novo crédito para aquisição de habitação concedido pelas instituições financeiras até Outubro, assiste-se a um aumento, em termos homólogos acumulados, de 36,9%, situando-se nos 12.420 milhões de euros.

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    O valor mediano da avaliação da habitação para efeitos de crédito bancário, no mês de Outubro, regista uma valorização de 10,6% em termos homólogos, em face de acréscimos de 11,8% nos apartamentos e de 6,7% nas moradias.

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    Bowe Intralogistics expande portfolio com novo classificador de bolsas

    “Automatizar o processo de classificação dos artigos tornou-se crucial tanto a nível de eficiência como de redução dos custos logísticos, principalmente em períodos de picos de vendas, como o Natal e Black Friday”

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    A Bowe Intralogistics, divisão especializada em intralogística do Bowe Group, sediado na Alemanha e com actividade em Portugal, expandiu a sua gama de soluções de automação com um novo classificador de bolsas (Pouch Sorter) altamente flexível.

    O classificador de bolsas é um sistema de transporte suspenso automatizado para tarefas de classificação de alto volume que possibilita lidar com diferentes canais de vendas em paralelo, nomeadamente e-commerce e retalho omnicanal. Fornece acesso automático a itens únicos e permite efectuar pedidos individuais. Moda (peças de vestuário dobradas e penduradas) bem como papel, produtos impressos e personalizados são aplicações típicas. As áreas de classificação são instaladas perto do tecto, libertando área no chão do centro de distribuição. O alto nível de automação do sistema de transporte suspenso diminui significativamente as actividades manuais durante o processo de classificação e distribuição e garante o manuseamento seguro das mercadorias.

    Um único classificador de bolsas pode transportar, separar, armazenar peças de vestuário, produtos planos, itens individuais e até caixas pequenas de até 2,5 kg. Pode classificar até 7.200 itens por hora. Cada bolsa é equipada com um chip RFID ou código de barras, compatível com o item físico específico.

    “A integração dos canais de vendas online e offline apresenta desafios significativos para a intralogística dos retalhistas, exigindo entregas na loja a um número crescente de pedidos de e-commerce e devoluções para serem tratados da forma mais eficiente possível”, explica Miguel Lachat, responsável em Portugal pela Intralogistics Business Line. A necessidade de expandir a gama de produtos e, simultaneamente, aumentar as expectativas do cliente para entrega no dia seguinte veio aumentar a pressão por parte do retalho. “Assim, automatizar o processo de classificação dos artigos tornou-se crucial tanto a nível de eficiência como de redução dos custos logísticos, principalmente em períodos de picos de vendas, como o Natal e Black Friday”, comenta o responsável.

    Além de permitir o armazenamento temporário dinâmico de itens, o classificador de bolsas oferece suporte à gestão eficiente de devoluções com a redução de custos. Seguindo o lema “buffer storage, not re-storage”, os produtos mais vendidos e devolvidos pelos clientes podem ser prontamente recolhidos e temporariamente estacionados num sector de transição. Os itens já disponíveis no classificador de bolsas são posteriormente priorizados e evitam um novo procedimento de picking.

    Este sistema destaca-se, ainda, pelas suas bolsas especiais de descarga rápida ou a capacidade de escolher entre diferentes métodos de classificação. “Graças à sua arquitectura modular e flexível, o sistema pode ser adaptado à procura crescente, aumentando a capacidade e o desempenho”, acrescenta.

    Enquanto fornecedor de serviços completos, a Bowe Intralogistics disponibiliza, ainda, sistemas de transporte e tecnologia de transporte de materiais, soluções de picking e um conjunto de outras soluções de classificação e fornece soluções end-to-end de automação, cobrindo toda a cadeia de valor interna – da entrada de mercadorias à saída de mercadorias. Esta gama de equipamentos é complementada pelas soluções de software IoT da Bowe IQ, desde controlos de máquinas inteligentes a sistemas complexos de Warehouse Management e Warehouse Control Systems a soluções de entrega de última milha.

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    Hikvision lança novo kit de segurança para PME

    O kit disponibiliza seis melhorias ao nível da segurança corporativa e controlo de acesso para PME reduzindo carga de trabalho e custos e agilizando as respostas a incidentes

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    A Hikvision, fornecedora de soluções AIoT e serviços de Big Data com foco na indústria de segurança, lançou um novo ‘kit de segurança’ especial para pequenas empresas. O kit disponibiliza funções de segurança corporativa e controlo de acesso para pequenas e médias empresas a um preço acessível, reduzindo carga de trabalho e custos e agilizando as respostas a incidentes.

    “Maximizar a segurança e reduzir a carga de trabalho e custos relacionados” às empresas é o objectivo, ao mesmo tempo que “dá aos proprietários de negócios a liberdade de controlar a segurança de qualquer lugar, dando-lhes paz de espírito quando não puderem estar no local”, afirma Parker Li, director do Departamento de Planeamento de Marketing da Hikvision.

    O portfólio recentemente lançado da Hikvision de tecnologias cool de segurança oferece seis benefícios principais para proprietários e gerentes de pequenas empresas. Permite que proprietários ou gerentes de empresas abram portas remotamente usando o terminal de reconhecimento facial Hikvision MinMoe. “Isto permite que controlem o acesso de funcionários, fornecedores e demais visitantes, de qualquer local, tudo por meio de um dispositivo móvel. As pequenas empresas também podem usar o nosso terminal MinMoe como uma solução económica para atendimento sem contacto e controlos de acesso”.

    As câmaras com tecnologia AcuSense podem, também, diferenciar entre pessoas e veículos e outros objectos em movimento, como folhas ou chuva forte. Isso permite que proprietários e gerentes de negócios minimizem alarmes falsos, reduzindo custos e concentrando esforços em responder o mais rápido possível a ameaças reais à segurança.

    Outra funcionalidade é a solução AcuSense Live-Guard, que através de alarmes sonoros e visuais, permite dissuadir os intrusos antes que eles entrem no local da empresa. Os proprietários ou responsáveis de empresas também podem gravar mensagens de áudio personalizadas para transmitir através das câmaras para aumentar a segurança.

    A tecnologia ColorVu da Hikvision oferece, ainda, às PME’s imagens com cores, até mesmo abaixo de 0,0005 lux, que é o equivalente à luz das estrelas numa noite sem lua. Imagens coloridas fornecem muito mais detalhes, facilitando a identificação de intrusos e aumentando a qualidade da evidência para uso posterior.

    A série Ax Pro de detectores de alarme internos e externos sem fio são integrados de forma nativa com as câmaras Hikvision. Essa pré-integração significa que os proprietários ou gerentes de negócios podem configurar soluções de segurança de forma extremamente rápida e fácil, e geri-los a partir de um único dispositivo, sem a necessidade de sistemas separados para alarmes e câmaras.

    Ao instalar o Hik-Connect nos seus dispositivos móveis, os proprietários e gerentes de negócios podem, também, monitorizar alarmes e imagens de todos os dispositivos Hikvision conectados nos seus sistemas.

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