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Victor Moure é o novo Country Manager da SE Portugal

Com um percurso de mais de onze anos na empresa, Victor Moure assume esta nova etapa com o objectivo de “promover a inovação e competitividade no País”

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A empresa Schneider Electric anunciou Victor Moure como novo Country Manager de Portugal. Com um percurso de mais de onze anos na empresa, Victor Moure assume esta nova etapa com o objectivo de “promover a inovação e competitividade no País”.

Com 15 anos de experiência profissional na área comercial, parte deles orientada para o mercado da banca e das seguradoras, e cerca de uma década dedicada a soluções de automação e gestão de energia, já na Schneider Electric, Victor Moure, integrou a empresa em 2010 para dar suporte a funções de desenvolvimento de negócios e foi, em 2014, promovido a KNX and Datacom Sales Manager.

Em 2017, acumulou, também, o cargo de Electricians Channel Manager, tendo desenvolvido inúmeras iniciativas para ajudar os fornecedores de electricidade a implementar medidas de transformação digital, com foco em automação, IoT e gestão eficiente de energia. Desde 2019 desempenhava funções de Area Sales Director para quatro regiões distintas na Península Ibérica: Catalunha, Ilhas Baleares, Andorra, Aragão e Comunidade Valenciana.

Licenciado em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Aberta da Catalunha (UOC), o executivo completou a sua formação com um MBA em Gestão pela IESE Business School (Universidade de Navarra). Victor Moure considera-se um verdadeiro apaixonado por Portugal, viajando frequentemente por toda a Península Ibérica.

“Estou muito entusiasmado com esta nomeação e preparado para colocar a minha experiência em prática,” afirma o novo Country Manager de Portugal da Schneider Electric. “Enquanto Country Manager para Portugal, pretendo continuar a nossa caminhada em direcção à digitalização e à sustentabilidade, fortalecendo as capacidades de inovação e competitividade do território”, acrescentou.

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“Acho que a abordagem para mitigar a crise climática precisa ser radical”

Arquitecta, investigadora e docente, Marina Tabassum é a vencedora do Prémio Carreira Trienal de Lisboa Millenium bcp, da edição de 2022. Segundo a organização, a sua prática ao longo das últimas três décadas a partir natural do Bangladesh, de onde é natural, “é um exemplo inspirador de como o trabalho em arquitectura com comunidades locais pode ter repercussões em todo o Planeta” indo, por isso, ao encontro dos valores propostos de Terra

Em entrevista à Traço, a Marina Tabassum aponta o importante papel da selecção de materiais e estratégias ambientais na definição do tecido do edifício como forma de minimizar os efeitos das alterações climáticas e acredita que a abordagem precisa “ser radical”. Da mesma forma, considera que a arquitectura deve assumir “um papel de agente de mudança” no que diz respeito ao trabalho junto de comunidades locais mais desfavorecidas. Uma prática que deve sobrepor-se “a um mercado orientado para o lucro”. O caminho já começou e, com este prémio, Tabassum pretende estimular, ainda mais, discussões sobre o papel da arquitectura na mudança de pensamentos e valores.

Qual é a importância desta distinção?

Os reconhecimentos são importantes, pois trazem para o foco questões e buscas que são relevantes para o nosso tempo e contexto. Estamos a viver um momento muito interessante de mudança de paradigmas. Espero que distinções como esta da Trienal de Lisboa estimulem discussões sobre o papel que a arquitectura pode ter na adaptação da paisagem à mudança dos nossos pensamentos e valores.

Qual a importância do papel da arquitectura como veículo/ferramenta social?

A indústria da construção civil, da qual nós arquitectos somos parte integrante, é um dos maiores contribuintes da crise climática, aumentando o stock de resíduos e o acesso desigual a um ambiente de vida de qualidade.

Se considerarmos o contexto actual do nosso tempo em que o ambiente natural habitável está ameaçado pelo excesso de extracção da matéria-prima e produção com o foco único no crescimento económico, isso criou uma enorme disparidade nas condições de vida tanto no contexto urbano quanto no rural. Quão responsável será nossa profissão se o continuarmos a negligenciar? A arquitectura, os arquitectos e toda a indústria da construção têm responsabilidade para com uma sociedade equitativa. Como profissão criativa temos a capacidade de reimaginar e reinventar formas de usar a arquitectura como ferramenta social.

Bait-Ur-Rouf-Mosque_©-Sandro-Di-Carlo-Darsa

A urgência de cuidar da ‘Terra’ leva a uma mudança radical na forma como a arquitectura é projectada e feita. Quais são as principais mudanças que já se fazem sentir?

A Terra pode curar-se sem intervenção humana, se reduzirmos as nossas actividades antropogénicas. Cuidar da Terra é, na verdade, cuidar do nosso ambiente habitável. Testemunhámos durante a pandemia, quando entrámos em confinamento, como a natureza se cura quando as actividades humanas são reduzidas. Precisamos restaurar o ecossistema, limpar o ar e a água, reduzir os resíduos antropogénicos não apenas para a Terra, mas para a nossa própria existência.

Porque é que construímos edifícios revestidos de vidro em regiões de climas quentes, onde a temperatura pode chegar a 55°C. Deveria ser crime desperdiçar energia na refrigeração destes edifícios.

Em vez de construir novos, precisamos nos concentrar no ambiente construído que criamos e trabalhar em estratégias de adaptação que sejam amigáveis ​​ao meio ambiente, fazendo uso dos recursos naturais como luz do dia, vento, sombra-sombra respondendo aos contextos e reduzindo nossa dependência sobre combustível fóssil. Precisamos abordar a vegetação e a segurança alimentar, que por si só pode actuar como acção restauradora.

Como prevê que sejam os próximos anos em termos de como o planeta enfrentará a crise climática? E que acções devem ser tomadas a nível global para que a profissão de arquitecta desempenhe um papel cada vez mais activo?

Em Bangladesh, já estamos a enfrentar os efeitos das mudanças climáticas. Os padrões climáticos imprevisíveis estão a perturbar a ecologia agrícola. A subida do nível do mar, induzida pela crise climática aumentou as inundações, a erosão das margens dos rios e afectou também a biodiversidade das zonas costeiras. Um grande número de pessoas tornou-se ‘migrantes climáticos’.

Condições climáticas extremas na forma de secas, inundações, furacões, deslizamentos de terra, incêndios florestais estão a acontecer de forma global e a afectar um grande número de pessoas. Estes fenómenos vão aumentar nos próximos anos.

Acho que a abordagem para mitigar a crise climática precisa ser radical. A arquitectura precisa de se concentrar apenas em edifícios e construções essenciais. Pelo menos durante uma década, a arquitectura devia focar-se na recuperação do desequilíbrio ambiental. Construir para os desfavorecidos e para as vítimas mais vulneráveis às alterações climáticas é mais importante do que construir apartamentos e escritórios de luxo. Mas um mercado orientado para o lucro não se concentrará em abrigar esta população. Neste sentido, os arquitectos podem assumir o papel de agentes de mudança.

Mas a nível global, não deve ser difícil reduzir a extracção, a superprodução de edifícios e materiais de construção. Podemos reduzir as longas cadeias de fornecimentos adquirindo materiais localmente, com o foco em pesquisas colaborativas sobre como transformar em materiais de construção utilizáveis os resíduos. Cada edifício deve ser resiliente ao clima e optimizar o uso de energia e isso pode ser exigido por lei. A reutilização adaptativa deve ser incentivada em vez da substituição completa dos edifícios existentes.

Museum-of-Independence-and-Independent-Monument_©-Sandro-Di-Carlo-Dars

A forma de fazer arquitectura difere do contexto, do país, das condições socioeconómicas. O que podemos aprender com o que está a ser feito em Bangladesh e nos países vizinhos?

Nem tudo que está sendo feito em Bangladesh e na região são exemplares que podem ser replicados. Mas há muitos arquitectos e escritórios de arquitectura que abordam a profissão com mais responsabilidade do que os outros. Grande parte de nossa arquitectura pretende ser ‘climate responsive’ e ao contexto e são menos dependentes de meios artificiais de controle climático. Também procuramos que os materiais utilizados sejam, normalmente, provenientes do país. Além disso, recorremos à força de trabalho local para trabalhar no sector da construção. Isso gera economia local.

Temos comunidades de jovens arquitectos que não seguem a forma convencional da prática, mas com foco no trabalho com comunidades menos privilegiadas através de processos participativos de design e construção. Mesmo quando não há clientes ou financiamento, os arquitectos estão a criar projectos e a envolver pessoas para construir os seus próprios ambientes de vida. São novas formas de práticas que se estão a mostrar muito impactantes para as comunidades de baixos rendimentos.

Quais os projectos que destacaria e porquê?

É difícil destacar projectos, pois cada um é diferente devido ao seu contexto, programa e narrativa. A mesquita Bait ur Rouf é o primeiro projecto que chamou a atenção para a nossa prática. É um projecto único onde todas as minhas preocupações arquitetónicas se manifestaram através do design.

Os projectos nos campos de refugiados são únicos pelo contexto e narrativa difíceis e também pelas restrições impostas à construção que nos obriga a procurar formas inovadoras de construção. Os projectos são o resultado do envolvimento da comunidade no design e na sua própria construção.

Por exemplo, a unidade de habitação modular móvel Khudi Bari é a nossa resposta à preparação climática para as comunidades marginalizadas de Bangladesh. Este é, também, um projecto único que ajudou a salvar as vítimas das cheias, incluindo os seus vizinhos na recente enchente de 2022.

BIO

Marina Tabassum

Arquitecta e investigadora e docente natural do Bangladesh, Marina Tabassum fundou a Marina Tabassum Architects, com sede em Dhaka, em 2005, depois de 10 anos como sócia e cofundadora do URBANA, também em Dhaka. No seu trabalho, que vai do institucional ao multi-residencial e ao cultural, Marina Tabassum procura “estabelecer uma linguagem de arquitectura que seja contemporânea, mas reflexivamente enraizada no lugar”.

Marina Tabassum é directora académico do Bengal Institute for Architecture, Landscapes and Settlements, uma plataforma intelectual para aqueles que estão empenhados a imaginar e moldar futuros ambientais na região. Leccionou na Harvard University Graduate School of Design, Technical University, Delft, University of Texas at Arlington e BRAC University, tendo sido, também, agraciada com um doutoramento honorário da Universidade Técnica de Munique.

A sua contribuição no campo da arquitectura rendeu-lhe honras e elogios, incluindo Prémios Aga Khan para Arquitectura, o Prémio Memorial Arnold W. Brunner, da Academia Americana de Artes e Letras, a Medalha de Ouro da Academia Francesa de Arquitectura, a Medalha Soane de Sir John Soane Museum e o Prémio Jameel do Victoria and Albert Museum.

Marina Tabassum está, igualmente, envolvida na organização de comércio justo Prokritee como membro do Conselho, capacitando mulheres de Bangladesh através da exportação de objectos artesanais. Iniciou, também, projectos de habitação de baixo custo em cidades ao redor de eco-resorts actualmente em construção no sul de Bangladesh e criou a FACE, com o objectivo de procurar soluções de vida resilientes ao clima para as vítimas vulneráveis ​​às mudanças climáticas.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

Jornalista
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Research©-Biogenic-Constructions (Premiado na categoria Investigação)

Arquitectura

Trienal 2022 revela vencedores Prémio Début e ‘Prémio Universidades’

O atelier brasileiro Vão é o vencedor do Prémio Début. Já no Prémio Universidades foram distinguidas quatro propostas ex-aequo na categoria Mestrado e uma na categoria Investigação, cujos 17 ensaios seleccionados serão compilados num antologia a ser lançada em finais de Outubro

Vão é o atelier vencedor do Prémio Début Trienal de Lisboa Millennium bcp. Sediado em São Paulo, no Brasil, e fundado em 2013 por Anna Juni, Enk te Winkel e Gustavo Delonero, o atelier “destacou-se pela sua originalidade, compromisso com o ambiente e elegância da sua obra, resultado da mestria do desenho arquitectónico e uma profunda compreensão dos materiais”.

Na sua obra, que integra desde a habitação ao Museu de Arte Sacra, destaca-se uma fábrica de tijolos, em Alvaré, no estado de São Paulo. Construído com 12 mil blocos de tijolos empilhados sem argamassa, Vão escolheu como material o produto da própria fábrica, evitando o impacto do transporte. “O processo de construção assemelhou-se a uma montagem, podendo ser integralmente reutilizado em caso da relocalização. A estabilidade do edifício foi obtida aumentando significativamente a volumetria das paredes, à semelhança das antigas construções megalíticas”, indica o atelier.

Na corrida ao Prémio Début estiveram 10 finalistas, ateliers e profissionais individuais provenientes dos dois hemisférios do globo. O galardão destaca uma prática profissional individual ou colectiva para impulsionar o crescimento intelectual e profissional de talentos emergentes numa fase crucial do seu percurso.  O valor pecuniário atribuído ao 1º prémio duplicou desde 2019, tendo agora um valor de 10 mil euros.

Na mesma cerimónia foram, também, reveladas as propostas vencedoras do concurso Prémio Universidades Trienal de Lisboa Millennium bcp que, pela primeira vez, incluiu duas categorias, Mestrado e Investigação.  No total das duas categorias, 18 dos projectos candidatos integram as exposições centrais da 6.ª edição da Trienal e 9 foram finalistas do Prémio. O galardão tem como principal objectivo aproximar escolas e centros de investigação, incentivando a criação de novas pontes com a prática da arquitectura.

“Pela elevada qualidade e pertinência das propostas”, foram distinguidas quatro propostas vencedoras ex-aequo na categoria Mestrado, nomeadamente, aAquatic Livelihoods, da Universidade de Harvard, nos E.U.A., patente na exposição Visionárias, Coastal Interference, da Bergen School of Architecture, na Noruega, e The Theater of the People da Spitzer School of Architecture, City College of New York, nos E.U.A., patentes na exposição Multiplicidade e The (in)visible traces of the landscape, da ENSA École Nationale Supérieure d’Architecture de Versailles da Université Paris-Saclay, em França, apresentada na exposição Ciclos.

Na categoria Investigação, o galardão foi para Biogenic Construction, do Institute of Architecture and Technology, que pertence ao The Royal Danish Academy, na Dinamarca, um projecto apresentado na exposição Ciclos e com um ensaio no respectivo livro.

Em finais de Outubro, é lançada uma antologia — Emerging voices on new architectural ecologies — com dezessete ensaios de projectos seleccionados neste concurso, reunindo diversas abordagens para trabalhar com a natureza e as comunidades rumo a uma nova linguagem arquitectónica e revelando algumas das ideias mais progressistas das escolas de arquitectura de hoje.

Os Prémios Trienal de Lisboa Millennium bcp foram revelados numa cerimónia que decorreu na passada sexta-feira, dia 30 de Setembro, na Academia de Ciências de Lisboa, com a presença de finalistas, premiados e premiadas, incluindo a arquitecta Marina Tabassum, Prémio Carreira Trienal de Lisboa Millennium bcp.

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.PT inaugura “a casa da internet portuguesa”

Construída para funcionar como hub digital, a nova sede do .PT chama-se Barra Barra (//) e disponibiliza um conjunto de infraestruturas que privilegiam o desenvolvimento de competências digitais e a implementação de projectos ligados à inovação

O .PT, entidade responsável pela gestão do domínio de topo português, inaugura esta segunda-feira, 3 de Outubro, a sua nova sede. Uma data que coincide com a celebração há 31 anos, do primeiro domínio registado em .pt: dns.pt..
O edifício Barra Barra (//) pretende ser a casa da internet portuguesa e um hub tecnológico aberto à comunidade, com vista ao desenvolvimento de projetos e ideias inovadoras, em particular no domínio da capacitação digital.

Construída para funcionar como um verdadeiro espaço digital, o edifício disponibiliza um conjunto de infraestruturas, que privilegiam a aquisição e o reforço de competências digitais e a implementação de projectos ligados à inovação, destinadas tanto aos colaboradores do .PT como a pessoas ou entidades externas.

O edifício Barra Barra localiza-se no número 29 da Rua Eça de Queiroz junto ao Marquês de Pombal e compreende um total de 700 metros quadrados, distribuídos por três pisos, contando com um auditório, com capacidade para 50 pessoas em plateia, aberto à comunidade. O projecto de arquitectura conta com a assinatura do atelier Miguel Amado Arquitectos.

Entre as iniciativas previstas para a nova sede, destacam-se a criação da Academia
.PT, que dá corpo ao conceito de hub digital e permitirá um conjunto de sessões de formação em torno de temas que incidam sobre a actividade do .PT, bem como do .PT 360 – Innovation Center, com vista a promover a inovação tecnológica, através do apoio ao desenvolvimento de novas ideias e modelos de negócio, a experimentação de projectos e a capacitação de pessoas e organizações na digitalização.

As competências digitais e as tecnologias emergentes serão as áreas prioritárias deste centro de inovação, com especial foco em inteligência artificial, big data, cibersegurança, identidade digital, e-commerce, e no futuro da internet.

“Em 30 anos, esta é a primeira sede património próprio do .PT. Além de ser um momento marcante na nossa história e que muito nos orgulha, trata-se de uma oportunidade para acolher todos os projectos do ecossistema digital liderado pelo .PT, parceiros e restantes stakeholders, assente numa visão aberta para um modelo de trabalho mais dinâmico, diverso e inclusivo”, refere Luísa Ribeiro Lopes, presidente do conselho directivo do .PT.

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Filme “O Sentido da Arquitectura” marca 8º aniversário da Kronos Homes

Filme, produzido pela promotora, contou com a presença do arquitecto Souto de Moura, Rafael Aranda e Carme Pigem, do estudio RCR Arquitectes, Rafael de La- Hoz e, ainda, Ricardo Bofill, destacando a visão inovadora de todos os seus protagonistas, que assinaram alguns dos principais projectos desenvolvidos pela empresa ao longo dos anos

A promotora Kronos Homes celebrou o 8º aniversário com a apresentação do filme “O Sentido da Arquitectura”, protagonizado pelo arquitecto português Eduardo Souto de Moura e ainda Rafael Aranda e Carme Pigem, do estudio RCR Arquitectes, Rafael de La- Hoz e Ricardo Bofill, cujas obras deixaram um legado na história da arquitectura.

“O oito simboliza o ciclo contínuo entre o princípio e o fim, o constante renascimento e tudo o que transcende os seus limites. Ao longo destes anos, consolidámo-nos e crescemos enquanto empresa, os nossos projectos tornaram-se uma realidade, as nossas habitações foram transformadas em casas, e construímos uma identidade em torno do valor que mais nos caracteriza: a nossa paixão pela arquitectura”, explicou Saïd Hejal, CEO da Kronos. “Este documentário é a fórmula certa para celebrar a nossa paixão e orgulho pelo nosso caminho”, rematou. 

Duzentas pessoas relevantes no mundo da arquitectura e do design marcaram presença neste evento, onde Eduardo Souto de Moura partilhou que vê a arquitetura como “um serviço”: “O que eu quero é saber se tenho contribuído para a felicidade das pessoas”, confessou.

“O Sentido da Arquitetura” é um filme produzido pela Kronos e que coloca a arquitectura no centro, destacando a visão inovadora de todos os seus protagonistas, que assinaram alguns dos principais projectos desenvolvidos pela empresa ao longo dos anos. A estreia aconteceu no Teatro Real de Madrid e contou com a presença de todos estes arquitectos e ainda do filho de Ricardo Bofill, que faleceu em Janeiro deste ano, Pablo Bofill. 

A produção do documentário começou há três anos, quando a Kronos Homes se propôs a levar ao grande público a visão destes arquitectos, que são referências em Portugal e em Espanha, assim como os locais onde se podem visitar os seus projectos, tendo sido gravado nos estúdios e locais de inspiração de cada um dos protagonistas. Entre estes planos, destaca-se a casa de Ricardo Bofill, o seu estúdio e o seu templo La Fábrica, gravados três meses antes da sua morte. Em Portugal, as filmagens aconteceram em Lisboa, Porto e Algarve e, em Espanha, as cidades escolhidas foram Madrid, Barcelona, Olot, Valência e a Costa del Sol.

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Mota-Engil vai construir mais três linhas de metro no México

Em consórcio com a China Railway Rolling Stock Corporation, CRRC, a Mota-Engil México assinou um contrato para a realização de um projecto ferroviário avaliado em 1,3 mil milhões de euros

A Mota-Engil informa que a sua participada Mota-Engil México, em consórcio com a CRRC, assinou um contrato para a realização de um projecto ferroviário no montante de 1,3 mil milhões de euros.

De acordo com a informação enviada à Comissão do Mercados de Valores de Capital, o projecto “consiste na construção das linhas 4, 5 e 6 do Metro de Monterrey, com uma extensão de 36 km, apresenta uma duração prevista de 5 anos e irá contribuir para melhorar as soluções de mobilidade na cidade de Monterrey”, refere o grupo.

Com a adjudicação deste projecto, “a Mota-Engil consolida a sua posição no México como um dos maiores players no segmento ferroviário”, afirma nota do grupo

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Mafra lança concurso de 5,1M€ para instalação do Museu Nacional de Música

A autarquia aprovou a abertura de procedimento, por concurso público, para a empreitada referente à instalação do Museu Nacional da Música no Palácio Nacional de Mafra , com um preço preço-base de cerca de 5,1 milhões de euros, acrescido de IVA à taxa legal em vigor

Para a execução desta intervenção, foi celebrado um contrato interadministrativo que estabelece as condições de cooperação entre a Direcção-Geral do Património Cultural e o Município de Mafra, estando o apoio financeiro para a realização do investimento previsto no contrato de financiamento celebrado entre o Município de Mafra e o Fundo de Salvaguarda do Património Cultural.

Esta empreitada visa a implementação do projecto vencedor do concurso público de concepção para a elaboração do projecto de instalação do Museu Nacional da Música no Palácio Nacional de Mafra. O referido projecto visa potenciar a colecção existente no Museu com a sua ligação à condição de Mafra como edifício-instrumento. Como a intervenção tem a particularidade de ser um museu dentro de um palácio, pretende-se que o espaço de exposição, proporcionando experiências e actividades pedagógicas, possa permitir a descoberta dos conteúdos musicais, mas também a contemplação do magnífico edifício que é Património Mundial da UNESCO.

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Sonae Sierra aumenta o portefólio de activos sob gestão na Europa e Marrocos

Nos primeiros 9 meses de 2022, a Sierra assinou mais 23 novos contratos de serviços de property management e leasing. Actualmente a empresa gere mais de 2,4 milhões de m2 de ABL, tendo mais de 125 activos sob gestão

Nos primeiros nove meses de 2022, a Sierra reforçou e diversificou o seu portefólio de activos sob gestão na Europa e em Marrocos com a assinatura de 23 novos contratos e captação de novos clientes. Desde o início do ano, a empresa conta com mais 11 novos contratos da área de property management e 12 de leasing, ao serviço de diferentes perfis de clientes, de institucionais a investidores privados.

A Sierra tem vindo a apostar num crescimento internacional abrangendo diferentes tipologias de activos imobiliários. Desde o início do ano, o crescimento da prestação de serviços de property management é bem reflectido em países como Alemanha, Espanha, Itália, Polónia, Portugal, Marrocos e Kosovo.

“Estamos muito satisfeitos com o incremento relevante de novos contratos de serviços conseguido nestes primeiros 9 meses do ano, para além de reforçarmos a nossa posição como gestores e agentes de comercialização de centros comerciais e retail parks, salientamos a entrada em novas tipologias de activos, como edifícios de uso misto e comercialização de escritórios, assim como a expansão do nosso negócio em novos países, com a captação de novos clientes”, sublinha Cristina Santos, directora executiva da área de property management da Sierra

Um dos activos recentemente adicionados ao portefólio de gestão foi o Atrium Saldanha, um edifício emblemático de uso misto, sendo um dos mais importantes centros de escritórios em Portugal com uma componente relevante de retalho.

Em Espanha, a Sierra é, desde Setembro, responsável pela comercialização do Breogán Park, em La Coruña, o maior projecto de retail park e de uso misto em desenvolvimento no país, contando mais de 60.000m2 de ABL. Na Alemanha, a Empresa começou a gerir o Europa Galerie em Saarbrücken, num país onde conta com um portefólio de 7 activos sob gestão. Outro contrato relevante foi o serviço de leasing para o centro Vulcano, em Itália, situado na área metropolitana de Milão, e que conta com cerca de 160 lojas.

Entre os vários activos adicionados ao portefólio de gestão fora da Europa, destaca-se o Aeria Mall, em Casablanca, onde a Sierra é responsável pela gestão e comercialização. Em Marrocos, a Sonae Sierra gere um portefólio diversificado, com 3 centros comerciais sob serviços de property management e mais 3 contratos de leasing para outros 3 activos diversos incluindo uma das principais estações de comboio de Rabat.

Finalmente, durante este período, a Sierra firmou um contrato para prestar um amplo leque de serviços com o Prishtina Mall, aquele que deverá ser o maior centro comercial do Sudeste da Europa. Localizado na capital do Kosovo, trata-se de um activo com um ABL de 115 mil m2 e cerca de 235 lojas.

Mais de 2,4 milhões de m2, com mais de 125 activos sobre gestão

Hoje, a Sierra gere uma carteira de activos imobiliários diversificada em termos geográficos e de tipologia. Durante o ano de 2022, a taxa de ocupação dos centros comerciais geridos pela empresa no continente Europeu e em Marrocos manteve-se nos 97%, um resultado que demonstra uma gestão resiliente e ágil após o recente período de pandemia.

A Sierra é também responsável pela gestão de seis mil contratos com lojistas, cobrindo cerca de 2,4 milhões de m2 de ABL (Área Bruta Locável) na Europa e Marrocos.

“Estamos empenhados em continuar a criar experiências diferenciadoras e multicanal nos nossos activos sob gestão, o que gera mais valor para todos: consumidores, lojistas e parceiros. Isto sem nunca esquecer a sustentabilidade, parte fundamental do nosso ADN, e cada vez mais uma preocupação dos nossos clientes. Esta é uma das nossas prioridades, num mundo em constante evolução, o que leva as nossas equipas a procurarem melhores práticas para dar as melhores respostas às necessidades dos nossos clientes e investidores nas diferentes geografias onde nos encontramos”, acrescenta a diretora executiva.

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Bonjardim com 80% dos apartamentos vendidos

Sete meses após o arranque, a comercialização deste empreendimento situado na Baixa do Porto entra na recta final. Num co-exclusivo a cargo da JLL, Predibisa e Luximos Christie’s International Real Estate, estão já vendidos 80% dos 93 apartamentos deste condomínio

A comercialização da componente residencial do empreendimento Bonjardim, na Baixa do Porto, decorre a bom ritmo e entra na sua recta final com a abertura de um novo stand de vendas no local. Sete meses após o arranque do processo de vendas, num co-exclusivo a cargo da JLL, Predibisa e LUXIMOS Christie’s International Real Estate, estão já vendidos 80% dos 93 apartamentos deste condomínio.

Rodeado pela Rua do Bonjardim, Rua Formosa e Rua Sá da Bandeira, a poucos passos do renovado Mercado do Bolhão e dos Aliados, o Bonjardim é o projecto que está a reabilitar o emblemático quarteirão de D. João I. Trata-se de um investimento global superior a 60 milhões de euros promovido pela Avenue e conjuga habitação, comércio e uma unidade hoteleira, contemplando ainda uma praça central com cerca de 2.500 m2 que vai abrir-se à fruição pública da cidade.

A componente residencial do Bonjardim integra 93 apartamentos T0 a T4 distribuídos entre cinco e sete pisos, com áreas entre 35 m² a 192 m². Os apartamentos incluem estacionamento, varandas e terraços e, em alguns casos, têm jacuzzi ou piscina privativa. Além desta oferta, a componente residencial vai ainda integrar uma parte de “branded residences”, a ser desenvolvida pelo parceiro que explorará a unidade hoteleira, a qual terá a classificação de 4 estrelas e um total de cerca de 280 quartos.

O projecto inclui também uma área comercial, num total de 16 lojas distribuídas em torno da praça central e com entrada pelas ruas adjacentes, que vai contar com zonas ajardinadas, esplanadas, cafés, restaurantes e outro tipo de comércio, pretendendo afirmar-se como uma nova centralidade na cidade.

“O projecto Bonjardim, é sem dúvida, um complexo de elevadíssimo valor urbano para o centro histórico do Porto, originando a criação de uma nova zona, moderna e cosmopolita, com uma escala sem antecedentes. Foi claramente uma grande aposta da promotora Avenue que tivemos a oportunidade de acompanhar desde uma fase inicial, reconhecendo a partir do primeiro dia todo o potencial do projecto, agora possível de conhecer no novo stand de vendas instalado no local”, refere Ana Jordão, responsável pelo departamento de empreendimentos da Predibisa.

No total, o Bonjardim tem cerca de 28.000 m2 de área de construção acima do solo, dos quais 13.250 m2 dizem respeito à componente habitacional (17% desta área destina-se a co-living) e 11.200 m2 à unidade hoteleira. O empreendimento conta ainda com estacionamento coberto, dividido em três pisos subterrâneos, com uma área total de 21.000 m2. Terá capacidade para 499 lugares de estacionamento, divididos entre zonas de uso exclusivo para residentes e um piso de uso público com 315 lugares.

“O Bonjardim é um projecto verdadeiramente icónico e isso tem sido bem patente no ritmo de venda dos apartamentos. Além de estar situado no coração do Porto, numa zona em forte regeneração, é um projecto que vai criar um novo destino na cidade, muito bem integrado na vida urbana e cosmopolita, proporcionando aos seus residentes, conforto e tranquilidade. Esta dualidade, associada à diversidade de tipologias, torna este projecto aliciante para vários perfis de comprador, desde primeira habitação para famílias a um produto de investimento. O stand de vendas espelha muito bem a qualidade deste projecto, vale a pena uma visita”, sublinha Patrícia Barão, head of residential da JLL.

Ricardo Costa, CEO da Luximos Christie´s International Real Estate, conclui que “o Bonjardim tem confirmado o sucesso esperado, sendo um exemplo perfeito de integração de um projecto residencial no coração da cidade do Porto, moderna e cosmopolita. A qualidade deste empreendimento tem conquistado a nossa carteira de clientes e investidores nacionais e internacionais pelo ambiente tranquilo e familiar, no interior, e de convívio e partilha no exterior onde os restaurantes, esplanadas, mercados, teatros e comércio tradicional são, há décadas, um cartão de visita irresistível da baixa portuense. Com a esmagadora maioria das fracções vendidas, o Bonjardim inaugura o seu stand de vendas numa altura em que o investimento em bens imobiliários é também uma forma de proteger as poupanças, num contexto em que a taxa de juro dos depósitos bancários não está alinhada com a inflação”.

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NURON – A NOVA PLATAFORMA HILTI SEM FIOS QUE VAI REVOLUCIONAR O MERCADO DA CONSTRUÇÃO

A Hilti lançou uma nova plataforma sem fios, a Nuron, que simplifica radicalmente o trabalho em obra, melhora a gestão do parque de ferramentas, impulsiona o desempenho para níveis muito superiores e melhora a proteção da saúde do operador. A Nuron é baseada num único sistema de bateria que abrange todas as aplicações relevantes desde as mais ligeiras às mais intensivas.

Nos estaleiros, os clientes muitas vezes deparam-se com o problema da necessidade de diferentes fontes de energia para as suas ferramentas. Existem plataformas sem fios com diferentes tensões para várias aplicações, ferramentas com fio e ferramentas alimentadas a gasolina. Isso leva à procura das ferramentas e baterias certas, implicando múltiplos carregadores, passar cabos e combustível de mistura. Com a Nuron, a Hilti propõe acabar com estes e outros problemas em obra.

Uma só plataforma com um desempenho inigualável

Todas as baterias e carregadores podem ser usadas em todas as ferramentas Nuron, o que é fundamental para otimizar os parques de ferramentas e reduzir os custos das empresas. A plataforma sem fios de 22 volts oferece um desempenho sem precedentes, o que também permite aplicações intensivas que antes se restringiam a sistemas com fio, alimentados a gasolina ou com baterias de alta tensão. A base para isto é a interface da bateria completamente inovadora, exclusiva e patenteada que assegura uma transferência de potência superior à da rede elétrica com fio e, assim, maior desempenho.

As baterias Nuron são mais duradouras e incluem um compartimento novo e robusto, reforçado com fibra de vidro e amortecedores de choque externos o que oferece proteção extra mesmo nas condições mais difíceis. A eletrónica está completamente selada para proteção contra a humidade, poeira e outros contaminantes do local de trabalho.

Ligação à nuvem para aumentar a produtividade

Além disso, a Nuron traz a inteligência para o centro da plataforma – todas as ferramentas geram dados que são armazenados nas baterias e enviados de forma segura para a nuvem em cada carregamento sem interação do operador. Os dados recolhidos incluem informação sobre a utilização da ferramenta, local de carregamento e estado de saúde da bateria, assegurando que os operadores trabalham com baterias em condições ideais. Esta informação pode ser usada para alertar de imediato as pessoas, se for necessária qualquer ação ou pode ser acedida a pedido conforme necessário e ser disponibilizada nas plataformas móvel e de computador através do software de gestão de ativos ON!Track. Juntamente com alguns serviços Hilti, como a Gestão de Frota, os dados da ferramenta podem ser usados para reduzir os períodos de inatividade e otimizar a utilização das ferramentas, aumentando a produtividade do cliente.

Novas funcionalidades para aumentar a saúde e segurança no local de trabalho

O Sistema de Remoção de Pó (DRS) e o Controlo Ativo de Binário (ATC) da Hilti estão agora disponíveis com todas as ferramentas relevantes. A Redução Ativa da Vibração (AVR), outra funcionalidade-chave para o conforto e proteção da saúde, foi expandida para muitas mais ferramentas da plataforma Nuron. Além disso, a conceção de todas as 70 ferramentas que estarão disponíveis no lançamento, a ergonomia, peso e robustez foram otimizados e compatibilizados com as correias de segurança para evitar que as ferramentas caiam ao trabalhar em altura.

As parcerias da Hilti com os profissionais da construção, permitiram desenvolver duas novas tecnologias para segurança acrescida com rebarbadoras ou ferramentas de corte/desbaste. O sistema “3D ATC” desliga a ferramenta e ativa o travão de disco quando existe um movimento súbito, descontrolado em qualquer direção. A mesma função de redução de risco é incluída com o novo sistema “SensTech”, que deteta quando a mão do operador é removida, p. ex., quando a ferramenta cai acidentalmente.

Os produtos da Nuron já estão à venda em Portugal e podem ser encontrados numa loja física ou online, em www.hilti.pt.

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Este aumento, o quinto desde que foi lançada a 2ª fase do programa de incentivos destinados a financiar medidas que promovam “a reabilitação, a descarbonização, a eficiência energética, a eficiência hídrica e a economia circular”, visa dar resposta à elevada adesão ao programa e “assegurar o financiamento das candidaturas elegíveis”, refere-se no Despacho n.º 11510/2022, de 28 de Setembro.

Segundo dados disponibilizados pelo Fundo Ambiental, a 2ª fase do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis recebeu 106.133 candidaturas, das quais já foram pagas mais de 56 mil.

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