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Grupo Preceram na Tektónica 2021

As empresas do Grupo Preceram, Argex, Gyptec, Preceram e Volcalis, participam na Tektónica 2021, que decorre de 6 a 9 de outubro, na FIL – Feira Internacional de Lisboa.

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O Grupo Preceram terá em exposição os seus diversos materiais e soluções para a construção, direcionadas para o conforto e sustentabilidade dos edifícios.

Destaque para as soluções de construção a seco que possibilitam uma construção limpa, rápida, económica e que permitem a flexibilização dos espaços, melhorar o desempenho térmico e acústico dos edifícios e contribuir para um maior conforto dos seus habitantes. Soluções essas que são inclusivamente elegíveis para a 2ª fase do programa de apoio do Fundo Ambiental, que reembolsa os investimentos na área da reabilitação. (Saiba mais sobre este apoio aqui)

O Grupo Preceram aproveitará o evento para divulgar e promover as suas novas ferramentas digitais, nomeadamente, a página de internet SolucoesParaConstrucao.com, onde todos os produtos e soluções do Grupo Preceram estão acessíveis à distância de um clique.

Mais do que um site, é uma porta de entrada para o universo das empresas do Grupo Preceram. A partir daqui pode encontrar todas as novidades, informação e documentação, das empresas Argex, Preceram e Preceram Norte, Gyptec e Volcalis.

A Gyptec Ibérica lançou também recentemente a sua nova a página de internet. Totalmente renovada, com novas funcionalidades e mais conteúdos. Destaque para o Apoio Técnico, a nova subpágina onde se reúnem soluções construtivas, recomendações de prescrição e ferramentas digitais de apoio ao projeto. Para além do acesso direto ao Manual Técnico e ao Gestor de Soluções, disponibiliza ainda um mirror site da página da Gyptec na maior biblioteca mundial de objetos BIM, a BIMObject. Nesta área de trabalho é possível encontrar soluções para construção e reabilitação de paredes e tetos, agora com isolamento em lã mineral Volcalis.

Mais do que um website uma ferramenta de trabalho! Esta é a frase que caracteriza a presença das empresas do Grupo Preceram na internet.

No dia 7 de outubro, o Grupo Preceram participa no Ciclo de Conferências “Competitividade, Sustentabilidade e Resiliência na Construção”, onde se irá debater o tema: “Produtos eficientes, contributo para a funcionalidade e sustentabilidade”.

Um tema bastante premente e diretamente ligado à atividade das empresas do Grupo Preceram, que produzem produtos e soluções, que contribuem positivamente para a melhoria das condições do nosso parque edificado, assegurando eficiência energética, aumento da produtividade e conforto em casa.

Visite-nos, estamos no stand 2C11 do pavilhão 2, da FIL, de 6 a 9 de outubro.

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Reis Campos reeleito na presidência da CPCI

Liderando a única lista em votação, Manuel Reis Campos reforça o facto de “a representatividade da fileira estar reflectida na CPCI, que tem exercido uma participação activa no que respeita o associativismo nacional”

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Manuel Reis Campos vai manter-se na presidência da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) no triénio que termina em 2024, naquele que é o resultado do processo eleitoral realizado a 28 de Abril.

Reis Campos, em representação Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), mantém-se na liderança da entidade que integra as Associações Empresariais que representam toda a fileira da Construção e do Imobiliário.

Liderando a única lista em votação, Manuel Reis Campos reforça o facto de “a representatividade da fileira estar reflectida na CPCI, que tem exercido uma participação activa no que respeita o associativismo nacional, destacando-se a este nível, a sua integração, em 2021, no Conselho Nacional das Confederações Patronais (CNCP).

No âmbito das presentes Eleições foi igualmente reeleito, Gonçalo Salazar Leite, em representação da Associação Técnica da Indústria de Cimento (ATIC), para presidente da Mesa da Assembleia Geral e Henrique Eiró Carvalho, em representação da Associação Nacional da Indústria Extractiva e Transformadora (ANIET) que assume o cargo de presidente do Conselho Fiscal.

A conjuntura economicamente instável que estamos a viver actualmente requer uma actuação dinâmica e activa por parte desta estrutura associativa, com a qual todos os membros eleitos encontram-se manifestamente comprometidos na defesa e promoção de uma visão estratégica global para a construção e para o imobiliário, com adopção de medidas prioritárias, essenciais para assegurar a sustentabilidade da economia portuguesa e colocar o nosso País, de novo, na rota do crescimento.

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AICCOPN: Concursos de obras públicas caem 8% no primeiro trimestre

Sobre o total dos contratos de empreitadas de obras públicas celebrados – objecto de reporte no Portal Base -, atingiram o volume de 413 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, menos 56% contra o registado no período homólogo de 2021

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O volume de concursos de empreitadas de obras públicas promovidos no primeiro trimestre deste ano baixou 8% face aos primeiros três meses de 2021, atingindo os 892 milhões, divulgou esta quinta-feira a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN)

Segundo a associação, e de acordo com o Barómetro das Obras Públicas, a variação entrou em terreno negativo depois de uma variação nula no mês anterior.

Sobre o total dos contratos de empreitadas de obras públicas celebrados – objecto de reporte no Portal Base -, atingiram o volume de 413 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, menos 56% contra o registado no período homólogo de 2021, “prolongando-se uma variação negativa em termos homólogos acumulados que se regista desde Dezembro”.

Os contratos de empreitada celebrados no âmbito de concursos públicos, neste período de análise, por sua vez, situaram-se em 315 milhões de euros, valor inferior em 52% ao observado em igual período do ano anterior.

Já os contratos celebrados através de ajustes directos e consultas prévias recuaram 36% em termos homólogos, para 79 milhões de euros, conclui a associação do sector.

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Riportico fiscaliza restauro das muralhas da Fortaleza de Juromenha

A Riportico Engenharia ganhou o contrato de fiscalização e coordenação de segurança da empreitada de consolidação e restauro das muralhas da antiga Fortaleza de Juromenha, nas margens do Alqueva, no Alandroal

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A Riportico Engenharia ganhou o contrato de fiscalização e coordenação de segurança da empreitada de consolidação e restauro das muralhas da antiga Fortaleza de Juromenha, nas margens do Alqueva, no Alandroal. A empreitada de fiscalização foi adjudicado pela câmara municipal do Alandroal.

A empreitada de consolidação e restauro das muralhas da Fortaleza de Juromenha envolve um investimento de cerca de cinco milhões de euros, e conta com financiamento do programa operacional regional Alentejo 2020. Prevê-se que a obra termine em Outubro de 2023.

Para além da consolidação e reforço estrutural dos paramentos, sobretudo nas zonas mais degradadas, está também prevista a reconstrução de diversos tipos de alvenaria, como pedra, tijolo e taipa. A fortificação acolhe no seu interior um conjunto de edificações em estado de ruína, com destaque para as igrejas da Misericórdia e Matriz, a cadeia e os antigos paços do concelho.

A Fortaleza de Juromenha está classificada como Imóvel de Interesse Público e, em Julho de 2019, foi integrada na segunda edição do Programa Revive, “que promove e agiliza os processos de reabilitação e valorização de património público devoluto, tornando-o apto para afectação a uma actividade económica com finalidade turística”. Segundo a Câmara Municipal de Alandroal, perspectiva-se que, após a conclusão da empreitada, a Fortaleza de Juromenha venha a ser afecta ao turismo e à criação de unidades hoteleiras, “com vista à geração de riqueza e postos de trabalho, transformando-se num polo turístico de referência nacional”.

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Licenças de novos fogos aumentam 19,8% até Fevereiro

Relativamente à concessão pelas instituições financeiras de novos créditos à habitação assiste-se até Fevereiro de 2022 a um aumento de 25,3%, face a igual período do ano passado, para 2.464 milhões de euros

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O consumo de cimento no mercado nacional nos primeiros dois meses de 2022, aumentou 18,2% em termos homólogos, totalizando 635 milhares de toneladas, de acordo com os dados facultados pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) e que constam na Síntese Estatística da Habitação.

Nos primeiros dois meses de 2022, foram emitidas pelas Câmaras Municipais 3.226 licenças para obras de construção nova ou de reabilitação em edifícios residenciais, o que traduz uma subida de 5,8%, em termos homólogos. Quanto ao número de fogos licenciados em construções novas regista-se, nestes dois meses, um acréscimo de 19,8%, em termos homólogos, para 4.897.

Relativamente à concessão pelas instituições financeiras de novos créditos à habitação assiste-se até Fevereiro de 2022 a um aumento de 25,3%, face a igual período do ano passado, para 2.464 milhões de euros.
Em Fevereiro, o valor mediano da avaliação da habitação estabelecido para efeitos de crédito bancário registou uma valorização de 11,9%, em termos homólogos, em face de variações de 13,2% nos apartamentos e de 7,4% nas moradias.

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“Os efeitos da guerra serão tremendos no abastecimento das matérias-primas”

À margem dos efeitos nefastos sobre milhões de vidas, a invasão da Ucrânia por parte das forças militares russas terá sérias consequências nas economias europeias. Ao aumento das taxas de inflação generalizadas, os custos energéticos e o abastecimento de matérias-primas serão fortemente afectados. O CONSTRUIR procurou reacções junto dos sectores metalúrgico e corticeiro, dos mais expostos aos mercados russo e ucraniano

Ricardo Batista

A ofensiva militar lançada pelo presidente russo, Vladimir Putin, contra a Ucrânia, assim como a feroz reacção financeira do Ocidente sobre a economia e os oligarcas russos, por via da aplicação gradual de sanções, está a ter efeitos não apenas na Rússia como na generalidade dos países. Por muito que as finanças globais estivessem sob pressão antes mesmo da ofensiva bélica sobre a Ucrânia, agora as repercussões das sanções sacodem os mercados e têm efeitos na inflação, desde logo a partir da indústria energética.
Dois dos principais blocos económicos, como a União Europeia e Estados Unidos, têm divulgado regularmente planos de sanções severas e sem precedentes a aplicar ao Governo da Rússia e quem dele tenha beneficiado nos últimos anos. A começar, desde logo, pela exclusão dos bancos russos da plataforma de transacções interbancárias internacionais (Swift) ou mesmo o congelamento do recurso do Banco Central da Rússia às suas reservas de dólares no Mundo. O relatório da JPMorgan destaca que as sanções, que já congelaram 630.000 milhões de dólares (cerca de 559.000 milhões de euros, à taxa de câmbio actual) das reservas do Banco Central russo, procuram “infligir danos significativos à economia russa, mantendo o fluxo de exportações de petróleo e gás natural russos”. Também alertam que as tensões entre a Rússia e a Ucrânia “podem ter um efeito substancial nos preços de outras matérias-primas, como trigo e, mais importante, paládio, que é essencial para produzir semicondutores e onde a oferta é restrita nos últimos anos”. A União Europeia diz que planeia reduzir as importações do gás natural em pelo menos dois terços. Uma estratégia menos severa pela dependência que têm da energia russa.
O peso de Rússia e Ucrânia
Segundo o portal do AICEP, que cita dados do INE, a Rússia foi o 34º cliente das exportações portuguesas de bens em 2020, com uma quota de 0,3% no total, ocupando a 16ª posição ao nível das importações (0,8%). A balança comercial de bens foi desfavorável ao nosso país, tendo apresentado um défice de 335 milhões de euros em 2020. Na estrutura das exportações destacam-se os Produtos Agrícolas (17,4% do total), a Madeira e Cortiça (17,2% do total), os Produtos Alimentares (15,7% do total), as Máquinas e Aparelhos (13,3% do total) e o Calçado (9,4% do total). Os principais grupos de produtos importados foram os Combustíveis Minerais (53,6% do total), os Produtos Químicos (14,7% do total), os Produtos Agrícolas (12,3% do total), os Metais Comuns (10,5% do total) e a Madeira e Cortiça (3,5% do total).

Efeitos “tremendos”
Ao CONSTRUIR, o vice-presidente executivo da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP), Rafael Campos Pereira, explica que “a Rússia é o segundo maior produtor mundial de alumínio, sendo ainda, a larga distância de qualquer outro, o primeiro produtor europeu”, sublinhando ainda que “no que se refere à produção de aço, a Rússia é igualmente o líder europeu e mantém-se regularmente entre os cinco maiores produtores mundiais”. Campos Pereira considera, por isso, ser natural que “os efeitos da guerra sejam tremendos na cadeia de abastecimento das matérias-primas em causa”. O vice-presidente executivo da AIMMAP assegura que “existe falta de matéria-primas no mercado e assiste-se a uma nova escalada dos preços. Em alguns casos, os preços estão a aumentar diariamente e quase que dobraram desde o início da invasão russa”, salientando que “a instabilidade que esta situação gera nas empresas transformadoras é altamente inquietante”.
Nesse sentido, aquele responsável defende que é “absolutamente vital que a Comissão Europeia elimine – ou pelo menos suspenda temporariamente -, as taxas impostas à importação de matérias-primas de fora da Europa”. “Tal eliminação já se impunha antes da guerra. Neste momento, após a invasão da Ucrânia por parte da Rússia, poderá ser decisiva para a sobrevivência de muitas empresas do sector metalúrgico e metalomecânico em toda a Europa”, assegura, lembrando que, na verdade, “os fornecedores asiáticos – nomeadamente da Coreia do Sul e do Japão -, disponibilizam as matérias-primas de que as nossas empresas necessitam a um preço muito mais competitivo (mesmo considerando os absurdos custos de transporte). Mas se a CE continuar a taxar tais importações aumentando o preço mais de 25%, deixamos de ter alternativa”.

Crise energética preocupa
Tão gravosa como a crise da matéria-prima, Rafael Campos Pereira lembra que “os aumentos exponenciais dos custos da energia estão a asfixiar as empresas”. “Esta escalada deve-se essencialmente a especulação. Pelo que as autoridades europeias estão obrigadas a intervir em defesa do mercado”, diz, defendendo que é fundamental que, em Portugal, sejam aprovadas linhas de crédito em condições especiais a gerir pelo Banco do Fomento, no sentido de apoiar a factura energética das empresas ou que seja aplicada, de forma imediata, uma medida semelhante ao lay-off simplificado, para apoiar as empresas que serão obrigadas a reduzir os seus períodos de trabalho por causa dos custos energéticos e/ou serão obrigadas a interromper ou diminuir a produção pela falta de matérias-primas e componentes.

Cortiça não está imune
Preocupados estão também os responsáveis da Associação Portuguesa da Cortiça. João Ferreira, secretário-geral da APCOR, diz ao CONSTRUIR estar ciente de que deste conflito resultarão impactos económicos “aos quais o sector não estará imune, desde logo naquilo que são as exportações para estes dois países, mas também de um ponto de vista mais global no impacto que poderá provocar nalguns dos nossos clientes”. A Rússia e a Ucrânia em conjunto representaram menos de 3% do volume total de exportações nacionais de cortiça em 2021. As exportações portuguesas de cortiça para a Rússia representaram, em 2021, cerca de 2,3% do total de exportações do sector, o equivalente a cerca de 26,6 milhões de euros, tendo este mercado registado uma quebra acentuada de 30% no acumulado ao longo dos últimos dois anos. Em 2021, a exportação de cortiça para a Ucrânia representou 0,4% do total do sector, representativo de um valor absoluto de quase cinco milhões de euros. “É seguro que nestes dois mercados haverá uma redução significativa e com efeitos imediatos, mas é importante ter também a perspectiva, do peso que representam na globalidade das exportações, que alcançaram em 2021 um valor superior a 1,1 mil milhões de euros e com uma forte diversificação geográfica”, diz João Ferreira. Os responsáveis da associação asseguram que vão
avaliar a situação de alguma empresa que possa ter uma exposição maior a estes dois mercados e, acompanhar também, “os potenciais impactos mais globais do conflito e que efeitos terão na actividade de alguns dos nossos principais clientes”. “Tal como noutras crises, estamos determinados e ao lado das empresas para, em conjunto, encontrar formas de mitigar os efeitos, apostar na diversificação de produtos e mercados e desta forma manter o nosso objectivo de crescimento”. O CONSTRUIR procurou ainda saber, junto das consultoras imobiliárias, que efeitos terá este conflito ao nível do investimento. De nenhuma obtivemos interesse em reagir, argumentando que ainda estamos numa fase prematura para se identificar os efeitos da guerra ao nível do investimento imobiliário.

Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

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“Smarth Growth: o Papel da Economia Circular” em conferência

A Smart Waste Portugal, em parceria com a Fundação Serralves, promovem a 5 de Maio de 2022, uma conferência sobre a valorização da economia circular enquanto modelo económico

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A Fundação de Serralves e a Associação Smart Waste Portugal (ASWP) associam-se numa causa comum: a valorização da economia circular, enquanto modelo económico mais sustentável na construção e transição societal. Neste sentido, promovem a 5 de Maio de 2022, no Auditório do Museu de Serralves, no Porto, a conferência “Smart Growth: o Papel da Economia Circular”.

Este encontro pretende dar resposta a questões como: Qual é o estado actual da economia circular em Portugal? Quais as principais barreiras à transição circular? Quais são os negócios circulares em Portugal? Quais as tendências e ferramentas a aplicar? Como financiar a economia circular? Onde se deve actuar?. Estas e muitas outras questões serão abordadas pelos principais líderes empresariais e políticos, figuras relevantes, que neste encontro irão também reflectir sobre os principais desafios e as oportunidades da economia circular rumo a um crescimento económico.

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Hensel – O Quadro Estanque de referência

Quadros de distribuição elétrica estanques KV de 3 a 54 módulos.

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Os Quadros de Distribuição Elétrica do tipo KV da Hensel são ideais para aplicações comerciais, industriais e edifícios, onde a facilidade de instalação, robustez, design e estanquicidade são um requisito. Estão em conformidade com as normas europeias mais recentes.

     

A oferta disponível é composta por Quadros de Distribuição com um grau de proteção IP54 ou IP65, e numa gama de 3 a 54 módulos: Os Quadros de 3 a 54 módulos são fornecidos com tampa de cobertura de cabos, tampas de vedação, etiquetas de circuitos, máscaras para fechar os espaços sem equipamento e membranas flexíveis para entrada de cabos. Compartimento ao fogo: teste de fio incandescente em conformidade com IEC 60695-2-11: 960º C, retardador de chama, auto-extinguível. Quadros na cor cinzento RAL 7035.

As características mais diferenciadoras são:

– Solução compacta e intuitiva, com optimização visual através da cobertura de entrada de cabos;
– Compartimento integrado para acessórios;
– Para dispositivos montados em calha DIN até 63 A de acordo com a DIN 43880;
– Calhas DIN com batente para uma colocação facilitada do equipamento de instalação;
– Parafusos em aço inoxidável;
– Entrada de cabos através de membranas flexíveis integradas;
– Entrada de cabos através de entradas métrica pré marcadas, em opção;
– Com ligadores rápidos FIXCONNECT para T/N;
– Barra de neutro seccionável permitindo a instalação, sem qualquer acessório, de um máximo de 4 proteções diferenciais;
– Material da porta e do involucro em PC(Policarbonato), para instalações no exterior desprotegido. Resistente aos raios UV;
– Em conformidade com IEC 60670-24;

QUADRO RESUMO (Todas as referências incluem ligadores)

Algumas obras de Referência:

– Centro de Exposições Exponor
– Pavilhão desportivo Condeixa
– Estacão meteorológica em Coimbra
– Hotel Savoy
– Fábrica com produção fotovoltaica em Amarante
– Instalações dos Bombeiros voluntários Alfandega da Fé
– Reabilitação e ampliação do Hospital em Angola
– El Corte Inglês Lisboa

Quadro KV com espaço adicional para instalação de equipamento elétrico não acessível

Podem ser instalados no mesmo compartimento, em simultâneo, equipamento elétrico em conformidade com as Normas (dimensões de acordo com DIN 43880) e equipamento não controlados por operador.

KV PC “resistência a intempéries” para instalação no exterior (ambiente adverso e/ou exterior desprotegido)

Os quadros de distribuição elétrica tipo KV PC são a melhor solução para uma instalação no exterior desprotegido e resistente aos raios UV.

A melhor Seleção até 63 A.

Acesso reservado através da fechadura e do sistema de selagem

– A porta pode ser complementada com uma fechadura de chaves e/ou selada;
– Sistema de Selagem do acesso ao interior do quadro.

A abertura da porta é reversível através da inversão da posição das dobradiças, operação rápida e muito fácil de executar

Soluções práticas para a passagem de cabos e acessórios

– Entrada de cabos através de membranas flexíveis integradas que garantem o IP65;
– Entrada de cabos através de aberturas métricas pré-marcadas e bucins. Em opção.

Material Termoplástico de elevada qualidade para áreas de aplicação exigentes

– Resistência ao fogo: teste de fio incandescente conforme a Norma IEC 60695-2-11: 750ºC, retardador de chama, auto-extinguível;
– Solução adequada e compacta, otimizada pela cobertura da entrada de cabos.

Caixa com espaço acrescido para a instalação dos cabos

– Solução de instalação perfeita para calhas de distribuição;
– Vários pontos de fixação da caixa, também para pilares ou em paredes estreitas;
– Abertura lateral da caixa para a eletrificação, permitindo um fácil acesso aos cabos.

Compartimento integrado: tudo permanece no devido local, nada será perdido

Eletrificação rápida graças à Tecnologia FIXCONNECT®

– Tecnologia de ligadores plug-in FIXCONNECT® para T/N;

– N separável para vários potenciais através de jumper plug-in; Barra de neutro seccionável permitindo a instalação, sem qualquer acessório, de um máximo de 4 proteções diferenciais;

– Calhas DIN com elemento de retenção em prol do posicionamento adequado do equipamento de instalação;

– Profundidade de instalação variável através da montagem de calhas DIN em diferentes níveis;

 

– Máscaras incluídas;

– Opção de etiquetagem para terminais;

 

– Etiquetas para a identificação de circuitos elétricos; Modelo editável em www.hensel-electric.de/pt

 

TEV2 – Distribuição de Material Eléctrico, Lda.
Tel.: +351 229 478 170 · Fax: +351 229 485 164
[email protected] · www.tev.pt

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Parceria entre CICCOPN e empresas do sector disponibiliza dormitórios para estudantes dos PALOP

Parceria com Casais, Mota Engil e Teixeira Duarte irá permitir que, a partir de Junho, sejam colocados no CICCOPN, de forma gratuita, contentores dormitórios para estudantes dos PALOP em formação em Portugal

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O Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (CICCOPN), e três empresas do sector da construção – Casais, Mota Engil e Teixeira Duarte – assinaram um protocolo de cooperação para a instalação, em comodato gratuito, de contentores dormitórios para estudantes dos PALOP.

O protocolo vai permitir impulsionar a capacidade de resposta de formação do CICCOPN, dirigida à qualificação profissional de jovens, em estreita articulação com as empresas.

A instalação destes contentores dormitórios, que deverá acontecer já em Junho, visa suprir a necessidade premente de alojamento para formandos, fruto dos protocolos celebrados entre o CICCOPN e os países africanos de língua oficial portuguesa, ao abrigo dos quais várias dezenas de formandos estão a ser recebidos no Centro, com o intuito de obterem qualificações profissionais no sector da construção civil. Este protocolo permitirá, ainda, entre outros aspectos, impulsionar a capacidade de resposta de formação do CICCOPN, dirigida à qualificação profissional de jovens, em estreita articulação com as empresas.

Segundo Rui Valente, director do CICCOPN, “a área da construção civil continua a viver uma crise de escassez de mão de obra especializada, que se tem vindo a intensificar nos últimos anos, sendo um sector pouco procurado pelos jovens. Neste aspecto, a melhoria passa também pela contratação de profissionais qualificados e por empresas que apostem na qualidade dos seus produtos e dos seus trabalhadores, investindo na sua permanente valorização pessoal e profissional, levando a que o trabalho no setor se torne mais atractivo, ao devolver a estes profissionais, dos quais todos dependemos, o reconhecimento social que lhes é devido”.

O protocolo agora assinado contempla, ainda, uma vertente de operacionalização de formação prática em contexto de trabalho, prevendo que os formandos possam ser acolhidos por estas empresas, para conclusão da parte teórica e tecnológica, com o devido aproveitamento.

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700m€ para reabilitar parque escolar na Póvoa de Lanhoso

A autarquia da Póvoa de Lanhoso aprovou o empréstimo de médio e longo prazo de 700 mil euros destinado a financiar as obras de Requalificação dos Edifícios Escolares da Póvoa de Lanhoso

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A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso aprovou a abertura de procedimento para contratualização de empréstimo de médio e longo prazo de 700 mil euros destinado a financiar as obras de Requalificação dos Edifícios Escolares da Póvoa de Lanhoso.

“Esta é uma necessidade fundamentada pelo estado de degradação em que estes equipamentos se encontram”, justifica a autarquia.

Este montante destina-se a executar intervenções nos estabelecimentos de ensino que constituem o parque escolar local, designadamente “a escola secundária da Póvoa de Lanhoso e a escola Básica de Taíde, os jardins de infância de Taíde, Travassos, Simães e de Garfe a escola EB1/JI da Póvoa de Lanhoso, bem como o centro educativo António Lopes, centro educativo D.ª Elvira Câmara Lopes e o centro educativo do Cávado”, refere o município.

Esta deliberação resultou da reunião de Câmara realizada a semana passada. A mesma reunião aprovou o o envio para a assembleia municipal do pedido de autorização prévia no sentido de executar os investimentos relativos à requalificação dos referidos edifícios escolares.

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Candidaturas à eficiência energética na Administração Pública Central podem gerar um investimento de 232 M€

O Fundo Ambiental registou 214 candidaturas no âmbito do 1.º aviso referente à “Eficiência Energética em Edifícios da Administração Pública Central”, que se traduzem num potencial de investimento, caso sejam elegíveis, de 232M€

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O Fundo Ambiental registou 214 candidaturas no âmbito do 1.º aviso referente à “Eficiência Energética em Edifícios da Administração Pública Central” e que transitam agora para a fase de verificação da elegibilidade e de avaliação de mérito dos projectos.

Estas 214 candidaturas traduzem um potencial de investimento, caso sejam elegíveis, de 232,2 milhões de euros, enquanto o montante solicitado para apoio financeiro é de 219,2 milhões de euros.

Lançado a 7 de Dezembro de 2021 e com uma dotação de 40 milhões de euros (de uma dotação total de 240 milhões de euros até 2026), este 1.º aviso tem como objectivo financiar medidas que promovam a reabilitação, a descarbonização, a eficiência energética, a eficiência hídrica e a economia circular, contribuindo para a melhoria do desempenho energético e ambiental dos edifícios da administração pública central.

Esta medida insere-se na componente “Eficiência Energética dos Edifícios” do Plano de Recuperação e Resiliência, que também financia investimentos para edifícios residenciais e edifícios de serviços. “O objectivo principal comum é reabilitar e tornar os edifícios energeticamente mais eficientes, contribuindo para o cumprimento das metas nacionais e europeias em matéria de energia e clima, nomeadamente: a redução de emissões de gases com efeito de estufa; redução do consumo de energia; melhoria da eficiência energética e de recursos dos edifícios (residenciais e não residenciais, incluindo a administração pública central); melhoria do desempenho energético do parque imobiliário através de uma significativa vaga de renovação, o aumento da incorporação de fontes de energia renovável, a redução das situações de pobreza energética e a melhoria das condições de vida”, refere nota do Governo.

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