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Projecto Thermacore avalia o desempenho térmico e de qualidade do ar

Estudo pioneiro no setor da construção leve e modular é desenvolvido pela Saint-Gobain, Universidade de Aveiro, Lusil e 5DHome

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A Saint-Gobain Portugal, através das marcas Weber, Placo, ISOVER e GlassSolutions, em parceria com a Lusil e a 5DHome, tem apoiado a Universidade de Aveiro na execução do Thermacore. Financiado pela FCT, o projecto de investigação tem como objectivo desenvolver e avaliar o desempenho, nas vertentes de eficiência energética, do conforto térmico e da qualidade do ar interior de uma solução construtiva com um núcleo termicamente activo com o uso de PCM macro encapsulado, em comparação com o de uma parede ou laje tradicionais usados em edifícios em Portugal.

A questão central da investigação a que o presente projecto tenta responder é: “Em que medida é que o desempenho, nas vertentes de eficiência energética, conforto térmico e qualidade do ar interior, de uma solução construtiva com PCM macro encapsulado, usada como um núcleo termicamente activo, se compara com o de uma parede ou laje tradicionais em Portugal?'”

Para a fachada exterior e interior do projecto Thermacore, a escolha recaiu, respectivamente, na Glasroc X e na placa Habito, esta última composta por materiais Placo à base de gesso. De modo a garantir a eficiência energética e acústica da vertente opaca da fachada, bem como o seu comportamento ao nível da reacção ao fogo, foi utilizada a solução de fachada ETICS webertherm comfort, baseada numa placa isolante de lã de vidro de alta densidade clima 34, aplicada sobre placa de gesso para exterior Glasroc X.

No que diz respeito ao acabamento final, para um resultado esteticamente apelativo, texturado e com variedade de cores, foi utilizado o pavimento Placo Rigidur Solera bem como a lã mineral ISOVER Geowall 034, que se trata de um sistema formado por placas reforçadas com fibras e aderidas entre si que produzem uma alta resistência superficial.

Relativamente aos restantes contributos das empresas parceiras, destaque para o sistema estrutural baseado no LSF (aço leve), da 5D Home, que permitiu criar uma solução estrutural pré-fabricada com redução de desperdícios em obra e com a robustez adequada. O contributo da Lusil passou pelo produto LB-67 RPT composto por semi-perfis de alumínio em liga 6063 tempera t6 ligados por poliamidas Lusil by Technoform, criando, assim, o isolamento térmico desejado.

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Cosentino apresenta 16ª edição do Cosentino Design Challenge

O prazo de entrega dos projectos começou este mês e termina no próximo dia 1 de Junho de 2022

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O Grupo Cosentino acaba de lançar a 16ª edição do concurso internacional Cosentino Design Challenge (CDC). Com duas categorias a concurso, a temática escolhida para o CDC'16 - Design - deste ano foi “Repensar o espaço de trabalho e criação em casa”, com o objectivo de desafiar os participantes a desenvolver espaços inovadores centrados no teletrabalho.

Já na categoria de Arquitectura, a temática será “A quinta fachada: uma reflexão sobre a cobertura”, em que valores como habitabilidade, sustentabilidade e design ganharão especial relevância na escolha dos grandes vencedores.

O CDC dá total liberdade aos participantes para desenvolver todas as suas ideias, sendo que o único requisito obrigatório é que o projecto inclua pelo menos uma das inovadoras superfícies que a Cosentino tem em carteira para o mundo da arquitectura e design – sejam elas Silestone, Dekton e/ou  Sensa by Cosentino.

O prazo de entrega dos projectos começou este mês e termina no próximo dia 1 de Junho de 2022, altura em que o júri delibera sobre quem serão os grandes vencedores. Para cada categoria estão estabelecidos três primeiros prémios de 1000 euros cada um, e três menções honrosas.

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District 2020 vem a Portugal participar no Web Summit 2021

Projecto apresenta oportunidades no âmbito do futuro da Expo 2020 Dubai

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A District 2020 – a futura cidade human-centric desenvolvida a partir da Expo 2020 Dubai – acaba de anunciar a sua participação na Web Summit Lisbon 2021. A presença deste projecto resultante da Expo no evento anual integra-se no esforço de conexão com empresas globais orientadas para a tecnologia, de forma a apresentar oportunidades e assim fazer parte de um ecossistema de inovação com vários stakeholders e de uma comunidade em que empresas de várias dimensões podem beneficiar da intercooperação e impulsionar o seu crescimento.

Enquanto “city of firsts” ou “cidade de estreias”, a District 2020 vem concretizar as aspirações da Expo 2020 Dubai, procurando criar o ambiente de um “laboratório vivo” que reúna uma comunidade diversificada de stakeholders e outras partes interessadas para encorajar o empreendedorismo, a cooperação e a criatividade. Vem assim reflectir a visão futurística do Dubai e a sua agenda de inovação, evidenciada por iniciativas como a Dubai Blockchain Strategy, a UAE Strategy for Artificial Intelligence 2031, a Dubai10X, a UAE Innovation Strategy e o UAE Centennial 2071, entre outras.

Numa altura em que a Expo 2020 celebra a sua Urban & Rural Development Week (Semana de Desenvolvimento Urbano e Rural), de 31 de Outubro a 6 de Novembro, uma das dez Semanas Temáticas realizadas durante a Expo 2020 para abordar desafios globais, a equipa da District 2020 estará em Lisboa, onde vão apresentar a sua oferta, “com o objectivo de criarem ligações com o líderes da indústria, startups, académicos, capitais de risco, incubadoras, aceleradores e muitos outros intervenientes que se encontram a apostar na inovação de soluções para sectores-chave, como logística inteligente, indústria 4.0, mobilidade inteligente, smart cities e avançadas tecnologias como a IA, IoT e impressão 3D”.

Com realização prevista de 1 a 4 de Novembro, o Web Summit pretende reunir empresas e entidades de diversos sectores e níveis da indústria tecnológica global. A District 2020 contará assim como um completo programa de masterclasses, com speakers que fazem parte da sua crescente rede global, incluindo a Siemens – Infrastructure Digitalization Partner da Expo 2020 e um dos elementos-base da District 2020 – a start-up norte-americana Genome, a britânica Connected Places Catapult e a Global Venture Alliance, sediada na Rússia.

A primeira masterclass apresentada pela District 2020 – “Creating a blueprint for a human-centric future city” – vai explorar a forma como as cidades poderão ser renovadas num contexto pós-pandémico. Nadimeh Mehra, vice-presidente do Transition Unit do District 2020, contará com a companhia de Oliver Kraft, executive vice-presidente, Expo 2022 – Siemens, para discutir a sua missão partilhada por um futuro mais inteligente, habitável e sustentável. Enquanto Official Infraestructure Digitalization Partner da Expo 2020, a Siemens encontra-se a remodelar o futuro dos ambientes urbanos, aplicando soluções inovadoras, como a plataforma MindSphere IIoT. A Siemens vai estabelecer a sua sede global para aeroportos, carga e logística portuária no District 2020, e encontra-se entre vários elementos-base que desempenharão um papel fundamental na promoção de oportunidades de crescimento a longo prazo.

A segunda masterclass, intitulada “Curating a multi-stakeholder global innovation ecosystem”, verá a District 2020 reunir os seus parceiros e um painel de especialistas globais, incluindo a Siemers, Startup Genome e Connected Place Catapult, para explorar a sua abordagem progressiva de design-thinking e reunir ideias para a criação de um ecossistema de inovação orientado para um propósito, habilitado por tecnologias avançadas para acelerar o progresso em sectores de alto crescimento.

A masterclasse final será “Start-ups Scaling their Business in Dubai” e prestará atenção para as oportunidades incomparáveis para start-ups e pequenos negócios no Dubai. A conversa, mediada pela District 2020 em colaboração com a Startup Genome, inclui uma visão do estudo do último Top 100 Emerging Ecosystem, que atribuiu o 11.º lugar ao Dubai enquanto ambiente ideal para start-ups e pequenos negócios prosperarem. Expandindo a partir daqui, a District 2020 vem demonstrar como é que procuram fornecer uma plataforma de lançamento ideal para crescer no Dubai e garantir acesso a novos mercados e oportunidades, dentro de uma comunidade única com o perfil trabalhar-viver-explorar.

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ASD aposta na produção de energia eléctrica solar com a SunEnergy

A empresa de Águeda que se dedica à produção e comercialização de bases e acessórios de banho aposta na instalação de um projecto de produção de energia eléctrica solar com a tecnologia da SunEnergy

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A empresa de Águeda que se dedica à produção e comercialização de bases e acessórios de banho aposta na instalação de um projecto de produção de energia eléctrica solar com a tecnologia da SunEnergy.

O novo projecto é constituído por 400 painéis solares fotovoltaicos de 370W para produção de energia eléctrica a partir do sol que será consumida pelo edifício. Com 148 kW de potência, este projecto vai permitir uma significativa redução da factura energética, numa poupança estimada de 25 mil euros por ano, bem como a diminuição de emissão de 100 toneladas de CO2 anuais.

“Na ASD, sempre tivemos a inovação e vanguarda como motes do nosso trabalho, mas também a sustentabilidade. Os desafios da crise climática devem obrigar-nos a todos a repensar as nossas acções e a forma como podemos contribuir para um ambiente e futuro melhores. Este novo projecto com a SunEnergy procura cumprir este propósito”, justifica Carlos Dias, diretor-geral da ASD.

Com este investimento, a ASD entra na lista (cada vez maior) de empresas que aposta na autoprodução. “As empresas portuguesas têm apostado, cada vez mais, em projectos mais sustentáveis, pelo que é com entusiasmo que estaremos do lado da ASD neste caminho. Além disso, a aposta em soluções de autoconsumo para reduzir a factura da energia faz cada vez mais sentido, não só pelas preocupações ambientais, mas também porque pode ser uma forma de contornar o aumento exponencial do preço da energia nos últimos meses, diminuindo a dependência em relação à rede eléctrica”, afirma Rui Oliveira, director comercial da SunEnergy.

Na foto:
Rui Oliveira, Sunenergy e Carlos Dias, ASD

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Católica e Planetiers lançam hub de Inovação em Sustentabilidade e Regeneração

A conferência internacional de lançamento do INSURE.hub decorre a 27 de outubro, em linha com o European Green Deal e respectivas metas até 2030

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O INSURE.hub é o nome de uma nova plataforma que resulta da mobilização da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, através das suas faculdades, a Católica Porto Business School e a Escola Superior de Biotecnologia e da  Planetiers New Generation, que pretende criar um espaço de inovação e gestão numa perspectiva circular, com o objectivo da sustentabilidade plena (net-zero) e/ou regeneração (positive pursuits). O objectivo passa por antecipar o futuro e adaptar os desafios ambientais globais através de quatro eixos fundamentais: apoio a empresas e clusters no desenvolvimento de negócio e novos investimentos; promoção de empreendedorismo sustentável/regenerativo; mobilização da sociedade; e formação académica.

O evento de lançamento  do INSURE.hub decorre a 27 de Outubro, na Católica no Porto, com transmissão online.

João Pinto, vice-presidente da Universidade Católica no Porto e docente da Católica Porto Business School, explica que “o INSURE.hub – Innovation in Sustainability and Regeneration hub tem como grande objectivo criar um ecossistema internacional vibrante de conhecimento transdisciplinar que promova soluções de negócio de âmbito circular, sustentável e regenerativo, potenciadas por tecnologias disruptivas.”

“A Planetiers New Generation foi criada com a ambição de desenvolver um programa de transformação para Portugal orientado pela Sustentabilidade e a Regeneração pelo que sermos parceiros do INSURE.hub é um passo natural”, refere António Vasconcelos, da Planetiers New Generation, explicando que “temos uma equipa que desenvolve estratégias de sustentabilidade há cerca de uma década, trabalhando em parceria com NGOs internacionais líderes em ação transformativa a partir de pensamento científico com mais de 30 anos de aplicação, como é o caso da The Natural Step International, nascida na Suécia.”

A 1ª Conferência Internacional de lançamento do INSURE.hub vai juntar oradores de relevo nacional e internacional da academia e do mundo empresarial para discutir as boas práticas, os desafios e as grandes oportunidades nesta área da Sustentabilidade e Regeneração. São exemplo, Edwin Janssen e Rüdiger Rhörig (Sustainable Growth Associates - The Natural Step Germany) que irão apresentar um estudo europeu efectuado às empresas sobre Sustentabilidade, Inovação e Liderança e mostrar como podem as empresas criar uma visão de futuro sustentável e regenerativo (backcasting), criando um roadmap de inovação e criação de valor para a alcançar; Tom Bregman (Future-Fit Foundation, UK) que falará sobre Future-Fit Business como uma ferramenta alinhada com o backcasting;  João Pinto (Católica Porto Business School) e Sofia Santos (Caixa de Crédito Agrícola) irão debater, com Tom Bregman (Future-Fit Foundation),o Financiamento e o investimento sustentável e regenerativo; o tema sobre a nova era dos negócios regenerativos será apresentado por John Fullerton (CEO Capital Institute, US); John Melo (CEO Amyris Inc) e Manuela Pintado (coordenadora do projecto Alchemy e directora do CBQF/ESB/UCP) irão apresentar o case study de um dos maiores projectos europeus em biotecnologia – Alchemy; bem como outros temas.

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RE/MAX com forte crescimento entre Julho e Setembro

De Julho a Setembro, a RE/MAX registou um volume de negócios total na ordem dos 1,72 MM€ relativos a 20.471 transacções. A empresa mantém em alta as previsões para o último trimestre de 2021

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A RE/MAX fechou o penúltimo trimestre do ano com um volume de negócios de cerca de 1,72 mil milhões de euros, relativos a 20.471 transações. A empresa culmina este período com um aumento nos principais indicadores face ao período homólogo. Designadamente de 39,5% no volume de negócios e de 18,7% no número de transacções. Números que fazem deste o melhor trimestre de sempre da rede, em linha com o actual cenário de recuperação do mercado. A RE/MAX transacionou até final de setembro 92% do total de imóveis do ano anterior.

Tal como já se tinha verificado anteriormente, foram os portugueses quem mais adquiriu ou arrendou a casa, cerca 81,2%. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros reforçaram a segunda posição daqueles que mais negoceiam em imobiliário – entre Julho e Setembro, as transacções com cidadãos do país-irmão representaram 5,8%, a que se seguiram franceses (1,3%) e norte- americanos (1,1%). Destaque para esta última nacionalidade, que subiu várias posições face aos trimestres homólogos dos dois últimos anos.

“Este terceiro trimestre do ano é revelador do dinamismo e robustez da marca RE/MAX. Num ano pautado por alguma incerteza e por uma retoma gradual das várias actividades económicas, a rede regista o seu melhor trimestre de sempre, tanto em número de transacções, como em volume de negócios.” refere Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX.
A responsável acrescenta ainda que “o mês de Setembro sintetiza também as nossas perspectivas para o último trimestre do ano. Além de ter sido o melhor mês do ano, antecipa ainda o que poderão ser os resultados nos últimos três meses, que acreditamos sejam de incrementos. Se o mercado imobiliário, mesmo neste período de crise pandémica, revelou-se forte e resiliente, então num contexto de crescimento e algum optimismo primará por uma evolução favorável, que se irá reflectir no reforço da actividade”, constatou.


Melhor trimestre de sempre

Os meses de Julho a Setembro ficam também marcados pelas transacções mediadas pela RE/MAX, que registou uma linha de crescimento de cerca de 24%, face ao primeiro trimestre do ano, e de 1,8% em relação ao segundo trimestre. Numa comparação com o trimestre homólogo, há também uma evolução favorável, com um incremento de 18,7%, fazendo deste o melhor trimestre de sempre que a rede registou nos seus 21 anos de operação no mercado nacional.

Numa análise por distrito e no que se refere ao peso nas transacções da rede no período em análise Lisboa lidera o top 5 (38,5%), seguida pelo Porto (13,1%) e Setúbal (10,4%). Fecham o ranking os distritos de Braga (5,9%) e de Faro (4,3%).

No que concerne ao número de transacções negociadas por concelho neste penúltimo trimestre do ano, Lisboa lidera o top 10 com 2.623 transacções, 12,8% do total registado pela RE/MAX. Seguem-se Sintra (6%), Oeiras e Cascais (3,4% cada), Almada (2,7%), Amadora (2,6%), Loures (2,4%) e Braga (2,3%). Em 7ª e 8ª posições, respectivamente, estão os concelhos do Porto (2,5%) e de Vila Nova de Gaia (2,4%), pertencentes à Área Metropolitana de Porto.

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Galp entra no negócio das renováveis no Brasil

A empresa adquiriu dois projectos solares em desenvolvimento nos estados da Bahia e do Rio Grande do Norte, com capacidades de 282 MWp e 312 MWp

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A companhia petrolífera portuguesa anunciou a compra de dois de projectos solares no Brasil com capacidade total de 594 MWp, “cumprindo as ambições de expansão nas energias renováveis e dando um salto importante na transformação do seu perfil de negócio e na redução da sua pegada carbónica”, afirma em comunicado enviado à CMVM.

A operação envolve a aquisição de dois projectos solares em desenvolvimento nos estados da Bahia e do Rio Grande do Norte, com capacidades de 282 MWp e 312 MWp, respectivamente.

Com estas transacções, “a Galp ganha acesso a activos de elevada qualidade num país onde a Empresa está presente há mais de 20 anos e que se encontra entre os dez principais países no mundo com maior procura de energia e com a ambição de duplicar a sua capacidade instalada actual de geração de energia solar e eólica para 40 GW em 2030”, justificou a empresa.

Os projectos deverão atingir a Data de Operação Comercial antes de 2025.

Estes acordos inserem-se na estratégia da Galp que visa o crescimento de um portefólio competitivo de geração renovável, bem como prosperar ao longo da transição energética, e estão alinhados com as orientações de alocação de capital e planos de diversificação geográfica apresentados em Junho no Capital Markets Day.

Com esta expansão de portefólio, a capacidade total a 100% de produção de energia renovável da Galp aumenta para c.4,7 GW, em Portugal, Espanha e agora Brasil, o que representa mais um passo na ambição da Empresa de ter mais de 4 GW em operação até 2025 e 12 GW até 2030.

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4º Edição da Decorhotel reúne mais de 200 expositores

A 4ª edição da Decorhotel abre portas dia 21 de Outubro, de olhos postos nas novidades que as empresas e indústrias parceiras da hotelaria têm para apresentar, depois de ano e meio de quase que paralisação do sector do turismo

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A 4ª edição da Decorhotel abre portas dia 21 de Outubro, de olhos postos nas novidades que as empresas e indústrias parceiras da hotelaria têm para apresentar, depois de ano e meio de quase que paralisação do sector do turismo.
A expectativa é que em 2022 o sector regresse aos níveis de crescimento registados pré-Covid, um crescimento a que não ficarão, por certo, indiferentes as actividades situadas a montante e que são determinantes para o sucesso da hotelaria e turismo. Nesse sentido, “a 4ª edição da Decorhotel surge para revitalizar e fazer renascer novas possibilidades, oportunidades e expectativas para o sector hoteleiro”, garante a organização. Com mais de 200 expositores confirmados, perto de 400 marcas marcam a sua presença no pavilhão três da Feira Internacional de Lisboa, numa organização do EXPOSALÃO. Uma procura que para a organização vem “reforçar o papel da Decorhotel no panorama hoteleiro português”.

O certame surge, assim, como um espaço que promove o encontro entre a oferta e a procura, com vista à concretização de negócios, e é uma oportunidade privilegiada para promover contactos entre todos os profissionais que actuam nesta área de actividade.

Nos mais de 10 mil m2 de área de exposição é possível encontrar todas as áreas necessárias para a construção, requalificação, remodelação e decoração de unidades hoteleiras e afins que vão desde a construção, arquitectura e design de interiores, decoração, têxteis, equipamento, gestão e tecnologia, amenities e produtos de higiene e limpeza, mobiliário, iluminação e equipamentos para o exterior. Uma lista extensa e que contempla as áreas vitais para o sucesso de qualquer operação hoteleira.

Nesta edição e, atendendo ao cenário actual, a feira irá dar uma especial atenção às ferramentas tecnológicas vocacionais para o turismo. A digitalização e tecnologia aceleram durante a pandemia e esta indústria não lhe ficou indiferente, sendo “um factor primordial para os seus players”.

A abertura da 4ª edição da Decorhotel contará com a presença de secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, do presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo e a CEO da Associação de Hotéis de Portugal, Cristina Siza Vieira.
A par da exposição, durante os três dias de feira estão agendados vários eventos paralelos entre os quais o lançamento Concurso Internacional de Arquitectura Decorhotel Design Award, organizado em parceria com o IF – Ideas Foward. Nesta que será a sua primeira edição o concurso terá como tema “quarto de hotel”. No último dia do certame as propostas serão analisadas por um painel de jurados composto por hoteleiros e arquitectos. Durante o período do concurso serão promovidas ligações em live stream com todas as equipas participantes e que podem estar em qualquer parte do globo, já que o evento tem um cariz internacional.

Mas o espaço de exposições é também um espaço de debate entre os profissionais. O ciclo de conferências irá debater o impacto “covid” na hotelaria, nas suas diferentes dimensões desde logo na arquitectura dos hotéis, no modelo de negócio, passando pelas novas tecnologias e as estratégias de recuperação do sector.

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Fusões e Aquisições em Portugal movimentam 9,5bi€ até Setembro

Até Setembro deste ano, foram registadas 361 transacções. As empresas norte-americanas aumentaram em 141% suas aquisições no mercado português e o sector de Tecnologia dominou as operações

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O mercado transaccional português registou, até Setembro de 2021, um total de 361 operações e movimentou 9,5bi de euros, no qual 47% do total das transacções possuem os valores revelados, de acordo com o relatório trimestral do TTR.

Apesar destes números representarem um aumento de 25% no número de transacções em comparação ao mesmo período de 2020, verificou-se uma diminuição de 38% do capital mobilizado, como refere o relatório.
No terceiro trimestre do ano, foram registadas 141 fusões e aquisições, entre anunciadas e encerradas, que movimentaram 4,1bi de euros.

No que se refere às operações transfronteiriças, o relatório destaca a movimentação feita por empresas norte-americanas, que aumentaram em 141% as suas aquisições no mercado português, mobilizando um capital de 1,1bi de euros, até o terceiro trimestre de 2021.

Quanto à número de transacções, a Espanha foi o país que mais investiu em Portugal, contabilizando 47 operações. Os Estados Unidos em segundo lugar, com 29 operações e o Reino Unido em terceiro, com 20 transacções.
As empresas portuguesas escolheram a Espanha como principal destino de investimento, com 19 transacções. Seguido pelo Brasil e Reino Unido, com cinco operações cada.

As aquisições estrangeiras no sector de Tecnologia e Internet aumentaram 176% em comparação ao mesmo período de 2020. Já em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas portuguesas, houve uma queda de 21% até Setembro de 2021.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

Até o terceiro trimestre de 2021, foram contabilizadas 22 transacções de Private Equity com um total de 1,9bi de euros. Tendo se registado uma diminuição de 15% no número de transacções, em comparação com o mesmo período de 2020.

Em Venture Capital, foram realizadas 76 operações com um total de 1,2bi euros, representando um aumento de 90% no número de transacções.

No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 83 transacções com um valor de 3,3bi de euros, representando um aumento de 45% no número de transacções.

A transacção destacada pelo TTR no terceiro trimestre de 2021 foi o IPO (oferta pública inicial) da Greenvolt cuja oferta de acções alcançou o valor de EUR 177,59m. Nesta operação a Greenvolt contou com a assessoria legal do escritório VdA – Vieira de Almeida.

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Roca lança ‘The Gap D-Trit’

A solução torna possível a instalação de sanitas em espaços como caves, garagens, armazéns, lojas ou em qualquer divisão da casa

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A Roca lançou o 'The Gap D-Trit', uma solução integrada que inclui sanita e triturador de resíduos num design compacto que elimina o impacto visual dos trituradores de resíduos tradicionais. Segundo a marca, trata-se uma "alternativa atractiva e funcional aos trituradores de resíduos tradicionais. Esta sanita, alimentada por eletricidade, permite a instalação de equipamentos sanitários em espaços sem o sistema de canalização necessário para retretes, tornando possível a sua instalação em caves, garagens, armazéns, arrecadações, lojas ou outros espaços de casa".

A nova solução da Roca integra sanita e triturador de resíduos numa só peça. Combina, assim, a funcionalidade dos trituradores de resíduos tradicionais, sem descurar no design e conforto nas mais recentes colecções de sanitas da marca. Entre elas, a solução Rimless, que permite uma limpeza mais fácil e higiene máxima: um mecanismo de descarga duplo (4,5/3 litros) para poupança de água e um assento e tampo em Supralit, com sistema de queda amortecida e propriedades antibacterianas.

O triturador de resíduos está localizado no interior da peça de cerâmica, garantido um baixo nível de ruído (40 dB) quando comparado com outras soluções disponíveis no mercado. Os tampos laterais incluídos permitem uma instalação BTW e esconder quaisquer ligações e tubos. Deste modo, além de melhorar a estética, impede também a acumulação de sujidade e permite uma limpeza mais fácil na parte traseira.

A instalação do 'The Gap D-Trit' requer apenas uma entrada de água, uma tomada eléctrica convencional para alimentar o triturador de resíduos e um tubo para os evacuar para o esgoto mais próximo. Graças à potência de bombeio desta solução integrada, o esgoto pode estar localizado a uma altura de até 7 metros ou a uma distância de até 70 metros. O tubo de saída pode ser orientado para a direita, para a esquerda ou para trás, e é compatível com canos de diâmetros diferentes.

Além disso, dispõe de entradas para a recolha de águas residuais do lavatório, bidé, chuveiro ou outros elementos do espaço de banho, permitindo a remoção de resíduos deste espaço da casa, sem que seja necessária uma instalação de canalização.

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Mota-Engil na corrida à concessão do Corredor do Lobito

A Mota-Engil está entre o primeiro grupo empresas que manifestou interesse no concurso público internacional para a concessão do Corredor do Lobito, que está a decorrer até 7 de Dezembro

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Segundo uma notícia da agência Lusa, que cita uma nota do gabinete de comunicação do Porto do Lobito, a Mota-Engil está entre o grupo de empresas interessada na concessão do Corredor do Lobito, cujo o concurso público internacional está a decorrer até 7 de Dezembro. A par do grupo português também as chinesas CITIC e CR20, a suíça Trafigura e a DP World do Dubai (empresa que venceu o concurso internacional de concessão do Porto de Luanda para os próximos 20 anos), estão entre o primeiro lote de interessados.

Os representantes das empresas deslocaram-se às oficinas gerais do Caminho de Ferro de Benguela (CFB) e o local onde vai ser instalado o Terminal de Trânsito de Mercadorias, dando início a uma série de visitas técnicas para constatar o estado actual e operacionalidade das infraestruturas. Os cinco concorrentes deslocaram-se também ao Terminal Mineraleiro do Porto do Lobito, também integrado no concurso internacional de concessão.

O concurso internacional para a concessão, gestão partilhada, manutenção das infra-estruturas ferroviárias, serviços de transporte de mercadorias e de logística de suporte do Corredor do Lobito foi lançado no dia 8 de Setembro e o prazo de submissão de propostas decorre até 7 de Dezembro.

Com a concessão, o Executivo quer criar uma empresa de capital privado, Sociedade de Propósito Específico (SPE), a ser controlada por operadores privados ou por uma única entidade com participação minoritária do Estado.

Esta sociedade será responsável pela operação, exploração e manutenção da infraestrutura da linha férrea do Lobito/Luau, com a possibilidade de construção de ramal de ligação à Zâmbia (o segundo maior produtor de cobre da África, depois da RDC), o serviço ferroviário de transporte de mercadorias na linha férrea do Lobito/Luau, a construção, operação e exploração de dois terminais de trânsito de mercadorias de apoio ao serviço ferroviário de transporte de mercadorias na linha férrea do Lobito/Luau, sendo um deles no Lobito e outro no Luau, a gestão do centro de formação na província do Huambo e a operação, exploração e manutenção das oficinas ferroviárias.

A concessão tem um prazo de 30 anos, extensível até 50 anos, período em que a concessionária (SPE) vai assumir o transporte de grandes cargas com maior predominância para minérios e combustíveis, ao longo dos 1300 km de linha férrea. De acordo com a Governo de Angola “esta concessão permitirá que o Corredor do Lobito se torne a terceira ligação de transporte mais importante da África Austral até 2050”.

Para dar resposta às ligações duplas entre o Corredor do Lobito e as áreas mineiras, o Terminal Mineiro do Porto do Lobito será também explorado pelo vencedor do concurso público, nos termos das disposições contratuais e do estabelecimento de um acordo autónomo.

Segundo informações disponibilizadas na página oficial do Governo angolano pretende-se maximizar as potencialidades da infraestrutura ferroviária do Corredor do Lobito, incrementar as exportações e investimentos indiretos em plataformas multimodais, terminais e outras infraestruturas ao longo da linha, para "promover o desenvolvimento económico, social e culturais das comunidades locais".

A reactivação do Corredor do Lobito visa também reforçar a integração regional tendo em conta a possibilidade de interligação dos oceanos Atlântico e Índico, com a conexão da via-férrea ao Porto de Dar-es-Salaam, na Tanzânia.

A operação do Corredor do Lobito envolve investimentos adicionais ao longo do percurso férreo Lobito/Benguela/Luau, incluindo a integração da via-férrea contígua do outro lado da fronteira na República Democrática do Congo, e a construção de um ramal para a República da Zâmbia.

Segundo o executivo, foram investidos cerca de 1,9 mil milhões de dólares na reconstrução do caminho-de-ferro e na ligação com a República Democrática do Congo (RDC), "cujos proveitos podem agora ter a oportunidade de ser recuperados".

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