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Prémio Tektónica Inovação 2021

O prémio Tektónica Inovação é atribuído anualmente a produtos cuja inovação é evidenciada através das vertentes técnica, funcional ou estética. Este ano foram quatro as empresas distinguidas no certame

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À semelhança do que vem acontecendo desde 2000, antes do fecho do evento, que decorreu entre 6 e 9 de Outubro, foi entregue o Prémio Tektónica Inovação, o qual tem como objectivo premiar e destacar empresas e entidades que trabalham em benefício do sector da Construção. O prémio Inovação é atribuído anualmente a produtos cuja inovação é evidenciada através das vertentes técnica, funcional ou estética.

Na edição de 2021 do certame, o Prémio Inovação foi atribuído às coberturas de piscinas da RJB Home, um produto “seleccionada em unanimidade pelo seu engenho numa perspectiva funcional e estética”.

O júri, constituído por representantes da AECOPS, do Laboratório Nacional de Engenharia, e da Ordem dos Engenheiros, da Ordem dos Arquitectos e da Universidade Lusófona decidiu ainda atribuir menções honrosas à BloomWall – Hortas e Jardins Verticais, da Biohome Lda, à Energie Smart Control, da Energie EST. Lda, e à Cobiax CLS – Módulos de Plástico da Ferca – Construções Racionalizadas e Estruturas SA.

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Mota-Engil ainda na corrida para a concessão ferroviária do Corredor do Lobito

Estão agora reduzidas a duas as propostas seleccionadas pelo Governo de Angola, no âmbito do concurso público internacional para a concessão do Corredor do Lobito, entre elas a do consórcio participado pela construtora portuguesa

O Governo angolano aprovou propostas de dois consórcios de empresas para o concurso público de concessão do Corredor do Lobito, lançado em Setembro 2021. Segundo a nota de imprensa, a Comissão de Avaliação validou as propostas do consórcio Trafigura, Mota Engil e Vecturis e do consórcio CSC — CITIC, Sinotrans e CR20.
O concurso público para a Concessão de Serviços Ferroviários e da Logística de Suporte do Corredor do Lobito foi lançado com o objectivo de garantir a viabilidade económica da infraestrutura ferroviária do Lobito ao Luau, em cumprimento da Lei dos Contratos Públicos, das peças do concurso e das melhores práticas internacionais.

De realçar que a concessão terá um prazo de 30 anos, podendo ir até ao prazo máximo de 50 anos, nas condições definidas nas peças do concurso, período durante o qual o concessionário vai assumir o transporte de grandes cargas, com maior predominância para minérios e combustíveis, enquanto o serviço público de transporte de passageiros e de pequena carga permanecerá sob gestão do Caminho-de-Ferro de Benguela.

Esta iniciativa governamental visa garantir a maximização e potenciação económica da infraestrutura ferroviária do Corredor do Lobito, que, pelas suas valências, “apresenta-se como uma plataforma de dinamização das economias provinciais e nacional, permitindo a criação de postos de trabalho directos e indirectos para cidadãos angolanos”.
Nos termos da concessão está também prevista a integração do Terminal Mineiro do Porto do Lobito, acrescentando que a reactivação do Corredor do Lobito insere-se igualmente nos esforços do Executivo angolano de reforçar a integração regional e materializar os compromissos da sub-região, apontando para a possibilidade futura da interligação Atlântico-Índico, com a conexão da via-férrea ao Porto de Dar-es-Salaam, na Tanzânia.

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“A operação do Corredor do Lobito envolve investimentos adicionais ao longo do percurso férreo Lobito/Benguela/Luau, incluindo, por um lado, a integração da via-férrea contígua do outro lado da fronteira, na República Democrática do Congo, e, por outro, a construção de um ramal para a República da Zâmbia”, salienta o documento.

O Corredor do Lobito beneficiou de requalificação, no âmbito de um investimento de cerca de 1,9 mil milhões de dólares realizado recentemente pelo Governo angolano, que visou a reconstrução do caminho-de-ferro e a ligação com a República Democrática do Congo.

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Novo polo cultural nasce na antiga Casa da Câmara de Lamego

O projecto de regeneração urbana “Viver Lamego” imprimiu uma nova dinâmica cultural e social ao Bairro do Castelo, na sequência da reabilitação de vários edifícios de elevada qualidade patrimonial

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A revitalização do Bairro do Castelo de Lamego está a ser reforçada com a reabilitação da Torre dos Figos, com o objectivo de fixar moradores e atrair novas pessoas e actividades ao núcleo mais antigo da cidade, criando um novo polo de dinamização cultural e turística.

Adjudicada à firma “ATWAAL”, a reabilitação da Torre dos Figos é concretizada no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), co financiado em 85% pelo FEDER, num investimento superior a 381 mil euros.
“Este investimento municipal integra um processo de regeneração mais abrangente, iniciado em 2007, com o projecto “Viver Lamego” e as parcerias para a regeneração urbana, que trouxeram uma nova vida à cidade, a nível paisagístico e urbanístico”, sublinha Francisco Lopes, Presidente da Câmara Municipal.

O projecto de regeneração urbana “Viver Lamego” imprimiu uma nova dinâmica cultural e social ao Bairro do Castelo, na sequência da reabilitação de vários edifícios de elevada qualidade patrimonial. Mereceram particular atenção o Castelo e a Cisterna, dois monumentos nacionais, e o Núcleo Arqueológico da Porta dos Figos que constituem o Centro Interpretativo de Lamego, um museu polinucleado que conta as diversas histórias da multimilenar cidade de Lamego que ganhará em breve um novo polo quando abrir portas a Torre dos Figos.

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Localizado entre o Núcleo Arqueológico da Porta dos Figos e a antiga Padaria do Cantinho, sede do Grupo 49 dos Escoteiros, edifícios reabilitados no âmbito do “Viver Lamego”, a Torre dos Figos teve historicamente diversas utilidades. Foi Torre Militar Albarrã e, posteriormente, foi Casa da Câmara, entre o séc. XIV e o séc. XIX.
Tendo em conta o seu elevado valor patrimonial, o projecto de arquitectura vai recuperar e regenerar a sua estrutura, fazendo a passagem do uso militar para o uso cívico. Numa outra intervenção, o Município de Lamego está a reabilitar a antiga Casa do Horto, um edifício até há bem pouco tempo também votado ao abandono.

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Grupo Preceram apoia duas exposições sobre a evolução da Arquitetura e Design

Estão neste momento em Lisboa, no CCB e MNAC, duas exposições de Arquitetura, patrocinadas pelo Grupo Preceram, que vale a pena visitar.

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Diferentes na sua essência, têm em comum terem como base as soluções em placas de gesso Gyptec.

Arquitetura & Jogo é uma exposição a propósito de brincadeira e imaginação, de experiências construídas e narrativas mitológicas. Centra-se na ideia de «Criação de Mundos» e aproxima duas personagens: o arquiteto e a criança. A imaginação é a essência desta exposição, em que os lugares de recreio da infância e o dos arquitetos, artistas e designers se encontram.

At Play: Arquitetura & Jogo, pode ser visitada até dia 30 de janeiro, no Centro Cultural de Belém no espaço da Garagem Sul | Exposições de Arquitetura.

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Mais informação em https://solucoesparaconstrucao.com/gyptec-apoia-exposicao-de-arquitectura-at-play-arquitetura-jogo/

No Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), Eileen Gray: E.1027 Arte Total vai estar disponível até dia 24 de abril.

A exposição apresenta o quarto, à escala real, da casa E.1027, um dos mais icónicos projetos modernistas, da autoria da arquiteta anglo-irlandesa Eileen Gray (1878-1976). A mostra reproduz todos os elementos que compõem o quarto principal da casa E.1027, para a qual a arquiteta concebeu, não só a arquitetura do espaço, mas também praticamente todos os objetos e peças de mobiliário, criando uma obra de arte total.

Saiba mais em https://solucoesparaconstrucao.com/exposicao-eileen-gray-e1027-lisboa/

Subscreva a nossa newsletter em https://solucoesparaconstrucao.com/newsletter/

Autor: Grupo Preceram

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Porto: Alberto Couto Alves e Alves Ribeiro lideram corrida a troço do metrobus

Recorde-se que, aquando do lançamento do concurso público, em Julho de 2021, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, sublinhou a importância desta infraestrutura de mobilidade que “representará ganhos muito significativos de atractividade metropolitana, já que promoverá a expansão da rede de metro num espaço territorial muito denso, abrangendo uma população que poderá ir aos 600 mil habitantes”

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O consórcio formado pela Alberto Couto Alves e pela Alves Ribeiro estão em primeiro lugar segundo o relatório preliminar do júri no âmbito do concurso público para concepção e construção da Linha BRT (Bus Rapid Transport) Boavista – Império. A proposta vencedora tem o preço de cerca de 25 milhões de euros e um prazo de execução global de 20 meses. O anúncio foi feito pela Metro do Porto na sua página oficial.

A empresa refere, também, que “após a notificação dos seis concorrentes que apresentaram propostas válidas, decorre o prazo legal de audiência prévia, após a qual o conselho de administração da Metro do Porto estará em condições de proceder à adjudicação”. O consórcio Alberto Couto Alves/Alves Ribeiro começará por apresentar o projecto de execução, avançando depois para a construção da linha de BRT.

O projecto integra a nova fase de expansão da rede (depois da construção da Linha Rosa e da extensão da Linha Amarela) e deverá estar concluído no final de 2023. Trata-se de um investimento global de 66 milhões de euros, provenientes do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), incluindo material circulando e um posto de abastecimento de hidrogénio, que servirá não apenas o BRT como toda a comunidade.

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Recorde-se que, aquando do lançamento do concurso público, em Julho de 2021, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, sublinhou a importância desta infraestrutura de mobilidade que “representará ganhos muito significativos de atractividade metropolitana, já que promoverá a expansão da rede de metro num espaço territorial muito denso, abrangendo uma população que poderá ir aos 600 mil habitantes”.

A nova linha BRT será parte do sistema de transportes da Área Metropolitana, integrada no sistema de bilhética intermodal Andante, constituindo parte fundamental na estratégia de descarbonização e de combate às alterações climáticas.

O Bus Rapid Transit destaca-se pelo desempenho ambiental neutro (os veículos serão movidos a hidrogénio) e pela facilidade de integração em meio urbano. As composições BRT são idênticas a um metro de superfície, mas que circulam sobre pneus, dispensando a instalação de carris ou o uso de catenárias para alimentação energética. Este tipo de sistema garante serviços de alto rendimento, com uma procura de média a alta intensidade, funcionando frequentemente enquanto elemento complementar e de interface com o Metro.

A Linha Boavista – Império terá uma frequência de cinco minutos em hora de ponta e a ligação entre os seus dois extremos demorará apenas 15 minutos. Desenvolver-se-á ao longo das avenidas da Boavista e Marechal Gomes da Costa, perfazendo um traçado de exploração de oito quilómetros (quatro em cada sentido). O serviço vai contar com oito novas estações de superfície: Casa da Música, Bom Sucesso, Guerra Junqueiro, Bessa, Pinheiro Manso, Serralves, João de Barros e Império.

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Programa Rua Direita lança novos concursos

A Câmara do Porto lançou concursos para a requalificação das ruas do Mirante, do Monte da Luz e outras, no valor de 1,3M€. Ambos os concursos integram o programa Rua Direita

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A Câmara Municipal do Porto Lançou mais dois concursos públicos no âmbito do programa Rua Direita, para a requalificação da Rua do Mirante e outras, assim como da Rua do Monte da Luz e outras.

O programa, lançado em Junho de 2018, destina-se à qualificação de espaços públicos degradados, integrados na rede capilar do sistema viário municipal, relativos a antigos caminhos rurais, áreas urbanas em transformação ou arruamentos degradados em tecido consolidado.

O Rua Dirreita contempla a intervenção em 88 arruamentos correspondentes a quase 15 km de via com um preço máximo para todos os projectos estimado de 1,3 milhões de euros e uma estimativa do custo de obra de cerca de 21 milhões de euros.~

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No caso da empreitada relativa à Rua do Mirante, contemplam-se também trabalhos pontuais na Rua de Cedofeita e na Praça Coronel Pacheco. Assegurada pela empresa municipal de Gestão e Obras do Porto – GO Porto, a requalificação será realizada numa única fase e tem um prazo global de execução de 180 dias. O preço-base do procedimento é de 395 mil euros e o prazo de apresentação de propostas decorre até ao dia 20 de Fevereiro de 2022.

Relativamente à Rua do Monte da Luz e outras, trata-se do novo concurso para a requalificação do conjunto que compreende a Rua do Monte da Luz, Rua do Túnel, Rua de Gondarém (parcial) e Travessa do Monte da Luz, todas na zona da Foz, depois do primeiro concurso, lançado em Agosto, não ter tido qualquer candidato. A requalificação está a cargo da empresa municipal GO Porto e compreende quatro fases de obra, com um prazo global de execução de 540 dias. O preço-base do procedimento é de 920 mil euros e as propostas devem ser entregues até ao dia 20 de Fevereiro de 2022, em formato electrónico, também na plataforma www.acingov.pt.

O programa Rua Direita abrange a reabilitação de cerca de uma centena de arruamentos do sistema viário municipal, dispersos por várias freguesias e correspondentes a antigos caminhos rurais, áreas urbanas em transformação ou ruas degradadas em tecido consolidado. No terreno estão já as empreitadas na Rua de Vila Nova (nascente), da Rua de Vila Nova (poente) e Travessa da Costibela, Rua da Via-Sacra e Outras, Rua Silva Porto (parcial), Rua da Arada, Rua do Encontro e Outras e Rua da Granja de Lordelo.

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Sesimbra: MAP Engenharia conclui construção do condomínio Jardins do Mar (c/ galeria e vídeo)

Diogo Guerra Abecasis, cofundador e administrador da MAP Engenharia, explica em primeira mão ao CONSTRUIR que “este foi sem dúvida um projecto residencial diferente e muito desafiante, dos demais construídos pela MAP”

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Estão concluídos os trabalhos de construção do mais recente empreendimento, uma obra promovida pela CETIM e cuja construção esteve a cargo da MAP Engenharia.

O condomínio Jardins do Mar, desenhado pelo atelier Fragmentos, é constituído por 28 apartamentos de luxo, de tipologias T2 e T3 e áreas entre os 90 e os 200m2, distribuídos por 7 pisos, que se desenvolvem ao longo da encosta. A obra, que se distingue pela proximidade à praia e pelo seu design e arquitectura moderna, está marcada por acabamentos de alta qualidade, com amplos terraços ou jardins, “com uma incrível luminosidade e vista para o mar, bem como arrecadação e estacionamento subterrâneo privativo”.

Diogo Guerra Abecasis, cofundador e administrador da MAP Engenharia, explica em primeira mão ao CONSTRUIR que “este foi sem dúvida um projecto residencial diferente e muito desafiante, dos demais construídos pela MAP. Desde vários imprevistos relacionados com as condições do Edifício existente, à sua localização geográfica, só foi mesmo possível atingir este resultado final, de alta qualidade,
graças ao excelente trabalho realizado por todas as equipas envolvidas neste projecto ao longo de todo o processo.”

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Para Michael Van Cutsem, Project Manager da CETIM, empresa que lidera a operação e da qual fazem igualmente parte investidores belgas, mostra-se igualmente orgulhoso por “este projecto de revitalização de um edifício abandonado, que conferia uma má imagem à vila de Sesimbra. Hoje, a qualidade e a originalidade do novo edifício destacam-se de uma forma muito positiva na região. Estamos satisfeitos por termos sido capazes de vender todas as fracções disponíveis, muito em particular graças à criação de um apartamento modelo,
que permitiu aos compradores projectar o seu futuro apartamento enquanto o edifício estava a ser construído.”

Por sua vez, o arquitecto Pedro Silva Lopes, sócio do atelier Fragmentos, acrescenta que “este foi um projecto muito desafiante, partindo de uma pré-existência construída na transição das décadas 80 e 90, que, apesar de concluída, nunca tinha sido utilizada, tendo sido vandalizada até um estado de degradação próximo da ruína”. Segundo o autor do projecto, “tirámos partido de uma estrutura existente e alterámos a lógica de organização das fracções, para uma organização horizontal, que tirou partido dos espaços exteriores e da fantástica vista de mar. Transformámos pequenos apartamentos, entre corredores, em menos unidades e maiores com terraços generosos, explorando o espaço exterior, a sua vivência e a vista de mar. Do projecto à obra foi um processo complexo, mas o resultado final enche o atelier de orgulho, bem como o árduo trabalho de todos os envolvidos, desde o Promotor, Projectistas e Empreiteiro Geral.”

Já para Carlos Oliveira, director geral da DDN, empresa responsável pela fiscalização dos trabalhos, “esta foi uma obra que iniciou em 1991 com outro Promotor, esteve inacabada cerca de 33 anos e foi agora concluída com um padrão completamente novo, que atende aos desafios actuais, graças às Equipas de excelência envolvidas.”

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Câmara de Setúbal adjudica DST para obras no Forte de São Filipe

Esta intervenção diz respeito à segunda fase e visa garantir a estabilidade da encosta, com a execução de trabalhos de reforço estrutural do torreão, do caneiro localizado na zona oeste e de trabalhos de melhoramento da durabilidade das muralhas com o preenchimento das fendas existentes

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A adjudicação da segunda fase de uma intervenção de reforço da encosta do Forte de São Filipe foi aprovada em reunião pública de Câmara Municipal de Setúbal à empresa DST – Domingos da Silva Teixeira. Num investimento superior a quatro milhões de euros, a empreitada tem um prazo de execução de 480 dias.

Esta intervenção resulta dos resultados da primeira fase da obra de consolidação da encosta do Forte de São Filipe, durante a qual, até Janeiro de 2019, foram realizados ensaios prévios de ancoragens que determinaram a necessidade de efectuar a revisão da solução de estabilização proposta no projeto de execução.

As alterações dizem essencialmente respeito, entre outros, à carga de tracção a instalar nas ancoragens definitivas, que, por incapacidade geológica-geotécnica do maciço, terão forçosamente de acomodar valores inferiores aos inicialmente previstos.

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Além disso, devem ser considerados indícios da existência de superfícies de deslizamento mais profundas na informação dos inclinómetros instalados recentemente e incluídos trabalhos de reforço estrutural do torreão e do caneiro localizado na zona oeste e de melhoramento da durabilidade das muralhas com o preenchimento das fendas existentes.

No seguimento do parecer do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), de Julho de 2019, o projecto foi ainda complementado com a definição ao nível da estimativa de quantidades da eventual solução de estabilização a implementar para as muralhas do pátio localizado na zona poente e com a inclusão de instrumentação na zona poente da muralha.

O projecto contemplou, igualmente, a alteração da descrição do faseamento construtivo e a inclusão de informação geotécnica referente à execução de trabalhos relativos à primeira fase da intervenção.

A segunda fase da intervenção visa garantir a estabilidade da encosta, com a execução de trabalhos de reforço estrutural do torreão, do caneiro localizado na zona oeste e de trabalhos de melhoramento da durabilidade das muralhas com o preenchimento das fendas existentes.

A empreitada tem o suporte de candidatura do POSEUR – Programa Operacional da Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, cujo financiamento é de 75%, sendo que o Estado comparticipa os restantes 25%, nos termos constantes de um protocolo firmado com o município de Setúbal.

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IFRRU potenciou 1084 M€ para reabilitação urbana em 2021

IFRRU 2020 bate recorde em 2021 com 307M€ de investimento em reabilitação urbana, tendo terminado o ano com um total acumulado de 360 contratos assinados, que correspondem a 1084 M€ de investimento para a reabilitação de edifícios

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O IFFRU 2020 conseguiu, em 2021, o melhor resultado de sempre, ao atingir 307 milhões de euros de investimento contratado em reabilitação urbana, superando assim o ano pré-pandemia de 2019.

O ano de 2021 terminou com um total acumulado de 360 contratos assinados, que correspondem a 1084 milhões de euros de investimento para a reabilitação integral de edifícios e melhoria do seu desempenho energético.

Após a reabilitação, 162 destes edifícios terão uso habitacional, sendo os restantes 182 destinados a actividades económicas e 16 a equipamentos de utilização colectiva abrangendo equipamentos culturais públicos e sociais e de apoio social bem como as residências para estudantes. Na sua maioria (281) os projectos são promovidos por empresas e os restantes por particulares, IPSS e Câmaras Municipais.

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Com já 101 edifícios reabilitados, os projectos em execução localizam-se nas Áreas de Reabilitação Urbana, delineadas pelos respectivos Municípios, garantindo-se, assim, o seu alinhamento com a política urbana local, sendo já 82 os Municípios das várias regiões do país com financiamentos IFRRU 2020.

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Mota-Engil inicia construção do Terminal de Cruzeiros do Mindelo

Arrancou em Cabo Verde a construção do Terminal de Cruzeiros do Mindelo, uma obra orçada em cerca de 27 milhões de euros, a cargo da construtora portuguesa e da cabo-verdiana Empreitel Figueiredo

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É considerado um dos maiores investimentos públicos de Cabo Verde e tem um prazo de construção estimado em 22 meses. Os trabalhos vão envolver a conquista de um terrapleno, denominado “Ponte Terrestre”, com 2.700 metros quadrados, a dragagem de aproximadamente 124 mil metros cúbicos na bacia portuária e no canal de acesso, e a reabilitação do cais número 9, que passará a servir navios de recreio de pequeno porte.

A obra, que é co-financiada pelo Fundo Orio, dos Países Baixos, e pelo Fundo OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) para o Desenvolvimento Internacional, prevê ainda a construção de um molhe de atracação de 400 metros de comprimento com uma profundidade de 11 metros a norte e nove metros a sul, e uma gare de passageiros com 900 metros quadrados de área e respectivo ordenamento exterior, com a inclusão de um parque de estacionamento.

Recentemente, o presidente do conselho de administração da Enapor – Portos de Cabo Verde, Alcídio Lopes, perspectivou que, com este projecto, São Vicente terá um Terminal de Cruzeiros “inovador, moderno e com características técnicas bastante avançadas”. Em 2019 48.500 turistas em viagens de cruzeiro visitaram Cabo Verde, o que representou um aumento de 3 % ao ano de 2018. Com a pandemia a indústria de cruzeiros está praticamente parada mas o Governo local mantém a expectativa do seu crescimento e do impacto que a mesma irá gerar naquela que é a principal actividade económica do país, o Turismo.

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Gabriel Couto ganha obras de 145M€ no Gana

A construtora Gabriel Couto ganhou o concurso internacional lançado pelo Governo do Gana para a construção de duas estradas, no valor global de 145 M€. As novas empreitadas marcam o regresso da construtora portuguesa a África ocidental

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É o regresso da construtora portuguesa à África Ocidental. Depois do Senegal a Gabriel Couto vai iniciar duas empreitadas no Gana no valor global de 145 milhões de euros.

O primeiro contrato foi adjudicado pelo valor de 95 milhões de euros e diz respeito à construção de uma estrada que ligará Tarkwa à cidade de Nkwanta, passando pelo município de Agona, numa extensão de 66 quilómetros. A empreitada tem a duração de 1095 dias, cerca de três anos. A obra é considera vital para o desenvolvimento destas três cidades, bem como para a dinamização económica do país, já que esta é uma zona central da exploração de minérios que são a base das exportações do Gana. A cidade de Tarkwa dá o nome a uma grande mina de ouro a céu aberto, uma das maiores do sul de Gana, onde são produzidas aproximadamente 24 toneladas de ouro por ano e ainda a mina de ouro Iduapriem localizada a 10 quilómetros do sul da cidade.

O segundo concurso adjudicado à construtora pelo Ministério das Infraestruturas Rodoviárias ganês, refere-se à reconstrução da ligação rodoviária entre Bechem e Akumadan, numa extensão de 40 quilómetros. Avaliada em 50 milhões de euros, a obra deverá estar concluída em 730 dias. Localizada na zona central do Gana, a região é predominantemente agrícola, sendo a ligação rodoviária o meio para escoar os produtos para as zonas mais carenciadas do país.

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A Gabriel Couto está na Zâmbia e Moçambique, países da África Oriental, tendo concluído nos últimos anos várias empreitadas em Essuatíni, ex-Suazilândia, na África Austral. “O cumprimento rigoroso de todos as alíneas dos contratos assinados e a qualidade evidenciada das obras é também uma imagem da nossa marca que vamos espalhando pelo continente africano”, sublinha Tiago Couto, director da construtora e responsável pelos projectos internacionais e de infra-estruturas.

Em Portugal a construtora terminou o ano de 2021 com a conclusão da extensão do taxiway do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto. A ampliação do aeroporto que serve a região norte do país custou 30 milhões de euros e incluía a expansão de 1300 metros da via de circulação que liga a pista e a placa de estacionamento dos aviões. A obra possibilita, assim, uma maior sequência de descolagens e aterragens, acompanhadas com uma saída rápida da pista, contribuindo para o aumento da capacidade do aeroporto.

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