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2021 deverá fechar investimento na ordem dos 2 MM€

As previsões Marketbeat, da Cushman & Wakefield, apontam para uma recuperação do mercado imobiliário nacional ao longo da segunda metade do ano, sustentada pela resolução da situação pandémica. Procura deverá ser “diferenciada” e com “alguma cautela”, dependendo dos sectores

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As previsões Marketbeat, da Cushman & Wakefield, apontam para uma recuperação do mercado imobiliário nacional ao longo da segunda metade do ano, sustentada pela resolução da situação pandémica. Procura deverá ser “diferenciada” e com “alguma cautela”, dependendo dos sectores

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O volume de investimento em 2021 deverá situar-se na ordem dos 2 mil milhões de euros, segundo as estimativas da Cushman & Wakefield. “Um montante que, apesar de implicar uma quebra na ordem dos 27% face a 2020, a ser atingido representará o quarto maior resultado registado no mercado nacional”, considera a consultora imobiliária internacional.
Os dados foram revelados na apresentação do mais recente Marketbeat Portugal, realizado pela Cushman & Wakefield e aponta alguns indicadores sobre a evolução futura da actividade.
“As previsões apontam para uma recuperação do mercado imobiliário nacional ao longo da segunda metade do ano, sustentada pela resolução da situação pandémica. Não obstante, poderá manter-se alguma cautela por parte da procura, ainda que diferenciada entre os diversos sectores imobiliários. Se por um lado se prevê que a procura de industrial e logística se mantenha dinâmica, os segmentos de retalho e hotelaria estão envoltos em maior incerteza. No que se refere ao sector de escritórios, está ainda por apurar o real impacto que o teletrabalho terá na forma de ocupação futura dos espaços de escritório”, revela Eric van Leuven, director geral da consultora.

Em relação ao mercado de investimento institucional, antecipa-se uma manutenção do interesse dos players internacionais, ainda que com um maior enfoque em produto prime. “Os activos em localizações prime, com contratos bons e inquilinos sólidos irão dominar a procura, por oposto a activos mais periféricos, ou com um perfil de rendimento menos estabilizado. Em termos de distribuição por sector, verifica-se uma preferência por categorias com escassez de oferta em Portugal, nomeadamente nos segmentos de logística e residencial para arrendamento (ou PRS - private rented sector)”, acrescenta Erica van Leuven.

Imobiliário comercial
Após um forte impacto da pandemia no sector de investimento em imobiliário comercial de rendimento no primeiro semestre de 2021, com um volume de negócios de apenas um terço do registado no período homólogo de 2020; o mês de Julho indiciou um acelerar da retoma, com 500 milhões de euros de transacções. Não obstante a dinamização recente, os 1.130 milhões de euros registados entre Janeiro e Agosto reflectem uma quebra de 40% face a 2020 (em que se atingiu um máximo histórico por influência de duas grandes transacções), sendo a redução de 29% se comparada com 2019. À semelhança dos anos anteriores, manteve-se o peso relevante das transacções de grande dimensão, com os três maiores negócios a representar 37% do volume investido e o capital estrangeiro a dominar a actividade do mercado, sendo responsável por 72% do volume total registado.
A alocação de capital por sector demonstra a contínua aposta no mercado de escritórios, responsável por mais de metade do volume transaccionado. Para tal contribuíram a aquisição pela Sixth Street (em parceria com a Acacia Point Capital Advisors) de 15 edifícios (de um total de 22) no parque de escritórios Quinta da Fonte à Signal Capital por um valor de 125-130 milhões de euros e a compra do portfolio Navigator (maioritariamente de escritórios) através da compra das participações no fundo Maxirent pela South (grupo Castel) à Rivercrown por 120 milhões de euros. Com 280 milhões de euros, seguiu-se o sector hoteleiro, em grande parte devido à aquisição dos Tivoli Marina Vilamoura e Tivoli Carvoeiro pela Azora à Minor International por 148 milhões de euros. Os sectores alternativos, afirmam-se cada vez mais junto dos investidores institucionais, tendo sido responsáveis por 16% do total investido, influenciado pela transacção de um portfólio de activos residenciais. A fraca atractividade dos activos de retalho ficou evidenciada pela segunda mais baixa alocação de capital da última década (10%) e o peso diminuto de Industrial e Logística (3%) continua a ser justificado pela escassez de produto de qualidade disponível para venda, não dando desta forma resposta à elevada procura.
Por seu lado, o sector de promoção e reabilitação urbana registou uma recuperação da actividade no primeiro semestre do ano, tendo sido identificado um volume total transaccionado de 320 milhões de euros. Entre estes, destacam-se a aquisição por parte da Norfin do Projecto Vilamoura, que conta com 21 terrenos por um valor de 100-125 milhões de euros, a venda, pelo Millennium BCP ao Grupo Pestana, do projecto Madeira Palácio, que integra dois edifícios com 262 apartamentos e um terreno com um potencial de 150 quartos, por 45 milhões de euros.

Escritórios
O mercado de escritórios da Grande Lisboa manteve um abrandamento da actividade entre Janeiro e Agosto de 2021, com 74.300 m² transaccionados, uma quebra homóloga de 24%. O Parque das Nações (zona 5) concentrou o maior volume de área contratada neste período (29%), assim como um dos principais negócios do ano: o pré-arrendamento de cerca de 10.000 m² na K Tower pela Critical Techworks.
Face ao abrandamento da procura, a taxa de desocupação aumentou 10 pontos percentuais (p.p.) no primeiro semestre, para os 5,6%. Suportado por uma expectativa de recuperação a curto prazo, o volume de oferta futura manteve-se estável, actualmente nos 403.400 m2 para os próximos três anos. De entre este volume de nova oferta, 174.100 m2 encontram-se já em construção, dos quais 44% conta com ocupação assegurada.
No Grande Porto, a maior resiliência do ano passado manteve-se em 2021, com uma quebra homóloga na procura de 15%, num volume de ocupação de 25.900 m² até Agosto de 2021. Esta evolução foi influenciada pela concretização de alguns negócios de dimensão relevante, incluindo a expansão de 3.540 m2 pela Concentrix no Porto Office Park, contribuindo para a ocupação integral deste edifício.
A taxa de desocupação aumentou para os 8,8%, em parte devido à conclusão de dois novos edifícios com um total de 7.300 m2. Relativamente à oferta futura, é esperada a entrada no mercado de 83.500 m2 nos próximos três anos, dos quais 40.700 m2 se encontram já em construção (65% desta área tem ocupação garantida).

Retalho
Na primeira metade de 2021, de acordo com o INE, o volume de vendas a retalho registou um aumento homólogo de 4,1%, atingindo desta forma valores semelhantes ao primeiro semestre de 2019. Para esta retoma terá contribuído, para além da melhoria da situação pandémica, um maior investimento dos retalhistas no comércio online e uma mudança dos hábitos de consumo dos habitantes, que reforçaram a afluência ao comércio de conveniência e proximidade.
A procura de retalho agregada pela Cushman & Wakefield evidencia uma quebra homóloga de 8%, com 180 novas aberturas no primeiro semestre de 2021. Apesar da manutenção do domínio do comércio de rua (62% do número de operações), o maior interesse por lojas de grande dimensão, em retail parks e unidades stand alone foi também evidente. Ainda que o sector da restauração tenha mantido a primazia, com 45% das novas unidades, o sector alimentar registou também um importante dinamismo, com 45 aberturas.

Industrial & Logística
A maior actividade registada o ano passado manteve-se ao longo do primeiro semestre de 2021, com uma absorção total de 270.500 m2. Entre os principais negócios, destaque para o pré-arrendamento pela Rádio Popular dos 30.000 m² do projecto da promotora belga VGP em Santa Maria da Feira; e as ocupações pela Rangel e Olicargo num total de 18.900 m² na recentemente concluída Plataforma Logística Lisboa Norte da Merlin Properties na Castanheira do Ribatejo. As regiões de Lisboa e Porto mantiveram o domínio, com 50% e 21% da absorção respectivamente
Pela primeira vez em muitos anos, verifica-se finalmente uma aposta no crescimento da oferta, através da reabilitação ou nova promoção. Destaque para a promoção pela Green Logistics by Aquila Capital de um parque logístico na Azambuja com 116.000 m² e para os três projectos da VGP em Santa Maria da Feira, Loures e Sintra num total de cerca de 60.000 m². Com um potencial de desenvolvimento adicional de 180.000 m², a Merlin Properties na Azambuja deverá também avançar em breve com a segunda fase da Plataforma Logística Lisboa Norte.

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Habitação: “Procura estrangeira duplicou desde 2012 e já representa perto de 11%”

Dados constam do estudo ‘Living Destination’, elaborado pela JLL, com os principais indicadores estatísticos na área de habitação e demografia e com uma análise detalhada para as regiões de Lisboa, Porto e Algarve

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A oferta habitacional estagnou na última década, apresentando um aumento residual (apenas 1%) de 5,88 para 5,96 milhões de casas entre 2011 e 2021, segundo o estudo ‘Living Destination’, elaborado pela JLL. Sabe-se, ainda, que apenas cerca de 1/3 deste stock tem menos de 20 anos e que a necessidade de reabilitação é ainda evidente, apesar da dinâmica dos últimos anos.

Simultaneamente, a procura encontra-se em níveis máximos, alinhados com o anterior pico do mercado, mas com um perfil mais diversificado dada a atractividade do país para compradores internacionais. “Se em 2012, a presença da procura estrangeira não chegava aos 5% dos fogos vendidos, em 2020 a JLL estima que esta quota tenha duplicado e esteja próxima dos 11%”, estima o mesmo estudo.

O estudo é um guia aprofundado dos principais indicadores estatísticos na área de habitação e demografia, além de apresentar uma análise detalhada para as regiões de Lisboa, Porto e Algarve. Em cada uma destas regiões são identificadas as principais zonas com caracterização em termos de segmentos e posicionamento do mercado, evolução de valores de venda e renda nos últimos três anos, nacionalidade de comparadores e tipologias com maior procura.

Oferta vs Procura = Desequilíbrio 

A oferta mantém-se aquém desta procura, com o número de casas vendidas na última década a ficar 40% abaixo do período homólogo, apesar do aumento muito significativo (76%) do volume de vendas nos últimos cinco anos. Este desequilíbrio entre oferta e procura impulsionou o aumento dos valores de venda. Numa análise macro, o ticket médio de venda cresceu 25% na última década. Por outro lado, esta espiral de crescimento, aliada às restrições ao crédito à habitação uma vez que a necessidade de capitais próprios é muito elevada, conjugada com alterações do perfil das famílias e de estilo de vida, tornaram o mercado de arrendamento uma verdadeira opção de habitação com enorme potencial de desenvolvimento.

O estudo ‘Living Destination’ inclui, ainda, uma síntese dos principais factores sociodemográficos subjacentes à transformação do sector residencial. Nos últimos 30 anos, a par do envelhecimento da população (estima-se que a percentagem de população com mais de 80 anos tenha mais que duplicado entre 1991 e 2021), o perfil das famílias também sofreu alterações significativas. Ao mesmo tempo que aumentou o número de agregados (+32% em 30 anos), a sua dimensão média tem vindo a reduzir, acompanhada por uma diversificação face ao conceito de “família tradicional”. As famílias monoparentais duplicaram representando 12% das famílias em 2021, enquanto os agregados de uma só pessoa aumentaram de 13% para 21% entre 1991 e 2021.

“Estas dinâmicas exigem, assim, uma adaptação do produto residencial à realidade das novas famílias e dos novos compradores. Existe um potencial de desenvolvimento do sector, quer por meio da renovação e reabilitação do stock existente, quer através de novos projectos, de modo a alinhar as expectativas e os requisitos da procura e diminuir a pressão sobre os preços.”, sublinha Joana Fonseca, Head of Strategic Consultancy & Research da JLL.

Patrícia Barão, head of Residential da JLL, sublinha que “a pandemia colocou a casa no centro da nossa vida e enfatizou a canalização de investimento para o mercado residencial. Os preços mantiveram-se muito resilientes e embora haja uma desaceleração do seu crescimento, bons projectos em localizações estratégicas continuam a ser muito atractivos quer para o mercado doméstico quer para o internacional. A quota internacional da JLL é de 40% e nos projectos da JLL o ritmo e valores de venda tem sido bastante positivo mesmo no contexto pandémico. A diversificação e o aumento da oferta de modo a abranger um leque mais diversificado de compradores e produtos é uma grande oportunidade, pelo que antevemos que este segmento continue a ter um desempenho muito positivo no futuro”.

Deste modo, o estudo da JLL enfatiza que este aumento da oferta terá que, por um lado, responder a funções mais abrangentes das habitações que permitam a coexistência de funções e que preencham as diferentes necessidades dos vários ocupantes e, por outro, por uma maior dispersão geográfica.

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Mercado de escritórios no Porto em recuperação

A recuperação deste segmento da “cidade Invicta” é impulsionada pelas transacções realizadas na CBD Boavista. A Savills mantem a expectativa para o último trimestre do ano em alta, face ao desfecho de negócios que estão pendentes

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“Em Agosto e Setembro, o mercado de escritórios do Porto apresentou um volume de absorção superior quando comparado com o ano anterior. Com um aumento de 7% no total de área absorvida, perspectiva-se que até ao final do ano esta tendência continue a verificar-se”, revela a research da Savills.

Relativamente ao total acumulado de metros quadrados ocupados, o mercado do Porto em 2021 mantém-se inferior ao período homólogo. Contudo, as transacções realizadas na CBD Boavista, que representam 55% do total do volume de absorção de Setembro, tiveram um impacto no aumento dos metros quadrados ocupados.

Segundo a Savills “entre Janeiro e Setembro de 2021, foram fechadas 40 operações, mais 6 do que 2020. No entanto, a área contratada em média foi de 762 m2, enquanto, em 2020, foi de 1.120 m2. A CBD Boavista continua a ser a zona de mercado que apresenta o maior número de operações. A CBD Baixa também apresentou mais operações do que nos dois anos anteriores, revelando que o centro do Porto mantém a atractividade para o perfil dos ocupantes”.

Assim, comparativamente ao período homólogo, os primeiros nove meses de 2021 revelaram um crescimento no número de transacções fechadas no mercado de escritórios do Porto, com mais 6 operações. Em Setembro de 2021, a transacção com maior destaque foi a do SynLab que ingressou no mercado, ocupando praticamente 3.210 m2 na zona 3.

No que diz respeito a 2021, as três zonas que apresentaram um maior volume de absorção foram, por ordem crescente, a Zona de Expansão, com 3.463 m2, a Out of Town, com 10.436 m2 e a CBD Boavista com 12.954 m2.

“As zonas centrais continuam a ser as mais apreciadas pelo perfil dos ocupantes. Apesar do Porto ter um enorme potencial de crescimento na periferia da cidade Invicta, a CBD Boavista e CBD Baixa apresentam qualidades que são apreciadas por ocupantes de qualquer sector de actividade, principalmente para as empresas que procuram uma maior visibilidade e que dão prestígio à zona em questão”, sublinha Ana Redondo, associate director do Departamento de Office Agency da Savills Portugal. “A expectativa para o último trimestre do ano é muito positiva, com o desfecho de negócios que estão pendentes há alguns meses”, prevê a responsável.

Relativamente a áreas contratadas, em 2021, as mais predominantes contavam com zonas entre os 150 e os 300 m2. No entanto, o intervalo que apresentou maior quota de mercado foi entre os 801 e os 1.500 m2, representando 24% do total acumulado de 2021.

O sector de Construção e Imobiliário foi o que teve um maior crescimento percentual, contando com um aumento de 234%. No entanto, a categoria de “Outros Serviços” é a que apresenta um maior volume de absorção em 2021 no mercado de escritórios do Porto, devido a uma operação de quase 7.000 m2 de um operador de logística. Uma nota menos positiva vai para o sector de TMT’s & Utilities, que teve um decréscimo de praticamente 95%, relativamente ao período homólogo do ano anterior.

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CBRE atinge meta de 50 centros comerciais sob gestão

Com o serviço de acompanhamento técnico e facturação de mais de 70 contratos em activos stand alone, a consultora totaliza mais de 2,3 milhões de metros quadrados sob gestão em todo o portefólio ibérico

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A CBRE alcançou a meta dos 50 centros comerciais sob gestão e comercialização na península ibérica.

“Esta meta dos 50 centros comerciais é apenas possível pela simbiose estratégica entre áreas de grande expertise técnico, como são o marketing, a gestão técnica, o retail intelligence e a sustentabilidade. Esta simbiose permite à CBRE produzir análises de mercado altamente aprofundadas e repensar o posicionamento e os valores de cada centro comercial à luz de informação relevante e concreta, bem como investir na melhoria e optimização do mix comercial dos activos adequados às necessidades dos visitantes, elevando assim a sua experiência de compra a uma experiência per si: de compra sim, mas também de encontro, de relação, de proximidade, de cultura e de animação”, sublinha a consultora comunicado.

Ao serviço de gestão e comercialização dos 50 centros comerciais em Portugal e Espanha juntam-se também o serviço de acompanhamento técnico e facturação de mais de 70 contratos em activos stand alone, perfazendo mais de 275 mil metros quadrados nesta tipologia de activos e computando mais de 2,3 milhões de metros quadrados sob gestão em todo o portefólio ibérico.

“Os números são o reflexo da criação de uma estrutura de gestão ibérica, que neste momento conta com uma equipa de Retail Property Management de mais de 250 especialistas e que traduz a confiança que os nossos clientes depositam na CBRE. São os nossos clientes que nos fazem melhorar todos os dias e trabalhar para demonstrar dinamismo e capacidade de adaptação a contextos tão hostis como o gerado pela pandemia. Os mais de 2 milhões de metros quadrados que gerimos são visitados por cerca de 230 milhões de clientes anualmente. O footfall é evidentemente relevante, mas queremos mostrar que ele está intimamente ligado à visão da CBRE para o futuro do retalho, para o futuro dos centros comerciais como meeting places”, refere Gonzalo Senra, director de retail da CBRE para o mercado ibérico.

A CBRE aponta a incorporação de diversas ferramentas digitais e a sustentabilidade, enquanto dois dos pilares que continuarão a ganhar relevância na sua forma de gerir centros comerciais e prevê que, em 2022, o portefólio continue a crescer com a incorporação de novos activos, quer em Portugal quer em Espanha.
Na lista de proprietários de clientes da CBRE estão nomes como DWS, CBRE Global Investments, Deka Immobilien, AXA, Harbert Management Corporation, Allianz, Nuveen, Kronos, Mitiska Reim, entre outros.

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Revive Natureza realiza sessões de esclarecimento para promover concursos

No centro das atenções vão estar os seis imóveis, cujos os concursos de exploração se encontram a decorrer. As sessões decorrem entre os dias 25 e 27 de Outubro e o prazo de candidatura aos imóveis termina a 19 de Novembro

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A Turismo Fundos, em colaboração com a Turismo do Centro de Portugal e com as Câmaras Municipais da Marinha Grande, Vila Velha de Rodão, Figueira da Foz e Alenquer, vai promover a realização de quatro sessões de esclarecimento, com o objectivo de dar a conhecer o Fundo e as condições dos concursos para a exploração de cada imóvel. Desta forma o organismo espera “proporcionar às empresas o acesso à informação relevante para formalizarem correctamente as suas candidaturas”.

No centro das atenções vão estar os seis imóveis, cujos os concursos de exploração se encontram a decorrer. Na Marinha Grande estão em aberto os concursos do Chalet de São Pedro e da Casa do Pinheiro Manso. Em Vila Velha de Rodão está a concurso o Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo. A Casa Florestal de Sul e a Antiga Sede da Administração Florestal são os concursos abertos na Figueira da Foz e o sexto imóvel a concurso é Edifício Florestal da Abrigada, localizado em Alenquer.

Os interessados em participar terão que se inscrever na plataforma “Evenbrite” (inscrição obrigatória e gratuita). As sessões, online, realizam-se entre os dias 25 a 27 de Outubro e as candidaturas à exploração dos imóveis terminam a 19 de Novembro.

Sessão do dia 25 10H Marinha Grande

Sessão dia 25 15H Vila Velha de Rodão

Sessão dia 26 10H Figueira da Foz

Sessão dia 27 10H Alenquer

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Preços das casas aumentaram 9,5% desde o início da pandemia

A subida dos preços no período pós-Covid tem vindo a ganhar ritmo desde Abril passado. Nesse mês a valorização acumulada foi de 3,5%, em Junho atingiu os 7,2%, acelerando para os 9,5% agora em Setembro

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Os preços de venda das casas em Portugal continental aumentaram 9,5% desde o início da pandemia, em Março de 2020. A conclusão é da Confidencial Imobiliário, que acaba de lançar o seu mais recente Índice de Preços Residenciais.

“Após um período de estabilização no primeiro ano de pandemia, com variações acumuladas que não foram muito além dos 2,0%, a subida dos preços no período pós-Covid tem vindo a ganhar ritmo desde Abril passado. Assim, se nesse mês a valorização acumulada desde Março de 2020 era de 3,5%, no final do Junho esse indicador atingia já os 7,2%, acelerando para os 9,5% registados agora em Setembro”, refere a análise.

Em termos mensais, os preços das casas em Setembro de 2021 aumentaram 0,9%, numa diferença marginal face à variação mensal de 0,6% observada quer em Junho quer em Julho. Decorrente deste registo de variações mensais residuais, o 3º trimestre acumula uma variação trimestral de 2,1%, em desaceleração face aos 4,5% registados no 2º trimestre.

Em termos homólogos, os preços subiram 9,4% em Setembro, indicador que fica quase 7 pontos percentuais acima dos 2,6% de subida homóloga observados no início deste ano.

O preço médio de venda das casas em Portugal Continental atingiu os 1.895€/m2 no 3º trimestre de 2021, ficando em 2.438€/m2 na Área Metropolitana de Lisboa, 1.905€/m2 na Área Metropolitana do Porto e 2.032€/m2 no Algarve.

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Century 21 Portugal realiza parceria com TaskRabbit

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher que podem utilizar em serviços da TaskRabbit

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A Century 21 Portugal acaba de efectuar uma parceria com a empresa do grupo IKEA, a TaskRabbit, que é uma plataforma agregadora de técnicos locais, denominados taskers, que prestam serviços especializados para resolver qualquer tarefa relacionada com a vivência ou manutenção de uma casa. Este novo acordo de parceria permite disponibilizar todo o apoio necessário para que os clientes da marca poupem tempo, trabalho e evitem preocupações com as tarefas domésticas.

Depois da decisão de comprar ou arrendar uma casa, inicia-se outra etapa para adaptar, personalizar o imóvel e transformá-lo num lar. Entrar numa nova habitação implica mudanças, instalações e muitas horas de bricolage e estas são tarefas para as quais nem todos sentem habilidade, paciência ou disposição. Por isso, montagem de mobiliário, reparações, mudanças ou transporte de bens, limpeza, pintura, instalações eléctricas, canalizações, jardinagem ou assistência pessoal são alguns dos serviços apresentados nesta plataforma digital colaborativa, que a Century 21 Portugal disponibiliza agora aos seus clientes, através desta parceria. A TaskRabbit junta-se, assim, ao amplo grupo de parceiros da Century 21 Portugal, como a Galp, La Redoute, Vodafone ou Robbialac, que facultam serviços complementares de bricolage, decoração, energia, comunicações, entre outros, aos clientes da marca.

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher de  20 euros que podem utilizar em serviços da TaskRabbit. Para além disso, todos os utilizadores que se registarem na App Century 21 recebem um bónus de 10 euros no primeiro serviço.

Fundada há treze anos, nos Estados Unidos, e adquirida pela IKEA em 2017, a TaskRabbit opera ainda no Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal. Com este novo acordo, a TaskRabbit também aumenta a sua expansão nacional, através das sinergias criadas com a rede Century 21 Portugal.

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​Janno de Haas nomeado chairman da MVGM global

Esta é a primeira alteração neste cargo desde a fundação da empresa com sede na Holanda. O novo responsável assume funções a 1 de Novembro

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Janno de Haas foi nomeado para presidente do Conselho de Administração do grupo MVGM, especialista em gestão imobiliária na Europa, e que está presente em Portugal desde 2019. O novo responsável assume funções a 1 de Novembro.

Esta é a primeira alteração neste cargo desde a fundação da empresa com sede na Holanda, e enquadra-se na estratégia que tem conduzido o grupo a um crescimento exponencial nos últimos anos, com o objectivo de conquistar a liderança no mercado de gestão imobiliária.

Recorde-se que, em 2019, a MVGM adquiriu o negócio de Property Management da JLL e deu as boas-vindas a mais de 500 novos trabalhadores de 10 países, integrando 20 novos escritórios e expandindo-se para novos mercados.

Eddy Smit, cofundador e accionista da MVGM, até aqui presidente do Conselho de Administração da companhia, assume o cargo de presidente do Conselho Fiscal do grupo MVGM.

“Janno de Haas traz muito conhecimento e experiência internacional, entusiasmo, compromisso e uma nova perspectiva sobre o negócio da Gestão Imobiliária, onde a inovação é indispensável. Trabalharemos juntos para continuar a entregar resultados”, afirma Eddy Smit.

Janno de Haas, de 50 anos, soma 15 anos de experiência na gestão de grandes organizações em diversos sectores, tendo passado por grupos como Intergas, Den Braven e Philips Healthcare.

O Grupo MVGM tinha já reforçado o seu Conselho de Administração com a nomeação, no início de 2020, de Maarten de Haas como director executivo europeu, e de Susi Kaml como directora financeira.

Em Portugal, a equipa da MVGM é liderada por Miguel Kreiseler e constituída por cerca de 40  especialistas imobiliários com mais de 20 anos de experiência e gere um portefólio com mais de 850 mil metros quadrados e um valor estimado de 1.100 milhões de euros.

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Mercado de escritórios de Lisboa com aumento de 37% do volume de absorção

Análise da Savills avança que, nos primeiros noves meses do ano, o segmento da capital já superou os 80.600 m2, e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2

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O mês de Setembro de 2021, apesar de ainda não ter atingido os níveis pré-pandémicos, até Setembro, Lisboa apresentou um desenvolvimento positivo, quando comparado com o período homologo, contabilizando um volume de absorção de 6,341 m2.

“A ocupação do mercado de escritórios em 2021 já superou os 80.600 m2 e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2. Ainda que o total acumulado relativamente ao período homologo do ano anterior tenha apresentado um decréscimo de 21%, espera-se que o último trimestre tenha muita actividade e que os tomadores de decisões devem agir em conformidade com as operações que se encontravam em stand-by”, avança a Savills.

Segundo a consultora internacional, “a zona 5 (Parque das Nações), com 23.233 m2 de volume de absorção, continua a zona de mercado com maior atractividade, seguida pela zona 7 (Outras zonas) com 15.634 m2 e a zona 2 (CBD) com 12.775 m2.” No entanto, o maior destaque da Savills vai para a Zona Histórica e Beira Rio, “que apresentou uma variação de 534% face a 2020, devido à transacção da Evolution Gaming que ocupou o edifício Atelier na totalidade, com cerca de 1.522 m2”.

Assim, “entre Janeiro e Setembro de 2021, foram fechadas 93 operações, com a zona CBD apresentar o maior dinamismo, contabilizando 28 negócios realizados, apenas menos 1 transacção fechada comparativamente ao ano 2019 e o dobro das operações quando comparada com o ano 2020. Na totalidade do mercado, com um aumento de praticamente 29% do número de negócios fechados face a 2020, o mercado de escritórios de Lisboa continua a apresentar-se resiliente e atractivo”, sublinha a Savills.

Na sua análise a consultora aponta o sector de actividade das TMT’s e de Utilties, como aquele que apresenta uma maior percentagem no volume de absorção do mercado de escritórios de Lisboa, cerca de 27% do total.
“A pandemia trouxe muitos desafios para as empresas de todos os sectores de actividade. No entanto, o sector das áreas mais tecnológicas foi presenteado com oportunidades que resultaram na expansão de muitas empresas. É também importante realçar o aumento de 92% do volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa, sendo que 58% dessas novas empresas são do sector das TMT’s”, justifica a Savills.

O volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa também se encontra com níveis superiores a 2019 e 2020. Em 2019, entre Janeiro e Setembro foram contabilizadas 21 empresas que entraram no mercado de Lisboa, sendo que em 2021, houve menos 5 transacções. No entanto, a área média de 2021 atingiu os 836 m2 enquanto que, em 2019, a área média foi de 541 m2.

“Os sinais de resiliência são cada vez mais evidentes para a cidade de Lisboa. O mercado ocupacional, gradualmente, vai voltando à normalidade e espera-se que todas as operações que se encontram em aberto sejam em breve concluídas. Lisboa sempre foi uma cidade atractiva para o estabelecimento de empresas que queiram expandir-se internacionalmente, pelas diversas valências que lhes são proporcionadas”, explica Ana Redondo, associate director do Departamento de Office Agency da Savills Portugal. “Neste sentido, e confirmando esta tendência, o apetite de empresas em ingressar no mercado de Lisboa é notório e cada vez mais evidente com o levantamento das restrições inerentes à Covid-19. O levantamento das restrições também estão a originar restruturações internas das empresas, o que levam muitas vezes à mudança de edifício”, conclui.

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Cushman & Wakefield e Worx comercializam Liberdade 227

Edifício localizado na Avenida da Liberdade, no centro de Lisboa, encontra-se praticamente devoluto contando apenas com um inquilino com contrato de termo fixo

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As consultoras Cushman & Wakefield e Worx Real Estate Consultants anunciaram que foram instruídas em co-exclusivo para a venda do edifício localizado na Avenida da Liberdade 227, no centro de Lisboa.

O edifício, que totaliza 1.951m2 de área bruta de construção acima do solo em 10 pisos e que conta ainda com um piso em cave com 519m2, encontra-se praticamente devoluto contando apenas com um inquilino com contrato de termo fixo.

Situado na avenida mais emblemática da cidade, a dois passos do metro da Avenida, este edifício reúne um conjunto de características que o tornam atractivo tanto para a manutenção do actual uso de escritórios como para a possível conversão para habitação mantendo, em qualquer dos casos, o piso térreo para comércio.

“Estamos muito satisfeitos por poder trazer este edifício para o mercado, pelas suas características únicas – 10 pisos com óptimas vistas da Avenida e do Castelo e com uma dimensão média – e por constituir uma das últimas oportunidades de reabilitação numa das mais procuradas e valorizadas zonas da cidade", afirma Para Ana Gomes, partner e directora do departamento de Development & Living da Cushman & Wakefield em Portugal.

Também, segundo Pedro Valente do departamento de Capital Markets da WORX, o Liberdade 227 é "uma oportunidade única" de adquirir um edifício na Avenida mais emblemática do país". "Ainda mais interessante por se tratar de uma folha em branco para desenhar um projecto de raiz, uma vez que está praticamente devoluto o que permitirá avançar e desenvolver rapidamente um projecto completamente novo”, acrescenta.

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Vanguard Properties já vendeu cerca de 60% dos apartamentos do Infinity

Portugueses lideram as vendas, com 70%, num grupo onde também entram ingleses, brasileiros e angolanos. As tipologias mais vendidas são T2 e T3

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A Vanguard Properties já vendeu cerca de 60% dos 195 apartamentos do projecto residencial Infinity. As tipologias mais vendidas são T2 e T3 a clientes na sua grande maioria ingleses, brasileiros, angolanos, provenientes do médio oriente e Ásia. Portugueses à frente, em 70% das vendas.

O Infinity, cujo investimento ronda os 90 milhões de euros e que estará pronto no Verão de 2022, terá um total de 26 pisos e 195 apartamentos com tipologias de T0 a T6 Duplex, 329 lugares de estacionamento e um conjunto de amenities verdadeiramente únicas no país. Para além de uma piscina exterior no 24º piso, uma piscina interior para adultos e outra para crianças, o empreendimento terá duas salas de festas, um ginásio equipado com Technogym, kids club, um spa, serviço de concierge e um pátio interior com extensas áreas ajardinadas complementadas por um campo de padel. Para corresponder à actual realidade de regime de trabalho flexível o Infintiy terá ainda não só salas de reuniões, mas também espaços de coworking.

Situado em plena Lisboa, na zona de Sete Rios, o Infinity tem uma ligação directa pedonal e por ciclovia ao Parque Florestal de Monsanto, que permitirá aos seus residentes usufruir dos mais de 900 hectares de espaços verdes e das suas infraestruturas que oferecem a prática de mais de 15 diferentes desportos ao ar livre.

Dividido em três áreas ligadas por um núcleo central, o Infinity tem um forte cariz ambiental – com certificado BREEAM - sendo que cada uma das áreas terá uma designação e organização tipológica própria: River, Nature e City – e está a atrair na sua maioria compradores portugueses, mas também compradores de outras nacionalidades como ingleses, brasileiros, angolanos e provenientes do médio oriente e da Ásia.

“O Infinity tem-se revelado um grande sucesso. A dimensão, localização e as linhas arquitectónicas são os principais factores para o sucesso deste empreendimento. Para além, claro está, do ambiente e estilo de vida que o projecto proporciona. O Infinity prima por uma singularidade que, estando situado em plena Lisboa e sendo o edifício mais alto da cidade com uma vista impressionante sobre o Aqueduto, o Monsanto e o Tejo, oferece uma qualidade e um conjunto de serviços únicos e de excelência aos seus residentes proporcionado um estilo de vida mais próximo da natureza”, segundo José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties.

Em Portugal desde 2016, a Vanguard Properties tem projectos em Lisboa, Oeiras, Comporta e Algarve, estando a desenvolver o “Terras da Comporta”. Com um total de 22 projectos, o investimento em solo nacional soma cerca de 1.215 mil milhões de euros que correspondem a uma área bruta em construção de 1.027.781 m2.

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