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Century 21 Portugal realiza parceria com TaskRabbit

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher que podem utilizar em serviços da TaskRabbit

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A Century 21 Portugal acaba de efectuar uma parceria com a empresa do grupo IKEA, a TaskRabbit, que é uma plataforma agregadora de técnicos locais, denominados taskers, que prestam serviços especializados para resolver qualquer tarefa relacionada com a vivência ou manutenção de uma casa. Este novo acordo de parceria permite disponibilizar todo o apoio necessário para que os clientes da marca poupem tempo, trabalho e evitem preocupações com as tarefas domésticas.

Depois da decisão de comprar ou arrendar uma casa, inicia-se outra etapa para adaptar, personalizar o imóvel e transformá-lo num lar. Entrar numa nova habitação implica mudanças, instalações e muitas horas de bricolage e estas são tarefas para as quais nem todos sentem habilidade, paciência ou disposição. Por isso, montagem de mobiliário, reparações, mudanças ou transporte de bens, limpeza, pintura, instalações eléctricas, canalizações, jardinagem ou assistência pessoal são alguns dos serviços apresentados nesta plataforma digital colaborativa, que a Century 21 Portugal disponibiliza agora aos seus clientes, através desta parceria. A TaskRabbit junta-se, assim, ao amplo grupo de parceiros da Century 21 Portugal, como a Galp, La Redoute, Vodafone ou Robbialac, que facultam serviços complementares de bricolage, decoração, energia, comunicações, entre outros, aos clientes da marca.

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher de  20 euros que podem utilizar em serviços da TaskRabbit. Para além disso, todos os utilizadores que se registarem na App Century 21 recebem um bónus de 10 euros no primeiro serviço.

Fundada há treze anos, nos Estados Unidos, e adquirida pela IKEA em 2017, a TaskRabbit opera ainda no Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal. Com este novo acordo, a TaskRabbit também aumenta a sua expansão nacional, através das sinergias criadas com a rede Century 21 Portugal.

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Startup portuguesa permite encontrar casa por videochamada em directo

Inlife é uma plataforma digital que facilita o processo de arrendamento de quartos, estúdios, apartamentos ou até residências e espaços de coliving

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Para quem está a pensar arrendar uma casa ou um quarto, mas não tem disponibilidade ou tempo para sair do local onde se encontra, nem deslocar-se a outra cidade, a Inlife oferece a solução.

Criada para ajudar estudantes e profissionais a encontrar alojamento mobilado pronto a habitar, a Inlife é uma plataforma digital que facilita o processo de arrendamento de quartos, estúdios, apartamentos ou até residências e espaços de coliving, em várias cidades do país – e é possível fazer tudo por videochamada em tempo real.

Lançada em 2019, a Inlife é uma startup portuguesa inovadora na forma como olha todo o processo de procura e selecção  de uma nova casa e, recorrendo à videochamada, torna possível que os hóspedes passassem a visitar um alojamento muito antes de se mudarem de uma cidade para outra, com poupanças claras de tempo, esforço e custos no processo.

Nestas visitas, os potenciais inquilinos terão oportunidade de conhecer as condições da casa em tempo real, os futuros colegas de casa (no caso de arrendar um quarto) e, ainda, de conhecer os arredores da casa, saber como chegar à estação de metro ou autocarro mais próxima, supermercados, restaurantes e outras informações locais. Um processo simples, informal e totalmente transparente.

De acordo com Pedro Gancho, CEO da Inlife, “a plataforma da Inlife foi concebida para permitir a qualquer pessoa um processo de reserva rápido e sem burocracia envolvida, sendo o seu grande ponto de diferenciação o serviço de agendamento, gestão e realização de visitas por videochamada em directo entre inquilino e senhorio, tudo dentro da plataforma, para optimizar o tempo e eficiência do processo para ambas as partes”

E acrescenta: “Estamos muito contentes por termos introduzido este conceito pioneiro no mercado de arrendamento, porque vemos que o serviço inovador da Inlife está realmente a acrescentar muito valor a quem o utiliza. Queremos, sobretudo, oferecer às pessoas um processo de arrendamento rápido, descomplicado e transparente, que permita que façam uma escolha informada e confiante, para encontrarem a casa certa e desfrutarem de uma excelente estadia”.

A juntar às visitas por videochamada, a Inlife possui uma plataforma online simples e intuitiva, que oferece ainda mais informação a quem procura casa e que permite tornar o processo mais célere. A plataforma ajuda a encontrar o alojamento ideal, permitindo seleccionar as zonas preferenciais, o orçamento e o tipo de casa que se procura, tudo em poucos segundos.

A Inlife está actualmente presente nas cidades de Lisboa, Porto, Coimbra e Évora, com tudo a postos para entrar em Espanha e Itália já no início de 2022. A empresa conta com vários parceiros por todo o país, entre os quais a Universidade de Lisboa, Nova SBE, Universidade Católica Portuguesa, Universidade do Porto, Universidade de Coimbra, Câmara Municipal de Lisboa, entre muitas outras empresas e organizações que contam com a Inlife como a solução certa para encontrar opções de alojamento para a sua comunidade.

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Portugal terá mais 1M de idosos em 2050 e precisará de mais 55 mil camas

Estudo desenvolvido pela CBRE analisa o sector dos cuidados de saúde e residências seniores em Portugal. O investimento em activos de saúde e residências seniores é ainda reduzido, mas deverá aumentar à medida que são desenvolvidos novos projectos

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De acordo com o estudo ‘Building a healthier and more thriving future’, divulgado pela consultora imobiliária CBRE, mais de um terço da população residente em Portugal em 2050 será sénior, o que equivale a um total de 3,3 milhões de pessoas (mais 1 milhão que os actuais 2,3), pelo que serão necessárias mais 55 mil camas em residências seniores, metade do que existe actualmente.

Esta é uma das principais conclusões do estudo desenvolvido pelo departamento de Research da CBRE, que analisa o sector dos cuidados de saúde e residências seniores em Portugal, destacando a atractividade destes activos para operadores e investidores.

O potencial de crescimento da procura é elevado

Portugal é actualmente o terceiro país na Europa com um maior peso de população idosa (+ 65 anos) e em 2050 será o primeiro. Consequentemente, o índice de dependência está previsto quase duplicar nos próximos 30 anos, tornando-se em 2050 o mais elevado na Europa, com uma estimativa de 63 idosos para cada 100 pessoas em idade activa.

Apesar de ser dos países com maior esperança média de vida na Europa, é também onde o número médio de anos de vida sénior saudável é menor.
O elevado preço das residências seniores tem sido um dos entraves ao crescimento da oferta, mas a população está mais consciente e começa a criar complementos à reforma

O valor de uma estadia numa residência privada é elevado para o rendimento médio dos portugueses, pois inclui elevados custos de pessoal associados a um acompanhamento 24 horas e a serviços médicos, tornando-se um dos principais obstáculos ao crescimento da oferta em Portugal.

Os preços em residências privadas variam consideravelmente consoante o grau de dependência do residente, cuidados médicos necessários e serviços adicionais (como actividades de lazer, cabeleireiro, etc.). O preço base médio numa residência privada com uma gestão profissionalizada é de aproximadamente 1.200 euros, o que representa um custo muito elevado face ao valor médio das pensões de reforma, que é de 5.811 euros/ano, ou seja, 484,25 euros/ mês, em Portugal, atingindo um valor máximo de 771,25 euros/mês em Oeiras.

Contudo, a população portuguesa, nomeadamente da classe média, está hoje mais consciente deste problema e utiliza soluções particulares de poupança, incluindo o esforço de aquisição de casa, cujo valor poderá ser monetizado ou rentabilizado na velhice para suportar o pagamento dos cuidados necessários na idade maior. Importa lembrar que em Portugal 75% das casas são propriedade do próprio ocupante e a venda ou o arrendamento da mesma permitirá complementar o valor da reforma.

Por outro lado, diversos factores como a segurança, o clima e os incentivos fiscais têm contribuído para a atracção de estrangeiros reformados para Portugal, os quais, de um modo geral, têm um valor de reformas muito superiores aos dos portugueses. O aumento de estrangeiros a viver em Portugal tenderá a reflectir-se num acréscimo da oferta de residências sénior de maior qualidade e com uma maior oferta de equipamentos e serviços.

A oferta residencial destinada à população sénior é ainda escassa e pouco qualificada. No entanto, estão a surgir novos operadores com ambiciosos planos de crescimento

Em Portugal, a oferta de alojamento para a população sénior integra as Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) e é complementada pela Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e por algumas residências para idosos independentes.

Existem actualmente cerca de 100.500 camas em ERPI, das quais apenas 23% pertencem a entidades privadas com fins lucrativos. Acrescem pouco mais de 10 mil camas na RNCCI, mais de metade geridas por Misericórdias.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a oferta de camas em residências para seniores deve corresponder a 5% da população idosa. Deste modo, Portugal está actualmente com um défice de 4.500 camas e até 2050, deveriam ser criadas pelo menos mais 55.000, ou seja, metade do que existe actualmente. Tendo em conta a previsão de população acima dos 80 anos, a CBRE considera que as necessidades poderão ser muito superiores.

Para cumprir este objectivo, será necessária uma maior participação do sector privado. Diversos operadores de residências para seniores estrangeiros entraram recentemente em Portugal e têm já residências em funcionamento ou em projecto, como a Opera, a Domus Vi, a Domitys e a Clece; juntando-se a operadores portugueses como a UHub, a Amera, a BF, entre outras, também a expandir neste sector.

A CBRE tem conhecimento de mais de 20 projectos em construção ou em fase de licenciamento, compreendendo uma capacidade superior a 1.500 camas. Dada a escassez de oferta, prevê-se que possam surgir mais.

Investimento em Portugal é ainda reduzido, mas deverá aumentar à medida que são desenvolvidos novos projectos
O investimento em activos de saúde e residências seniores tem verificado um crescimento expressivo em muitos países europeus. Em Portugal, há poucas evidências de transacções realizadas sobre imóveis já a gerar rendimento, destacando-se algumas aquisições por parte do fundo francês Pierval Santé e a compra do Expo Living (que integra a Residência Montepio Parque das Nações) por parte da Square Asset Management.

No entanto, a CBRE acredita que o desenvolvimento de novos projectos e a entrada e expansão de diversos operadores irá impulsionar o investimento nesta classe de activos nos próximos anos, nomeadamente através de contratos de projectos e forward finance, onde o investidor acorda a aquisição do imóvel antes do mesmo se encontrar concluído.

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“Sounds of Tourism”: CIUL recebe simpósio sobre ‘turistificação’ no centro de Lisboa

Iniciativa “Escutar a Cidade Turística: Turistificação, ambientes sonoros e transformação urbana” é promovida pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e vai acontecer no dia 26 de Novembro

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O simpósio “Escutar a Cidade Turística: Turistificação, ambientes sonoros e transformação urbana”, promovido pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa vai acontecer no Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL) no próximo dia 26 de Novembro, sexta-feira, no âmbito da sua rubrica “Estudos e Projectos”.

O objectivo é mostrar alguns resultados preliminares do projecto de investigação “Sounds of Tourism” e também apresentar as linhas actuais de pesquisa. Lançado em Outubro de 2018 e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), “Sounds of Tourism” explora o impacto do turismo nos ambientes sonoros do centro histórico da cidade de Lisboa, com uma atenção especial na forma como os fluxos turísticos estão a mudar a forma como sentimos e habitamos a cidade. Três anos após o seu início, e com uma pandemia global no meio que afectou particularmente as dinâmicas turísticas da cidade, é tempo de fazer um balanço. Este seminário reúne membros da equipa de investigação para uma série de apresentações em formato de mesa redonda que visam criar um espaço colectivo de reflexão crítica com base no trabalho realizado no âmbito deste projecto.

A iniciativa tem início às 10 horas, com a introdução a cargo de Iñigo Sánchez-Fuarros (Incipit CSIC), seguida da apresentação de alguns projectos em curso, nomeadamente “Máscara? Salas de espectáculo, sim. Discotecas, não”: introdução às ecologias da música ao vivo em tempos de pandemia”, por Maria Teresa Lacerda (NOVA FCSH), “Espaço, (in)visibilidade e pertença em territórios turísticos: O bairro do Castelo em Lisboa”, por Rita Barreto Correia (NOVA FCSH), “A economia urbana e os artistas de rua: performance, mobilidades e conflitos em um espaço público turistificado”, por António Cláudio do Nascimento Silva (NOVA FCSH), “Património, turismo e música: o apoio mediático da TAP à cultura expressiva portuguesa”, por Bart Vanspauwen (NOVA FCSH) e “Plantas, humanos e semiótica”, por Mariana Pinho (NOVA FCSH).

Na segunda parte do simpósio, a temática incide sobre  “O que fizemos até agora”, com a apresentação de quatro estudos: “Queering the Urban Politics of Transformation? Lisbon’s Techno-Spaces between Precarization and Self-Empowerment“, por Jasemin A. Khaleli (Universidade de Viena), “Urbanismo afetivo e atmosferas colaterais na Lisboa turistificada”, por Daniel Paiva (CEG, UL), “Os estudantes internacionais e a cidade turística: a intersecção de três economias urbanas”, por Daniel Malet Calvo (CIES, ISCTE) e, por último, “Escutar Lisboa: Uma abordagem ao fenómeno da turistificação sonora”, de Iñigo Sánchez-Fuarros (Incipit CSIC).

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Mercado de escritórios em Lisboa em recuperação

Volume de absorção acumulado de Janeiro a Outubro de 2021 confirma recuperação gradual do Mercado de Escritórios de Lisboa. Análise da Savills avança que, nos primeiros dez meses do ano, o mercado de escritórios da capital ultrapassou os 120.000 m2

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Nos primeiros dez meses deste ano, o mercado de escritórios de Lisboa contabilizou um volume de absorção total de aproximadamente 125.000 m2. O valor alcançado demonstra uma subida de 9% comparativamente ao período homólogo de 2020, ainda que não tenha conseguido atingir os valores pré-pandemia.

“Estando mais próximos do final de 2021, podemos afirmar que o mercado de escritórios de Lisboa está a recuperar positivamente do período pandémico. Ainda que o volume de absorção expectável de fecho do ano não deva exceder os 150.000 m2, os drivers de mercado e a motivação da procura mantêm-se muito firmes e dinâmicos”, sustenta Ana Redondo, associate director do departamento de Office Agency da Savills Portugal.

De acordo com a Savills, à excepção das Zonas Prime CBD (Zona 1) e CBD (Zona 2) que observaram descidas homólogas de 47% e 12% respectivamente, as restantes zonas de mercado contabilizaram um aumento nos seus volumes de absorção.
A zona do Corredor Oeste (Zona 6) soma o maior volume de ocupação do período em análise com um total de 47.000 m2. Contudo, é importante ressalvar que este valor considera a ocupação de 30.500 m2 por parte da Câmara Municipal de Oeiras das suas actuais instalações.

A zona do Parque das Nações (Zona 5), que registou um total de 23.553 m2 de espaços de escritórios ocupados, observou um aumento homólogo de 6%, aproximando-se dos valores de absorção registados antes da pandemia (26.840 m2).

Os sectores de TMT´s e Consultores e Advogados exerceram um peso de 83% no volume total de absorção nesta zona de mercado, com quatro das onze operações levadas a cabo por estes sectores, a serem direccionadas para áreas acima dos 1.000 m2.

Entre Janeiro e Outubro de 2021, foram fechadas 106 operações, uma subida de 36% em relação ao mesmo período de 2020, com a zona CBD (Zona 2) a liderar a tabela com 32 operações fechadas.

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Portugal Sotheby’s Realty cresce 53% face a 2020

Dados reportam-se a de Janeiro a Outubro deste ano, tendo sido fechadas um total de 317 transacções, tendo registado em Setembro “um dos seus melhores meses de sempre”

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Entre Janeiro e Outubro deste ano, foram fechadas pela Portugal Sotheby’s Realty um total de 317 transacções, um número que representa um crescimento de 53% face ao registado nos primeiros dez meses de 2020, e um aumento de 39% quando comparado com igual período de 2019, demonstrando um crescimento sustentado e progressivo ao longo dos anos.

Com um preço médio de transacção de 1,1 milhões de euros nos primeiros dez meses do ano, a marca de imobiliário residencial de luxo registou em Setembro um dos seus melhores meses de sempre.

No que diz respeito às nacionalidades dos seus clientes, a Portugal Sotheby’s Realty revela que vendeu imóveis de luxo a 22 nacionalidades diferentes nos primeiros dez meses do ano. Portugal, Reino Unido, Estados Unidos, Brasil e Espanha surgem como as cinco principais nacionalidades dos clientes que mais compraram imóveis de luxo.

“Os primeiros 10 meses de 2021 foram marcados pelo acentuado crescimento e forte dinamismo da nossa marca, quer a nível nacional quer a nível internacional, com destaque para Setembro, um dos nossos melhores meses de sempre”, afirma Miguel Poisson, CEO da Portugal Sotheby’s Realty

As baixas taxas de juro, a mudança de paradigma dos investidores, que passaram a apostar no mercado imobiliário em detrimento do mercado accionista, o crescimento de construção nova e a forte procura externa são alguns dos factores externos que estiveram na base deste crescimento, refere a consultora.

Para 2022, mantendo-se a “retoma da actividade económica, o retorno do investimento e a melhoria dos indicadores do turismo, é expectável um desempenho positivo do mercado imobiliário até ao final do ano, bem como no próximo ano”, acrescenta Miguel Poisson.

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Tribunal de Contas: medidas extraordinárias da Habitação foram ineficazes

Até 31 de Dezembro de 2020 a reacção resumia-se a cinco medidas, com grau de execução insuficiente e incipiente, tendo sido investidos apenas 16% do orçamento definido, ou seja, cerca de 10M€

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O Tribunal de Contas (TdC) realizou uma avaliação técnica à execução das cinco medidas extraordinárias tomadas como reacção ao impacto adverso da pandemia no sector da Habitação e o grau de recuperação face à situação inicial. A auditoria incide sobre cinco medidas que têm com entidade gestora o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), designadamente conservação e reabilitação do parque habitacional do IHRU, protecção do arrendamento habitacional, parque habitacional público de habitação a custos acessíveis, reconversão de alojamento local, mecanismos de redução, suspensão e isenção de rendas por entidade pública (IHRU).

Para o TdC a reacção pública ao impacto adverso da pandemia na Habitação não foi a adequada para assegurar a recuperação do sector. O relatório sublinha que “não foram determinadas com rigor as necessidades habitacionais decorrentes do impacto adverso da pandemia, nem essas necessidades tiveram impacto nos objectivos definidos para o programa orçamental, os quais se mantiveram inalterados, tal como as metas previstas para 2020 e só originaram uma medida para reagir a esse impacto, sem orçamento e ccom resultado imaterial”, sustenta.

De igual forma, o TdC refere que a estrutura existente “não se revelou adequada para monitorizar e controlar eficazmente as medidas, identificando e quantificando a situação inicial, o impacto adverso da pandemia, a reacção a esse impacto e a recuperação desse impacto”.

Ainda em tom crítico, o relatório do TdC aponta ainda que “a informação prestada sobre as medidas extraordinárias” tomadas no sector da Habitação para fazer face à pandemia “não foi completa, nem suficiente, não tendo promovido a responsabilização, a transparência e o escrutínio públicos quanto à eficácia dessas medidas”.

“Em suma”, refere o relatório “até 31 de Dezembro de 2020 a reacção resumia-se a cinco medidas, com grau de execução insuficiente e incipiente (16% do orçamento ou seja, cerca de 10 milhões de euros), das quais duas apresentavam resultados, só uma tinha meta definida, sem a ter atingido, e nenhuma se revelava eficaz para alcançar o seu objectivo, nem para recuperar a situação inicial”.

O Tribunal de Contas recomenda ao Governo que “promova a articulação das medidas tomadas” com a “prossecução do interesse público” e que venha a “dispor de uma estrutura adequada para monitorizar e controlar eficazmente as medidas tomadas como reacção ao impacto adverso da pandemia no sector da habitação”.

Ao IHRU, o Tribunal sugere que, enquanto entidade gestora, conceba e implemente um “modelo de avaliação da eficácia das medidas”.

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VIC Properties inicia comercialização do Edifício Square e construção do Park

Com mais de 75% dos 240 apartamentos colocados no mercado já vendidos a promotora imobiliária prepara-se para acelerar o que falta do empreendimento Prata Riverside Village

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A VIC Properties iniciou a comercialização dos 107 apartamentos do Edifício Square, localizado no coração do Prata Riverside Village, projecto desenhado pelo arquitecto italiano (prémio Pritzker), Renzo Piano.

Com preços a partir de 380 mil euros, o Square é composto por apartamentos que variam entre T0 e T3 +1. Tal como nos Edifícios anteriores, a preocupação com a eficiência energética e com a mobilidade eléctrica não foi deixada ao acaso. Como tal, todos os apartamentos têm um sistema solar térmico com depósito para aquecimento de águas e estacionamento com carregador eléctrico próprio.

Com o arranque da comercialização do Square, a VIC Properties reforça a oferta disponível do Prata Riverside Village, que continua a registar uma forte procura. Os 68 apartamentos dos dois edifícios já concluídos, The One e Riverside, estão totalmente comercializados e habitados, enquanto as vendas dos edifícios em construção decorrem a um ritmo elevado.

O West, cujas obras serão concluídas no primeiro trimestre 2022, é composto por outros 107 apartamentos, dos quais mais de 85% já foram comercializados. Já no Urban, que ficará pronto até ao final de 2022, foram comercializados até este momento mais de 30% dos seus 65 apartamentos. O Edifício Park, composto por 56 apartamentos, será o próximo a ser construído.

De uma forma agregada, a VIC Properties já concluiu a venda de mais de 75% dos 240 apartamentos colocados no mercado.

“Estes números comprovam o elevado interesse que o Prata Riverside Village tem suscitado. Além dos edifícios serem em si uma obra de arte, assinada por um prémio Pritzker, o Prata oferece características únicas, quer pelos materiais utilizados na construção e nos acabamentos quer pela sua localização. Estamos a falar do único empreendimento novo na primeira linha do Rio Tejo e com uma ligação ao Parque Ribeirinho Oriente que permite que os habitantes do Prata, os residentes de Marvila e as centenas que pessoas que passam diariamente por esta zona de Lisboa usufruam hoje do Tejo e de espaços verdes, com comércio e áreas de lazer”, afirma Luís Gamboa, Chief Operating Officer da VIC Properties.

“Dia após dia, o bairro Prata fica mais consolidado. Este ano, assistimos à abertura dos primeiros espaços comerciais, que já estão a servir os residentes de Marvila e todos aqueles que trabalham ou visitam esta freguesia. Temos promovido eventos desportivos, como a Taça do Mundo de Triatlo, e culturais, como o Mercado P’la Arte, que se realiza no primeiro sábado de cada mês. E estamos também a remodelar a Praça Central do Prata, de forma a ganhar maior dimensão e amplitude”, sublinha Luís Gamboa.

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Projecto residencial Santa Isabel inicia comercialização {c/ galeria de imagens}

Athena Advisers, a consultora responsável, acredita que projecto vai ser muito procurado “por famílias internacionais”. A promoção é da Stone Capital, em parceria com a Bastidor

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A Athena Advisers deu início à comercialização do empreendimento Santa Isabel. Promovido pela Stone Capital, em parceria com a Bastidor, o projecto vai nascer a escassos minutos do jardim da Estrela e 16 apartamentos, o Santa Isabel encontra-se num dos bairros mais procurados para a compra de casa em Lisboa, nomeadamente por famílias internacionais que se estabelecem na cidade.

De acordo com David Moura-George, director geral da Athena Advisers em Portugal “o projecto Santa Isabel é único pela qualidade que traz a uma das zonas mais procuradas de Lisboa para a compra de casa, mas que apresenta uma oferta muito escassa para o segmento premium”.

O projecto desenvolve-se a partir da reabilitação de dois edifícios, um dos quais de fachada pombalina com imponentes janelas em arco, a que se junta a construção de um novo edifício. Na ligação dos três edifícios, onde sobressaem pátios e áreas verdes, o projecto de arquitectura assinado pelo gabinete ARX cria uma atmosfera de aldeia num bairro tradicional de Lisboa, conhecido pela sua tranquilidade a pouco minutos do centro.

De arquitectura marcante, graças às tradicionais varandas, jardins e fachadas coloridas, o Santa Isabel – que deverá estar concluído no último trimestre de 2023 – distingue-se ainda pelos seus interiores amplos e luminosos, devido à abundância de janelas do chão ao tecto. Destaca-se também a grande variedade de layouts em estilo moderno e elegante e os acabamentos de elevada qualidade.

Os apartamentos do Santa Isabel estão disponíveis nas tipologias T1 a T4 com áreas que variam entre 54 m2 e 255 m2, integrando amplos espaços exteriores em quase todas as unidades, desde jardins nos pisos térreos (alguns com opção de adicionar jacuzzi), varandas e terraços, além de um terraço ajardinado com barbecues na cobertura do edifício que terá construção de raiz.

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Built to Rent é mais do que uma tendência

Em Portugal oferta actual no mercado de arrendamento não corresponde à forte e crescente procura e apresenta preços demasiado elevados para a qualidade do produto apresentado.

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Apenas 26% dos portugueses residem em habitações alugadas, de acordo com dados de 2019 do Eurostat. O número evidencia a fortemente enraizada cultura de propriedade em Portugal. No entanto, uma análise da consultora imobiliária internacional Savills sugere que a porção da população portuguesa no mercado de arrendamento poderá vir a crescer, fruto dos efeitos negativos lançados pela pandemia de COVID-19 sobre as fontes de rendimento e de uma maior dificuldade de acesso ao crédito habitação.

Mas para dar razão a este sentimento do mercado muita coisa terá que mudar no arrendamento em Portugal. O relatório “Built-to-Rent: More than a trend”, da Savills, avança que a oferta actual no mercado de arrendamento não corresponde à forte e crescente procura e apresenta preços demasiado elevados para a qualidade do produto apresentado.

No quadro europeu, as famílias portuguesas são as que mais contraem dívidas para a aquisição de habitação, estimando-se que, em média, aloquem cerca de 40% dos seus rendimentos todos os meses para o pagamento das prestações de empréstimo contraídos.

Os dados evidenciam também que existe um desequilíbrio entre a evolução dos rendimentos dos portugueses e os preços de compra de habitação, com um mercado que fica aquém da capacidade financeira de muitos. Assim, o arrendamento apresenta-se, segundo a Savills, como uma necessidade, mais do que como uma tendência ou escolha, para os segmentos demográficos mais jovens e para várias famílias, designadamente as monoparentais, que tenham dificuldades no acesso a créditos à habitação.

Uma solução para colmatar a escassez da oferta no mercado de arrendamento, e dar resposta a uma procura cada vez mais intensa, é o modelo “Build-to-Rent” (BTR), no contexto do qual se desenvolvem projetos multifamily (várias unidades residenciais inseridas num só edifício, ou repartidas num complexo de edifícios que se inserem numa mesma contiguidade), um segmento que tem registado um crescimento significativo na Europa no decorrer dos últimos anos.
Constituem-se como factores de potenciação da atractividade do modelo BTR a sua resiliência e impermeabilidade face aos ciclos económicos, a sua estabilidade e a possibilidade de estabelecimento de rendimentos a longo-prazo e de diversificação das carteiras de investimento.

Em Portugal, os projectos de BTR surgem como resposta à escassez da oferta no mercado habitacional de arrendamento, e à crescente procura, que deverá continuar a ser evidente nos próximos tempos. Para restituir alguma vitalidade ao mercado de arrendamento, o Governo português activou os programas de habitações de custos controlados e de renda acessível, com o principal objectivo de adequar os preços das habitações às capacidades financeiras dos portugueses.

Para Lisboa, existe um pipeline estimado de 10 mil fogos, fruto de projectos BTR, quer inteiramente desenvolvidos por iniciativa privada, quer no âmbito dos programas públicos de apoio à habitação acessível.

“Mais do que uma tendência, investir no desenvolvimento de uma oferta de arrendamento de qualidade, acessível a vários intervalos salariais, torna-se imprescindível no contexto de uma procura crescente e como parte essencial da resolução de um problema social”, explica Alexandra Gomes, Head of Research da Savills Portugal.

Em Portugal o BTR encontra ainda múltiplos obstáculos, desde logo os custos de construção, a pesada carga fiscal e a delonga nos prazos de aprovação de licenças para nomear apenas alguns dos problemas que se levantam ao desenvolvimento do segmento de BTR em Portugal.

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Imóvel devoluto no Porto vendido a fundo institucional

Número 49 da Rua da Galeria de Paris, vai ser transformado numa unidade hoteleira de quatro estrelas, sob a marca Staycity. Negócio ficou a cargo da equipa de Hotels e Development da CBRE, que assessorou o vendedor

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O número 49 da Rua da Galeria de Paris, no Porto, vai ser transformado numa unidade hoteleira de quatro estrelas, com 3918 m2. O imóvel devoluto foi vendido a um fundo institucional, que estabeleceu um contrato de arrendamento com um operador hoteleiro internacional, a Staycity, empresa líder no segmento dos aparthotéis, sob a sua marca premium Wilde by Staycity, com presença na Europa em localizações de centro de cidade.

O negócio ficou a cargo da equipa de Hotels e Development da CBRE, que assessorou o vendedor.

O desenvolvimento do projecto e da operação imobiliária são assegurados pelo consórcio entre o Grupo Casais e a Kailash Capital Investments, sendo este um activo que se insere num segmento de valorização premium, e que alinha com as competências e conhecimento de construção sustentável desenvolvidas pela Casais.

“A Rua da Galeria de Paris é uma das mais emblemáticas zonas da cidade do Porto, não só pela diversão nocturna, mas também pela sua história. É também uma rua com vários acessos e muito próxima de pontos de referência históricos, como a Torre dos Clérigos. A concretização deste negócio vai dar uma nova oportunidade a um imóvel que se encontrava devoluto e contribuir para a reabilitação da própria rua, ao mesmo tempo que acentua a dinâmica do sector da hotelaria e do turismo da Invicta”, sublinha Clara Sequeira Pinto, senior consultant da área de Hotels da CBRE Portugal.

Eduardo Pimenta, director de Capital Markets do escritório da CBRE Portugal no Porto, destaca, ainda, que esta transacção “demonstra a confiança dos investidores no presente e futuro do turismo na cidade e que irá continuar a representar uma alavanca para o desenvolvimento da cidade. É importante manter o desenvolvimento de novos projectos, valorizar o património existente, e retomar a dinâmica que tem permitido dar uma vida nova ao centro histórico”.

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