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Pandemia acelerou (em 3 anos) a adoção de tecnologias digitais no setor da Construção Civil

Confinados a nossas casas durante uma boa parte do ano passado, é fácil não ter notado que alguns setores nunca pararam. Esse é o caso da Construção Civil, setor que, de acordo com dados avançados pelo Observador, cresceu 2,5% em 2020 e se prepara para obter, este ano, uma taxa de crescimento de 2,2%. Em… Continue reading Pandemia acelerou (em 3 anos) a adoção de tecnologias digitais no setor da Construção Civil

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Pandemia acelerou (em 3 anos) a adoção de tecnologias digitais no setor da Construção Civil

Confinados a nossas casas durante uma boa parte do ano passado, é fácil não ter notado que alguns setores nunca pararam. Esse é o caso da Construção Civil, setor que, de acordo com dados avançados pelo Observador, cresceu 2,5% em 2020 e se prepara para obter, este ano, uma taxa de crescimento de 2,2%. Em… Continue reading Pandemia acelerou (em 3 anos) a adoção de tecnologias digitais no setor da Construção Civil

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Confinados a nossas casas durante uma boa parte do ano passado, é fácil não ter notado que alguns setores nunca pararam. Esse é o caso da Construção Civil, setor que, de acordo com dados avançados pelo Observador, cresceu 2,5% em 2020 e se prepara para obter, este ano, uma taxa de crescimento de 2,2%.

Em relação às obras públicas em edifícios não residenciais, para 2021 é esperado um crescimento de cerca de 2,0%, semelhante ao ocorrido em 2020, beneficiando da evolução muito positiva do mercado das obras públicas ao longo do ano passado, com crescimentos acentuados tanto no lançamento de novos concursos de empreitadas de obras públicas, como no volume de contratos celebrados.

Apesar da performance das obras públicas, à frente desta maré de crescimento no setor está a construção residencial que, em 2020, manteve um nível de elevada procura nacional e internacional, justificada em grande parte pela busca de casas maiores que transformassem o isolamento social e o teletrabalho mais tolerável, e continuou a beneficiar de um enquadramento macroeconómico marcado por taxas de juro historicamente baixas.

Vemos, assim, que a necessidade de ter mais conforto e espaço ajudou a “aquecer” o mercado imobiliário, mas aquilo que escapou ao nosso olhar foi a introdução de novas tecnologias digitais que vieram não só permitir uma aceleração dos tempos de construção, como também a entrega em tempo útil das casas ao mercado imobiliário.

Aliás, segundo um estudo global realizado pela consultora McKinsey, a pandemia veio acelerar, em pelo menos três anos, a adoção de tecnologias digitais no setor da construção, através da utilização de tecnologias tais como os drones, softwares de alta precisão, construção modular, realidade aumentada, robôs, etc.

Tecnologias Digitais no setor da Construção Civil

Como referimos, a alta taxa de procura e a queda no número de imóveis disponíveis fez com que as construtoras procurassem aliados para acelerar processos e reduzir as perdas e o impacto no meio ambiente.

O maior desses aliados dá pelo nome de tecnologias digitais e, nos últimos anos, têm servido para otimizar a execução das obras e melhorar a qualidade das edificações, priorizando, simultaneamente, os prazos de entrega.

Softwares de Gestão para a Construção Civil e Obras Públicas

Outra das tecnologias que tem servido de alavanca do setor da Construção Civil e Obras Públicas são os softwares de gestão de obra.

Sabendo da necessidade de uma empresa de construção controlar rigorosamente o tempo de execução, os custos e, no caso de obras públicas, também os prazos de avaliação e apresentação de propostas, um software para construção civil permite, entre outras coisas, apresentar orçamentos e prazos rigorosos, executáveis e sem margem para derrapagens, reduzir os custos de gestão dos recursos materiais e humanos, eliminar os processos administrativos morosos, assegurar o cumprimento célere de todos os requisitos fiscais e legais e acompanhar a obra em tempo real.

BIM (Modelagem da Informação da Construção)

Entre os recursos digitais aplicados às obras residenciais, a Modelagem da Informação da Construção (BIM, em inglês) é aquela que mais se destaca. Esta metodologia permite criar soluções digitais que coordenam toda a informação relativa a uma obra e proporcionam um maior domínio sobre as atividades a serem executadas. Por exemplo, com a adoção de um BIM é possível prever os possíveis problemas e impactos do estaleiro e antecipar soluções durante a realização dos projetos.

Drones e dispositivos móveis

A tecnologia digital ao serviço da qualidade e da gestão das obras inclui ainda a utilização de drones para a monitorização dos edifícios em construção e de dispositivos móveis (tablets, por exemplo), estes últimos que permitem que engenheiros e arquitetos consigam, em tempo real, não só esclarecer dúvidas e resolver problemas técnicos, como também aceder a softwares para verificarem serviços e materiais.

Internet das Coisas (IoT)

Com a introdução gradual da IoT na Construção Civil passou a ser possível instalar dispositivos que automatizam e monitorizam o funcionamento de equipamentos eletrónicos, ar condicionados, iluminação, etc. Na prática, todos estes equipamentos estão interligados com o mundo através da Internet, para que possam facilitar a rotina pessoal das famílias.

5G

Apesar de só agora se ter concluído o leilão de 5G em Portugal, este upgrade ao 4G vai permitir, pela sua maior eficácia e velocidade, o acesso à utilização de sensores para a monitorização da matéria-prima que entra no estaleiro e que será usada na construção. Por exemplo, quando o material chegar ao estaleiro, os responsáveis poderão “ler” o material com o auxílio de tecnologias como o NFC (Near Field Communication), criando uma “memória da construção”, algo extremamente importante para a construtora e para o cliente final.

Também a área da assistência técnica pode beneficiar do 5G. A introdução de sensores de humidade, água e eletricidade geram alertas automáticos que são enviados diretamente para os profissionais responsáveis que, assim, podem resolver os problemas de forma mais rápida.

Todos estes sensores irão, necessariamente, gerar uma grande quantidade de informações/dados que terão de ser armazenados e tratados, a chamada Big Data, o que abre caminho para a utilização de tecnologias como a Inteligência Artificial (IA).

Big Data e IA

A gigantesca massa de dados gerada, quando tratada e processada, pode ajudar a resolver problemas surgidos antes, durante e após a construção proporcionando, deste modo, tomadas de decisão mais exatas e assertivas, o que abre caminho para um futuro mais analítico e com cada vez menos interferência humana.

É neste cenário que entra a Inteligência Artificial. A introdução desta tecnologia na construção permite, por exemplo, que alguém chegue a casa e, ao abrir a porta, o ar condicionado já esteja ligado na temperatura ideal.

Com o auxílio da IA na análise de variáveis como a hora de saída, o tempo do trajeto com as condições do trânsito, a temperatura atual dentro da habitação e a eficiência do ar condicionado, um sistema de automação doméstica consegue, sem qualquer programação anterior, ligar o ar condicionado na temperatura ideal no momento em que alguém entra em casa (domótica).

**Conteúdo da responsabilidade Unik SEO**

Construção

Edifícios Mais Sustentáveis reforçado em 15M€ e prolongado até Março

Para além do valor e da extensão do prazo, a alteração ao regulamento do Programa Edifícios Mais Sustentáveis, publicada a semana passada, inclui ainda uma nova categoria de isolamentos com recurso a materiais convencionais

O Governo aumentou em 15 milhões de euros e alargou o prazo para a apresentação de candidaturas ao Programa de Apoio a Edifícios Mais sustentáveis, para 31 de Março. A decisão é justificada pela “extraordinária adesão” ao Programa que é financiado através do Fundo Ambiental, com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência. Com este aumento, o total de verbas canalizadas para o programa ascende agora a 45 milhões de euros.

Para além do valor e da extensão do prazo, a alteração ao regulamento publicada a semana passada inclui ainda uma nova categoria de isolamentos “com recurso a materiais convencionais e o aumento dos limiares de apoio dos isolamentos, quer para coberturas como para paredes, face à importância da melhoria do isolamento térmico enquanto medida de eficiência energética”, refere nota do Governo. Foi igualmente introduzida a possibilidade de serem solicitados esclarecimentos adicionais aos candidatos durante a avaliação das candidaturas e antes de ser tomada a decisão de elegibilidade.

As mudanças visam potenciar os benefícios do Programa, apostando na melhoria da eficiência energética e ambiental das habitações e contribuindo para o alcance de múltiplos objectivos. Destinam-se também a optimizar o processo de avaliação das candidaturas, tendo em vista aumentar o número de elegíveis.

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Até ao momento, “o programa conta com mais de 47.000 candidaturas e vai permitir apoiar perto de 10.500 projectos de melhoria do desempenho ambiental e energético dos edifícios de habitação, conferindo às famílias a possibilidade de aumentar o conforto térmico e reduzir a factura energética das suas habitações. Além disso, contribuiu para dinamizar a economia com 15,8 milhões de euros já pagos pelo Fundo Ambiental a cerca de 9.500 candidaturas, em linha com os objectivos de recuperação económica do PRR”.

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Revive Natureza recebe 45 candidaturas

Os dois imóveis de Leiria receberam a maioria das candidaturas, com 29 propostas. As restantes foram distribuídas por Castelo Branco, Coimbra e Lisboa

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Os concursos para atribuição de direitos de exploração de seis imóveis, lançados a 22 de Junho de 2021, no âmbito do programa Revive Natureza, encerraram a fase para apresentação de candidaturas no passado dia 19 de Novembro, tendo sido recepcionadas 45 propostas. Inicia-se, agora, o procedimento de análise das mesmas, com vista à sua adjudicação.

Foram apresentadas propostas a todos os imóveis, na qual se verifica que os imóveis com mais procura foram a Casa do Pinheiro Manso e o Chalet de S. Pedro, ambos em São Pedro de Moel e o Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo, em Vila Velha de Rodão.

Neste sentido, o antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo, Castelo Branco, recebeu oito propostas, a Casa Florestal do Sul, em Coimbra, duas candidaturas e, também, em Coimbra, a antiga sede da Administração Florestal na Figueira da Foz, outras cinco. Leiria foi a cidade que recebeu mais propostas para dois dos seus imóveis a concurso: o Chalet de São Pedro e a Casa do Pinheiro Manso, com 12 e 17 propostas, respectivamente. Por último, o Edifício Florestal da Abrigada, em Lisboa, contou apenas uma proposta.

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O Fundo Revive Natureza poderá vir a conceder financiamento às entidades a quem for atribuído o direito de exploração dos imóveis, criando-se, assim, as melhores condições para a concretização dos respectivos investimentos.

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Convento de Nª Sª da Conceição – Museu Rainha Dona Leonor: Obras de restauro arrancam em 2022

Entre 2022 e 2024, serão investidos mais de 4,5 milhões de euros neste monumento nacional e emblemático do Alentejo

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As obras de valorização e conservação do Convento de Nossa Senhora da Conceição – Museu Rainha Dona Leonor, vão arrancar no início de 2022 e tem um prazo de execução de 18 meses.

O investimento ascende a 1,7 milhões de euros e o financiamento é assegurado por fundos comunitários do Programa Operacional regional, no âmbito de candidatura apresentada ao Alentejo 2020, pela Associação Portas do Território, na sequência de uma parceria constituída entre a Direcção Regional de Cultura do Alentejo (DRCAlentejo), a Associação Portas do Território e a Câmara Municipal de Beja.

A empreitada compreende a reparação de coberturas, caixilharias exteriores e rebocos interiores e exteriores, renovação da instalação eléctrica, melhoria das condições gerais de acesso e de funcionamento.

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A esta intervenção segue-se uma outra, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), num investimento complementar de mais 2,8 milhões de euros. Estas obras, que terão início no primeiro trimestre de 2023 e deverão estar concluídas no final do ano seguinte, contemplam intervenções de conservação e restauro no interior, a instalação de sistemas de climatização, iluminação e vigilância, a reabilitação do Claustro, a melhoria das condições gerais de acessibilidade, assim como a reabilitação dos terraços e a instalação de rede wifi.

Assim, nos próximos três anos, entre 2022 e 2024, serão investidos mais de 4, 5 milhões de euros neste monumento nacional e emblemático do Alentejo. O Convento de Nossa Senhora da Conceição encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1922. O Museu Regional de Beja, instalado no Convento, integra desde Dezembro de 2019 a Direcção Regional de Cultura do Alentejo.

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CUF: 50M€ na construção de um novo hospital

A CUF vai investir 50M€ na construção de um hospital em Leiria, cujo funcionamento está previsto para 2025 e que irá criar mais de 300 postos de trabalho. O projecto esta já em fase de licenciamento

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A CUF vai investir 50 milhões de euros na construção de um hospital em Leiria, junto ao Itinerário Complementar 2, cujo funcionamento está previsto para 2025.

A apresentação do futuro Hospital CUF Leiria, foi feita esta semana, o projecto é realizado em parceria com o grupo local Mekkin, disponibilizará “uma clínica diferenciada, equipamento e tecnologia de diagnóstico e tratamento de última geração, sendo uma unidade hospitalar capaz de responder, com qualidade e segurança, até aos casos mais complexos”, adiantou o presidente da comissão executiva da CUF, Rui Diniz. “A CUF tem vindo a apostar numa estratégia de expansão, procurando proporcionar acesso a cuidados de saúde com diferenciação e qualidade em diferentes regiões do país”, acrescentou o responsável.

A nova unidade hospitalar terá uma área de mais de 12 mil metros quadrados e irá contar com mais de 30 camas de internamento, incluindo uma Unidade de Cuidados Intermédios, três salas de bloco operatório e 34 gabinetes de consulta.

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Entre a oferta disponibilizada conta-se ainda os serviços de Imagiologia, Atendimento Médico Não Programado Adultos e Pediátrico, Hospital de Dia Médico e Oncológico, contando com mais de 20 especialidades médicas e cirúrgicas.
Com conclusão prevista para 2025, o Hospital CUF Leiria irá criar mais de 300 postos de trabalho, directos e indirectos, e ficará localizado na Urbanização da Quinta da Malta, local onde já a partir de 2022 irá nascer uma Clínica CUF para responder às necessidades da população com uma vasta oferta de consultas e exames.

O projecto terá uma área de influência de mais de meio milhão de habitantes da região Centro, abrangendo as zonas de Leiria, Coimbra, Torres Vedras e Santarém.

A Rede CUF conta com um milhão de clientes no país distribuídos por 19 hospitais e clínicas, implementados em Lisboa, Porto, Almada, Oeiras, Cascais, Sintra, Mafra, Torres Vedras, Santarém, Coimbra, Viseu, S. João da Madeira e Matosinhos. Com mais de sete mil colaboradores, a rede realizou dois milhões de consultas, 860 mil exames, mais de 320 mil urgências e 55 mil cirurgias, em 2020, refere a CUF.

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Obras licenciadas cresceram 12% até Setembro

Durante os primeiros nove meses do ano foram licenciados 13 972 obras em edifícios residenciais No mesmo período o consumo de cimento cresceu 6,6% face ao período homólogo

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As obras licenciadas em edifício residenciais cresceram 12% até Setembro, para um total de perto de 14 mil obras, revelou a AICCOPN – Associação das Industriais de Construção Civil e Obras Públicas, na Síntese Estatística da Habitação, referente ao mês de Novembro.

Até ao final de Setembro, o consumo de cimento no mercado nacional totalizou 2,87 milhões de toneladas, o que corresponde a um acréscimo de 6,6%, em termos homólogos.

“Esta variação foi fortemente influenciada pelo crescimento ao nível dos fogos licenciados em construções novas que, registam um aumento de 15,3%, em termos homólogos uma vez que, no que concerne ao licenciamento das obras de reabilitação, apura-se uma variação de apenas 1,2%, também em termos homólogos”, refere a AICCOPN.

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Relativamente ao crédito concedido pelas instituições financeiras para aquisição de habitação este registou, até Setembro, um crescimento de 37,8% face mesmo período de 2020, totalizando 11 157 milhões de euros.

No mês de Setembro, o valor mediano da avaliação da habitação para efeitos de crédito bancário apresenta uma valorização de 9,6% em termos homólogos, em resultado de variações de 11,0% nos apartamentos e de 4,7% nas moradias.

A associação do sector destaca nesta edição a região do Alentejo, onde o número de fogos licenciados em construções novas nos doze meses concluídos em Setembro deste ano, foi de 1.044, o que traduziu um crescimento de 9,1%, face aos 957 alojamentos licenciados nos doze meses anteriores. Destes, 5,3% são de tipologia T0 ou T1, 15,2% são de tipologia T2, 52,8% de tipologia T3 e 26,7% de tipologia T4 ou superior.

Observando ainda o mês de Setembro, em relação ao valor de avaliação bancária na habitação nesta região verificou-se uma subida homóloga de 4,6%.

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Tecnoplano adquire 100% do capital da Integra Mais

A empresa passa, assim, a ter um departamento ‘one-stop-shop’ para o sector residencial de luxo, integrando projecto, construção/remodelação e decoração de interiores

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A Tecnoplano decide dar mais um passo na sua estratégia de crescimento e adquire 100% do capital da Integra Mais, passando assim a ter um departamento ‘one-stop-shop’ para o sector residencial de luxo, integrando projecto, construção/remodelação e decoração de interiores.

Com o negócio da compra e venda de casas de luxo em crescimento Portugal, tendo sido um dos segmentos imobiliários residenciais que melhor resposta deu durante a pandemia da Covid-19, a empresa considera que desta forma consegue oferecer uma melhor oferta de serviços aos seus clientes, como explica Bernardo Matos de Pinho, administrador executivo da Tecnoplano: “A aquisição de 100% do capital da Integra Mais faz parte da nossa estratégia de podermos oferecer aos nossos clientes um serviço cada vez mais 360º e chave na mão”.

Agora, e à frente desta “nova” Integra Mais está Francisca Bettencourt, assumindo funções de Gestão da Unidade de Negócio e Comerciais. Licenciada em Arquitectura pela Universidade Lusíada de Lisboa, com um PAGE da Universidade Católica Portuguesa e Curso de Avaliação Imobiliária da Escola Superior de Actividades Imobiliárias, Francisca Bettencourt conta com mais de 20 anos de experiência na Coordenação e Gestão de Projectos ‘Design & Build’ e com um “extenso portfólio” nas áreas de Habitação, Retail, Fit Out Escritórios e Imobiliária.

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Para a nova directora geral da Integra Mais, este novo rumo será “uma grande mais-valia num mercado que sabemos que está a crescer em Portugal”. “Passarmos a integrar na totalidade a Tecnoplano tranquiliza-nos pois fazemos parte de um Grupo com um know-how e expertise de mais de 55 anos que nos irá certamente permitir ampliar a oferta e torná-la cada vez mais completa”, acrescenta.

De destacar, que a Integra Mais conta já com mais de 15 anos de experiência no mercado e resulta da fusão do atelier Graça Viterbo – Arquitectura de Interiores e Decoração e a Tecnoplano, que, passa agora, a deter a totalidade da empresa.

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OTIS reforça a sua presença no centro do país

A OTIS foi a escolhida pelo Glicínias Plaza Shopping Center, para o mais recente projecto de ampliação e renovação do Centro Comercial da cidade de Aveiro, com equipamento e manutenção de um total de 16 unidades

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A OTIS foi a escolhida pelo Glicínias Plaza Shopping Center, para o mais recente projecto de ampliação e renovação do Centro Comercial da cidade de Aveiro, com equipamento e manutenção de um total de 16 unidades, entre elevadores e escadas rolantes.

Neste projecto a sustentabilidade está bem patente na selecção das quatro escadas rolantes Link™, cujo modelo é de última geração e ainda com uma estética e acabamentos, renovados e exclusivos. O Glicínias Plaza Shopping Center foi ainda equipado com elevadores Gen2 Stream, com capacidade até 2500 Kg e elevadores Gen2 Life, com capacidade até 1600 Kg.

“Este projecto é muito importante uma vez que, não só aumentamos o nosso portfolio, como reforçamos a presença da marca no centro do país, geografia também estratégica para a OTIS. Neste projecto também é visível a nossa preocupação em termos de sustentabilidade e a sua aplicabilidade nos nossos equipamentos”, de acordo com Filipe Oliveira, director de Negócio de Novos Equipamentos da OTIS Portugal

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Este novo projecto foi implementado pelas delegações da OTIS, na zona centro, o que permitiu uma maior proximidade e apoio local ao projecto a nível 360º, desde a consultoria e acompanhamento, à execução do projecto, até ao serviço pós-venda de entrega e montagem. O serviço de manutenção dos elevadores e escadas rolantes, está também entregue à OTIS, com os requisitos de exigência próprios deste serviço num espaço que movimenta milhares de pessoas diariamente. A OTIS disponibiliza na região centro do país 3 delegações com mais de 40 colaboradores para uma total proximidade e rapidez de resposta aos seus clientes desta área do país.

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Conheça os nomeados dos Prémios CONSTRUIR’21

Os vencedores resultam de uma votação realizada pelos leitores do jornal Construir, seja na versão digital seja na edição impressa

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Está feita a selecção dos trabalhos que mais se destacaram ao longo do último ano, estando assim lançada a votação para a escolha dos vencedores dos Prémios CONSTRUIR 2021.

A iniciativa, promovida pelo 14º ano consecutivo pelo jornal CONSTRUIR, distingue não só o mérito de quem prima pela excelência nos trabalhos que executa como a resiliência de uma publicação que, desde o primeiro número, está ao lado dos melhores profissionais na promoção dos seus projectos.

Os Prémios Jornal Construir foram criados com o objectivo de homenagear e celebrar o esforço e talento de empresas e profissionais dos diversos sectores da Construção.

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As nomeações são realizadas pela equipa do jornal CONSTRUIR, com a análise de critérios que passam pelo mérito, técnica, funcionalidade e inovação. O período em análise compreende Janeiro de 2020 a Setembro 2021.

Os vencedores resultam de uma votação realizada pelos leitores do jornal Construir, seja na versão digital seja na edição impressa. O acesso ao formulário de votação será feito após introdução do endereço de email com que está registado como assinante do CONSTRUIR e/ou como subscritor da Newsletter do CONSTRUIR.

Vote na página https://premios.construir.pt/ e faça parte da escolha dos Melhores do Ano!

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Reabilitação: Carteira de encomendas cresce 16% em Outubro

Relativamente à produção contratada, indicador que estima o tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção, assiste-se a um incremento para 10,6 meses, o que corresponde a um máximo histórico.

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O Barómetro da Reabilitação Urbana, da responsabilidade da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) e referente ao mês de Outubro, revela que o índice Carteira de Encomendas apurou um aumento de 16,0%, face ao mesmo mês do ano passado, registo que é significativamente superior à variação homóloga de 7,8% registada em Setembro.

Segundo aquela análise, o inquérito ao mercado da Reabilitação, relativo ao mês de Outubro e realizado junto dos empresários do Sector
que actuam neste segmento, permite constatar crescimentos significativos nos principais indicadores qualitativos.
Efectivamente, o índice relativo ao Nível de Actividade aumentou 16,7% face a Outubro de 2020, quando em Setembro, esta variação
foi de 11,0%, também em termos homólogos.

Relativamente à produção contratada, indicador que estima o tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção, assiste-se a um incremento para 10,6 meses, o que corresponde a um máximo histórico

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A digitalização e a Twin transition no cluster AEC em debate do Fórum da PTPC

A Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção/Cluster Arquitectura, Engenharia e Construção (PTPC/CAEC) vai realizar o seu fórum estratégico anual no próximo dia 15 de Dezembro. O evento assinala também os 10 anos da PTPC

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A Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção/Cluster Arquitectura, Engenharia e Construção (PTPC/CAEC) vai realizar o seu fórum estratégico anual no próximo dia 15 de Dezembro. O evento, que este ano assinala também os 10 anos da PTPC, tem como tema “Twin Transition no Sector AEC – Digitalização | Digital Twin & Sustentabilidade | Circularidade” e terá lugar no auditório do LNEC, em Lisboa.

À sessão abertura do evento, que estará a cargo do ministro do Ambiente e da Acção Climática, João Pedro Matos Fernandes (a confirmar), da presidente do Conselho Directivo do LNEC, Laura Caldeira e da presidente do PTPC/Cluster AEC/Built CoLAB, em representação da Teixeira Duarte, Rita Moura, segue-se a apresentação do “Cluster AEC – Digitalização e Sustentabilidade”, com a intervenção de Luís Gomes, Mota-Engil.

O papel do Laboratório Colaborativo Built CoLAB e os desenvolvimentos na Twin Transition serão abordados pelo director geral do Built CoLAB, Paulo Fonseca. Miguel Taborda, director de Investimentos Globais e Incentivos à Inovação Deloitte, apresentará as conclusões do Inquérito sobre a maturidade digital do sector AEC.

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É esperada ainda a participação de Isabel Pinto-Seppã, Horizon Europe e co-chair da Built4People Partnership, que fará a apresentação da “Twin Transition no sector AEC”, seguindo-se um debate sobre o tema que contará com a participação, entre outros, do presidente da Estrutura Missão Recuperar Portugal, Fernando Alfaiate, Pedro Guedes Pinto, do IMPIC e de Alexandra Carvalho, directora do Fundo Ambiental.

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