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Concreta regressa à Exponor em 2022

Sobre o tema Economia Circular e a determinação de desenhar o futuro, a feira une, num só local, os eixos de criatividade, sustentabilidade, tendências e arte. A 30ª edição regressa entre os dias 21 e 24 de Abril de 2022

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Sobre o tema Economia Circular e a determinação de desenhar o futuro, a feira une, num só local, os eixos de criatividade, sustentabilidade, tendências e arte. A 30ª edição regressa entre os dias 21 e 24 de Abril de 2022

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A feira de Arquitectura, Construção, Design e Engenharia – Concreta está de regresso à Exponor em 2022 para aquela que é a sua 30ª edição. A bienal regressa entre os dias 21 e 24 de Abril de 2022, num formato já consolidado e prepara-se para apresentar novidades técnicas e tecnológicas, soluções e novos materiais com um olhar sobre as tendências da construção, da arquitectura, do design e da engenharia no contexto nacional.

Sobre o tema Economia Circular e a determinação de desenhar o futuro, a feira une, num só local, os eixos de criatividade, sustentabilidade, tendências e arte para promover as melhores práticas nos sectores que abrange, de uma forma integrativa e visionária.

A Concreta disponibiliza o acesso a uma multiplicidade de negócios para as empresas portuguesas, que se reflecte, também, numa agenda diversificada de eventos paralelos, assegurando condições para o fomento de cooperações internacionais e para a realização de encontros de negócio, bem como para a concretização de sessões de networking e brainstorming e para a captação de novos clientes e distribuidores.

Um desses exemplos é a 3.ª Edição do Prémio Under 40 by CIN, realizado com o apoio técnico do Conselho Directivo Regional do Norte (CDRN) da Ordem dos Arquitectos e com o patrocínio da Tintas CIN. Com um júri constituído por cinco especialistas, os arquitectos Bruno André, Paula Santos, Diogo Aguiar, Luís Pedro Pires Sobral e a engenheira Sandra Pereira, o concurso visa promover e reconhecer o trabalho desenvolvido pelas novas gerações de arquitectos portugueses, distinguindo obras construídas em território nacional.

Além disso, a feira volta a promover o Prémio Archiprix Portugal, que distingue anualmente os melhores trabalhos de fim de curso de mestrado apresentados nas áreas de Arquitectura e Urbanismo, e o Prémio Arquétipo, em parceria com a Ordem dos Arquitectos (Secção Regional do Norte), que, sob o tema Economia Circular, distinguem profissionais pela sua forma de trabalhar, processos de construção e novos produtos.

De entre as várias ‘praças temáticas’, criadas especialmente para esta edição da bienal, destacam-se o Dream LabEspaço – dedicado a start-ups ligadas à área da construção, arquitectura e design e às indústrias criativas como forma de valorização de novos talentos e de potencialização de oportunidades – e as Praças Concreta- palco de práticas, técnicas e produtos originais que prometem marcar o futuro, onde serão realizados exercícios de provocação, de encontro e de reflexão.

Esta edição contará, também, com a disponibilização da plataforma digital E+E Concreta,  com vista a estreitar as relações entre visitantes e expositores, promovendo a partilha de experiências, conhecimentos, negócios e encontros.

Em simultâneo regressa a Elétrica – Exposição de Material Elétrico e Eletrónica e que apresenta as últimas novidades e soluções para uma adequação ao mercado e às exigências de sustentabilidade. Este sector é um dos que mais reflecte o aumento da construção em Portugal, tanto no mercado da reabilitação como da construção nova.

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Dte inicia componente técnica do ICON Aparts no Porto

A empreitada, no montante de 900 mil euros, corresponde à segunda e terceira fases do projecto técnico do edifício ICON Aparts, promovido pela CivilRia

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A dte, empresa do grupo dst, integra a empreitada do edifício ICON Aparts, no Porto, correspondente à segunda e terceira fases do projecto técnico.

No montante de cerca de 900 mil euros, o projecto assenta, essencialmente, em instalações eléctricas e infraestruturas de telecomunicações.

O edifício, com 11.645 m2 e 168 habitações, para ‘apartment service’, e que se insere no projecto ICON, prevê revitalizar a zona empresarial do Porto, num investimento global que ascende a 60 milhões de euros.

Promovido pela CivilRia, o ICON Aparts faz parte de um conjunto de três edifícios – dois com escritórios e um com apartamentos turísticos para arrendar-, com uma área total de 24 mil m2, rodeado por uma área de jardim e um lago com cerca de 8.000 m2.

Neste empreendimento, a dte garantiu, mais uma vez, a alta capacidade de reengenharia e de mobilização de trabalhadores em tempo útil.

Recorde-se que a dte já havia concluído a primeira fase do projecto técnico – o ICON Office I, a nova sede no Porto da AGEAS – numa obra que ascendeu a 550 mil euros, estando agora prevista a terceira e última fase do projecto – o ICON Offices II, que tem arranque previsto para 2023 e cujo valor de obra ascende a 880 mil euros.

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Sacyr Neopul conquista projecto na Alta Velocidade da Galiza no valor de 49,4M€

A Sacyr Neopul, empresa portuguesa do grupo Sacyr, é líder do consórcio que acaba de conquistar a adjudicação da pré-manutenção e manutenção das infraestruturas, vias e dispositivos de via das Linhas de Alta Velocidade da Galiza e Eixo Atlântico, projecto com um valor de 49,4 milhões de euros

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A empreitada, adjudicada pela ADIF e com um prazo de execução de 48 meses (mais 12 meses de extensão), consiste na realização de todas as actividades relacionadas com estes subsistemas, que visam garantir a segurança do tráfego, fiabilidade e conforto dos passageiros.

No que respeita aos contratos de manutenção, acresce a manutenção da linha AVE Madrid Norte, o contrato de manutenção da via convencional Sul e a manutenção da catenária convencional Noroeste.

“A vasta experiência da Sacyr Neopul em distintos mercados permitiram a esta empresa portuguesa acumular uma experiência e capacidade únicas no sector ferroviário, incluindo na Alta Velocidade, fazendo com que a mesma seja hoje em dia a especialista do Grupo Sacyr para trabalhos neste sector em todo o mundo”, comenta Marcos Rubio, director do Grupo Sacyr Somague Portugal.

Na Irlanda a Sacyr Neopul ganhou um ICE Award na categoria de serviços especializados, graças às práticas inovadoras na renovação do sistema de electrificação de tracção eléctrica (catenária) no Dublin Area Rapid Train (DART) na capital irlandesa.

A Sacyr Neopul tem actualmente em curso obras ferroviárias em vários mercados distintos como Portugal, Espanha, Reino Unido, Irlanda, Brasil e Uruguai.

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Ferpinta espera facturar 350 M€ em 2022

No ano do seu 50º aniversário, a empresa, fabricante de tubos de aço, espera alcançar “um dos seus melhores anos” em termos de facturação

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A Ferpinta, criada pelo Comendador Fernando Pinho Teixeira, que celebra este ano o seu 50º aniversário, apresentou o balanço de facturação, que regista  um dos seus melhores anos.

Depois de 2021 ter sido o melhor ano de toda a história da empresa em termos de facturação, 2022 está a ser “um ano também muito positivo”. Até ao final do ano a empresa, especialista no fabrico de tubos de aço, prevê atingir os 350 milhões de euros de facturação, sendo que o resultado líquido deste mesmo período é de 45 milhões de euros.

Ainda que, tal como muitas outras empresas, tenham sentido repercussões da Guerra na Ucrânia, como o aumento dos preços dos materiais e da energia e a incerteza, a Ferpinta acabou por ver reflectidos apenas impactos indirectos.

Ainda neste ano, a empresa fez um investimento de mais de 1 milhão de euros, a par do investimento de 50 milhões de euros em curso para a construção da nova fábrica na Zona Industrial de Loureiro, em Oliveira de Azeméis.

O 50º aniversário da Ferpinta foi ainda assinalado pelo patrocínio ao Futsal de Azeméis e pela reunião de stakeholders, com o objectivo de apresentar as novidades da empresa, de partilhar a sua visão do futuro e de apresentar soluções inovadoras que vêm acrescentar valor e capacidade de produção e de oferta comercial aos seus clientes.

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A sublime integração com a Natureza [c/galeria de imagens]

Vencedor do concurso de arquitectura Concreta Under 40, o projecto do atelier Inês Brandão Arquitectura representa um elogio à natureza envolvente do montado alentejano e à sua arquitectura tradicional

O projecto da autoria do atelier da arquitecta Inês Brandão tem como pano de fundo a paisagem alentejana, inserido numa propriedade com 70 hectares, onde os carvalhos, as azinheiras, os sobreiros e as giestas povoam os diversos montes e criam uma paisagem idílica. Um projecto que privilegia o contacto com a natureza e que buscou na arquitectura tradicional alentejana um segundo foco de inspiração.

“Os clientes não sabiam ao certo o que é que queriam, para além de que queriam uma casa onde se usufruíssem ao máximo desta qualidade de vida de campo. Esse foi o nosso ponto de partida: privilegiar e, simultaneamente, explorar ao máximo a natureza envolvente”, conta Inês Brandão. Uma tarefa facilitada, ou não, pelo facto deste terreno estar isento de construções pré-existentes o que permitiu a escolha do lugar certo para este projecto, no alto de uma colina, com vista privilegiada para a lagoa e colinas circundantes.

A sua forma, em cruz, surge da adaptação da construção ao local e às suas preexistências naturais, contornando as árvores à sua volta, sem cortar nenhuma. A arquitecta recorre à imagem de uma bailarina para justificar a escolha da forma da construção, moldada, em torno das árvores. Desta forma, “permitiu-se que cada um dos seus quatros braços fosse inteiramente rodeado pela paisagem envolvente que penetra no interior de cada espaço, criando a ilusão de uma construção de escala mais reduzida”, descreve.

Os 400 m2 de casa estão, assim, repartidos, comungando com a natureza sem a ela se sobrepor, enquanto a alusão à arquitectura típica alentejana ganha relevo. “A nível formal uma das imagens de referência que tínhamos era a típica casa branca, com grandes chaminés, mas de dimensão mais pequena. Esta forma em cruz permite-nos uma ilusão quanto à real dimensão do projecto”, conta Inês Brandão.

Quase que escondida pela natureza, chega-se à Casa por um caminho que serpenteia o terreno desde a entrada da propriedade, situada a um nível mais baixo, “permitindo a quem aqui chega absorver a envolvente da região, não revelando de imediato toda a paisagem e a casa”, o que reforça a imagem de um refúgio/oásis.

O refúgio
O hall de entrada é o ponto de intersecção dos dois eixos que definem a organização espacial da casa, e a partir do qual se acede aos restantes espaços. “No volume adjacente à entrada, encontramos o espaço de refeições e a sala de estar, que se abre generosamente para a extensa vista sobre o montado de sobro. No final deste braço está o escritório, um espaço mais intimista separado do resto por um alpendre, e com uma relação mais “serena” com a paisagem.

No volume perpendicular ao anterior, a cozinha surge, a um nível inferior, com uma relação mais próxima com a piscina, que dela se avista, conferindo a este espaço um carácter lúdico e convivial. Uma vez que consideramos que a casa e a paisagem se fundem num único elemento, foi fundamental pensar o desenho paisagístico de forma coerente, escolhendo plantas adaptadas ao clima, com pouca manutenção e resistentes à seca, com o objectivo de criar ambientes de cada área (..)”, descreve.
Por fim, no lado oposto da cozinha, desenvolve-se, a um nível superior, o volume dos quartos, acessível através de uma escada, que se prolonga até ao corredor que dá acesso aos quartos e que é pontuado por um conjunto de aberturas que permitem a iluminação natural do espaço, mas que mantêm a privacidade desta área. Cada quarto tem uma relação independente com a paisagem, usufruindo de uma vista mais controlada, dada a topografia que os acolhe. Lavanda e outras pequenas espécies formam a fronteira junto aos alpendres dos quartos, reforçando a tranquilidade inerente a estes espaços.

Ao longo de toda a Casa foram criados alpendres, antecâmeras que funcionam como espaços de transição entre interior e exterior e que delimitam os diferentes espaços. “Esses espaços podem ser ocultados por persianas de aço corten perfuradas, uma reinterpretação do “muxarabi” – elemento da arquitectura vernacular árabe, que controla passivamente a temperatura dentro da casa, pois permite a ventilação constante desses espaços”.
Da varanda ao interior, as vigas de madeira e a materialidade do piso reforçam a continuidade espacial. O betão afagado foi o material escolhido para o pavimento de toda a casa, pela sua simplicidade e robustez. Em toda a casa, o armazenamento foi embutido nas paredes e escondido através de portas com núcleo de palha. Este sistema permite que os espaços interiores dos armários sejam permanentemente ventilados.

Ficha Técnica

Nome do Projecto: Casa no Crato
Ano de conclusão do projecto: 2021
Área bruta construída: 394m2
Localização do projecto: Crato, Alentejo, Portugal
Programa: Habitação Unifamiliar
Arquiteto Líder: Inês Brandão
Equipa de projecto: Ana Filipa Santos, Olivier Bousquet
Escritório de Engenharia: Equação PTV
Paisagismo: Inês Brandão Arquitectura
Empreiteiro Geral: Jorge Félix dos Santos
Director de Obra: Rui Chorinca
Serralharia: Proençafer – Indústria De Serralharia
Carpintaria: Carpintaria Alagoense
Equipa de jardinagem: Tiago Dias e João Mário Dias

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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“+ Concreta Interior Architecture Trends” nasce em 2023

A 31º Edição da Concreta regressa só em 2024, mas a organização anuncia a organização da + Concreta Interior Architecture Trends. O evento, especial e exclusivo para a área dos acabamentos para a arquitectura irá decorrer nos dias 23 e 24 de Novembro 2023, na Alfandega do Porto

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A 31º Edição da Concreta regressa só em 2024, já que o certame irá manter o seu caracter bianual, mas a organização anuncia a organização da + Concreta Interior Architecture Trends.

“Um evento especial e exclusivo na área dos acabamentos para a arquitectura, que irá decorrer nos dias 23 e 24 de Novembro 2023, na Alfandega do Porto”, anuncia a directora de marketing da Exponor. O evento, voltado para a arquitectura e design, será palco das últimas tendências onde as empresas serão inspiração para o desenvolvimento do sector.

“Este é um formato inovador, destinado a fabricantes e marcas que trabalham o B2B. As empresas terão acesso a um projecto chave-na-mão. Todo o layout do espaço é definido pela equipa multidisciplinar da Concreta + e a montagem é da inteira responsabilidade da organização do evento”, refere Amélia Estêvão.

Local de partilha de conhecimento, experiências e inspirações com conferências e sessões técnicas a Feira é especialmente dedicada a empresas de arquitectura, aos segmentos de espaços de banho, cozinha, revestimentos e pavimentos.

“Enquanto a Concreta está direccionada para toda a fileira da construção, engenharia e design a + Concreta será um evento de nicho, com um formato mais pequeno direccionado para todos os segmentos que actuam mais na parte final da construção. Foi algo que sentimos falta na Concreta e por isso pensámos em algo mais direccionado num encontro mais B2B”, justifica a responsável da Exponor.

O evento inclui a realização de jantar networking com alguns expositores e uma selecção dos principais responsáveis dos gabinetes de arquitectura, “oferecendo um ambiente propício à negociação, com encontros menos formais e mais eficazes, durante os dois dias de evento”.

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Decoração do novo Mosteiro de Santa Clara com assinatura da Vilaça Interiores

“Acreditamos que entrelaçar a história e a tradição ao requinte e contemporaneidade que nos caracteriza é a melhor forma de respeitar a nobreza do monumento”, afirma Rui e Tiago Vilaça

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A Vilaça Interiores, empresa de design e arquitectura de interiores, inserida no mercado de luxo, assume a decoração do novo Hotel e Spa de 5 estrelas, nascido da recuperação de um dos mais icónicos monumentos nacionais, o Mosteiro de Santa Clara, em Vila do Conde. Uma operação que contou com um investimento entre os dois e os três milhões de euros.

A reconstrução do antigo Convento é um projecto do Grupo Arliz, que actua em várias áreas de negócio, nomeadamente a construção civil e a gestão hoteleira, e conta com a colaboração do arquitecto Carvalho Araújo, que liderou a componente estrutural e de renovação da obra.

De acordo com Rui e Tiago Vilaça, a dupla da Vilaça Interiores, “foi uma enorme honra em participar num projecto desta dimensão”. “Acreditamos que entrelaçar a história e a tradição ao requinte e contemporaneidade que nos caracteriza é a melhor forma de respeitar a nobreza do monumento”, afirmam.

Ocupando os primeiros três pisos estão os cerca de 90 quartos, sendo que o último é composto por quartos temáticos, pelos quais atravessa a magia das águas-furtadas. Responsável por torná-los requintados e confortáveis, a Vilaça Interiores recorreu quase integralmente a móveis de design próprio e fabricados em exclusivo para o hotel, deixando as paredes narrar a história do edifício através de fotografias e ilustrações do Mosteiro.

Além de um sofisticado serviço de alojamento, o hotel integra múltiplos espaços socias e culturais.

De acrescentar, ainda, que, no decorrer da obra, foi descoberto um piso subterrâneo sem registos anteriores, no qual está previsto um Centro Interpretativo, a abertura de um restaurante de luxo, não só para os hóspedes, mas também aberto ao público, acompanhado pela garrafeira onde irão habitar os vinhos a ser servidos aos clientes.

Paralelamente, numa construção em separado que avizinha o hotel, idealizou-se a concepção daquela que virá a ser a sua atracção primordial, o Spa e Wellness Center, que garante diversos serviços de lazer, entre os quais a sauna e a piscina interior.

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Casa Peixoto arranca com construção da nova loja em Lisboa

A nova loja será concebida seguindo o conceito de galeria de arte da recente Casa Peixoto Porto, projectada para proporcionar uma nova experiência ao consumidor. Com um prazo previsto de construção de 18 meses, tem abertura prevista para 2024

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A empresa de comércio e distribuição de materiais de construção e bricolage, lar & jardim, Casa Peixoto, lançou a primeira pedra da sua nova loja em Lisboa, uma obra que representa um investimento de 10 milhões de euros, não incluindo o terreno.

A construção da nova loja, com um prazo previsto de duração de 18 meses, tem abertura prevista para 2024. A futura loja de Lisboa situa-se na zona do Parque das Nações, próximo à Gare do Oriente, e contempla um edifício que se encontrava devoluto, com cerca de 10 mil metros quadrados, que incluem dois pisos de estacionamento e cerca de 5.000 metros quadrados de área comercial.

A loja será concebida seguindo o conceito de galeria de arte da recente Casa Peixoto Porto, projectada para proporcionar uma nova experiência ao consumidor e destacar-se como um local de referência na apresentação das últimas tendências e tecnologias de materiais de construção e decoração. No showroom de design, irão ser expostos milhares de produtos em diferentes ambientes e áreas amplas, exibindo marcas nacionais premium, entre muitas outras marcas selecionadas pela qualidade, matérias-primas e produção, seguindo os mais importantes critérios de sustentabilidade.

Luciano Peixoto, administrador da Casa Peixoto, destaca que “a estratégia de expansão progressiva das lojas físicas da Casa Peixoto a nível nacional, escolhendo Lisboa, uma cidade empreendedora e dinâmica, como a próxima localização da Casa Peixoto, contribui para uma oferta comercial mais moderna e atractiva, e ao encontro das preferências dos consumidores, além da criação de emprego e do impulso económico que irá trazer”.

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Grupo espanhol Sorigué adquire 70% do capital da SunEnergy

O negócio irá permitir a entrada do grupo espanhol na área da mobilidade sustentável e abre as portas do mercado espanhol à SunEnergy

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O grupo espanhol Sorigué acaba de entrar no capital da SunEnergy, passando a deter 70% da empresa portuguesa. A SunEnergy, deverá terminar 2022 com mais de 20 delegações em todo o país. Os dados do primeiro semestre do ano apontam para um crescimento de 50% do volume de negócios face ao mesmo período de 2021, ano que já tinha sido o seu melhor ano de sempre.

Fundado em 1954 e actualmente liderado por Ana Valles, o grupo Sorigué tem actividade em áreas como construção, engenharia ou tecnologia, tendo entrado em 2021 no sector das energias renováveis, com a aquisição da empresa espanhola Ecotelia. Esta entrada no capital da empresa portuguesa pressupõe, além da aposta na energia solar, a entrada do grupo na área da mobilidade sustentável, através da instalação e operação de postos de carregamento de carros eléctricos.

“Mesmo com o crescimento que a SunEnergy tem tido em Portugal, após meses de conversas, chegámos à conclusão de que esta operação era benéfica para nós, na medida em que passamos a integrar um grupo com quase 70 anos de actividade e uma vontade constante de evoluir”, afirma Raul Santos, que continua como director geral da SunEnergy em Portugal. “Este negócio traz-nos ainda maior estabilidade e abre-nos as portas do mercado espanhol, gerando mais oportunidades e possibilitando sinergias que seguramente irão aumentar a nossa competitividade”.

Esta operação marca a primeira aposta do grupo Sorigué no mercado português.

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Grupo Sikla adquire terreno em Palmela para novo projecto logístico

A operação contou com a participação da doValue na venda do terreno por um 1,700 M€

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A doValue Portugal, empresa gestora de créditos e activos imobiliários, comunica a venda de um terreno com projecto logístico aprovado de mais de 30 mil metros quadrados (m2) de Área Bruta de Construção (ABC), localizado em Palmela, no distrito de Setúbal.

A transacção, efectuada por 1,700 milhão de euros, foi concluída no passado dia 30 de Setembro e teve como comprador o grupo Sikla, conglomerado empresarial internacional que opera na área industrial, presente em Portugal e em mais de 35 países.

“A gestão do nosso portefólio de activos imobiliários está focada na geração transversal de valor, o que claramente acontece nesta operação, que pode traduzir-se na criação de oportunidades adicionais de investimento em Portugal”, salienta João Ribeiro, director de Real Estate da doValue Portugal, acrescentando que “o potencial de desenvolvimento e crescimento de um projecto logístico desta dimensão potenciará um enorme dinamismo económico-financeiro em toda a região envolvente, consolidando esta zona como referência logística incontornável em Portugal”.

Para a administração da SiklaLusa, “esta aquisição foi um passo muito importante”, que se traduz no “crescimento sustentável em diversos mercados, nomeadamente no português”.

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“The Clothed Home” ou como estavam “vestidas” as casas dos nossos antepassados

A exposição de origem polaca “The Clothed Home: Tuning In To The Seasonal Imagination” evoca rituais de relação com o mundo natural e reflexão do ritmo das mudanças sazonais

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A exposição ‘The Clothed Home: Tuning In To the Seasonal Imagination’ está patente até ao final do mês de Novembro na Trienal de Arquitectura de Lisboa e explora as formas como os têxteis têm sido utilizados para reflectir o ritmo das mudanças sazonais nos interiores domésticos.

A ideia da exposição polaca, criada em 2021, revela uma surpreendente actualidade. Cada vez mais se começa a procurar formas de adaptar os interiores ao inverno que se aproxima – não só no contexto decorativo, mas também para fornecer isolamento adicional. Assim, a atenção volta-se para a sazonalidade, até há pouco tempo considerada parte marginal da vida, mas que agora se sente cada vez mais o seu impacto.

Enraizada nas antigas tradições têxteis polacas e nos rituais domésticos, a exposição procura restabelecer e cultivar uma relação mais atenta com o mundo natural e as suas contínuas mudanças. Na era pré-elétrica, antes que a acessibilidade do aquecimento central e do ar condicionado tornasse os moradores acostumados às condições externas, as casas funcionavam como ressoadores, ajudando-os a sentir o ritmo cíclico do ano.

Inspirações e soluções para as casas podem ser encontradas na tradição polaca dos têxteis, que é explorada e exibida pela “The Clothed Home”. A exposição recorda como estavam “vestidas” as casas dos nossos antepassados, utilizando as tradições dos desenhos têxteis polacos anteriores à era da electricidade.

Os criadores de kilins tecidos à mão, revestimentos de parede e tecto, tapetes e outros têxteis utilizados para design de interiores, usam o significado e a temperatura das cores para recriá-los. Assim, indicam o ritmo que outrora foi marcado pelo ciclo das estações. A visualização destas salas “vestidas”, executadas por Alicja Bielawska, uma artista que cria obras espaciais com tecidos, inspira a re-sintonizar os ciclos da natureza e a refletir sobre o seu lugar no presente.

Małgorzata Kuciewicz e Simone De Iacobis do grupo Centrala – um estúdio de arquitectura e pesquisa de Varsóvia que lida com reinterpretações e intervenções espaciais destinadas a renovar a linguagem da arquitectura – são responsáveis pelo conceito e design da exposição. A curadora da exposição é Aleksandra Kędziorek, e a identidade visual foi desenhada por Anna Kulachek.

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