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“Sounds of Tourism”: CIUL recebe simpósio sobre ‘turistificação’ no centro de Lisboa

Iniciativa “Escutar a Cidade Turística: Turistificação, ambientes sonoros e transformação urbana” é promovida pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e vai acontecer no dia 26 de Novembro

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“Sounds of Tourism”: CIUL recebe simpósio sobre ‘turistificação’ no centro de Lisboa

Iniciativa “Escutar a Cidade Turística: Turistificação, ambientes sonoros e transformação urbana” é promovida pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e vai acontecer no dia 26 de Novembro

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O simpósio “Escutar a Cidade Turística: Turistificação, ambientes sonoros e transformação urbana”, promovido pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa vai acontecer no Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL) no próximo dia 26 de Novembro, sexta-feira, no âmbito da sua rubrica “Estudos e Projectos”.

O objectivo é mostrar alguns resultados preliminares do projecto de investigação “Sounds of Tourism” e também apresentar as linhas actuais de pesquisa. Lançado em Outubro de 2018 e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), “Sounds of Tourism” explora o impacto do turismo nos ambientes sonoros do centro histórico da cidade de Lisboa, com uma atenção especial na forma como os fluxos turísticos estão a mudar a forma como sentimos e habitamos a cidade. Três anos após o seu início, e com uma pandemia global no meio que afectou particularmente as dinâmicas turísticas da cidade, é tempo de fazer um balanço. Este seminário reúne membros da equipa de investigação para uma série de apresentações em formato de mesa redonda que visam criar um espaço colectivo de reflexão crítica com base no trabalho realizado no âmbito deste projecto.

A iniciativa tem início às 10 horas, com a introdução a cargo de Iñigo Sánchez-Fuarros (Incipit CSIC), seguida da apresentação de alguns projectos em curso, nomeadamente “Máscara? Salas de espectáculo, sim. Discotecas, não”: introdução às ecologias da música ao vivo em tempos de pandemia”, por Maria Teresa Lacerda (NOVA FCSH), “Espaço, (in)visibilidade e pertença em territórios turísticos: O bairro do Castelo em Lisboa”, por Rita Barreto Correia (NOVA FCSH), “A economia urbana e os artistas de rua: performance, mobilidades e conflitos em um espaço público turistificado”, por António Cláudio do Nascimento Silva (NOVA FCSH), “Património, turismo e música: o apoio mediático da TAP à cultura expressiva portuguesa”, por Bart Vanspauwen (NOVA FCSH) e “Plantas, humanos e semiótica”, por Mariana Pinho (NOVA FCSH).

Na segunda parte do simpósio, a temática incide sobre  “O que fizemos até agora”, com a apresentação de quatro estudos: “Queering the Urban Politics of Transformation? Lisbon’s Techno-Spaces between Precarization and Self-Empowerment“, por Jasemin A. Khaleli (Universidade de Viena), “Urbanismo afetivo e atmosferas colaterais na Lisboa turistificada”, por Daniel Paiva (CEG, UL), “Os estudantes internacionais e a cidade turística: a intersecção de três economias urbanas”, por Daniel Malet Calvo (CIES, ISCTE) e, por último, “Escutar Lisboa: Uma abordagem ao fenómeno da turistificação sonora”, de Iñigo Sánchez-Fuarros (Incipit CSIC).

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Vanguard Properties adquire 50% da Ecosteel

Operação implicou um investimento estratégico de 30 M€ e permitirá a criação de uma nova unidade industrial de produção de madeira laminada cruzada (CLT) destinada à construção de edifícios em altura

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O grupo Vanguard Properties realizou um investimento estratégico de 30 milhões de euros na Ecosteel, que inclui a aquisição de 50% do capital da empresa de referência internacional no sector das caixilharias. Desta forma, a promotora “consolida o seu papel na dinamização da construção industrial portuguesa e na promoção da construção sustentável”.

Com este investimento a Ecosteel entra num novo ciclo de expansão na sua indústria de base, nomeadamente nos sistemas de caixilharia minimalistas de construção inovadoras e instalações artísticas, passando também pela área do design e tecnologia. Este investimento permitirá a criação de uma nova unidade industrial de produção de madeira laminada cruzada (CLT) destinada à construção de edifícios em altura. 

Neste contexto de expansão da empresa, está previsto o reforço superior a 60% do número de colaboradores da empresa para cerca de 400 até 2024, entre os quais arquitectos, engenheiros, designers, serralheiros e instaladores.

Até ao momento, a Vanguard Properties já investiu mais de 50 milhões de euros em empresas industriais portuguesas, especializadas na produção de estruturas modelares, nomeadamente, a Black Oak Company, em Junho de 2021.

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Alma Gardens representa 80M€ de investimento

Alma Gardens é o novo projecto residencial a nascer em Miraflores. O investimento, de 80 milhões de euros, é da Criterion e o projecto conta com a assinatura do atelier de arquitectura da Quadrante e do arquitecto João Tiago Aguiar. Estará concluído em 2025

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Localizado entre o parque do Jamor e Monsanto, o projecto é comercializado pela Castelhana Real Estate que tem mais de 80% dos apartamentos disponíveis já reservados e vendidos. Os portugueses representam 95% dos clientes compradores.

“Os apartamentos do Alma Gardens estão repletos de materiais naturais e luz que proporcionam um refúgio tranquilo para relaxar, com vistas sobre a cidade e o rio. Os interiores elegantes e modernos comunicam com generosas varandas através de grandes portas de correr envidraçadas, fornecendo a conexão perfeita entre o interior e o exterior dos apartamentos. A sustentabilidade é um factor chave no projecto. Cada apartamento é projectado para ser energeticamente eficiente com bombas de calor de fonte de ar para aquecimento de águas, painéis solares térmicos comuns no telhado e com infraestruturas de carregamento para viaturas eléctricas”, sublinha Darija Zivni Aziz, da Criterion Portugal.

O Alma Gardens representa um investimento de 80 milhões de euros para a construção destes 4 edifícios residenciais que deverão estar concluídos no primeiro trimestre de 2025.

O empreendimento residencial, que conta com a assinatura do atelier de arquitectura da Quadrante e do arquitecto João Tiago Aguiar, é constituído por 126 apartamentos distribuídos por 4 edifícios de apenas 4 andares cada, com extensos rooftops que combinam uma arquitectura verde com a envolvente, servindo cada edifício com exclusivas piscinas e áreas privativas de estar e de lazer.

Para Patrícia Clímaco, sócia da Castelhana Real Estate, “o Alma Gardens é um investimento seguro numa zona tranquila de Miraflores, distinguindo-se pela sua exclusividade, ao oferecer aos residentes de cada edifício piscina para adultos, piscina para crianças e ginásio no rooftop, estacionamento com pré-instalação de carregamento eléctrico e arrecadações”.

A CEO da Castelhana acrescenta que “este projecto é pensado para famílias que desejam viver perto do centro de Lisboa, rodeados de natureza e usufruir de todo o conforto e conveniência de poderem estar perto das melhores escolas, numa zona bem servida de transportes, acessos e serviços”.

Todos os apartamentos contam com amplas varandas e janelas do chão ao tecto que envolvem todas as fachadas, com um ritmo de avanços e recuos que espelham a cadência do mar, com floreiras em todo o seu perímetro.
O Alma Gardens abre agora o stand de vendas. Durante o próximo mês de Fevereiro, qualquer nova venda reverterá com a contribuição de 5.000 euros a favor das Aldeias SOS, mais precisamente da Aldeia SOS de Bicesse e do Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental de Oeiras.

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Preços das casas registam maior aumento dos últimos 30 anos

Os preços de venda das casas em Portugal (Continental) subiram 18,7% em 2022, dando assim sequência à trajectória de forte intensificação no crescimento dos preços observada desde 2017

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Os preços de venda das casas em Portugal (Continental) subiram 18,7% em 2022, a valorização anual mais elevada dos últimos 30 anos, de acordo com o Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário. É necessário recuar a 1991 para encontrar uma taxa de variação homóloga no final do ano superior à registada neste último mês de Dezembro. Em 1991 apurou-se um aumento dos preços de 18,8%, marca que até agora tinha sido aproximada apenas pelas valorizações observadas nos dois anos anteriores à pandemia, ambas situadas no patamar dos 15,0%.

O ano 2022 deu, assim, sequência à trajectória de forte intensificação no crescimento dos preços observada desde 2017, ano em que a valorização de 12,8% mais que duplicou a de 5,6% registada em 2016. Os anos 2018 e 2019 consolidaram a tendência, com valorizações homólogas em Dezembro de 15,4% e 15,8%, respetivamente. Este ciclo foi apenas interrompido em 2020, quando os preços de venda da habitação terminaram o ano com um crescimento mais moderado, de 4,8%, em reflexo da pandemia. O ano 2021 foi já de reativação da tendência de intensificação das subidas, registando-se uma valorização homóloga de 12,2%, num percurso ao qual 2022 veio dar continuidade.

Ano a dois ritmos

Sem prejuízo da forte valorização registada no final do ano, 2022 registou um comportamento dos preços a dois ritmos. Na primeira metade do ano, mais concretamente até Julho, os preços mantiveram uma trajectória de aceleração, com sucessivas subidas mensais médias de quase 2,0%. A segunda metade de 2022 foi de perda de intensidade, com um arrefecimento das variações mensais, que por duas vezes foram inferiores a 1,0%, entrando inclusive em terreno negativo (variação mensal de -0,5% em setembro). Daqui resulta que, apesar de ter atingido um valor robusto de 18,7%, a variação homóloga registada em dezembro apresenta uma contração face aos registos da segunda metade do ano, quando este indicador atingiu o pico inédito de 21,1% (em agosto), e é mesmo a mais baixa desde julho.

As variações trimestrais dos preços também confirmam esta tendência. Ainda assim, as subidas trimestrais de preços têm sido menores a cada trimestre, passando de 5,5% no 1º trimestre de 2022, para 5,0% no 2º trimestre, 3,7% no 3º trimestre e, finalmente, 3,2% no último trimestre do ano.

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Fercopor alcança mais de 90% de vendas em novo projecto imobiliário de luxo

Resultados “validam não apenas a aposta estratégica da empresa na zona da Boavista”. Mário Almeida, administrador da Fercopor, destaca, ainda, um novo projecto habitacional e um edifício de escritórios com 17 andares previsto para a mesma zona

Cidália Lopes

A comercialização do Pure, o novo projecto imobiliário da Fercopor, localizado na Boavista, já ultrapassou os 90%. Estão já vendidos 31 dos 34 apartamentos distribuídos pelos três edifícios. 30 deles foram vendidos logo nas primeiras duas semanas, após a apresentação oficial deste novo condomínio de luxo.

Entre os novos residentes, maioritariamente, portugueses, estão famílias e alguns investidores privados. “A localização, a apenas 100 metros da Avenida da Boavista, as generosas áreas marcadas pela privacidade, a excepcionalidade dos detalhes e a arquitectura” são alguns dos atributos que têm levado à procura pelo empreendimento. Com inspiração nas obras de Piet Mondrian, a assinatura está a cargo do arquitecto José Carlos Cruz.

Recorde-se que ainda em Junho, e também nesta avenida, a Fercopor apresentou o projecto Enlight, igualmente assinado por José Carlos Cruz. A comercialização dos 21 apartamentos ficou concluída em Janeiro de 2023, mas 70% das vendas foram feitas em menos de dois meses. O edifício de sete andares, localizado junto ao antigo Centro Comercial Dallas, está já em construção e conta com habitações T1 a T4.

De acordo com Mário Almeida, administrador da Fercopor, “estes impressionantes resultados, alcançados nos dois projectos e em tão curto espaço de tempo, validam não apenas a aposta estratégica da empresa na zona da Boavista como também o trabalho de uma grande equipa dedicada à dinamização de áreas residenciais com arquitectura diferenciadora e construção de elevada qualidade”. Em relação ao futuro, acrescenta que “há ainda muito potencial por explorar nesta zona da cidade do Porto e, por isso, a Fercopor tem novos projectos em desenvolvimento”.

Entre os planos da promotora imobiliária de luxo para o primeiro semestre de 2023, está um novo projecto habitacional, no cruzamento entre a Rua António Cardoso e a Avenida da Boavista. Metros abaixo, em plena avenida, está previsto um edifício de escritórios com 17 andares, projectado pelo arquiteto Manuel Aires Mateus.

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Cidália Lopes

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Nova direção da ASMIP reforça “aposta na dignificação da classe”

Do conjunto de desafios da direcção presidida por Luís Lopes destaca-se a aposta em garantir uma posição credível e reconhecida da ASMIP, de forma a permitir apresentar e defender os interesses, quer dos seus associadas, quer da classe em geral, com especial destaque para o exercício ilegal da actividade

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A nova direcção da Associação dos Mediadores do Imobiliário de Portugal (ASMIP), cuja cerimónia de Tomada de Posse dos Corpos Sociais, para o triénio de 2023/25, terá lugar pelas 17h00 do dia 26 de Janeiro, no Lisboa Story Centre, no Terreiro do Paço, em Lisboa, identificou como um dos grandes objectivos a atingir a “dignificação da classe”.

Do conjunto de desafios da direcção presidida por Luís Lopes destaca-se a aposta em garantir uma posição credível e reconhecida da ASMIP, junto das empresas que representa e de todas as entidades com quem se relaciona, de forma a permitir apresentar e defender os interesses, quer dos seus associadas, quer da classe em geral, com especial destaque para o exercício ilegal da actividade, e sobretudo para os ataques que a classe tem sofrido com o aparecimento de diversas ideias, plataformas, portais, serviços complementares, que procuram agrilhoar as empresas a inúmeras obrigações financeiras, que a prazo muitas não conseguirão suportar.

A nova direcção continuará, também, a dar atenção máxima à formação, “o primeiro e mais importante serviço desde a admissão de uma empresa associada”. Luís Lopes destaca, ainda, que “para aumentar a qualidade e diversidade dos níveis de formação dos profissionais será decisivo que a nova legislação veja a luz do dia. Sabemos que depois das nossas propostas, ainda em 2020, exaustivas e devidamente justificadas, e depois de uma fase de consulta do IMPIC a diversos organismos, incluindo a ASMIP, foi elaborado e enviado ao ministério, no verão passado, um projeto de lei. A expectativa era de termos nova lei antes do fim do ano passado, mas com os desenvolvimentos políticos recentes, com a criação do novo Ministério da Habitação, continuamos a aguardar, agora sem data à vista, que saiam novidades sobre o tema”.

Alargar o leque de benefícios aos associados com mais parcerias, algumas já em preparação, é outro dos objectivos. Entre elas destacamos a criação de um portal imobiliário inclusivo para todas as empresas de mediação, e referência na criação de leads e de partilhas entre as imobiliárias, com a garantia da exclusividade de empresas devidamente credenciadas, uma forma de garantir ao cliente final maior segurança na sua busca por um negócio imobiliário.

A aposta passa também pela criação de bases distritais de associados, incentivando ao seu empenho na actividade da ASMIP, e na sua condução ao nível de novas propostas que possam melhorar os seus serviços, apoio e influência.

Não menos importante é a recente integração da ASMIP no Conselho Nacional de Habitação que se pretende venha a contribuir activamente nas ideias e projectos que possam melhorar o cenário actual.

A nova direcção da ASMIP é presidida por Luís Lopes, da Forma de Saída, tendo como vice-presidente Francisco Bacelar, da Forma Régia, que ocupou a presidência nos últimos dois mandatos. Luís Ribeiro, da Figueira Center Imobiliária, preside à Assembleia Geral e Mário Matos, da IMA, estará à frente do Conselho Fiscal.

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Lusoproa adquire edifício Forte 9 e estreia-se no segmento de escritórios

Anteriormente conhecido enquanto antigas instalações da Cervejaria Lusitânia, o edifício Forte 9 será totalmente destinado a serviços. A operação contou com a assessoria da CBRE, que actuou do lado do vendedor, a M7 Real Estate

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O investidor e asset manager pan-Europeu, M7 Real Estate, vendeu o edifício de escritórios Forte 9, na Avenida do Forte, em Carnaxide, ao promotor imobiliário Lusoproa, numa operação que contou com a assessoria da CBRE, que actuou do lado do proprietário e ficou responsável por gerir e concluir o processo de alienação do imóvel.

Anteriormente conhecido enquanto antigas instalações da Cervejaria Lusitânia, “trata-se de um activo muito bem localizado, com características que permitem o desenvolvimento de um projecto muito interessante, que passará pela total reconversão do existente num edifício totalmente adaptado às atuais necessidades e exigências do mercado”, indica Miguel Batista, da Lusoproa.

Este investimento representa, ainda, a estreia da Lusoproa no segmento de escritórios, “na medida em que até ao momento a nossa estratégia de investimento tem passado maioritariamente pelo desenvolvimento de ativos residenciais”, acrescenta.

Leonardo Peres, Managing Director da M7 Real Estate Portugal, refere, também, que a venda deste activo está em linha com o nosso plano de negócios e acompanha a conclusão da nossa estratégia de gestão de activos. Isto permitiu-nos incrementar a área arrendável, definir um produto e garantir uma licença para renovar o edifício, aumentando assim a liquidez do activo”.

“Trata-se de um edifício icónico na zona de Carnaxide, com grande visibilidade desde a Avenida do Forte, e com potencial de reposicionamento por parte do novo proprietário. Devido às suas caraterísticas e flexibilidade, acreditamos muito no sucesso de um projecto de uso alternativo”, concluiJosé Hermozilha, head of Investment Properties da CBRE Portugal.

Com o licenciamento aprovado, o edifício Forte 9 será totalmente destinado a serviços, totalizando cerca de 3.500 metros quadrados de ABC distribuídos por três pisos, a que se somam 116 lugares de estacionamento distribuídos por quatro pisos em cave. Beneficia de uma localização privilegiada no Corredor Oeste, em plena Avenida do Forte, possuindo uma elevada oferta de comércio e serviços na envolvente, sendo esse um factor essencial para a instalação de um futuro inquilino.

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Casavo fecha o seu primeiro ano em Portugal com expansão para Oeiras e Cascais

A tecnológica europeia arranca agora 2023 com a entrada nos concelhos de Oeiras e Cascais e a ambição de quadruplicar o número de unidades adquiridas em Portugal. Só no primeiro ano, mais de 2.200 vendedores utilizaram esta solução para avaliar a sua casa.

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tagsCasavo

A plataforma digital Casavo entrou, há um ano, no mercado imobiliário português e, desde então, já realizou meia centena de transacções de compra e venda de imóveis, que representam cerca de 20 milhões de euros. A tecnológica europeia arranca agora 2023 com a entrada nos concelhos de Oeiras e Cascais e a ambição de quadruplicar o número de unidades adquiridas em Portugal.

A Casavo lançou-se em Lisboa, em Janeiro de 2022, com o objectivo de transformar a experiência de compra e venda de casas através da sua plataforma de avaliação instantânea de imóveis. Só no primeiro ano, mais de 2.200 vendedores utilizaram esta solução para avaliar a sua casa.

Adicionalmente, a proptech lançou também a plataforma Casavo for Agents, dedicada exclusivamente a profissionais do sector, e que é já utilizada por mais de 100 consultores imobiliários em Lisboa. Através desta solução, estes podem receber ofertas de compra da Casavo para os imóveis que estão a promover, vender casas detidas pela plataforma e ainda anunciar no website da Casavo, de forma gratuita e através de uma só interface digital, os imóveis do seu portefólio.

“Fazemos um balanço muito positivo do primeiro ano da Casavo em Portugal. Para além do volume de transacções e do número de utilizadores que conseguimos alcançar, temos sentido muita receptividade à nossa proposta de valor, tanto por parte dos compradores e vendedores como também por parte de outros agentes de mercado que procuram acompanhar as tendências de digitalização do sector. Todas as pessoas reconhecem que o sector imobiliário precisa de soluções inovadoras que tornem o processo de compra e venda de casa mais simples e cómodo e que aumentem a transparência do mercado.”, declara Duarte Ferreira dos Santos, city manager da Casavo em Portugal.

A previsão para 2023 é de crescimento, já que a Casavo ambiciona quadruplicar o número de aquisições face ao ano anterior. Além disso, prepara-se agora para expandir o seu serviço para os concelhos de Cascais e Oeiras. “Como resultado da pandemia e dos novos modelos híbridos de trabalho, a procura por casas de maior dimensão em zonas periféricas de Lisboa tem vindo a crescer e as zonas de Oeiras e Cascais são muito procuradas pela qualidade de vida que proporcionam. À semelhança de Lisboa, a grande maioria dos edifícios foi construída antes da década de 80, o que nos permite ter um impacto positivo na sua recuperação. Adicionalmente, estas regiões irão permitir-

nos abranger uma audiência mais diversificada e oferecer as nossas soluções a um número cada vez maior de clientes”.

Fundada, em 2017, em Itália, esta plataforma digital realiza avaliações de imóveis de forma instantânea e gratuita e apresenta ofertas em até 48 horas, comprando as casas directamente aos vendedores em apenas alguns dias. Depois de adquirir as casas, renova-as e encontra os seus compradores finais. A quem deseja comprar casa, a plataforma disponibiliza casas prontas a habitar, com elevada eficiência energética e um design moderno e atraente.

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Análise: “2023 deverá manter actividade em níveis dos últimos cinco anos”

De acordo com o estudo anual Market 360º, da JLL, apesar dos desafios económicos que se vivem, 2023 será “um ano dinâmico para o imobiliário português”. Falta de oferta continua a ser uma das principais preocupações do sector

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A consultora imobiliária JLL prevê “um ano dinâmico” para o imobiliário nacional, em linha com os ritmos médios de absorção, ocupação, investimento e valores dos últimos cinco anos, especialmente nos escritórios e na habitação. No balanço apresentado esta quinta-feira, dia 19 de Janeiro, no seu estudo anual Market 360º, a empresa deu conta, ainda, do total de mais de 100 milhões de euros de facturados em 2022, o que representou um crescimento de 7% face a 2021.

“A solidez já mostrada pelos indicadores do mercado em contexto de incerteza, a consolidação de Portugal como destino imobiliário internacional e o desequilíbrio entre a procura forte e a oferta reduzida sustentam as expectativas da consultora num ano de incerteza e desafios macroeconómicos”, indica o estudo.

A JLL antecipa um natural abrandamento na dinâmica da procura quer para ocupação quer para investimento face ao ano passado, pela dupla circunstância de enfrentar um agravamento das condições económicas e comparar-se com níveis recorde de atividade. Contudo, não antecipa quebras disruptivas em termos de montantes transacionados e absorção, prevendo ainda que os preços e as rendas possam manter uma trajetória positiva, mas mais suave. A baixa capacidade de reposição da oferta, que se mantém escassa em todos os segmentos, é uma das explicações para este comportamento.

Recorde-se que o ano 2022 estabeleceu novos recordes na transacção de habitação, com vendas estimadas de 31 mil milhões de euros, e no investimento em imobiliário comercial*, cujo volume ultrapassou a barreira inédita dos 3.400 milhões de euros.

O volume de absorção, também,, tocou novos máximos, atingindo-se a ocupação de 272 mil m2 de escritórios em Lisboa, acima do anterior máximo histórico registado em 2008. Os preços da habitação intensificaram a trajectória de crescimento ao longo do ano e as rendas quer da habitação quer dos imóveis não residenciais, incluindo escritórios, logística e retalho, exibiram igualmente uma tendência positiva.

Pedro Lancastre, ceo da JLL, declara que “encaramos 2023 com bons olhos, pois o imobiliário nacional já deu provas da sua capacidade de resistir a choques externos e adaptar-se rapidamente em contextos de incerteza”. É, no entanto, um “optimismo cauteloso”, na medida em que o agravamento das condições económicas em Portugal e na Europa pode contaminar o mercado imobiliário. “Será um ano de redução do poder de compra das famílias e da capacidade de investimento das empresas, e de maiores restrições no acesso ao financiamento, tudo isto a acontecer numa Europa onde ainda não se sabe muito bem o que esperar em termos de geopolítica”, alerta Pedro Lancastre.

Pedro Lancastre considera, ainda, que “será normal que se repensem estratégias e reposicionem projectos”. Isto porque, “ainda que os promotores e investidores não antecipem quedas significativas na procura, vai haver maior dificuldade no acesso ao financiamento para novos projectos, num contexto em que os custos de construção estabilizam e em que os licenciamentos estão muito demorados”. 

Por isso, “em termos de valor, há condições para estabilizar os preços e as rendas em setores mais aquecidos e dar continuidade à tendência de crescimento em mercados secundários mais afetados pela falta de oferta e para onde a procura se está a direccionar em busca de produtos mais adequados aos seus rendimentos, estejamos a falar de habitação, escritórios ou armazéns”.

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Villages da Natixis em Portugal têm “novas cidades” para visitar

Os escritórios que recriam destinos do mundo contam agora com mais seis cidades: Cidade do México, Xangai, Tóquio, Londres, Bangalore e Brooklyn

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A Natixis em Portugal, que se localiza no Porto Business Plaza, inaugurou esta quinta-feira o novo piso das Villages, o projecto inovador de escritórios que recria 12 cidades, tirando partido da mais recente tecnologia para criar uma experiência imersiva, que inclui sons e cheiros, e que afirma este espaço enquanto exemplo pioneiro dos escritórios do futuro.

No novo piso, os colaboradores poderão experienciar uma verdadeira experiência de viagem: a entrada faz-se através de um espaço que simula um aeroporto, com balcões de atendimento aos colaboradores e painéis de informação, que os conduzem para as villages da Cidade do México, Xangai, Tóquio, Londres, Bangalore e Brooklyn.

No futuro, para a utilização das villages, os colaboradores poderão consultar quais estão disponíveis num painel de informação à entrada do aeroporto, semelhante ao que encontram na zona das partidas e chegadas de um aeroporto.

“Abrimos as portas de um dos pisos das Villages em Setembro do ano passado e, até agora, a adesão tem sido muito positiva. Com a inauguração deste novo piso vemos finalizada a concretização de um sonho que acreditamos ser a celebração da nossa diversidade cultural enquanto empresa e equipa. É um formato que nos permite potenciar verdadeiros momentos de colaboração e de socialização entre as equipas e transformar a experiência do modelo de trabalho híbrido. Nas Villages, a criatividade e inovação não têm limites.”, afirmaEtienne Huret, director-geral da Natixis em Portugal.

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Merlin Properties lança comercialização da segunda fase do Parque Logístico Lisboa Norte

Este segundo armazém logístico é constituído por cerca de 33 mil m2 de construção, com 11m de pé direito livre, um número considerável de cais de descarga hidráulicos e dispõe ainda de um logradouro funcional. A comercialização é da Cushman & Wakefield e a Savills

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Na sequência do sucesso da primeira fase de comercialização do Lisboa Park, que atingiu 100% da sua ocupação e em que foram arrendados 45.000m2 a inquilinos como a DB Schencker, Rangel e Olicargo, a Merlin Properties vai avançar com a comercialização da nova área logística, para a qual escolheu a Cushman & Wakefield e a Savills.

Este segundo armazém logístico é constituído por cerca de 33 mil metros quadrados (m2) de construção, com 11 metros de pé direito livre, um número considerável de cais de descarga hidráulicos, dispondo ainda de um logradouro funcional, com amplas zonas de manobra de veículos de grande porte.

João Cristina, responsável da Merlin Properties em Portugal, explica que “tendo em conta a excelente aceitação do nosso primeiro armazém pelo mercado e a contínua falta de produto logístico, a Merlin reforça a sua aposta no desenvolvimento do Parque Logístico com o objectivo de trazer, o mais rapidamente possível para o mercado, produto de elevada qualidade e que seja uma referência no País”.

Localizado no maior parque logístico nacional, encontra-se numa zona consolidada de transportes e de logística de mercadorias. Dado o fácil acesso às principais vias e eixos rodoviários do País, a apenas 500 metros da auto estrada A1, com ligação à A10 e à A9, o parque situa-se junto à estação ferroviária da Castanheira do Ribatejo, em Vila Franca de Xira, com ligação direta à capital, que se encontra a apenas 30km.

A Merlin Properties, a maior empresa imobiliária espanhola cotada em bolsa e cuja principal actividade é a aquisição e gestão de activos imobiliários comerciais, espera com esta operação em Portugal continuar a reforçar a sua presença no segmento de logística na Península Ibérica, estando presente nos principais pontos-chave da distribuição de mercadorias como Madrid, Barcelona, Valência, Sevilha, Saragoça e Vitória-Bilbau.

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