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Huawei ganha contrato para maior projecto de armazenamento de energia do mundo

Este projecto de armazenamento de energia off grid de 1300 MWh é o maior de seu género a nível mundial e assume-se como um marco no sector

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A Huawei Digital Power assinou um contrato com a SEPCOIII no âmbito do Red Sea Project, com 400 MW PV e mais 1300 MWh de battery energy storage solution (BESS), que é, actualmente, o maior projecto de armazenamento de energia a nível mundial. As partes envolvidas neste processo vão partilhar know how e tecnologias no sentido de colaborar com a Arábia Saudita no desenvolvimento de um centro global de energia limpa e economia verde.

O Red Sea Project, que que faz parte a chamada cidade do futuro NEOM, mega-projecto urbano futurista e totalmente sustentável localizado na costa do Mar Vermelho e que está a ser construído na região fronteiriça entre a Arábia Saudita, a Jordânia e o Egito, tendo sido classificado pela Saudi Vision 2030 como um projecto-chave, cujo desenvolvimento está a cargo da ACWA Power, enquanto os trabalhos de Engineering, Procurement & Construction são da responsabilidade de SEPCOIII.

De acordo com a Huawei Digital Power este projecto enquadra-se na estratégia de “integração das tecnologias da informação digital com tecnologias fotovoltaicas e de armazenamento de energia, de forma a desenvolver um sistema mais eficiente e estável e sistemas de armazenamento de energia de string inteligente e seguro, sempre recorrendo a designs inteligentes e modulares de string”, com o qual a empresa está comprometida.

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Prospectiva reconhecida pelo seu “Desempenho e Solidez Financeira” em 2020

Distinção da SCORING incidiu nas categorias Top10+ Sectores – Portugal 2021 e Top10+ Regiões – Portugal 2021 (Lisboa)

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A Prospectiva, empresa de consultoria em engenharia com mais de 40 anos de experiência no mercado, foi distinguida pela SCORING ao nível do seu ‘Desempenho, Solidez Financeira e Notação de Sustentabilidade’ em 2020, em duas categorias: Top10+ Sectores – Portugal 2021 e Top10+ Regiões – Portugal 2021 (Lisboa).

Segundo a SCORING, a Prospectiva apresenta “uma autonomia financeira alta em termos estruturais”. Também no curto prazo, “a liquidez geral é positiva”.

Tendo em conta todos os Índices avaliados pela SCORING, “a Prospectiva está inserida num grupo de empresas que apresentaram os 10 melhores valores de Qualidade Económica de Vendas (Índice de Desempenho e Solidez x Volume de Negócios) no ano de 2020, no total das regiões portuguesas e em Lisboa”, refere, ainda, a empresa de engenharia em comunicado.

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CH Consulting desenvolve projecto de RH no sector hidroeléctrico nos Camarões

A CH Business Consulting ganhou um contrato internacional nos Camarões, com uma intervenção na área de recursos humanos para o desenvolvimento do sector hidroeléctrico

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O projecto, no valor de 365 mil dólares, será financiado pelo Banco Mundial e promovido pelo Ministério da Água e Energia e terá a duração de 12 meses com o objectivo de definir a estratégia de planeamento e desenvolvimento de competências, no sector da energia hidroeléctrica nos Camarões para os próximos 20 anos.

Após a fase de diagnostico, o projecto irá incidir sobre a situação dos recursos humanos e focar-se na avaliação da cadeia de valor do ecossistema educativo, de qualificação e formação de forma a adequá-lo ao sector hidroeléctrico. Na fase seguinte será estudada a viabilidade do país avançar com projectos de investimento que conduzam à modernização de infraestruturas existentes para assegurar um aumento da capacidade produtiva do sector e uma estratégia de valorização dos recursos humanos.

“Este projecto terá um forte impacto na modernização no sector hidroeléctrico camaronês, bem como na própria reestruturação do sistema de ensino do país, dotando-o de uma oferta a nível formativo, mesmo ao nível universitário, alinhada com as reais necessidades do sector”, sublinha Miguel Peixoto, director técnico do projecto.

O projecto está a ser desenvolvido em parceria com a Luxan Engineering, empresa local, e conta com a coordenação técnica do professor Carmona Rodrigues da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

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Efacec inaugura projecto de “maior central de energia solar” de Moçambique

O projecto com 121.500 módulos fotovoltaicos, localizado em Metoro, no Norte de Moçambique, permitirá uma capacidade de produção de 69 GWh por ano, garantindo o consumo de energia verde a mais de 140.000 pessoas

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O projecto com 121.500 módulos fotovoltaicos, localizado em Metoro, no Norte de Moçambique, permitirá uma capacidade de produção de 69 GWh por ano, garantindo o consumo de energia verde a mais de 140.000 pessoas, o que corresponde a cerca de 75% da população de Pemba, província de Cabo Delgado. Considerada a “maior central de energia solar de Moçambique”, a Efacec realizou o projecto de engenharia, fornecimento e construção, ficando também responsável pela operação e manutenção desta central, instalada numa área de cerca de 65 hectares.

Com a entrada em produção do central solar de Metoro, fica preenchido um dos pressupostos fundamentais para se acelerar o desenvolvimento desta região, com impacto directo na economia local, e na vida das populações, assim como a promoção do acesso à energia a 100% da população moçambicana.

“Com o desenvolvimento e implementação de soluções inovadoras e sustentáveis, a Efacec está há mais de 20 anos a promover o desenvolvimento da evolução energética do país. Agora reforça a sua posição com este projecto, que aumentará a capacidade de produção e diversificará as fontes de energia, aproveitando o elevado potencial do recurso da energia solar, muito consistente ao longo do território e estável durante o ano. Adicionalmente, é um projecto que evidencia a capacidade de execução da equipa Efacec, que demonstrou para lá das competências técnicas, uma resiliência física, social e humana que permitiu concretizar, com sucesso, este projecto, apesar das condições altamente inóspitas, como as que nos acompanharam ao longo do mesmo”, afirma Ângelo Ramalho, CEO da Efacec.

Neste projecto de interesse nacional, onde o apoio e a cooperação com a comunidade e autoridades locais foram uma prioridade desde o primeiro dia, foram criados mais de 400 postos de trabalho durante a etapa de construção. Os empregos locais representaram mais de 90% do total de trabalhadores, mantendo-se padrões extremamente elevados ao longo do período de construção.

A inauguração do projecto contou com a presença de Filipe Nyusi, presidente da República de Moçambique, acompanhado por Carlos Zacarias, ministro dos Recursos Minerais e Energia e Marcelino Gildo Alberto, presidente do Conselho de Administração da Eletricidade de Moçambique.

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Porto de Lisboa avança com aeródromo naval no Tejo

A infraestrutura irá nascer na zona do Mar da Palha e visa dar resposta à procura crescente por parte do sector do turismo. O processo de certificação já arrancou

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A Administração do Porto de Lisboa, APL, vai avançar com a construção de um aeródromo naval na zona do Mar da Palha, no rio Tejo. A certificação da infraestrutura, que visa dar resposta à procura crescente por parte do sector do turismo, arrancou no início de Abril. ”Ao longo dos anos temos vindo a receber manifestações de interesse de entidades privadas que pretendem realizar voos turísticos em hidroavião, dando a conhecer a cidade de Lisboa e arredores de uma forma diferente aos turistas”, justificou Ricardo Medeiros, administrador da APL. De acordo com o mesmo responsável “estamos a recriar, de certa forma, uma actividade que em tempos já aconteceu no rio Tejo, quer na Doca do Bom Sucesso quer na Doca dos Olivais”, sublinhou.

Esta infraestrutura será gerida pela APL e o processo de certificação envolverá um conjunto alargado de entidades como a ANAC, a CML, CPL, etc. O futuro aeródromo naval não terá qualquer barreira física, sendo apenas uma área de referência na zona do Mar da Palha. “Só haverá descolagem ou amaragem com boa visibilidade e espaço livre e suficiente para a operação em segurança”, assegura a entidade.

“Todas as operações de voo serão realizadas com planos de voo submetidos, aprovados e controlados pelas autoridades aeronáuticas. Quando o hidroavião amarar, comporta-se como qualquer embarcação respeitando as regras náuticas como as restantes embarcações, sem qualquer diferença ou conflito com a restante navegação marítima”.

Durante a fase de voo o controlo será responsabilidade das autoridades aeronáuticas e, na fase em que se desloque no espelho líquido, será a APL a controlar, à semelhança do que já faz com a restante navegação, mantendo-se as respectivas competências separadas.

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Tecnológica Cleanwatts promove conjunto de webinars

Objectivo passa por promover as CER e alargar rede de parceiros a Sul do País. As sessões, que se prolongam até Dezembro, decorrem na primeira segunda-feira de cada mês

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A tecnológica portuguesa Cleanwatts, especialista em soluções digitais para o sector da energia e responsável pela implementação da primeira CER em Portugal, está a organizar uma série de webinars, aberta a todos os interessados, em formato online. As sessões, que se prolongam até Dezembro, decorrem na primeira segunda-feira de cada mês.

O objectivo dos webinars passa por abordar as potencialidades das CER em diversos contextos, como o turismo ou a indústria, as oportunidades de investimento que representam e o enquadramento legal existente. Além disso, será uma forma de prestar todo o apoio aos parceiros e interessados, por exemplo face a dificuldades enfrentadas na angariação de clientes ou com clientes já existentes.

“A construção de uma rede forte de parceiros, que nos ajudem a implementar Comunidades de Energia um pouco por todo o país, é um dos nossos grandes objectivos para este ano. É um projecto em curso, que já iniciámos o ano passado, com a angariação de vários parceiros, mas que pretendemos reforçar e trabalhar continuamente”, afirma Maria João Benquerença, gestora das CER da Cleanwatts, .

Com forte implementação a Norte do país, a empresa pretende com esta iniciativa alargar a rede de parceiros na região Sul. Os webinars, que se destinam a empresários, indústrias e autarquias, arrancam no próximo dia 4 de Abril, tendo como primeiro tema o sector da indústria agroalimentar.

Até ao final do ano, vão também estar em destaque os processos de licenciamento, empreendedorismo social, turismo sustentável ou as CER como projecto municipal para a descarbonização.

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Trabalhos de reforço estrutural na Ponte Rainha D. Amélia com investimento de 1,7 M€

A empreitada já iniciada visa a protecção das fundações e a reabilitação dos pilares da Ponte rodoviária entre o Cartaxo e Salvaterra de Magos

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Os trabalhos de reforço estrutural da Ponte Rainha D. Amélia, que liga os concelhos do Cartaxo e Salvaterra de Magos, no distrito de Santarém, já tiveram início. A intervenção promovida pela Infraestruturas de Portugal (IP), com um investimento de cerca de 1,7 milhão de euros e com um prazo de execução de 270 dias, visa “reforçar as condições de integridade dos pilares da ponte e a protecção das suas fundações contra os efeitos da erosão provocada pela corrente do rio Tejo”.

Os trabalhos a executar foram definidos após os resultados da inspecção subaquática, o levantamento batimétrico e o Estudo Hidrológico e Hidráulico realizado no trecho do rio Tejo onde se insere a ponte.

A empreitada consistirá na limpeza das superfícies dos pilares e encontros, na selagem das juntas entre pedras de alvenaria dos pilares e encontros, com o refechamento com uma argamassa à base de cal hidráulica natural e inertes, na protecção da base dos pilares, através do encamisamento adicional da base dos pilares com recurso a cofragens metálicas e microbetão submerso e na substituição dos aparelhos de apoio sobre o pilar P13 e encontro E2.

A ponte Rainha D. Amélia foi construída em 1903 e tem uma extensão total de 840 metros. Actualmente a sua gestão está protocolada entre a IP e as autarquias do Cartaxo e de Salvaterra de Magos, assumindo os municípios as responsabilidades globais de manutenção geral da estrutura metálica e de vigilância permanente e rigorosa sobre o comportamento das fundações.

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Engenheiros: Fernando de Almeida Santos toma posse como bastonário

Cerimónia terá lugar no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, esta sexta-feira, dia 25 de Março, pelas 16 horas. Fernando de Almeida Santos foi eleito Bastonário da Ordem dos Engenheiros para o triénio 2022- 2025 no acto eleitoral que terminou a 12 de Fevereiro

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Fernando de Almeida Santos, eleito Bastonário da Ordem dos Engenheiros (OE) para o triénio 2022- 2025 no acto eleitoral que terminou a 12 de Fevereiro, toma posse esta sexta-feira, dia 25 de Março, sucedendo a Carlos Mineiro Aires no cargo.

Na cerimónia, que terá lugar no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, pelas 16 horas, serão, ainda, empossados Lídia Santiago e Jorge Liça, enquanto vice-presidentes nacionais, Carlos Mineiro Aires, que assume a presidência da Assembleia de Representantes, e todos os restantes membros eleitos para os órgãos nacionais da OE. Tomam igualmente posse, nesta cerimónia conjunta, os engenheiros eleitos a Sul, sob a liderança de Luís Machado.

Nascida em 1936, esta associação profissional tem origem na “Associação dos Engenheiros Civis Portuguezes”, fundada em 1868, tendo-lhe sucedido. Actualmente com 60 mil membros, a Ordem dos Engenheiros é a segunda maior ordem profissional portuguesa e tem como principal missão “contribuir para o progresso da engenharia, estimulando os esforços dos seus associados nos domínios científico, profissional e social, bem como o cumprimento das regras de ética e deontologia profissional”.

Natural de Braga. Fernando de Almeida Santos é licenciado em Engenharia Civil pela Universidade do Minho, Mestre em Gestão da Construção e Património Imobiliário (UM, FEP, UC). Tem, também, uma especialização em Gestão e Coordenação de Segurança na Construção (IST, 2001) e frequentou o Programa de Alta Direcção Empresarial (AESE, 2009).

É professor convidado na UM, IPCA, IC-FEUP, FUNDEC-IST, foi quadro Superior na ENGIL (1991-2000) e fundador e presidente da TABIQUE (2000-2020). Na OE foi vice-presidente nacional entre 2016 e 2022, presidente da região Norte de 2010 a 2016, secretário da região Norte entre 2004 a 2010, delegado distrital de Braga (2001-2004) e delegado-adjunto de Braga (1997-2001).

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MatosinhosHabit dá os primeiros passos em projecto de descarbonização do município

Entidade participa em plano energético para o município que incorporará várias aplicações de soluções urbanas inteligentes, com vista à sua descarbonização até 2050

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A MatosinhosHabit participou na primeira edição do projecto PROSPECT Plus, um webinar que teve como objectivo “a troca de experiências com vista à implementação de medidas inovadoras que promovam a eficiência energética nas cidades, mobilidade e integração de renováveis nas cidades inteligentes”.

Esta iniciativa decorre no âmbito do projecto ATELIER, uma parceria estabelecida com as cidades de Amesterdão e Bilbao (líderes), sendo Matosinhos, Budapeste, Riga, Copenhaga, Bratislava e Cracóvia cidades parceiras e que conta com o financiamento da Comissão Europeia através do Horizon 2020 – Programa-Quadro Comunitário de Investigação & Inovação.

Neste sentido, está a ser desenvolvido um estudo para implementar um plano energético para o município de Matosinhos, que incorporará várias aplicações de soluções urbanas inteligentes. “O objectivo é que este estudo, através da elaboração de um plano energético para o município de Matosinhos, que incorporará várias aplicações de soluções urbanas inteligentes, se traduza nas opções do município para a sua descarbonização”, de acordo com Helena Vaz, administradora da MatosinhosHabit.

Ainda no passado dia 18 de Março, teve lugar o seminário, “Matosinhos City Vision 2050 – Reflexão sobre a análise SWOT”, que permitiu a recolha de contributos e debate sobre a análise SWOT (análise de forças, oportunidades, fraquezas e ameaças) de Matosinhos, procurando caracterizar as principais oportunidades e desafios da cidade neste trajecto. O projecto terá uma duração prevista de 60 meses, pretendendo-se, com a sua implementação, definir um plano de acção para a descarbonizarão do município até 2050. 

Foram, entretanto já definidas e caraterizadas duas zonas piloto PED (Positive Energy District) em Matosinhos, uma no Conjunto Habitacional de Custió, e outra no troço do Rio Leça, entre a Ponte da Pedra e a Ponte do Carro, que correspondem às duas primeiras fases da obra do “Corredor Verde do Leça”. No troço da primeira fase da obra, localiza-se o centro Empresarial da Lionesa e, na segunda fase, as ligações às estações de metro de Esposade, Araújo e Custió.

O financiamento do projecto em Matosinhos é de cerca de 542 mil euros, sendo 372 mil suportados pelo município e 170 mil pela AdEPorto, que apoia, também, o município no acompanhamento dos estudos técnicos e na preparação dos planos de replicação das iniciativas levadas a cabo pelas cidades-líder.

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Efacec finaliza mais um projeto para a The Navigator Company

Projecto fotovoltaico de Autoconsumo produz cerca de 3.200.000 kWh/ano de energia renovável, graças à instalação de 4.086 painéis solares

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A Efacec finalizou mais um projecto para a The Navigator Company de execução da Engenharia, Procurement e Construção (EPC) de uma central solar fotovoltaica em regime de Autoconsumo, renovando uma parceria de sucesso iniciada em 2016.

Com uma capacidade instalada de 1,89 MW, o projecto, finalizado este mês, promoveu a instalação de 4.086 painéis solares em cerca de 4.000 m2 no solo, que iniciaram a produção de cerca de 3.200.000 kWh/ano de energia renovável a ser autoconsumida numa das fábricas de Setúbal da The Navigator Company.

Esta produção de energia equivale ao consumo de 1.327 carros eléctricos a percorrer 20 mil quilómetros num ano e evitar a emissão de 1.187 toneladas de CO2 (factor de emissão 371 gCO2/kWh).

A The Navigator Company, produtor integrado de floresta, pasta, papel, tissue, soluções sustentáveis de packaging e bioenergia, tem reforçado a sua aposta na energia solar, sendo que, até ao momento, são já cinco os projectos da empresa no domínio da energia solar fotovoltaica em autoconsumo, num investimento que ascende os 4,7 milhões de euros. Desta forma, a The Navigator Company reafirma o seu compromisso em antecipar em 15 anos, face aos objectivos nacionais e europeus, a neutralidade carbónica dos seus complexos industriais, o que lhe permitirá ter, até 2035, todas as unidades fabris neutras em emissões de carbono e atingir, nessa data, uma redução de 86% das suas emissões de CO2.

Além das soluções chave na mão EPC – Engineering, Procurement and Construction, com a possibilidade de incluir equipamentos fabricados in house, a empresa portuguesa contempla, ainda, um serviço de assistência completo (através da divisão de O&M), personalizado e com mais garantia, face ao mercado. Actualmente tem, em backlog, projectos na Europa, América Latina e África. A sustentabilidade é um dos pilares estratégicos, investindo a Efacec em I&D para potenciar o desenvolvimento de soluções inovadoras.

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Porto: Riportico Engenharia ‘fiscaliza’ Parque Central da Asprela

Os trabalhos prestados pela Riportico Engenharia visaram “garantir a qualidade de todos os materiais e equipamentos aplicados na empreitada e a respetiva execução dos trabalhos, bem como assegurar o acompanhamento paisagístico, tendo sido esta uma vertente de grande ênfase no projeto”, explica Helena Vieira, coordenadora regional do Norte da Riportico

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Já está aberto a todos os habitantes e visitantes do Porto o Parque Central da Asprela, considerado o novo “pulmão verde” da cidade, cujo acompanhamento paisagístico, fiscalização e coordenação da segurança em obra estiveram a cargo da Riportico Engenharia.

Projetado pelo Município do Porto, Universidade e Politécnico do Porto, o Parque Central da Asprela representou um investimento próximo de 1,6 milhões de euros, cofinanciados pelo Fundo Ambiental.

Enquanto responsável pelo serviço de fiscalização e coordenação da segurança em obra, os trabalhos prestados pela Riportico Engenharia visaram “garantir a qualidade de todos os materiais e equipamentos aplicados na empreitada e a respetiva execução dos trabalhos, bem como assegurar o acompanhamento paisagístico, tendo sido esta uma vertente de grande ênfase no projeto”, explica Helena Vieira, coordenadora regional do Norte da Riportico Engenharia, que esteve presente na empreitada com um Coordenador de Segurança em Obra permanente, para fiscalizar e fazer cumprir todas as regras de segurança.

O Parque Central da Asprela, da autoria do arquiteto paisagista Paulo Farinha Marques, desenvolve-se ao longo de seis hectares, com uma bacia de retenção com capacidade para 10 mil metros cúbicos de água pluviais, 900 elementos arbóreos plantados, mais de 700 elementos arbóreos preservados, ribeiras a correr ao ar livre, e mais de dois quilómetros de percursos pedonais e cicláveis, acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida.

O novo “pulmão verde” da cidade do Porto surge como um ponto de ligação de todo o campus universitário da Asprela, unindo várias faculdades da Universidade do Porto e institutos do Politécnico do Porto, para além de toda a zona habitacional.

Os trabalhos de construção do Parque, fiscalizados pela Riportico, tiveram início a 27 de julho de 2020 e visaram: a promoção do verde contínuo urbano associado ao funcionamento naturalista das linhas de água existentes e respetiva modulação de caudais de cheia; a optimização do espaço vegetalmente revestido, beneficiador do clima urbano, da permeabilidade do solo e mitigador de problemas desencadeados pelo aquecimento global; a criação de uma rede de caminhos para peões e ciclistas; a criação de áreas de estadia, de recreio, de miradouro e de receção num contexto naturalista; a potenciação de habitats naturalizados e estimulação da biodiversidade e dos serviços de ecossistemas a esta associados; entre outros.

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