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Grupo Legendre obtém um financiamento de 150M€

O refinanciamento irá permitir ao Grupo prosseguir com a sua estratégia de desenvolvimento e de estruturação das actividades em França e nos mercados onde está presente e onde se inclui Portugal

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O grupo francês Legendre concluiu, com sucesso, a criação de um novo empréstimo sindicado de 115 milhões de euros, bem como um empréstimo participativo de recuperação de 35 milhões de euros, destinados a refinanciar uma parte da sua dívida e a financiar os seus projectos de desenvolvimento em França e no estrangeiro. O grupo foi acompanhado e aconselhado nesta operação pela Hottinguer Corporate Finance.

“Estes diferentes financiamentos, que totalizam 150 milhões de euros, permitem aumentar significativamente os recursos do grupo para apoiar o seu desenvolvimento futuro, nomeadamente no sector imobiliário. Também oferecem mais flexibilidade para o seu funcionamento no dia a dia, tendo em consideração as especificidades associadas à diversidade das suas actividades, designadamente na construção (construção nova, reabilitação, construção civil, etc.), no sector Imobiliário (promoção imobiliária, exploração, hotelaria e gestão de activos) e energia (produção de energias renováveis e manutenção)”, refere comunicado do grupo.

“O resultado deste refinanciamento irá permitir-nos prosseguir a nossa estratégia de desenvolvimento e de estruturação das nossas actividades. O grupo regista um crescimento contínuo e esta operação irá permitir-nos acelerar a concretização das nossas novas ambições, reforçando, em simultâneo, a nossa liquidez”, comenta Grégoire Charmetant, director Administrativo e Financeiro do Grupo.

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O empréstimo sindicado de 115 milhões de euros, 50 % maior do que o implementado em 2019, traduz-se numa expansão do consórcio bancário. Uma prestação específica de 8 anos foi subscrita na íntegra por um investidor privado: La Banque Postale Asset Management. Quanto ao empréstimo participativo de recuperação (35 milhões de euros), este foi criado pelos três coordenadores do empréstimo sindicado: Arkéa, Crédit Agricole Mutuel de Ille-et-Vilaine e LCL, com o apoio do BNPP AM e do Eiffel Investment Group.

A empresa familiar de Rennes, conta com mais de 2200 colaboradores e 770 milhões de euros de volume de negócios em 2021. Actualmente, o grupo centra a sua actividade em França e noutros países europeus, entre eles Portugal. O primeiro projecto no território nacional está localizado a norte: o Antas Build, simultaneamente em regime de co-promoção e co-construção. O edifício de sete andares de uso misto, localizado nas Antas, no Porto, compreende 93 unidades habitacionais, t1 e t3, espaços comerciais no rés-do-chão bem como 2 níveis de cave. Já este ano o grupo anunciou o lançamento do projecto residencial Parque Atlântico, em co-desenvolvimento com o atelier de arquitectura Arqsize e localizado no concelho de Cascais.

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Mota-Engil inicia construção do Terminal de Cruzeiros do Mindelo

Arrancou em Cabo Verde a construção do Terminal de Cruzeiros do Mindelo, uma obra orçada em cerca de 27 milhões de euros, a cargo da construtora portuguesa e da cabo-verdiana Empreitel Figueiredo

É considerado um dos maiores investimentos públicos de Cabo Verde e tem um prazo de construção estimado em 22 meses. Os trabalhos vão envolver a conquista de um terrapleno, denominado “Ponte Terrestre”, com 2.700 metros quadrados, a dragagem de aproximadamente 124 mil metros cúbicos na bacia portuária e no canal de acesso, e a reabilitação do cais número 9, que passará a servir navios de recreio de pequeno porte.

A obra, que é co-financiada pelo Fundo Orio, dos Países Baixos, e pelo Fundo OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) para o Desenvolvimento Internacional, prevê ainda a construção de um molhe de atracação de 400 metros de comprimento com uma profundidade de 11 metros a norte e nove metros a sul, e uma gare de passageiros com 900 metros quadrados de área e respectivo ordenamento exterior, com a inclusão de um parque de estacionamento.

Recentemente, o presidente do conselho de administração da Enapor – Portos de Cabo Verde, Alcídio Lopes, perspectivou que, com este projecto, São Vicente terá um Terminal de Cruzeiros “inovador, moderno e com características técnicas bastante avançadas”. Em 2019 48.500 turistas em viagens de cruzeiro visitaram Cabo Verde, o que representou um aumento de 3 % ao ano de 2018. Com a pandemia a indústria de cruzeiros está praticamente parada mas o Governo local mantém a expectativa do seu crescimento e do impacto que a mesma irá gerar naquela que é a principal actividade económica do país, o Turismo.

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Gabriel Couto ganha obras de 145M€ no Gana

A construtora Gabriel Couto ganhou o concurso internacional lançado pelo Governo do Gana para a construção de duas estradas, no valor global de 145 M€. As novas empreitadas marcam o regresso da construtora portuguesa a África ocidental

É o regresso da construtora portuguesa à África Ocidental. Depois do Senegal a Gabriel Couto vai iniciar duas empreitadas no Gana no valor global de 145 milhões de euros.

O primeiro contrato foi adjudicado pelo valor de 95 milhões de euros e diz respeito à construção de uma estrada que ligará Tarkwa à cidade de Nkwanta, passando pelo município de Agona, numa extensão de 66 quilómetros. A empreitada tem a duração de 1095 dias, cerca de três anos. A obra é considera vital para o desenvolvimento destas três cidades, bem como para a dinamização económica do país, já que esta é uma zona central da exploração de minérios que são a base das exportações do Gana. A cidade de Tarkwa dá o nome a uma grande mina de ouro a céu aberto, uma das maiores do sul de Gana, onde são produzidas aproximadamente 24 toneladas de ouro por ano e ainda a mina de ouro Iduapriem localizada a 10 quilómetros do sul da cidade.

O segundo concurso adjudicado à construtora pelo Ministério das Infraestruturas Rodoviárias ganês, refere-se à reconstrução da ligação rodoviária entre Bechem e Akumadan, numa extensão de 40 quilómetros. Avaliada em 50 milhões de euros, a obra deverá estar concluída em 730 dias. Localizada na zona central do Gana, a região é predominantemente agrícola, sendo a ligação rodoviária o meio para escoar os produtos para as zonas mais carenciadas do país.

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A Gabriel Couto está na Zâmbia e Moçambique, países da África Oriental, tendo concluído nos últimos anos várias empreitadas em Essuatíni, ex-Suazilândia, na África Austral. “O cumprimento rigoroso de todos as alíneas dos contratos assinados e a qualidade evidenciada das obras é também uma imagem da nossa marca que vamos espalhando pelo continente africano”, sublinha Tiago Couto, director da construtora e responsável pelos projectos internacionais e de infra-estruturas.

Em Portugal a construtora terminou o ano de 2021 com a conclusão da extensão do taxiway do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto. A ampliação do aeroporto que serve a região norte do país custou 30 milhões de euros e incluía a expansão de 1300 metros da via de circulação que liga a pista e a placa de estacionamento dos aviões. A obra possibilita, assim, uma maior sequência de descolagens e aterragens, acompanhadas com uma saída rápida da pista, contribuindo para o aumento da capacidade do aeroporto.

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Construção: os desafios de 2022

A economia circular nos processos de construção, a promoção da reabilitação, a ascensão da construção industrializada ou uma maior importância da estética e do design nas fachadas, são, segundo a Sto, algumas das grandes tendências para 2022

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Tal como aconteceu noutros sectores, a construção não parou de evoluir nestes últimos anos. Assiste-se agora a uma nova organização de prioridades, de métodos e de técnicas com o sector a adaptar-se constantemente às actuais necessidades sociais, económicas e ambientais, dando origem a novas tendências que vão contribuir imensamente para uma revolução no mercado.

Com o novo ano a começar, a Sto, empresa internacional especializada no fabrico de sistemas e elementos construtivos, identifica e anuncia as principais tendências que vão marcar o sector este ano:
A empresa começa por identificar as novas técnicas de construção sustentável. “As alterações climáticas são hoje mais do que nunca, uma das grandes prioridades do sector. Esta preocupação fez com que as técnicas de construção também evoluíssem nesse sentido, algo que continuará a marcar 2022. Essa premissa afectará não apenas os processos construtivos, com maior aposta no uso de recursos materiais sustentáveis ou no tratamento de resíduos por meio de processos de economia circular, mas também no que diz respeito ao edifício construído ou reabilitado, apostando mais em elementos como: isolamento térmico, caixilharia de qualidade, materiais sustentáveis, sistemas de poupança de água, aparelhos de baixo consumo, utilização de energias renováveis…”, avança.

Reabilitar ou construção nova? Em 2022 a reabilitação irá ganhar um maior ritmo impulsionadas pelas “medidas do governo e pela ajuda europeia que as acompanha, vão promover a reabilitação de habitações e edifícios. Embora as várias medidas implementadas nos últimos anos tenham tentado promover este tipo de acção, fruto da idade do parque imobiliário português, será a partir deste ano que o sector vai ganhar ritmo, aprendendo com o que outros países mais avançados estão a fazer, e adaptando todas as suas soluções disponíveis à nossa realidade climática e cultural”, adianta a empresa.

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Mas a construção nova será influenciada pelo salto tecnológico derivado da necessidade de uma maior eficiência e eficácia na execução dos projectos.” Em 2022, a busca por técnicas e métodos que agilizem qualquer projecto de construção sem desperdiçar recursos ou reduzir a qualidade, segurança e conforto da edificação serão a chave. E isso só se consegue com o apoio de novos sistemas tecnológicos como o BIM, uma metodologia de trabalho colaborativo para a criação e gestão de um projecto de construção, que visa centralizar toda a informação do projecto num modelo de informação digital. Tudo isso, com um único propósito: eficiência na execução de obras de arquitectura e engenharia”.

Os princípios da sustentabilidade e da digitalização estão a colocar em destaque novos modelos construtivos como os industrializados, baseados no projecto e fabricação automatizados de elementos estruturais e não estruturais de uma edificação. “Os benefícios que traz a nível social, económico e ambiental serão a base do seu sucesso este ano: optimização dos tempos de produção até 50%, redução de custos até 20%, processo digitalizado e produção automatizada, redução do impacto ambiental da construção e criação de empregos muito mais especializados, seguros, atractivos e inclusivos. Este modelo aplica-se também a todo o sector da construção – imobiliário, infraestruturas… – e, embora seja uma excelente solução para novos projectos de construção, também tem lugar na reabilitação”, refere a Sto.

A eficiência e a sustentabilidade substituirão a estética e o design. “Todo este compromisso acrescido com a sustentabilidade e a inovação tecnológica não é incompatível com a estética” assegura a multinacional. “Assim como a decoração de interiores ganhou um papel fundamental nas últimas décadas, o design marcante das fachadas, tanto em reabilitação como na nova construção, dará o salto em 2022. Aliás, já é possível personalizar totalmente a área exterior de um edifício aplicação de diferentes tipos de materiais: reboco (orgânico, mineral, silicato…), grés porcelânico em diferentes modos de apresentação (compacto, grande formato), cerâmica de várias cores e superfícies (liso, rugoso, plástico…), pedra natural de diferentes tipos (arenito, dolomita…) ou mesmo vidro, em diferentes tonalidades e tratamentos”.

Espaços mais flexíveis, multifuncionais e luminosos. A população dá mais importância do que nunca aos espaços em que vive e trabalha, o que fez com que o estilo de vida das novas gerações prevaleça tanto nas residências quanto nos escritórios. No caso dos escritórios, com o regresso ao trabalho, apostará em espaços abertos onde o espaço é partilhado com cafetaria, zonas de reunião ou descanso, para facilitar a mobilidade. A arquitectura residencial, por sua vez, jogará com as noções de multifuncionalidade, versatilidade e modularidade em espaços abertos, para poder se reinventar em poucos momentos.

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Ligação da A8 à Área Empresarial das Palhagueiras vai avançar

O Município de Torres Vedras vai receber sete milhões de euros do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência para construir a ligação rodoviária entre a autoestrada A8 e a área empresarial das Palhagueiras

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O Município de Torres Vedras vai receber sete milhões de euros do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência para construir a ligação rodoviária entre a autoestrada A8 e a área empresarial das Palhagueiras, onde estão localizadas diversas centrais hortofrutícolas. O contrato de financiamento é assinado esta sexta-feira entre este município e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, gestora dos fundos europeus.

A obra visa “contribuir para reforçar a competitividade territorial, promover a atracção e fixação de empresas, favorecendo um desenvolvimento mais equilibrado do tecido produtivo, uma reindustrialização desconcentrada no território e uma optimização das cadeias logísticas do país”, segundo o contrato de financiamento.

A ligação rodoviária da A8 à área empresarial das Palhagueiras, na freguesia de A-dos-Cunhados/Maceira, vem melhorar as condições de acesso à autoestrada e promover a ligação à Linha do Oeste, que está a ser modernizada, para escoar produtos de forma mais eficaz e desenvolver a sua capacidade produtiva da região. Contribuindo com melhores condições de circulação e segurança, a via constitui também uma alternativa rodoviária, desviando o tráfego de veículos pesados do centro da vila de A-dos-Cunhados, minimizando assim o risco de atropelamentos, diminuindo o tempo de percurso e contribuindo para a redução de gases de efeito estufa ao diminuir o congestionamento automóvel. É estimada uma redução de tempos de percurso de 25% com a execução desta infraestrutura.

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Reabilitação da Linha do Vouga acelera

Foi lançado concurso público para a renovação integral do troço entre Oliveira de Azeméis e Sernada do Vouga, da Linha do Vouga, um investimento estimado de 4,95 milhões de euros

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A Infraestruturas de Portugal lançou o concurso público para a renovação integral do troço entre Oliveira de Azeméis e Sernada do Vouga, da Linha do Vouga, um investimento estimado de 4,95 milhões de euros, ao qual acrescem os encargos relacionados com os materiais a aplicar.

Esta empreitada integra o Plano de Reabilitação da Linha do Vouga que a IP tem em curso e que contempla a reabilitação da superestrutura de via, com a substituição integral de carril, travessas e fixações, a balastragem de via e ataque mecânico pesado, bem como a automatização de passagens de nível.

Com este investimento pretende-se melhorar os níveis de serviço e segurança da infraestrutura ferroviária, a executar de forma faseada até 2025, num montante global estimado de 34 milhões de euros. As intervenções a desenvolver abrangem os 96 quilómetros de extensão da Linha do Vouga, entre Espinho e Aveiro.

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Do conjunto de acções previstas, encontram-se já concretizadas a beneficiação da superestrutura de via no troço entre Águeda e Sernada do Vouga, a reabilitação de via na ponte rodoferroviária de Sernada do Vouga e a reabilitação estrutural e protecção anticorrosiva da Ponte do Águeda, intervenções no montante de três milhões de euros.

Actualmente está a ser executada a empreitada de renovação do troço entre Vila da Feira e Oliveira de Azeméis – adjudicada à empresa Steconfer, sendo a fiscalização assegurada por recursos internos da IP – envolvendo um investimento total de 3,5 milhões de euros (2,2 milhões de euros do valor da empreitada aos quais acresce 1,3 milhões de euros relativos a materiais).

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Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis recebe mais 15 M€

O Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis, foi reforçado em 15 milhões de euros. O programa tem agora uma dotação de 60M€, o dobro desde que foi criado em Junho de 2021

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O referido programa abriu a 21 de Junho de 2021 na plataforma do Fundo Ambiental com uma dotação inicial de 30 milhões de euros, provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência. Esta verba foi reforçada a 26 de Novembro com outros 15 milhões. O Plano de Recuperação e Resiliência conta com um total de 135 milhões de euros para aplicar, até 2025, na eficiência energética dos edifícios.

O montante já financiado corresponde ao apoio a 16.148 candidaturas, o que envolve um apoio global de 26,8 milhões de euros, de um total de 56.552 candidaturas submetidas.

As tipologias que reúnem mais candidaturas são as referentes a painéis fotovoltaicos (38,5%), janelas mais eficientes (34,5%) e bombas de calor (27%). Por regiões, Lisboa lidera as candidaturas (22,3%), seguida do Porto (11,7%), Setúbal (9%) e Braga (9%).

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O Orçamento de Lisboa para 2022, o novo retail de Portimão e as tendências no segmento das casas-de-banho no CONSTRUIR 450

A proposta de Orçamento da Câmara de Lisboa, recentemente apresentada, contempla um reforço das verbas destinadas à habitação. Saiba qual vai ser a aposta de Moedas numa edição onde lhe mostramos as linhas do novo retail de Portimão, assinado pela Ventura+Partners

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Bouganvillas vence International Residential Architecture Awards, na categoria habitação multifamiliar. A distinção é atribuída pela The Architecture Community 2021

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20M€ para o novo retail park em Portimão
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Cada vez mais, a casa de banho caminha no sentido de ser um “prolongamento” da restante casa, no que diz respeito às tendências arquitectónicas. Afinal, dizem, é um dos sítios onde passamos mais tempo

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Traçado Regulador: 2022 arranca com construção de moradia de luxo

O escritório português dedicado ao desenvolvimento de projectos e à consultoria em arquitectura e engenharia, está a começar o ano com o início da construção de uma moradia luxuosa na Quinta do Peru, em Azeitão

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O projecto, com 796 m2 de área de construção e 2.284 m2 na totalidade do lote, distingue-se pelo uso de materiais naturais e a sua espacialidade interior rica, nomeadamente com a presença de um fantástico pé-direito no hall de entrada e na cozinha americana. Esta futura moradia representa um investimento em várias zonas exteriores de lazer, cada vez mais importantes e pedidas devido à pandemia, desde a varanda do 1º andar até aos espaços circundantes da piscina.

Adicionalmente, o projecto aposta em elevar os níveis de eficiência energética através da utilização de energia solar fotovoltaica, acompanhado com a classificação energética A+ e paredes com coeficiente de transmissão térmica de 0,2.

“É muito especial ver o início da construção deste projecto único, onde apostámos num criterioso jogo de transparência, de cheios e vazios, que dará uma relação especial com a natureza e o exterior. Tal é possível pela predominância de janelas e a casa literalmente virada a sul que permite uma luminosidade reforçada, também consideramos o duplo pé-direito como um factor chave onde se alcança uma volumetria simples, mas variada. Algo que nos deixa muito orgulhosos é o facto de não ser a primeira moradia que projectamos nesta zona, por isso é muito recompensador ver o cunho pessoal da Traçado Regulador presente na Quinta do Perú.” afirma João de Sousa Rodolfo, arquitecto e CEO da Traçado Regulador.

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A nova moradia ilustra uma forte presença de janelas que permitem uma conexão com a natureza no exterior e vista desafogada para o golfe e lago da Quinta do Perú, assim como a elevada luminosidade e uma linguagem contemporânea através de um criterioso jogo de transparência, cheios e vazios, luz e sombra.

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IP consigna obras de 1,2 milhões na EN 109 na Figueira da Foz

“Num investimento de cerca de 1,2 milhões de euros, a concretização desta empreitada irá assegurar importantes melhorias ao nível das condições de circulação, acessibilidade e segurança da EN 109”, salienta o comunicado da IP

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A Infraestruturas de Portugal (IP) consignou a obra de reforço da segurança rodoviária na Estrada Nacional (EN) 109 na Figueira da Foz, que representa um investimento de 1,2 ME (milhões de euros).

A IP refere, em comunicado, que a intervenção se vai desenvolver entre o quilómetro 101, no limite entre os concelhos da Figueira da Foz e de Cantanhede, no distrito de Coimbra, e o quilómetro 116, no início da Variante de Tavarede.

A obra tem um prazo de execução de 300 dias e envolve a “reformulação dos vários cruzamentos existentes ao longo deste lanço com quinze quilómetros, a beneficiação do pavimento, a substituição e reforço da sinalização e equipamentos de segurança e a melhoria da capacidade de drenagem da estrada”.

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“Num investimento de cerca de 1,2 milhões de euros, a concretização desta empreitada irá assegurar importantes melhorias ao nível das condições de circulação, acessibilidade e segurança da EN 109”, salienta o comunicado.

A nota refere que a IP tem vindo a executar um conjunto de intervenções de beneficiação daquela via, tendo concluído em Junho de 2021 a reabilitação do troço com cerca de 15,5 quilómetros, entre Figueira da Foz e Pombal.

As duas empreitadas representam mais de quatro milhões de euros na beneficiação de 30,5 quilómetros de via, “melhorando fortemente as condições de mobilidade e segurança dos milhares de automobilistas e peões que diariamente utilizam a EN109”, que liga Aveiro à Figueira da Foz e a Leiria.

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Lançado o concurso público para a reabilitação da EN362

A obra, orçada em 2M€, decorrerá num troço com cerca de nove quilómetros, na freguesia de Alcanede, concelho de Santarém, e visa a melhoria das condições de mobilidade e segurança rodoviária

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Foi publicado em Diário da República o concurso público para a empreitada de reabilitação do troço da EN362, que serve directamente a freguesia de Alcanede, no concelho de Santarém, com cerca de nove quilómetros.
A obra envolverá um investimento estimado em dois milhões de euros e pretende reforçar as condições de mobilidade e segurança da via, complementando a intervenção de reabilitação realizada anteriormente entre Alcanede (km 31,025) e Santarém (km 51,733), e que foi concluída em Março do ano passado.

No âmbito da obra está prevista a beneficiação integral do pavimento, a melhoria dos acessos da e para a rede viária local, o reforço e substituição da sinalização e dos equipamentos de segurança da via, e a reformulação dos sistemas de drenagem.

A EN362, entre os Km 22,433 e 51,733, constitui-se como um dos eixos rodoviários que assegura a ligação entre Santarém e Porto de Mós, atravessando a freguesia de Alcanede. O troço objecto da empreitada em concurso tem o início no limite de Concelho entre Porto Mós e Santarém (km 22,433) e termina em Alcanede (km 31,025).

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